Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 22 de maio de 2012

METRO Rio Considerações e um Agradecimento!

Foto tirada no dia 15/05 estação Largo do Machado plataforma em direção Botafogo.






 Todos os cadeirantes e pessoas com necessidades especias que moram em Vicente de Carvalho agradecem a Direção do Metrô Rio pela liberação dos elevadores de acesso da estação.
Parece que o Sr Governador liberou finalmente as chaves para os seguranças poderem transportar os cadeirantes com maior segurança, porem na semana passada deparo com o elevador da estação do Largo do Machado com problema, obrigando os cadeirantes a trocar de plataforma em Botafogo e retornar ao Largo do Machado direção Saes Pena.
  Outra Feita hoje estive Na Estação Carioca onde está em exposição o novo Trem(Ou como eles gostam de falar: composição) Chines.
Eu já havia falado com um passageiro, ele me disse ter achado o trem pequeno com uma capacidade de carregar uma quantidade maior de pessoas em pé.
  Realmente minha observação foi a mesma, pois os bancos por serem alinhados à parede irão tirar a capacidade de passageiros sentados e aumentará a dos em pé.
  Na altura o trem tem menor altura comparado aos atuais.
 Mas, o que se pode esperar de um trem vindo da China onde os moradores em sua maioria são menores comparado a nossa estatura?
Então reduzindo em miúdos ficaremos um período apertados até os trens chegarem todos.
 NGB
ATIVISMOCONTRAAIDSTB
Nota do Metrô Rio:
RECEBI COMuNICADO DO METRÔ RIO
AVISANDO QUE  JÁ SE ENCONTRA EM FUNCIONAMENTO O ELEVADOR DOS CADEIRANTES NA ESTAÇÃO BOTAFOGO DIREÇÃO BOTAFOGO.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Ligação e Amizade entre Cabral e Eduardo "Pecado Estrutural"

OPINIÃO DO FERNANDO TORRES

Ligação e Amizade entre Cabra l e Eduardo "Pecado Estrutural"

Existe uma vinculação entre os pecados de uma pessoa e os de outra pelos laços de amizade e afinidade, essa vinculação
chama-se "Situação do Pecado".

Não é apenas a soma de pecados individuais, mais sim o vínculo entre idéias, formação moral e de carater, que cria a "Situação Objetiva de Pecado", que afeta e condiciona o modo de agir igual entre elas. Convém lembrar o lema da campanha "Juntos pelo Rio".

O "Pecado Estrutural" fica formalizado em instituições públicas, na forma de obras e serviços a serem contratados. Os interesses monetários de riqueza e poder, de prazer ao ego, se sobrepõem aos interesses do bem comum, levando a pessoa pensar que esta intocável acima do bem e do mal.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Concurso Público – obrigação de teste para HIV-MG


FYI - para   conhecimento, divulgação e  pedido  de  apoio.


Ofício PR 035/2012 (TR/dh)                                                                  Curitiba, 04 de abril de 2012







Ao:      Exmo. Sr. Antonio Augusto Junho Anastasia

            Governador do Estado de Minas Gerais

           

c.c.:     Drª. Nívia Mônica da Silva

Promotora de Justiça

Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos e de Apoio Comunitário

Ministério Público do Estado de Minas Gerais

caodh@mp.mg.gov.br
disquedireitoshumanos@sdh.gov.br
           

Dr. Dirceu Greco

            Diretor

            Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

            Ministério da Saúde 





Assunto: Concurso Público – obrigação de teste para HIV





Senhor Governador, Senhora Promotora,





A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) – é uma entidade de abrangência nacional, fundada em 1995, que atualmente congrega 257 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. A ABGLT também é atuante internacionalmente e tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas.



Desde sua fundação em 1995, além de atuar na promoção e defesa dos direitos humanos, a ABGLT tem atuado em parceria com o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, no enfrentamento da epidemia do HIV/aids.



Por sua resposta à epidemia baseada no respeito aos direitos humanos, entre tantas outras considerações, o programa brasileiro tem sido reconhecido como exemplo para o mundo.



O conceito de direitos humanos no combate à epidemia da aids é amplo, indo desde a promoção da cidadania de populações historicamente marginalizadas, até a garantia dos direitos humanos de pessoas que vivem com HIV e/ou aids.



Um desses direitos é o de não ser submetido à testagem compulsória para o HIV, sendo uma garantia fundamental prevista na Constituição Federal (Art. 5º, X): “são invioláveis a intimidade, a vida privada ... das pessoas”.



Com base neste entendimento, a Portaria Interministerial nº 869, de 11 de agosto de 1992 (anexa), proíbe a testagem para detecção do HIV, nos exames pré-admissionais e periódicos de saúde dos servidores públicos federais.



O Parecer nº 05, de 18 de fevereiro de 1989, do Conselho Federal de Medicina (anexo), a respeito da obrigação de exame admissional para HIV, conclui que “a realização de testes sorológicos para AIDS em trabalhador nestas circunstâncias, é violação ao seu direito, fere a Consolidação das Leis do Trabalho além de contribuir, em caso positivo, para a sua marginalização enquanto cidadão.”



Da mesma forma, o Parecer nº 15, de 09 de abril de 1997, também do Conselho Federal de Medicina (anexo), dispõe sobre a realização de testes sorológicos para o HIV sem prévio consentimento do candidato a concursos civis ou militares, e sobre a incapacitação destes candidatos pelo fato de apresentarem tais exames sorológicos positivos, e determina que “a obrigatoriedade dos testes sorológicos constantes das normas do Ministério do Exército constitui violação aos Direitos Humanos, afronta a Constituição Federal e é antiética”.



Neste sentido, gostaríamos de solicitar que seja revista a obrigatoriedade do teste de HIV para candidatos no Concurso Público para admissão de soldados e oficiais na Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, conforme consta no link a seguir, no quesito “Exames Complementares de Saúde”, http://www.dsconto.com/768650-concurso-pmmg-2012-soldado-cfo-feminino-interior-e-mais/ “sangue: imunofluorescência para Trypanosoma Cruzi, hemograma completo, dosagem de glicose, anti-HIV, HBS Ag, anti-HCV, transaminaseglutâmico-pirúvico, gama glutamil- transferase e creatinina”, uma vez que o fato de ser HIV positivo por si só não significa a incapacidade de exercer a função. 



Salientamos que estamos abertos para o diálogo e ficamos no aguardo de suas respostas.





Respeitosamente




Toni Reis

Presidente 



4 anexos Examinar e baixar todos os anexos

ABGLT Presidência Oficio 035 2012.pdf
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CFM__PARECER_05_1989.pdf
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CFM_PARECER_15_1997.pdf
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PORTARIA_...pdf
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sexta-feira, 23 de março de 2012

(em PDF A justifica do Vereador e seu projeto de lei)
 

CARTA ENVIADA AGORA AO PREFEITO DO EDUARDO PAES

Prezado amigo e prefeito Eduardo Paes,

Ontem, infelizmente, foi aprovado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, com 21 votos a favor e 9 contra, o Projeto de Lei de autoria do Vereador Carlos Bolsonaro, que:

"VEDA A DISTRIBUIÇÃO, EXPOSIÇÃO E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO
CONTENDO ORIENTAÇÕES SOBRE A DIVERSIDADE SEXUAL NOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO FUNDAMENTAL E DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS."

Parágrafo único. O material a que se refere o caput deste artigo é todo aquele que, contenha orientações sobre a prática da homoafetividade, de combate à homofobia, de direitos de homossexuais, da desconstrução da heteronormatividade ou qualquer assunto correlato.

Venho por meio deste rogar ao senhor pelo veto integral ao projeto que viola a Constituição Federal, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, os Parâmetros Curriculares Nacionais, o Estatuto da Criança e Adolescente, a Lei Municipal 2475 que proíbe a discriminação por orientação sexual e a Lei Estadual 3406 que atua no mesmo sentido.

A LDB deixa claro que deve haver pluralismo de idéias e concepções pedagógicas, assim como a liberdade de ensinar. O artigo terceiro, parágrafo quarto, da LDB reza o respeito a liberdade e o apreço à tolerância.

O que esse o projeto de lei tenta fazer é jogar na lata do lixo tudo que se conquistou na Cidade e no Estado do Rio de Janeiro ao longo de décadas de atuação do movimento organizado de LGBT e também de homens e mulheres heterossexuais comprometidos com a construção de uma cidade para todos. Além disso, a LDB também cria " a proposta pedagógica que norteia o processo pedagógico da escola, que é elaborado pela própria escola, que dá a dimensão da sua autonomia".

O Projeto de lei é uma ode a intolerância, a censura prévia, a cassação da liberdade de pensamento e principalmente da instituição por lei da perseguição e do ódio aos homossexuais.

Por essa razão, peço ao senhor que vete esse projeto que poria a nossa cidade num tempo de extremo totalitarismo e obscurantismo.

Solidariamente.

Claudio Nascimento Silva
Antonio Pinheiro
http://twitter.com/AntonioRCP
"Quando a moral se baseia na teologia,
quando o direito depende da autoridade
divina, as coisas mais imorais e injustas
podem ser justificadas e impostas"
Feuerbach, 1841

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Estados não cumprem lei do piso nacional para professor

DIÁRIO DA CLASSE
LUTA PELA EDU…
Conferir o post no blog 'Estados não cumprem lei do piso nacional para professor'

Mensagem do blog adicionada por LUTA PELA EDUCAÇÃO:

Fonte: Folha
Link da mensagem do blog:
Estados não cumprem lei do piso nacional para professor
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Aula para o governador #FicaAdica #CorrupçãoNão #CadeMeuImposto

Aula para o governador
 
Aula de Matemática
Hoje vou brincar de professor de matemática. 
Vou passar alguns problemas para vocês resolverem.


Problema nº1
Um professor trabalha 5 horas diárias, 5 salas com 40 alunos cada. Quantos alunos ele atenderá por dia?
Resposta: 200 alunos dia.
Se considerarmos 22 dias úteis. Quantos alunos ele atenderá por mês?
Resposta: 4.400 alunos por mês.
Consideremos que nenhum aluno faltou (hahaha) e, que em cada um deles, resolveram pagar ao professor com o dinheiro da pipoca do lanche: 0,80 centavos, diárias. Quanto é a fatura do professor por dia?
R: R$ 160,00 reais diários
Se considerarmos 22 dias úteis. Quanto é faturamento mensal do mesmo professor?
R: Final do mês ele terá a faturado R$ 3.520,00.


Problema nº2
O piso salarial é 1.187 reais, para o professor atender 4.400 alunos mensais. Quanto o professor fatura por cada atendimento?
Resposta: aproximadamente 0,27 mensais
(vixe, valemos menos que o pacote de pipoca)... continuando os exercícios...
 
Problema nº3
Um professor de padrão de vida simples,solteiro e numa cidade do interior, em atividade, tem as seguintes despesas mensais fixas e variáveis:
Sindicato: R$ 12,00 reais
Aluguel: R$ 350,00reais ( pra não viver confortável)
Agua/energia elétrica: R$ 100,00 reais (usando o mínimo)
Acesso à internet: R$ 60,00 reais
Telefone: R$ 30,00 reais (com restrições de ligações)
Instituto de previdência: R$ 150,00 reais
Cesta básica: R$500,00 reais
Transporte: sem dinheiro
Roupas: promocionais
Quanto um professor gasta em um mês?
Total das despesas: R$ 1.202,00
Qual o saldo mensal de um professor?
Saldo mensal: R$ 1.187,00 - 1.202 = -15 reais, passando necessidades.

Agora eu lhe pergunto:
- Que dinheiro o professor terá para seu fim de semana?
- Quanto o professor poderá gastar com estudos, livros, revistas, etc.
- Quanto vale o trabalho de um professor?
- Isso é bom para o aluno?
- Isso é bom para a educação pública do Brasil?
 


SE VOCÊ ACHA QUE NOSSO GOVERNADOR DEVE ABRIR MÃO DE SEU SALÁRIO E GOVERNAR POR AMOR, PASSE PARA A FRENTE!

CAMPANHA PARA  QUE TODOS OS GOVERNADORES GOVERNEM COM AMOR E DOEM SEUS SALÁRIOS PARA UM PROFESSOR.
 
"Governador, doe seu SALÁRIO e governe por AMOR!" 
 
 
 
Vamos espalhar isso aos 4 ventos e aumentar a campanha:
Deputados federais e estaduais, ministros e governadores, doem seus salários e trabalhem por amor!!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Do Blog de Abdalaziz de Moura #ongs #Governo #Cedus #dilma #lula



Clique AQUI se não conseguir visualizar este e-mail.


MAIS UMA VEZ AS ONG COMO BODE EXPIATÓRIO DOS EQUÍVOCOS DO ESTADO


Abdalaziz de Moura é filósofo, teólogo, especialista em educação popular e educador.

O conceito de Bode Expiatório tem sua origem descrita no capítulo 16 do livro dos Levíticos do Antigo Testamento da Bíblia. De acordo com a tradição de Moisés, uma vez por ano os hebreus se juntavam para fazer a expiação dos seus pecados, ou seja, uma penitência pública para ter os pecados perdoados. Segundo a Bíblia, dois bodes eram escolhidos e a sorte era lançada sobre eles pelo sacerdote. Um era sacrificado e com seu sangue o sacerdote aspergia o altar e o povo, o outro era posto vivo no meio da assembléia e o sacerdote impunha as duas mãos sobre ele e passava para o bode todas as iniqüidades dos israelitas, todas as suas desobediências, todos os seus pecados (Lev.16,20) e depois uma pessoa encarregada levava o bode para o deserto[1]para um lugar que não tivesse retorno. Assim, o bode pagava pelos pecados das pessoas e essas se libertavam da culpa e das conseqüências do pecado.

Esse rito religioso é uma tradução do sentimento e da experiência da humanidade em transferir para os mais fracos e mais pobres a responsabilidade pelos atos mal conduzidos dos mais fortes. Encontrando um mais indefeso, fragilizado, vulnerável social, política e economicamente esse paga pelos pecados dos mais fortalecidos. É a tradução do provérbio popular que repete “o pau sempre cai em cima dascostas dos mais fracos!” É um dado comum às religiões trazerem para o rito o que a humanidade experimenta na vida. Com as denúncias sobre o Ministro dos Esportes que saiu aparecem na imprensa e nos meios políticos desses dias, as ONG como os bodes expiatórios.

No meu tempo de juventude, década de 60, circulava nos meios literários o livro Vigésima Quinta Hora do autor romeno, Virgil Georghiu. Era a história de um jovem do campo que, por circunstâncias totalmente alheias a sua vontade, terminou sendo confundido com os judeus perseguidos por Hitler e peregrinou sofrendo em sua terra Romênia, Polônia, Tchecolosváquia, Áustria e Alemanha até o final da segunda guerra mundial. O autor descreve como os judeus na época se tornaram o bode expiatório para canalizar todos os ódios, todas as carências, todas as fragilidades do regime nazista e serviu de pretexto para Hitler entrar nesses países com as tropas alemãs.

O regime para se sustentar precisava ter um bode bem identificado, conhecido, capaz de receber a canalização das frustrações das populações sedentas, de desviar a atenção da opinião pública, de ofuscar outros problemas, sob pena da revolta do povo voltar-se para seus governantes. Quanto maior as mazelas, mais pecado para transferir para o bode. Esse deveria morrer para pagar, compensar e perdoar os pecados dos reais atores dos pecados ou ser condenado a viver em um lugar distante do deserto, sem possibilidade de retorno ao seu lugar de origem. Com o distanciamento de um e com sangue do outro, os reais pecadores sentiam-se purificados para continuar suas lidas. Assim, aquietava-se a opinião pública, que em vez de se revoltar contra seus líderes, despejava sua indignação sobre o bode.

Desde que meu professor de Bíblia, Padre Nércio Rodrigues explicou em sala de aula e alguns anos depois eu li o romance romeno, passei a entender com mais clareza e evidência inúmeros fatos da vida cotidiana da convivência humana e da vida política. É incrível como acontece e se repete e as pessoas não se apercebem desse jogo, que é sutil, porém, não deixa de ser evidente. Quando os pecados dos grandes aparecem na mídia a opinião pública cobra esclarecimento do Estado ou do Governo. Esses se apavoram, sofrem um pouco e depois apresentam um bode para que de agora em diante, o bode pague pelos pecados.

No caso do Ministério dos Esportes o bode expiatório da vez são as ONG. Aliás, não é a primeira vez, nem a segunda, nem a terceira. Hoje é um bode fácil de encontrar, com endereço conhecido, financeiramente vulnerável e indefeso. Na primeira oportunidade de falar para a imprensa o novo Ministro dos Esportes Aldo Rabelo foi logo falando que “não iria fazer convênio com as Ong”. Logo identificou o bode para sacrificar e para distanciar. O rito estava definido, de agora em diante a opinião pública pode ficar tranqüila (pelo menos, por um bom tempo!), os atores, autores e agentes responsáveis podem pecar de novo ou continuar pecando, porque já foi encontrado o bode para pagar pelos pecados. O seu sangue os limpará dos pecados e falcatruas! Já tem para quem a opinião pública destinar sua indignação e os jornalistas vão nos deixar quieto para ir atrás desse bode!

Imediatamente, as suspeitas espalharam-se por todos os ministérios do governo federal e vai respingar sobre os estaduais. É preciso apresentar para a opinião pública os bodes expiatórios para pagar esses pecados. As ONG na conjuntura atual apresentam-se como a presa fácil. Vamos refletir um pouco nesse texto sobre essa situação, tentar contribuir para esclarecer o quadro, que é muito mais complexo do que se apresenta e se pinta na mídia e nos meios políticos.

2. Esclarecendo a categorização

O conhecimento popular utiliza provérbios tais como “cuidado para não jogar a criança fora com a água suja que a banhou!”, “é preciso distinguir e separar o joio do trigo, se não,  confunde e ao arrancar o joio, arranca também o trigo”. Um dos equívocos de interpretação sobre as Organizações Não Governamentais é considerá-las como se fosse uma categoria social única, um monobloco, uma expressão que engloba todas as entidades que não são estatais ou privadas. Como se todas fossem resultado da mesma conjuntura, da mesma época, das mesmas motivações e tivessem os mesmos objetivos.

Apesar de todas as resistências, o Estado e uma parte de políticos da situação, da base do governo e da oposição teimam em tratar as ONG dessa forma. Nas chamadas públicas e editais repetem o mesmo equívoco, colocam todas as ONG no mesmo saco e ainda misturam com empresas de consultorias, institutos de responsabilidade social de empresas, prestadoras de serviço, Organizações Sociais de Interesse Público (Oscip), Universidades ou Associações de Professores, organizações sociais (Os). As ONG concorrem nas chamadas públicas com essa identidade diversificada, diferente e têm que dar conta das mesmas condições para ganhar a chamada.

Exemplificando, para qualquer ONG concorrer a editais de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER têm que concorrer com as mesmas condições de empresas privadas de ATER, empresas públicas e trabalhar meses e meses com seus próprios recursos para poder receber depois. Para as pessoas do governo, isso é isonomia, oportunizar a todos as mesmas condições. Para os que se sentem desiguais é ampliar as desigualdades sobre o equívoco de que os diferentes devem ser tratados igualmente. Tratar os desiguais igualmente éaumentar as desigualdades.Ong só é igual com todas essas outras instituições para o governo. Na prática elas enfrentam mil dificuldades quando assim são tratadas.

3. Um pouco de resgate histórico

Boa parcela das ONG nasceu para dar conta de tarefas que o Estado não conseguia dar. Ou por que essas tarefas não eram contempladas nas suas agendas, nem em seus orçamentos. Ou porque na região o Estado era ausente. Ou por que era uma tarefa muito inovadora, não reconhecida, nem legitimada ainda. Ou por que pretendia defender um território, um bioma, uma etnia que se sentia menosprezada. Ou por que assumiu um compromisso histórico com uma causa, uma população que não se sentia contemplada. Ou por que o serviço público prestado a uma categoria ou a uma população era insuficiente, ineficiente, ineficaz. Ou por que queria fazer um trabalho social com autonomia das igrejas, dos governos.

Essas ONG nasceram com missão, compromisso histórico em alguns casos, até sendo perseguidas, renegadas, incompreendidas por lideranças locais ou ignoradas. Com os impactos de sua intervenção pedagógica os resultados foram aparecendo e a democratização do país veio contribuir para o reconhecimento, a visibilidade nos meios de comunicação. Os empresários também passaram a se aproximar, as organizações internacionais cobravam dos governos locais o reconhecimento dessas entidades.

Para manter suas ações as ONG buscavam recurso na CooperaçãoInternacional da Europa, América do Norte, que mantinha também meios de captação de recursos para esse fim. Com a Cooperação Internacional os recursos vinham em geral com planos trienais e eram renovados se as ações dessem resultados positivos, a prestação de conta fosse aprovada. Essa forma de repasse de recursos permitia planejamento de curto, médio e longo prazo, compromisso com os públicos das ações, monitoramento junto aos participantes dos projetos e alguns valores como a confiança, autodeterminação, autonomia eram cultivados. Os doadores tinham um código de ética para reconhecer até onde ia sua capacidade de intervenção.

No período da repressão da ditadura nem se cogitava dialogar com o Estado, nem com o Governo. Com a redemocratização foi ficando mais fácil e com a filosofia de um estado mínimo as ONG foram se firmando cada vez mais. Passaram a dialogar com o governo e até a receber recursos públicos para cuidar de sua missão original, de seu trabalho específico. Foi o tempo também que a Cooperação Internacional diminuiu ou transferiu seus recursos para outros continentes e países e o Brasil começou a entrar em cena como país emergente. O debate sobre Responsabilidade Social das empresas levou os empresários também a apoiarem projetos de ONG, criar seus institutos e patrocinar projetos.

Desde as mobilizações sociais para a Constituinte de 1988 e, sobretudo, após, e mais ainda a partir do Governo de Lula, as ONG e os Movimentos Sociais passaram a influenciar o Estado e os Governos a adotarem políticas que antes eram bandeiras das ONG e Movimentos Sociais. As Políticas Públicas para Criança e Adolescente, antes de serem assumidas pelos Governos, foram ações das ONG e Movimento como o de Meninos e Meninas de Rua. O mesmo aconteceu com as Políticas Públicas para as mulheres e de gênero; foram práticas das ONG feministas, dos Centros de Mulheres, de Movimentos de Mulheres Trabalhadoras.

E assim, veio acontecendo com inúmeras outras políticas. A sociedade civil foi fortalecendo seu campo de influência e o Estado foi aos poucos reconhecendo, legitimando e trazendo para si as tarefas que eram realizadas por ela. Quem não se lembra da campanha contra a fome pela vida liderada por Betinho! Hoje tem outro nome, Brasilsem fome e Brasil sem MisériaOs últimos governos assumiram e deram status de Política Pública. Com esse programa, Lula tornou-se referência internacional de políticas contra a desigualdade. Ele executou o que Dom Helder Câmara pregava como Arcebispo de Olinda e Recife por onde teve oportunidade de viajar e falar e o que Betinho praticou.

Os exemplos são muitos e nos mais diversos campos da atividade humana: etnia, raça, sexo, índios, negros, povos da floresta, catadoras de coco babaçu, pescadores, recicladores de lixo juventude, meio ambiente, tecnologias apropriadas ou alternativas, agroecologia, reflorestamento, biomas, economia solidária, mercados alternativos, microcrédito, comunicação, arte e cultura, direitos humanos, cidadania, deficientes físicos, educação contextualizada, educação do campo, educação popular, educação de jovens e adultos, saúde alternativa, fitoterapia, medicina popular, moradia, agricultura familiar, de igualdade racial, segurança alimentar e nutricional.

Para essas políticas há poucos anos esquecidas, hoje o Estado e os Governos consagram uma série de instâncias públicas (ministérios, secretarias especiais, diretorias, gerências), programas e projetos, órgãos de gestão democrática (conselhos nacionais, estaduais, municipais), conferências nos mesmos níveis e orçamentos. Há pouco tempo eram iniciativas das ONG e Sociedade Civil organizada.

Foi um movimento ascendente, de baixo para cima, do local para o regional e nacional, de conquista, de mobilização social, de militância aguerrida, com pouquíssimos recursos financeiros, com muitaconcertação enegociação políticas, com profissionalização, com compromisso histórico com os envolvidos até chegar ao ponto que está hoje. Os governos de Dilma e Lula se beneficiaram e muito desse processo. Muitas das lideranças das ONG e Movimentos Sociais migraram para os dois governos e os da base aliada nos Estados. Muitos se tornaram também militantes partidários.

4. De um movimento ascendente para um descendente.

No processo ascendente de reconhecimento e legitimação continuou nascendo ONG, mas dessa vez, num contexto já diferente. Não era mais motivo de perseguição, e sim de reconhecimento.  Era a bola da vez, da criação de negócios, de empreendimentos, de “fim da era do emprego”. Participar de ONG passou a ser chic! A ser um bom negócio! A ser um serviço profissionalizado e não tanto de militante. Acrescente a essa conjuntura o crescimento do terceiro setor em todos os países mais desenvolvidos, que também favoreceu muito o surgimento de ONG.

O Governo atual e o Estado, agora muito mais equipados de instâncias, de serviços, de braços, por estarem já atendendo às grandes bandeiras antes das ONG e dos Movimentos Sociais querem as ONG do seu lado, como aliados, como braço para executar as políticas do Estado. E agora a direção do movimento é inversa. Não é mais as ONG que influenciam o Estado, que lhe aportam valores, que lhe sugerem pistas para a solução dos problemas, que lhe oferecem capital social e humano. É o Estado que oferece seus recursos financeiros e dita todas as regras, impõe as crenças e os valores, define as metas, os serviços, as normas de gestão, o que as ONG podem pagar ou não pagar, a forma de contratação de seu pessoal.

As ONG, por piores ou melhores que sejam viraram braços doEstado. São executores baratos das políticas do Estado, mão-de-obra. Os editais e as chamadas públicas cada vez mais retiram o uso da inteligência, da capacidade intelectual, da “cabeça-de-obra” para se tornarem apenas mão-de-obra. E o que é mais grave, mão-de-obra barata, sem compromisso trabalhista, sem inchar a folha dos Governos, descartáveis. Só servem enquanto executam tarefas do Estado e dos Governos. Esses não querem nenhum compromisso em mantê-las, em cuidar de suas estruturas como teriam de fazer se fossem eles próprios que tivessem de fazer.  Tornaram-se um exército de reserva de mão-de-obra barata para os Governos e o Estado.

Uma inversão histórica de papéis como essa traz inúmeras outras conseqüências. Os princípios éticos que comandavam as ONG e seus militantes e suas ações passam a ser diferentes. O compromisso deixa de ser com o público, com as bases, com os resultados e impactos efetivos. Os técnicos, os dirigentes, os educadores da ONG deixam de estar nas atividades junto ao público para estar diante dos computadores, do SICONV e dos sistemas informatizados que o governo exige para ser preenchidos pelas ONG. Produzem pouco intelectualmente, porque seu tempo agora só dar para atender a burocracia das chamadas públicas e dos editais. Como esses são sempre tangenciais, nunca incorporam a atividade e a missão de uma ONG, os dirigentes e técnicos têm que ficar atrás de novos editais, de novas chamadas, formando um círculo vicioso de dependência e de insustentabilidade.

Os critérios de avaliação e hétero avaliação mudam. Antes uma ONG eficiente era a que tinha a confiança de seu público, o envolvimento com a causa, a que produzia resultados nas pessoas, no entorno, que tinha presença junto às comunidades... Agora a ONG eficiente é aquela que seus dirigentes têm e sabem fazer articulação política, as que têm a confiança dos dirigentes partidários, a que é bem articulada politicamente (para não dizer partidariamente!), as que forneceram quadros para o aparelhamento dos governos, as que fazem campanha para partidos políticos.

As ONG que tentam ser autônomas têm dificuldade de conquistar chamadas, de captar recurso, são vistas atravessadas pelo Estado e pelos Governos. É como se não merecessem a confiança deles, mesmo que tenha o melhor trabalho do mundo! Boa é aquela que faz a campanha do deputado do partido! Que perdeu a capacidade de criticar. Os dirigentes políticos não reconhecem uma ONG autônoma e independente, com pensamento próprio, com atividade própria. Só aceitam se for a favor ou de oposição.

5. Para continuar

Exemplos como o do caso do Ministério dos Esportes é típico desse movimento avassalador, descendente, de Brasília para os Estados, como um rolo compressor sobre as ONG, exigindo que as ONG se comportem como o Estado, inversamente ao anterior que era as ONG influenciando o Estado e os Governos. Há uma mudança histórica, que sugere re-significação do papel das ONG, dos Governos, do Estado, da sociedade civil.

Precisamos de um mutirão de idéias, de pontos de vista, de produção intelectual, de intercâmbio. A necessidade de um debate mais amplo, mais aberto é urgente. Há muitas concepções de sociedade, de estado e de governo subjacentes ao fenômeno que precisam vir a tona, serem mais explicitadas, sob pena de ficarmos ao sabor das emoções, dos acontecimentos e do imediatismo.

Esse texto pretende ser apenas um tijolo nessa construção. É um ponto de vista particular do autor, aberto a complementações, críticas, sugestões. Se servir como uma oportunidade de aprofundar a temática o autor se dá por satisfeito.

29 de outubro de 2011.


enviado originalmente pelo GTP+ (PE)

 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
 
Cel: (55.21) 9429-4550

A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago)
         
 
__._,_.___

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O Governador do Paraná exercício Flavio Arns convoca Conferência de Políticas Públicas de LGBT

Governo Paranaense convoca Conferência de Políticas Públicas de LGBT - 22/07/2011 16:31

O governador em exercício Flavio Arns (PSDB/PR) assinou, nesta sexta-feira (22), o decreto que convoca para o período de 7 a 9 de outubro de 2011 a II Conferência Estadual de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT. A cerimônia foi realizada no Palácio das Araucárias, com a presença de dirigentes de sete organizações não-governamentais e de representantes do governo estadual.

Governo e sociedade se reunirão para avaliar e propor diretrizes de combate à discriminação e à violência, e para a promoção dos direitos humanos e da cidadania da população LGBT no Paraná. A conferência estadual, que será realizada em Curitiba, precede a nacional, convocada pela presidente Dilma Rousseff para os dias 15, 16, 17 e 18 de dezembro, em Brasília.

O governador Flávio Arns ressaltou a importância da organização da sociedade para a concretização de seus objetivos. “As políticas públicas têm que estar claramente descritas na legislação, com previsão no orçamento, de forma a concretizar o pensamento de que todos são seres humanos. Cidadania, dignidade e respeito é o que queremos para todos e todas no Paraná”, disse.

A secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Teresa Uille Gomes, classificou o momento como uma data histórica e ressaltou a importância de que as políticas propostas sejam incluídas na lei de diretrizes orçamentárias e nos planos diretores dos vários setores do governo. “É importante que esta temática seja discutida e que seja assegurado o respeito pelo direito à liberdade, à igualdade e à dignidade das pessoas”, disse.

O presidente da Associação Brasileira Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Toni Reis, reforçou o caráter histórico do encontro. “É a primeira vez que nós somos recebidos oficialmente pelo governador e isso é importante. Nosso Estado ainda é muito conservador, mas tem muito respeito. É isso que nós queremos. Respeito é fundamental para todos e todas, independente da orientação sexual e da identidade de gênero”, disse.

O secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, foi representado pela chefe de gabinete Maria Goretti David Lopes. O coordenador da Agência Goiana do Sistema de Execução Penal, Edílson de Brito, em visita ao Paraná, acompanhou a secretária da Justiça.

Participaram do evento os dirigentes do Grupo Dignidade David Harrad e Rafaelly Wiest; do Centro Paranaense da Cidadania, Alberto Schmitz Segundo; da Associação Paranaense da Parada da Diversidade, Bárbara Bueno; do Transgrupo Marcela Prado, Carla Amaral e Sabrina Mab; da ONG Dom da Terra, Márcio Marins; da Associação Paranaense de Lésbicas-Artemis, Siyrdária Mesquita; e da Rede Candace , Helena Hemetério.
Áudio:
Confira a galeria de fotos desta notícia:
    • Governador em exercício Flávio Arns e a secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uilli Gomes, assinam decreto que convoca a Conferência Estadual de LBGT. Curitiba, 22.07.11 Foto Chuniti Kawamura/AENoticia.
    • Governador em exercício Flávio Arns e a secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uilli Gomes, assinam decreto que convoca a Conferência Estadual de LBGT. Curitiba, 22.07.11 Foto Chuniti Kawamura/AENoticia.
    • Governador em exercício Flávio Arns e a secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uilli Gomes, assinam decreto que convoca a Conferência Estadual de LBGT. Curitiba, 22.07.11 Foto Chuniti Kawamura/AENoticia.
    • Governador em exercício Flávio Arns e a secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uilli Gomes, assinam decreto que convoca a Conferência Estadual de LBGT. Curitiba, 22.07.11 Foto Chuniti Kawamura/AENoticia.
    • Governador em exercício Flávio Arns e a secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uilli Gomes, assinam decreto que convoca a Conferência Estadual de LBGT. Curitiba, 22.07.11 Foto Chuniti Kawamura/AENoticia.
    • Fl?vio Arns Assina Decreto que Convoca a Confer?ncia Estadual de LBGT.
    • Fl?vio Arns Assina Decreto que Convoca a Confer?ncia Estadual de LBGT.
    • Fl?vio Arns Assina Decreto que Convoca a Confer?ncia Estadual de LBGT.
    • Fl?vio Arns Assina Decreto que Convoca a Confer?ncia Estadual de LBGT.
    • Fl?vio Arns Assina Decreto que Convoca a Confer?ncia Estadual de LBGT.
    • Fl?vio Arns Assina Decreto que Convoca a Confer?ncia Estadual de LBGT.
    • Fl?vio Arns Assina Decreto que Convoca a Confer?ncia Estadual de LBGT.
fonte http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=64799&tit=Governo-convoca-Conferencia-de-Politicas-Publicas-de-LGBT

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