Isso a mídia não mostra!!!
Se mostrar vai alegar caso isolado, mesmo que a " ofendida' tenha apenas 7% de aprovação...
Mas o que se esperar de um governo que compra apoio via propaganda...
A verba com anuncio não teve corte e mesmo com corte Ê muito grande.
NGB
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quinta-feira, 2 de julho de 2015
#Dilma nos #EUA vídeo
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
BEM FAM_CLIPPING - 20/set./ 2012
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Cartilha de prevenção de anencefalia - Mulher: Antes que você planeje engravidar...
Cartilha de prevenção de anencefalia - Mulher: Antes que você planeje engravidar...
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sábado, 12 de maio de 2012
Especialistas dos EUA aprovam pílula preventiva contra Aids_Enviado por: "Renato da Matta"
Especialistas dos EUA aprovam pílula preventiva contra Aids
Enviado por: "Renato da Matta" damatta2003@ damatta2003
Sex, 11 de Mai de 2012 9:40 pm
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Consultores sanitários dos Estados Unidos recomendaram nesta quinta-feira a adoção da droga Truvada como a primeira pílula preventiva contra a Aids.
O Comitê de Aconselhamento de Drogas Antirretrovirais, que assessora a Food and Drug Administration (FDA), agência que regula os alimentos e os medicamentos nos Estados Unidos, aprovou por 19 votos contra 3 a prescrição do Truvada para homens homossexuais HIV-negativos, e por 19 votos a 2 (uma abstenção) receitar a droga para cônjuges não infectados cujos parceiros têm Aids.
Resultados de estudos de referência publicados em 2010 demonstraram que a droga, fabricada pela Gilead Sciences, ajudou a repelir o HIV em homens homossexuais que adotam comportamentos de risco de 44% para quase 73%.
Mas críticos observam que a pílula é cara - custa até US$ 14 mil ao ano - e outros alertam que o teste clínico não representa as circunstâncias do mundo real e poderia provocar um aumento na prática de sexo sem proteção e em uma retomada nos casos de Aids.
O estudo foi realizado com 2.499 homens homossexuais, inclusive 29 transexuais, com idades entre 18 e 67 anos, sexualmente ativos, mas não infectados com o vírus causador da Aids.
Os participantes foram selecionados ao acaso para tomar uma dose diária de Truvada - combinação de 200 miligramas de emtricitabina e 300 milligramas de tenofovir disoproxil fumaratoo - ou um placebo.
Aqueles que tomaram o novo medicamento com regularidade tiveram uma incidência quase 73% menor de infecções. Em todo o estudo, incluindo aqueles que não fizeram um uso tão seguido do Truvada, houve 44% menos infecções do que entre aqueles que tomaram o placebo.
Depois da publicação do estudo no periódico New England Journal of Medicine, alguns especialistas saudaram os resultados, denominando-os de uma virada de mesa e a primeira demonstração de que um medicamento oral já aprovado poderia reduzir a probabilidade de infecções por HIV.
No entanto, outros alertaram para os riscos de se depender nas pessoas - particularmente naquelas que já tiveram comportamentos de risco - em ingerir uma pílula diária.
"Os 44% que se beneficiaram do Truvada no estudo iPrex foram aconselhados mensalmente e fizeram exames frequentes para detectar infecções sexuais, algo que não é verossímil no mundo real", acrescentou.
Uma análise do custo e benefício, realizada no mês passado por especialistas da Universidade de Standford, sugeriu que o medicamento seria financeiramente viável entre homens gays com cinco parceiros ou mais ao ano, mas seria proibitivamente caro se promovido para todos os homossexuais masculinos.
Fonte - Uol
Grupo Apoio Soropositivos
http://br.groups.yahoo.com/gro
Renato da Matta
Valeria Saraiva
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Nós vs. os EUA
Europa e os campeões do clima versus os EUA e grandes poluidores em Durban. O destino do planeta está em perigo. Sabemos qual deve ser o lado do Brasil, mas Dilma está hesitando, e seu governo até mesmo disse, surpreendentemente, que não deveria existir nenhuma ação a respeito do clima nos próximos 8 anos -- repetindo a posição irresponsável dos EUA!
Precisamos urgentemente encher a caixa de entrada de email, a página do Twitter e Orkut da Dilma com nosso pedido para que ela não apoie os EUA, e se posicione a favor do planeta, do hemisfério sul, e do povo brasileiro na luta por ação contra as mudanças climáticas:
http://www.avaaz.org/po/
O Brasil hospedou a primeira Conferência da Terra, no Rio de Janeiro, há quase 20 anos e lançou as negociações climáticas que nos trouxeram o Protocolo de Kyoto e nos levaram ao encontro que está acontecendo nesse momento em Durban, África do Sul. Pediram ao Lula para abrir a última maior conferência climática, e na ocasião ele foi proclamado um líder e herói climático internacional.
Mas Dilma não manteve essa função importante do Brasil -- apoiando um projeto de construção de uma usina hidrelétrica massivamente destrutiva, a usina Belo Monte, e permitindo mudanças no nosso código florestal que enfraquecem o progresso que temos feito em relação ao meio ambiente. Enquanto isso, nas negociações internacionais, o Brasil está ficando do lado de países como EUA, Índia e Arábia Saudita em questões importantes. Esses países tentam bloquear o progresso e evitar as metas para reduzir a poluição.
Dilma não pode ignorar o pedido de milhares de brasileiros que se importam com o futuro do clima para todos nós. Vamos mostrá-la que uma aliança mortal com os EUA e outros grandes poluidores não será tolerada -- junte-se ao chamado para trazer o Brasil de volta à sua posição de herói climático:
http://www.avaaz.org/po/
Tudo está em jogo durante essas negociações climáticas e não podemos permitir que essa seja a razão pela qual todos os líderes mundiais falhem ao proteger nosso futuro. Nossas vozes já mudaram a face da política brasileira uma vez, e podemos fazer isso de novo -- mas dessa vez mudando o futuro do planeta inteiro.
Com esperança,
Emma, Ricken, Diego, Laura, Ian, Allison, Caroline e o restante da equipe da Avaaz
Mais informações:
Durban: 6 mil protestam durante a Conferência do Clima (Terra)
http://noticias.terra.com.br/
ONU vê possibilidade de acordo com pessimismo (Último Segundo)
http://ultimosegundo.ig.com.
Na COP-17, Brasil vira motivo de discussão por aprovar mudança no Código Florestal (Rede Brasil Atual)
http://www.redebrasilatual.
Brasil leva prêmio “Fóssil do Dia” na COP17 por Código Florestal (Revista Exame)
http://exame.abril.com.br/
O Brasil não pode nadar contra a corrente (em inglês) (IPS)
http://www.ipsnews.net/news.
Conferência climática inicia em meio a táticas de esquiva dos grandes emissores (em inglês) (BBC)
http://www.bbc.co.uk/news/
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
'Aids-free' #ONU #aids
Plano de uma geração sem Aids vira meta da ONU e do governo americano
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
Cliiping BemFam:25/maio/2011
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
A banda larga espera por leis nos Estados Unidos
Internet
A banda larga espera por leis nos Estados Unidos
5 de maio de 2010
Por The New York Times
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VEJA TAMBÉM
REVISTAS ABRIL
A Comissão Federal de Comunicações americana (FCC, na sigla em inglês) vem enfrentando uma batalha legal que pode determinar o futuro dos serviços de banda larga nos Estados Unidos. Órgão federal responsável pela regulação do setor de telecomunicações, a comissão estuda abandonar a criação de regras para a banda larga. Hoje a FCC desempenha o que é chamado de autoridade acessória sobre provedores como a Comcast, AT&T e Verizon. Os serviços oferecidos por esses grupos são levemente regulamentados. Em abril, porém, um tribunal decidiu que dois anos atrás a FCC extrapolou seus poderes ao sancionar a Comcast por reduzir a banda para determinados tipos de tráfego, como baixar arquivos grandes.
Diante do veredicto, a FCC estaria disposta a não mais regulamentar o setor, o que seria um duro golpe para os grupos que defendem a chamada neutralidade da rede, ou seja, velocidade igual para todos na internet. A informação de que a FCC teria decidido manter a banda larga americana sem regulamentação foi publicada pelo jornal Washington Post e abriu uma polêmica no setor.
De um lado, estão os analistas ligados ao mercado que preveem uma guerra aberta se a FCC tentar reclassificar os serviços dos provedores de banda larga. Essa atitude permitiria à comissão federal supervisionar as empresas em temas como impostos, práticas, regulamentos, instalações e assim por diante. De outro, grupos de defesa da liberdade de informação e dos direitos dos consumidores acreditam que, se a FCC abrir mão da regulamentação, as consequências serão danosas aos usuários.
Se falhar em reestabelecer a autoridade da FCC para proteger usuários de internet, o presidente da agência, Juius Genachowski, permitirá que empresas como Comcast, AT&T e Verizon possam diminuir a banda, bloquear acessos ou censurar à vontade, disse Josh Prata, diretor do grupo Free Press. As empresas poderiam bloquear qualquer site, blog ou tweet sem tornar isso público e o FCC seria impotente para detê-las. Sem reclassificação, quase todas as decisões da agência relacionadas com banda larga serão contestadas de forma agressiva e a FCC, provavelmente, vai perder as disputas.
O Public Knowledge, grupo voltado ao interesse público da mídia, concorda. A solução óbvia para proteger o consumidor e cumprir a plataforma de tecnologia da administração Obama é regulamentar o acesso à banda larga, disse Art Brodsky à BBC News.
À medida que a FCC permanece debruçada sobre o tema, organizações do setor de tecnologia buscam uma solução da indústria para o problema. O Information Technology Industry Council (ITIC) defende a auto-regulamentação. Qualquer outra solução vai levar tempo para ser implementada, defende Dean Garfield, presidente da ITIC. Buscaremos uma solução que contemple as necessidades da indústria e dos consumidores, mas a liderança do setor privado é importante nessa questão.
O Centro para a Democracia e Tecnologia reconhece que a indústria pode desempenhar um papel na regulação, mas defende que a FCC tem de fazer valer sua autoridade. A indústria pode ajudar ao definir práticas que devem ser evitadas e ao estabelecer algumas regras, disse David Sohn. Mas acredito que é importante o governo manter a supervisão. O diabo se esconde nos detalhes.segunda-feira, 22 de março de 2010
Obama comemora aprovação da reforma histórica da saúde
Estados Unidos
Obama comemora aprovação da reforma histórica da saúde
22 de março de 2010
O presidente dos Estados Unidos Barack Obama comemorou no fim da noite de domingo uma de suas mais importantes vitórias no cargo: a aprovação da reforma da saúde. "Esta legislação não consertará tudo que aflige nosso sistema de assistência médica", disse Obama numa entrevista coletiva. "Mas ela nos leva decisivamente na direção correta."
A Câmara dos Representantes aprovou o projeto de lei, considerado prioritário por Obama, que prevê uma significativa mudança no sistema de saúde do país. A reforma atenderá 32 milhões de americanos que não têm plano de saúde, oferecendo à população assistência médica gratuita.
O projeto precisava de um mínimo de 216 votos para ser aprovado pela Câmara, que conta com 427 deputados e quatro cadeiras vagas. Antes mesmo dos debates que antecederam a votação, Nancy Pelosi, líder dos democratas e presidente da Casa, afirmou que a maioria dos votos necessários já estava garantida.
A reforma foi aprovada por um total de 219 a 212 votos. Entre os democratas, 34 votaram contra o projeto; entre os republicanos, 178 alegaram se tratar de um investimento muito alto - 940 bilhões de dólares ao longo de 10 anos - para uma causa não tão nobre assim.
A reforma já havia sido aprovada pelo Senado em dezembro de 2009. Agora, o projeto segue direto para a sanção do presidente. Agora, os senadores devem trabalhar em um projeto complementar à proposta geral, aprovada pela Câmara e enviada ao presidente. O projeto complementar faz uma série de mudanças na reforma, incluindo o aumento do valor dos subsídios ao seguro-saúde e a redução da incidência de um imposto sobre planos de assistência médica de alto custo.
Obama disse que espera que as táticas parlamentares não impeçam a rápida aprovação do projeto no Senado - um recado claro aos senadores republicanos, que podem tentar se abster da discussão das medidas. "É hora de encerrar este debate e começar o difícil trabalho de implementar esta reforma adequadamente em respeito ao povo americano".
A reformulação do setor, carro-chefe de Obama, foi considerada uma das principais diretrizes do governo. O presidente americano chegou a fazer uma dura campanha pela reforma e até exigiu dos democratas que votassem a favor. "Está na mão de vocês. Não façam isso por mim. Não façam isso pelo partido democrata. Façam isso pelo povo americano", disse Obama antes da votação.
A reforma representa uma significativa mudança no sistema de saúde dos Estados Unidos. O último grande projeto do setor aconteceu na década de 60, quando o Medicare, sistema que garante o atendimento às pessoas com mais de 65 anos, foi criado.
A lei, depois de sancionada, ampliará o número de americanos cobertos por um sistema de saúde, contribuirá para o barateamento da assistência médica e ajudará a impor regras mais rígidas às seguradoras.
Reforma - O presidente Barack Obama defendeu a reforma do sistema de saúde por causa de um dado que não condiz com a posição econômica do país: os Estados Unidos são a única nação desenvolvida que não oferece uma cobertura médica ampla à população. Atualmente, cerca de 50 milhões de americanos não possuem qualquer plano de assistência médica.
Embora o projeto de lei não ofereça cobertura total, a reforma beneficia 95% dos americanos que não têm plano de saúde.
Sancionada, a lei estenderá o programa federal Medicaid aos pobres e permitirá que empresas e trabalhadores autônomos assinem planos de saúde com melhores condições.
A reforma ainda proíbe convênios médicos de negar apólices por causa de doenças preexistentes e graves.
FONTE: Veja.com
sábado, 6 de março de 2010
Vamos malhar(tecontei?)
Michelle Obama faz maratona de exercícios para divulgar campanha contra obesidade infantil
Sábado, 06/03/2010 - 12:48hMichelle Obama
Segundo o site "Just Jared", a primeira dama jogou futebol, correu e animou as crianças a fazerem atividades físicas pelo menos 60 minutos por dia.
"Não sou jogador de futebol, então vocês tem que me ajudar", disse Michele aos jovens atletas no evento em Washington.