Projeto PNUD BRA/07/019 – Edital 002/2013 de 27/01/2013 – Realizar análise dos processos de interlocução entre a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos / Disque Direitos Humanos – Disque 100 e a população. Data final para envio dos currículos: 05/02/2013.
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
domingo, 10 de fevereiro de 2013
#EDITAIS #SDH #contratação
Projeto PNUD BRA/07/019 – Edital 002/2013 de 27/01/2013 – Realizar análise dos processos de interlocução entre a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos / Disque Direitos Humanos – Disque 100 e a população. Data final para envio dos currículos: 05/02/2013.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Anais da II Conferência Nacional LGBT no site da SDH/PR
"Mistério é dar a mão..."
ABGLT-ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GAYS,LÉSBICAS,TRAVESTIS E TRANSEXUAIS
ABL- ARTICULAÇÃO BRASILEIRA DE LÉSBICAS
FOPEDH -FORUM PERMANENTE DE DIREITOS HUMANOS -RJ
CNCDLGBT - CONSELHO NACIONAL DE COMBATE A DISCRIMINAÇÃO LGBT
CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS LGBT -RJ
FORUM ESTADUAL DE ONGS /AIDS -RJ
FORUM DE LÉSBICAS E MULHERES BISSEXUAIS DO RJ
Segunda-feira, 16 de Julho de 2012 17:54
Assunto: Anais da II Conferência Nacional LGBT no site da SDH/PR
sexta-feira, 4 de maio de 2012
SDH Notícias_04/05 #direitosHumanos #news
- 04/MAI/2012 - Estados de São Paulo e Paraná realizam Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente na próxima segunda (7)
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04/MAI/2012 - Parlamentares discutem mecanismos de apoio a pessoas com deficiência intelectual e paralisia cerebral severa
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04/MAI/2012 - Em audiência, indígenas do Acre pedem mais recursos para saúde nas tribos
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03/MAI/2012 - Sindicatos e associações querem federalizar crimes contra jornalistas
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03/MAI/2012 - Ministra visita presídios de Porto Alegre nesta sexta (4)
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03/MAI/2012 - Estado do Acre realiza Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente
Confira aqui o discurso da ministra Maria do Rosário realizado durante a 19ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, na Suíça, em 27-02-2012
CERTIDÃO DE NASCIMENTO UM DIREITO HUMANO, DEVER DE TODO O BRASIL
A certidão de nascimento é o primeiro passo para o pleno exercício da cidadania. Só com ela é possível obter outros documentos fundamentais, se cadastrar em programas sociais e fazer matrícula escolar. Sem a certidão de nascimento, o cidadão não existe para o Estado.
02/MAI/2012 - Abaixo-assinado pela aprovação da PEC do Trabalho Escravo já ultrapassa 53 mil assinaturas
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Concurso Público – obrigação de teste para HIV-MG
c.c.: Drª. Nívia Mônica da Silva
Promotora de Justiça
Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos e de Apoio Comunitário
| 4 anexos — Examinar e baixar todos os anexos | |||
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Cresce número de brasileiros gays no exterior
FYI - para conhecimento
Cresce número de brasileiros gays no exterior que pedem asilo alegando homofobia
Janaina Garcia
Do UOL, em São Paulo
"Não volto de jeito nenhum: aqui sou um ser humano, não uma condição", desabafa brasileiro que vive no Canadá
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"Não volto de jeito nenhum: aqui sou um ser humano, não uma condição", desabafa brasileiro que vive no Canadá
O brasileiro André Aggi, 36 (à direita), e o marido Romain, com quem vive em Vancouver (Canadá). Aggi tenta asilo e afirma ter sido vítima de homofobia no Brasil, para onde não pretende voltar
O advogado brasileiro André Aggi, 36, está desde novembro do ano passado em Vancouver, Canadá, e aguarda a concessão do asilo para não retornar mais ao país. “Não volto de jeito nenhum. Porque aí no Brasil eu serei pra sempre uma condição. Aqui, sou um ser humano”, desabafou, por telefone, em entrevista ao UOL.
Natural de Pouso Alegre, sul de Minas Gerais, Aggi é um dos 25 homossexuais brasileiros que tentam este ano conseguir asilo em outros países de acordo com a ONG ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais). Sobre a volta ao país natal, o advogado é taxativo: enquanto a homofobia não for criminalizada nas leis brasileiras, a possibilidade de voltar não passa, nem de longe, por sua cabeça. No Canadá, Aggi --que também é ator-- está casado com um francês.
Abaixo, um relato do brasileiro --que foi informado, pela reportagem, da posição da Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República a respeito do combate à homofobia no país.
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“Pedi asilo ao governo canadense em novembro de 2011, em razão da minha orientação sexual, e aguardo a minha audiência. Vim como turista. Se pedisse asilo no Brasil, acredito que nunca conseguiria.
Advoguei quatro anos e meio no Brasil, em Pouso Alegre. Não tinha dinheiro nem para uma consulta oftalmológica; aqui, mesmo ainda pleiteando o asilo, tenho seguro de saúde federal e consegui meu óculos de graça. Isso pra dizer o seguinte: falam que não tem homofobia no Brasil, mas tem, sim, nem que seja velado. E eu sentia isso mesmo para trabalhar.
Nesse tempo em que advoguei, tive 45 casos. Perdi um só: uma queixa-crime relacionada a discriminação por condição sexual. Até de juiz, advogando, já ouvi piadinha por eu ser gay..."Ainda dá para viver aqui", diz presidente da ABGLT
O presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais, Toni Reis, diz que a associação ainda não tem um posicionamento formal sobre os pedidos de asilo.
O motivo, diz, é a possibilidade de que parte dos autores desses pedidos se valham de casos recentes de violências contra homossexuais no Brasil como escudo a tentativas de asilo político tentados, mas não obtidos.
"Acho que ainda dá para viver aqui; se piorar, aí a gente vai mesmo ter que sair do país".
Eu morava no centro de Pouso Alegre e uma vez dois rapazes encapuzados me espancaram quando eu voltava para casa. Um deles colocou uma faca no meu pescoço e, perdão pela expressão, me disse: “Isso é pra você tomar vergonha na cara e deixar de ser viado”. Como esquecer isso?
Agora, quanto à Secretaria [de Direitos Humanos] dizer que combate a homofobia para que os gays, como eu, não sejamos obrigados a sair do país por conta de orientação sexual... sinceramente? Na prática não é absolutamente nada disso. Essa conversinha não convence. Digam isso aos juízes que zombavam de mim veladamente; digam isso aos tantos adolescentes que ainda sofrem bullying na escola todos os dias.Aqui no Canadá o debate é tão mais avançado que você vê casais homossexuais andando nas ruas de mãos dadas, empurrando carrinho de bebê, com famílias já constituídas, sem ninguém olhando torto para eles. E não é pelo canadense ser ou não melhor que o brasileiro: é que aqui, e nos Estados Unidos, o homofóbico é um criminoso. É lei, não é questão de boa vontade.E pela proteção que me deram, pela compreensão que tive do oficial de imigração aqui –perguntaram até se eu queria assistência psicológica, para você ter uma ideia --, digo que não volto de jeito nenhum. Porque aí eu serei pra sempre uma condição. Aqui eu sou um ser humano."
Segundo Reis, apesar de remeter à SDH os casos que chegam, a própria associação ainda não assumiu um posicionamento formal sobre esses pedidos. O motivo, diz ele, é a possibilidade de que parte dos autores desses pedidos se valham de casos recentes de violências contra homossexuais no Brasil como escudo a tentativas de asilo político tentados, mas não obtidos.
Não criminalização da homofobia
Para a presidente da Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Maria Berenice Dias, os pedidos de asilo não são uma novidade --mas o aumento deles, sim.A advogada --uma das pioneiras, no Brasil, em direito homoafetivo-- considera, a exemplo do presidente da ABGLT, que a não criminalização da homofobia é a raiz de iniciativas como essa por parte de brasileiros residentes fora. “A homofobia pais é uma realidade social, e a ausência de uma legislação que a criminalize, por si só, já justifica esses pedidos de asilo”, definiu.
Na opinião da especialista, o avanço das tentativas de asilo não se revela medida extrema, mas, sim, “necessária”. “É medida necessária à medida em que se tem um número muito significativo de violência sem qualquer tipo de repressão. E acho até bom que esses asilos sejam concedidos, pois acabam até expondo o Brasil a um constrangimento --porque o Judiciário avança em termos de reconhecimento de direitos civis, mas na criminalização está difícil de avançar”, constatou a presidente da comissão.
Direitos Humanos
Acompanhe videos sobre casos de homofobia - 10 vídeos
domingo, 1 de abril de 2012
Links da SDH (Secretaria de Direitos Humanos) 30/03
Confira aqui o discurso da ministra Maria do Rosário realizado durante a 19ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, na Suíça, nesta segunda-feira (27-02-2012)
Diretrizes de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública
BALANÇO DE NOTÍCIAS - 23/MAR/2012
Leia aqui a edição nº 198 do boletim semanal Direitos Humanos em Pauta e fique por dentro das principais notícias da SDH. Caso queira receber o semanário em seu e-mail envia uma mensagem para imprensa@sdh.gov.br escrito INCLUIR no assuntoRevista Direitos Humanos Nº 8
Uma campanha nacional
Veja aqui os filmes da campanha pela Memória e pela Verdade em defesa da abertura dos arquivos da ditadura militar (1964 - 1985), organizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RJ). São filmes de 30 segundos com a participação de diversos artistas como Fernanda Montenegro, Glória Pires, Osmar Prado, José Mayer, Eliane Giardini e Mauro Mendonça
http://portal.mj.gov.br/sedh/discursos_ministra/Discurso%20Ministra%20Maria%20do%20Ros%C3%A1rio%20consolidado.pdf
sexta-feira, 30 de março de 2012
Links da SDH (Secretaria de Direitos Humanos) 30/03
Diretrizes de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública
BALANÇO DE NOTÍCIAS - 23/MAR/2012
Leia aqui a edição nº 198 do boletim semanal Direitos Humanos em Pauta e fique por dentro das principais notícias da SDH. Caso queira receber o semanário em seu e-mail envia uma mensagem para imprensa@sdh.gov.br escrito INCLUIR no assuntoRevista Direitos Humanos Nº 8
Uma campanha nacional
Veja aqui os filmes da campanha pela Memória e pela Verdade em defesa da abertura dos arquivos da ditadura militar (1964 - 1985), organizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RJ). São filmes de 30 segundos com a participação de diversos artistas como Fernanda Montenegro, Glória Pires, Osmar Prado, José Mayer, Eliane Giardini e Mauro Mendonça
http://portal.mj.gov.br/sedh/discursos_ministra/Discurso%20Ministra%20Maria%20do%20Ros%C3%A1rio%20consolidado.pdf
sábado, 1 de outubro de 2011
Acesse e divulgue o Site da 2ª Conferência Nacional LGBT
Acesse e divulgue o Site da 2ª Conferência Nacional LGBT
Ministra Chefe de Estado da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Construir a igualdade valorizando a diversidade e respeitar a diversidade sem ferir a igualdade é o desafio lançado para a promoção de todos os direitos humanos em nosso país. A população é, sem dúvida, um dos exemplos que mais nos sensibiliza nessa visão de complementaridade dos direitos humanos.
A Conferência é um momento de comemorarmos nossa igualdade alicerçada na dignidade, mas também nos faz refletir sobre a nossa diversidade e o que há de mais forte em cada um de nós: nossas características pessoais. Os gostos, as crenças, a cor/a raça, o gênero, a orientação sexual e a identidade de gênero. Cada ser humano reúne um conjunto particular dessas e de muitas outras características e, por isso, formamos esse mosaico humano tão diverso e interessante que merece e precisa ser respeitado.
Nos últimos quase 09 anos, tivemos os maiores avanços da história deste país em termos de direitos da população LGBT. Por outro lado, há angustiantes estatísticas de violência e discriminação que precisam ser enfrentadas. É preciso comemorar e exaltar os ganhos, relembrando grandes vitórias, mas também é preciso não olvidar os problemas e desafios.
Não esqueçamos, portanto, que 2011 foi o ano de aprovação da Resolução do Conselho de Direitos Humanos da ONU na qual é reconhecida a extensão da universalidade dos direitos humanos sem possibilidade de nenhuma distinção excludente e o Brasil foi um dos principais articuladores dessa vitória.
2011, também foi o ano do reconhecimento da união estável homoafetiva pelo Supremo Tribunal Federal brasileiro. Ao equiparar a união homoafetiva à heteroafetiva, o STF estabeleceu uma interpretação inovadora da Constituição Federal e alçou a dignidade constitucional direitos que antes não tinham qualquer lugar na estrutura formal do ordenamento jurídico brasileiro. O Governo Federal através da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e da Advocacia Geral da União apoiou e defendeu o reconhecimento deste direito perante o STF, influenciando a decisão favorável emitida por unanimidade pelos 11 ministros e ministras.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Acesse e divulgue o Site da 2ª Conferência Nacional LGBT www.direitoshumanos.gov.br/2cnlgbt Acesse e divulgue o Site da 2ª Conferência Nacional LGBT www.direitoshumanos.gov.br/2cnlgbt Acesse e divulgue o Site da 2ª Conferência Nacional LGBT
Ministra Chefe de Estado da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Construir a igualdade valorizando a diversidade e respeitar a diversidade sem ferir a igualdade é o desafio lançado para a promoção de todos os direitos humanos em nosso país. A população é, sem dúvida, um dos exemplos que mais nos sensibiliza nessa visão de complementaridade dos direitos humanos.
A Conferência é um momento de comemorarmos nossa igualdade alicerçada na dignidade, mas também nos faz refletir sobre a nossa diversidade e o que há de mais forte em cada um de nós: nossas características pessoais. Os gostos, as crenças, a cor/a raça, o gênero, a orientação sexual e a identidade de gênero. Cada ser humano reúne um conjunto particular dessas e de muitas outras características e, por isso, formamos esse mosaico humano tão diverso e interessante que merece e precisa ser respeitado.
Nos últimos quase 09 anos, tivemos os maiores avanços da história deste país em termos de direitos da população LGBT. Por outro lado, há angustiantes estatísticas de violência e discriminação que precisam ser enfrentadas. É preciso comemorar e exaltar os ganhos, relembrando grandes vitórias, mas também é preciso não olvidar os problemas e desafios.
Não esqueçamos, portanto, que 2011 foi o ano de aprovação da Resolução do Conselho de Direitos Humanos da ONU na qual é reconhecida a extensão da universalidade dos direitos humanos sem possibilidade de nenhuma distinção excludente e o Brasil foi um dos principais articuladores dessa vitória.
2011, também foi o ano do reconhecimento da união estável homoafetiva pelo Supremo Tribunal Federal brasileiro. Ao equiparar a união homoafetiva à heteroafetiva, o STF estabeleceu uma interpretação inovadora da Constituição Federal e alçou a dignidade constitucional direitos que antes não tinham qualquer lugar na estrutura formal do ordenamento jurídico brasileiro. O Governo Federal através da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e da Advocacia Geral da União apoiou e defendeu o reconhecimento deste direito perante o STF, influenciando a decisão favorável emitida por unanimidade pelos 11 ministros e ministras.