Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Unicef. Mostrar todas as postagens
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sábado, 29 de outubro de 2016

Documentários #IdeologiaDeGenero

Amigos, envio o link de um documentário, em versão reduzida, produzido no primeiro semestre deste ano nos EUA sobre a manipulação da educação infantil para atender à agenda de "gênero". Se trata de um amplo programa de modificação cultural mundial a partir da educação infantil escolar lançado pela ONU e executado por seus órgãos, como UNESCO, FNUAP e UNICEF, com participação de ONGs como a IPPF (a multinacional do aborto).  Vemos aqui a relação entre ideologia de "gênero" e aborto.


  Também é importante ficarmos bem atentos para a forma como o assunto "sexualidade humana" pode ser explorado pela escola.  Geralmente, os termos problemáticos que podem aparecer na grade curricular da escola são estes:

Educação sexual;

Educação em sexualidade humana;

Educação em reprodução humana;

Informações sobre saúde sexual e reprodutiva;

Prevenção à violência sexual;

Educação para a vida familiar;

Prevenção à gravidez na adolescência;

Programas anti-bulling;

Prevenção a HIV / AIDS; e

Abstinência + educação


  Se alguma dessas palavras estiverem presentes, é importante que os pais formem grupos e juntos se manifestem à direção da escola                                  
 Seguem os links:                                  
1) Artigo no Zenit: https://pt.zenit.org/articles/documentario-mostra-como-se-doutrina-as-criancas-na-ideologia-de-genero/


2) Documentário em versão reduzida com legendas em espanhol: https://vimeo.com/161274559

 
Para assinar contra entre no site WWW.StopCSE.ORG

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

#bemfam CLIPPING - 05/set./2013 #diadasaudesexual

CLIPPING - 05/set./2013

Brasil mantém taxa internacional de fertilização in vitro
BBC Brasil

Em 2012, o Brasil congelou 32.181 embriões e doou outros 315 para a pesquisa científica. Os dados constam do 6º Relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgado nesta quarta-feira. Pelo segundo ano, a agência calculou ainda a taxa de fertilização dos embriões congelados, que foi de 73% — índice dentro dos padrões sugeridos pela literatura internacional, que varia de 65% a 75%. No mesmo ano, foram produzidos 93.320 embriões e realizados 21.074 ciclos para fertilização in vitro. De acordo com a lei de biossegurança de 2005, só podem ser doados para pesquisa embriões congelados até 2005 e que completaram três anos de congelamento e os embriões inviáveis — aqueles com alterações genéticas comprovadas, que tiveram seu desenvolvimento interrompido em período superior a 24 horas a partir da fertilização in vitro ou aqueles com alterações morfológicas que comprometam seu desenvolvimento. A maior taxa de fertilização se encontra no Sudeste, com 75% — a região tem 47 centros que prestam serviços de fertilização. O pior índice se encontra no Nordeste, que registrou apenas 51%. A região, no entanto, tem apenas um serviço com dados enviados à agência. De acordo com a Anvisa, os bancos que não enviaram dados poderão sofrer penalidades legais.

Brasil é 18º em ranking de progresso social
Estadão

Entres os BRICs, o país é o mais avançado socialmente, segundo índice lançado nesta quarta-feira

O Brasil é o país mais avançado socialmente do grupo chamado Bric, que inclui também Rússia, Índia e China. Segundo o Índice de Progresso Social, lançado quarta-feira, 04, na conferência Ethos 2013, o País aparece em 18º lugar no ranking de 50 nações avaliadas pelo Instituto Social Progress Imperative. Na América do Sul, o Brasil fica atrás apenas do Chile (14º) e da Argentina (15º). Segundo o professor Michael Porter, da Universidade de Harvard, que elaborou o índice, os protestos populares realizados em junho no Brasil demonstram que há uma forte demanda das gerações mais jovens. "O progresso social será crucial para a ambiciosa estratégia de desenvolvimento do Brasil", disse. "O país mostra conquistas importantes em questões relacionadas com o progresso social, mas em um contexto de altas e persistentes desigualdades estruturais", observou. Porter afirmou também que o índice ajudará o governo brasileiro, as empresas e a sociedade civil a identificar áreas essenciais do progresso humano. O índice analisou dados de 52 fontes, agrupadas em três categorias: necessidades humanas básicas, fundamentos de bem-estar e oportunidades. De acordo com a pesquisa, o Brasil é mais eficiente em transformar crescimento econômico em progresso social. Outro aspecto ressaltado pelo estudo é a tolerância da sociedade brasileira com as minorias. Nas áreas em que é preciso avançar, são listados cinco desafios: segurança pública; acesso ao ensino superior e qualidade da saúde; necessidades humanas básicas, como água e saneamento; defesa dos direitos da mulher; e sustentabilidade do ecossistema.

ONU lembra que mais de 2,5 bilhões de pessoas vivem sem saneamento adequado
ONUNotícias

O vice-secretário-geral da ONU, Jan Eliasson, alertou que o momento para ações aceleradas, energizadas e coordenadas para a melhoria do acesso e gestão da água e saneamento é “agora”. Ele pediu cooperação renovada nos esforços para fornecer água de qualidade e saneamento adequado para as mais de 2,5 bilhões de pessoas que vivem sem estes dois importantes recursos.Em um discurso na sessão plenária para a Semana Mundial da Água, em Estocolmo, na Suécia, Eliasson afirmou que “lidar eficazmente com a crise de água e saneamento é fundamental para a luta contra a doença e a pobreza”. Ele pediu para os centenas de delegados reunidos na sessão intitulada “Construindo Parcerias para o Saneamento e Água para Todos” que trabalhem para atingir soluções sustentáveis e medidas entre os atores sociais envolvidos – incluindo os governos nacionais, administrações locais, parceiros de desenvolvimento, organizações internacionais, o setor privado, a comunidade científica e de pesquisa e a sociedade civil. 
A água e o saneamento fazem parte das oito metas de combate à pobreza – mais conhecidas como os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) – às quais líderes mundiais concordaram em atingir até o final de 2015. Eliasson observou o anúncio feito no ano passado de que o mundo havia atingido a meta de acesso a fontes melhoradas de água, mas que a qualidade da água em grande parte ainda não consegue atender os padrões básicos da Organização Mundial da Saúde (OMS). Cerca de 80% da água residual global de assentamentos humanos ou fontes industriais é despejada sem tratamento, contaminando os oceanos, lagos e rios. O abastecimento de água e o saneamento inadequado equivale a uma perda econômica de 260 bilhões de dólares em todo o mundo em gastos de saúde e menor produtividade no trabalho, relatou a OMS. O saneamento é a meta mais atrasada dos ODM, e cumpri-la implicaria na redução da proporção de pessoas sem acesso ao saneamento básico de mais da metade para 25% até 2015.

UNICEF lança site da Semana do Bebê

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançou nesta segunda-feira o site www.semanadobebe.org.br. da iniciativa Semana do Bebê. Por meio desse novo canal, o internauta poderá obter informações sobre como participar e acompanhar as mobilizações em favor dos direitos de meninas e meninos na primeira infância em todo o País. O site apresenta notícias e materiais de apoio para as cidades que desejam promover a iniciativa. Permite também o cadastro dos municípios para que recebam um kit de comunicação. As peças têm como porta-voz o ator Lázaro Ramos, embaixador do UNICEF no Brasil.
A Semana do Bebê é uma estratégia de mobilização social que tem como objetivo tornar o direito à sobrevivência e ao desenvolvimento de crianças de até 6 anos prioridade na agenda dos municípios brasileiros. A iniciativa teve início em Canela (RS), onde é realizada anualmente há 13 anos. Reconhecendo essa boa prática, o UNICEF sistematizou a metodologia da Semana do Bebê e está ajudando a promovê-la em centenas de municípios brasileiros. A mobilização já ultrapassou a fronteira do Brasil, chegando a países como Portugal, Argentina e Uruguai. Ao realizar a Semana do Bebê, cada município brasileiro contribui com o “Compromisso com a sobrevivência infantil: uma promessa renovada” – iniciativa do UNICEF e dos governos dos Estados Unidos, Índia e Etiópia em apoio à estratégia Toda Mulher Toda Criança, da Assembleia Geral da ONU, lançada em 2010. Esse compromisso tem como objetivo acelerar os esforços dos governos e da sociedade de reduzir as mortes evitáveis de crianças de até 5 anos, com ênfase nos primeiros dias de vida.

[7 anos de “Lei Maria da Penha”] Mulheres morrem com a medida protetiva nas mãos
Zero Hora

Uma pesquisa de opinião inédita divulgada na semana em que a Lei Maria da Penha completou sete anos revelou que o problema da violência doméstica está presente no cotidiano da maior parte dos brasileiros: entre os entrevistados, de ambos os sexos e todas as classes sociais, 54% conhecem uma mulher que já foi agredida por um parceiro e 56% conhecem um homem que já agrediu uma parceira.Diante dos dados, o Estado e a sociedade precisam fazer um pacto de não tolerância à violência contra a mulher para enfrentar este problema, na avaliação da secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da SPM-PR (Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República), Aparecida Gonçalves. Para tal, o poder público ainda terá que superar alguns desafios, como repensar suas estratégias para garantir a proteção da mulher que denuncia seu agressor. Também expandir os serviços de acolhimento a mulheres vítimas de violência. Segundo a pesquisa, 92% concordam que, quando as agressões contra a esposa/companheira ocorrem com frequência, podem terminar em assassinato. O que leva a população a ter essa percepção? A percepção da população é real. Quando as mulheres vão fazer uma denúncia a ameaça do assassinato é muito presente. E, por isso, uma das discussões que temos feito no serviço público é que é preciso com urgência acreditar na fala da mulher. Quando ela chega no serviço público dizendo que está ameaçada é porque de fato ela corre risco. Temos que partir da premissa de que a ameaça sempre se torna uma realidade. Isso é uma primeira grande questão que precisa ser melhor trabalhada nas instituições públicas, é um grande desafio que precisamos superar. A segunda grande questão é que os dados e a própria imprensa têm mostrado que as mulheres estão morrendo com o Boletim de Ocorrência e com a medida protetiva em mãos – ou seja estão morrendo sob instrumentos que deveriam garantir sua proteção. Isso faz com que nós tenhamos que repensar qual deve ser a nossa estratégia de intervenção. Esse é o grande desafio que está colocado neste momento: quais são as medidas que o Estado tem que tomar para garantir a proteção a essas mulheres?

Panorama da epidemia de aids no Brasil é discutido durante o 18º Congresso Brasileiro de Infectologia
Agência de Notícias da Aids

 A importância da participação dos diversos atores no combate à epidemia de aids foi um dos destaques da apresentação do Dr. Fábio Mesquita, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, durante o 18º Congresso Brasileiro de Infectologia, em Fortaleza.

 Mesquita reafirmou o compromisso do governo brasileiro de manter o diálogo aberto para o melhor enfrentamento da epidemia de HIV/aids no país. Segundo ele, o Ministério da Saúde está buscando parcerias concretas com a sociedade civil organizada e, como exemplo dessa iniciativa, citou o lançamento de uma série de consultas públicas à sociedade civil para debater os rumos da política de enfrentamento da doença no país. “A proposta é definir um alinhamento estratégico nacional com amplos setores da sociedade civil, de forma a estabelecer um consenso sobre a dinâmica de combate às hepatites virais, DST e aids”, explicou.  A fala fez parte da palestra: “Os desafios para o enfrentamento da pandemia de HIV/aids”. O pesquisador Alexandre Grangeiro, professor da Universidade de São Paulo, e Marco Vitória, da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, também participaram do debate sobre as perspectivas da epidemia para os próximos dez anos. Outra iniciativa anunciada por Fábio Mesquita foi a descentralização da testagem e do tratamento dos centros de atenção especializada para a atenção básica. O diretor citou experiências nos estados do Ceará, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro como exemplos preliminares de como o atendimento, o tratamento e a prevenção da aids podem ocorrer nas unidades de atenção básica e nas equipes de saúde da família.  O diretor falou sobre o conceito da prevenção combinada que associa as práticas habituais, como distribuição de preservativos, gel e seringas, com um elemento adicional: o uso de medicamentos antirretrovirais como forma de prevenção. A medicação tem um efeito imediato e direto na redução de eventos clínicos e na mortalidade das pessoas que iniciam terapia imediatamente, além de ter impacto na transmissão do HIV. “Ainda seguimos no país a mesma política de combate que, embora tenha sido necessária e importante no final dos anos 90, hoje necessita de outras formas de intervenção. Temos inovações para que possamos avançar e combater a epidemia”, explica.

Relatório sobre o novo Código Penal fica pronto no final do mês
Poder Online

O senador Pedro Taques (PDT-MT) acredita que o relatório final sobre a reforma do Código Penal ficará pronto até o final deste mês de setembro. A partir da próxima semana, o relator da matéria vai discutir as últimas emendas da matéria. Ao todo, o código penal já teve aproximadamente 600 emendas. Com a conclusão do relatório, a matéria estará pronta para a votação em plenário. A matéria começou a tramitar no Congresso em outubro de 2011, após a constituição de uma comissão especial de juristas. Os maiores gargalos do novo Código Penal dizem respeito à legalização parcial do aborto, a criminalização da homofobia e a descriminalização do uso de drogas. O novo código também traz novidades sobre os crimes de corrupção ativa e passiva, endurecidos no Supremo Tribunal Federal (STF) após o julgamento do mensalão.

“É papel da Igreja discutir o Estado?”
Adital

Representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pastorais e movimentos sociais de todo o Brasil deram início à 5ª Semana Social Brasileira (SSB Setembro 2013), no Centro Cultural de Brasília, Distrito Federal, sob o tema "Estado para quê e para quem”.

Na abertura da Semana Social Brasileira, "É papel da Igreja discutir o Estado?”, questionou dom Guilherme Werlang, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB. "É missão, sim, da Igreja abraçar essa discussão, pois envolve o homem e a mulher e tudo o que diz respeito ao ser humano e à vida, diz respeito à Igreja. O Estado, na sua essência, diz respeito à Igreja. As Igrejas não existem para si mesmas, a Igreja existe para servir ao povo, ao mundo”, ressaltou, comentando que é obrigação de todo cristão/ã se envolver nessas discussões e que é preciso coragem para isso, já que o diálogo "com o Estado que temos” não tem sido fácil. "Somos enviados para ser boa notícia e denunciar o que não está bom, por isso a necessidade de discutir o Estado com a sociedade civil e movimentos sociais. É missão da CNBB discutir com a sociedade e propor caminhos que gerem a vida. Nem sempre esse diálogo tem sido fácil, porque o diálogo não vai com verdades fechadas, é preciso ouvir e ser ouvido”, enfatizou.

Classe E impulsiona consumo de cartão de crédito em 2013
iG São Paulo  

Jovem da periferia representa 26% da demanda pelo recurso, segundo a Serasa Experian

A camada mais pobre da população foi a que mais cresceu entre os contratantes de serviços de cartão de crédito no Brasil, com participação de 16,8% em 2013, mostrou quarta-feira (4) uma pesquisa da Serasa Experian sobre o perfil dos consumidores do produto financeiro, durante o Congresso C4, realizado em São Paulo. Comparativamente, a classe E é também o grupo com maior risco de não honrar o pagamento, na faixa de 58%. A probabilidade de inadimplência, para este público, chega a 40% num período de 12 meses após a obtenção do empréstimo. A periferia jovem teve o maior destaque na demanda por cartões, representando 26% do mercado consumidor. “Devido ao baixo nível de renda, eles estão muito próximos do limite da inadimplência. Qualquer eventualidade, como um problema de saúde na família, pode representar o não pagamento da dívida”, explica Julio Guedes, chefe de análise da Serasa. Outro grupo que se destacou na demanda por cartões foi o de assalariados urbanos. A procura pela modalidade de crédito entre eles subiu de 12% para 16% este ano em relação a 2012. A classe D ainda domina o mercado, com 40,9% de participação. Segundo apontou o estudo, o percentual de consumidores que procuram por mais de um cartão de crédito em diferentes bancos ou operadoras, no intervalo de três meses, foi de 76% este ano. O dado gera preocupação, segundo Guedes, uma vez que a multiplicação do crédito em vários canais geraria aumento do risco de dívidas não pagas.

FRASE

"Para alcançar a saúde sexual, escolhe teus direitos sexuais e tira uma foto!”-  lema do Dia [4 de setembro] Mundial da Saúde Sexual, 2013.

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Carta Aberta - VI ENAJVHA

 
VI ENCONTRO NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV/AIDS

UM OLHAR FORA DO EIXO¹

No Período 10 a 13 de julho, realizou-se em Brasília/DF o VI Encontro Nacional de Adolescentes e Jovens vivendo com HIV/AIDS – ENAJVHA, evento que reuniu jovens soropositivos e convivendo² com HIV/AIDS de diversas partes do Brasil “para a interlocução, troca e avaliação de experiências entre jovens vivendo com HIV e AIDS”³. Também com o propósito de ser “um momento em que os jovens pudessem descobrir possibilidades de atuação frente aos desafios locais, conhecer e se articular com outros jovens e com as redes já existentes de luta contra a epidemia”4.

Entretanto, mais uma vez, a teoria não conseguiu ser posta em prática e um momento que poderia ser “com” foi somente “para”, na contramão tanto do objetivo do encontro, como da Carta de Princípios da RNAJVHA5.

Subsidiado por diversas formas de marketing e financiamento, a verticalização na construção do Encontro, centralizou as escolhas para a Comissão Organizadora, excluindo sistematicamente algumas pessoas, colocando-as à margem da história e da própria existência enquanto integrantes da RNAJVHA. Não havia uma resposta plausível que justificasse o motivo de deixarem de fora da organização, as referências da RNAJVHA no CONJUVE e na CNAIDS, além do representante amazônico (e que também não estava como delegado no Encontro até ser incluído mediante a sugestão no regimento interno). Assim como até hoje não se sabe o motivo dos amigos pessoais do ex-representante nacional assumirem funções que, conforme critério de filiação da Rede não os competia por serem adultos e convivendo.

Houve ausência de materiais preparatórios que pudessem, desde os meios virtuais até o presencial, oferecer elementos para a plenária “elaborar e incitar respostas, ações e políticas públicas contra os estigmas e impactos do HIV e AIDS”6. Além disso, ficou notório que as dinâmicas postas no e-group e grupo da Rede no facebook tenha surtido o efeito no Encontro Nacional. O acolhimento tinha virado o ópio da política e o cuidado tornou-se mais ameaça que bem-querer. Parei e fiquei observando o quanto fez-nos falta nas manhãs, aqueles momentos regado de poesia, música ou uma dança circular... O ditado popular “colocar o carro na frente dos bois” teve muito haver com o colocar um fórum de debate antes da mesa de abertura. Iniciar uma discussão sem boas-vindas? Sim! Seria um risco a integração!

No ato do credenciamento, o primeiro desconforto aos participantes: ter que assinar alguns recibos que foram entregues sem orientação alguma, mas quando questionados, disseram ser ora do UNICEF (ainda que o documento estivesse sem nenhuma logomarca desta agência), ora do Departamento Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais. Interessante que ambos ao serem consultados, afirmaram desconhecer esta solicitação. Neste meio onde uma parte ficava assustada e sem uma resposta transparente que lhe desse a confiança, houve quem se aproveitou disso para descaracterizar pessoas, simplesmente por quererem saber algo legítimo e que lhes era de direito.

Fóruns foram reduzidos para priorizar a votação do regimento interno. Durante a leitura, um dos primeiros vetos estava na proposta do debate acerca da organização da RNAJVHA, demostrando certa indisposição para tratar do assunto. Desde então, notou-se que as possibilidades de diálogo estavam comprometidas por interesses ou presas por algo concedido. Havia uma sintonia entre @s que tinham sido indicad@s anteriormente a algum evento com os que votavam a favor de um grupo específico.

Não há como deixar de perceber a diferença entre as devolutivas dos representantes da CNAIDS e do CONJUVE, para a representação do nacional. Enquanto estes pautaram a partir da qualidade, o último tratou por números, como se estivéssemos fazendo prestação de contas governamentais. Não é do conhecimento coletivo no que as inúmeras participações em congressos, reuniões e outras atividades trouxeram de concreto para a Rede, assim como sobre a transparência dos recursos financeiros captados para o trabalho da RNAJVHA.

Tornou-se perceptível que muit@s presentes estivessem ali para uma estratégia não mais oculta há muito tempo: a escolha da nova representante da RNAJVHA. No grupo da RNAJVHA no facebook, alguns perfis contendo na imagem a hashtag #AgoraéEla7 já apontava o caráter eleitoreiro que nos esperava com adesivos e vídeos publicados na internet. Aliás, a própria eleição d@s nov@s representações fez parte de um processo que perpassou por grande parte dos Encontros Regionais, como o Amazônico que não teve muita coisa diferente desta edição do ENAJVHA. Seria inocência demais pensar que a devolutiva do ex-representante nacional finalizada com um vídeo entre ele e a atual, não tivesse nada haver com o que estava arquitetado.

“Faz escuro, mas eu canto8”. As palavras do poeta Thiago de Mello refletem sinais de esperança que em meio ao inverno brasilense, apresentava raios de sol. Não há dúvida na capacidade técnica e política de representantes do Ministério da Saúde e das agências da ONU, dentre outr@s parceir@s, assim como no compromisso destes/as no desenvolvimento integral de adolescentes e jovens, em especial, soropositiv@s. Cabe um agradecimento todo especial a estes/as facilitadores/as convidad@s para o evento, assim como d@s financiadores/as e de coordenações/programas estaduais e municipais de DST/AIDS que investiram mais uma vez na estrutura e deslocamento da maioria d@s presentes.

Questionava-se onde foi parar a missão e as prioridades norteadoras desta organização? E os objetivos, até que ponto foram referências? Parecia que não estávamos numa atividade de jovens, e tampouco da RNAJVHA. Querendo ou não, a juventude tem em si a inquietude pela mudança e isto moveu uma parte d@s participantes para uma ação em resposta ao que estava acontecendo. Então, outro caminho possível foi proposto entre o grupo que se opunha: não se resumir em espectador ou a eleições de representatividades cujo modelo fecha-se em si mesm@s, mas criar espaços de reflexão paralelos e que pudessem encaminhar coisas possíveis. Mais do que uma democracia representativa, buscavam uma democracia participativa, assim como aquela que motivou multidões há alguns dias atrás a saírem nas ruas.

Inicialmente, compartilhou-se um pouco da realidade de cada localidade. Não havia muito tempo, nem lugar “adequado”, mas tornamos os intervalos, oportunidades para o entrosamento e a troca de ideias e dos quartos nossos pontos de encontro. Permitíamo-nos escutar e compartilhar com @ outr@ nossas experiências e pontos de vista sobre uma determinada questão. Elaboramos uma carta à Comissão Organizadora e as parcerias deste evento para que pudéssemos explicar o motivo de nossa retirada do processo de votação. O documento foi lido compassadamente em plenária, finalizando com a saída de uma parte dos presentes no auditório. Deixamos o auditório e fomos a uma avaliação sobre este momento e a troca de ideias sobre como potencializar nossa atuação nas bases.

Propaga-se que nossa saída da eleição tenha sido motivada por percas de “cargo” ou medo. Não seria um tanto sem sentido entrar e sair “fugindo” da plenária, depois de ter feito várias reuniões para refletir e elencar os motivos reais de nossa retirada? Não teríamos deixado o encontro no momento em que a proposta para discutir a organização da Rede foi eliminada? Aliás, basta visitar o grupo da RNAJVHA no facebook para perceber qual o tipo de contribuições de algumas pessoas que permaneceram no auditório, para a grande maioria que se retirou. Observemos os perfis para perceber qual público estava somente pela parte e de quem estava afim de discutir o todo.

Concluímos o Encontro reafirmando nossas críticas pertinentes ao modelo pseudodemocrático com que a Rede vem se organizando nestes últimos anos e construindo forma que se afastam ainda mais da promoção da autonomia de jovens vivendo com HIV/AIDS nos Estados e municípios. Não nos desligamos da RNAJVHA por acreditarmos que este espaço também é nosso e que agora, mais do que nunca, a Rede precisa de nosso trabalho para retomar os trilhos do que inicialmente se propôs. E ainda que a nova representante nacional tenha sido eleita num contexto às avessas da Carta de Princípios, não nos fecharemos ao diálogo e possíveis parcerias, desde que pautado em valores, atitudes e comportamentos práticos.

O fato é que o sentimento de indignação que tomou conta das ruas, também envolveu divers@s participantes a lutar por algo muito maior que uma simples escolha de pessoas que poderão ou não representar o desejo deste coletivo. Ser comparados ou não a vândalos (mesmo não chegando a esse extremo), não é o problema. Aliás, a centralização de poder, da cooptação de pessoas e do aparelhamento da Rede para fins destoantes aos iniciais ainda permanecem enquanto principais problemas a serem combatidos dentro e fora desta Rede. É por este motivo que acreditamos ser pertinente continuar a se opor a esta forma de ativismo, ou resumido ao virtual, ora turístico.

Mais do que representatividades, defende-se uma democracia participativa, pautada na descentralização, transparência e horizontalidade. Entende-se também que a autonomia das bases e o protagonismo juvenil precisam ser de fato respeitados e reconhecidos na prática. Não estaremos fechad@s ao diálogo, por entender que este é uma importante ferramenta para se alcançar avanços possíveis e necessários, tanto para a RNAJVHA, quanto na articulação com outros grupos da sociedade civil e órgãos governamentais. Assim como não teremos nenhum problema em estabelecer possíveis parcerias, que colaborem para o desenvolvimento local, desde que sejam pautados por valores imprescindíveis para o fortalecimento desta Rede.

Como diria Betânia Ávila no VIII Fórum UNGASS AIDS – Brasil: “não há ativismo sem reflexão”. E esta avaliação crítica e fundamentada, não vem dissociada da ideia do bem viver, do bem conviver e do bem querer, mas se propõe justamente a despertar um cuidado sobre esta realidade silenciada, mas evidente. É numa época de mudanças, que buscamos outros caminhos possíveis, onde AMOR seja de fato o centro de todas as coisas!

1 Agradecimentos a Cleyton Aquino (PA), Diego Calisto (SP), Jeferson Fonseca (MG), Ozéias Cerqueira (SP), Rafaela Queiroz (RJ), Rodrigo Amorim (ES) e Welshe Shordok (MG) que estiveram durante o VI ENAJVHA e contribuíram para que este texto pudesse expressar verdadeiramente os fatos ocorridos, os sentimentos envolvidos e as perspectivas de uma Rede mais justa e solidária.
2 Pessoas negativas para o HIV, mas que tem alguma relação seja afetivo-sexual ou social com alguém soropositiv@ ou com a causa da Aids.
4 Idem.
5 Confira em: http://jovenspositivos.org.br/articles/weblinks/carta-de-principios (Acesso em 14 de julho de 2013).
6 Idem.
7 Arte utilizada em campanha: http://migre.me/fwJkJ (Acesso em 18 de julho de 2013).
8 Confira em: http://www.avozdapoesia.com.br/obras_ler.php?obra_id=12372&poeta_id=313 (Acesso em 18 de julho de 2013).



Eduardo da Amazônia Representante Estadual da RNAJVHA / Jovens + Pará Contato: eduardopaidegua@hotmail.com
 
-- 
Atenciosamente,
 
Ralf Barros
Assistente Social - CRESS 5240
( 55 (27) 9907-9258 - VIVO
( 55 (27) 9247-3036 - TIM
+ ralf.barros@yahoo.com.br 
+ SKYPE: ralfbarros

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Divulgação da Semana do Bebê

Data: 30 de junho de 2011 09:11
Assunto: Divulgação da Semana do Bebê

Prezadas,
A semana do bebê é uma experiência que vem dando certo há dez anos em Canela no RS, que tem como objetivo contribuir com a promoção do direito de toda criança a se desenvolver plenamente.
O UNICEF acompanhou a experiência em vários momentos e identiificou seu ´potencial agregador de políticas para primeira infância e a capacidade de contribuir com demais municípios brasileiros e outros paises na promoção dos direitos. Dentro desta perspectiva,O UNICEF, vem desenvolvendo ações em parceria com a BEMFAM-MA  visando sensibilizar os municípios que aderiram ao selo UNICEF- edição 2009-2012 a realizar a SEMANA DO BEBÊ.
Este anexo é a materialização destas ações.
Graça Lima
Coordenadora Estadual  do Programa Maranhão
Rua da Alegria, 323 - Centro -65.020.010 - São Luis
98- 3212-8680   9112-8680
   




Semana do bebê - Morros.jpg
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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Situação da adolescência no Brasil 2011 - segundo o Unice



Pessoal   da ABGLT,  diretoria  e  afiliadas,  Pessoal  da  Academia e  Pessoas aliadas.
 
Li  duas vezes o release do Unicef e as reportagens em sites e jornais sobre seu relatório da Situação da adolescência no Brasil 2011.
 
Apesar de termos questionado o relatório do Unicef do ano passado quanto à ausência das dificuldades enfrentadas pelos adolescentes LGBT, novamente  não encontramos nada nas informações divulgadas pelo Unicef sobre o relatório deste ano a respeito de iniquidades baseadas em orientação sexual e  identidade  de  gênero.
 
Fala no  release  abaixo sobre iniquidade além da idade, como renda, condição pessoal, local de moradia, gênero, raça ou etnia.  Não há menção específica de orientação  sexual e  identidade  de gênero nestas informações.
 
Será   que  todas as  pesquisas  feitas   até  agora  no  Brasil  estão  equivocadas?

Pesquisas sobre questões LGBT e Homofobia 

fonte http://www.abglt.org.br/port/pesquisas.php

Pessoal  me  ajudem entender   esta  situação. O  que  podemos   fazer?
 
 
Um  abraço.
 
Toni Reis
 
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UNICEF: investimento na adolescência para romper os ciclos da pobreza e da iniquidade
Nova Iorque, 25 de fevereiro – Investir na proteção e no desenvolvimento da população mundial de 1,2 bilhão de adolescentes pode romper ciclos de pobreza e iniquidade, segundo o relatório global do UNICEF Situação Mundial da Infância 2011 – Adolescência: Uma fase de oportunidades. O relatório inova nesta edição ao abordar a adolescência como um período de oportunidades, invertendo a lógica que costuma reduzi-la a uma fase de riscos e vulnerabilidades.
 
Segundo a publicação, investimentos realizados nas duas últimas décadas permitiram grandes avanços para os períodos inicial e intermediário da infância. Entre os avanços alcançados desde 1990, estão a redução de 33% na taxa global de mortalidade de menores de 5 anos e a eliminação quase total das diferenças de gênero nas matrículas na escola primária em diversas regiões em desenvolvimento.
 
No entanto, menos avanços foram observados em áreas que afetam os adolescentes. Mais de 70 milhões de adolescentes em idade de frequentar os anos finais do ensino fundamental estão fora da escola. No Brasil, as reduções na taxa de mortalidade infantil entre 1998 e 2008 significam que foi possível preservar a vida de mais de 26 mil crianças; no entanto, no mesmo período, 81 mil adolescentes brasileiros, entre 15 e 19 anos de idade, foram assassinados.
 
Segundo o relatório, poderemos tornar sustentáveis as conquistas obtidas na primeira década de vida com políticas nacionais e programas específicos que ofereçam aos adolescentes acesso à educação de qualidade, saúde e proteção.
 
“A adolescência é um momento crucial. Essa fase oferece uma oportunidade para consolidar os ganhos que obtivemos na primeira infância ou pode significar a possibilidade de se perder essas conquistas”, afirmou Anthony Lake, Diretor Executivo do UNICEF. “Precisamos concentrar mais intensamente os nossos esforços nos adolescentes – principalmente nas meninas adolescentes –, investindo na sua educação e saúde e em outras medidas para envolvê-los nos processos de melhoria de sua própria vida”.
 
Segundo o relatório, é na segunda década da vida que as iniquidades aparecem de forma mais evidente. Os dados disponíveis comprovam que a iniquidade é um dos principais fatores que impedem que os adolescentes mais pobres e vulneráveis continuem sua escolarização e os expõem a situações de abuso, exploração e violência.
 
Situação da adolescência no Brasil
Além dos dados sobre o Brasil incluídos no relatório, o UNICEF também divulgou hoje o Caderno Brasil, publicação que contextualiza para a realidade brasileira as reflexões e dados do relatório global.
 
O Brasil é um país jovem: 30% dos seus 191 milhões de habitantes têm menos de 18 anos e 11% da população possui entre 12 e 17 anos, uma população de mais de 21 milhões de adolescentes. Por isso, é essencial atender às necessidades específicas da adolescência nas suas políticas. Caso contrário, corre-se o risco de que um grupo tão significativo e estratégico para o desenvolvimento do País fique invisível em meio às políticas públicas que focam prioritariamente na primeira fase da infância e na fase seguinte da juventude.
 
Em consonância com o relatório mundial, a situação dos adolescentes no Brasil demonstra que atualmente as oportunidades para sua inserção social e produtiva ainda são insuficientes, tornando-os o grupo etário mais vulnerável em relação a determinados riscos, como o desemprego e subemprego, a violência, a degradação ambiental e redução dos níveis de qualidade de vida. As oportunidades são ainda mais escassas quando são levadas em consideração outras dimensões da iniquidade além da idade, como renda, condição pessoal, local de moradia, gênero, raça ou etnia.
 
Desafios – Os adolescentes enfrentam hoje um conjunto sem precedentes de desafios globais, incluindo o incerto cenário econômico internacional, as taxas de desemprego entre os jovens, o aumento do número e da intensidade das crises humanitárias e dos conflitos, mudança climática e degradação ambiental, além da rápida urbanização.
 
Levando em consideração que esses desafios provavelmente se agravarão na próxima década, será preciso oferecer aos adolescentes as habilidades e o conhecimento necessários para que eles possam enfrentá-los. Para isso, são necessários investimentos focados nas seguintes áreas-chave: coleta e análise de dados; educação e capacitação; participação; criação de um ambiente que ofereça proteção e apoio aos adolescentes; e resolução dos desafios relacionados à pobreza e às iniquidades.
 
“Milhões de jovens em todo o mundo estão esperando que todos nós atuemos mais intensamente em seu favor. Proporcionar a todos os jovens as ferramentas de que precisam para melhorar sua vida promoverá uma geração de cidadãos economicamente independentes, atuantes na sociedade e capazes de contribuir ativamente para a promoção de melhorias em suas comunidades”, afirmou Lake.
 
Mais informações:
Estela Caparelli
Telefone: (61) 3035 1963
E-mail:
mecaparelli@unicef.org
 
Letícia Sobreira
Telefone: (61) 3035 1917
E-mail:
lsobreira@unicef.org
 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

UNICEF e UNFPA pedem fim da mutilação genital feminina

Data: Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011, 11:26


Nº 01/11 - 10/02/2011
UNICEF e UNFPA pedem fim da mutilação genital feminina
Nova York - Por ocasião do Dia Internacional de Tolerância Zero da Mutilação Genital Feminina e da Excisão (MGF/E), os Diretores do UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, Babatunde Osotimelhin, e do UNICEF, Fundo das Nações Unidas para a Infância, Anthony Lake, renovaram, num comunicado conjunto, o seu empenho em por um fim a essas práticas, que já vitimaram de 100 a 140 milhões de mulheres em todo o mundo. leia mais
Mundo com 7 bilhões de pessoas e população jovem são as prioridades do novo Diretor Executivo do UNFPA
Em seu primeiro discurso ao Conselho Executivo do PNUD/UNFPA, Dr. Babatunde Osotimehin descreveu a população mundial de 7 bilhões de pessoas, que será alcançada em 2011, como “um marco importante na história humana”, no qual “cada pessoa deve gozar da dignidade e dos direitos humanos, e ter a oportunidade para aproveitar ao máximo seu potencial”. leia mais
Cartilha alerta sobre a violência contra mulheres
Uma em cada três mulheres em todo o mundo sofre algum tipo de violência durante sua vida. O número mostra a necessidade de ampla conscientização sobre os direitos da mulher. Com o intuito de alertar e informar sobre o problema, o UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, o UNAIDS, ACNUR, OPAS e UNIFEM/ONU-Mulheres lançam a cartilha “Direitos da Mulher – Prevenção à Violência e ao HIV/Aids”. leia mais
UNFPA solicita esforços renovados para apoiar as mulheres e jovens do Haiti
Um ano após o terremoto devastador no Haiti, o UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, apela para um maior apoio às mulheres e jovens vivendo no país em recuperação e reconstrução. leia mais
Assume novo diretor executivo do UNFPA
O médico nigeriano Babatunde Osotimehin é o novo Diretor Executivo do Fundo de População das Nações Unidas. Ele sucede a Thoraya Ahmed Obaid, que permaneceu 10 anos à frente do UNFPA. leia mais

Para mais informações acesse o site: www.unfpa.org.br
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

OMS elogia Brasil e Cuba pelos esforços na prevenção e no combate à aids Agência Brasil 29/09/2010

OMS elogia Brasil e Cuba pelos esforços na prevenção e no combate à aids
Agência Brasil
29/09/2010 
Brasília - Os programas de prevenção e combate à AIDS desenvolvidos no Brasil e em Cuba foram elogiados hoje (28), em Nova York, em uma das discussões da 65ª Assembleia Nacional da Organização das Nações Unidas (ONU). O representante da Organização Mundial da Saúde (OMS), ligada à ONU, Yves Souteyrand, disse que o Brasil está entre 14 países que ampliaram o tratamento para crianças e adolescentes. 
"Alguns países já atingiram uma cobertura de 80% no tratamento. Oito deles, inclusive Cuba, conseguiram o acesso universal ao tratamento antirretroviral", disse o especialista da OMS. "Em 15 países, incluindo a África do Sul, há o fornecimento do tratamento antirretroviral para prevenir a transmissão de mãe para filho. Em outros 14 [países], incluindo o Brasil, há o acesso universal ao tratamento pediátrico", elogiou. 
As informações são da agência de notícias da ONU. Souteyrand lembrou que o Brasil e Cuba são países de economias em desenvolvimento e mesmo assim conseguiram avançar na prevenção e no combate ao vírus HIV. Porém, ele advertiu que ainda existem dificuldades e que elas precisam ser vencidas. 
A OMS divulgou hoje, em Nova York, um relatório informando sobre a situação em 144 países em desenvolvimento. No documento, os especialistas afirmam que os principais obstáculos são a falta de recursos para investimentos, a escassez de profissionais e dificuldades no fornecimento de medicamentos e diagnósticos. 
O documento foi elaborado em uma parceria da OMS, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids). Os órgãos pedem aos líderes mundiais que renovem os compromissos políticos e invistam mais nessa causa.
Clipping Bem Fam