Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 10 de março de 2015

Nota de desagravo ARTGAY By Leo Mendes Liorcino

Nota de desagravo

Leo Mendes Liorcino

A ARTGAY – Articulacão Brasileira de Gays – ARTGAY , veem a público repudiar a atitude de ativistas do Movimento Nacional de Luta Contra a AIDS, durante o lançamento da Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento as DST/AIDS, no Congresso Nacional, quando de forma antidemocratica e indecorosa tentaram macular a imagem do Diretor do Departamento de DST/HIV/Hepatites Virais, Fabio Mesquita com cartazes dizendo que o agente público não representaria o movimento de AIDS. .
O Movimento de Aids do Brasil tem se mantido com credibilidade e força, porque nunca deixou se aparelhar por partidos políticos, inclusive os que fazem oposição atual ao Governo Federal, e nunca deixou de discutir internamente todas as questões voltadas para a luta contra a Aids, inclusive com nosso maior parceiro , o departamento de DST/HIV/Hepatites Virais.
No ano, em que assistimos a ascensão de setores fundamentalistas religiosos no Congresso e a força de empresas de saúde no financiamento de vários deputados federais, dividir nosso movimento Aids e demonizar pessoas que estão há 30 anos nesta luta, como Fábio Mesquita é compactuar com o erro da estratégia de construirmos um movimento sólido e respeitado no Brasil.
A ARTGAY apóia o Diretor Fábio Mesquita e todas as mudanças que estão ocorrendo em 2014/2015 para ampliar o atendimento as pessoas que vivem com HIV e a qualidade de vida da população, especialmente para a população chave de 20 milhões de Gays que vivem no Brasil, e que foi a comunidade mais afetada por esta doença.
Lamentamos profundamente a atitude antidemocrática, porém isolada e que não representa em momento algum a fala do Movimento Nacional de Luta Contra a AIDS. Uma vez que a ARTGAY faz parte desse movimento e não compactua com com atitudes deste nível.
ARTGAY, aos 9 de março de 2015.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

1° Encontro Nacional da ArtGay

 
Lideranças gays (masculinos) de todo o Brasil estiveram reunidas de 14 a 17 de Agosto em Natal/RN, para o 1º Encontro Nacional da Articulação Nacional de Gays, que teve como tema “País rico é país sem gay excluído”. 
 
Mesa de Abertura do 1° Encontro da Artgay
 Durante o encontro várias mesas foram formadas para diferentes temas de interesse dos homens gays de nosso país, como: “A frente parlamentar LGBT e a defesa da dignidade das pessoas humanas gays”, “A educação, direito de todos os gays e dever do Estado e da família”, “A segurança pública, dever do Estado, direito dos gays e responsabilidade de todos”, “Saúde como direito dos gays e dever do Estado, em tempos de AIDS”, “A assistência social – A proteção à família, à infância, à adolescência, a juventude e à velhice dos gays”. “Direitos e participação política de gays, negros, indígenas”. “O trabalho como direito social dos gays”, “O turismo gay como fator de desenvolvimento social e econômico. O Estado, garantindo a todos os gays, o pleno exercício dos direitos culturais, apoio e incentivo a valorização e a difusão das manifestações culturais gays. A articulação interministerial e intersetorial das políticas de promoção e proteção aos direitos humanos dos gays no Brasil” e “Polifonia da diversidade dos gays no Brasil”.
Gays de todos os estados
 
A criação da articulação dos homens gays do Brasil e a realização deste primeiro Encontro foram de suma importância porque proporcionaram maiores discussões sobre assuntos inerentes as políticas públicas aos homens gays brasileiros. A militância gay de todos os Estados do Brasil, juntamente com o incansável lutador, ativista e jornalista Leo Mendes, estão de parabéns.
Estiveram presentes durante o evento convidados, representando os Ministérios do Governo Federal, Representantes do Governo do Estado de Alagoas, Coordenadores da Artgay de todos os Estados do Brasil, Representante da Secretaria Nacional da JuventudeDiva Basílio e o decano do Movimento Homossexual Brasileiro, Dr. e Prof. Luiz Mott.
Coordenadores da Articulação Nacional de Jovens Gays
 
O 1° Encontro da Artgay foi marcado pela participação de um indio gay e também de um religioso gay,mostrando a diversidade do movimento homossexual.A juventude também marcou profudamente o evento, criando a Articulação Nacional de Jovens Gays, tendo como presidente provisório, Carlos Bem e assessorado pelos coordenadores regionais.Sendo marcado para 2012, o 1° Encontro Nacional da Articulação de Jovens Gays

A Articulação Brasileira de Gays - ArtGay é uma Organização Não Governamental sem fins lucrativos e sem recursos do Governo, que tem como missão lutar pela dignidade das pessoas humanas com orientação sexual humana Homossexual -Homens Gays.
Para se filiar a artgay é necessário ser participante de uma ONG Gay na sua cidade ou funde uma. A Artgay é formada por ONGs gays de várias cidades do Brasil. Pelo Blog www.artgays.blogspot.com há mais informações sobre estatuto, missão e atividades.
O email para contato e obter ficha de filiação e mais informações é: articulacaobrasileiradegays@yahoo.com.br


Fonte:Grupo Contra o Preconceito(GCP)
 
Rafael Myranda
Grupo Contra o Preconceito
Simões Filho-Bahia
Filiado ao Fórum Baiano LGBT
Movimento Inter-Religioso de Inclusão e Diversidade
Cel:71-92355101
http://grupocontrapreconceito.blogspot.com

sábado, 9 de abril de 2011

Publicação que fala sobre o hiv entre a população negra





ata de Publicação: 21/03/2010
Descrição: Os artigos apresentados são frutos de dois editais públicos de Chamada de Pesquisas lançados pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Os resultados das pesquisas selecionadas, com diversas abordagens e enfoques, apontam para o fato de que se, por um lado, houve um avanço significativo, reconhecido internacionalmente, no enfrentamento da epidemia de HIV e aids em nosso país; de outro, ainda se observa a persistência das condições de vulnerabilidade e de exposição à epidemia do HIV/aids entre negros e pardos.
Versão final: PDF [2,47 MB]
O que você vai encontrar nas pesquisas:
  • As desigualdades econômicas do Brasil influenciam no aumento da incidência de casos na população de menor nível socieconômico (link do SciELO).
  • O conhecimento incipiente sobre HIV/aids, aliado à prática sexual insegura, coloca mulheres de baixa escolaridade, menor renda e residentes no Nordeste em situação de maior vulnerabilidade às DST/aids (link do SciELO).
  • O uso consistente do preservativo é mais frequente em parcerias eventuais. O baixo uso do preservativo em mulheres nas relações estáveis foi atribuído à negativa do parceiro (link do SciELO).
  • O conhecimento sobre aids é maior que sobre DST (link do SciELO) e está diretamente relacionado ao uso do preservativo.
  • As mulheres brancas são aquelas com maior probabilidade de terem: escolaridade mais elevada e plano de saúde, além de parceiro estável no ano anterior à pesquisa e maior poder na relação sexual (link do SciELO).
  • As negras são aquelas com maior probabilidade de terem baixa escolaridade, não possuírem plano de saúde, além de se sentirem com menos poder de negociação diante do parceiro sexual (link do SciELO).
  • O nível sociocultural desfavorável associou-se aos afrodescendentes jovens, enquanto o nível médio associou-se aos brancos da mesma idade (link do SciELO).
  • Os jovens afrodescendentes iniciam-se sexualmente mais cedo e têm mais relações amorosas esporádicas que os jovens brancos. Porém os adolescentes brancos mantêm mais relações sexuais. Além disso, os adolescentes brancos usam menos preservativo em contexto de múltiplos parceiros e em relacionamento de namoro do que os afrodescendentes (link do SciELO).
  • Jovens mulheres moradoras de 10 diferentes comunidades do Rio de Janeiro foram entrevistadas. Dessas, 74% eram negras, 39% eram sexualmente ativas e 24,4% eram portadoras de DST (link do SciELO).
  • Nas favelas cariocas, evidenciou-se que a discriminação racial sofrida é cotidiana e contribui para a construção de autoimagem negativa que aliada à pobreza, violência de gênero e dificuldade de acesso aos serviços de saúde ampliam a vulnerabilidade às DST/aids (link do SciELO).
  • A dificuldade de adesão ao uso de preservativo pelas mulheres relaciona-se a questões de gênero e de "proteções imaginárias", principalmente na concepção de que relações de confiança protegem diante da possibilidade de infecção pelo HIV (link do SciELO).
  • Muitas mulheres atribuem a responsabilidade pela aquisição e utilização do preservativo ao homem e acreditam que as mulheres devem se preocupar com a contracepção (link do SciELO).
  • Não foi observada associação da ancestralidade genômica com a vulnerabilidade, mas sim das condições socioeconômicas à vulnerabilidade ao HIV/aids da população afrodescendente (link do SciELO). 
  • Em relação ao acesso ao diagnóstico do HIV entre a população negra, a maioria dos entrevistados não relatou dificuldades para o acesso ao teste anti-HIV no município do Rio de Janeiro (link do SciELO).
  • Ações conjuntas entre os serviços de saúde e o movimento social possibilitam maiores condições de fortalecimento de uma política de enfrentamento das DST/aids entre as negras e os negros brasileiros (link do SciELO).
O resumo acima não pode ser considerado o resultado das pesquisas. São indicações que devem ser analisadas considerando o contexto de cada uma delas: região, número de entrevistados, sexo, dentre outros.
Observações importantes sobre o resultado das pesquisas:
  • Os resultados apontam para a persistência e mesmo o agravamento, em algumas localidades e regiões, das condições de vulnerabilidade e de exposição à epidemia do HIV/aids, na população autorreferida como negra e parda. 
  • A interpretação deve ser feita com o necessário cuidado, levando em conta que a epidemia da aids no Brasil é considerada concentrada e homens que fazem sexo com homens, usuários de drogas injetáveis e profissionais do sexo continuam apresentando vulnerabilidade maior à infecção pelo HIV do que a população geral.
  • Outros fatores também devem ser considerados: a tendência à pauperização e interiorização da epidemia, além do aumento da incidência nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país, onde há maior concentração da população negra e parda.
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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Deputado inimigo dos LGBT contra o estatuto do desarmamento.



 
 
Veja o pensamento do Deputado e pastor João Campos, PSDB-Go, presidente da Frente Parlamentar "  Evangélica " .
 
Ele é contra a Criminalização da Homofobia, o KIT anti-Homofobia, O Amor entre pessoas do mesmo sexo, a Adoção de crianças orfãs por casais homossexuais. E a favor do armamento que levou o Atirador do Rio de Janeiro a matar varias crianças. 
 
Como pode se arvorar a ser Cristão? Pastor? sempre contra a paz, o amor, os direitos humanos...
 
 
 
 

DEPUTADO JOÃO CAMPOS (PSDB-GO) CRITICA O ESTATUTO DO DESARMAMENTO

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28/02/2011Posted in: NOTÍCIAS
Ao avaliar os resultados do levantamento feito pelo Ministério da Justiça e Instituto Sangari, que mostra o Mapa da violência no Brasil, o deputado federal João Campos (PSDB-GO), observou que a eficácia do Estatuto do Desarmamento executado pelo Governo Federal desde 2003, é inexistente. Segundo ele as consequencias positivas não surgiram, porque este projeto foi feito contra a vontade popular e demonstra agora, no âmago do seu curso, uma ação derrotada e inócua, que na tentativa de reduzir a criminalidade no país, deixou cada vez mais a população órfã de proteção. “Enquanto a população brasileira foi literalmente desarmada por conta do Estatuto do Desarmamento, a bandidagem está cada vez mais armada. Enquanto foi tolhido o direito do cidadão de se defender do bandido com a proibição de sequer possuir uma arma de fogo em sua própria casa, sem passar por extrema burocracia, o bandido por sua vez, facilmente consegue armas até mesmo com alto poder de fogo, para se defender da Polícia, atacar o povo e ferir a ordem do país”, desabafa o deputado.
Para o Campos às políticas públicas de desarmamento devem e precisam ser voltadas para os criminosos e não para os cidadãos de bem. “Retirar as armas de fogo das pessoas de bem foi muito fácil, pois elas, não sendo marginais, cumpriram a Lei e depuseram suas armas com a esperança de que a violência fosse realmente estancada, contudo, não foi, muito pelo contrário, aumentou substancialmente como é possível verificar nesta pesquisa”. Lembra João Campos.
 
 
 
 
 
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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Jovem de 16 anos é morta em crime homofóbico em Goiás, diz delegado



Jovem de 16 anos é morta em crime homofóbico em Goiás, diz delegado

 
 
Adolescente Lésbica é assassinada em Goiás por Homofobia
 
O corpo da adolescente Adriele Camacho de Almeida, 16 anos, foi encontrado por policiais militares e civis em uma fazenda em Itarumã (GO), na tarde desta terça-feira (5). Ela estava desaparecida desde 13 de março, quando foi vista pela última vez com o ex-namorado, um rapaz de 17 anos, suspeito do crime. O pai dele, um agricultor de 36 anos, está preso por também ser suspeito do homicídio.
Segundo o delegado Samer Agi, responsável pelo inquérito policial, a menina foi morta com um golpe de faca no pescoço e no peito. "A vítima teve um breve relacionamento com um menino de 17, que foi internado em uma cela específica para adolescente infrator. Acontece que a vítima se apaixonou pela irmã do suspeito, de 16 anos, com quem passou a namorar. O relacionamento homossexual durou cerca de um ano, contrariando a família do rapaz. Trata-se de um crime homofóbico."
Agi disse ainda que o agricultor, pai da menina que namorava com a vítima, foi preso preventivamente em 25 de março. "Temos convicção de que ele é o maior responsável pela morte da vítima. O filho dele, ex- namorado da vítima, está dizendo que foi o responsável pelo crime para livrar o pai da prisão. Há relatos de testemunhas sobre a família não aprovar o namoro das duas meninas."
O delegado informou que, em depoimento, a namorada da vítima disse que o pai dela já teria feito ameaças de morte para a joverm morta. "Quando foi ouvida por nós, ela nos disse que o pai seria capaz de matar a menina e que já tinha feito essas ameaças anteriormente."
Segundo a Polícia Militar, um primeiro mandado de busca e apreensão foi cumprido para tentar localizar o corpo da vítima em 19 de março, sem sucesso. Uma nova operação foi montada nesta terça-feira para tentar encontrar o corpo da adolescente e a motocicleta usada para levar a vítima até a fazenda.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros da região está fazendo buscas em um rio na região para tentar encontrar a motocicleta.
Agi afirmou que o agricultor está preso na Delegacia de Itarumã e o filho internado em uma cela específica para adolescente infrator em Aparecida do Rio Doce (GO). A vítima morava na cidade de Cassilândia (MS) e teria sido atraída para a cidade, no dia do crime, pelo ex-namorado. "O inquérito é de homicídio qualificado por motivo torpe e pelo fato de a vítima não ter tido possibilidade de defesa", disse o delegado.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, o corpo da vítima foi encontrado enterrado, de cabeça para baixo, em um brejo. "Em depoimento, o ex-namorado da vítima disse que teve a ajuda do irmão, de 13 anos, para arrastar, cavar um buraco e jogar o corpo da adolescente no local. A motocicleta teria sido jogada no rio pelo irmão mais novo, sempre de acordo com o depoimento do rapaz", disse Agi.
 
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NOTA DA ARTGAY CONTRA HOMOFOBIA NO ESPORTE BRASILEIRO

ARTICULAÇÃO BRASILEIRA DE GAYS – ARTGAY
NOTA OFICIAL – 5/04/2011

A Articulação Brasileira de Gays – ArtGay – vem a público manifestar seu repúdio e seu protesto contra a homofobia sofrida pelo atleta brasileiro Michael, da equipe Vôlei do Futuro, durante o primeiro jogo pelas semifinais da Superliga Masculina entre as equipes do Cruzeiro e Vôlei Futuro.
A ArtGay espera que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) tomem todas as devidas providências para coibir fatos deploráveis e repugnantes como este. O comportamento preconceituoso da torcida gerou protesto veemente por parte do jogador, gay assumido, que defende que seu desempenho em quadra foi prejudicado. O ginásio estava superlotado e todos o chamaram de “bicha”, “gay”, “veado” e outros termos pejorativos, ofendendo e constrangendo moralmente o atleta.
A ArtGay lamenta o fato e condena este show de condutas antidesportivas e homofóbicas. Segundo informações, o coro de insultos homofóbicos aconteceu de forma organizada, tendo a participação de crianças, homens e mulheres se juntaram para desrespeitar e atacar a conduta moral do atleta Michael.
A ArtGay alerta que a absurda homofobia manifestada pela intolerância de centenas de pessoas compromete a boa e sadia formação e a educação de crianças, adolescentes e adultos que participaram da barbárie ou puderam testemunhá-la através da televisão.
A ArtGay espera que as autoridades competentes tomem as devidas providências, de forma isenta e enérgica, para evitar que o vírus da homofobia contamine meio desportivo brasileiro e causem danos irreversíveis aos atletas e à sociedade em geral. A ArtGay ressalta que o esporte, em suas inúmeras modalidades, é um agente estimulador da inclusão social, e assim tem que ser cada vez mais.
Este é o pensamento e o posicionamento oficial da Articulação Brasileira de Gays – ArtGay.

Goiânia (GO), 3 de abril de 2011.

TERRY MARCOS DOURADO
Secretário de Comunicação "Pró Tempore" da ArtGay



Postado por:

 

Bel. Terry Marcos DouradoPresidente da ACDHRioJornalista, Radialista e Bacharel em Direito
Secretário de Comunicação da Aliança LGBT do Estado de Goiás (ALGBT-GO)
Coordenador da Articulação Brasileira de Gays (ArtGay) no Estado de Goiás (interior)
Membro do Idaho-Brasil - Comitê Brasileiro do Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Lesbofobia
Primeiro Suplente da ABGLT no GT LGBT do Ministério do Trabalho e do Emprego

Fone: (64) 9997 3415 (VIVO)


Associação por Cidadania e Direitos Humanos LGBT
de Rio Verde/GO e Região
Organização fundada em 13/03/2010 e registrada no CRTDPJ sob o nº. 680/11.
Área de Abrangência da Base Regional de Rio Verde: 40 cidades de GO e divisa com MT.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Manifesto da Articulação Brasileira de Gays para a II Marcha Nacional Contra a Homofobia


Solicitamos divulgação.
Fonte: http://artgays.blogspot.com/2011/03/manifestos.html

“A República Federativa do Brasil tem como fundamento: A Dignidade da Pessoa Humana.” (Art. 1º inciso III da Constituição Federal Brasileira de 5/10/1988.)

Somos 19 milhões de cidadãos Gays no Brasil.
Pagamos Impostos, votamos, contribuímos com o nosso trabalho para o desenvolvimento econômico, social, cultural, político e ambiental do País. A Constituição da República Federativa do Brasil aprovada em 5 de outubro de 1988 afirma que “todos somos iguais perante a lei”.
A homofobia (ódio contra homossexuais) é uma realidade cotidiana no Brasil. E lamentavelmente, o Congresso Nacional, por pressão de deputados e senadores evangélicos e fundamentalistas religiosos têm imposto barreiras à aprovação definitiva do Projeto de Lei Complementar número 122/2006 (PLC-122/06) que, em regra geral, criminaliza a homofobia. Enquanto o PLC-122/06 não é aprovado, anualmente, de acordo com a ONG “Grupo Gay da Bahia (GGB)”, um cidadão homossexual é assassinado a cada dois dias simplesmente por ter sua orientação sexual diversa da maioria da população brasileira.
A Constituição Federall do Brasil define como “objetivo fundamental da República” (art. 3º, IV) o de “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação”..

No período entre 1948 e 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a homossexualidade como um transtorno mental. Em 17 de maio de 1990, a assembleia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (homossexualidade) da “Classificação Internacional de Doenças” (CID), declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”. A nova classificação (CID) entrou em vigor nos países-membros das Nações Unidas (ONU), em 1993. Com isso, marcou-se o fim de um ciclo de 2.000 anos em que a cultura judaico-cristã encarou a homossexualidade, primeiro, como pecado; posteriormente, como crime e, agora, como doença.
A homofobia também é responsável pelo preconceito e pela discriminação contra Gays como ocorre, por exemplo no local de trabalho, na escola, na igreja, na rua, no posto de saúde e até mesmo na inexistência de políticas públicas afirmativas que contemplem cidadãos Gays no Brasil.
Por estas e outras questões, o dia 17 de maio, além de ser uma data que anualmente nos lembra que a homossexualidade não é doença, trata-se de uma data propícia à realização de protestos e denúncias. Assim sendo, a Articulação Brasileira de Gays – ARTGAY, através de suas 54 organizações não-governamentais (ONGs) afiliadas em todos os 26 Estados e no Distrito Federal do Brasil, vem publicamente reivindicar:
1 – À Sociedade Brasileira: A garantia do Estado Laico e o combate ao fundamentalismo religioso;
2 – Ao Poder Executivo: O cumprimento de todas as resoluções definidas na I Conferência Nacional LGBT, também a abertura de Grupos de Trabalho (GTs) ou Comitês Técnicos (CTs) LGBT, com representações de todas as redes nacionais LGBT (incluindo a ArtGay) em todos os ministérios, especialmente na Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no Ministério da Cultura (Minc), no Ministério da Educação (MEC), no Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) e no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e Combate à Fome (MDAS);
3 – Ao Poder Judiciário: O julgamento das pautas de interesse da população Gay no STF;

CE
4 – Ao Poder Legislativo: A aprovação de todos os Projetos de Lei de interesse da comunidade Gay, especialmente os ques visam criminalizar a homofobia e garantir a união civil estável entre casais do mesmo sexo.
18 de Maio de 2011 - 10 HS - Esplanada dos Ministérios - Brasília DF - II Marcha Nacional contra a Homofobia.

Liorcino Léo Mendes  
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domingo, 6 de março de 2011

Manifesto da Articulação Brasileira de Gays (ARTGAY) sobre a II Marcha Nacional Contra a Homofobia


Manifesto da Articulação Brasileira de Gays (ARTGAY) sobre a
II Marcha Nacional Contra a Homofobia


“A República Federativa do Brasil tem como fundamento: A Dignidade da Pessoa Humana.” (Art. 1º inciso III da Constituição Federal Brasileira de 5/10/1988.)

     Somos 19 milhões de cidadãos Gays no Brasil.
     Pagamos Impostos, votamos, contribuímos com o nosso trabalho para o desenvolvimento econômico, social, cultural, político e ambiental do País. A Constituição da República Federativa do Brasil aprovada em 5 de outubro de 1988 afirma que “todos somos iguais perante a lei”.
     A homofobia (ódio contra homossexuais) é uma realidade cotidiana no Brasil. E lamentavelmente, o Congresso Nacional, por pressão de deputados e senadores evangélicos e fundamentalistas religiosos têm imposto barreiras à aprovação definitiva do Projeto de Lei Complementar número 122/2006 (PLC-122/06) que, em regra geral, criminaliza a homofobia. Enquanto o PLC-122/06 não é aprovado, anualmente, de acordo com a ONG “Grupo Gay da Bahia (GGB)”, um cidadão homossexual é assassinado a cada dois dias simplesmente por ter sua orientação sexual diversa da maioria da população brasileira.
     A Constituição Federall do Brasil define como “objetivo fundamental da República” (art. 3º, IV) o de “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação”..
     No período entre 1948 e 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a homossexualidade como um transtorno mental. Em 17 de maio de 1990, a assembleia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (homossexualidade) da “Classificação Internacional de Doenças” (CID), declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”. A nova classificação (CID) entrou em vigor nos países-membros das Nações Unidas (ONU), em 1993. Com isso, marcou-se o fim de um ciclo de 2.000 anos em que a cultura judaico-cristã encarou a homossexualidade, primeiro, como pecado; posteriormente, como crime e, agora, como doença.
     A homofobia também é responsável pelo preconceito e pela discriminação contra Gays como ocorre, por exemplo no local de trabalho, na escola, na igreja, na rua, no posto de saúde e até mesmo na inexistência de políticas públicas afirmativas que contemplem cidadãos Gays no Brasil.
     Por estas e outras questões, o dia 17 de maio, além de ser uma data que anualmente nos lembra que a homossexualidade não é doença, trata-se de uma data propícia à realização de protestos e denúncias. Assim sendo, a Articulação Brasileira de Gays – ARTGAY, através de suas 54 organizações não-governamentais (ONGs) afiliadas em todos os 26 Estados e no Distrito Federal do Brasil, vem publicamente reivindicar:
     1 – À Sociedade Brasileira: A garantia do Estado Laico e o combate ao fundamentalismo religioso;
     2 – Ao Poder Executivo: O cumprimento de todas as resoluções definidas na I Conferência Nacional LGBT, também a abertura de Grupos de Trabalho (GTs) ou Comitês Técnicos (CTs) LGBT, com representações de todas as redes nacionais LGBT (incluindo a ArtGay) em todos os ministérios, especialmente na Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no Ministério da Cultura (Minc), no Ministério da Educação (MEC), no Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) e no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e Combate à Fome (MDAS);
     3 – Ao Poder Judiciário: O julgamento das pautas de interesse da população Gay no STF;
     4 – Ao Poder Legislativo: A aprovação de todos os Projetos de Lei de interesse da comunidade Gay, especialmente os ques visam criminalizar a homofobia e garantir a união civil estável entre casais do mesmo sexo.
18 de Maio de 2011 - 10 HS - Esplanada dos Ministérios - Brasília DF - II Marcha Nacional contra a Homofobia. 
ARTICULAÇÃO BRASILEIRA DE GAYS - ARTGAY
 
 
 

Bel. Terry Marcos DouradoPresidente da ACDHRioJornalista, Radialista e Bacharel em Direito
Secretário de Comunicação da Aliança LGBT do Estado de Goiás (ALGBT-GO)
Coordenador da Articulação Brasileira de Gays (ArtGay) no Estado de Goiás (interior)
Membro do Idaho-Brasil - Comitê Brasileiro do Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Lesbofobia
Primeiro Suplente da ABGLT no GT LGBT do Ministério do Trabalho e do Emprego

Fone: (64) 9997 3415 (VIVO)


Associação por Cidadania e Direitos Humanos LGBT
de Rio Verde/GO e Região
Organização fundada em 13/03/2010 e registrada no CRTDPJ sob o nº. 680/11.
Área de Abrangência da Base Regional de Rio Verde: 40 cidades de GO e divisa com MT.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Dia Internacional de Luta das Mulheres será celebrado com ato no dia 12 no centro de São Paulo

A ArtGay apoia integralmente a luta das Mulheres.
 
Léo Mendes
 
 

Dia Internacional de Luta das Mulheres será celebrado com ato no dia 12 no centro de São Paulo

publicado em 01/03/2011
Por Marcha Mundial das Mulheres
Fonte site Marcha Mundial das Mulheres - 28/2/2011
Em luta por autonomia e igualdade, contra o machismo e o capitalismo, milhares de feministas sairão às ruas de São Paulo mais uma vez para celebrar o Dia Internacional de Luta das Mulheres. Como este ano a data oficial caiu em pleno carnaval, o ato foi transferido para o dia 12 de março. A concentração terá início às 9h30 no Centro Informação Mulher, na Praça Roosevelt (R.Consolação, 605). De lá, as mulheres caminharão pelo centro da cidade, encerrando o ato na Praça da Sé. No próprio dia 8 de março, o bloco “Adeus, Amélia!” levará a mensagem das feministas à população paulista. A concentração terá início às 14h, no final do elevado Presidente Artur da Costa e Silva, o Minhocão (próximo à Avenida Francisco Matarazzo).
Reconhecendo os avanços conquistados pela luta das mulheres e a importância histórica da eleição da primeira mulher para a Presidência da República, as feministas sairão às ruas para dizer que isso apenas não basta para mudar a vida das mulheres. “Estamos em luta diária contra a violência sexista, pela descriminalização e legalização do aborto, valorização do nosso trabalho, educação de qualidade para todos e solidárias às lutas anti-capitalistas travadas no Brasil e no mundo”, afirmam as quase cem organizações que convocam o ato do dia 12. Participarão do ato mulheres da capital, Grande São Paulo e de diversas regiões do estado, como Campinas, Sorocaba, Baixada Santista, Vale do Ribeira e Vale do Paraíba.
Com a manifestação, as feministas querem chamar a atenção da população para os principais problemas que enfrentam. Entre eles, a tentativa, por parte do STF, de supressão de medidas jurídicas criadas com a Lei Maria da Penha; a falta de investimento por parte do governo estadual na ampliação das delegacias da mulher e casas abrigos; o déficit de vagas em creches e na educação infantil de São Paulo; o crescimento da intolerância e do conservadorismo, com manifestações de violência contra lésbicas, homossexuais e transexuais na cidade; o desrespeito a direitos trabalhistas das mulheres; o descaso do poder público com a reforma urbana e agrária; e a mercantilização do corpo da mulher nos meios de comunicação, entre outros.
As brasileiras prestarão ainda solidariedade internacional às mulheres de todo o mundo, tanto àquelas que lutam na Europa contra os efeitos da crise quanto àquelas que se batem para derrubar ditaduras ou acabar com ocupações militares existentes, como no Haiti.
Sobre o 8 de Março
Em 1910, a alemã Clara Zetkin propôs, na 2a Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, a criação do Dia Internacional da Mulher, celebrado inicialmente em datas diferentes, de acordo com o calendário de lutas de cada país. A ação das operárias russas no dia 8 de março de 1917 é a razão mais provável para a fixação desta data como o Dia Internacional da Mulher. Com a revolução, muitos direitos foram conquistados, como o voto, a elegibilidade feminina e o direito ao aborto. Em 1922, a celebração internacional foi oficializada e o 8 de Março se transformou na data símbolo da participação das mulheres para transformarem sua condição e a sociedade como um todo.
Mais informações para a imprensa: Comissão de Comunicação do 8 de Março
Bia Barbosa (8151-0046); Camila Furchi (76655537 e 38193876) e Luka Franca (8752-2369)