Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
sábado, 20 de setembro de 2014
Mesquita LGBT na Africa do Sul
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Declaração da Assembleia dos Movimentos Sociais
Declaração da Assembleia dos Movimentos Sociais
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
A fábrica de remédios anti-HIV bancada pelo Brasil em Moçambique não ficou pronta
Juliano Machado
A última visita de Lula como presidente à África, na semana passada, correu do jeito que ele queria. O destino foi Moçambique, ex-colônia portuguesa na costa leste do continente, onde ele ficou dois dias. Lá, inaugurou uma fábrica de medicamentos ANTIRRETROVIRAIS genéricos para o tratamento do vírus HIV - um projeto de cooperação orçado em US$ 31 milhões e que será financiado quase integralmente pelo Brasil.
Orgulhoso, Lula posou segurando cartelas de comprimidos. O sorriso presidencial só foi possível graças a uma pequena despesa de emergência do governo brasileiro. A única máquina instalada na fábrica (chamada de emblistadeira, usada para moldar e embalar comprimidos) só chegou a Moçambique a tempo de Lula vê-la em funcionamento porque foi emprestada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ou era isso ou Lula encontraria um galpão deserto.
A emblistadeira da Fiocruz desembarcou em Maputo em 27 de outubro - duas semanas antes de Lula -, levada por um Hércules da Força Aérea Brasileira. A explicação oficial para que se despachasse daqui para lá um equipamento "não definitivo" foi que os funcionários moçambicanos poderiam já começar a treinar para a "fase um" da fábrica. A máquina vai apenas fracionar e embalar remédios vindos do Brasil - além dos ANTIRRETROVIRAIS, anti-hipertensivos e analgésicos, entre outros. Será devolvida quando começarem a funcionar as máquinas definitivas.
A proximidade das datas do envio do equipamento e da chegada do presidente não foi coincidência. Entre setembro e outubro, tanto o Itamaraty quanto a Fiocruz, as instituições envolvidas no projeto, tentavam encontrar uma solução para o problema: se os equipamentos da fábrica só deverão chegar a partir de março de 2011, o que Lula poderia inaugurar em novembro de 2010? O projeto da fábrica era antigo e caro ao presidente. Foi formalizado em 2003, durante a primeira visita de Lula a Moçambique.
Cinco anos depois, em sua segunda passagem pelo país, só estava pronto o estudo de viabilidade técnica da Fiocruz. O governo moçambicano recém-indicara o local para instalar a fábrica. Lula se queixou da demora com o presidente de Moçambique, Armando Guebuza: "Entre termos a vontade de fazer e acontecer, está demorando pra caramba".
A Fiocruz se valeu, então, de um mecanismo chamado Regime Especial de Exportação Temporária, que facilita o envio de mercadorias para eventos culturais ou para assistência técnica e humanitária. Em duas semanas, a emblistadeira usada estava pronta para o embarque - evitando a impressão de que nada andou em sete anos.
"A demora existiu por problemas burocráticos no Brasil e pela dificuldade de achar um lugar adequado em Moçambique", diz Hayne Felipe da Silva, diretor de Farmanguinhos, o laboratório da Fiocruz que viabilizou a fábrica. É verdade. Um dos impasses é que a doação de equipamentos não está prevista na legislação brasileira de cooperação internacional. A saída foi Lula enviar um projeto de lei ao Congresso, em que pedia a liberação de R$ 13,6 milhões destinados à compra e doação do maquinário a Moçambique. A autorização só veio em dezembro de 2009. Com isso, não houve tempo hábil para adquirir os equipamentos, todos importados, e enviá-los ainda neste ano. Mesmo que conseguissem, pouco adiantaria, porque a adaptação da fábrica às exigências da Organização Mundial da Saúde deve impedir o início da produção antes de 2012.
Esses percalços não devem obscurecer o lado louvável da iniciativa. Será a primeira fábrica pública de ANTIRRETROVIRAIS da África. O continente abriga quase 70% dos adultos e crianças infectados com o HIV no mundo. Em Moçambique, 12,5% da população (1,5 milhão de pessoas) tem o vírus. Hoje, só 200 mil moçambicanos são tratados com ANTIRRETROVIRAIS. Claro, tudo tem sua contrapartida. Moçambique recebe muito bem os investimentos de empresas brasileiras. A Vale, que vai entrar com cerca de US$ 5 milhões para adaptar a fábrica de remédios, tem um projeto de exploração de carvão no noroeste do país, para o qual se comprometeu a investir US$ 1,5 bilhão. A fábrica contribui para a imagem de Lula e pode reforçar o apoio africano aos pleitos internacionais do Brasil, como um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Uma máquina emprestada e uma inauguração de fachada pareceram um preço pequeno a pagar para o governo.
Fonte:Revista Época
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Namibia: More Sterilizations of HIV-Positive Women Uncovered 30 August 2010
Namibia: More Sterilizations of HIV-Positive Women Uncovered
30 August 2010
Veronica* did not realize she had been sterilized while giving birth to her daughter until four years later when, after failing to conceive, she and her boyfriend consulted a doctor.
"I was like 'Okay, fine', because there was nothing I could do by then, but I was angry. I hate [those nurses]," she told IRIN/PlusNews. Veronica tested HIV-positive during a routine antenatal visit and was given a form to sign by nurses at the hospital where she went to deliver.
"I didn't know what it was all about, but I did sign," said Veronica, who was 18 at the time and had been scolded by the nurses for being unmarried.
She vaguely recalls being unconsciousness and then coming to and giving birth to her daughter, but did not ask questions about the cut on her abdomen. "My aunt - she's a nurse - went there and asked them what the cut was all about. They didn't answer her; they said it was private and confidential."
Veronica, who is now 28 and working for an HIV/AIDS home-based care programme in Orange Farm, an impoverished township south of Johannesburg, is among a growing number of women in South Africa and other countries in the region who have come forward in the last few years with similar stories of forced or coerced sterilization after an HIV-positive test result.
Local rights groups in Namibia, with the support of the International Community of Women Living with HIV/AIDS, have helped uncover 15 such cases, and a trial involving three HV-positive women who say they were sterilized at public health facilities without their consent is due to resume on 1 September in the High Court.
"It does appear that in Namibia [the practice of sterilising HIV-positive women] has been fairly widespread and systemic," said Delme Cupido, coordinator of HIV/AIDS policy at the Open Society Institute of Southern Africa (OSISA), which is providing funding for the legal action.
A lot of women didn't know it was wrong that they'd been sterilized
Similar cases have been uncovered in Zambia, and Promise Mtembu, an AIDS and women's rights activist who was herself sterilized in 1997, is gathering stories from South African women living with HIV whose reproductive rights have been violated.
Some of the 12 cases she has so far documented occurred several years before prevention of mother-to-child transmission (PMTCT) services were available, but the most recent took place in 2009, by which time public health facilities were using a dual-antiretroviral therapy regimen that can reduce the risk of mother-to-child HIV transmission to less than five percent.
Aside from the availability of PMTCT, performing a medical procedure without informed consent is a serious human rights violation and yet, according to Mushahida Adhikari, an attorney at the Women's Legal Centre in Cape Town working with Mtembu to compile cases with a view to taking legal action, "A lot of women didn't know it was wrong that they'd been sterilized."
Mtembu added that, "In many cases [the women] knew what they were signing, but didn't feel like they had a choice."
Mtembu and Adhikari hope to collect enough strong cases to take to South Africa's High Court and, in the event of a ruling in their favour, to present them to the country's Constitutional Court, but "It's going to be a long, hard slog," Adhikari warned. "A lot of the women don't necessarily want to be part of a big class action, they just want an apology."
Often the women do not want to go to court because they have not told their families about being sterilized. Adhikari said the stigma associated with not being able to have children could be as strong as being HIV positive.
Veronica was quick to disclose her HIV-positive status to her mother, but still has not told her about the sterilization. Her previous relationship ended after the revelation that she had been sterilized, but her new boyfriend wants a child and the couple is seeking advice about whether the procedure can be reversed.
Reversal may be possible, depending on how the sterilization was performed, but the procedure is difficult and too expensive for most of the women.
Veronica said she "wouldn't be okay" if tests revealed her sterilization could not be reversed, but had decided not to take legal action against the hospital that performed the procedure. "It is late for me," she said. "But for other women, I think they have to."
[This report does not necessarily reflect the views of the United Nations]
sexta-feira, 2 de julho de 2010
África do Sul tem o maior número de infectados pelo HIV no mundo
África do Sul tem o maior número de infectados pelo HIV no mundo
Odia on line 01/07/2010Sedinbeng (África do Sul) – O mundo tem cerca de 33,4 milhões de pessoas infectadas pelo vírus do HIV, segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids). Desse total, aproximadamente 5,7 milhões moram na África do Sul – país que abriga o maior número de portadores do vírus causador da Aids no planeta.
Mais de 11,8% dos 49,2 milhões habitantes da África do Sul vivem com HIV, tornando a Aids um problema de primeira ordem para a sua população e seu governo.
Contudo, essa atenção é novidade. Especialistas na prevenção e no combate da doenças dizem que a África do Sul só enfrenta hoje o que pode ser considerada uma epidemia da aids porque seus governantes negaram por anos a existência do problema e alimentaram mitos sobre ele.
“Há seis anos atrás, o então presidente Mbeki [Thabo Mvuyelwa Mbeki] afirmava que a aids era causada por falta de alimentação, falta de vitaminas”, disse Daniel Herrerías, chefe do projeto mexicano The Wake Cup, que distribui camisinhas na África do Sul durante a Copa do Mundo. “Isso criou um mito sobre a doença e prejudicou o seu combate.”
Segundo Mauro Siqueira, do Departamento de HIV/Aids do Ministério da Saúde do Brasil, havia um processo de negação da doença pelo governo da África do Sul. Esse processo foi interrompido pelo atual presidente, Jacob Zuma, mas ainda tem consequências.
Dados do próprio governo sul-africano mostram que, só em 2006, mais de 600 mil pessoas morreram por causa da Aids no país. O número é quase do dobro do registrado em 1997.
Para o membro da organização não governamental Brigdes of Hope, Samuel Masilo, o trabalho governamental de combate e prevenção já entrou no caminho certo. Precisa agora, assinalou, focar sua atenção no estímulo do uso de preservativos entre os jovens. Ainda segundo ele, também deve mirar os sul-africanos mais tradicionais, que ainda assumem um comportamento de risco por desinformação ou por resistência.