Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Unaids. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Declaração de Alto Nível #MarcioMorenoVillard

A próxima Reunião de Alto Nível sobre HIV/AIDS, que será realizada em junho, terá o objetivo de construir uma nova Declaração Política, que delineará as linhas estratégicas da resposta ao HIV nos próximos anos.  O UNAIDS quer a sua contribuição para a construção desta nova Declaração Política sobre HIV/AIDS!  Para participar da pesquisa, acesse:http://svy.mk/1owTpO3  O prazo para preencher a pesquisa de opinião vai até 18 de fevereiro.   Marcio Villard "sabedoria é o que acumulamos ao longo da vida" 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Registro de organizações juvenis UNAIDS VIA # George Gouvea

Bom dia a todos,
 
O UNAIDS criou uma base de dados para registrar os dados de organizações e redes juvenis da América Latina e Caribe com a finalidade de realizar um mapeamento para o grupo inter-agencial de juventude das Nações Unidas.Esse mapeamento vai ajudar a ter um melhor panorama de quem e onde estão as organizações juvenis além de identificar possíveis interlocutores e aliados para tratar os diversos temas relacionados a juventude.
 
Nesse sentido,gostaria de pedir a vocês que por favor compartilhem o link de registro com suas listas e fóruns na perspectiva de mapearmos o maior número possível de organizações juvenis e assim podermos estruturas agendas para tratar temas essências a juventude.

Link para preencher o formulário é: http://onusida-latina.org/directoriojuventud/

Podem se registrar todas as organizações juvenis e não somente as que trabalham HIV/AIDS o único item fundamental é que sejam organizações juvenis e que tenham trabalho regional ou nacional.

Um abraço e qualquer dúvida não hesitem em me perguntar.
 
Um abraço,

segunda-feira, 27 de maio de 2013


Considerações sobre a reunião na Tunísia:Unaids e juventude

Considerações sobre a reunião na Tunísia:Unaids e juventude

 
 
Boa tarde companheir@s,
 
Segue abaixo breve relato sobre as atividades discutidas na reunião sobre juventude e aids na Tunísia e seus encaminhamentos.Estarei fazendo um relatório mais denso e substancial daqui alguns dias e compartilharei com todos.
 
Durante o primeiro dia foram discutidas a plataforma do Crouwd out aids e suas contribuições para a juventude que vive com hiv/aids,sobre a temática de que os jovens podem tomar uma posição importante na política global de enfrentamento a aids e fazer ouvir sua voz nesse processo.Foram levantados vários aspectos como o da informação onde se foi dito que a mesma deve ser repassada para os jovens de forma objetiva e que eles entendam e possam incorporar isso a seu dia-a-dia,mostrando que o ativismo contra aids mudou muito desde o início da epidemia e que hoje há novos métodos de comunicação que podem ser inseridos e associados ao contexto da prevenção e informação a juventude.

No segundo dia trabalhamos sobre a perspectiva jovem e as lideranças,como formar um jovem líder apto e com empoderamento para discutir a política de aids ao redor do mundo e se fazer ouvir nas reuniões e espaços,mostrando que a juventude está cada vez mais exigente e cada vez mais buscando suas necessidade e reivindicações frente aos serviços de HIV e que pode e devem participar diretamente das tomadas de decisões e construções para uma melhor política de aids para a juventude.

Já no terceiro dia,foram apresentados os gráficos de prevalência do HIV entre os jovens onde ficou constatado que houve uma queda de aproximadamente 27% entre os jovens de 15-24 anos entre 2011 e 2011(10 anos) mas mesmo assim os jovens ainda representam 40% do total de novas infecções pelo HIV no mundo.Foram apresentados os membros do YAF que ao todo representam 12 organizações globais e regionais que trabalham com HIV mais 4 organizações voltadas a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos de lésbicas,gays e transgêneros com a comunidade totalizando 16 membros com o objetivo de traçar estratégias para uma direção clara e promover a resposta à aids para a frente com o apoio dos jovens e suas contribuições.

No quarto dia,teve como principal resultado da consulta e reunião,um pacto delineando cinco temas principais que atravessam agendas organizacionais individuais, onde as organizações de juventude podem fazer impacto tangível para as metas estabelecidas na Assembléia Geral da Declaração Política de 2011 das Nações Unidas sobre HIV e AIDS.
Os cinco temas incluem: Integração de serviços de HIV nos serviços de saúde sexual e reprodutiva, com foco na prestação de contas do governo e educação sexual, permitindo que ambientes jurídicos e remoção de leis punitivas que impedem o acesso aos serviços para os jovens populações chave com maior risco, a intensificação do tratamento e desagregando dados para a evidência de advocacia informado, utilizando recursos de forma eficaz, e garantindo que o HIV continua a ser uma prioridade no pós-2015 quadro de desenvolvimento por meio de lobby estratégico das delegações nacionais.
 
Algumas citações durante a reunião:
 
"Este novo compromisso de colaborar em torno de prioridades específicas é uma mudança radical de negócios como de costume na resposta juventude AIDS. Através do fortalecimento da ação coletiva que vai além agendas organizacionais, esperamos que o movimento pode conseguir uma mudança concreta para os jovens afetados pelo HIV ",disse Caitlin Chandler, representante da comunidade, que co-facilitou a reunião juntamente com Beth Goodey da juventude líder da agência de desenvolvimento Restless Desenvolvimento.
 
"Este pacto tem como objetivo estabelecer as áreas prioritárias a serem trabalhadas bem como definir os rumos a serem seguidos nesse processo de contrução e integração entre diferentes organizações e lideranças juvenis com um objetivo comum entre todos:oferecer uma resposta eficaz na luta contra AIDS através de alianças e de um processo intenso de construção e compartilhamento de idéias com um objetivo comum."disse Diego Callisto,membro do YAF(YOUTH ADVISORY FORUM) representando a América do Sul e ponto focal no Brasil da J+LAC
 
"Queremos trabalhar mais próximo com as organizações de jovens que vivem com HIV e organizações chave com maior possibilidade de criar alianças amplas.", disse Mariângela Simão, Membro do corpo diretor da UNAIDS de Gênero, Direitos Humanos e Departamento de Mobilização Comunitária. "É uma estratégia eficaz para garantir a apropriação nacional de progressiva mudança social, porque a demanda para a mudança virá de dentro para fora."concluiu.
 
Considerações finais:
 
Apoiar uma maior colaboração e orientação estratégica do movimento da juventude na resposta à SIDA é uma prioridade fundamental para o novo programa UNAIDS juventude, que visa aumentar a liderança da juventude, propriedade e mobilização na resposta à SIDA no país, regional e global por 2015 e além. 
O encontro, chamado de Juventude e UNAIDS: um pacto para a transformação social ocorreu em Hammamet, Tunísia a partir do 20-22 de maio. O principal resultado da consulta foi um pacto delineando cinco temas principais que atravessam agendas organizacionais individuais, onde as organizações de juventude podem fazer impacto tangível para as maetas estabelecidas na assembléia geral da declaração política de 2011 das Nações Unidas sobre HIV e AIDS. 
 
Diego Callisto
 
Conselheiro nacional do CONJUVE pela RNAJVHA+ Brasil
Membro do YAF(YOUTH ADVISORY FORUM) assessor no UNAIS.
Ponto focal no Brasil J+LAC
Membro do Conselho estadual de saúde de São Paulo
Membro da RNAJVHA/SP
Estudante de Administração com ênfase em relações internacionais

http://www.facebook.com/diego.callisto
http://www.twitter.com/diego.callisto
Instagram/Kik/Voxer @diegocallisto

 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids do Ministério da Saúde


Prezado(a)s
 
Abaixo, o informe que acabei de receber sobre a Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids do Ministério da Saúde, onde serão divulgados os dados epidemiológicos da Aids no Brasil.
 
Atenção, a coletiva é amanhã de manhã!  Mais uma vez a sociedade civil é leva uma volta do Ministério da Saúde!
 
Alguém sabe informar se alguém da sociedade civil foi convidado para esta coletiva de imprensa?  CNAIDS e CAMS?
 
Abraços!

Willian Amaral

Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids


Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids


DATA:                   20 de novembro de 2012
HORÁRIO:          10h30
LOCAL:           Auditório Emílio Ribas
END.:              Ministério da Saúde – Esplanada dos Ministérios Ed. Sede - Térreo
TRAJE:            Passeio Completo

Obs: A Coletiva será transmitida em tempo real pela internet pelo endereço: http://www.aids.gov.br/mediacenter

² Composição da Mesa
1.     Ministro de Estado da Saúde e Presidente do CNS – Alexandre Padilha
2.     Secretário de Vigilância em Saúde – Jarbas Barbosa
3.     Representante da UNAIDS no Brasil – Pedro Chequer
4.       Diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais- Dirceu Bartolomeu Greco
5.     Representante de Movimento Social

² Apresentação dos Dados Globais da Aids
Representante da UNAIDS no Brasil – Pedro Chequer

² Apresentação da Mobilização e da Campanha do Dia Mundial de Luta Contra Aids
     Diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais- Dirceu Bartolomeu Greco

² Apresentação do Vídeo da Campanha de 2012 (30’’)

² Apresentação dos Dados Epidemiológicos de HIV/Aids no Brasil
    Secretário de Vigilância em Saúde – Jarbas Barbosa

² Pronunciamento
     Ministro de Estado da Saúde – Alexandre Padilha

² Atendimento à imprensa

² Encerramento

CONTATOS:
·          EUNICE DE LIMA – Assessora Chefe do Núcleo de Eventos e Cerimonial: (61) 9221-7949
·          CAROLINA GONTIJO – Núcleo de Eventos e Cerimonial SVS: (61) 9236-7760
·          LUCIANA TORRES – Núcleo de Eventos e Cerimonial SVS: (61) 8182-4883



Pessoal,
E a Sociedade Civil fará o quê?
Quais pontos abordaremos junto à imprensa para dar visibilidade à nossa agenda política?
Teremos um manifesto unificado no dia 1º?
No Pará, o Fórum fará um Ato Público, na manhã do sábado dia 1º.

Vamos conversando...

Kiko

quem esta nos representando pois ate agora nao vi e ainda a nete ta ruim muito ruim,


Simoni Bitencourt
GAPP-HIV/AIDS
Casa de passagem-Ponta Porã-MS
Quem está representando a sociedade civil?

Foi alinhado algumas estratégias sobre a ações para o dia 01 em relação a essa coletiva?

Precisamos saber sobre essa questão.Principalmente em relação as ações que iremos fazer em nossas bases voltadas para P doa 01,explanar isso lá dentro,dando visibilidade ao movimento social seria importante.

Att.Diego Callisto via IPhone 

Simoni,
Esta é uma ação do governo e não acho que deveríamos estar lá posando de papagaio de pirata.
Nós temos é criar ações nossas. Por isso perguntei se o MOVAIDS fará algum ato nacionalmente.
Vamos conversando...

Kiko

Diegão e Simoni... isso foi proposto há muuuito tempo, no início de novembro. Mas o email do PT, por exemplo, fez mais sucesso.
Att.
Beto Volpe


Desculpe, Kiko.. deveríamos sim, pra fazer uma bela manifestação, ainda que de poucas pessoas. Toda a imprensa tava lá, deu pra perceber.
Att.
Beto Volpe

concordo com vc sim mais na programação tinha sociedade civil por este fato pergunto


Simoni Bitencourt
GAPP-HIV/AIDS
Casa de passagem-Ponta Porã-MS
O nosso companheiro RENATO DA MATTA estava la, por acaso,  e fez o papel que todos esperavam. Rebateu todas as falas e colocou em xeque a postura do Governo quanto ao Programa de Aids. Vamos aguardar os informes para podermos nos posicionar.

Josimar Pereira da Costa


Ok, Beto.
Mas..me pergunto porque não fazermos uma ação nossa?
Não temos camacidade de mobilizar a imprensa para expor nossa perspectiva sobre a epidemia?
Precisamos sempre ser coadjuvantes das agendas governamentais e suas pirotecnias?
Vamos conversando...

Kiko


Josimar,
Eu não assisti a entrevista, mas parabéns ao Renato.
Mas podemos acompanhar as matérias na imprensa e verificar se alguma delas descreverá a fala do ativista. Duvido.
Por isso precisamos provocar um fato nosso. Assim nossa fala será publicada.
Vamos conversando...
Kiko
Mas nós vamos fazer. De forma um tanto desarticulada, mas vamos. Em SP, por exemplo, Fórum de ONGs, RNP+, MNCP e RNAJVHA farão ato conjunto (viva!) em frente à secretaria de  estado da saúde. E a idéia da cruz que não sai de minha cabeça, rsrs....
Com relação à capacidade de mobilizar a imprensa, vamos lembrar que não somos mídia há muito tempo, só nesses factóides. Aí entra um de meus inspiradores Torquato Neto, mentor do tropicalismo e sua máxima: o primeiro passo é ocupar o espaço.
Era só ter tido um mínimo de boa vontade e poderíamos ter envergado nosso traje passeio e feito uma senhora intervenção, com faixas, nariz de palhaço e tudo o mais que convém a um movimento social comprometido.
Mãããããsss, como diria Golias, somos parceiros, né?
Beto Volpe

Vai ser às dez horas do dia 30, pelo fato do dia mundial cair num sábado e no dia primeiro serão as ações locais. A RNP+SP está sugerindo a realização de candlelights, uma vez que a origem desse ato foi dar visibilidade à epidemia. Hoje, como antes e sempre....
Beto Volpe

Companheir@s o Pará está torcendo que realmente nós possamos realizar um ato politico ao mesmo tempo em vários Estados.No Pará vamos distribuir documento aberto para a população,vamos está vestidos de preto,usaremos apitos e nariz de palhaço,não vamos fazer uma ação de prevenção e sim de amadurecimento politico com a presença da mídia.

Cledson Sampaio


Companheir@s: Boa tarde!

salvo melhor juízo, de todos os e-mails que recebi até este momento sobre o assunto acima, não vi outro nome citado que estaria no evento que não fosse o Renato da Matta e, mesmo assim,  por acaso estava lá (obrigado Renato, compartilhe suas impressões, por favor).

Pergunta que não quer calar: quem estava representando a Sociedade Civil “Organizada?!” nesta coletiva?

Abs. Regina Bueno.





domingo, 28 de outubro de 2012

O Brasil e os compromissos internacionais em AIDS

O Brasil e os compromissos internacionais em AIDS
Pedro Chequer
Coordenador do UNAIDS no Brasil


O Sistema Único de Saude, estabelecido com base na Constituição de 1988, que define a saúde como um direito do cidadão e dever do Estado e tem seu marco de regulamentação na Lei 8080/1990 que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e define sua estrutura política e atribuições de seus diversos níveis, sem dúvida alguma foi o arcabouço que permitiu ao Brasil estabelecer com qualidade e competência o programa de acesso ao tratamento da infecção pelo HIV e da aids. Os primeiros passos de sua implantação em 1996, sem qualquer dúvida, não teria sido possível sem os princípios e estrutura dos SUS. Devemos ter claro, todavia, que apesar do princípio constitucional do direito à saude, a operacionalização desse direito nas mais diversas áreas da saúde, em que pese os avanços obtidos, ainda apresenta importantes lacunas e carece de mecanismos mais consistentes para sua efetivação plena. A garantia, por exemplo, do acesso gratuito aos antirretrovirais só foi possível em sua plenitude, por intermédio da Lei 9313/96, projeto de autoria do Senador Jose Sarney, aprovado pelo Senado Federal e sancionado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, apesar das restrições de caráter econômico trazidas à discussão por determinados setores do próprio Governo. A existência do SUS e a garantia constitucional, ainda que necessárias, não seriam suficientes para assegurar esse direito - Haja vista uma série de problemas de saúde que enfrentam obstáculos para seu atendimento segundo os parâmetros do acesso universal por direito constitucional e como dever do Estado.

O estabelecimento do tratamento antirretroviral gratuito, sobre o qual não pretendemos aprofundar a discussão nesta reflexão, teve sua origem na pressão social e na fundamentação científica, ao que se soma a sensibilidade política que fez converter um anseio social legítimo em uma prática do Estado; esta pratica de modo ininterrupto, tem se mantido, independentemente de seu custo financeiro, ainda que apresente custo-benefício inquestionável – uma fonte de poupança de recurso público, tanto no campo da saude como da previdência, sem entrar no mérito de aspectos outros de relevância extrema.

Ao longo desse período, a aquisição dos medicamentos destinados a aids permaneceu centralizada - decisão estabelecida em 1996 e que tem representado importante fator de economicidade e garantia de um abastecimento continuado. Ao lado desse parâmetro normativo, estabeleceu-se, também, que a aquisição de medicamentos para agravos associados à infecção pelo HIV seria de responsabilidade de estados e municípios; lamentavelmente, apesar da pactuação estabelecida, seu pleno cumprimento, com honrosas exceções, tem apresentado importantes lacunas de implementação.  Ao tempo em que se manteve centralizada a aquisição de antirretrovirais, outros aportes do governo federal foram descentralizados, entre eles, parte dos recursos destinados ao enfrentamento da epidemia da aids. “Instituída em dezembro de 2002, a Política de Incentivo consiste em financiar Unidades Prestadoras de Serviço, por meio de mecanismos regulares do SUS. É a transferência fundo a fundo - repasse regular e programado de recursos diretamente do Fundo Nacional de Saúde para estados e municípios, independentemente de convênio ou instrumento similar”, é o que reza o Portal do Departamento de Aids, de modo bastante didático e objetivo.

Esta nova estratégia, correta do ponto de vista político e da necessidade de maior autonomia a estados e municípios, substituindo a antiga modalidade de convênios, esbarrou-se na dificuldade da utilização dos recursos em tempo oportuno, chegando em algumas situações a níveis inaceitáveis do pondo de vista do uso adequado do recurso público, quando se constata acúmulo de anos em recursos financeiros depositados nas contas bancárias sem a utilização em tempo hábil, não pela inexistência de planos e programas para sua execução ou mobilização da equipe técnica, mas pela dificuldade da burocracia e baixo nível de priorização política, obstáculos que, com raras exceções, também se acumularam e se agravaram ao longo do tempo. 

Preocupa-nos recentes informações sobre a pulverização do recurso destinado a aids  decorrente da política de incentivo e acumulado até dezembro de 2011. De modo algum entendemos como aceitável do ponto de vista ético, a existência de recursos sem utilização quando as necessidades são prementes e se agravam tanto na área de assistência, quanto de prevenção, e particularmente nesta. Aí estão também incluídos os recursos destinados às organizações da sociedade civil, que por todo o país fecham as portas, mesmo as mais tradicionais, pela carência de recursos para seu funcionamento.

Vale registrar que a descentralização também incluiu o aporte de recursos ao movimento social para suas ações em caráter complementar e de apoio as ações do Estado, em diversas áreas onde somente ele é capaz de atuar com competência, estabelecendo ambiente de adequado acolhimento, além do exercício essencial de controle social, indispensável num regime democrático e transparente.

Diante da inadmissibilidade da situação atual, uma medida de caráter político poderia ter sido tomada, como por exemplo, o estabelecimento de parâmetros administrativos que viabilizassem a utilização do recurso por estados e municípios segundo as Programações de Ações e Metas aprovadas pelos conselhos municipais e estaduais com a celeridade necessária e utilização da medida que ora se anuncia em caso de inadimplência num determinado período a ser consensuado.

Preocupa-nos mais ainda, que ao lado dessa medida, outra poderá ser adotada: a interrupção do incentivo destinado a aids a partir de janeiro de 2014. Esta medida certamente reflete o caráter de prioridade que progressivamente vem o Brasil dando ao controle da epidemia, que passa cada vez mais a ser visto como mais um problema de saúde pública, no entendimento de que os avanços obtidos são suficientes; esta percepção contraria de modo concreto o entendimento que se tem sobre a urgente necessidade de rever e ampliar estratégias de ação tendo em vista as grandes lacunas observadas, às quais se somam a inequidade regional: a epidemia continua crescendo no Norte e Nordeste do país, do ponto de vista de sua incidência e taxas de mortalidade específica e a região Sul apresenta situação epidemiológica preocupante.

Revendo os compromissos assumidos pelo Brasil nas Assembleias Gerais das Nações Unidas e particularmente na última Assembleia, este seria o momento de se redobrar esforços e alocar mais recursos específicos com vistas a garantir o cumprimento da meta de acesso universal ao tratamento, prevenção e cuidados até 2015, ao que se somariam, obviamente, medidas que garantissem a celeridade e pertinência da aplicação dos recursos.

Em que pese os avanços, o Brasil não se encontra entre os países considerados de cobertura universal, segundo o último relatório da OMS/UNAIDS, em função do grande numero de cidadãos soropositivos para o HIV que, por não terem sido diagnosticados, desconhecem seu status e não estão sob tratamento.

Apesar do entendimento distinto, talvez por equívoco conceitual, também o acesso não é universal. Suficiente visitar o semiárido nordestino e a região Norte do país (e não apenas estes) para se constatar a carência de serviços que possibilitem o acesso a testagem e tratamento antirretroviral. Ora, se não há testagem ou disponibilidade local de medicamento ou se encontram a dias de viagem para que se possa aceder aos serviços, não podemos considera-los como acessíveis.  Todavia, em função de políticas públicas que anteriormente registramos, a disponibilidade de medicamentos tem sido assegurada pelo Ministério da Saúde em sua integralidade do ponto de vista orçamentário e logístico, com avanços excepcionais nos últimos doze meses no que concerne a continuidade no seu suprimento, sem registro de qualquer interrupção. 

Devemos ter claro que para cumprir os compromissos internacionalmente firmados pelo Brasil, o adequado aporte de recursos e sua utilização em prioridades epidemiologicamente estabelecidas é aspecto essencial a ser observado; a isto se deve somar a construção de estratégias inovadoras e mobilizadoras em âmbito nacional,  que envolvam os níveis políticos decisórios em todas instancias pertinentes e se repliquem em cada nível de governo de modo a ser implementado segundo a realidade local da epidemia. 

O UNAIDS enquanto instituição parceira, comprometida com o pleno alcance das metas globais em relação ao enfretamento da epidemia, para a qual a contribuição do Brasil se faz imprescindível, vem registrar sua preocupação e externar seu apelo para que alternativas sejam postas em práticas, na expectativa de que mais uma vez, o país volte a se despontar como referência de políticas públicas na área da AIDS.



O SUS e Epidemia da AIDS - Pedro Chequer.pdf
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terça-feira, 24 de julho de 2012

Saúde diz que política de aids respeita direitos humanos, mas admite falhas

 

Jornal O Dia - RJ - 24.07.2012

Saúde diz que política de aids respeita direitos humanos, mas admite falhas

Brasília - O diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco, disse nesta quarta-feira que a política brasileira de enfrentamento à doença continua caminhando no sentido do respeito aos direitos humanos. Durante o lançamento do relatório global sobre aids, ele admitiu, entretanto, que o país registra “acidentes de percurso”, como o caso do vídeo de prevenção ao HIV com foco em homossexuais que foi retirado do site do ministério sob o argumento de que seria apenas para veiculação em ambientes fechados e frequentados pelo público gay.
 
O ocorrido foi mencionado pelo coordenador do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) no Brasil, Pedro Chequer, como um risco de retrocesso para o país.
 
Ele avaliou que o vídeo integrou uma das melhores campanhas de prevenção ao HIV voltada para populações consideradas vulneráveis, por ser direto e objetivo.
 
“Nosso caminho está marcado. A posição brasileira nos fóruns internacionais é a mais ouvida, porque respeitamos a diversidade e lutamos contra a homofobia”, disse o representante do ministério, Dirceu Greco. “O retrocesso nós vamos segurar”, completou.
 
Greco lembrou que cerca de 250 mil brasileiros vivem com o vírus HIV sem saber e destacou que o foco do governo federal atualmente é o diagnóstico da doença em grupos vulneráveis. Segundo ele, cerca de 30 mil pessoas iniciam o tratamento antirretroviral no país a cada ano.

As informações são da Agência Brasil

Josimar Pereira da Costa
Consultor Previdenciário
Sócio Fundador da RNP+ Núcleo RJ
Ponto Focal RNP+ Niterói

MATERIA DO FANTÀSTICO DIZ QUE TEREMOS UM MUNDO SEM AIDS?

Matéria do Fantástico - Próxima Geração Já Deve Conhecer Um Mundo Sem Aids

Com o avanço cada vez maior das pesquisas sobre o vírus HIV, os portadores de Aids aumentam as esperanças, e os pesquisadores concentram esforços.
A ONU divulgou nessa semana um relatório otimista sobre o combate à Aids e o governo americano aprovou pela primeira vez um remédio de prevenção ao vírus. Já é possível imaginar um mundo sem Aids?

Um homem que já viu o dia que iria morrer. Um americano que já teve Aids. Sim, não tem mais. Ele é um ex-portador do vírus HIV. Ele encontrou a cura. Timothy Ray Brown está no Fantástico, direto de Washington, capital dos Estados Unidos. Na cidade, ele vai participar 19ª Conferencia Internacional da Aids.

A partir deste domingo, 22, até sexta-feira, 27, médicos, pesquisadores, políticos de vários países vão trocar idéia sobre essa doença que desafia o mundo a mais de 30 anos. Hoje, a comunidade cientifica já sabe muito bem como tratar o HIV e que chegou a hora de mudar o foco. Este é o momento de se concentrar na busca da vacina contra a Aids e na cura da doença.

A geração que deverá conhecer o mundo sem Aids já está nascendo. Dela faz parte a filha do casal Marta e Greicio, ambos soropositivos.

"Decidi ter um filho. Era um sonho nosso que decidimos realizar”, conta Marta Fernandes. “É difícil quando você tem uma doença crônica. É difícil lidar com o preconceito. Foi um processo meio longo", acrescenta.

A declaração foi dada ao Fantástico em janeiro do ano passado. Ester, filha de Marta e Greicio, nasceu no dia 3 de junho de 2011 e não é portadora do vírus HIV.

“Ester está boa, sadia e só dá alegria para nós”, ressalta a mãe.

Nós podemos pensar na realidade de um mundo sem Aids, só precisamos implementar todas as ferramentas que já temos", diz Anthony Fauci, Diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA.

Essas palavras ele vai repetir, nesta segunda, durante a 19ª Conferencia Internacional da Aids, em Washington.

Fauci refere-se aos avanços do tratamento e prevenção. Entre eles, os cuidados tomados por Marta, que fez com que a chance de ela transmitir o vírus a Ester fosse quase zero.

A previsão da Organização das Nações Unidas é que até 2015, todas as grávidas terão acesso aos remédios que combatem o vírus da Aids. Isso vai significar praticamente um mundo sem bebês com HIV.

“Nós caminhamos rapidamente para um cenário bastante favorável mesmo sem a vacina, porque a vacina é algo que poderá vir a acontecer a médio, talvez longo prazo”, explica Pedro Chequer, Coordenador da Unaids/Brasil

A ciência também já descobriu que um paciente soropositivo que faz o tratamento corretamente reduz em 96% a chance de passar o vírus durante uma relação sexual. Dado que também ajuda a explicar por que a taxa de transmissão vem caindo anualmente.

"Hoje no Brasil, nós temos mais de 200 mil pessoas que se tratam pela infecção do HIV e da Aids”, destacou Alexandre Padilha, Ministro da Saúde.

No ano passado, dois milhões e meio de pessoas foram infectadas pelo HIV em todo o mundo, 20% a menos que em 2001. Situação que faz com que cresça o número de casais como Felipe e José. Felipe sabe que é portador do vírus HIV desde 2006. Há três anos, ele conheceu José e começaram a namorar. José não era portador do vírus. E assim continua.

“Escutei de um grande amigo meu, ex-grande amigo meu: ‘como você pode pensar em entrar nesse relacionamento, que não tem futuro, porque sabe-se lá quanto tempo ele vai durar’”, conta o arquiteto José Miranda.

“Eu acredito muito na cura. Mas, eu sonho com a cura contra o preconceito”, ressalta Felipe Gomes, ativista de direitos humanos.

As barreiras contra a expansão do contágio não param de aparecer. Depois de uma pesquisa realizada em diferentes partes do mundo, os Estados Unidos aprovaram esta semana a utilização do remédio truvada como auxiliar na prevenção.

Essa pílula já é usada em 93 países como remédio para os pacientes soropositivos. Estudos indicaram que se tomado por uma pessoa sem o vírus as chances de ela contraí-lo são reduzidas em até 73%. Júlio foi um dos voluntários da pesquisa no brasil.

“Hoje a gente busca novas metodologias de prevenção e a própria cura da Aids. Acho que cada um pode fazer a sua parte de alguma forma”, diz Julio Moreira, presidente do grupo Arco-Íris.

Após sete meses em tratamento, o resultado no exame de Júlio continua sendo negativo. Mas ele afirma que, durante este período, não deixou de usar também a camisinha, que é ainda a única forma 100% garantida de prevenção.

Sobre a cura, a última grande notícia aconteceu em 2010. Foi quando médicos conseguiram eliminar totalmente o vírus do corpo de um homem.

“O médico disse que não tinha mais nenhum resquício de HIV no meu organismo, mas eu só acreditei quando vi a notícia em um jornal de medicina inglês”, conta o americano Timothy Ray Brown.

Brown, na altura HIV positivo, foi diagnosticado com leucemia e precisou passar por um transplante de medula. O doador da medula tinha uma mutação genética muito diferente e era resistente ao HIV. Um tratamento caro, arriscado e que dificilmente pode ser aplicado mais uma vez. Mas além de curar o americano, ajudou cientistas a direcionarem melhor as pesquisas.

O médico de Timothy foi Steven Deeks, um dos grandes pesquisadores sobre HIV. Ele conta que essa experiência permitiu os pesquisadores puderem dizer que o momento atual não é para gastar energia tentando controlar o vírus. É concentrar esforços para matar o HIV.

Link: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1681428-15605,00-PROXIMA+GERACAO+JA+DEVE+CONHECER+UM+MUNDO+SEM+AIDS.html
Se vamos ter uma próxima geração sem aids eu não sei ? Mas que teremos milhões pessoas cada vez mais dependendo de remédios e enriquecendo  os laboratórios disso eu tenho certeza!!! Afinal o truvada e muitos outros prometem.
Abraços,
Josefa.


Nota PessoaL: 

  Até quando Pseudos Jornalistas e péssimos editores vão continuar
deixando notícias como essa passarem?
  Já não bastou o da Cura da AIDS pelo TRUVADA?
  Qual remedio pode ser eficiente em 100% com o uso de camisinha e ter
sua  eficácia de 40% semcamisinha?
   Para ser eficiente deve ter 100% de eficacia e não precisar de mais
nenhum outro meio de proteção.
    Não veem que notícias assim dão a falsa impressão que está todo
bem e que poderemos relaxar no uso de preservativo?
   Não estou nem falando na tentativa de cura da AIDS atravez da
vacina, outra promessa que gastou milhares de doláres e resultou em
fiasco.
   Por sua vez O Governo Federal não atualiza os dados do Boletim epidemiologico,
pois mantem a versão de 2008,me corrijam quanto o ano, mas de 2008 até
os dias atuais as coisas ficaram muito piores.
   Não quero acreditar que trata-se de uma forma de "ocultar" e escamotear a
falencia do atual "Melhor Programa de Aids"
  Senhores jornalistas e senhores editores tenham mais respeito com o
ser humano!!!!
  E Ainda tentam dizer que meu registro de jornalista não vale. Pois
não estudei em universidade.
  Sou formado na universidade do Viva a VIDDA!!

PARA QUEM NÂO SABE: ESSE É  O Jargão do GPVRJ.

sábado, 7 de julho de 2012

campanha “Cartão Vermelho para a Aids” durante a Copa de 2014




Repassando
 
Assunto: ] Representantes da ONU propõem a ministérios campanha “Cartão Vermelho para a Aids” durante a Copa de 2014
 
Representantes do Unaids, o Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids, se reuniram ontem, 04 de julho, com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, em Brasília. O objetivo do encontro foi propor a campanha “Cartão Vermelho para a Aids”, que promoverá ações de prevenção ao HIV durante a Copa do Mundo da FIFA de 2014 no Brasil. A campanha já foi realizada durante a competição na África do Sul e contou com o apoio do Ministério do Esporte e Lazer sul-africano e dos capitães das 28 seleções participantes do mundial de futebol de 2010.Djibril Diallo, da direção do Unaids, explicou que o foco das ações é o público jovem. Segundo dados da entidade, dos 34 milhões de infectados com o vírus em todo o mundo, metade tem entre 15 e 24 anos. “Em junho de 2010, lançamos essa iniciativa e trabalharemos com ela até 2014. Na copa do Brasil, o objetivo é usar o poder e a popularidade do esporte contra a aids”, afirmou Diallo, ressaltando que em três anos a entidade pretende alcançar o que chama de “meta dos três zeros”: zero discriminação, zero infecções e zero mortes relacionadas ao vírus. “Queremos desenvolver a campanha de forma global, antes e durante a copa, com estratégias de comunicação que envolvam os serviços públicos, a participação dos prefeitos das 12 cidades-sede e personalidades do futebol”, completou Diallo.A vereadora Olívia Santana (PCdoB de Salvador) afirmou que a Copa é do Mundo e que todos devem estar envolvidos. “A campanha já apresentou resultados importantes. É fundamental contar com o apoio tanto dos ministérios do Esporte e da Saúde quanto das federações e personalidades de futebol", disse.Participaram ainda do encontro o coordenador da Unaids no Brasil, Pedro Chequer, o a deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA), o secretário da Secopa da Bahia, Ney Campello, e o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco, além de representantes da Assessoria Internacional e da Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Diretos do Torcedor do Ministério do Esporte.VisibilidadePara Dirceu Greco, a visibilidade da competição em 2014 contribuirá para o sucesso da campanha. “Este é um bom momento para trazer à tona essa discussão, que normalmente só acontece no Carnaval e no dia 1º de dezembro (Dia Mundial de Luta contra a Aids), enquanto a prevenção é necessária e é realizada durante todo o ano”, disse. “O combate à aids pode ser relacionado aos eventos esportivos que estamos vivendo, e a copa pode ser determinante para disparar esse cuidado com a juventude”, completou a deputada.“A copa não é só a celebração do futebol, mas um momento que será acompanhado por mais de três bilhões de pessoas. Nós sabemos da dimensão desse evento. É uma oportunidade que o Brasil tem de enfrentar seus desafios, assim como foi na África do Sul”, afirmou o ministro do Esporte, Aldo Rebelo. Redação da Agência de Notícias da Aids

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

GT UNAIDS 10 01 12 / TRANSMISSAO AO VIVO PELA INTERNET

Leo Mendes incluídos abaixo]
----- Mensagem encaminhada -----
De: "Chequer, Pedro" <
Para:
Enviadas: Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012 5:44

Assunto: Pauta GT UNAIDS 10 01 12 / TRANSMISSAO AO VIVO PELA INTERNET

FYI
De: Chequer, Pedro
Enviada em: segunda-feira, 9 de janeiro de 2012 10:39
Assunto: Pauta GT UNAIDS 10 01 12
Estimados membros do GT,
Em anexo, pauta da próxima reunião do GT  UNAIDS.  
Solicitamos a todos que confirmem a participação de sua instituição  ao Sr. Aislan : e-mail luizdasilvaa@unaids.org
Fineza informar quantos participantes que estarão presentes pela instituição.
Na oportunidade informamos que a reunião será transmitida ao vivo por internet através do endereço:  http://www.aids.gov.br/mediacenter
Agradecemos ao MS/SVS/Departamento de AIDS pelo costumeiro apoio a nosso Escritório e as atividades do GT.
Nosso especial agradecimento a Ministra Luiza Bairros que gentilmente nos acolhe em sua Secretaria e participa dessa reunião.
Abraços,
Pedro



__._,_.___
Anexo(s) de Leo Mendes

1 de 1 arquivo(s)
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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Clipping 22.11.11



O Clipping de Notícias do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais é uma seleção de reportagens, entrevistas, artigos, cartas e demais conteúdos disponíveis em jornais e sites sobre assuntos ligados à temática das DST, aids e sexualidade. Os textos são a reprodução do que é divulgado na imprensa internacional e nacional e não representam necessariamente a opinião do Departamento, que divulga todos os conteúdos de forma transparente e isenta. A sinopse é o resumo dos textos considerados novos ou relevantes para o público interessado nos temas deste clipping. Boa leitura.

22.11.11
Número de portadores de HIV chega a 34 milhões e bate recorde
No mesmo dia em que foi divulgado o relatório mundial sobre AIDS, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que a campanha de combate ao HIV no Brasil será direcionada ao público jovem. A estratégia inclui o uso de mídias sociais, como o Facebook e o Twitter, além de shows e programas de TV. A campanha começa no dia 1º de dezembro e vai até o carnaval. Padilha negou que o governo tenha planos de reduzir gastos com publicidade sobre aids. O anúncio foi feito ontem, durante entrevista para apresentar o Relatório Global do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids). Segundo o diretor do Unaids no Brasil, Pedro Chequer, o documento faz algumas menções ao país. Uma delas, elogiosa, diz que o Brasil é um exemplo de eficiência na utilização de recursos para o combate à doença, pois o dinheiro é usado para prevenção e tratamento. O assunto foi destaque em toda a imprensa nacional.

Portaria publicada na edição de ontem do Diário Oficial da União assegura aos  transexuais e travestis o direito de escolher o nome pelo qual querem ser tratados em atos e procedimentos promovidos no âmbito do Ministério da Educação. Estão incluídos na norma o crachá e o e-mail. A norma prevê 90 dias para que o nome social passe a ser usado em todas as situações previstas. Entende-se por nome social o modo como travestis e transexuais são reconhecidos, identificados e denominados em sua comunidade e meio social. Os direitos assegurados abrangem os agentes públicos do Ministério da Educação, cabendo às autarquias vinculadas a regulamentação da matéria dentro de sua esfera de competência. O assunto foi destaque no Correio Braziliense e Jornal de Brasília.

Leia a íntegra das notícias no(s) arquivo(s) anexo(s)

ATENÇÃO: A partir de agora, as notícias do clipping serão atualizadas em tempo real. Para acompanhar a inclusão de textos ao longo do dia, basta acessar o site www.linearclipping.com.br/dst



2 anexos Examinar e baixar todos os anexos

22.11.11_2º Edição.doc
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22.11.11_1º Ediçao.doc
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Assessoria de Imprensa
Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais
Ministério da Saúde
Tel: (61) 3306-7010/7051/7033