Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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quinta-feira, 2 de julho de 2015

#Dilma nos #EUA vídeo

https://youtu.be/DmWWbV23D7o
  

Isso a mídia não mostra!!!
Se mostrar vai alegar caso isolado, mesmo que a " ofendida' tenha apenas 7% de aprovação...
Mas o que se esperar de um governo que compra apoio via propaganda...
A verba com anuncio não teve corte  e mesmo com corte Ê muito grande.
NGB

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

BEM FAM_CLIPPING - 20/set./ 2012

CLIPPING - 20/set./ 2012
LEIA MAIS, SEJA MAIS    

Brasil responde na ONU às sugestões sobre melhorias na área de direitos humanos - A embaixadora do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), Maria Nazareth Farani de Azevêdo, apresenta hoje (20), no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDH) em Genebra, na Suíça, as respostas às recomendações feitas por 78 delegações estrangeiras ao governo brasileiro. Das 170 recomendações, o Brasil atenderá a 159. A Agência Brasil teve acesso ao documento preliminar que será apresentado pelas autoridades brasileiras. A manifestação brasileira faz parte de um mecanismo previsto pela ONU. Instaurado em 2006, o Exame Periódico Universal do Conselho de Direitos Humanos permite que o país examinado faça sua apresentação sobre o tema e acate ou recuse as sugestões. Também há espaço para que organizações não governamentais se pronunciem. As recomendações foram divididas em dois blocos: o sistema prisional brasileiro e a realização de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Na relação de sugestões aparecem em destaque as questões sobre denúncias de irregularidades nas prisões brasileiras, como superlotação e torturas, a desmilitarização da polícia e a violação de direitos dos indígenas, além de questões de gênero, como a legalização da união entre pessoas do mesmo sexo.
ONGs consideram tímido documento brasileiro sobre direitos humanos - As organizações não governamentais (ONG) consideram tímidos os compromissos assumidos pelo Brasil no documento preliminar que será apresentado pela delegação do país amanhã (20) no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDH), em Genebra, na Suíça. Para as entidades, a ausência de citações sobre tratamento de HIV/aids e crimes homofóbicos é um aspecto preocupante.
A coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política, Sônia Corrêa, e a diretora da ONG Conectas, Camila Asano, disseram à Agência Brasil que, em novembro, representantes de 40 organizações não governamentais encaminharam a autoridades brasileiras sugestões sobre os temas das recomendações. Mas pouco foi incorporado ao documento preliminar que, na avaliação delas, apresenta pequenos avanços. Para Sônia, o documento apresenta lacunas ao não mencionar o problema da discriminação de pessoas com HIV como a obrigatoriedade da apresentação de exame para comprovar que não está doente, como exigido pelas Forças Armadas. “Para nós, isso é grave”, destacou.
Brasil supera meta dos Objetivos do Milênio da ONU de redução da mortalidade infantil - O Ministério da Saúde (MS) apresentou nessa quarta-feira (19), na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), em Washington (EUA), os detalhes do relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), que comprovou que o Brasil já alcançou os índices de redução definidos pelas metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODB) em relação à mortalidade de crianças com menos de cinco anos de idade. "Atingir a meta estabelecida pela ONU antes do prazo é uma grande vitória brasileira”, diz o ministro Alexandre Padilha, que fez a apresentação durante a 28ª Conferência Sanitária Pan-Americana e da 64ª Sessão do Comitê Regional.
Relatório da OMS destaca dificuldade brasileira em conter doenças crônicas- O Relatório Saúde nas Américas 2012, elaborado pelas organizações Pan-Americana e Mundial da Saúde (OPAS/OMS), evidencia um panorama dos desafios que o Brasil enfrenta, principalmente, em relação a doenças crônicas não transmissíveis e tuberculose. O documento foi apresentado ontem na 28ª Conferência Sanitária Pan-Americana que ocorre até amanhã em Washington, sede da Organização Pan-Americana de Saúde. O Brasil está representado pelo Ministério da Saúde. Os números da tuberculose deixam o Brasil em 19º lugar entre os 22 países com maior incidência da doença. Em 2010, 71 mil novos casos foram registrados, no entanto, houve redução de 30% em relação a 1990. Doenças cardiovasculares e tumores estão entre as enfermidades crônicas não transmissíveis que, em 2009, causaram 72,4% das mortes no país.
Classe média quer mais serviços, com mais qualidade, diz estudo - Na última década, 37 milhões de pessoas ascenderam à classe média brasileira impondo ao governo federal o desafio de adequar as políticas públicas e os serviços oferecidos pelo Estado aos novos interesses de uma camada crescente da população, mais exigente e com maior capacidade de ser ouvida. Essa fatia da população já é maioria (53%) e pode até decidir uma eleição. O orçamento maior no fim do mês trouxe o desejo de consumir serviços privados e chancelou a percepção de que a qualidade dos serviços públicos está muito aquém das necessidades do cidadão. O grande hiato estaria sobretudo na saúde. Esta é uma das conclusões do caderno "Vozes da Classe Média", que será lançado hoje pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República.
Estimada em 104 milhões de pessoas, a nova classe média prefere pagar pela escola dos filhos, recorre a hospitais particulares em caso de necessidade e não abre mão de um plano de saúde. Enquanto 5% da classe baixa possuem planos de saúde, esse percentual sobe para 24% na classe média.
Estudo considera renda de R$ 291 a R$ 1.019 - O critério adotado pelo governo considera que a classe média é formada por pessoas com renda familiar per capita de R$ 291 a R$ 1.019 por mês. Quem vive com mais do que isso, portanto, faz parte da classe alta. Um casal com dois filhos será considerado de classe média se sua renda familiar total oscilar entre R$ 1.164 e R$ 4.076 por mês. Os parâmetros foram definidos por uma comissão chefiada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE). A própria SAE reconhece que o valor é baixo, se analisado pela ótica dos segmentos de renda mais alta. Mas argumenta que, no Brasil, metade da população tem renda familiar por pessoa inferior a R$ 440 mensais. Segundo a SAE, a renda familiar por pessoa que delimita os 5% mais ricos no Brasil começa na faixa de R$ 2.635 mensais. Já a renda familiar do 1% mais rico é de R$ 11.000 por mês. Pelo critério da SAE, o programa Universidade para Todos (ProUni) é dirigido às classes média e alta. É que o ProUni concede bolsas parciais para quem tem renda familiar por pessoa de até R$ 1.866.  
Conar suspende anúncio da marca de preservativos Prudence- O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) suspendeu ontem por unanimidade de votos uma peça publicitária veiculada no Facebook pela marca de preservativos Prudence em julho deste ano. Divulgado na fan page da marca, o anúncio "Dieta do Sexo" era construído em formato de tabela calórica e comparava os gastos calóricos de diversas atividades ligadas ao sexo. O item que causou a indignação dos usuários da rede social - e que gerou mais de mil denúncias no Conar - dizia que tirar a roupa de uma mulher queima 10 calorias, enquanto fazer o mesmo sem o consentimento da parceira consome 190 calorias. A peça foi compartilhada por mais de 2 mil pessoas e recebeu mais de mil comentários, muitos demonstrando o repúdio de internautas, que entenderam o trecho do anúncio como um estímulo à violência sexual contra a mulher.
Mais da metade dos adultos de 39 estados dos EUA será obesa em 2030 - De acordo com o relatório "F as in Fat: How Obesity Threatens America's Future", elaborado pela América's Health (TFAH) e a Fundação Robert Wood Johnson (RWJF), em 2030 o índice de obesidade em adultos ultrapassará 60% em 13 estados do país. "Em cada nível do governo devemos perseguir políticas que preservem a saúde, previnam as doenças e reduzam os custos dos serviços de saúde. Nada menos do que isso é aceitável", afirmou a doutora Risa Lavizzo-Mourey, presidente e diretora-executiva da RWJF. "Este relatório destaca que as políticas de aumentar o tempo de atividade física nas escolas e tornar as frutas e vegetais mais baratos podem ajudar na adoção de decisões mais saudáveis", assinalou Jeff Levi, diretor-executivo do TFAH. O relatório afirmou ainda que a obesidade tem graves consequencias para a saúde e que os casos de doenças relacionadas ao excesso de peso, desde embolias até artrites, podem duplicar até 2030.
Descoberta de papiro reacende discussão sobre mulher na Igreja - O anúncio da descoberta de um fragmento de papiro do século IV com uma suposta menção de Jesus a uma esposa provocou reações mundo afora. Revelado pela historiadora americana Karen King, uma das mais respeitadas especialistas sobre os primórdios do Cristianismo do mundo, o documento escrito em copta, um antigo dialeto egípcio que usava o alfabeto grego, tem o potencial de reacender o debate sobre o papel das mulheres não só nas origens da Igreja como hoje, diz André Chevitarese, professor do Instituto de História da UFRJ. O próprio Evangelho de João diz que Maria Madalena foi a única pessoa a testemunhar a ressurreição de Jesus e encarregada por Ele de levar a notícia aos outros discípulos, uma amostra da proeminência que as mulheres tinham nesta comunidade.
Por fim, Serge Ruzer, estudioso da origem do Cristianismo da Universidade Hebraica de Jerusalém, considera o papiro uma descoberta fascinante não por revelar que Jesus Cristo tinha uma esposa, mas por refletir o clima da época em que foi escrito, quando cristãos de várias vertentes discutiam que feição teria a religião monoteísta que, hoje, é a maior do planeta. Mas Ruzer acredita que Jesus era mesmo solteiro por ter sido um rabino nômade e pobre.
Falta homem?(Mirian Goldenberg) - Pesquisando mulheres de mais de 40 anos, brasileiras e alemãs, observei diferenças interessantes. Enquanto as alemãs se mostram focadas na realização profissional e em atividades intelectuais, as brasileiras enfatizam a importância de ter marido e filhos e reclamam muito da "falta de homem no mercado".
É curioso observar que, mesmo entre mulheres muito bem-sucedidas, as brasileiras que se dizem mais satisfeitas são as casadas. O que elas mais valorizam é ter um marido fiel. Dizem que os maridos ligam inúmeras vezes por dia para perguntar coisas bobas, que ficam deprimidos quando elas viajam e que eles são completamente dependentes delas. Afirmam coisas como: "Ele precisa muito de mim"; "Ele não sabe ficar sozinho"; "Ele gosta que eu cuide dele"; "Ele cobra o tempo todo a minha atenção" e "Ele sente muito ciúme de mim". Ter um marido é um verdadeiro capital para muitas brasileiras. Em um mercado afetivo e sexual em que os homens disponíveis, interessantes e fiéis são considerados "artigos de luxo", muitas brasileiras acreditam ser triplamente vitoriosas: por terem um casamento duradouro, por se sentirem reconhecidas pelo marido e, principalmente, por acreditarem que são únicas para eles. Muitas brasileiras que pesquisei disseram se sentir fracassadas ou infelizes por não conseguirem ter (ou manter) o capital marital. No entanto, as alemãs (e também algumas brasileiras) preferem investir em outras formas de realização pessoal (trabalho, educação, amizade etc.). Qual será o melhor investimento para uma vida feliz?
Extra Extra! Uma nova marca de roupas de cama ganhou o mercado. Numa loja da rede Itequinte Magazine, em Duque de Caxias, estiveram à venda lençóis e fronhas com a marca... SUS do Sistema único de Saúde, regido pelo governo federal.
Para quem duvidasse, a loja fornecia nota fiscal R$9,99 o lençol, R$ 1,99 a fronha. "Promoção de sucesso", clamou o vendedor. E o povo acorreu, lógicol A procura foi tanta, que o estoque acabou.


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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Cartilha de prevenção de anencefalia - Mulher: Antes que você planeje engravidar...

Prezados,

Cartilha de prevenção de anencefalia  - Mulher: Antes que você planeje engravidar...

Ácido fólico pode evitar até 75% dos defeitos neurais
A  Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia - Febrasgo –  lançou dois materiais sobre o tema da anencefalia, ontem, 30 de agosto. O primeiro é uma cartilha para mulheres que tem como objetivo prevenir a anencefalia durante a gravidez.   (ANEXO)
O segundo trata-se de um guia de conduta para médicos com objetivo de orientação da paciente. O texto foi baseado em uma orientação do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.
O objetivo é destacar a importância de as mulheres tomarem suplemento de ácido fólico para evitar até 75% das malformações no tubo neural do feto, como anencefalia – quando o bebê não tem cérebro – e espinha bífida – quando a coluna vertebral não se fecha por completo e a medula fica exposta para fora do corpo.
abraços,
Ana




MULHER ANTES QUE VOCÊ PLANEJE ENGRAVIDAR....pdf
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sábado, 12 de maio de 2012

Especialistas dos EUA aprovam pílula preventiva contra Aids_Enviado por: "Renato da Matta"

Especialistas dos EUA aprovam pílula preventiva contra Aids

Enviado por: "Renato da Matta" damatta2003@   damatta2003

Sex, 11 de Mai de 2012 9:40 pm






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Resultados de estudos de referência publicados em 2010 demonstraram que a droga ajudou a repelir o HIV em homens homossexuais que adotam comportamentos de risco de 44% para quase 73%
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Consultores sanitários dos Estados Unidos recomendaram nesta quinta-feira a adoção da droga Truvada como a primeira pílula preventiva contra a Aids.
O Comitê de Aconselhamento de Drogas Antirretrovirais, que assessora a Food and Drug Administration (FDA), agência que regula os alimentos e os medicamentos nos Estados Unidos, aprovou por 19 votos contra 3 a prescrição do Truvada para homens homossexuais HIV-negativos, e por 19 votos a 2 (uma abstenção) receitar a droga para cônjuges não infectados cujos parceiros têm Aids.

O Truvada atualmente está disponível como tratamento para soropositivos em combinação com outras drogas antirretrovirais e a FDA o aprovou em 2004. A fabricante de medicamentos Gilead Sciences Inc., da Califórnia, apresentou uma solicitação para poder comercializá-lo com objetivos de prevenção.

Resultados de estudos de referência publicados em 2010 demonstraram que a droga, fabricada pela Gilead Sciences, ajudou a repelir o HIV em homens homossexuais que adotam comportamentos de risco de 44% para quase 73%.

Mas críticos observam que a pílula é cara - custa até US$ 14 mil ao ano - e outros alertam que o teste clínico não representa as circunstâncias do mundo real e poderia provocar um aumento na prática de sexo sem proteção e em uma retomada nos casos de Aids.

Os dados usados provêm principalmente do Estudo de Prevenção do HIV iPrEx, pesquisa realizada entre julho de 2007 e dezembro de 2009 em seis países: Brasil, Equador, Peru, África do Sul, Tailândia e Estados Unidos.

O estudo foi realizado com 2.499 homens homossexuais, inclusive 29 transexuais, com idades entre 18 e 67 anos, sexualmente ativos, mas não infectados com o vírus causador da Aids.

Os participantes foram selecionados ao acaso para tomar uma dose diária de Truvada - combinação de 200 miligramas de emtricitabina e 300 milligramas de tenofovir disoproxil fumaratoo - ou um placebo.

Aqueles que tomaram o novo medicamento com regularidade tiveram uma incidência quase 73% menor de infecções. Em todo o estudo, incluindo aqueles que não fizeram um uso tão seguido do Truvada, houve 44% menos infecções do que entre aqueles que tomaram o placebo.

O método de ingestão do medicamento antes da potencial exposição ao HIV é denominado profilaxia pré-exposição (PrEP).

Depois da publicação do estudo no periódico New England Journal of Medicine, alguns especialistas saudaram os resultados, denominando-os de uma virada de mesa e a primeira demonstração de que um medicamento oral já aprovado poderia reduzir a probabilidade de infecções por HIV.

No entanto, outros alertaram para os riscos de se depender nas pessoas - particularmente naquelas que já tiveram comportamentos de risco - em ingerir uma pílula diária.

"Poderá haver um aumento do risco para os homens que, acreditando falsamente estar 100% protegidos, parassem de usar preservativos. Uma redução no uso do preservativo significaria um risco maior de transmissão e disseminação de um vírus resistente a medicamentos", alertou em um comunicado a Aids Healthcare Foundation.

"Os 44% que se beneficiaram do Truvada no estudo iPrex foram aconselhados mensalmente e fizeram exames frequentes para detectar infecções sexuais, algo que não é verossímil no mundo real", acrescentou.

Os homens homossexuais representam mais da metade dos 56 mil novos casos de HIV nos Estados Unidos, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.

Uma análise do custo e benefício, realizada no mês passado por especialistas da Universidade de Standford, sugeriu que o medicamento seria financeiramente viável entre homens gays com cinco parceiros ou mais ao ano, mas seria proibitivamente caro se promovido para todos os homossexuais masculinos.

Fonte - Uol

 Grupo Apoio Soropositivos      
http://br.groups.yahoo.com/group/apoiosoropositivos/



Renato da Matta
Valeria Saraiva
 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Nós vs. os EUA

Caros amigos do Brasil,



A presidente Dilma está considerando o impensável -- unindo-se aos EUA e outros grandes poluidores nas negociações climáticas da ONU. Temos de trazê-la de volta ao bom senso antes que seja tarde demais. Clique abaixo para enviar uma mensagem pedindo que a Dilma recupere o futuro do nosso clima:
A presidente Dilma está considerando o impensável -- unindo-se aos EUA e outros grandes poluidores nas negociações climáticas em Durban. Temos de trazê-la de volta ao bom senso antes que seja tarde demais.

Europa e os campeões do clima versus os EUA e grandes poluidores em Durban. O destino do planeta está em perigo. Sabemos qual deve ser o lado do Brasil, mas Dilma está hesitando, e seu governo até mesmo disse, surpreendentemente, que não deveria existir nenhuma ação a respeito do clima nos próximos 8 anos -- repetindo a posição irresponsável dos EUA!

Precisamos urgentemente encher a caixa de entrada de email, a página do Twitter e Orkut da Dilma com nosso pedido para que ela não apoie os EUA, e se posicione a favor do planeta, do hemisfério sul, e do povo brasileiro na luta por ação contra as mudanças climáticas:

http://www.avaaz.org/po/brazil_save_durban/?vl

O Brasil hospedou a primeira Conferência da Terra, no Rio de Janeiro, há quase 20 anos e lançou as negociações climáticas que nos trouxeram o Protocolo de Kyoto e nos levaram ao encontro que está acontecendo nesse momento em Durban, África do Sul. Pediram ao Lula para abrir a última maior conferência climática, e na ocasião ele foi proclamado um líder e herói climático internacional.

Mas Dilma não manteve essa função importante do Brasil -- apoiando um projeto de construção de uma usina hidrelétrica massivamente destrutiva, a usina Belo Monte, e permitindo mudanças no nosso código florestal que enfraquecem o progresso que temos feito em relação ao meio ambiente. Enquanto isso, nas negociações internacionais, o Brasil está ficando do lado de países como EUA, Índia e Arábia Saudita em questões importantes. Esses países tentam bloquear o progresso e evitar as metas para reduzir a poluição.

Dilma não pode ignorar o pedido de milhares de brasileiros que se importam com o futuro do clima para todos nós. Vamos mostrá-la que uma aliança mortal com os EUA e outros grandes poluidores não será tolerada -- junte-se ao chamado para trazer o Brasil de volta à sua posição de herói climático:

http://www.avaaz.org/po/brazil_save_durban/?vl

Tudo está em jogo durante essas negociações climáticas e não podemos permitir que essa seja a razão pela qual todos os líderes mundiais falhem ao proteger nosso futuro. Nossas vozes já mudaram a face da política brasileira uma vez, e podemos fazer isso de novo -- mas dessa vez mudando o futuro do planeta inteiro.

Com esperança,

Emma, Ricken, Diego, Laura, Ian, Allison, Caroline e o restante da equipe da Avaaz

Mais informações:

Durban: 6 mil protestam durante a Conferência do Clima (Terra)
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5501480-EI19408,00-Durban+mil+protestam+durante+a+Conferencia+do+Clima.html

ONU vê possibilidade de acordo com pessimismo (Último Segundo)
http://ultimosegundo.ig.com.br/cop/onu-ve-possibilidade-de-acordo-com-pessimismo/n1597387755852.html

Na COP-17, Brasil vira motivo de discussão por aprovar mudança no Código Florestal (Rede Brasil Atual)
http://www.redebrasilatual.com.br/temas/ambiente/2011/11/na-cop-17-brasil-torna-se-motivo-de-discussao-por-tentar-aprovar-novas-leis-ambientais

Brasil leva prêmio “Fóssil do Dia” na COP17 por Código Florestal (Revista Exame)
http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/brasil-leva-premio-fossil-do-dia-na-cop17-por-discurso-sobre-codigo-florestal

O Brasil não pode nadar contra a corrente (em inglês) (IPS)
http://www.ipsnews.net/news.asp?idnews=105991

Conferência climática inicia em meio a táticas de esquiva dos grandes emissores (em inglês) (BBC)
http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-15894948


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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

'Aids-free' #ONU #aids

'Aids-free'

Plano de uma geração sem Aids vira meta da ONU e do governo americano

Seria possível ver nascer no planeta Terra uma nova geração livre da Aids? Pois é exatamente esta a nova meta que entidades de assistência de saúde e governos de vários países começam a debater, especialmente no âmbito das agências da Organização das Nações Unidas (ONU). A geração "Aids-free" seria resultado de uma ação global conjunta, que reúne esforços governamentais com a experiência de entidades mundiais, como o grupo Médicos sem Fronteiras, capazes de prestar assistência até mesmo em regiões de acesso difícil, como no interior da África.
A visão de uma geração sem Aids é ambiciosa, mas não temos ainda uma forte evidência de que podemos alcançar este objetivo com os projetos em andamento
A secretária de Estado Hillary Clinton entrou neste esforço mundial, traçando, pela primeira vez, a meta ambiciosa de investir mais dinheiro do orçamento americano em pesquisas sobre o vírus HIV e trabalhar no sentido de pressionar governos de países em desenvolvimento a fazer a sua parte.
Nos últimos dois anos, houve muito sucesso em ensaios clínicos que incluíram programas de circuncisão para homens, distribuição de coquetéis multidrogas para mulheres grávidas e de medicamentos para os pacientes recém-infectados, já nos primeiros sinais de manifestação do vírus. Estima-se que hoje haja cerca de 34 milhões de pessoas vivendo com o vírus no mundo. O continente africano é o que mais sofre com a doença e nele já se estima que haja cerca de um milhão de homens circuncidados recentemente em programas contra a propagação do HIV.
O programa mundial rumo a uma geração livre da Aids tem três focos principais: propagar a circuncisão masculina, deter a transmissão de mãe para filho (o que as drogas atuais já permitem) e promover a dobradinha "testar-e-tratar". No caso dos EUA, a mudança de tom e de objetivos foi gigantesca: o governo George W. Bush, em 2003, havia anunciado um programa anti-Aids com ênfase na propaganda sobre abstinência sexual, sobre fidelidade conjugal e sobre o uso de preservativos. Houve algum investimento pequeno em pesquisa de medicamentos, mas havia sempre tensão sobre gastar mais em prevenção ou em tratamento. E Bush sempre preferiu prevenir o contágio do que pesquisar formas de tratamento.
Segundo o jornal "The New York Times", o governo Obama, agora, parece ter outro foco: dar maior ênfase em doenças que custam menos para combater e salvar mais vidas. Ações contra o sarampo, contra o tétano, kits para o parto limpo, formação de parteiras e outras intervenções relativamente baratas fizeram parte do portfólio de ações governamentais. Mas o combate à Aids estava longe de ser prioridade. O discurso de Hillary Clinton é, por isto, uma novidade bem-vinda para organizações assistenciais, que estão em campo para tentar deter o avanço da doença.
O médico Unni Karunakara, presidente internacional dos Médicos Sem Fronteiras, considerou muito promissor o anúncio de que o governo americano pretende investir mais, finalmente, em políticas para salvar vidas e reverter a epidemia.
O governo indiano anunciou também preços mais baixos para medicamentos genéricos que fazem parte do coquetel contra o HIV, de modo a tornar o tratamento mais acessível em todo o continente africano.
Mais de Mead, especialista em Aids do Centro para Global Desenvolvimento, porém, foi mais cauteloso. Estudos em subgrupos como viciados em drogas ou casais em que apenas um membro está infectado concluíram que o tratamento imediato reduz drasticamente as taxas de novas infecções.
- A visão de uma geração sem Aids é ambiciosa, mas não temos ainda uma forte evidência de que podemos alcançar este objetivo com os projetos em andamento hoje - declarou o dr. Mais de Mead.
Hillary Clinton acenou com a data de 2015 para alcançar pelo menos a meta de sustar inteiramente a transmissão entre mães e seus bebês, no nascimento ou através da amamentação. O aleitamento materno é fonte de um sétimo das novas infecções por HIV na África.
A ONU e os diversos programas governamentais gastam hoje cerca de US$ 16 bilhões no combate à AIDS por ano. Se, em 2015, o número de infectados fosse drasticamente reduzido - ficando em apenas 15 milhões de pessoas, menos da metade dos 34 milhões atuais - o custo de tratamentos aumentaria para para US$ 23 bilhões.
Dr. Anthony S. Fauci, especialista em AIDS que dirige o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas nos EUA, apontou para os desenvolvimentos recentes que fazem tratamento mais barato e mais eficiente: o custo de manter um africano em tratamento por um ano caiu para US$ 335, e era US$ 1100 há sete anos

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/11/09/plano-de-uma-geracao-sem-aids-vira-meta-da-onu-do-governo-americano-925769732.asp#ixzz1dPPCuHrG
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Carlos Basília
Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social-IBISS

Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social


Campanhas de tuberculose:
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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cliiping BemFam:25/maio/2011

CLIPPING - 25/maio/2011
Dia Nacional da Adoção

Bemfam realiza curso em Ijuí - O curso de atualização será sobre “Câncer de Colo de Útero e Nomenclatura para Laudos Citopatológicos Cervicais”. Médicos e enfermeiros de Ijuí e região irão participar nesta terça-feira, 24, e quarta-feira, 25, de capacitação promovida pela Bem-Estar Familiar no Brasil (Bemfam), no auditório da Secretaria Municipal da Saúde. O curso de atualização será sobre “Câncer de Colo de Útero e Nomenclatura para Laudos Citopatológicos Cervicais”. O palestrante será o médico ginecologista e obstetra, Fernando Pécis, da Bemfam de Porto Alegre. Acompanhando o médico estará a assessora de Desenvolvimento Social, Marines Kosloski. Na terça-feira a capacitação teórica será das 8h30 às 17h. Já na quarta-feira haverá aula prática das 8h30 às 12h. Ininy Lopes abre Fórum Nacional de Organismos de Políticas para as Mulheres - Ao som de “Escrito nas Estrelas”, interpretada por Gláucia Helena, presidente da Coordenadoria da Mulher de Contagem (MG), foi aberto, na manhã de terça-feira (24/05), o Fórum Nacional de Organismos de Políticas para as Mulheres. Mais de 300 mulheres, representantes de secretarias e coordenadorias de mulheres de municípios e estados  de todas as regiões do país, estiveram presentes. A ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), proferiu a  palestra de abertura, denominada “O Brasil que queremos e o papel dos governos na construção da igualdade”. Em sua fala, Iriny ressaltando o importante papel exercido pelos movimentos sociais para a construção da democracia. Também citou como desafio, ampliar a criação de organismos de políticas para as mulheres em mais de cinco mil municípios, “já que hoje só existem cerca de 320 em todo o país”. A municipalização da corrupção (Editorial) - O nível de exposição do governo federal o deixa mais vulnerável à necessária vigilância da sociedade, seja por organizações não governamentais, partidos políticos de oposição e a própria imprensa profissional, independente. Algo semelhante ocorre em grandes estados e prefeituras. Mas, mesmo assim, ocorrem casos graves de desvio de dinheiro público. Quando se aborda o problema a partir da Federação como um todo, com foco no enorme universo municipal, os golpes contra o Erário parecem constituir uma epidemia. Reforça-se a ideia de que desviar dinheiro público - para bolsos privados e/ou caixa político - é parte da deletéria cultura patrimonialista existente na política brasileira. Rio inaugura espaço para tratar usuários de crack - As secretarias Municipal de Assistência Social e Estadual de Saúde do Rio de Janeiro inauguraram (24) um espaço especializado na reabilitação de crianças e adolescentes usuários de crack. É a Casa Viva, em Laranjeiras, na zona sul da cidade. Ela tem capacidade para atender a 25 crianças e adolescentes entre 8 e 14 anos, que já estejam em abrigos da prefeitura e que apresentem estado crítico de dependência da droga. Governo quer facilitar regras para a adoção - O governo quer facilitar as regras para a adoção de crianças no País pelas famílias cadastradas. A informação foi prestada hoje pelo ministro-chefe da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho. Antes de participar da cerimônia de lançamento da campanha nacional "Adoção: família para todos" em comemoração ao Dia Nacional da Adoção, celebrado em 25 de maio, no auditório do anexo do Planalto, o ministro anunciou que o governo está disposto a rever a lei de adoção, "naquilo que ainda tem imperfeições para facilitar o processo que segue, ainda, muito demorado". Governo pode ampliar repasse para ajudar Santa Casa de SP- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse (24) que o governo federal está disposto a ampliar os repasses para a Santa Casa de São Paulo, que corre o risco de ter o pronto-socorro fechado. No entanto, ele condicionou o aumento de recursos a um plano de melhorias no hospital, que já está sendo discutido entre representantes dos governos federal, municipal e estadual e a diretoria do hospital. De acordo com governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a falta de recursos para a Santa Casa está diretamente relacionado aos valores pagos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ele, esse é um problema que também atinge outros hospitais do estado. “Temos um problema de financiamento. O problema é a tabela do SUS. Não é só a Santa Casa de São Paulo que está com problema, mas todos que atendem por meio do SUS.” Ciganos: falta de políticas públicas ainda é desafio para o governo - A falta de políticas públicas específicas para a população cigana, estimada em 800 mil pessoas, é hoje o maior desafio do governo federal para melhorar a qualidade de vida desses povos, respeitando as peculiaridades culturais. Entre as poucas ações governamentais adotadas recentemente está a instituição, em 2006, do Dia Nacional do Cigano, lembrado (24 de maio). A data é uma homenagem à padroeira Santa Sara Kali. No entanto, desde então, nenhuma ação ligada à educação, saúde e programas assistenciais para os ciganos foi implantada. “Não temos uma política para as comunidades ciganas, mas estamos trabalhando na perspectiva de ter”, afirmou a secretária de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais da Secretaria de Políticas e Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Ivonete Carvalho. Segunda feira erótica do Rio cresce e prevê faturar mais - O Rio de Janeiro sediará, pelo segundo ano consecutivo, a Hot Fair, a maior feira de produtos eróticos que o Estado já viu. O evento acontece de amanhã e domingo. O sucesso da primeira edição, que registrou retorno de R$ 2 milhões, permitiu que o evento migrasse dos 400 metros quadrados do Monte Líbano (zona sul), para os 1.600 metros quadrados do Riocentro (zona oeste). O lucro esperado para este ano é de mais de R$ 5 milhões. Segundo a Abeme (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual), o segmento está animado com o aumento das vendas. Em 2010 ocorreu a maior alta (15%) dos últimos dez anos. Muito se deve ao público feminino. "No primeiro momento, o maior público desse nicho eram os gays. Pensava-se que os produtos eram voltados para eles. Nos últimos anos, casais héteros, principalmente as mulheres, chegaram mais junto", disse a consultora Paula Aguiar, 43. EUA aprovam novo medicamento para tratar hepatite C - A FDA (Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos) aprovou na segunda-feira (23) o remédio Incivek para tratar a hepatite C, marcando a segunda aprovação de fármacos do tipo este mês. "A resposta viral sustentada em pacientes tratados com Incivek em todos os estudos e em todos os grupos de pacientes foi de 20% a 45% maior do que o padrão atual", destacou o FDA. Produzido pelo Vertex Pharmaceuticals, o Incivek é uma pílula que deve ser ingerida três vezes ao dia, acompanhando as refeições, e se soma à terapia composta de peginterferon alfa e ribarivina. Em meados de maio, a agência reguladora americana aprovou o Victrelis, fabricado pela farmacêutica Merck. Os dois demonstraram elevar as taxas de cura quando adicionados ao regime atual, que ajuda menos de 50% afetadas pela doença.


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quinta-feira, 6 de maio de 2010

A banda larga espera por leis nos Estados Unidos

Internet

A banda larga espera por leis nos Estados Unidos

5 de maio de 2010

Por The New York Times

(Foto: Getty)
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A Comissão Federal de Comunicações americana (FCC, na sigla em inglês) vem enfrentando uma batalha legal que pode determinar o futuro dos serviços de banda larga nos Estados Unidos. Órgão federal responsável pela regulação do setor de telecomunicações, a comissão estuda abandonar a criação de regras para a banda larga. Hoje a FCC desempenha o que é chamado de “autoridade acessória” sobre provedores como a Comcast, AT&T e Verizon. Os serviços oferecidos por esses grupos são levemente regulamentados. Em abril, porém, um tribunal decidiu que dois anos atrás a FCC extrapolou seus poderes ao sancionar a Comcast por reduzir a banda para determinados tipos de tráfego, como baixar arquivos grandes.

Diante do veredicto, a FCC estaria disposta a não mais regulamentar o setor, o que seria um duro golpe para os grupos que defendem a chamada “neutralidade da rede”, ou seja, velocidade igual para todos na internet. A informação de que a FCC teria decidido manter a banda larga americana sem regulamentação foi publicada pelo jornal Washington Post e abriu uma polêmica no setor.

De um lado, estão os analistas ligados ao mercado que preveem uma guerra aberta se a FCC tentar reclassificar os serviços dos provedores de banda larga. Essa atitude permitiria à comissão federal supervisionar as empresas em temas como impostos, práticas, regulamentos, instalações e assim por diante. De outro, grupos de defesa da liberdade de informação e dos direitos dos consumidores acreditam que, se a FCC abrir mão da regulamentação, as consequências serão danosas aos usuários.

“Se falhar em reestabelecer a autoridade da FCC para proteger usuários de internet, o presidente da agência, Juius Genachowski, permitirá que empresas como Comcast, AT&T e Verizon possam diminuir a banda, bloquear acessos ou censurar à vontade”, disse Josh Prata, diretor do grupo Free Press. “As empresas poderiam bloquear qualquer site, blog ou tweet sem tornar isso público – e o FCC seria impotente para detê-las. Sem reclassificação, quase todas as decisões da agência relacionadas com banda larga serão contestadas de forma agressiva e a FCC, provavelmente, vai perder as disputas.”

O Public Knowledge, grupo voltado ao interesse público da mídia, concorda. “A solução óbvia para proteger o consumidor e cumprir a plataforma de tecnologia da administração Obama é regulamentar o acesso à banda larga”, disse Art Brodsky à BBC News.

À medida que a FCC permanece debruçada sobre o tema, organizações do setor de tecnologia buscam uma solução da indústria para o problema. O Information Technology Industry Council (ITIC) defende a auto-regulamentação. “Qualquer outra solução vai levar tempo para ser implementada”, defende Dean Garfield, presidente da ITIC. “Buscaremos uma solução que contemple as necessidades da indústria e dos consumidores, mas a liderança do setor privado é importante nessa questão”.

O Centro para a Democracia e Tecnologia reconhece que a indústria pode desempenhar um papel na regulação, mas defende que a FCC tem de fazer valer sua autoridade. “A indústria pode ajudar ao definir práticas que devem ser evitadas e ao estabelecer algumas regras”, disse David Sohn. “Mas acredito que é importante o governo manter a supervisão. O diabo se esconde nos detalhes.”

segunda-feira, 22 de março de 2010

Obama comemora aprovação da reforma histórica da saúde

Estados Unidos

Obama comemora aprovação da reforma histórica da saúde

22 de março de 2010



Nancy Pelosi, líder dos democratas e presidente da Casa (Foto: Getty Images)

O presidente dos Estados Unidos Barack Obama comemorou no fim da noite de domingo uma de suas mais importantes vitórias no cargo: a aprovação da reforma da saúde. "Esta legislação não consertará tudo que aflige nosso sistema de assistência médica", disse Obama numa entrevista coletiva. "Mas ela nos leva decisivamente na direção correta."

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A Câmara dos Representantes aprovou o projeto de lei, considerado prioritário por Obama, que prevê uma significativa mudança no sistema de saúde do país. A reforma atenderá 32 milhões de americanos que não têm plano de saúde, oferecendo à população assistência médica gratuita.

O projeto precisava de um mínimo de 216 votos para ser aprovado pela Câmara, que conta com 427 deputados e quatro cadeiras vagas. Antes mesmo dos debates que antecederam a votação, Nancy Pelosi, líder dos democratas e presidente da Casa, afirmou que a maioria dos votos necessários já estava garantida.

A reforma foi aprovada por um total de 219 a 212 votos. Entre os democratas, 34 votaram contra o projeto; entre os republicanos, 178 alegaram se tratar de um investimento muito alto - 940 bilhões de dólares ao longo de 10 anos - para uma causa não tão nobre assim.

A reforma já havia sido aprovada pelo Senado em dezembro de 2009. Agora, o projeto segue direto para a sanção do presidente. Agora, os senadores devem trabalhar em um projeto complementar à proposta geral, aprovada pela Câmara e enviada ao presidente. O projeto complementar faz uma série de mudanças na reforma, incluindo o aumento do valor dos subsídios ao seguro-saúde e a redução da incidência de um imposto sobre planos de assistência médica de alto custo.

Obama disse que espera que as táticas parlamentares não impeçam a rápida aprovação do projeto no Senado - um recado claro aos senadores republicanos, que podem tentar se abster da discussão das medidas. "É hora de encerrar este debate e começar o difícil trabalho de implementar esta reforma adequadamente em respeito ao povo americano".

A reformulação do setor, carro-chefe de Obama, foi considerada uma das principais diretrizes do governo. O presidente americano chegou a fazer uma dura campanha pela reforma e até exigiu dos democratas que votassem a favor. "Está na mão de vocês. Não façam isso por mim. Não façam isso pelo partido democrata. Façam isso pelo povo americano", disse Obama antes da votação.

A reforma representa uma significativa mudança no sistema de saúde dos Estados Unidos. O último grande projeto do setor aconteceu na década de 60, quando o Medicare, sistema que garante o atendimento às pessoas com mais de 65 anos, foi criado.

A lei, depois de sancionada, ampliará o número de americanos cobertos por um sistema de saúde, contribuirá para o barateamento da assistência médica e ajudará a impor regras mais rígidas às seguradoras.

Reforma - O presidente Barack Obama defendeu a reforma do sistema de saúde por causa de um dado que não condiz com a posição econômica do país: os Estados Unidos são a única nação desenvolvida que não oferece uma cobertura médica ampla à população. Atualmente, cerca de 50 milhões de americanos não possuem qualquer plano de assistência médica.

Embora o projeto de lei não ofereça cobertura total, a reforma beneficia 95% dos americanos que não têm plano de saúde.

Sancionada, a lei estenderá o programa federal Medicaid aos pobres e permitirá que empresas e trabalhadores autônomos assinem planos de saúde com melhores condições.

A reforma ainda proíbe convênios médicos de negar apólices por causa de doenças preexistentes e graves.

FONTE: Veja.com

sábado, 6 de março de 2010

Vamos malhar(tecontei?)

Michelle Obama faz maratona de exercícios para divulgar campanha contra obesidade infantil

Sábado, 06/03/2010 - 12:48h
Reprodução/Just Jared
Michelle Obama
Michelle Obama participou de uma maratona de exercício para promover uma campanha nacional contra a obesidade infantil chamda de "Let's Move!".

Segundo o site "Just Jared", a primeira dama jogou futebol, correu e animou as crianças a fazerem atividades físicas pelo menos 60 minutos por dia.

"Não sou jogador de futebol, então vocês tem que me ajudar", disse Michele aos jovens atletas no evento em Washington.



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