Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
terça-feira, 10 de março de 2015
Nota de desagravo ARTGAY By Leo Mendes Liorcino
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
1° Encontro Nacional da ArtGay
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| Mesa de Abertura do 1° Encontro da Artgay |
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| Gays de todos os estados |
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| Coordenadores da Articulação Nacional de Jovens Gays |
Grupo Contra o Preconceito
Simões Filho-Bahia
Filiado ao Fórum Baiano LGBT
Movimento Inter-Religioso de Inclusão e Diversidade
Cel:71-92355101
http://grupocontrapreconceito.
sábado, 9 de abril de 2011
Publicação que fala sobre o hiv entre a população negra
Descrição: Os artigos apresentados são frutos de dois editais públicos de Chamada de Pesquisas lançados pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Os resultados das pesquisas selecionadas, com diversas abordagens e enfoques, apontam para o fato de que se, por um lado, houve um avanço significativo, reconhecido internacionalmente, no enfrentamento da epidemia de HIV e aids em nosso país; de outro, ainda se observa a persistência das condições de vulnerabilidade e de exposição à epidemia do HIV/aids entre negros e pardos.
- As desigualdades econômicas do Brasil influenciam no aumento da incidência de casos na população de menor nível socieconômico (link do SciELO).
- O conhecimento incipiente sobre HIV/aids, aliado à prática sexual insegura, coloca mulheres de baixa escolaridade, menor renda e residentes no Nordeste em situação de maior vulnerabilidade às DST/aids (link do SciELO).
- O uso consistente do preservativo é mais frequente em parcerias eventuais. O baixo uso do preservativo em mulheres nas relações estáveis foi atribuído à negativa do parceiro (link do SciELO).
- O conhecimento sobre aids é maior que sobre DST (link do SciELO) e está diretamente relacionado ao uso do preservativo.
- As mulheres brancas são aquelas com maior probabilidade de terem: escolaridade mais elevada e plano de saúde, além de parceiro estável no ano anterior à pesquisa e maior poder na relação sexual (link do SciELO).
- As negras são aquelas com maior probabilidade de terem baixa escolaridade, não possuírem plano de saúde, além de se sentirem com menos poder de negociação diante do parceiro sexual (link do SciELO).
- O nível sociocultural desfavorável associou-se aos afrodescendentes jovens, enquanto o nível médio associou-se aos brancos da mesma idade (link do SciELO).
- Os jovens afrodescendentes iniciam-se sexualmente mais cedo e têm mais relações amorosas esporádicas que os jovens brancos. Porém os adolescentes brancos mantêm mais relações sexuais. Além disso, os adolescentes brancos usam menos preservativo em contexto de múltiplos parceiros e em relacionamento de namoro do que os afrodescendentes (link do SciELO).
- Jovens mulheres moradoras de 10 diferentes comunidades do Rio de Janeiro foram entrevistadas. Dessas, 74% eram negras, 39% eram sexualmente ativas e 24,4% eram portadoras de DST (link do SciELO).
- Nas favelas cariocas, evidenciou-se que a discriminação racial sofrida é cotidiana e contribui para a construção de autoimagem negativa que aliada à pobreza, violência de gênero e dificuldade de acesso aos serviços de saúde ampliam a vulnerabilidade às DST/aids (link do SciELO).
- A dificuldade de adesão ao uso de preservativo pelas mulheres relaciona-se a questões de gênero e de "proteções imaginárias", principalmente na concepção de que relações de confiança protegem diante da possibilidade de infecção pelo HIV (link do SciELO).
- Muitas mulheres atribuem a responsabilidade pela aquisição e utilização do preservativo ao homem e acreditam que as mulheres devem se preocupar com a contracepção (link do SciELO).
- Não foi observada associação da ancestralidade genômica com a vulnerabilidade, mas sim das condições socioeconômicas à vulnerabilidade ao HIV/aids da população afrodescendente (link do SciELO).
- Em relação ao acesso ao diagnóstico do HIV entre a população negra, a maioria dos entrevistados não relatou dificuldades para o acesso ao teste anti-HIV no município do Rio de Janeiro (link do SciELO).
- Ações conjuntas entre os serviços de saúde e o movimento social possibilitam maiores condições de fortalecimento de uma política de enfrentamento das DST/aids entre as negras e os negros brasileiros (link do SciELO).
- Os resultados apontam para a persistência e mesmo o agravamento, em algumas localidades e regiões, das condições de vulnerabilidade e de exposição à epidemia do HIV/aids, na população autorreferida como negra e parda.
- A interpretação deve ser feita com o necessário cuidado, levando em conta que a epidemia da aids no Brasil é considerada concentrada e homens que fazem sexo com homens, usuários de drogas injetáveis e profissionais do sexo continuam apresentando vulnerabilidade maior à infecção pelo HIV do que a população geral.
- Outros fatores também devem ser considerados: a tendência à pauperização e interiorização da epidemia, além do aumento da incidência nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país, onde há maior concentração da população negra e parda.
Face: Associação AGLT
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
Deputado inimigo dos LGBT contra o estatuto do desarmamento.
DEPUTADO JOÃO CAMPOS (PSDB-GO) CRITICA O ESTATUTO DO DESARMAMENTO
Para o Campos às políticas públicas de desarmamento devem e precisam ser voltadas para os criminosos e não para os cidadãos de bem. “Retirar as armas de fogo das pessoas de bem foi muito fácil, pois elas, não sendo marginais, cumpriram a Lei e depuseram suas armas com a esperança de que a violência fosse realmente estancada, contudo, não foi, muito pelo contrário, aumentou substancialmente como é possível verificar nesta pesquisa”. Lembra João Campos.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
Jovem de 16 anos é morta em crime homofóbico em Goiás, diz delegado
Jovem de 16 anos é morta em crime homofóbico em Goiás, diz delegado
Segundo o delegado Samer Agi, responsável pelo inquérito policial, a menina foi morta com um golpe de faca no pescoço e no peito. "A vítima teve um breve relacionamento com um menino de 17, que foi internado em uma cela específica para adolescente infrator. Acontece que a vítima se apaixonou pela irmã do suspeito, de 16 anos, com quem passou a namorar. O relacionamento homossexual durou cerca de um ano, contrariando a família do rapaz. Trata-se de um crime homofóbico."
- Associação de gays entra com representação contra Bolsonaro
- Site da cantora Preta Gil é derrubado por hackers
- 'Estou passando por um terror', diz Preta Gil em evento em SP
- 'Estou me lixando para esse pessoal', diz Bolsonaro sobre movimento gay
- Após ofensas, Michael diz: 'Sou gay. Todo mundo aqui sabe quem sou'
- Colegas do Vôlei Futuro saem em defesa de Michael, ofendido em MG
O delegado informou que, em depoimento, a namorada da vítima disse que o pai dela já teria feito ameaças de morte para a joverm morta. "Quando foi ouvida por nós, ela nos disse que o pai seria capaz de matar a menina e que já tinha feito essas ameaças anteriormente."
Segundo a Polícia Militar, um primeiro mandado de busca e apreensão foi cumprido para tentar localizar o corpo da vítima em 19 de março, sem sucesso. Uma nova operação foi montada nesta terça-feira para tentar encontrar o corpo da adolescente e a motocicleta usada para levar a vítima até a fazenda.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros da região está fazendo buscas em um rio na região para tentar encontrar a motocicleta.
Agi afirmou que o agricultor está preso na Delegacia de Itarumã e o filho internado em uma cela específica para adolescente infrator em Aparecida do Rio Doce (GO). A vítima morava na cidade de Cassilândia (MS) e teria sido atraída para a cidade, no dia do crime, pelo ex-namorado. "O inquérito é de homicídio qualificado por motivo torpe e pelo fato de a vítima não ter tido possibilidade de defesa", disse o delegado.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, o corpo da vítima foi encontrado enterrado, de cabeça para baixo, em um brejo. "Em depoimento, o ex-namorado da vítima disse que teve a ajuda do irmão, de 13 anos, para arrastar, cavar um buraco e jogar o corpo da adolescente no local. A motocicleta teria sido jogada no rio pelo irmão mais novo, sempre de acordo com o depoimento do rapaz", disse Agi.
Face: Associação AGLT
www.agltgo.blogspot.com
Articulação brasileira de Gays
Twitter @artgays
Face artgay
NOTA DA ARTGAY CONTRA HOMOFOBIA NO ESPORTE BRASILEIRO
Coordenador da Articulação Brasileira de Gays (ArtGay) no Estado de Goiás (interior)
Membro do Idaho-Brasil - Comitê Brasileiro do Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Lesbofobia
Primeiro Suplente da ABGLT no GT LGBT do Ministério do Trabalho e do Emprego
Fone: (64) 9997 3415 (VIVO)


quarta-feira, 9 de março de 2011
Manifesto da Articulação Brasileira de Gays para a II Marcha Nacional Contra a Homofobia
Fonte: http://artgays.blogspot.com/
“A República Federativa do Brasil tem como fundamento: A Dignidade da Pessoa Humana.” (Art. 1º inciso III da Constituição Federal Brasileira de 5/10/1988.)
Somos 19 milhões de cidadãos Gays no Brasil.
Pagamos Impostos, votamos, contribuímos com o nosso trabalho para o desenvolvimento econômico, social, cultural, político e ambiental do País. A Constituição da República Federativa do Brasil aprovada em 5 de outubro de 1988 afirma que “todos somos iguais perante a lei”.
A homofobia (ódio contra homossexuais) é uma realidade cotidiana no Brasil. E lamentavelmente, o Congresso Nacional, por pressão de deputados e senadores evangélicos e fundamentalistas religiosos têm imposto barreiras à aprovação definitiva do Projeto de Lei Complementar número 122/2006 (PLC-122/06) que, em regra geral, criminaliza a homofobia. Enquanto o PLC-122/06 não é aprovado, anualmente, de acordo com a ONG “Grupo Gay da Bahia (GGB)”, um cidadão homossexual é assassinado a cada dois dias simplesmente por ter sua orientação sexual diversa da maioria da população brasileira.
A Constituição Federall do Brasil define como “objetivo fundamental da República” (art. 3º, IV) o de “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação”..
No período entre 1948 e 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a homossexualidade como um transtorno mental. Em 17 de maio de 1990, a assembleia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (homossexualidade) da “Classificação Internacional de Doenças” (CID), declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”. A nova classificação (CID) entrou em vigor nos países-membros das Nações Unidas (ONU), em 1993. Com isso, marcou-se o fim de um ciclo de 2.000 anos em que a cultura judaico-cristã encarou a homossexualidade, primeiro, como pecado; posteriormente, como crime e, agora, como doença.
A homofobia também é responsável pelo preconceito e pela discriminação contra Gays como ocorre, por exemplo no local de trabalho, na escola, na igreja, na rua, no posto de saúde e até mesmo na inexistência de políticas públicas afirmativas que contemplem cidadãos Gays no Brasil.
Por estas e outras questões, o dia 17 de maio, além de ser uma data que anualmente nos lembra que a homossexualidade não é doença, trata-se de uma data propícia à realização de protestos e denúncias. Assim sendo, a Articulação Brasileira de Gays – ARTGAY, através de suas 54 organizações não-governamentais (ONGs) afiliadas em todos os 26 Estados e no Distrito Federal do Brasil, vem publicamente reivindicar:
1 – À Sociedade Brasileira: A garantia do Estado Laico e o combate ao fundamentalismo religioso;
2 – Ao Poder Executivo: O cumprimento de todas as resoluções definidas na I Conferência Nacional LGBT, também a abertura de Grupos de Trabalho (GTs) ou Comitês Técnicos (CTs) LGBT, com representações de todas as redes nacionais LGBT (incluindo a ArtGay) em todos os ministérios, especialmente na Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no Ministério da Cultura (Minc), no Ministério da Educação (MEC), no Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) e no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e Combate à Fome (MDAS);
3 – Ao Poder Judiciário: O julgamento das pautas de interesse da população Gay no STF;
CE
4 – Ao Poder Legislativo: A aprovação de todos os Projetos de Lei de interesse da comunidade Gay, especialmente os ques visam criminalizar a homofobia e garantir a união civil estável entre casais do mesmo sexo.
18 de Maio de 2011 - 10 HS - Esplanada dos Ministérios - Brasília DF - II Marcha Nacional contra a Homofobia.
Liorcino Léo Mendes
Skipe: liorcino
Msn : liorcino@yahoo.com.br Orkut: liorcino@yahoo.com.br
domingo, 6 de março de 2011
Manifesto da Articulação Brasileira de Gays (ARTGAY) sobre a II Marcha Nacional Contra a Homofobia
“A República Federativa do Brasil tem como fundamento: A Dignidade da Pessoa Humana.” (Art. 1º inciso III da Constituição Federal Brasileira de 5/10/1988.)
Somos 19 milhões de cidadãos Gays no Brasil.
Pagamos Impostos, votamos, contribuímos com o nosso trabalho para o desenvolvimento econômico, social, cultural, político e ambiental do País. A Constituição da República Federativa do Brasil aprovada em 5 de outubro de 1988 afirma que “todos somos iguais perante a lei”.
A homofobia (ódio contra homossexuais) é uma realidade cotidiana no Brasil. E lamentavelmente, o Congresso Nacional, por pressão de deputados e senadores evangélicos e fundamentalistas religiosos têm imposto barreiras à aprovação definitiva do Projeto de Lei Complementar número 122/2006 (PLC-122/06) que, em regra geral, criminaliza a homofobia. Enquanto o PLC-122/06 não é aprovado, anualmente, de acordo com a ONG “Grupo Gay da Bahia (GGB)”, um cidadão homossexual é assassinado a cada dois dias simplesmente por ter sua orientação sexual diversa da maioria da população brasileira.
A Constituição Federall do Brasil define como “objetivo fundamental da República” (art. 3º, IV) o de “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação”..
No período entre 1948 e 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a homossexualidade como um transtorno mental. Em 17 de maio de 1990, a assembleia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (homossexualidade) da “Classificação Internacional de Doenças” (CID), declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”. A nova classificação (CID) entrou em vigor nos países-membros das Nações Unidas (ONU), em 1993. Com isso, marcou-se o fim de um ciclo de 2.000 anos em que a cultura judaico-cristã encarou a homossexualidade, primeiro, como pecado; posteriormente, como crime e, agora, como doença.
A homofobia também é responsável pelo preconceito e pela discriminação contra Gays como ocorre, por exemplo no local de trabalho, na escola, na igreja, na rua, no posto de saúde e até mesmo na inexistência de políticas públicas afirmativas que contemplem cidadãos Gays no Brasil.
Por estas e outras questões, o dia 17 de maio, além de ser uma data que anualmente nos lembra que a homossexualidade não é doença, trata-se de uma data propícia à realização de protestos e denúncias. Assim sendo, a Articulação Brasileira de Gays – ARTGAY, através de suas 54 organizações não-governamentais (ONGs) afiliadas em todos os 26 Estados e no Distrito Federal do Brasil, vem publicamente reivindicar:
1 – À Sociedade Brasileira: A garantia do Estado Laico e o combate ao fundamentalismo religioso;
2 – Ao Poder Executivo: O cumprimento de todas as resoluções definidas na I Conferência Nacional LGBT, também a abertura de Grupos de Trabalho (GTs) ou Comitês Técnicos (CTs) LGBT, com representações de todas as redes nacionais LGBT (incluindo a ArtGay) em todos os ministérios, especialmente na Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no Ministério da Cultura (Minc), no Ministério da Educação (MEC), no Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) e no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e Combate à Fome (MDAS);
3 – Ao Poder Judiciário: O julgamento das pautas de interesse da população Gay no STF;
4 – Ao Poder Legislativo: A aprovação de todos os Projetos de Lei de interesse da comunidade Gay, especialmente os ques visam criminalizar a homofobia e garantir a união civil estável entre casais do mesmo sexo.

Bel. Terry Marcos DouradoPresidente da ACDHRioJornalista, Radialista e Bacharel em Direito
Coordenador da Articulação Brasileira de Gays (ArtGay) no Estado de Goiás (interior)
Membro do Idaho-Brasil - Comitê Brasileiro do Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Lesbofobia
Primeiro Suplente da ABGLT no GT LGBT do Ministério do Trabalho e do Emprego
Fone: (64) 9997 3415 (VIVO)


quarta-feira, 2 de março de 2011
Dia Internacional de Luta das Mulheres será celebrado com ato no dia 12 no centro de São Paulo
Dia Internacional de Luta das Mulheres será celebrado com ato no dia 12 no centro de São Paulo
publicado em 01/03/2011Sobre o 8 de Março
Bia Barbosa (8151-0046); Camila Furchi (76655537 e 38193876) e Luka Franca (8752-2369)


