Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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sexta-feira, 26 de junho de 2015

#CNN Direitos #LGBTTQuear 10 #Paises

LGBT rights in 10 countries http://www.cnn.com/2015/06/16/opinions/gallery/lgbt-rights-in-10-countries/index.html

sábado, 13 de junho de 2015

Católicos e evangélicos em cruzada contra a palavra gênero na educação

Católicos e evangélicos em cruzada contra a palavra gênero na educação

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/06/11/politica/1434059650_940148.html

Grupos religiosos fazem ofensiva para evitar que a palavra entre nos planos de educação

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Crianças em uma escola municipal de São Paulo. / Cesar Ogata (SECOM/ PMSP)
Grupos religiosos estão em uma cruzada nas câmaras municipais brasileiras para evitar que a palavra "gênero" passe a fazer parte dos planos municipais de educação, o conjunto de metas que as prefeituras terão que adotar pelos próximos dez anos e que estão sendo votadas em vários pontos do país neste ano. Em São Paulo, a pressão surtiu efeito e o termo desapareceu, na última quarta-feira, das 34 páginas que estão sendo discutidas desde 2012.
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A pressão repete o que já foi visto no ano passado, durante a discussão do Plano Nacional de Educação, em Brasília, quando o lobby religioso, liderado especialmente pelos deputados evangélicos, também suprimiu a palavra do texto final. É apenas mais um exemplo da mobilização de grupos religiosos para fazer valer suas posições nas discussões relacionadas a inclusão e direitos humanos no Brasil. Na própria quarta, deputados cristãos tomaram o plenário da Câmara, presidida pelo evangélico Cunha, para protestar. Rezaram um Pai Nosso diante dos holofotes durante a votação da reforma política por considerarem absurda a imagem de uma transexual crucificada durante a Parada Gay em São Paulo, no último domingo
O argumento contra a palavra "gênero", tanto no ano passado como neste ano, é que a inclusão, ainda que dentro do contexto da criação de regras para a "promoção da igualdade", confere um caráter ideológico ao tema, em oposição ao uso da palavra "sexo", uma alusão biológica. Os que odeiam a palavra afirmam que querem evitar a inclusão nas escolas do que chamam de "ideologia de gênero", que pressupõe que cada indivíduo tem o direito de escolher o próprio gênero, sem ser definido, necessariamente, pelo sexo biológico.
"A expressões gênero ou orientação sexual referem-se a uma ideologia que procura encobrir o fato de que os seres humanos se dividem em dois sexos. Segundo essa corrente ideológica, as diferenças entre homem e mulher, além das evidentes implicações anatômicas, não correspondem a uma natureza fixa, mas são resultado de uma construção social", explica Dom Fernando Arêas Rifan, bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney (Rio de Janeiro), em uma nota publicada pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). "Os que adotam o termo gênero não estão querendo combater a discriminação, mas sim desconstruir a família (...) e, deste modo, fomentam um estilo de vida que incentiva todas as formas de experimentação sexual desde a mais tenra idade", continua.
Além de Dom Fernando, também se manifestaram contrariamente à "ideologia de gênero" ao menos outros três religiosos: o bispo do município de Frederico Westphalen (RS), Antônio Carlos Rossi Keller, o padre Paulo Ricardo, popular pároco da arquidiocese de Cuiabá (MT) que oferece aulas no YouTube sobre a doutrina católica e tem quase um milhão de seguidores no Facebook, e o cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, que em nota divulgada no última segunda-feira disse que "as consequências de tal distorção antropológica na educação poderão ser graves". "Os legisladores [devem evitar] a ingerência do Estado no direito e dever dos pais e das famílias de escolherem o tipo de educação dos filhos", completou.
As manifestações dos religiosos impulsionaram uma série de protestos em câmaras municipais do país, onde o tema está sendo discutido. O que, por sua vez, desencadeou reações de movimentos feministas e LGBTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais), transformando as casas legislativas em uma batalha de gritos.
Em Campinas, uma das cidades mais importantes do Estado de São Paulo, é discutido o "Projeto de Emenda à Lei Orgânica Anti-ideologia de Gênero", que proíbe que sejam realizadas legislações sobre o tema na cidade. Na Câmara houve beijaço de manifestantes gays contrários à lei ao lado dos que seguravam cartazes que diziam "não à ideologia de gênero", "pelo direito natural da família". "Que tragédia! A mãe gerou uma criança e agora essa criança cresceu e não quer que ninguém mais seja homem nem mulher. A emenda que fizemos é a emenda do amor, a emenda da fraternidade, que trata de homem e de mulher", explicava aos manifestantes em uma audiência no final do mês passado o vereador Campos Filho (DEM), ex-secretário da Arquidiocese de Campinas e ligado a padres locais. A questão também é calorosamente discutida em Guarulhos (Grande São Paulo) e em Maceió (Alagoas).

Na capital paulista

Na capital paulista, a palavra gênero aparecia em seis metas do Plano Municipal de Educação, enviado para a Câmara ainda em 2012 pelo então prefeito Gilberto Kassab (PSD). Entre elas, a 6.5, que obriga o município a "fomentar a implementação de políticas de prevenção à evasão motivada por preconceito e discriminação à orientação sexual ou à identidade de gênero e étnico-racial, criando rede de proteção contra formas associadas de exclusão". O texto já havia sido aprovado em duas comissões, entre elas a de educação, sem polêmicas. Até que, na segunda audiência pública promovida pela comissão de finanças, grupos religiosos iniciaram a pressão. A aprovação nesta comissão seria o último passo antes da votação no Plenário.

“É um retrocesso para os direitos humanos”

T.B
Para a Maria Elisa Brandt, doutora em sociologia e especialista em políticas públicas do Governo de São Paulo, a palavra gênero é necessária para se dar visibilidade para a discriminação.
Pergunta. O que significa a retirada da palavra "gênero" dos planos de educação?
Resposta. É um retrocesso para os direitos humanos que está sendo promovido pelo pensamento conservador e pelas bancadas religiosas intolerantes dos legislativos brasileiro. A expressão que os conservadores têm usado, "ideologia de gênero", é uma falsa noção, porque o conceito de gênero não tem um cunho ideológico e, sim, sociológico. Gênero é uma palavra cunhada para lidar com as relações de poder e discriminação que sempre existiram, em torno das identidades e papéis associados ao masculino e feminino para além do sexo biológico para dizer que existe a discriminação contra o feminino. Isso foi uma construção de direitos humanos discutida em diversas conferências da ONU e o Brasil assinou compromissos em relação a isso. Eles venceram no Plano Nacional de Educação, mas agora os Estados e municípios têm a chance de retomar o debate.
P. Os políticos que defendem a retirada dizem que a discriminação de gênero está contemplada ao se falar em coibir qualquer forma de discriminação.
R. Esse é um argumento para se dar invisibilidade, é um subterfúgio criado por pessoas que acham que ser gay é uma doença. É preciso, justamente, visibilizar todas as formas de discriminação. Fazer a lista e colocar no texto. A escola é um espaço de construção da identidade. Por isso é importante que ela assuma que a sociedade é racista, sexista, homofóbica e crie regras para que seja um espaço mais tolerante. Esse é o único meio de gerar pessoas melhores no futuro. Em todas as idades se tem condições de se fazer um tratamento respeitoso dessas questões.
"A partir da segunda audiência veio esse grupo de algumas igrejas católicas e evangélicas que pede a retirada da tal ideologia de gênero do texto", explica o vereador Toninho Vespoli (PSOL), relator do projeto na comissão de educação. "Até então, eu nunca tinha escutado esse termo. Eles afirmam que as crianças seriam tratadas de forma assexuada, podendo inclusive usar os mesmos banheiros, independentemente do sexo. Mas não é nada disso. Trazemos uma discussão de direitos humanos, de acabar com o preconceito e o machismo e de evitar que as crianças sejam oprimidas no ambiente escolar. Não dá para ignorar o conflito que já existe por causa da homofobia", ressalta o vereador. "Há toda uma visão conservadora se colocando no debate educacional e que não possibilita a discussão da diversidade", desabafa o vereador Paulo Fiorilo (PT), relator do texto na comissão de finanças.
Nesta quarta-feira, quando haveria a votação do texto na comissão, militantes, de ambos os lados, se aglomeraram dentro e fora do plenário, aos gritos. Os vereadores, entretanto, decidiram derrubar o relatório de Fiorilo, que mantinha a palavra "gênero". No lugar, resolveram apoiar um substitutivo do vereador Ricardo Nunes (PMDB), que retirou as sete menções à palavra —e a única à transgênero— que existiam no plano. A meta 6.5, por exemplo, virou: "Fomentar a implementação de políticas de prevenção à evasão motivada por preconceito e discriminação étnico-racial, criando rede de proteção contra formas associadas de exclusão". O texto agora seguirá para votação final no plenário, que deve começar na próxima semana.
"Recebi uma carta de Dom Odilo e cerca de 10.000 emails da população que pediam a retirada da palavra. É um plano municipal de educação, voltado para crianças de zero a 14 anos. Como vamos pedir para alguém na escola falar de diversidade sexual e de diversidade de gênero? Como falar com crianças de zero a 14 anos sobre a opção sexual dela?", questiona Nunes. "Alterei itens para que se obrigue o município a implementar [onde antes dizia fomentar] políticas de combate à qualquer forma de preconceito. A escola tem que combater o preconceito e não fazer um plano que interfira na orientação sexual da criança. Educar é papel da família", ressalta ele.
A pesquisa nacional mais recente sobre o assunto, feita pela pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) a pedido do Governo federal em 2009, mostra que 93,5% dos 18.500 alunos, pais e funcionários de escolas públicas brasileiras entrevistados apresentavam algum tipo de preconceito em relação ao gênero. Outra, feita pela Unesco em 2004, apontou que 39,6% dos meninos entrevistados não gostariam de ter um colega homossexual.
Segundo o coletivo Grupo Gay da Bahia, que coleta dados sobre homicídios de LGBTs, o Brasil é o campeão mundial deste tipo de assassinatos. Casos de ataques gratuitos a homossexuais não são raros no país. Um dos mais famosos aconteceu em plena avenida Paulista, em 2010, quando um grupo atacou um estudante de jornalismo com bastões de lâmpadas fluorescentes, chutes e socos; era o segundo ataque deles contra gays na região. Quatro dos cinco agressores estavam em idade escolar.

O que mudou no plano de SP

Meta 6.5
Como era: Fomentar a implementação de políticas de prevenção à evasão motivada por preconceito e discriminação à orientação sexual ou à identidade de gênero e étnico-racial, criando rede de proteção contra formas associadas de exclusão
Como ficou: Fomentar a implementação de políticas de prevenção à evasão motivada por preconceito e discriminação étnico-racial, criando rede de proteção contra formas associadas de exclusão
Meta 3.21
Como era: Difundir propostas pedagógicas que incorporem conteúdos sobre sexualidade, diversidade quanto à orientação sexual, relações de gênero e identidade de gênero, por meio de ações colaborativas da Secretaria Municipal de Direitos Humanos, da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, dos Conselhos Escolares, equipes pedagógicas das Unidades Educacionais e sociedade civil.
Como ficou: Promover ações contínuas de formação da comunidade escolar sobre relações étnico-raciais no Brasil e sobre história e cultura afro-brasileira, africana e dos povos indígenas através da Secretaria Municipal de Educação e em parceria com Instituições de Ensino Superior e Universidades, preferencialmente públicas, e desenvolver, garantir e ampliar a oferta de programas de formação inicial e continuada de profissionais da educação, além de cursos de extensão, especialização, mestrado e doutorado.
Meta 3.20
Como era: Promover ações contínuas de formação da comunidade escolar sobre sexualidade, diversidade, relações de gênero e Lei Maria da Penha, através da Secretaria Municipal de Educação e em parceria com Instituições de Ensino Superior e Universidades, preferencialmente públicas, e desenvolver, garantir e ampliar a oferta de programas de formação inicial e continuada de profissionais da educação, além de cursos de extensão, especialização, mestrado e doutorado, visando a superar preconceitos, discriminação, violência sexista, homofóbica e transfóbica no ambiente escolar
Como ficou: Promover ações de formação da comunidade escolar sobre a Lei Maria da Penha n° 11.340, de 7 de agosto de 2006, através da Secretaria Municipal de Educação.
Meta 3.19
Como era: Instaurar para as instituições escolares protocolo para registro e encaminhamento de denúncias de violência e discriminações de gênero e identidade de gênero, raça/etnia, origem regional ou nacional, orientação sexual, deficiências, intolerância religiosa, entre outras, visando a fortalecer as redes de proteção de direitos previstas na legislação.
Como ficou: Instaurar para as instituições escolares protocolo para registro e encaminhamento de denúncias de violências e discriminações de raça/etnia, origem regional ou nacional, deficiências, intolerância religiosa, e todas as formas de discriminação, visando a fortalecer as redes de proteção de direitos previstas na legislação.
Meta 3.17
Como era: Desagregar, cruzar e analisar anualmente todos os indicadores educacionais com relação à renda, raça/etnia, sexo, deficiências e aprimorar o preenchimento do quesito raça/cor e do nome social de educandos travestis e transgêneros no Censo Escolar de modo a conhecer e atuar de forma mais precisa em relação à permanência, transformações e desafios vinculados às desigualdades na educação
Como ficou: Desagregar, cruzar e analisar anualmente todos os indicadores educacionais com relação à renda, raça/etnia, sexo, campo/cidade, deficiências e aprimorar o preenchimento do quesito raça/cor no Censo Escolar de modo a conhecer e atuar de forma mais precisa em relação à permanência, transformações e desafios vinculados às desigualdades na educação.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

[aliancanacionallgbt] Excelente matéria - Paraná - Balanço parcial dos resultados da duas Oonferências Estaduais LGBT

  Congratulo a Gazeta do Povo e o jornalista Rodrigo Batista pela excelente reportagem (26/01- abaixo) sobre a situação das políticas públicas para LGBT no Paraná. É uma matéria que se esforçou para proporcionar uma visão global e aprofundada da questão, não só das ações governamentais, mas também das atitudes presentes na sociedade, das consequências do preconceito e da discriminação para a população LGBT e da necessidade de persistir e ir adiante rumo ao respeito à diversidade sexual em todas as esferas. Parabéns!  (Em tempo, sou diretor executivo do Grupo Dignidade e não presidente). Toni Reis  Diretor executivo  do  Grupo  Dignidade Secretário  Educação  da  ABGLT   Paraná não avança nas políticas públicas de proteção aos direitos LGBT Lançado em 2013, Plano Estadual de Políticas Públicas para homossexuais tem poucas ações concretizadas. Metas têm de ser cumpridas até o fim de 2015 Publicado em 26/01/2015 | Rodrigo Batista Comentários (12) O Paraná ainda caminha a passos lentos na implantação de políticas que garantam os direitos da população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (comunidade LGBT). Lançado em 2013 e com previsão para ser cumprido até o fim de 2015, o Plano Estadual de Políticas Públicas para a Promoção e Defesa dos Direitos de LGBT prevê várias medidas de educação, segurança e saúde, mas que ainda não foram cumpridas. O prazo de algumas ações, que inclusive tinham orçamento previsto, terminou em 2013 e 2014 e nada foi feito. INFOGRÁFICO: Veja os números de denúncias no Brasil e no Paraná Outro lado Secretarias estaduais justificam atrasos Sobre os atrasos, a Secretaria da Saúde diz que está acompanhando as ações em andamento e que deve lançar iniciativas ainda neste mês de janeiro. Sobre a demanda ainda não cumprida, a Sesa informa que é uma questão que não depende exclusivamente da pasta estadual, mas de ações no âmbito federal. A Secretaria da Segurança (Sesp) diz que ainda estuda a adoção de identidade de gênero e orientação sexual nos documentos da pasta mas que, desde 2013, já é possível especificar a ocorrência como homofobia no Boletim de Ocorrências Unificado (BOU). Já a Secretaria de Esporte e Turismo diz que há duas razões para a paralisação dos trabalhos na área: a reformulação das ações levando em conta a união de secretarias – até 2013, Esporte e Turismo não pertenciam a mesma pasta –; e porque, em algumas questões, a secretaria aguarda manifestações das entidades LGBT envolvidas. A Secretaria de Cultura informou que, apesar de apoiar algumas ações, os itens do plano não ficaram sob a responsabilidade da pasta. A Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social respondeu que o atendimento às ações do plano está centralizado na Secretaria de Justiça (Seju). Já a Secretaria de Educação (Seed) disse que o trabalho do setor é contínuo e que as demandas continuam sendo trabalhadas. Durante um mês, a Seju foi procurada pela reportagem para responder aos questionamentos sobre o plano, mas ninguém conversou com a reportagem. Aceitação Plano precisa ser contínuo, dizem especialistas Na opinião do sociólogo Lindomar Bonetti, da PUCPR, a sociedade está avançando na aceitação da diversidade sexual, mas a falta de ação do governo para implementar políticas públicas para essa população pode prejudicar esse avanço. “Por mais que se tenha avanços, são medidas que devem ter continuidade. A falta de implantação pode paralisar esse processo”, analisa. O psicólogo Gilberto Gaetner, professor da Universidade Positivo, acrescenta que o plano é “muito interessante” e deve ser encarado apenas como uma etapa inicial. “O plano deve ser uma etapa inicial de implantação dessas políticas públicas. É uma ação que deve ser continuada”, opina. O psicólogo, entretanto, diz que, mesmo com o plano, é difícil a implantação de políticas dentro da sociedade por causa da dificuldade da população de lidar com questões de diversidade. “Ainda vivemos em uma sociedade machista e heterossexual por essência. É difícil para grande parte das pessoas lidar com a própria sexualidade”. Gaetner acredita em um processo longo de “assimilação de novos valores” para que a comunidade homossexual tenha como garantido o respeito e os direitos humanos e que esse processo, apesar da forte discriminação, já teve início. Os objetivos do plano – dividido em seis eixos temáticos que englobam oito secretarias de estado – são, entre outros, garantir respeito aos direitos humanos, trabalho, educação, padrão de vida adequado, livre expressão, constituição de família, seguridade e proteção social. Ao todo, estão previstas 55 ações. Cada ação, por sua vez, possui mais de uma meta. A Gazeta do Povo fez um levantamento de 32 das principais ações previstas no plano, e verificou que somente 11 foram concretizadas; dez estão em andamento e outras 11 não foram cumpridas. Só a Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Seju), que também é responsável por coordenar o planejamento todo, tem 15 ações sob sua responsabilidade, mas não respondeu a reportagem sobre o andamento das metas. Homofobia Apesar das campanhas do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, lançado em 2009, os crimes de ódio contra homossexuais persistem na sociedade brasileira. Uma das vítimas mais recentes foi o cabeleireiro Claudio Eising, 22 anos, agredido por dois homens dentro de um ônibus de Curitiba. O caso aconteceu em dezembro do ano passado. “Eles começaram a mexer, gritar, tirar sarro. Ficavam gritando ‘essa raça tem que morrer, essa raça não presta’”, conta. Não contente com os xingamentos, a dupla partiu para a agressão física. Eising foi atacado com socos e ferido na mão por um dos agressores, que portava uma faca. Havia cerca de 20 pessoas no ônibus e nenhuma tentou ajudá-lo. Somente o motorista parou o ônibus e evitou o pior. A dupla fugiu e o jovem levou 40 pontos na mão. Depois da agressão, entidades ligadas aos grupos LGBT emitiram nota cobrando, entre outras medidas, a aplicação das políticas previstas no plano. Segundo o presidente do Grupo Dignidade, Toni Reis, muitas das ações não saíram do papel por falta de vontade do poder público e pressão de grupos políticos. “Muitas políticas [de proteção a grupos LGBT] já estão estabelecidas. Os governantes estão acuados por frentes parlamentares fundamentalistas.” Cai número de denúncias de violência contra gays Desde 2011, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) registrou queda nas denúncias de violência contra homossexuais. Relatório do órgão mostra que, entre 2011 e 2014, caíram em 16,1% as notificações recebidas pelo Disque 100 (canal de direitos humanos) no Paraná. A queda foi maior do que a registrada nacionalmente (12,6%). A diminuição é mais acentuada quando se analisam os números registrados em 2012. Naquele ano, Paraná e Brasil registraram alto número de denúncias. No ano passado, o Paraná refistrou 57 casos de preconceito por questões relacionadas a orientação sexual. Mesmo com a queda em relação ao primeiro ano do levantamento, o estado foi o quarto que mais registrou casos, atrás de São Paulo (250), Rio de Janeiro (77) e Minas Gerais (73). Para o advogado Fábio Augusto de Souza, vice-presidente da comissão de diversidade sexual da OAB-PR, a queda ocorre porque pelo canal Disque 100 as notificações geralmente são passadas para organizações não governamentais, que cuidam dos casos apenas de forma administrativa. “No Judiciário os homossexuais encontram uma via mais segura para reivindicar seus direitos”, ressalta. Para ele, a divulgação do canal Disque 100 é precária e são poucas as campanhas que incentivem a população a denunciar atos de preconceito. Na opinião do sociólogo Lindomar Boneti, da PUCPR, a queda ocorre por causa do aumento de políticas públicas para homossexuais. “Começam a surgir os efeitos dessas políticas e da importância dada pela mídia ao assunto”. Sobre o pico de denúncias de 2012, o sociólogo acredita que havia uma “demanda reprimida”, o que fez o número subir. A SDH, em nota, disse que mantém campanhas contra a homofobia desde 2011, quando uma forte ação fez os números crescerem. A SDH afirma que o Disque 100 é uma “ferramenta consolidada”, mas lembra que a falta de uma lei específica que tipifique a homofobia dificulta o trabalho de denúncias e respostas dos estados e municípios para a população LGBT. fonte  http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1528392&tit=Parana-nao-avanca-nas-politicas-publicas-de-protecao-aos-direitos-LGBT __._,_.___ Enviado por: "Toni Reis - GMail" Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

sábado, 20 de setembro de 2014

Mesquita LGBT na Africa do Sul

  Vejam no Link http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/09/mesquita-aberta-aos-homossexuais-e-inaugurada-na-africa-do-sul.html __._,_.___ Enviado por: Carioca Fla Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

#Filme Hoje eu quero voltar sozinho

​ Militantes LGBT comemoram escolha de 'Hoje eu quero voltar sozinho' como representante no Oscar Além do filme de Daniel Ribeiro, pelo menos outros dois filmes com a temática integravam a seleção do Ministério da Cultura por Fabiano Ristow 18/09/2014 16:28 / Atualizado 18/09/2014 22:24 Cena de 'Hoje eu quero voltar sozinho', de Daniel Ribeiro - Divulgação   RIO — Militantes do movimento LGBT comemoraram, nesta quinta-feira, a escolha do filme "Hoje eu quero voltar sozinho" para representar o Brasil no Oscar. Segundo especialistas, o longa de Daniel Ribeiro, sobre a descoberta sexual de um menino cego e seu envolvimento com um colega de escola, representa uma vitória não só do movimento, mas da sociedade em geral. Além disso, viram como positiva a presença de "Praia do Futuro", de Karim Aïmouz, e "Tatuagem", de Hilton Lacerda — ambos com temática LGBT —, na seleção de candidatos nacionais à disputa pela estatueta de filme estrangeiro. A última vez em que o país tentou uma vaga na premiação com uma produção sobre o assunto foi em 1985, com "O beijo da Mulher Aranha". Veja Também O caminho promissor de ‘hoje eu quero voltar sozinho’ Brasileiro ‘Hoje eu quero voltar sozinho’ ganha dois prêmios no Festival do Berlim Coordenador da Coordenadoria Especial de Diversidade Sexual do Rio de Janeiro (Ceds), Carlos Tufvesson lembra que muita gente não compreende totalmente a natureza do relacionamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Para ele, "Hoje eu quero voltar sozinho" cumpre justamente a função de mostrar que não existe diferença entre os sentimentos dos gays e dos heterossexuais. — O que há no filme é uma linda cumplicidade, que gera amor. Não importa se é gay ou não. Essa mensagem não é importante só para os direitos civis dos LGBT, mas para os de todos os cidadãos — disse Tufvesson, que havia acabado de participar de uma reunião e comemorou ao ser informado pelo GLOBO sobre a escolha de "Hoje...". Tufvesson acredita ainda que o filme não enfrentará resistência em futuras projeções, já que, segundo ele, a trama é desenvolvida de forma natural. Em maio, "Praia do Futuro", de Karim Aïnouz, tornou-se o centro de uma polêmica quando um cinema de Aracaju foi acusado de carimbar nos ingressos do filme um alerta sobre cenas de sexo entre os personagens de Wagner Moura e Clemens Schick. — Você viu alguém carimbando os ingressos de "Hoje eu quero voltar sozinho"? Nesse caso, trata-se de uma bela história de solidariedade. Poderia ser entre um menino e uma menina, não faz diferença. O amor não ofende — disse Tufvesson, citando o romance entre os personagens de Mateus Solano e Thiago Fragoso na novela "Amor à vida" como um caso parecido de aceitação. — Quem pediu aquele beijo não foi só público gay. Os héteros também queriam. Alexander Mello, curador do Rio Festival Gay de Cinema, diz que a quantidade de filmes com temática LGBT na seleção do Ministério da Cultura indica a relevância da questão para a sociedade. — O Oscar costuma escolher filmes que têm capacidade de agradar o grande público e que trazem informações importantes. "Hoje eu quero voltar sozinho" é, sem dúvida, o filme brasileiro atual que mais cumpre esse papel no cinema e tem grande chance de ser indicado. A escolha é perfeita, tanto pela questão LGBT que ainda é latente na política e na sociedade mundial, quanto pelo discurso rico e inovador do filme. André Fischer, fundador do portal MixBrasil, faz uma diferenciação entre o movimento LGBT — essencial para as lutas políticas, mas pouco associado à cultura, diz — e a causa gay. Para ele, a escolha de "Hoje..." é extremamente significativa para o segundo caso, especialmente num ano em que a produção cinematográfica brasileira apostou nessa temática. — É um tapa na cara dos conservadores. Temos uma grande produção cultural nessa área. O Daniel (Ribeiro), em particular, tem uma filmografia engajada com a causa — diz Fischer. — E essa escolha não deixa de ser política. É a opção por um Brasil mais moderno. Um dos méritos do filme é o de não mostrar a sexualidade do personagem como um dilema. É o retrato de um país bem resolvido.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

#EmDiaComACidadania #345

  13 de setembro de 2014 #345 Abaixo, a parte escrita da palestra que dei, ontem, sexta-feira, aqui, em Teresina. Foi na Universidade do Federal do Piauí. A próxima será na segunda-feira: DH, Mídia e invisibilidade social, em outro local, mas sempre na UFPI. Faz um calor de bode. ¨ Existem muitas sociedades silenciosas ao redor do mundo. Mas aqui, este silêncio é ensurdecedor. O livro "Uma parisiense no Rio de Janeiro", de Adèle Toussaint-Samson (Editora Capivara) conta a estadia de uma francesa no Rio de Janeiro, casada com um brasileiro, em meados do século XIX. Morando numa casa de dois andares, que era dividida com uma espanhola ,que fazia barbaridades com sua escrava. A francesa subiu o lance de escada que as separava e reclamou dos gritos, de como aquilo tudo a horrorizava. No dia seguinte, já não se ouvia mais gritos, embora a escrava continuasse a ser torturada: a senhora,simplesmente, passou a amordaçá-la para que seus gritos de dor não fossem ouvidos por ninguém... Esse é, grosso modo, um retrato das sociedades silentes como a nossa. Assistimos calados à situação deplorável do sistema prisional brasileiro, onde os presos são tratados como entulhos,sofrem maus-tratos, torturas, falta de assistência médica, comida estragada, violência sexual, e por aí nos vamos. Em 2012, com cerca de 500 mil presos, o Brasil tinha a quarta maior população carcerária do mundo e um sistema prisional superlotado. O déficit de vagas (quase 200 mil, na época) ainda é um dos principais focos das críticas da ONU sobre desrespeito a direitos humanos no país. A nova população carcerária brasileira é de 711.463 presos. Os números apresentados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a representantes dos tribunais de Justiça brasileiros, no último dia 4 de junho, passaram a levar em conta as 147.937 pessoas em prisão domiciliar, o que não ocorria antes. E o número de vagas continua insuficiente. Aumentou a população carceráriaem maior número de gente doque o de vagas que faltavam mas , elas não aumentaram, proporcionalmente, no sistema prisional. O único direito que o prisioneiro deve perder,por lei,é o direito de ir e vir. Mas, no Brasil, eles perdem todos eles. E , em alguns locais, todos e mais alguns. O fato de ter cometido um delito, não transfere a criatura para uma outra espécie animal, por mais que ele ou ela pareçam merecer, em muitos casos. Todos continuam seres humanos e devem ser tratados como tal,enquanto cumprem a sentença que lhes foi designada pela Justiça. Mas o que vemos é muita gente que já cumpriu pena ainda sem ter conseguido a liberdade que lhe é devida. E prisioneiros na chamada "triagem', como o presídio Nelson Hungria no Rio de Janeiro, que visitei em 2012 como membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB do Rio de Janeiro. Ali, vi celas que haviam sido feitas para abrigar seis prisioneiros,com quase 30 pessoas lá dentro. Um dos presos estava com uma perna quebrada por um tiro, sem atendimento, até a nossa interferência.A comida tinha um cheiro insuportável. Para tomar banho de sol, quando tinham permissão, precisavam passar meio a cães bravios e as fezes dos mesmos, espalhadas pelo caminho que leva ao pátio. E assistimos a tudo isso, la' no fundo, muitos de nós, se não a maioria, achando que "é isso mesmo.Errou, tem que ser desumanamente punido", quase uma vingança pessoal. Quase como se, assim, mantivessem trancafiado o seu próprio lado irracional, capaz cometer crimes. "Parecem cemitérios de mulheres vivas", diz sobre os presídios femininos a advogada Maíra Fernandes,32 anos, primeira mulher a presidir o Conselho Penitenciário do Rio de Janeiro, órgão que tem como missão fiscalizar o cumprimento da lei dentro das cadeias – da garantia dos direitos humanos à execução correta das penas – e ajudar os presos a se reintegrar à sociedade. Se é assim na cidade maravilhosa,o que não acontecerá nas prisões fora dos grandes centros. Aqui pertinho mesmo,em São Luís doMaranhão, temos o Complexo Penitenciário de Pedrinhas,onde a brincadeira é decapitar rivais. No mundo,o Estado Islâmico deve ser combatido sem tréguas, pois massacra e persegue cristãos e outras religiões.Aqui em Teresina, a sociedade deveria fazer frente à tal de Irmandade Homofóbica, que assina unas ameaças pelos muros da cidade com o celular 88812644, que a polícia sabe ser de um empresário local,mas não revela seu nome e nada faz. Até que uma integrante do Grupo Matizes seja morta, pois em garantias pessoais a polícia foi capaz de estabelecer. Parece a guerra da Bósnia, nos anos 90, à qual cobri como correspondente da imprensa portuguesa durante 2 anos e meio, que começou nas bochechas da Europa, todo mundo fingiu que não viu, e morreram mais de 300 mil pessoas, a maioria bósnios. Foi o vergonhoso silêncio internacional. A sociedade civil de Teresina também deixa isso correr frouxo. Hoje, ameaçam os homossexuais, amanhã,os negros, depois os índios,depois as mulheres e,finalmente, alguém que pense diferente deles. Vamos anotar este número e ficar telefonando pra lá até eles cansarem? Repetindo:88812644. Em 2012, tivemos 266 crimes de morte da população LGBT no país inteiro. Há anos tentou-se no Senado a aprovação do PL 122/06 que criminalizaria a homofobia, e agressões dessa natureza passariam a ser tratados como crime, feito é o racismo. Mas a bancada neopentecostal de senadores embarreirou o projeto-de-lei, postergando sua aprovação, até que ele saiu para ser incluído no Código Penal,o que deve levar essa inclusão para as calendas gregas. Também temos mais de 10% da população de 202milhoes de pessoas com algum tipo de deficiência, quase não há políticas públicas para o segmento. Há a lei , LEI No 10.098, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000, que trata da acessibilidade nos prédios públicos do país, cujo prazo, de acordo com o decreto 5096, que a regulamenta, venceu em junho de 2007 e nada aconteceu com os prédios públicos que nada fizeram, e a maioria nada fez. É daquelas leis que "não pegaram". E ainda há o "Estatuto do Coitadinho", do senador petista Paulo Paim, que trata as pessoas com deficiência feito incapazes e zera dos tos prazos vigentes para o segmento. Mão tempos audiodescrição. A lei que obrigava 20 horas mensais d programas com audiodescrição,depois de uma acordo entre o então Ministro das Comunicações, Helio Costa e a ABERT ( Associação Brasileira de Rádio e Televisão),passou a ser de apenas 2 horas. Como os deficientes físicos andam de transporte público aqui? Como acessam a casas de espetáculo? Há algum transporte aqui que tenha os elevadores para cadeiras-de-rodas ? Como vocês acham que as pessoas com deficiência de locomoção se locomovem? como podem ser integrados ao mercado de trabalho? No fundo, são menos brasileiros do que o resto da população, pois não têm o sacrossanto direito de ir-e-vir, garantido na Constituição. É preciso romper este silêncio todo que atordoa e do qual fazemos parte, ou por comodismo,ou por impotência ou por ficarmos esperando que o outro tome uma atitude, quando ela deveria e deverá ser nossa. Não reclame do que você permite, esta é a palavra de ordem.E não permita aquilo de que você reclama. Hoje, por questões eleitoreiras, a presidente da República se declarou, pela primeira vez na vida, oficialmente contra a homofobia e está correndo com projetos a favor do segmento - o que não havia ocorrido em seus 4 anos de governo. Existe também a questão do reconhecimento da união civil estável pelo Estado brasileiro. Essa é que tem que ser a nossa luta, o reconhecimento dos nossos direitos como cidadãs e cidadãos. É o reconhecimento do Estado, ao qual pagamos impostos como qualquer brasileiro que produza, sem que nos perguntem, ao pagarmos nossos tributos qual a nossa orientação sexual. A pergunta vem depois, na hora de nos darem as benesses provenientes do pagamento desses mesmos impostos. Não tem nada de ¨favor ¨ou ¨privilégio ¨. Privilégio seria se, como ocorre com as igrejas, não pagássemos impostos por sermos LGBTs, como elas não pagam por serem ¨entidades religiosas ¨, num país em que o Estado é constitucionalmente laico. O Brasil e o Piauí também assistem, sempre silentes, à destruição da nossa maior riqueza arqueológica e uma das maiores do mundo, o Parque Nacional Serra da Capivara que, no momento, não tem um só guarda nas entradas do parque, porque o governo federal não mandou mais verbas e Niède Guidon, essa eterna guerreira, teve que despedir todos os guarda-parques e aquilo ali vai ser depredado em muito pouco tempo, se ninguém se mexer. Pergunto ao talvez futuro governador Wellington Dias, do PT, que, 10 anos atrás iniciou as obras de um aeroporto que ficaria pronto ¨em dois ¨anos e, hoje, passados 10 anos, nada teve prosseguimento: o senhor vai libertar da miséria e da pobreza o sudoeste do estado com a finalização dessas obras? Ou só a Parnaíba merece verbas e benesses? Vamos deixara Irmandade Homofóbica, esse agrupamento criminoso, atacar e continuar ameaçando de morte os ativistas LGBTs ? O quê vocês pretendem fazer quanto a tudo isso? É o que me pergunto e vocês deveriam se perguntar E, para terminar, um pouco de João Cabral de Melo Neto e uma convocação para que estejamos sempre atentos, com um olho em cada poro, porque a melhoria da nossa sociedade começa pela nossa própria participação. DISCURSO DO CAPIBERIBE (parte) João Cabral de Mello Neto IV... Porque é muito mais espessa A Vida que se desdobra em mais vida, Como uma fruta é mais espessa que sua flor; Como a árvore é mais espessa que sua semente; Como a flor é mais espessa que sua árvore, Etc, etc. Espesso, porque é mais espessa a vida que se luta cada dia, o dia que se adquire cada dia (como uma ave que vai a cada segundo conquistando o seu vôo) Quero dedicar minha participação na 10a Semana do Orgulho de Ser, e minhas duas palestras, a Ignez Pacheco, minha avó paterna piauiense. ¨ PS: Quero saber agora se a decisão de que tortura é um crime imprescritível vai valer para todo mundo e quem é que vai encarar os ¨zômi ¨ para que isso valha de verdade.   Em Dia Com A Cidadania - 2008 - Todos os direitos reservados   -- Caso você queira sua assinatura removida da lista desta newsletter, clique em http://www.emdiacomacidadania.com.br/newsletter/?p=unsubscribe&uid=4a92f3d3e3dd10c9a7c461be795c1626

sábado, 30 de agosto de 2014

#LGBTTQUAR #RECIFE #CentrodeApoio

---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Fabio Grotz Data: 29 de agosto de 2014 19:28 Assunto: População LGBT do Recife ganha centro especializado Para: Fabio Grotz População LGBT do Recife ganha centro especializado APOIO   http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=22643 VIAR | IMPRIMIR | A+ A- 29/08/2014 - 18h Foi inaugurado nesta sexta-feira (29) o primeiro Centro Municipal de Referência em Cidadania LGBT ( lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros) em Pernambuco. Localizado no bairro da Boa Vista, centro do Recife, o centro é uma iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos. O objetivo é prestar serviços e atendimentos especializados para vítimas de discriminação e violência devido à orientação sexual ou identidade de gênero. Com isso, a Prefeitura do Recife pretende combater a violação dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros. "Mas não é um centro direcionado apenas às vítimas de violência e sim ao segmento LGBT em geral. Vamos abarcar todos os tipos de serviços, acolhendo esse público e, dependendo da demanda, vamos encaminhar cada caso para o setor responsável", explicou a advogada do Centro Municipal de Referência em Cidadania LGBT Roberta Adeodato. Uma equipe de psicólogos, advogados, assistentes sociais e agentes de direitos humanos faz parte do centro. O público LGBT e seus familiares terão acesso a serviços como apoio psicológico e social, que será feito tanto por telefone quanto pessoalmente, além de orientação e encaminhamento jurídico para os casos de homofobia. Serviço: Centro Municipal de Referência em Cidadania LGBT Rua dos Médicis, 86, Boa Vista - Recife Fonte: CBN Foz do Iguaçu

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

#denuncia #travesti #RN #CargoPublico

  Bom dia: Nota do Dia: Travestis Concursada e Lotada na Secretaria estadual de educação é Impedida de assumir suas Funções por nao aceitar usar roupas masculinas em Salas de Aula: Mar cela Fonseca, procurou a Nossa Associação Atrevida RN para fazer a denuncia, de imediato convocamos uma reunião pra esclarecimento com a Professora em questão e nosso Advogado Dr. Perceval Carvalho da Sociedade Terra Viva na Sede da Atrevida/RN, depois de ouvi-la constatou que de fato estava havendo discriminação por partes dos gestores. depois de ser rejeitada por varias escolas do Estado, voltando sempre  bater as portas da Secretaria de Educação. ouviu que sua demissão já estava para acontecer. a justificativas que sempre ouviu era que suas vestimentas (Vestido ou saia) não condizia com ambiente escolar, solicitando que a mesma usasse roupas masculinas.. desta Forma. e de imediato marquei uma Audiência com a Secretaria Estadual de Educação do estado do Rio Grande do Norte Sra. Betania Leite Carvalho. para o dia 12 de Agosto as 11hrs na Secretaria Estadual de Educação. representantes do SPE Sra. Francimar Rocha, Representante do FORUM LGBT POTIGUAR Sr. Wilson Dantas Representante do Conselho Estadual de Direitos Humanos Dr. Marcos Dionísio Medeiros Caldas e Representante da Atrevida/RN Sra. Jacqueline Brazil.  Convidamos a todos@ este citados acima confirmar sua presença na Audiência. desde ja nossos Sinceros agradecimentos att A Direção da Atrevida/RN .   __._,_.___ Enviado por: Jacqueline Brazil Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Bancada Evangélica no Brasil

Diego Sousa publicou no grupo REÚNIÕES E COODERNADORIA TRANS, PARADA DO ORGULHO LGBT DE SÃO PAULO... Diego Sousa 27 de maio de 2014 22:27 AMIGOS ACABEI DE FAZER UMA POSTAGEM FALANDO SOBRE A BANCADA EVANGÉLICA NO BRASIL, ELES SÓ APARECE NAS PAGINAS QUE FALA SOBRE CORRUPÇÃO E POLÊMICAS, VAJA AI MAIS UM EXEMPLO DE ESTUPIDEZ E IGNORÂNCIA UMA VEREADORA TEM A CORAGEM DE SUBIR EM UMA TRIBUNA E FALA UMA IGNORÂNCIA DESSAS, ESSA VEREADORA DEVE SER DA ESCOLAR DO DEPUTADO PASTOR MARCO FELICIANO E DO PASTOR MALAFAIA, SE MUITOS EVANGÉLICOS PENSAM ASSIM NOS DA COMUNIDADE LGBTTS TEM O DIREITO DE PENSA QUE CADA VEZ QUE ABRIR UMA IGREJA NO SEU BAIRRO VAI ESPALHA E AUMENTA A IGNORÂNCIA E ESTUPIDEZ NA SUA CIDADE http://acapa.virgula.uol.com.br/politica/vereadora-de-boa-vista-diz-homossexualismovai-espalhar-doencas-na-cidade/2/14/24288 Vereadora de Boa Vista diz "homossexualismo"vai espalhar doenças na cidade - Brasil em Política... acapa.virgula.uol.com.br O A Capa é um site que reúne notícias e informações focadas na temática GLBT. Os textos leves e rápi... Ver publicação no Facebook · Editar configurações de e-mail · Responda a este e-mail para adicionar um comentário.

sábado, 24 de maio de 2014

CNBB COBRA AMPARO LEGAL EM UNIÕES LGBT

---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Fabio Grotz Data: 22 de maio de 2014 12:48 Assunto: Secretário geral da CNBB diz que uniões entre pessoas do mesmo sexo precisam de amparo legal - O Globo Para: Fabio Grotz Secretário geral da CNBB diz que uniões entre pessoas do mesmo sexo precisam de amparo legal - O Globo http://oglobo.globo.com/sociedade/secretario-geral-da-cnbb-diz-que-unioes-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-precisam-de-amparo-legal-12557143 “Como as pessoas, a Igreja procura ler os sinais dos tempos, para ver o que se deve ou não mudar”, diz Dom Leonardo Steiner Ano passado, CNBB foi contra resolução do Conselho Nacional de Justiça que facilitou o casamento gay em cartórios do país Enviar Imprimir MARINA COHEN ( EMAIL · TWITTER ) Publicado: 22/05/14 - 6h00 Atualizado: 22/05/14 - 10h40 Secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dom Leonardo Steiner afirma que gays não devem ser marginalizados Divulgação/CNBB RIO - Desde que assumiu a liderança da Igreja Católica, o Papa Francisco vem tocando no assunto com cautela, mas tem assinalado uma disposição da instituição em aceitar os fiéis gays. Em um movimento inédito de abertura, o Pontífice disse, logo após sua passagem pelo Brasil, em julho do ano passado, que os homossexuais não devem ser marginalizados: “Se uma pessoa é gay e busca a Deus, quem sou eu para julgá-la?”. Em entrevista ao GLOBO, o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, reitera a afirmação do Papa: “pessoas do mesmo sexo que decidiram viver juntas necessitam de um amparo legal na sociedade”. VEJA TAMBÉM ‘Tradições imutáveis não ficam vivas’, diz rabino ortodoxo gay 'Não vim aqui para assistir a filme gay': reações conservadoras a cenas de 'Praia do Futuro' ‘O amor une’ - comercial mostra beijo gay na TV paraibana Facebook suspende conta de italiana que postou foto de beijo gay Mais de 2,7 bilhões vivem em países onde ser gay é crime A declaração pode ser interpretada como uma mudança de tom da CNBB. Há cerca de um ano, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou uma resolução determinando que os cartórios brasileiros deveriam celebrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, a CNBB se posicionou contra a medida, que vinha a reboque de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2011. O GLOBO: Recentemente, o Papa Francisco disse: “Quem sou eu para julgar um homossexual que procura Deus?”. Hoje, a Igreja Católica está aberta a aceitar seus fiéis homossexuais? Dom Leonardo Steiner: Pode-se dizer que o Papa faz eco ao que o Catecismo da Igreja Católica diz a respeito das pessoas homossexuais: “Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta”. Entende-se que acolher com respeito, compaixão e delicadeza significa caminhar e estar junto da pessoa homossexual e ajudá-la a compreender, aprofundar e orientar a sua condição de filho, filha de Deus. É importante que a Igreja Católica não marginalize os homossexuais? A acolhida e o caminhar juntos são necessários, para se refletir sobre o que condiz ou não com a realidade vivida pelas pessoas homossexuais, e o que, de fato, lhes é de direito, para o seu próprio bem e o da sociedade. O Papa também quer estudar as uniões homossexuais para entender por que alguns países optaram por sua legalização. Isso representa o início de um diálogo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo? É importante compreender as uniões de pessoas do mesmo sexo. Não é um interesse qualquer quando se trata de pessoas. É necessário dialogar sobre os direitos da vida comum entre pessoas do mesmo sexo, que decidiram viver juntas. Elas necessitam de um amparo legal na sociedade. A CNBB, porém, se declarou contra a resolução do Conselho Nacional de Justiça que determinou que os cartórios devem celebrar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por quê? Ao dar reconhecimento legal às uniões estáveis como casamento civil entre pessoas do mesmo sexo em nosso país, a Resolução do CNJ interpreta a decisão do Supremo Tribunal Federal de 2011. Certos direitos são garantidos às pessoas comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união civil. A dificuldade está em decidir que as uniões de pessoas do mesmo sexo sejam equiparadas ao casamento ou à família. A afirmação mais forte em relação à decisão do Conselho nacional de Justiça foi de que tal decisão não diz respeito ao Poder Judiciário, mas, sim, ao conjunto da sociedade brasileira, representada democraticamente pelo Congresso Nacional, a quem compete propor e votar leis, após aprofundado debate; o que não existiu. A Igreja deve passar por mudanças para se adaptar aos novos tempos? A Igreja muda sempre; está em mudança. Ela não é a mesma através dos tempos. Tendo como força iluminadora de sua ação o Evangelho, a Igreja busca respostas para o tempo presente. Assim como todas as pessoas, a Igreja sempre procura ler os sinais dos tempos, para ver o que se deve ou não mudar. A verdades da fé não mudam. Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/secretario-geral-da-cnbb-diz-que-unioes-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-precisam-de-amparo-legal-12557143#ixzz32SaFhMp8  © 1996 - 2014. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. 

sábado, 3 de maio de 2014

#IgrejaCatólica lança #nota em apoio à comunidade #gay

 
 
Respeito a dignidade da pessoa humana!!!
A religião não precisa mudar para o diferente ser aceito! Aplausos!!!

http://www.superpride.com.br/2014/05/na-vespera-da-parada-igreja-catolica-lanca-nota-em-apoio-a-comunidade-gay.html

Na véspera da Parada, Igreja Católica lança nota em apoio à comunidade gay

Na véspera da Parada, Igreja Católica lança nota em apoio à comunidade gay
1 de maio de 2014 às 11:13
A Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo publicou nesta quarta-feira (30), uma nota em "defesa da dignidade, da cidadania e da segurança" dos homossexuais. O texto foi publicado às vésperas da 18.ª Parada do Orgulho de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais de São Paulo, que vai acontecer neste domingo (4), na Avenida Paulista.
"Não podemos nos calar diante da realidade vivenciada por esta população, que é alvo do preconceito e vítima da violação sistemática de seus direitos fundamentais, tais como a saúde, a educação, o trabalho, a moradia, a cultura, entre outros", afirma, em nota, a entidade da Igreja Católica.
A comissão diz também que LGBTs "enfrentam diariamente insuportável violência verbal e física, culminando em assassinatos, que são verdadeiros>>>>>>>