Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
STF admite ADI sobre doação de sangue por homossexuais
sábado, 20 de setembro de 2014
Criminalização da Homofobia
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
#AssembleiaDeDeus pretende criar #Partido
quinta-feira, 22 de maio de 2014
#PastorEurico #PSB #PE
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
ATAQUE AOS FUNDOS DE SAÚDE( José do Vale Pinheiro Feitosa)
O
texto abaixo retransmitido, em que pese referir-se à Saúde Pública do
Rio de Janeiro, reflete uma triste realidade que, talvez em níveis
diferentes, vem lentamente se alastrando por todo o Brasil, numa espécie
de "metastase ideológica", colocando-nos numa situação de extrema
vulnerabilidade tal o grau de comprometimento dos recursos públicos e
desmonte das estruturas formais do SUS.
Roberto Pereira
ATAQUE AOS FUNDOS DE SAÚDE
José do Vale Pinheiro Feitosa
A manhã do Rio de Janeiro começou silenciosa. O Carioca dorme em razão
do atravessar das horas da noite passada em volta da Ceia de Natal. O
dia 25 de dezembro é um dos mais universais feriados do mundo Ocidental,
assim como o primeiro de janeiro: quase tudo fecha e as ruas ficam
desertas.
E foi nessa paz extraída do silêncio que a guerra se
fez na minha consciência. Há no Brasil um discurso malandro e
interesseiro, envolvendo eficiência dos recursos e meios públicos, que a
título de inovação administrativa, promove iniquidade e serve para
verdadeiros assaltos aos Fundos de Saúde. Promove-se a privatização da
gestão do Sistema Único de Saúde sob o disfarce da coisa pública,
através de Organizações Sociais e outras formas disfarçadas de promover
desigualdades.
Em 1999, primeiro ano do Governo Garotinho, a
Secretaria Estadual de Saúde começou um programa de valorização do
funcionalismo público, convocando os aprovados num concurso, que o
ex-Governador Marcelo Alencar estava deixando caducar, e diante das
despesas com pessoal, dobrou a gratificação dos servidores da saúde. Em
2012, no mês passado, encontrei um médico de renome, aposentado pela
Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, com o salário mensal de
R$ 1.640,37. Menos de três salários mínimos. Era o mesmo salário
decretado por Garotinho há treze anos.
Acontece que a mesma
fonte pagadora, o Estado do Rio de Janeiro, paga a um médico contratado
por via privada em média mais de R$ 5 mil por vinte horas de trabalho,
além dos encargos sociais por ser contrato CLT e da taxa de
administração que é um grande negócio para os amigos do poder. Como o
Governador Sérgio Cabral e o Secretário Sérgio Cortes podem justifica
uma desigualdade dessas? Será que não caberia uma lei de Anistia para os
funcionários estatutários do Rio de Janeiro em face das “torturas”
promovidas pela ditadura da privatização? Quem sabe Sobral Pinto não
precisasse voltar do além e pedir a lei de proteção aos animais para os
torturados funcionários públicos da saúde no Rio de Janeiro?
E
como o principal partido aliado de Sérgio Cabral e Sérgio Cortes, o
maior partido trabalhista do Brasil, o PT, pode aceitar uma situação
dessas? Ela existe, é real e age a cada minuto em pessoas que estão
vivendo esta iniquidade: um profissional concursado experiente tratado
como lixo da história e um jovem profissional, contratado na prática do
“mercado” de seleção e controle profissional no mínimo questionável.
No Governo Federal, em quase todos os Estados e nos Municípios, o
Sistema Único de Saúde se torna cada vez mais em um comprador de
produto. Há uma prática promovida pelo PT, PSDB, PMDB, PSB, PDT, entre
outros partidos, de extinção do funcionalismo público da saúde e uma
entrega, não ingênua, aos organizadores da farsa das Organizações
Sociais. O Ministério da Saúde é um vazio de quadros próprios: não se
faz concurso, quase todos os técnicos têm contratos precários ou através
das mais variadas práticas de disfarce da realidade para não convocar
concurso.
Há efetivamente uma trama em nome da eficiência. Não
se pode nem culpar a guerra contra os Marajás do Collor, pois a saúde
nunca foi terra desta gente, a não ser de forma incidental. Mas a
verdade é que a primeira coisa foi sufocar os quadros da saúde, não os
renovando por concurso público, rebaixando seus salários, denegrindo sua
imagem como corrupto para, depois, começarem a contratação pelas vias
transversas. O passo seguinte foi entregar as compras públicas a setores
privados e agora a menina dos olhos de Ministro e Secretários é nem ter
serviço próprio. Estão cientes de comprar serviços terceirizados sem
que existam quadros e práticas eficientes para regula-los e
controla-los.
Estamos, literalmente, retornando às práticas dos
anos 70 que começaram a destruição do INAMPS e que hoje atacam a Saúde
Suplementar. Uma prática que consiste em existir um grande fundo de
financiamento (público, privado ou coletivo) sendo atacado por inúmeros
agentes predadores de recursos, por venda de mercadorias tecnológicas
cujo objetivo é o lucro e o fetiche da mercadoria. É a festa das grandes
Corporações Multinacionais e a vilania dos profissionais de saúde.
Nessa altura não acredito em ingenuidade de nenhuma autoridade da
saúde, mas sei da perseguição criminosa aos funcionários públicos,
especialmente em seus salários e, portanto, em sua dignidade. O que
chama a atenção é a baixa resistência a essa narrativa dramática por
parte do Ministério Público, Ministério do Trabalho, Justiça do
Trabalho, Sindicatos e Conselhos de Classe. Em relação às entidades de
classe até entendo a contradição, quem ganha três ou quatro vezes mais
não pretende discutir a miséria do outro.
Existe uma farsa
intencionada a pairar sobre esta realidade: chama-se responsabilidade
fiscal. A proporção máxima que a folha de pagamento do funcionalismo
pode ter em relação às despesas públicas. Se as despesas subiram tanto
com as contrações privadas, como justificar que isso não seja despesa de
pessoal? Talvez naquele momento a prudência legislativa, ao limitar os
gastos com pessoal, tenha sido uma iniciativa para abrir esta porta da
corrupção da equidade constitucional no SUS.
A sociedade está
sendo enganada com televisões de telas planas nas esperas dos hospitais
e com seguranças vestidos de paletó azul marinho nas portas dos
elevadores. A conta é alta, em iniquidade, em gastos públicos e na
formação de uma mercantilização danosa, pois sem limites e assaltante do
patrimônio público. Basta tomar conhecimento do recente caso de Duque
de Caxias envolvendo as tais Organizações Sociais.
José do Vale Pinheiro Feitosa
Rio de Janeiro - RJ
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Comissão Parlamentar da Verdade terá encontro com sociedade civil
Este é o objetivo da audiência pública a ser realizada no dia 10 de abril, às 14h, no plenário 9 do Anexo II da Câmara dos Deputados.
A Comissão Parlamentar Memória, Verdade e Justiça é a denominação pública da subcomissão permanente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da Câmara, cuja missão é contribuir e fiscalizar os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, criada pela Lei 12.528/2011, no âmbito da Presidência da República. Preside a comissão de Direitos Humanos o deputado Domingos Dutra (PT-MA).
Estão sendo convidadas a participar do evento organizações e personalidades com trajetória de atuação na promoção dos direitos humanos, do resgate da verdade histórica sobre as mortes, torturas, desaparecimentos forçados e outros crimes cometidos por agentes públicos durante a ditadura de 1964 e também no período anterior previsto na referida lei.
"Já estão formados 16 comitês estaduais, e temos registro da existência de pelo menos 33 comitês populares em todo o país, todos mobilizados para ajudar na construção coletiva da nossa história", contabilizou a coordenadora da Comissão Parlamentar da Verdade, deputada Luiza Erundina (PSB-SP). Ela acredita que muitas outras organizações serão criadas em sindicatos, universidades, movimentos sociais etc.
Erundina explica que a cooperação do Legislativo com a sociedade civil visa a "somar forças para ajudar-nos mutuamente, seja encorajando novos testemunhos ou revelando documentos com valor histórico, seja no encaminhamento de acervos à Comissão Nacional da Verdade e ao Ministério Público para as providências cabíveis, dentro do estado democrático de direito".
Entre as entidades convidadas estão : Conselho Federal da OAB, Tortura Nunca Mais, CNBB, Comissão Justiça e Paz, centrais sindicais, UNE e UBES. Organizações do poder público como Arquivo Nacional, o IPEA, universidades, entre outras, também estão sendo convidadas.
(Assessoria da CDH)
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Cordialmente,
HERLENI CAVALCANTE FARIAS
Desenvolvimento de Politica de Saúde Publica.
Trabalho Voluntario com Portadores de HIV e Aids do DF e Entorno.
http://herleni.webnode.com.br/
domingo, 4 de julho de 2010
Fernando Alcântara de Figueiredo, ex- sargento gay candidato
Eleições 2010
Ex-sargento gay será candidato em SP
Fernando Figueiredo deixou o Exército depois da prisão de seu companheiro
O sargento do Exército Fernando Alcântara de Figueiredo foi recebido pelo senador Eduardo Suplicy após assumir relacionamento homossexual (Beto Barata/AE)
"Eu vou tentar levar uma imagem de coragem, de coragem para mudança. A diferença para os outros candidatos é que eu senti na pele verdadeiramente o que significa sofrer com o preconceito"
Dois anos depois de ter o namorado expulso do Exército, o ex-sargento Fernando Alcântara de Figueiredo, 36 anos, vai tentar uma vaga no Congresso Nacional: já registrou sua candidatura a deputado federal (PSB-SP). Ele e o companheiro Laci Marinho de Araújo ficaram conhecidos nacionalmente por serem o primeiro casal assumidamente gay das Forças Armadas. Acusado de deserção, Laci foi condenado pelo Superior Tribunal Militar (STM) a quatro meses de prisão por deserção.
O casal avalia que a Corte agiu por homofobia. O Exército nega. Hoje, Laci responde em liberdade à acusação. Segundo o STM, ele não chegou a cumprir toda a pena por ter recebido o indulto em dezembro de 2008. Já Alcântara deixou o Exército após a confusão. A batalha judicial chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) recentemente. A história da dupla gay será a principal bandeira do ex-sargento na campanha eleitoral.
Leia abaixo a entrevista do candidato a VEJA.com:
Qual postura você adotará em relação ao Exército durante a campanha?
O que eu busco é uma conversa, eu não busco atingir em cheio o Exército. Porque, enquanto institucional, o Exército tem um apelo muito forte para a sociedade. O que a gente tem que fazer é batalhar contra o preconceito e contra as questões de ordem pontual.
Que bandeira vai defender?
A extinção do Tribunal Superior Militar vai ser uma das minhas bandeiras, com certeza.
Como se apresentará ao público?
Eu vou tentar levar uma imagem de coragem, de coragem para mudança. A diferença para os outros candidatos é que eu senti na pele verdadeiramente o que significa sofrer com o preconceito, o que significa ver o seu profissionalismo jogado no lixo depois de tantos anos de serviço, excelente serviço prestado às forças armadas.
Você se inspirou em Clodovil para se candidatar?
Não, porque o Clodovil tem outra história. Ele falava que não se sentia feliz em ser homossexual, renegava constantemente isso. Seria muito difícil que ele representasse alguém que buscasse a quebra do preconceito social. A minha história é diferente, a minha história é uma história de luta contra as Forças Armadas.
Você vai escolher um número ligado ao homossexualismo nas urnas?
Não, porque a gente tem que pautar o trabalho com seriedade e respeito e, de repente, um número que fizesse uma referência à homossexualidade pode se tornar motivo de brincadeira. Será 4010. Uma amiga minha mexe com numerologia e ela fez o cálculo para mim. E também porque fica fácil falar porque é o ano de 2010.
http://veja.abril.com.br