Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
domingo, 2 de julho de 2017
politica e economia ligada a diversão criando fundos de pensão? Não eh mole não!
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
#VoteNaWeb
domingo, 25 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Aposentadoria>Congresso>> Leia Importante>>MUDANÇA
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É assim que começa.
Peço a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de endereços, e pedir a cada um deles para fazer o mesmo.
Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.
(emenda à Constituição)
PEC de iniciativa popular:
Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal)
“1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. Não haverá ‘aposentadoria por tempo de parlamentar’, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.
3. Os senhores congressistas e assessores devem pagar seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.
4. Aos Congressistas fica vedado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.
5. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.
6. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.
7. Exercer um mandato no Congresso é uma honra e uma responsabilidade, não uma carreira. Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.
8. É vedada a atividade de lobista ou de ‘consultor’ quando o objeto tiver qualquer laço com a causa pública. “
Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem.
A hora para esta PEC é AGORA.
É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO.
Se você concorda com o exposto, REPASSE. Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado.
Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDOpara que possamos ajudar a reformar o Brasil.
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NÃO SEJA ACOMODADO.....
NÃO ADIANTA SÓ RECLAMAR... NÃO CUSTA NADA REPASSAR...... |
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Presidente do TSE quer fim de doação de empresas nas eleições
Presidente do TSE quer fim de doação de empresas nas eleições
Em relação à cláusula de desempenho, o ministro foi taxativo em dizer que o tema, para ser analisado, deve ser objeto de proposta de emenda à Constituição, uma vez que o pluralismo político já é garantido. “Qualquer lei [ordinária] que, de forma artificiosa, queira impedir a existência dos partidos será fulminada pelo Supremo Tribunal Federal quando for contrastada com a Constituição”, afirmou. Ele defendeu, no entanto, mecanismos que impeçam a existência de partidos de fachada, que existem apenas para fins eleitorais.
Durante a audiência, Lewandowski destacou ainda a necessidade de se fortalecer os mecanismos de participação popular, como os plebiscitos e referendos, nas decisões políticas. “Isso é um mandamento constitucional”, definiu.
“Com o progresso da informática aplicado ao processo eleitoral, podemos aplicar essas ferramentas [de consulta popular] de forma mais constante”, acrescentou o ministro. “Temos um dos sistemas eleitorais mais avançados do mundo. Poderíamos ter a resposta de uma consulta popular em menos de 24 horas.”
Em relação ao custo dessas consultas, o ministro informou que as últimas eleições oneraram os cofres públicos em R$ 490 milhões, o que representa o valor de R$ 3,60 para cada eleitor. “É o preço de um cafezinho com pão com manteiga. Podemos arcar perfeitamente com esse custo”, concluiu.
Voto obrigatório
Ricardo Lewandowski também se disse contrário ao voto facultativo. Para ele, o fim da obrigatoriedade “favoreceria as elites, enfraqueceria as instituições republicanas e desestimularia o interesse popular pelos assuntos coletivos”.
Segundo o ministro, a legislação atual já permite que os eleitores se recusem a participar de eleição, ainda que seja convocada de forma obrigatória, porque estabelece multas “irrisórias” para quem não vota, de R$ 3. “O eleitor pode justificar com muita facilidade sua falta nas eleições, ele não precisa comprovar nada. Mesmo assim, as pessoas têm comparecido de forma maciça nas urnas”, declarou.
Antes da audiência, Lewandowski reuniu-se com a presidente interina da Câmara, deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), e alertou para o princípio da anuidade das leis eleitorais. Para valer nas eleições do ano que vem, a reforma precisará estar aprovada na Câmara e no Senado até outubro deste ano.
Edição – Daniella Cronemberger
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Comissão aprova sistema eleitoral proporcional com lista fechada
Comissão aprova sistema eleitoral proporcional com lista fechada
29/03/2011 21:04:42Os eleitores e a reforma política
Os eleitores e a reforma política
Enviado por luisnassif, qua, 06/04/2011 - 08:02Pesquisa revela que eleitor prefere voto distrital puro e facultativo
Também é vontade de seis em cada dez eleitores que o voto no Brasil seja facultativo. E caso o voto deixe de ser obrigatório, 81% dos entrevistados afirmou que votaria mesmo assim.
O levantamento do DataSenado foi feito de 21 a 29 de março. No total, foram entrevistadas 797 pessoas nas capitais de todos os estados e o Distrito Federal. Os resultados foram publicados na semana em que é finalizado o trabalho da comissão especial para a reforma política no Senado. O grupo definiu inicialmente o sistema proporcional com lista fechada e que o sufrágio permaneça obrigatório. Todos os pontos acordados pelos membros da comissão precisam ser levados a Plenário e, caso aprovados, serem aprovados também pela Câmara.
Mesmo com decisão divergente do resultado pesquisado com eleitores, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), garantiu que a vontade da sociedade será "levada em conta". "A gente tem que levar em conta, evidentemente, o que está pensando o povo", declarou.
Financiamento e reeleição
Sobre o financiamento de campanha, a maioria dos eleitores (48%) prefere que as eleições sejam financiadas apenas com dinheiro privado. A opção é seguida pelo financiamento público (32%) e pela combinação das duas modalidades (15%).
Para cargos eletivos no Executivo (prefeitos, governadores e presidente da República), a maioria (58%) quer manter o atual modelo de mandatos de quatro anos com direito a uma reeleição. A comissão vai recomendar o fim da reeleição e o aumento dos mandatos para cinco anos.
Interesse na política
A maioria dos entrevistados (79%) veem positivamente a possibilidade de reforma política e acreditam que as mudanças na legislação serão vantajosas para o país.
A pesquisa revela ainda que nove em cada dez eleitores ouvidos têm interesse em política em alguma medida, sendo que apenas 11% não querem saber do assunto. Na prática, 53% tem disposição média para acompanhar o tema. O mesmo percentual de entrevistados (18%) possuem alto e baixo interesse.
Os brasileiros ouvidos pelo DataSenado apontaram a televisão como a principal fonte de informação sobre política, opção indicada por 56% dos entrevistados. Jornais e revistas foram apontados por 20% dos entrevistados, e a internet, por 15% deles.
Clique aqui para acessar a íntegra da pesquisa.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Reforma Eleitoral [fraude nas urnas eletronicas]
Leia o texto na íntegra com os vídeos no link acima.