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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
História evolutiva do HIV-1 no Brasilem #UNB
História evolutiva do HIV-1 no Brasilem 17/04/11 UNB Universidade de Brasília
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Utilize
este link para identificar ou citar este item: http://hdl.handle.net/10482/
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Arquivos neste item:
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Título:
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História evolutiva do HIV-1 no Brasil
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Autor(es):
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Orientador(es):
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Assunto:
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Data de publicação:
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17-Abr-2011
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Data de defesa:
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31-Mai-2010
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Referência:
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VÉRAS, Nazle Mendonça Collaço. História evolutiva do HIV-1
no Brasil. 2010. xx, 228 f.,
il. Tese (Doutorado em Biologia Molecular)-Universidade de Brasília,
Brasília, 2010.
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Resumo:
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______________________
A
caracterização dos diferentes subtipos do HIV-1
prevalentes em uma região geográfica, assim como a
compreensão da origem e disseminação desses
subtipos, é essencial para definir estratégias de
prevenção e intervenção nas epidemias
locais de HIV/AIDS. O presente trabalho analisou 895 seqüências
de pol disponíveis no GenBank, visando descrever os principais
subtipos do HIV-1 prevalentes no Brasil, o perfil de resistência
de linhagens não expostas a anti-retrovirais, a prevalência
de assinaturas e epitopos na protease e transcripatse reversa (RT) e
reconstruir a origem e os principais padrões de disseminação
dos subtipos B e C do HIV-1 no Brasil. O subtipo B (65,6%) foi o mais
prevalente, seguido dos subtipos C (14,1%) e F (6,1%). As formas
recombinantes representaram 14,1% das seqüências
analisadas. Foram encontradas oito mutações primárias
na protease que diminuem a susceptibilidade aos inibidores de
protease (PI): L24I, D30N, M46I/L, I54L/V, V82L e I84V. Na RT, foram
identificadas 16 mutações associada a resistência
aos inibidores de transcriptase reversa análogos de
nucleosídeos (NRTI), A62V, D67N/G, T69E/N/S/d, K70R, V75I/L/M,
F77L, V118I, Q151M e M184V, e 18 que conferem resistência aos
inibidores de transcriptase reversa não-análogos de
nucleosídeos (NNRTI), V90I, A98G, L100I, K101E/N/Q, K103N/R,
V106I/L, V108I, E138A/G/K, V179D/T, Y181C e G190A. A transmissão
de linhagens resistentes aos PI, NRTI e NNRTI foi de 1,2%, 1,8% e
2,1%, respectivamente. Quanto à variabilidade genética
de pol, foram identificadas duas possíveis assinaturas, N37K e
R41N, na protease de linhagens do subtipo C do HIV-1, dois epitopos
reconhecidos por células T CD4+ na protease e 18 por células
T CD8+, sendo cinco na protease e 13 na RT. Desses últimos,
KLVDFRELNK, GIPHPAGLK, TVLDVGDAY, NETPGIRYQY, IRYQYNVL e VIYQYMDDL,
são altamente recomendados para a produção de
protótipos vacinais a serem aplicados no Brasil. A entrada do
subtipo B do HIV-1 no Brasil ocorreu no início da década
de 70, pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, a partir dos quais as
linhagens se dispersaram exponencialmente em direção a
outros estados do Nordeste e Centro-Oeste do país. O subtipo
C, por sua vez, entrou no Paraná, em meado da década de
70, e, logo após sua introdução, disseminou
exponencialmente no Sul do país. A aplicação de
análises fillogenéticas de alta resolução,
análises de coalescência e filogeografia permitiu a
caracterização da epidemia do HIV-1 no Brasil, a
re-avaliação de hipóteses e a formulação
de novas teorias sobre a origem e disseminação dos
subtipos B e C no país.
________Characterizing the different HIV-1 subtypes prevalent in a geographic region as well as understanding the origin and dissemination of these subtypes are essential to define prevention and intervention strategies targeting local HIV/AIDS epidemics. The present study analyzed 895 pol sequences, available at GenBank, aiming to describe the main HIV-1 subtypes prevalent in Brazil, the resistance profile of naïve lineages, the prevalence of signatures and epitopes in protease and reverse transcriptase (RT), and reconstruct the origin and the main dissemination patterns of HIV-1 subtypes B and C in Brazil. The subtype B (65.6%) was the most prevalent followed by subtypes C (14.1%) and F (6.1%). The recombinant forms represented 14.1% of the analyzed sequences. At protease, eight major mutations which reduce the susceptibility to protease inhibitors (PIs) were found: L24I, D30N, M46I/L, I54L/V, V82L and I84V. At RT, 16 mutations associated to nucleoside reverse transcriptase inhibitors (NRTIs) resistance, A62V, D67N/G, T69E/N/S/d, K70R, V75I/L/M, F77L, V118I, Q151M and M184V, and 18 mutations that confer resistance to the non-nucleoside reverse transcriptase inhibitors (NNRTIs), V90I, A98G, L100I, K101E/N/Q, K103N/R, V106I/L, V108I, E138A/G/K, V179D/T, Y181C and G190A, were identified. The transmission of lineages resistant to PIs, NRTIs and NNRTIs were 1.2%, 1.8% and 2.1%, respectively. Regarding pol genetic variability, we identified two possible signatures, N37K e R41N, at HIV-1 subtype C protease, two T CD4+ epitopes and 18 T CD8+ epitopes, of which five were at protease and 13 at RT. Concerning these last ones, KLVDFRELNK, GIPHPAGLK, TVLDVGDAY, NETPGIRYQY, IRYQYNVL and VIYQYMDDL are highly recommended to the production of vaccine prototypes to be applied in Brazil. The HIV- 1 subtype B introduction in Brazil occurred in the beginning of 1970s, through Rio de Janeiro and Rio Grande do Sul, from where the lineages exponentially spread to Northeastern and Central Brazil. The subtype C, in turn, entered in Paraná, during mid- 1970s, and, briefly after its introduction, started to spread exponentially in the South region. The application of high-resolution phylogenetics, coalescent analysis and phylogeography, allowed an in-depth characterization of the HIV-1 epidemic in Brazil, the reevaluation of hypothesis and the formulation of new insights about the origin and dissemination of subtypes B and C in the country. |
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Informações adicionais:
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto
de Ciências Biológicas, Departamento de Biologia Celular, 2010.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Custos no tratamento ambulatorial da Hiv/Aids :estudo de caso #UNB
Custos no tratamento ambulatorial da Hiv/Aids : um estudo de caso no hospital-dia - Natal/RN em 01/11/11 UNB Universidade de Brasília
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Oportunidades perdidas de avaliação sorológica para a infecção pelo vírus da AIDS... #UNB
Oportunidades perdidas de avaliação sorológica para a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana na rotina de atendimento ambulatorial do Hospital Universitário de Brasília DF - Publicado em 2009 UNB Universidade de Brasília
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The factors involved in the provision of serological testing to detect human immunodeficiency virus infection, for adults within the outpatient care setting at the University Hospital of Brasilia, were studied. Specific questionnaires were applied to 53 physicians and 347 users. The results showed that 96.8% of the users identified unprotected sexual intercourse as a risk factor for acquiring this infection and that 13.6% were unaware of possibility of vertical transmission. Regarding users' exposure to risk factors, 88.2% practiced unprotected sexual intercourse, 22.2% had a diagnosis of other sexually transmitted diseases and 22.2% had received blood transfusions. The risk factors that physicians asked about most frequently were unprotected sexual practices and previous diagnoses of hepatitis B or C (35.9% for each). Eighteen percent of the users had been offered tests at the University Hospital of Brasilia; 15.8% underwent tests and 7.4% of the individuals tested had not had access to the results. Ninety-one percent of the physicians said that they felt comfortable about offering tests, while only 30.4% offered them routinely. The study confirms that opportunities for serological testing to detect this infection at the University Hospital of Brasilia have been missed and reinforces the need to implement measures to correct this problem.
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