Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Folha SP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Folha SP. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Cruz Vermelha repassa dinheiro público a ONG ligada a seu dirigente

Cruz Vermelha repassa dinheiro público a ONG ligada a seu dirigente

03/09/2012
REYNALDO TUROLLO JR.
FOLHA DE SÃO PAULO

A filial gaúcha da Cruz Vermelha Brasileira repassou verbas públicas --que recebeu para gerir um hospital-- para uma ONG ligada a seu vice-presidente nacional.
O contrato previa o repasse total de R$ 82 milhões para administrar o hospital Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú (SC) --que faz, em média, 7.000 atendimentos por mês-- mas acabou sendo cancelado pela prefeitura por suspeita de desvio de verba.
Após auditoria, o poder municipal resolveu assumir a gestão do hospital. Entre agosto de 2011 e abril de 2012, a filial gaúcha da entidade recebeu R$ 12,8 milhões.
A documentação encontrada no hospital pela prefeitura mostrou que, do total entregue pela prefeitura para a gestão do hospital Ruth Cardoso, ao menos R$ 100 mil acabaram em outro lugar.
O dinheiro foi repassado pela Cruz Vermelha a uma entidade a 3.450 km de Balneário Camboriú, o Humanus (Instituto Interamericano de Desenvolvimento Humano).
Localizado em São Luís, no Maranhão, o Humanus estava registrado até o mês passado em nome da mãe do vice-presidente nacional da Cruz Vermelha, Anderson Marcelo Choucino.
A auditoria revelou ainda notas fiscais a título de "consultoria" e transferências em favor da filial maranhense da Cruz Vermelha Brasileira, comandada por Carmen Serra, irmã do presidente da entidade nacional, Walmir Serra Jr.
O presidente da Cruz Vermelha confirma a existência de contratos com ONGs ligadas a dirigentes e diz que a entidade vive um período de disputa interna.
CONVÊNIO
Em julho, a revista "Veja" revelou que a entidade assistencial no Brasil é suspeita de desviar dinheiro das campanhas de doações e de contratos com órgãos públicos.
Em outro caso, a filial de Petrópolis (RJ) da Cruz Vermelha recebeu R$ 3,5 milhões do governo do Distrito Federal para gerir duas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento).
O serviço nunca foi prestado, mas o dinheiro "sumiu" da conta da entidade.
Segundo a movimentação bancária da Cruz Vermelha, que aparece em auditoria interna feita pela atual presidente da filial, Letícia Chelini, quase R$ 2 milhões foram para a conta de uma entidade chamada Cape, no Rio.
O Cape funcionou, diz o consultor Luiz Carlos Franca, responsável pela entidade em 2010, no endereço do Ciap, ONG fechada sob acusação de desvio de verba da saúde e de lavagem de dinheiro, após devassa da Polícia Federal.
Franca disse ainda que fez trabalho de consultoria nas duas entidades --o site do Cape mostra que essa ONG fez contratações de profissionais da saúde para o Ciap.
No comando do Ciap no Maranhão figurou, até 2008, o atual vice da Cruz Vermelha. Já Carmen Serra, da filial maranhense e irmã do presidente nacional, coordenou o braço educacional do Ciap.
No Ruth Cardoso, em Santa Catarina, atuaram ao menos quatro diretores do Ciap.

Editoria de Arte/Folhapress

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Aposentado por invalidez entra na mira_Folha Sp

Aposentado por invalidez entra na mira
FOLHA DE S. PAULO - MERCADO

O governo quer reduzir o número de aposentadorias por invalidez pagas pela Previdência Social e prepara um programa para reabilitar trabalhadores do setor privado.

Com o pagamento desses benefícios, a Previdência gasta R$ 60 bilhões por ano, atualmente pagos a 3,2 milhões de pessoas. A meta é economizar R$ 25 bilhões com trabalhadores reabilitados.
As estatísticas do Ministério da Previdência mostram que atualmente 18,7% dos benefícios concedidos são referentes a aposentadorias por invalidez.

Na avaliação do governo, o limite aceitável para esses casos seria de 10%.

"A aposentadoria por invalidez está entre os maiores ralos da Previdência", disse à Folha o ministro da pasta, Garibaldi Alves.

Um grupo interministerial trabalha na mudança do modelo de reabilitação.

REABILITAÇÃO

O objetivo é criar métodos mais modernos de reavaliação física e profissional dos trabalhadores com base em novas tecnologias. A expectativa é que isso possa ser feito sem alterações na legislação previdenciária.

O Brasil já foi considerado um país de referência internacional na recuperação de trabalhadores e chegou a exportar para a Espanha, na década de 1970, o modelo de reabilitação.

Agora, há o diagnóstico de que é preciso mudar totalmente o programa, que não tem conseguido recuperar os trabalhadores para voltar ao mercado.

De acordo com o Ministério da Previdência, a atual estrutura brasileira faz com que o trabalhador, ao tentar voltar às atividades profissionais, seja recusado pela empresa em que trabalhava.
Isso ocorre mesmo quando o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) atesta que o segurado está pronto para retomar o trabalho.

O plano que está sendo desenhado envolve, além da Previdência, os ministérios da Saúde, do Trabalho e do Planejamento.

Técnicos envolvidos na reformulação adiantam que as mudanças podem ser estendidas ao funcionalismo público, que também apresenta elevada taxa de aposentadorias por invalidez.

Para auxiliar no planejamento do novo programa, o governo brasileiro já assinou um acordo com uma instituição alemã especializada no tema.

COMO FUNCIONA

A aposentadoria por invalidez é um benefício concedido aos trabalhadores que, por doença ou acidente, forem considerados incapacitados após perícia médica da Previdência.

O aposentado por invalidez fica proibido de exercer qualquer outra atividade. Do contrário, perde o benefício.

Ele ainda é obrigado a renovar a avaliação médica a cada dois anos.


Para ter direito, o trabalhador tem que contribuir para a Previdência Social por um prazo mínimo de um ano em caso de doença. Na hipótese de invalidez por acidente, não há carência.

JULIANNA SOFIA
NATUZA NERY
DE BRASÍLIA           
Colaboração Clipping AASP




Nota pessoal:Como quem acompanha este blog viu em postagem anterior, na postagem que abre a carta enviada ao Ministro Garibaldi Alves,(Titulo: Email enviado ao ministerio da previdencia, dia19/08/12) a respeito do blog Perito.Med.br, que tinha algumas referencias que demonstravam falta de repeito e desconhecimento das complicações enfrentadas pelos PVHAS, essa reportagem mostra que, essa política está sendo tomada de cima para baixo.
 Tivemos muitos PVHAS com seus benefícios cassados e que tiveram que entrar na Justiça para ter sua aposentadoria aprovada novamente.
 Espero que o Senhor Ministro Reflita que os PVHAS não são classe especiais, mas, possuem uma doença que gera muitos efeitos colaterais por medicação, e que se for acompanhada com outras complicações,chamadas de infecções oportunistas, torna a vida do PVHAS muito díficil de administrar.
 Informo que a categoria de aposentadoria por invalidez é uma aposentadoria especial, e tem projeto de lei tramitando no senado que estabelece 
perícia de dois em dois anos.
Como sempre esse projeto dorme em gavetas do senado.
 Temos que pensarmos alternativas para que evitar que nosso benefício  não seja covardemente tomado de nós.
NGB
ATIVISMOCONTRAAIDSTB
http://www.perito.med.br/2012/ 
"www.perito.med.br"
11/direito-e-pericia-medica-

preconceito-e.html07/ministro-garibaldi-recebe-
ativistas-de.html
Nota pessoal deixada no blog dos "PERITOS" 


 É deprimente ver que médicos "estudados" não sejam humanos e vejam a complicação de uma pessoa VIvendo com HIV e AIDS em constante tratamento.
 Isso sem contar que a maioria não se trata apenas por HIV, se trata inclusive por doença mental advinda dos efeito colaterais desses medicamentos que prolongam sua vida.
 Inclui-se ai as Doenças oportunistas que tambem nos complica a vida.
 Um trabalhador com carteira assinada não trabalhará muito por ter que tirar dois dias ao mês para se tratar ou pegar medicamento.
 Aconselharia ao Srs que deem uma passada nas Ongs que dão assistencia aos PVHAS, estudem o tema para depois emitirem juízo de valor na questão da DEZAPOSENTAÇÂO.
 Não gostaria de viver às custas do INSS, porem sei que, os senhores ganham bem e não gostariam de viver sem seus aumentos de salários.
 Sejam humanos antes de serem "Peritos"
 



segunda-feira, 14 de maio de 2012

O desenvolvimento dos transplantes



Alexandre Padilha e Silvano Raia: O desenvolvimento dos transplantes
0 13 de maio de 2012 

Apesar de sermos o país com o maior programa público de transplantes, atendemos só cerca de 30% da demanda teórica. Isso está mudando

O número de transplantes de órgãos neste primeiro trimestre aumentou quase 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2011, o SUS atingiu o recorde de transplantes no sistema público, realizando mais de 23 mil cirurgias e reduzindo em 23% o número de pacientes da lista de espera. Pela primeira vez, o Brasil chegou ao índice de 11,4 doadores por milhão de habitantes (pmp). Em 2003, esse índice era de apenas 5 pmp.

Esses dados positivos colocam nosso país no patamar de referência mundial, mas temos ainda uma longa jornada a percorrer. É necessário continuar ampliando o número de doadores e adotando medidas e ações para incentivar os hospitais que realizam o procedimento. Em 2011, criamos em 12 estados 87 novos centros habilitados e implantamos 35 novas Organizações de Procura de Órgãos (OPO).

Mesmo com esses progressos, o desenvolvimento do transplante de órgãos ainda constitui um problema de saúde pública de difícil solução. Tem merecido a maior atenção do Ministério da Saúde (MS), uma vez que representa, no Brasil, a única alternativa para 20 mil pacientes/ano portadores de doenças graves que, de outra forma, evoluiriam para óbito em curto período de tempo.

Na década de 1970, várias equipes se dedicaram ao seu desenvolvimento na região centro-sul, atraindo cirurgiões de vários estados que, anos depois, ao voltarem aos seus polos de origem, desenvolveram aí centros análogos àqueles onde tinham se capacitado. Essa dispersão ocorreu principalmente para centros litorâneos, mais desenvolvidos, excluindo 16 estados com 60 milhões de habitantes.

O MS está imbuído em criar um círculo virtuoso que inclua equipes motivadas em todo o Brasil para realizar mais transplantes com melhores resultados que sensibilizem a sociedade em geral e a família de doadores em particular para disponibilizar mais órgãos e aumentar o número de transplantes.

Para atingir esse objetivo, adotou uma estratégia que compatibiliza ações de efeito imediato com outras de resultados a médio e longo prazo. Os valores pagos pelo SUS para captação e transplante foram elevados em até 60%, valorizando a produtividade e a qualidade. Também foi criado um Comitê Estratégico (CE), responsável pelo programa de desenvolvimento de equipes de captação de órgãos e transplante, que vem desenvolvendo extenso projeto de formação em 16 estados, tendo já capacitado 167 profissionais e programado cursos e estágios para mais 961 até 2014.

Compreende-se assim o esforço atual na busca de métodos para aumentar o número de órgãos, independentemente da captação. Resultados animadores têm sido obtidos no campo da medicina regenerativa, que procura recuperar órgãos hoje descartados ou produzi-los aproveitando matrizes que não causem rejeição.

Para preparar equipes para essa nova tecnologia, cuja aplicação clínica está prevista para daqui a 5 anos, o MS, por meio do CE, aprovou a criação de um centro de referência universitário (CIPETRO). Este centro aproximará equipes de transplante de coração, pulmão, fígado e rim a centros de pesquisa em nível celular para acumular uma massa crítica de conhecimento capaz de obter órgãos adicionais.

Além disso, o CE aprovou a criação e o financiamento de uma Rede Nacional de Medicina Regenerativa e Transplante (RENART) que reunirá centros de todo o país para replicar o desenvolvimento obtido no centro de referência.

Vale salientar que os transplantes induzirão o aperfeiçoamento de todos os serviços prestados pelo SUS. Este procedimento exige laboratórios, meios diagnósticos, UTIs, atendimento humanizado na urgência e emergência e sistemas de informação de maior qualidade.

Além disso, como sua margem de erro impune é muito pequena, força todos a se envolver no máximo de suas competências, hábito que induz aperfeiçoamento e progresso.

Alexandre Padilha é ministro da Saúde e Presidente do Conselho Nacional de Saúde. Silvano Raia é professor emérito da Faculdade de Medicina da USP.

Artigo publicado em 13 de maio, na seção Tendências/Debates da Folha de São Paulo.

__._,_.___

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Filho é disputado por ex-casal de lésbicas





Filho é disputado por ex-casal de lésbicas


CLÁUDIA COLLUCI
DE SÃO PAULO

Um ex-casal de lésbicas de São Paulo disputa na Justiça a guarda de um menino gerado com os óvulos de uma e gestado no útero da outra, informa Cláudia
Collucciem reportagem na Folha deste domingo.
A íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
"Cedi a todas exigências dela. Deixei carro, deixei apartamento. Saí com a roupa do corpo", afirma Gisele.
A criança foi gerada por fertilização "in vitro" durante o terceiro ano de casamento. Os óvulos fecundados da doadora foram implantados na ex-companheira, que desde a separação impede que ela veja a criança.
Leia a reportagem completa na Folha deste sábado que já está nas bancas.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Homossexualidade Links para pesquisar:

Leia mais
+ canais

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Brasil deve produzir testes rápidos para diagnóstico de doenças

A seguinte notícia da Folha.com (www.folha.com.br) foi enviada para você por
francisco adalton (
Clique no link abaixo para ler o texto completo:

Brasil deve produzir testes rápidos para diagnóstico de doenças
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1008205-brasil-deve-produzir-testes-rapidos-para-diagnostico-de-doencas.shtml

Comentário: É o Brasil;desacreditado,porem atuante,moramos neste pais,vamos acreditar;esqueção os politicos,poi desses não se pode esperar nada!.


Folha.com
http://www.folha.com.br/

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Marcha anticorrupção leva milhares às ruas em Brasília

07/09/2011 - 12h01

Marcha anticorrupção leva milhares às ruas em Brasília

Publicidade
 
CAROLINA SARRES
DE BRASÍLIA

Atualizado às 15h08.
A Marcha contra a Corrupção, movimento que ocorre paralelamente ao desfile de 7 de Setembro, reuniu milhares de pessoas em Brasília, segundo a Polícia Militar.
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal calcula em cerca de 60 mil o público na Esplanada dos Ministérios durante a manhã desta quarta-feira. Destes, entre 45 mil e 50 mil assistiram ao desfile militar. O público da marcha foi estimado pela secretaria em 12 mil --sendo que parte dele assistiu ao desfile e se integrou ao protesto depois.
Uma estimativa de público diferente foi feita pelo comando da Polícia Militar no local, que chegou a falar em 100 mil pessoas na marcha e no desfile militar. Essa estimativa foi considerada superestimada pela secretaria.
Apitos, máscaras, nariz de palhaço e caras pintadas de preto foram os símbolos escolhidos pelos manifestantes para protestar contra a corrupção no país. As faixas carregadas ao longo da marcha falam de corrupção em geral e do caso específico da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), livrada da cassação pelos colegas no fim do mês passado.
O protesto saiu do Museu da República e caminhou até o Congresso Nacional, ou seja, de um ponto a outro da Esplanada dos Ministérios. Jovens representam a maior parte dos manifestantes, mas também há crianças e idosos.
O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante, comparou o movimento às Diretas-Já e aos protestos pelo impeachment do então presidente Fernando Collor.
"Essa é uma forma de dizer que país queremos, com moralidade e justiça. É um grito que precisa ser ouvido (...) A classe média saiu de casa e veio para a rua. Foi assim com as Diretas-Já e com o impeachment. É assim que começa", disse durante a marcha.
Junto da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), a OAB lançou um manifesto em que apoia o movimento popular e destaca a necessidade de aprimoramentos nos Três Poderes. Entre eles, a aplicação da Lei da Ficha Limpa e a transparência nos gastos do Executivo federal.
BATE-BOCA
Durante a manhã desta quarta-feira, houve bate-boca acalorado entre integrantes do PSOL e os organizadores da marcha.
Dirigentes do partido levaram camisetas e bandeiras da legenda ao protesto. Os organizadores da marcha, que haviam pedido para os participantes não fazerem menções a partidos, pediram que as camisetas e as bandeiras fossem retiradas do local. Ao que os membros do PSOL reagiram mal, chamaram os manifestantes de "juventude do Sarney" e criticaram a ausência de faixas contra o PT. A confusão foi abafada.


editoria de arte/folhapress
editoria de arte/folhapress

terça-feira, 26 de julho de 2011

Heteroinquisidores - O Estado de S.Paulo

O Estado de S.Paulo

Heteroinquisidores

Se pai e filho agredidos por homófobos tivessem se 'confessado' gays, em vez de uma orelha decepada poderia haver dois cadáveres
24 de julho de 2011

Debora Diniz - O Estado de S.Paulo

quinta-feira, 7 de julho de 2011

SBT vai exibir episódios perdidos de "Chaves" em agosto

06/07/2011 - 20h09

SBT vai exibir episódios perdidos de "Chaves" em agosto

Publicidade
DE SÃO PAULO
O SBT anunciou nesta quarta-feira que vai passar a exibir os episódios perdidos de "Chaves" em agosto.
A notícia foi publicada inicialmente no Twitter oficial da emissora, e confirmada por sua assessoria.
De acordo com o canal, as fitas dos episódios, que passaram anos sem poderem ser exibidas, foram recuperadas.
As reprises do seriado são exibidas no Brasil há quase trinta anos, e sempre ajudam a alavancar a audiência de outros programas.

Divulgação/SBT
O ator Roberto Gómes Bolaños, criador e protagonista da série mexicana "Chaves"
O ator Roberto Gómes Bolaños, criador e protagonista da série mexicana "Chaves"

Ida de Datena para a Record mexe com audiência de outros canais

07/07/2011 - 08h10

Ida de Datena para a Record mexe com audiência de outros canais

Publicidade
DE SÃO PAULO
Hoje na Folha A ida de Datena para a Record mexeu com a audiência de todas as emissoras.
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta quinta-feira (7). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
A Band foi da briga pelo segundo lugar para a quarta posição. Anteontem, no horário do "Cidade Alerta" (das 16h59 às 19h15), registrou média de dois pontos, empatando com a TV Gazeta na faixa.
No mesmo horário, Record não teve grande mudança: marcou oito pontos. Globo e SBT cresceram um pouco, marcaram 23 e sete pontos, respectivamente.

Rodrigo Capote/Folhapress
Jose Luiz Datena na TV Bandeirantes no Morumbi
Jose Luiz Datena na TV Bandeirantes no Morumbi

Ator diz que não sabia que beijo gay não iria ao ar #eblog

08h15

Ator diz que não sabia que beijo gay não iria ao ar

Publicidade
 
ELISANGELA ROXO
COLABORAÇÃO PARA A
FOLHA
O ator Lui Mendes, 40, não sabia que a cena do beijo entre Jeová, personagem dele, e Chico, interpretado por Carlos Artur Thiré, na novela "Amor e Revolução" (SBT) não iria ao ar ontem.
Em entrevista por telefone à Folha, Mendes não quis comentar sobre o veto.
"Para mim, como ator, é apenas mais um papel. Estou acostumado com essas coisas. Não é da minha alçada decidir sobre a cena, é 'extra-papel'."
O primeiro beijo --com demonstração de afeto-- entre dois homens homossexuais em novelas brasileiras seria exibido no capítulo desta quinta no folhetim de Tiago Santiago. O SBT, no entanto, vetou.
Não é a primeira vez que um personagem gay do ator causa polêmica. Ele fez par romântico com André Gonçalves na novela "A Próxima Vítima" (Globo), em 1995. Na época, no entanto, nem foi cogitada uma cena de beijo entre os personagens.
Lui explica que então havia sido chamado pela direção da Globo para o desafio de interpretar um casal homossexual, capaz de ser querido pelo público. Agora no SBT, o caminho foi diferente.
Santiago não fez o convite para um novo personagem gay, segundo ele. Ao longo da trama, porém, com o sucesso do casal lésbico de Luciana Vendramini e Gisele Tigre (que teve a cena de beijo homossexual exibida pelo SBT), o autor achou que era o caso de criar um novo casal com pares do mesmo sexo.
REJEIÇÃO
Lui nega que tenha sofrido rejeição por interpretar um gay, seja em "Amor e Revolução", seja em "A Próxima Vítima".
"Trabalho desde os 11 anos. O público que vem conversar comigo na rua sabe quem eu sou. Vem falar com o ator. Já fiz muita coisa diferente. Fui gay, padre, escravo, assaltante...", explica.
O SBT fez uma pesquisa para avaliar o desempenho de "Amor e Revolução". A recente aprovação do casamento entre homossexuais pelo Supremo Tribunal Federal não parece ter comovido os espectadores ouvidos pelo canal.
O resultado foi a constatação de uma insatisfação do público sobre as cenas de violência e de um beijo explícito, que incomodou "a maioria das famílias brasileiras", segundo nota da assessoria do SBT.

Lourival Ribeiro/Divulgação/SBT
Chico (Carlos Artur Thiré, esq.) e Jeová (Lui Mendes) em cena da novela "Amor e Revolução", do SBT
Chico (Carlos Artur Thiré, esq.) e Jeová (Lui Mendes) em cena da novela "Amor e Revolução", do SBT

domingo, 26 de junho de 2011

21/06/2011 - 13h03
Homossexuais têm 20 vezes mais chance de contrair HIV, diz OMS

Publicidade
DA EFE
Os homossexuais apresentam 20 vezes mais chance de contrair HIV e por isso a OMS (Organização Mundial da Saúde (OMS) elaborou pela primeira vez uma lista de diretrizes para o tratamento e a prevenção deste vírus entre gays e transexuais.
Em países como a Bolívia, Jamaica, México, Mianmar, Tailândia, Trinidad e Tobago e Zâmbia, a porcentagem de homossexuais contagiados por HIV ultrapassa os 20%, e em alguns casos chega a 40%, segundo afirma o relatório da OMS, apresentado nesta terça-feira em Genebra.
No caso dos transexuais, as taxas de contágio variam entre 8% e 68%, dependendo do país, embora em muitos casos os dados não sejam confiáveis pelo fato da comunidade homossexual não ser legalmente reconhecida.
A OMS lembra que em muitos países estas pessoas são estigmatizadas, o que pode fazer com que não recorram aos serviços de atendimento médico, nem recebam tratamento por medo de serem humilhadas caso seja rompido o pacto de sigilo médico-paciente.
Atualmente, mais de 75 países criminalizam os homossexuais e transexuais, privando-os de direitos fundamentais, como o atendimento médico.
Segundo os dados por regiões, a prevalência de infecções de HIV entre homossexuais na África Subsaariana oscila entre 6% e 31%, enquanto na Ásia os homossexuais apresentam 18 vezes mais probabilidades de contrair o HIV do que a população heterossexual.
Na América Latina, cerca da metade das contaminações por HIV acontece entre gays.
As recomendações do relatório são dirigidas a políticos, profissionais de saúde e aos homossexuais e transexuais, com o objetivo de fomentar a prevenção por meio da camisinha.
"Não podemos reduzir a propagação da infecção por HIV no mundo se não forem atendidas as necessidades particulares destes grupos da população", declarou o diretor do departamento de HIV/Aids da OMS, Gottfried Hirnschall.
As novas diretrizes da OMS foram preparadas ao longo do ano passado mediante consultas mundiais das quais participaram funcionários da saúde pública, cientistas e representantes de organizações da sociedade civil.

Sexo anal traz dano aumentado de Aids para gays

22/06/2011 - 12h45

Sexo anal traz dano aumentado de Aids para gays

Publicidade
DE SÃO PAULO
Há várias hipóteses para explicar o aumento das taxas de infecção do HIV entre homens homossexuais e transexuais.
OMS faz guia para enfrentar avanço da Aids entre gays
Uma delas, segundo a OMS, é que esse grupo pode ter abandonado a camisinha por causa da maior expectativa de vida trazida pelos antirretrovirais.
Segundo o infectologista Jean Gorinchteyn, há quem deixe de se proteger ao pensar que os medicamentos diminuem as cargas virais e também a transmissão do HIV.
"Mas menor chance não significa que não haja a transmissão. Há ainda o risco de pegar outras doenças sexualmente transmissíveis, e o contato com cargas virais maiores pode ser prejudicial à saúde."
Além disso, práticas como sexo oral também podem transmitir a doença ""e nem sempre são feitas com preservativo.
Há também a maior tendência à relação com múltiplos parceiros, documentada estatisticamente no caso desse grupo.
O infectologista explica ainda que o sexo anal tem maior chance de transmissão porque nele há menos lubrificação, mais atrito e mais lesões, com ruptura pouco perceptível de vasos sanguíneos do ânus.
Segundo a OMS, seja quais forem as razões para o aumento, está claro que, mesmo em ambientes de alta renda, o risco de transmissão reverteu a tendência de queda.

OMS faz guia para enfrentar avanço da Aids entre gays

22/06/2011 - 12h43

OMS faz guia para enfrentar avanço da Aids entre gays

Publicidade
 
MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO
A OMS (Organização Mundial da Saúde) lançou na terça-feira (21), pela primeira vez, diretrizes e recomendações para ampliar o tratamento e a prevenção da Aids entre homens homossexuais e transexuais.
Sexo anal traz dano aumentado para grupo
Homossexuais têm 20 vezes mais chance de contrair HIV, diz OMS
Um dos motivos que levou à elaboração do relatório é a preocupação com o recrudescimento das taxas de infecção do HIV entre homens homossexuais, principalmente em países industrializados.
Com as diretrizes, a OMS pretende diminuir as barreiras impostas pelo estigma de ser homossexual, de forma que esse grupo tenha mais acesso aos serviços de saúde.
Segundo um estudo publicado em 2009 no periódico "Annals of Epidemiology", no qual a OMS se baseou, as taxas de infecção do HIV entre homens homossexuais em oito países, como EUA e Reino Unido, aumentaram 3,3% ao ano entre 2000 e 2005.
Entre 1996 e 2000, essa taxa havia caído 5,2% ao ano.
Dados da OMS também mostram epidemias do vírus recém-identificadas entre homossexuais e transexuais em países como Bolívia, Jamaica, México, Tailândia, Trinidad e Tobago e Zâmbia.
Na América Latina, estima-se que metade das infecções do vírus tenham origem em relações sexuais desprotegidas entre homens.
A organização afirma ainda que homens homossexuais têm 20 vezes mais chance de contrair HIV do que os homens heterossexuais.
BANALIZAÇÃO
Para o infectologista Jean Gorinchteyn, o documento da OMS deve dar início a uma nova mudança da prática sexual entre esse grupo, da mesma forma registrada no início da epidemia da Aids, na década de 1980.
"Hoje há uma ideia distorcida de que a existência dos antirretrovirais dá direito ao sexo desprotegido, sem riscos, e houve uma banalização do uso do preservativo."
Segundo Dirceu Greco, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, mesmo com a estabilização geral da epidemia há grupos mais vulneráveis que continuam com taxas altas, como os homossexuais, usuários de drogas e prostitutas.
PRECONCEITO
Para a OMS, o estigma e a criminalização das relações homossexuais em muitos países são barreiras para o tratamento. Mais de 70 países criminalizam os homossexuais e transexuais, privando-os do atendimento médico.
As 21 recomendações do relatório são dirigidas a políticos, profissionais de saúde, organizações não governamentais e à comunidade.
Entre as diretrizes, está a criação de leis e medidas contra o preconceito para proteger os direitos de homossexuais e transexuais, o uso de camisinha e a garantia do atendimento de saúde.
"Não podemos reverter a propagação da infecção por HIV no mundo se não forem atendidas as necessidades particulares desses grupos da população", disse Gottfried Hirnschall, diretor do departamento de HIV/Aids da OMS.
De acordo com Greco, existe uma ideia de que a epidemia da Aids está resolvida. "Mas ainda há mortalidade, preconceito e agressões a homossexuais", afirma.

Arte
Com agências de notícias

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Sem-teto gays são discriminados em abrigos paulistanos, destaca Folha de S.Paulo



AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS |
LGBT
13/02/2011

13/02/2011 - Sem-teto gays são discriminados em abrigos paulistanos, destaca Folha de S.PauloGay

De acordo com informações publicadas no veículo, alguns desabrigados precisam esconder homossexualidade para evitar violência de responsáveis pelas entidades e outros abrigados. Situação é ainda mais difícil entre TRAVESTIS e TRANSEXUAIS.
Sem-teto gays andam juntos para se proteger
Eles preferem ser chamados por nomes femininos, como Giovanna Antonelli
Pedintes homossexuais reclamam da proibição de entrarem vestidos de mulher nos abrigos da cidade de São Paulo
"Acordem, meninas. São 7h, a diária acabou", diz o vigia de um estabelecimento comercial localizado na avenida Paulista.
Ele está falando com Samuel, 38, Joaquim, 35, Josué, 42, e Leandro, 23. Os quatro são gays e mendigos, moradores de rua.
Eles vivem em grupo para se proteger. Nos últimos meses, cresceram as agressões a moradores de rua e contra gays na avenida Paulista.
Por serem pedintes, por serem homossexuais e por estarem naquela região, os quatro se dizem triplamente expostos. Dizem já ter sido espancados pela polícia, por skinheads e até por outros moradores de rua.
Todos esses mendigos gays têm em comum histórias de rejeição da família, de dependência de álcool e drogas, de prostituição e de abuso sexual na infância.
Todos têm uma "identidade" feminina. Josué é Kelly ("de Grace Kelly"). Samuel é Sam. Joaquim é Giovanna Antonelli. E Leandro é Ludimila. Deste ponto em diante, serão chamadas por seus nomes de mulher.
A maior queixa é a intransigência dos abrigos, que proíbem a entrada de mendigos travestidos. "Dizem: "senhora, tem de colocar roupa de homem"", diz Kelly.
Com isso, muitos buscam escamotear a homossexualidade para conseguir vaga nos albergues e se precaver da violência e da discriminação dos outros abrigados.
"Sou uma mulher presa num corpo de homem. Não consigo representar uma coisa que não sou", diz Cláudio, nome de batismo de Cláudia, 39, TRAVESTI em terapia hormonal para ter traços femininos e crescer mamas.
A situação chegou aos bancos acadêmicos e virou tema de pesquisas de pós-graduação na USP e em outras universidades paulistas.
"Quanto maior a identidade transgênica, maior é a violência. Agregam estigmas que agravam a exclusão social", diz a psicóloga Fernanda Maria Munhoz Salgado, que faz mestrado na PUC sobre mendigos homossexuais.
Também mobilizou a militância gay, que negocia com a prefeitura a abertura do primeiro albergue exclusivo para gays, lésbicas, TRAVESTIS e TRANSEXUAIS de São Paulo.
"Se cederem o imóvel, no estado em que estiver reformo com o meu próprio dinheiro", afirma o empresário Douglas Drumond, dono da sauna gay 269, na região da avenida Paulista.
Segundo o censo da prefeitura, havia 13.666 moradores de rua em São Paulo em 2009. No próximo recenseamento, deve ser incluída uma pergunta sobre a orientação sexual para saber, ao menos, quantos são.
Fonte: Folha de S.Paulo

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

'A agonia do SUS' & Privatização da saúde no Rio RESPOSTA Do CNS



 
 
 
Retransmitimos resposta do presidente do CNS (Conselho Nacional de Saúde), Francisco Batista Júnior, ao nosso informe/denúncia sobre a privatização da saúde no Rio, bem como seu artigo “A agonia do SUS”,  publicado pela Folha de S.Paulo.
 
Também recebemos diversas manifestações de  repúdio de ativistas, profissionais e saúde e parlamentares indignados com a situação.
 
Aqui no Estado do Rio na Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania - SESDEC,  se anuncia um plano de demissões voluntárias dos profissionais estatutários que, mal pagos e sem condições de trabalho, vão lentamente cedendo espaço à privatização da saúde e dando lugar a equipes descompromissadas, mal treinadas e sem o menor controle das suas ações.
 
Neste momento discutimos com algumas lideranças do movimento Aids e Tuberculose, como reagir enquanto controle social,  frente ao crescente descaso e abusos praticados contra a saúde pública em nosso estado/cidade.
 
 
Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Secretaria Executiva
CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA – GPV Niterói
REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS   
                                                                                                 Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social
Campanhas de tuberculose:



Lamentável!! Absolutamente vergonhoso!

Enquanto o Ministério da Saúde fizer vistas grossas e o Poder Judiciário permanecer silente diante de tudo isso, o SUS será totalmente espoliado pelos que se aproveitam da omissão e da impunidade. Não adianta falar que o problema do SUS é o financiamento com esse tipo de ataque, achaque e saque praticado diuturnamente em praticamente todo o país contra o sistema, em governos das mais variadas matizes ideológicas.

A mobilização do movimento social infelizmente tem sido insuficiente numa disputa profundamente desigual contra um adversário que tem dentro do seu campo atores que se identificam com diferentes visões ideológicas, inclusive progressistas e socialistas.

Continuemos a resistência.

Francisco Júnior.
 

“A agonia do SUS”, por Francisco Batista Júnior

O presidente do CNS (Conselho Nacional de Saúde), Francisco Batista Júnior, publicou artigo na Folha de S.Paulo contra a realização de parcerias e colaborações do setor privado na gestão do SUS (Sistema Único de Saúde). Leia a seguir o texto na íntegra.
A agonia do SUS
FRANCISCO BATISTA JÚNIOR
O SISTEMA Único de Saúde e as suas mazelas estão nas manchetes como nunca antes em sua curta história neste país. As filas, as mortes, as carências, os choros, as greves. Mas em nenhuma das manchetes seus grandes feitos são realçados: os milhões de procedimentos, desde os mais simples até os mais especializados, nada chega ao conhecimento da imensa legião de usuários e adeptos e que fazem a inveja de praticamente todos os países do mundo.
Para um país marcado pela ação patrimonialista, pelo autoritarismo, pela concentração de renda e pelo uso da doença como forma de enriquecimento, foi muita ousadia a aprovação de uma proposta política universal, integral, democrática e humanista.
Com subfinanciamento crônico, deflagrou-se um dos mais violentos ataques jamais praticados contra aquela que consideramos a maior conquista da história recente do povo brasileiro. O SUS foi colocado à disposição dos grupos hegemônicos políticos e econômicos, que se apoderaram da sua gestão e dos seus destinos, promovendo um saque sem precedentes. Nomeações clientelistas e oportunistas fizeram o trabalho. Desmontaram o que havia de rede pública e de componentes estratégicos da atenção primária e especializada.
Num segundo momento, promoveram um processo de privatização jamais visto no Estado brasileiro, por meio da sistemática compra de serviços, concomitante à desestruturação do setor público.
Em seguida, avançaram na privatização também da gestão do trabalho, por meio dos processos de terceirização de trabalhadores em todos os níveis de formação e qualificação. Mas os inimigos do SUS não estavam satisfeitos. Partiram para o último, definitivo e mortal golpe: o processo de privatização da gerência dos serviços que compõem o patrimônio público, sob a alcunha de “parceria” e “colaboração” com o setor privado.
Sempre tivemos claro que uma proposta abrangente, transformadora, ambiciosa e democrática como o SUS só seria viabilizada se ele fosse predominantemente público, por meio de um financiamento adequado, com a prioridade absoluta para a promoção da saúde, com carreira única, gestão profissionalizada e, por fim, democrática por excelência, conceitos que fazem parte do seu arcabouço jurídico.
Os adversários do SUS fizeram tudo exatamente ao contrário. Daí os graves problemas que o sistema enfrenta e que são utilizados como argumentos para o golpe definitivo.
Vivemos, em consequência de tudo isso, uma grande crise de financiamento, modelo de atenção, relação público-privada, gestão do sistema e de trabalho e controle social, tendo como crise maior e de sustentação geral a de impunidade.
O discurso do momento é a necessidade de flexibilizar e tornar mais eficiente e moderna a gestão. E isso só seria possível com a realização de “parcerias” e “colaborações” com o setor privado. Nunca havíamos visto tantos editoriais, entrevistas e discursos nem tanta gente, inclusive alguns que fizeram a reforma sanitária, defendendo com tanta veemência as “parcerias”, as “colaborações” e a “modernização do SUS”.
À revelia da lei, entregam de maneira criminosa a grupos privados o sistema em toda a sua estrutura, num processo que, além de burlar a Constituição Federal, institucionaliza, aperfeiçoa e aprofunda a privatização do Estado brasileiro naquilo que há de mais sagrado: a vida das pessoas.
O Conselho Nacional de Saúde cumpre o seu papel de defesa do SUS e da população brasileira e apresenta ao governo e ao Legislativo as propostas: regulamentação da emenda constitucional 29; regulamentação do parágrafo 8º do artigo 37 da Constituição, que trata da autonomia administrativa e financeira dos serviços; regulamentação do inciso V do artigo 37 da Constituição, que trata da profissionalização da gestão; flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal para a saúde; criação da carreira única da saúde com responsabilidade tripartite; gestão participativa, humanizada e democrática; serviço civil em saúde durante dois anos para todos os profissionais graduados na área; um projeto nacional de cooperação das três esferas para estruturar as redes de atenção primária e de serviços especializados nos municípios em todo o país.
Essas são propostas que têm sintonia com os princípios do SUS e que, se implementadas, podem fortalecê-lo e consolidá-lo plenamente.
FRANCISCO BATISTA JÚNIOR, farmacêutico, pós-graduado em farmácia pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), é presidente do Conselho Nacional de Saúde e servidor do hospital Giselda Trigueiro, da rede do Sistema Único de Saúde do Rio Grande do Norte.
Fonte: Folha de S.Paulo
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
 
Em 07/02/2011 23:07, Carlos Basilia < carlosbasilia@ibiss.com.br > escreveu:
 
 A Prefeitura do RJ agora vai privatizar o sistema de emergência dos grandes hospitais que abrigam os maiores atendimento de emergência da cidade.
Vítima de uma irresponsável  gestão no trato da saúde, a cidade do Rio de Janeiro,  padece com a falta de condições mínimas de atendimento e a falta de material básico, leitos, remédios, médicos, enfermeiros, maqueiros etc.
Essa tentativa de privatização apenas muda o endereço da cobrança pelo fracasso administrativo da Saúde na cidade.
Mas o Prefeito esquece que tratar da Saúde da população é garantir VIDA a essas pessoas que dependem desse atendimento.
Virá a grande mídia e dizer que essa "loucura" vai beneficiar a população ??
Mais louco é quem acredita nisso e mais irresponsável é quem der condições para isso acontecer.
 
 
 A prefeitura do Rio anunciou que privatizará, entregando à OSs, suas 4 grandes emergências dos maiores hospitais: Souza Aguiar, Miguel Couto, Salgado Filho e Lourenço Jorge. Essa é uma reação impulsiva e absurda aos problemas que vem enfrentando nos últimos meses, com as faltas de pessoal e materiais nos hospitais e, em especial, nas emergências, acentuadas nos fins de semana.
          
2. Esse caminho será o caos. Num grande hospital se terá duas cabeças de comando do mesmo espaço: público nos atendimentos ambulatoriais, cirurgias e internações e privado na emergência. A emergência não é um setor à parte. Ao contrário. É totalmente integrada ao hospital e, nos casos mais delicados, depende do setor de cirurgias. Além disso, se terá dois regimes salariais. Será impossível administrar maqueiros, enfermeiros e médicos que no mesmo corredor têm salários e direções di ferentes. E sem servidor concursado, a memória da experiência, fundamental nas emergências, se esvai. É o caos anunciado.
          
3. (Globo, 06) Prefeitura entregará setores de 4 hospitais e 2 PAMs a organização social, para agilizar atendimento e evitar falta de médicos. As organizações sociais (OS) ampliarão sua atuação no setor. Uma delas ficará a cargo da gerência e do atendimento nas emergências dos quatro grandes hospitais da prefeitura: Souza Aguiar (Centro), Miguel Couto (Gávea), Lourenço Jorge (Barra da Tijuca) e Salgado Filho (Méier). Além deles, dois PAMs (Del Castilho e Irajá) serão incluídos no projeto de terceirização das emergências. O programa é uma tentativa da prefeitura de reorganizar o sistema, para agilizar o atendimento a pacientes e evitar a falta de especialistas.  O projeto foi batizado de Programa de Emergência e Urgência de Pronto Atendimento. As seis emergên cias serão monitoradas por uma base operacional.
 
Fonte:  Ex-blog do CesarMaia
_____________
 
Carlos Basilia
Observatório Tuberculose Brasil
Membro Fórum ONGs Tuberculose-RJ
Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social - IBISS
Ações de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social em Tuberculose
Campanhas de tuberculose: