-->
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
#CONVITE: "VAI DAR SAMBA" Com Sergio Loroza
-->
segunda-feira, 15 de março de 2010
Na rede pública, metade da coleta está indisponível
Na rede pública, metade da coleta está indisponível
O ESTADO DE S. PAULO
15/03/2010
Mães e bebês não retornam para novos exames, exigidos na lei, o que reduz a possibilidade de doações no País
Dados da BrasilCord mostram que a principal limitação dos bancos de cordão públicos no País é o fato de metade das mães e bebês doadores não retornarem aos serviços para uma nova avaliação. Isso faz com que as bolsas coletadas não possam ser usadas para doações.
A legislação dos bancos prevê que mãe e bebê retornem para novos exames em até seis meses após o parto, como maneira de assegurar a qualidade do sangue. "Não faz sentido. Se tivéssemos todas as bolsas disponíveis, muito mais pessoas seriam beneficiadas", diz o hematologista Celso Arrais, do banco de cordão do Hospital Sírio-Libanês,
Segundo Luiz Bouzas, coordenador da BrasilCord, das 8 mil coletas efetivadas, 4 mil não estão disponíveis. Especialistas defendem alteração na lei para que as amostras possam ficar acessíveis para a busca de doadores e, se houver compatibilidade, só depois seja feita a reavaliação da mãe e da criança, por entrevistas e exames de sangue que permitem reduzir o risco de um resultado falso negativo em um teste de HIV, vírus da AIDS.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária informou que pretende discutir a mudança da regra em consulta pública.
Mitos. Bouzas defende que é um mito a crítica aos bancos públicos de que há um limitado número de instituições que fazem a coleta do material. Na capital paulista são apenas dois: os hospitais Albert Einstein (privado), que coleta só das próprias pacientes, e o Sírio-Libanês, que só coleta de pacientes da maternidade pública Amparo Maternal.
"O objetivo não é coletar amostras de todos os bebês", afirma o especialista. "No banco público, a ideia é conseguir uma amostra significativa, diversificada da população. A construção é gradual". No Brasil, o objetivo é chegar a 64 mil coletas disponíveis. Mas, por causa do interesse de muitas mães em doar, o governo estuda fornecer kits para que as coletas possam ser feitas em qualquer maternidade.
Já foram realizados 400 transplantes de sangue de cordão no País, sendo que 90 eram de material coletado no Brasil ? nos demais, vinha de doações de outros países.
"Há luz no fim do túnel. O cordão é uma esperança", afirma a gerente de comunicação Luciana Leite, de 38 anos, cujo filho Lucca, de 8 anos, portador de adrenoleucodistrofia, distúrbio do metabolismo, foi beneficiado por um cordão de fora do País.
