Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador UPA. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Secretário admite aumento de 30% nos casos de tuberculose no Rio


Conforme temos recorrentemente denunciado, o secretário municipal de Saúde e Defesa Civil, Hans Dohmann, confirma o aumento dos casos de tuberculose no município do Rio de Janeiro.

 Rio -  JORNAL DO BRASIL

rocinha.jpgSecretário admite aumento de 30% nos casos de tuberculose no Rio
Morre de tuberculose menina de 14 anos, filha do traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, que se encontra preso em Bangu
A incidência da doença na Rocinha reflete o aumento de casos na capital do estado.

Além da Rocinha, bairros como Bangu, Caju e Campo Grande lideram as estatísticas da doença.

O município do Rio é responsável por mais da metade do número de casos da doença no estado.

O Estado do Rio de Janeiro lidera o desonroso ranking nacional com a maior incidência da doença (70/100 mil) o dobro da média nacional (37,7 casos por 100 mil habitantes) e o maior número de óbitos, com 900 mortes /ano, mortes anunciadas que poderiam ser evitadas, não fosse o descaso do poder público.


Em março desse ano, por conta do dia mundial de luta contra a tuberculose, participamos de uma matéria especial sobre tuberculose no programa Balanço Geral da TV Record, e de uma audiência pública na câmara de vereadores, onde apresentamos o dramático quadro de uma epidemia concentrada da doença em diversas áreas do município e estado do Rio.

Clique nas imagens abaixo para ver os vídeos/reportagens:

MiniaturaMiniatura 






16/11 Íris Marini
Em pleno século XXI, há um aumento da ordem de 30% no número dos casos de tuberculose na cidade do Rio de Janeiro, como admitiu o próprio secretário municipal de Saúde e Defesa Civil, Hans Dohmann. A secretaria, contudo, evita dar números de atendimentos e tenta omitir o problema apresentando os registros da taxa de cura que obtém. Ela apresenta queda: foi de 72,10% em 2010; caiu para 71,90% em 2011; e este ano, segundo dados do secretário Dohmann, anda pela faixa dos 53,70%. Ou seja, a cura diminuiu em quase 20 pontos percentuais. Mas o secretário diz, otimistamente, que chegará aos índices de 2011.
O problema, segundo lembra a vereadora Andrea Gouvêa Vieira, que questionou Dohmann em audiência pública na Câmara dos Vereadores, no dia 22 de outubro, exacerba-se na Rocinha por conta das péssimas condições de vida dos moradores. “Na Rocinha, há o foco principal da doença e no Caju, o segundo maior foco. O perigo da tuberculose e o fato de todos ali estarem em risco é muito pouco percebido na Rocinha. Há falta de ventilação, muita umidade, péssimas condições sanitárias, enfim, qualidades propícias para a disseminação da tuberculose”, explica Andrea, atualmente licenciada do PSDB e em final de mandato.
Ela ainda critica as autoridades municipais por esconderem o assunto: “Gastou-se um dinheirão para propagandear as clínicas da família e não se gastou um tostão para mostrar à população a gravidade da tuberculose, como se tratar, onde procurar ajuda, entre outras orientações. É preciso divulgar esses números para a população, porque um aumento de 30% é muita coisa”, alerta a vereadora.
A secretaria Municipal de Saúde admite que a Rocinha ainda possui umas das maiores incidências de tuberculose no município, mas diz que ela está em terceiro lugar depois dos bairros Bangu (primeiro colocado) e Campo Grande (em segundo lugar). Até 2010, a favela liderava o índice de infestação não apenas no estado, mas em todo o país, atingindo a marca de 300 casos de tuberculose para cada 100 mil habitantes.
Um óbito na favela
Apesar de as autoridades dizerem que a Rocinha vem apresentando queda do número de doentes, conforme o Jornal do Brasil adiantou na semana passada, é na favela que o Ministério da Saúde espalhou outdoors e cartazes alertando à população: “Tuberculose: Tosse por mais de três semanas é sinal de alerta. Procure uma unidade de saúde".
A secretaria admite que ali ocorreu uma morte, sem fornecer detalhes. Segundo informou a colunista Anna Ramalho, trata-se de uma menina de 14 anos, filha do traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, que se encontra preso.
A assessoria da secretaria informa também que, de janeiro a junho deste ano, nas três unidades municipais de saúde da Rocinha, CMS Albert Sabin, Clínica da Família Maria do Socorro Sousa e Silva e Clínica da Família Rinaldo De Lamare, registraram-se 160 casos de tuberculose, dos quais 93 foram considerados curados, 48 permanecem em tratamento nestas unidades e outros 19 estão sendo atendidos em outros locais. De acordo com os dados oficiais, em 2010 o total de casos no bairro foi de 355 e, em 2011, de 261. 
Aumento dos casos
Na audiência, segundo explicou Andrea, Dohmann “comemorou” o índice de cura, dizendo que ele chegará a 75% este ano e mantendo uma meta de 82% para 2013. “É importante às pessoas terem ciência de que a incidência nos últimos quatro anos na cidade caiu de 97,5 em cada 100 mil pessoas para 73,9 nas mesmas 100 mil pessoas. Uma redução de 24% em função da prevenção. Agora se faz o diagnóstico. Nós já devemos fechar esse ano com uma taxa de cura acima dos anos anteriores. A previsão é de que seja perto dos 75%. Por isso, mantemos a previsão de 82 para o ano que vem”, frisou o secretário na audiência pública.
Mas, quando Andrea questionou-o diretamente se havia ou não aumentado o número de doentes na cidade, a resposta foi direta: “Aumentou em 30%”. Replicando a informação a vereadora agradeceu a franqueza do secretário: “Aumentou em 30%. Obrigada”.
Pouca informação
População ainda desconhece a doença
Apesar dos avisos espalhados pelas ruas e vielas da maior favela da Zona Sul do Rio – 69 mil habitantes distribuídos em 25 mil domicílios, pelos dados do censo de 2010 do IBGE, ou cerca de 180 mil pessoas, segundo as associações de moradores - depara-se facilmente com quem confessa sequer saber da existência da doença na região.
Nunca ouvi falar nisso aqui na Rocinha não. Moro na altura do número 407, da Estrada da Gávea, mas o que acontece é que o bairro é muito grande. Pode ser que aqui não tenha, mas que em outra área exista. Não dá para saber”, contou o morador, que preferiu não se identificar. 
Outros, porém, admitem até conhecer quem sofreu com o problema. Há mais de 30 anos na comunidade, o casal Antônio Carlos e Leuda Carlos tem parentes que foram acometidos pela doença. “Nossa sobrinha, de 35 anos, teve tuberculose há uns dois anos. Ela quase morreu. Descobriu muito tarde e já estava com água no pulmão, que tiveram de furar para retirar. Ela foi encaminhada pela clínica de saúde da Rocinha imediatamente para a Santa Casa, no Castelo, onde ficou internada por 15 dias”.
Eles não escondem que a questão é conhecida na região: “Essa é uma situação terrível aqui no bairro. Qualquer pessoa que você parar aqui na Rocinha tem, já deve ter tido tuberculose ou, pelo menos, conhece alguém que teve ou tem”, afirmaram.
Maria, que preferiu omitir o sobrenome, contou que foi UPA do bairro na sexta-feira passada (9) e, ao se queixar de coceira na garganta e tosse, que ela acredita ser apenas uma alergia, foi orientada ao fazer o exame de escarro. “Eu fui à UPA na sexta-feira, não tinha médico e nem vaga para marcar consulta. Fui atendida pela enfermeira da unidade que mal me ouviu e já me pediu que fizesse o exame de escarro. Não confio em enfermeira. Como eu ia fazer exame de escarro, se nem secreção eu tenho. Ela disse que aqui (Rocinha) está tendo muito casos de tuberculose e que era bom que eu fizesse o exame, mas não fiz e nem vou fazer”, explicou. 
 
Pesquisa e Edição:

Carlos Basília
Fórum ONGs Tuberculose RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em saúde Social - IBISS

Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social

Frente Parlamentar Nacional de Tuberculose (Congresso Nacional)

Campanhas de tuberculose:

Notícia:

terça-feira, 25 de setembro de 2012

STF proíbe saúde pública terceirizada na capital do RJ


Acredito que este seja o início de uma nova fase na saúde pública no município do RJ, e quem sabe no país.
Temos que acompanhar o desenrolar dos fatos e se sta decisão poderá valer para outras cidades e, se seguirão o mesmo entedimento do

Agora não têm mais recurso. Tem que cumprir.

A plataforma política de muitos cadindatos a vereadores e prefeitos do RJ agora terá que ser revista na questão da saúde pública do município.

Abertura de concurso para suprir as necessidades de profissionais, lançamento de editais públicos para aquisição de insumos e materiais, rever as metas orçamentárias e a manutenção do atendimento, que já é precária do jeito que está.



Josimar Pereira da Costa
Consultor Previdenciário
Sócio Fundador da RNP+ Núcleo RJ
Ponto Focal RNP+ Niterói

22 setembro 2012

Contratos temporários

STF proíbe saúde pública terceirizada na capital do RJ

O Supremo Tribunal Federal determinou o fim da terceirização na área da saúde pública do município do Rio de Janeiro. A decisão foi dada no julgamento de recurso interposto pela capital fluminense contra ação movida pelo Sindicato dos Médicos, que exigia o fim de serviços terceirizados na saúde. O provimento foi negado por unanimidade, segundo noticiou o jornal O Globo.

O relator do recurso foi o ex-ministro Cezar Peluso, que votou neste caso em agosto, concordando com a decisão anterior. Ela dizia que "os cargos inerentes aos serviços de saúde, prestados dentro de órgãos públicos, por terem a característica de permanência e de caráter previsível, devem ser atribuídos a servidores admitidos por concurso público".

Cerca de 9,5 mil profissionais deverão deixar seus postos de trabalho em clínicas da família, unidades de pronto atendimento e hospitais municipais. O município conta ainda com 25 mil profissionais da de saúde concursados, segundo dados apresentados pelo presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze. Ele estima que a regularização dos cargos aconteça dentro de seis meses. Neste período, os terceirizados continuarão contratados.

Darze explica que a decisão do STF não impede que as Organizações Sociais continuem gerindo clínicas de família e UPAs, mas determina que elas realizem concurso público.
 
Revista Consultor Jurídico, 22 de setembro de 2012

Josimar,
Uma decisão do STF é para todo o país, me lembrei do caso do Rio Grande do Norte. Seria interessante o pessoal de lá buscar essa decisão e entrar na justiça do estado do RN e em outros locais que tenham a mesma intenção.
Abraços,
Rubens
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Cruz Vermelha repassa dinheiro público a ONG ligada a seu dirigente

Cruz Vermelha repassa dinheiro público a ONG ligada a seu dirigente

03/09/2012
REYNALDO TUROLLO JR.
FOLHA DE SÃO PAULO

A filial gaúcha da Cruz Vermelha Brasileira repassou verbas públicas --que recebeu para gerir um hospital-- para uma ONG ligada a seu vice-presidente nacional.
O contrato previa o repasse total de R$ 82 milhões para administrar o hospital Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú (SC) --que faz, em média, 7.000 atendimentos por mês-- mas acabou sendo cancelado pela prefeitura por suspeita de desvio de verba.
Após auditoria, o poder municipal resolveu assumir a gestão do hospital. Entre agosto de 2011 e abril de 2012, a filial gaúcha da entidade recebeu R$ 12,8 milhões.
A documentação encontrada no hospital pela prefeitura mostrou que, do total entregue pela prefeitura para a gestão do hospital Ruth Cardoso, ao menos R$ 100 mil acabaram em outro lugar.
O dinheiro foi repassado pela Cruz Vermelha a uma entidade a 3.450 km de Balneário Camboriú, o Humanus (Instituto Interamericano de Desenvolvimento Humano).
Localizado em São Luís, no Maranhão, o Humanus estava registrado até o mês passado em nome da mãe do vice-presidente nacional da Cruz Vermelha, Anderson Marcelo Choucino.
A auditoria revelou ainda notas fiscais a título de "consultoria" e transferências em favor da filial maranhense da Cruz Vermelha Brasileira, comandada por Carmen Serra, irmã do presidente da entidade nacional, Walmir Serra Jr.
O presidente da Cruz Vermelha confirma a existência de contratos com ONGs ligadas a dirigentes e diz que a entidade vive um período de disputa interna.
CONVÊNIO
Em julho, a revista "Veja" revelou que a entidade assistencial no Brasil é suspeita de desviar dinheiro das campanhas de doações e de contratos com órgãos públicos.
Em outro caso, a filial de Petrópolis (RJ) da Cruz Vermelha recebeu R$ 3,5 milhões do governo do Distrito Federal para gerir duas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento).
O serviço nunca foi prestado, mas o dinheiro "sumiu" da conta da entidade.
Segundo a movimentação bancária da Cruz Vermelha, que aparece em auditoria interna feita pela atual presidente da filial, Letícia Chelini, quase R$ 2 milhões foram para a conta de uma entidade chamada Cape, no Rio.
O Cape funcionou, diz o consultor Luiz Carlos Franca, responsável pela entidade em 2010, no endereço do Ciap, ONG fechada sob acusação de desvio de verba da saúde e de lavagem de dinheiro, após devassa da Polícia Federal.
Franca disse ainda que fez trabalho de consultoria nas duas entidades --o site do Cape mostra que essa ONG fez contratações de profissionais da saúde para o Ciap.
No comando do Ciap no Maranhão figurou, até 2008, o atual vice da Cruz Vermelha. Já Carmen Serra, da filial maranhense e irmã do presidente nacional, coordenou o braço educacional do Ciap.
No Ruth Cardoso, em Santa Catarina, atuaram ao menos quatro diretores do Ciap.

Editoria de Arte/Folhapress

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Foi inaugurada a #UPA em #Copacabana @cidinhaLivre


Foi inaugurada a #UPA em #Copacabana
@cidinhaLivre
Estive visitando a UPA de Capacabana que fica ao lado da estação Siqueira Campos do metrô.
Esta unidade conta com os seguintes serviços de urgência:
  • Odontologia
  • Clinica medica
  • Urgência respiratória
fui muito bem atendido pelos funcionarios que me recebeu com cordialidade e atenção.
Essa Unidade presta serviço de urgência em preferência aos bairros da redondeza.
Em cerca de 2:00 Hs saí com encaminhamento e exame de urina, juntamente com os antibióticos para tratar minha infecção.
Quem me acompanha sabe que estou em procissão para tratar minha próstata. desde Janeiro quando surgiram os sintomas que me alertaram para isso.
Por sinal não entendo essa campanha para que nós façamos exame de prostáta se faltam médico s urologistas, Vejam só:
No sistema SESI que presta serviços medicos dos 2 medico s desta especialidade, atuamente só tem 1 Trabalhando.
Nos Hospitais Federais somente abre agenda no início ano para o ano todo.
E no sistema municipal, é preciso ir ao posto do bairro e pedir ao médico do posto um encaminhamento para o SISREG( Sistema de regulação de vagas) que muitas vezes indica um local completamente na contra mão do bairro onde foi feito o pedido.
Isso quando o Sistema funciona, pois tenho amigos que não conseguem entrar nesse sistema.
Fica registrado minha obsevações sobre esse fato, tanto que deixei escrito na unidade do SESI em Jacarepagua essa obsevaçõa.
NGB
Ativismocontraaidstb

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Paciente HIV+ passa por 3 hospitais e não consegue atendimento #eblog



Estarei lendo e trazendo para reflexão esta denúncia na Mesa sobre Aids que participarei no XXVIII Congresso do CONASEMS como parte do que temos vivenciado cotidianamente no RJ.

Por outro os usuários tem que aderir o hábito de registrar o ocorrido (Ouvidoria, BO, MP etc.).

O coletivo tem que adotar estratégias para divulgar estes fatos na mídia...
 
Marcio Villard



Em 06/07/2011 18:12, Claudio Oliveira < > escreveu:
 
Segue abaixo informe sobre nova denúncia recebida na ABIA. A irmã da paciente está disposta a dar entrevistas sobre o caso e estamos tentando cavar uma matéria nos jornais do Rio. Aproveitando, estou conversando com o Fransérgio sobre aquela oficina de ass. de imprensa que falei na última reunião do fórum. Provavelmente será no dia 7 de agosto, mas ainda confirmarei isso depois. Abs, Claudio






Paciente HIV+ passa por três hospitais e não consegue atendimento
Hospital do Andaraí, UPA da Tijuca e Souza Aguiar não tinham médicos.

No último domingo (3 de julho), a paciente xxx foi levada por sua irmã ao Hospital do Andaraí, com dores lancinantes, devido a complicações graves na sua saúde. Segundo relato, a paciente foi levada duas vezes a esse hospital, mas em ambas as visitas, não conseguiu ser atendida devido a falta de médicos no local. Na seqüência, foi levada até a Unidade de Pronto Atendimento da Tijuca (UPA-Tijuca). Mais uma vez, não havia tratamento disponível e a paciente foi orientada a voltar ao mesmo hospital onde já tinha tentado por duas vezes ser atendida.

A paciente então foi levada por sua irmã a um novo hospital, dessa vez o Souza Aguiar. Novamente, não seria atendida. A justificativa: não há médicos! Após pressão, o hospital pôs a paciente no setor de emergência para receber primeiros socorros e fazer exames. Os exames constataram uma grave insuficiência renal, que demandava internação e cuidados imediatos. Ainda no domingo, passou por uma seção de hemodiálise e depois foi transferida para sala vermelha da enfermaria. No dia seguinte, foi levada ao setor de nefrologia. Quando liberada para receber visitas, novos absurdos aconteceram. A paciente, que sofre com insuficiência renal aguda, foi encontrada suja de fezes deitada em uma cama, apenas sobre o colchão. Os parentes reclamaram e a médica nefrolog ista disse que a paciente teria de descer novamente para uma enfermaria da emergência para se fortalecer, antes de ingressar na enfermaria de nefrologia. Assim foi feito. Ela desceu para uma enfermaria da emergência.

O marido da paciente, no mesmo dia, saiu e comprou um novo edredom, camisola e fraldas, porém, quando retornou no dia seguinte, encontrou a paciente novamente em péssimas condições e, perplexo, viu que tudo que havia sido comprado tinha sido roubado dentro do próprio hospital.

O que vemos acontecer no Sistema Único de Saúde do Rio de Janeiro não pode mais ser considerado simplesmente como descaso ou irresponsabilidade. O caos instalado é uma afronta para com a população e mostra como a demagogia e incompetência do governo estadual estão definitivamente arruinando a saúde pública no Estado do Rio de Janeiro e, paradoxalmente, adoecendo ainda mais a população. Quem consegue manter a saúde equilibrada pagando por serviços que são prestados em condições subumanas? 


Mais informações: abia@abiaids.org.br / (21) 2223 1040



Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA)
Av. Presidente Vargas, 446/13º andar - Centro
Rio de Janeiro/RJ
Cep. 20071-907
Tel. 21 - 22231040
Endereço eletrônico:
www.abiaids.org.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Conselho Municipal de Saúde entra com uma denuncia contra a Prefeitura Municipal de Saúde no Ministério Publico

Prezados Deputados (ou sua assessoria),
Meu nome é Thiago Pires, eu estou Conselheiro Municipal  de Saúde da cidade de Petrópolis e peço que me de 2 minutos de sua atenção  para ler a narrativa abaixo e analisar os anexos.  

O Conselho Municipal de  Saúde  deliberou no ultimo dia 25 de fevereiro do presente ano, que a Secretaria Municipal de Saúde assuma a administração da UPA 24h - Unidade de Pronto Atendimento
e não renovou o convenio com a cruz vermelha. Nesta mesma reunião os  Conselheiros de Saúde representante da sociedade civil são ameaçados por representante do governo municipal e registra queixa de ameaça, coação e assedio moral, contra o Sr. Claudinei Portugal Presidente do Impas - Instituto de Previdência e Assistência Social dos Servidores Públicos do Município de Petrópolis, e Sr. Anderson Juliano presidente da COMDEP - Companhia Municipal para o Desenvolvimento de Petrópolis. Segue em anexo o Boletinho de Ocorencia feito na Delegacia elgal 105.
 
Segue em anexo a Denuncia feita ao MP na integra.
Breve  nação dos fatos

No dia 25 de Fevereiro do ano corrente, o Conselho Municipal de Saúde realizou uma reunião extraordinária que teve como pauta a apreciação da prestação de contas da UPA e a análise da proposta da Prefeitura Municipal de Petrópolis, apresentada pela Secretaria Municipal de Saúde, de renovação do contrato por mais 6 (seis) meses, para contratação de Recursos Humanos e administração das UPAs instaladas na cidade, pela Cruz Vermelha. não aprovou a prestação de Contas apresentada pela Cruz Vermelha no dia 25 de Fevereiro do ano vigente em reunião extraordinária.
Levando em consideração as dúvidas na execução orçamentária, acrescida pelas graves denúncias de desorganização das unidades, suspeita de que o processo seletivo realizado pela Cruz Vermelha não obedeceu os critérios acordados com o COMSAUDE e por um melhor cumprimento da legislação vigente o Conselho Municipal de Saúde, por maioria dos votos,  NÃO autorizou e VETOU a Prefeitura Municipal de Petrópolis, a renovar o contrato com a Cruz Vermelha do Estado do Rio de Janeiro  como administradora das UPA – Unidade de Pronto Atendimento instalada no município de Petrópolis.
Tendo a consciência de que as unidades de pronto atendimento não podem ficar sem gestão o conselho DETERMINOU que a Prefeitura Municipal de Petrópolis, através da Secretaria Municipal de Saúde assuma a administração das UPA – Unidade de Pronto Atendimento, por 3 (três) meses e que neste período seja escolhido a nova instituição para administrar as UPA’s, através de licitação publica, como prevê a legislação. 

Ainda, o Conselheiro Municipal de Saúde, representante do governo municipal, Sr. Anderson Juliano, que cumpre a função publica de presidente da COMDEP e o Sr. Claudinei Portugal, que cumpri a função publica de presidente do INPAS, não conformados com o processo democrático de votação do Conselho que culminou com a decisão acima descrita, ao término da reunião, ameaçaram os Conselheiros Carlos Henrique David e Osmar Ferreira, com palavras registradas no do Boletim de Ocorrência, registrado no dia 18 de Fevereiro na delegacia legal 105 (boletim em anexo). 

Além, no dia 28 de Fevereiro deste ano, o Conselheiro Hélio Dias ao chegar ao seu local de trabalho foi chamado pelo Coordenador da UPA de Cascatinha Sr. Marcio Montenegro, que se apresentou como porta voz do Sr. Claudinei Portugal, lhe disse que haveria uma reunião com a empresa que o Conselheiro Hélio trabalha, esta presta serviço para a Prefeitura, e a sua demissão seria pedida como troca pelos pagamentos em atraso que a Prefeitura tem com a empresa. 

Pedido
Pedimos que como legitimo representante da população fluminense e neste contesto a Petropolitana, se manifeste contrario ao desmando do Governo Municipal de Petrópolis perante a este Órgão legitimo de controle social.
Pedimos ainda que tome medidas para que a legislação seja cumprida e encaminhe este relato ao Ministério Publico afim de endossar nossas denuncias.
E qualquer outra medida que achar conveniente para ajudar a população Petropolitana a lutar contra estas irregularidades e imoralidades cometida pelo governo de Petrópolis.

Atenciosamente,
 
ola Nilo
sim pode publicar no seu Blog, este documento (denuncia) é publico, queremos sim dar visibilidade ao documento e monitorar os acontecimentos, todo apoio sera bem vindo or parte dos companheiros(as) do movimento sicial, estamos vivendo um momento impar em Petropolis, com muitas dificuldades em varios seguimentos,
abçs
Cal
Antonio Carlos de Souza Pirespsicólogo clinico - CRP 05/36933
consultório : Rua Bernardo Proença 156 - sala 113 - centro empresarial Itamarati
55 24 9224.0201

Grupo Assistencial SOS VIDA
Rua Frei Luis 40 - cep 25.685-020 - centro - Petropolis - RJ
55 24 2244.9526 / 2245.0322
www.grupososvida.org.br
BLOG http://grupososvida.wordpress.com
RedLAcVo+ Las Manos Solidarias en Respuesta al VIH/Sida PFN BRASIL –
Antonio de Souza Pires (Petrópolis / Rio de Janeiro)
sócio fundador da Pastoral da AIDS - CNBB
 
 
 
 
COMSAUDE
 
 
COMSAUDE


Imagem


 
 

COMSAUDE
Nome de Arquivo: COMSAUDE.jpg
Publicado em: 02/03/2011
Resolução: 349x480
Tamanho: 27KB

 
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Anexo(s) de Antonio Carlos Pires
4 de 4 foto(s)

domingo, 12 de dezembro de 2010

Como fazem campanha de prevenção do câncer de próstata se faltam médicos Urologistas.


Como fazem campanha de prevenção do câncer de próstata se faltam médicos Urologistas.
Vemos no jornais e revistas que o homem após os 40 anos deve fazer exame para prevenção do câncer de próstata.
Os exames são:
De toque retal e Psa. Vi na Band um urologista dizer que devemos fazer os dois conjuntamente.
Por que os exames de PSA 4,00(normal) podem ter 60% de alteração pois a próstata pode estar alterada. indicando positivo no toque retal.

E quando o PSA for maior de 4,00 25% pode estar alterada.
indicando no toque retal normal.
Daí a importância de se fazer os dois exames em conjunto.
Na minha rotina de exames me deparei com o PSA alterado.(PSA é um exame que identifica uma alteração da proteína com probabilidade de câncer) Tenho antecedente de casos de câncer por parte de pai e de mãe, por isso minha Doutora me encaminhou para um urologista, orientando que o fizesse com urgência.
Fiz uma pesquisa de campo no Hospital dos Servidores do estado, lá não tem previsão para abertura da agenda para consulta com o médico.
No Hospital Pedro Ernesto também não tem previsão de tratamento pelo mesmo motivo.
Nas UPAS só existe médico Clínico Geral que se visse meu caso me encaminharia ao urologista. Da UPA Irajá fui ao hospital Sousa Aguiar. Mas não tem urologista para atendimento de urgência.
Falta verificar o hospital da Lagoa e o Miguel Couto.
Voltei para meu Posto no Irajá e consegui marcar consulta através da central de regulação. Mas Fui advertido pela atendente que essa consulta vai demorar muito.
Agora como podemos aderir a campanha do câncer se faltam urologistas ou eles não estão disponíveis.
Mais uma vez.
Com a palavra os Senhores Sérgio Cabral e Cortes.
NGB Ativismocontraaidstb.
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/12/11/faltam-profissionais-da-area-de-saude-para-dilma-poder-cumprir-meta-estipulada-no-setor-923253676.asp

Faltam profissionais da área de saúde para Dilma poder cumprir meta estipulada no setor

Publicada em 11/12/2010 às 20h23m
Eliane Oliveira e Henrique Gomes Batista
Cristina dos Santos e seu filho, de 1 ano e 4 meses, à espera de atendimento na UPA da Penha/Foto: Simone Marinho
BRASÍLIA - A equipe de transição que prepara as primeiras ações do futuro governo Dilma Rousseff descobriu que a promessa de campanha de criação de 500 unidades de pronto atendimento (UPAs) está ameaçada. E o motivo é falta de profissionais de saúde. Há duas semanas, ao conversar com representantes do setor, a equipe de Dilma se deparou com números preocupantes. Para cumprir a principal meta no setor, faltam aproximadamente 40 mil médicos - um total que não está disponível ainda no país. Outra constatação é que 30% das equipes do programa Saúde da Família não contam com esse tipo de profissional.
Um dos secretários de Saúde que estiveram no encontro com a presidente eleita, o baiano Jorge Solla afirmou que praticamente se firmou um consenso na linha de que, no governo Dilma, será necessário repensar a formação de médicos para suprir a carência, da mesma forma que se tem feito com engenheiros para tocar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Uma saída analisada no encontro, realizado em Brasília, seria facilitar o reconhecimento de diplomas de outros países, embora a categoria médica ainda enfrente dificuldade para aceitar essa possibilidade.
" Essa poderia ser uma boa solução para reforçar as equipes do Saúde da Família "

- Conheço uma tribo que tem dois índios formados em outro país, mas eles não podem atuar por causa da falta de reconhecimento de diploma - disse Solla.
Problema é de gestão, teria dito elaOutra discussão polêmica foi sobre a criação do serviço civil obrigatório, semelhante ao serviço militar. Seria alternativa para minimizar a falta de profissionais de saúde nos rincões do país.
- Essa poderia ser uma boa solução para reforçar as equipes do Saúde da Família - afirmou Solla, um dos cotados para assumir o Ministério da Saúde no lugar de José Gomes Temporão.
Arthur Chioro, secretário de Saúde de São Bernardo do Campo (SP), reforçou que a falta de médicos, que antes era algo que ocorria em locais longíquos, agora é percebida nos grandes centros. Disse que o problema afeta mais algumas especialidades, como pediatria e psiquiatria, e que o governo terá de enfrentar essa questão, inclusive realizando um planejamento de longo prazo que utilize incentivos na residência médica para formar determinados especialistas.
- Nem mesmo o Rio, que é a cidade que proporcionalmente tem mais médicos no Brasil, está livre da carência de alguns profissionais - disse.
Em seu último contato com representantes do setor de saúde, Dilma confidenciou que, mesmo estando no governo como ministra por oito anos, só conheceu realmente a situação no SUS durante sua campanha. Segundo ela, o governo federal libera recursos que não chegam a diversos municípios, onde a gestão não existe e a corrupção corre solta. Não houve avanço nesse aspecto no governo Lula, teria admitido o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Não adianta ter dinheiro, se você não resolve o problema de gestão. Ao fazer a campanha, eu percebi que há uma imensa descrença da população no SUS. Não há sintonia entre os que não usam o SUS e aqueles que não têm outra opção - disse a presidente eleita, segundo relatos de pessoas que participaram da reunião.
Dilma afirmou ter hoje uma visão clara sobre o que pensa a população a respeito da criação de mais um tributo na saúde.
- O povo não quer a CPMF - teria enfatizado Dilma.
Na equipe de transição, a avaliação é que há três grandes problemas na saúde a serem enfrentados: financiamento, falta de recursos humanos e casos de corrupção e desperdício. Um dos caminhos seria resolver alguns anacronismos da legislação. Nenhum profissional pode receber um salário maior do que o chefe do Executivo. O SUS convive com dificuldades, por exemplo, para contratar neurocirurgiões e especialistas em transplantes.
Convencida de que a gestão é o grande gargalo na área de saúde, em que municípios, estados, governo federal e iniciativa privada não falam a mesma língua, Dilma pretende reestruturar o setor. Ela sabe que modernizar a gestão e definir regras claras seria fundamental para avançar na saúde, um dos principais problemas do país e setor mal avaliado no atual governo.
" O novo governo quer seguir este exemplo na saúde, definir muito bem funções e responsabilidades "

O Hospital do Subúrbio, em Salvador, foi apontado como exemplo a ser estudado pelo governo federal. É o primeiro estabelecimento que funciona em regime de parceria público-privada (PPP), e foi citado na reunião. É administrado pelo consórcio Prodal Saúde S.A., vencedor da licitação realizada pelo governo da Bahia. Esse modelo reduz custos, e o grupo tem como responsabilidade equipar e manter o estabelecimento por dez anos, contratar pessoal e adquirir equipamentos. Inaugurado parcialmente há poucos meses, poderá inspirar modelos de cooperação pelo país.
Arthur Chioro confirmou que a presidente eleita quer rever a relação entre os serviços de saúde público e privado. Além de elogiar a parceria, Dilma sinalizou que é preciso definir mais claramente a função de cada serviço. Ela reclamou, por exemplo, que pessoas que têm plano de saúde utilizam o serviço público para serviços de emergência e de maior complexidade, porque muitos hospitais privados não oferecem este tipo de serviço.
- Na educação, as regras são claras: prefeituras cuidam do ensino fundamental; estados, do ensino médio; e o governo federal, do universitário. O novo governo quer seguir este exemplo na saúde, definir muito bem funções e responsabilidades. Também será necessário estruturar programas: por que alguns brasileiros têm direito ao Samu e ao Saúde da Família e outros não? - exemplificou Arthur Chioro.
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