Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#ESTUPRO #VIOLENCIAsEXUAL #OHCHR #MediaCentre


#OHCHR #MediaCentre

http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=MUTILA%C3%87%C3%83O
Atrocious rape and murder shows need for comprehensive approach to sexual violence in South Africa: Pillay
GENEVA (8 February 2013) - The UN High Commissioner for Human Rights, Navi Pillay, expressed Friday her shock and deep sadness at the atrocious rape, mutilation and murder of Anene Booysen, a 17-year-old South African woman, and urged a more comprehensive approach to tackling the “pandemic of sexual violence” affecting tens of thousands of women every year in South Africa.
There is a need for very strong signals to be sent to all rapists that sexual violence is absolutely unacceptable and that they will have to face the consequences of their terrible acts. The entrenched culture of sexual violence which prevails in South Africa must end,” Pillay said.
Anene Booysen was raped and mutilated, allegedly by several men, on February 2, and left for dead on a building site in Bredasdorp, 80 miles east of Cape Town. The following morning she was found, still alive, by a security guard, but died later the same day.
I welcome the strong reaction by President Zuma and other actors, including political parties, NGOs and trade unions,” Pillay said. “But it should not have taken this particularly atrocious case, involving rape, torture and murder, to underline the urgent need for a more thorough response across the whole spectrum of South African society to tackle the root causes of this pandemic of sexual violence,” she added.
While the legal framework, and some initiatives, are in place to address sexual violence, much more needs to be done. The fact that tens of thousands of rapes continue to take place every year in South Africa is a clear indication that the problem must be addressed in a much more robust manner,” the High Commissioner said.
South Africa has the highest rates of rape reported to the police anywhere in the world. In 2012, the number of rapes documented by the police rose to over 64,000 – or 175 per day. These figures are believed to considerably underestimate the true number of rapes, as many cases go unreported. A survey released in June by the Medical Research Council of South Africa found that 28 percent of men surveyed had raped a woman or girl, and one in 20 said they had raped a woman or girl in the past year.
I am deeply disturbed by the fact that arrest and conviction rates of rape perpetrators remain extremely low. This is not only a shocking denial of justice for the thousands of victims, but also a factor that has contributed to the normalization of rape and violence against women in South African society,” Pillay said.
Violence against women is not only a human rights violation, it is also a brutal manifestation of wider discrimination against women, which is to be understood against the background of subordination of women within the patriarchal system that still exists in South Africa,” Pillay said. “South Africa’s Constitutional Court has emphasized that there is an obligation on the State to protect women against violence.”
The issue of sexual violence against women is not of concern to women alone. Men must also be part of the solution and have to play an active role in stopping gender-based violence and combatting discrimination,” the High Commissioner said.
ENDS
For more information or media requests, please contact Rupert Colville (+41 22 917 9767 /rcolville@ohchr.org) or Cécile Pouilly (+ 41 22 917 9310 /cpouilly@ohchr.org)
My voice, my right, my voice counts – Watch the Human Rights Day’s video: http://www.youtube.com/watch?v=CCnLOpUW7tY&feature=share&list=UU3L8u5qG07djPUwWo6VQVLA
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domingo, 18 de novembro de 2012

Convite{ GAPA SC} Boletim eletronico






---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Helena Lima Pires
Data: 18 de novembro de 2012 14:07
Assunto: convite






Prezad@s,


A Prefeitura de Florianópolis por meio da Coordenadoria Municipal de Políticas para as Mulheres tem a satisfação de convidá-los para participar das atividades referentes à Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres a ser realizada de 20 de novembro a 10 de dezembro, conforme programação no site (http://www.pmf.sc.gov.br/entidades/semas/?pagina=notpagina&menu=&noti=7621)

Enfatizamos da grande importância da participação em todas as atividades, porém reforçamos o convite para o Lançamento da Campanha dia 20 de novembro – Dia da Consciência Negra e para a Caminhada Integrada que acontecerá dia 26/11.

Solicitamos também Vosso apoio na divulgação desta Campanha junto a comunidade para que possamos fortalecer e ampliar a discussão sobre essa importante temática junto a sociedade.

Salientamos que esta é a 4ª edição da Campanha e uma iniciativa conjunta dos Órgãos Governamentais, Não Governamentais, Iniciativa Privada e Sociedade Civil Organizada, coordenada por esse Órgão e tem por objetivo fundamental dar visibilidade e fortalecer a luta pela erradicação da violência contra as mulheres.



Atenciosamente,

Dalva Maria Kaiser

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Bem Fam - CLIPPING - 08/ago./ 2012

CLIPPING - 08/ago./ 2012
LEIA MAIS, SEJA MAIS

Colesterol alto: um problema que atinge 77 milhões de brasileiros - O país chega ao seu Dia Nacional de Combate ao Colesterol com uma triste marca: a cada ano são 320 mil mortes registradas por causas cardiovasculares. Os dados são da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), que promove hoje, em todas as unidades básicas de saúde das capitais do país, aferição de pressão, distribuição de folhetos e exames de glicemia, colesterol e triglicérides, além de orientações à população. Segundo as contas da entidade, 32% dos óbitos no Brasil todo ano ocorrem devido ao problema. De acordo com o Ministério da Saúde, nada menos que 30% da população tem uma alta dose de colesterol. A SBC informa que são cerca de 77 milhões de pessoas com dislipidemia (a alta incidência da substância no sangue). Para o diretor de Promoção de Saúde Cardiovascular da SBC, Carlos Alberto Machado, é preciso conscientizar a população da importância de exames frequentes para verificar as taxas de colesterol no organismo. Aqueles que comprovem níveis de colesterol total acima de 200 mg/dl, ou então LDL (colesterol ruim) acima de 100 mg/dl e HDL (colesterol bom) abaixo de 40 mg/dl, são um sinal de alerta de que, a médio prazo, podem ocorrer problemas de saúde.
Doença avança e surpreende - A diabetes tipo 2, geralmente associada à obesidade e ao sedentarismo, já é entendida como um problema alarmante de saúde no mundo. Mas a de tipo 1, com prevalência em crianças e adolescentes, também começa a preocupar pesquisadores. A incidência da diabetes tipo 1 vem crescendo nos Estados Unidos e parte da Europa em cerca de 2,5% a 4% por ano, inclusive em adultos, segundo uma reportagem publicada no "The Wall Street Journal". Apesar de não haver dados que comprovem a tendência no Brasil, o aumento também é uma percepção dos médicos brasileiros. - Seguramente está aumentando o número de casos de diabetes tipo 1, mas ainda não temos estudos que comprovem isto - afirmou o diretor do Centro de Diabetes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Antônio Roberto Chacra.
São dois os tipos principais de diabetes. A tipo 1 é um distúrbio autoimune que impede que o corpo produza insulina para digerir a glicose. A doença já foi chamada de diabetes juvenil, por se manifestar principalmente em crianças e adolescentes. Já a diabetes tipo 2 ocorre principalmente em adultos a partir dos 40 anos. Ela é caracterizada pela inabilidade do corpo de usar com eficiência a insulina, e, às vezes, apenas um medicamento oral e a mudança de rotina podem controlar os sintomas.
País desconhece realidade da violência contra a mulher, dizem pesquisadoras - A tarefa de conhecer a situação da violência contra a mulher no Brasil esbarra na falta de dados estatísticos. De acordo com a pesquisadora Lia Zanotta, do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da Universidade de Brasília (UnB), só é possível citar com alguma segurança números sobre homicídios. “O resto são tentativas de aproximação”, sustenta. Lia Zanotta participou de audiência pública da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher na tarde desta quarta-feira, organizada para discutir a sistematização e o monitoramento de dados sobre violência contra a mulher. A presidente da CPMI, deputada Jô Moraes (PCdoB-MG), assinalou que a principal dificuldade do grupo é a falta de acesso a informações. “Solicitamos a todos os estados uma série de dados relativos a registros de casos, queixas e processos finalizados, e temos dificuldade de receber essa resposta”, ressaltou.
Mulheres com mais coragem de denunciar - Mais de 329 mil mulheres que procuraram o serviço de denúncia de violência contra o gênero — o Disque 180 —, nos últimos seis anos, sofreram algum tipo de agressão. A maioria delas, cerca de 47%, relatou ainda que a situação era diária. Os dados são do canal de atendimento da Secretaria de Política para as Mulheres, divulgados ontem. No mesmo dia, a Lei Maria da Penha, fonte de mais rigor para a punição de crimes de violência doméstica, completou seis anos. Os números vêm acompanhados da atualização do Mapa da Violência 2012 — Homicídio de Mulheres no Brasil, com base em dados de 2010, que mostram crescimento na taxa de homicídios. Em 2010, foram 4.465 assassinatos, aumento de 20% comparado a 2007 e de 230% em relação ao ano 2000.
Saúde usará R$ 31 milhões para incentivar denúncias de violência contra mulheres - O Ministério da Saúde vai destinar R$ 31 milhões às secretarias estaduais e municipais de todo o país na tentativa de incentivar a notificação de casos de violência contra mulheres e promover ações de vigilância e prevenção. Ainda segundo o ministério, a maioria das agressões sofridas por mulheres acontece dentro da própria residência (60,4%). Os homens com os quais elas se relacionam ou se relacionaram respondem por 41,2% dos casos, enquanto amigos e conhecidos representam 8,1% e desconhecidos, 9,2%.Nas ocorrências que envolvem agressões sexuais, 51% dos principais agressores são desconhecidos; 13,5% são os próprios cônjuges e 13,4%, amigos ou conhecidos.
Hormônio feminino é fundamental na fertilidade masculina - Uma pesquisa feita na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revelou que o hormônio feminino estrogênio também desempenha papel fundamental na fertilidade masculina. A descoberta ajuda a entender alguns casos de infertilidade de causa até então desconhecida e abre caminho para novos tratamentos. “O nível de estrogênio na corrente sanguínea do homem é mais baixo que o circulante na mulher. Mas, quando se analisam os órgãos do sistema reprodutor masculino, o teor é até mais alto que o existente na mulher. Queríamos entender qual era a importância desse hormônio nesses órgãos”, conta Catarina Segreti Porto, coordenadora da pesquisa financiada pela FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático. “Alguns casos de infertilidade masculina não têm relação com a falta de testosterona, de outros andrógenos ou de seus receptores. A explicação para esses casos pode ser falhas na produção de estrogênio ou no funcionamento desse receptor alfa”, disse Porto. Em outro braço do projeto também coordenado por Porto, os cientistas investigaram se a presença do estrogênio e de seus receptores no sistema reprodutor masculino também teria influência sobre o câncer de próstata.
Anvisa quer receita para tarja vermelha - O hábito de ir à farmácia e comprar remédios de tarja vermelha (como anticoncepcionais, anti-inflamatórios e drogas para hipertensão) sem apresentar a receita médica pode acabar.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende fechar o cerco às farmácias para fazer valer, na prática, a inscrição "vendido sob prescrição médica" impressa nas tarjas vermelhas. Barbano afirma acreditar que é possível resolver a equação sem nova lei, apenas pela sensibilização das vigilâncias e farmácias. "Vamos dar um tempo para o segmento se sensibilizar. Se não funcionar, a Anvisa pode tomar medidas do ponto de vista regulatório." Para Gustavo Gusso, professor de clínica geral da USP, é boa a ideia de exigir receita para remédios como o anticoncepcional, mas ele ressalva que no país há dificuldades de acesso a médicos que precisam ser superadas.
"Onde não existe médico, ou vai ter um médico para assinar receitas uma vez por mês ou vai acontecer outra coisa. Entre o ideal e o real existem muitas opções", diz. A Anvisa também trabalha na revisão e atualização da lista das drogas isentas de prescrição e na revisão da portaria que regula a venda dos remédios controlados.
Projeto altera regras para autorização de laqueadura - Tramita na Câmara o Projeto de Lei 3050/11, do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que permite a realização de laqueadura nos períodos de parto ou aborto em caso de cesariana anterior. A proposta altera a lei que trata do planejamento familiar (Lei 9.263/96).
O autor argumenta que a medida vai contribuir para o controle da natalidade. Segundo ele, as taxas médias de natalidade do País vêm caindo gradativamente nas últimas décadas nas classes média e alta da população. “As camadas mais carentes ainda sofrem com a falta de informação e com a dificuldade de acesso aos meios anticoncepcionais, que acabam por inviabilizar o planejamento familiar e, consequentemente, por agravar o quadro de miséria e ignorância no País”, afirma o parlamentar.
O parlamentar ressalta que a realização de uma cesariana exclusivamente para a laqueadura deve ser repudiada. Mas ele argumenta que, nos casos já permitidos em lei para a esterilização, não há por que submeter a mulher a outra anestesia e a outro procedimento cirúrgico. A matéria, sujeita a apreciação do Plenário, foi apensada ao PL 313/07, e ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O PIB e a felicidade - A presidente Dilma Rousseff causou controvérsia ao afirmar que se mede a Nação não pelo produto interno bruto (PIB), mas pela capacidade de proteção às crianças. Os críticos logo apontaram a forte correlação entre renda e situação infantil. O momento tornou infeliz o palpite fabricado para tampar a falta de resultados na seara do crescimento. Mas se a presidente tivesse o dom da oratória poderia ter trazido à tona temas importantes subjacentes à sua declaração. O crescimento do PIB proporciona a ilusão da felicidade, enquanto o enriquecimento torna os homens mais aquisitivos e, portanto, cada vez mais insaciáveis e descontentes. Na última semana de julho, o Office for National Statistics da Inglaterra publicou o primeiro relatório do bem-estar nacional, baseado em pesquisas que perguntam às pessoas o que sentem sobre sua própria vida. A iniciativa partiu de David Cameron, que denunciou as falhas da contabilidade nacional e pediu outra medida de felicidade além do PIB.
As respostas mostraram britânicos felizes. Os que têm parceiros são mais felizes do que os solteiros, viúvos ou divorciados. Os donos de casa própria são mais felizes do que os locatários. Os que têm deficiência e saúde ruim são bem menos felizes e mais ansiosos do que os saudáveis. E confirmando pesquisas anteriores, pessoas de meia-idade também são menos felizes do que as mais jovens ou as mais velhas. Ao que parece, a crise da meia-idade não é mito. Se a moda das pesquisas sobre felicidade se firmar entre os economistas, dentro de 30 anos teremos uma série temporal com observações suficientemente numerosas para rejeitar a hipótese de que o crescimento do PIB aumenta a felicidade. Então saberemos se a presidente Dilma tinha razão ou se deveria ter seguido as teorias convencionais que utilizam o PIB como referência para o sucesso nacional. Por enquanto, parece razoável admitir que medidas do PIB e da felicidade são imperfeitas e que o bom senso sugere combinar políticas de crescimento sustentável com estabilidade e objetivos sociais.
ALERTA PARA DESVIO DE VERBA PARA PREVENÇÃO - Ricardo Boechat lembra que hoje a presidenta Dilma anuncia a liberação de R$ 20 bilhões para prevenção a acidentes naturais. O Rio deve vai ficar com a maior parte da verba. "Desses R$ 20 bilhões, quantos bilhões efetivamente chegarão até as obras e as iniciativas que estão no papel? Em Friburgo, Petrópolis, Teresópolis, as denúncias de desvio causaram a deposição de dois prefeitos da região", comenta Boechat.


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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Convite Audiência Pública: 25 DE NOVEMBRO

 
 
Prezadas companheiras,

Tenho o prazer de convidá-las para Audiência Pública: "Rede de Serviços de Atendimento à Mulher Vítima de Violência - Avanços e Retrocessos".

Será na sexta-feira, dia 25 de novembro de 2011, às 14 horas, no Auditório Nelson Carneiro, Prédio Anexo da Alerj, Rua Dom Manuel, s/nº, 6º andar, Centro, Rio de Janeiro.

Atenciosamente,

Inês Pandeló
Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da ALERJ

quarta-feira, 27 de julho de 2011

SEMINÁRIO MULHER&VIOLÊNCIA - 06.08.2011 -Convite:

SEMINÁRIO MULHER&VIOLÊNCIA - 06.08.2011 - HOTEL SCORIAL - INSCRIÇÕES ABERTAS

D I V U L G A Ç Ã O

 
 
Centro de Documentação e Informação Coisa de Mulher
PROJETO COMO UMA ONDA
 
Convida
D I V U L G A Ç Ã O

 
 
Centro de Documentação e Informação Coisa de Mulher
PROJETO COMO UMA ONDA
 
Convida

II Seminário Estratégias de Prevenção
à Violência contra a Mulher no Rio de Janeiro

Dia: 06/08/2011, Sábado
Horário: 09:00 às 17:00 h
Local: Hotel Scorial, Rua Bento Lisboa, 155
Largo do Machado, Catete, Rio/RJ
 
Inscrições Limitadas:
25/07/2011 a 04/08/2011
 
 2262-0740 ou
projetos@coisademulher.org.br

Apoio:
SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES
 
09:00 às
09:30 h
PROGRAMAÇÃO
Café da Manhã
09:30 às
10:30 h
Dinâmica de Integração
10:30 às
12:30 h
Mesa I
1. Mulher e Violência Doméstica
2. Mulher, Violência e Saúde
3. Estratégias de Combate à Feminização da Pobreza e da
Violência.
12:30 às
14:00 h
Almoço (no local para pessoas previamente inscritas)
14:30 às
16:30 h
Mesa II
1. Dia da Mulher Negra da América Latina e do Caribe
2. Mulher Negra e Racismo
3. Gênero, Preconceito e Desigualdades
4. Gênero e Orientação Sexual
16:30 às
17:00
Atividade Cultural
Coffee-break
Encerramento
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293
Cel: (55.21) 9429-4550

A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago)


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quinta-feira, 24 de março de 2011

A PSICOLOGIA E O COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Amigas,
Segue o convite.
Abraços,
Vanda








CONVITE
 
      1ª RODAS E ENCONTROS
Dia 31 de março- 5ªfeira – às 17:30 horas - CRP-RJ/Baixada
A PSICOLOGIA E O COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

A Subsede do Conselho Regional de Psicologia do CRP-RJ da Baixada Fluminense promove mais uma ação política da Gestão ÉTICA E COMPROMISSO SOCIAL, para o encontro com profissionais psicólogos, estudantes, outros profissionais , Instituições Parceiras e público em geral, interessados na troca de idéias e informações com profissionais de destaque em seu campo de conhecimento.
Neste primeiro encontro faremos a apresentação das políticas de atendimento à Mulher na Região da Baixada  Fluminense, em parceria  com o  Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Nova Iguaçu, dando continuidade às atividades promovidas neste mês de homenagem à Mulher.

Mesa de Apresentação:

GIOVANNA AURÍLIO - Presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres  de Nova Iguaçu/CMDM;

NIEDJA ALVES FERREIRA BARBALHO - Psicóloga do Núcleo de Referência de atendimento à Mulher em situação de violência/Coordenadoria de Mulheres da Prefeitura de Nova Iguaçu;

ELIZETE LOPES DA SILVA - Psicóloga  e Coordenadora do Centro Integrado de Atendimento à Mulher de Nova Iguaçu e Belford Roxo;

DRA THERESA PEZZA - Delegada  Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Nova Iguaçu/DEAM;

ANDERSON FRANCISCO - Coordenador do Observatório Social e de Prevenção da Violência da Prefeitura de  Nova Iguaçu;

Representante do Juizado da Violência Doméstica (a confirmar);

SUBSEDE DO CRP-RJ – BAIXADA FLUMINENSE
End: Rua Sebastião Herculano de Matos, nº41,
Centro – Nova Iguaçu (próx à Cruz Vermelha).
tel:2768-0007 E-mail: subsedeni@crprj.org.br

 


LESBOFOBIA: A lei Maria da Penha  também nos contempla!
 BASTA DE VIOLÊNCIA!
    AGIR É PRECISO!




--
Neno Ferreira
7833-1786/8*55836
Presidente da Assoc. de Gays e Amig@s de Nova Iguaçu e Mesquita
 
Marisa Justino
71388760 / 31013513
Vice- presidente da Assoc. de Gays e Amig@s de Nova Iguaçu e Mesquita
 
A AGANIM é membro do:
Fórum LGBT do Rio de Janeiro
Fórum de Lésbicas do Rio de Janeiro
Conselho dos Direitos da População LGBT do Rio de Janeiro 
Fórum de ONGs AIDS do Rio de Janeiro
Conselho Municipal de Segurança Pública, Direitos Humanos e Cidadania da Cidade de Nova Iguaçu



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terça-feira, 6 de julho de 2010

Roger Abdelmassih diz que pacientes que o acusam de estupro podem ter tido alucinações

05/07/2010

Fantástico

SÃO PAULO - A Justiça deve decidir em setembro próximo se o médico Roger Abdelmassih, 66 anos, é culpado nas acusações de estupro feita por pacientes. Ele responde por 56 acusações de abuso sexual. No último interrogatório, no dia 7 de maio, Abdelmassih alegou não ter abusado de nenhuma paciente. No máximo, segundo ele, dava beijos no rosto. Segundo ele, são característicos da família dele os cumprimentos afetuosos, com abraços e beijos, sem outra intenção. O Ministério Público pede 300 anos de prisão para o médico. ( Leia também: Abdelmassih entra com pedido para renunciar à profissão de médico )

O "Fantástico", da TV Globo, apurou que no interrogatório, que durou cerca de 3 horas, o médico, de 66 anos, disse que, antes das cirurgias, as pacientes eram sedadas com propofol. É o mesmo anestésico que Michael Jackson usou para tentar dormir, antes de morrer.

Para a Justiça, Roger Abdelmassih contou que, depois que surgiram as acusações de estupro, decidiu investigar os efeitos do propofol. E constatou que ele poderia provocar alterações no comportamento sexual das pacientes.

Irimar de Paula Posso, anestesiologista do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, com 40 anos de profissão, afirma:

- São muito raras as alucinações por anestésicos, especialmente pelo propofol. Agora, tem vários relatos de médicos que assediaram pacientes e quiseram dizer que era culpa do anestésico.

- Eu estava retornando da sedação, eu ainda estava um pouco zonza, mas eu estava bem consciente de tudo o que aconteceu - afirma uma ex-paciente.

O especialista em reprodução assistida será julgado pela juíza Kenarik Boujikian Felippe. Os acusados de crimes sexuais não vão a júri popular. Cabe a um juiz decidir a sentença. Juristas acreditam que, mesmo que a condenação seja alta, o médico poderá recorrer em liberdade, já que respondeu à maior parte do processo fora da cadeia.

Uma paciente contesta a defesa do médico.

- Ele vinha com essa mania que diz que é normal dele, de tentar beijar você perto da boca. E você percebia que ele estava excitado - conta.

Entre agosto e dezembro do ano passado, Roger Abdelmassih ficou na prisão. Foi solto dois dias antes do Natal pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e responde às acusações em liberdade.

No processo, já foram ouvidas mais de 200 pessoas. Entre elas, há 130 testemunhas de defesa e 35 mulheres que dizem ter sido atacadas dentro da clínica do médico. Algumas afirmam que sofreram mais de um abuso sexual.

No depoimento, Roger Abdelmassih afirmou à juíza que não costumava ficar sozinho com as mulheres que se tratavam com ele. E que, mesmo quando isso acontecia, era perto de alguma sala que tinha gente.

Uma ex-paciente disse ao Fantástico que isso não o impedia de cometer os abusos.

- Eu comecei a bater na porta porque ele fechou a porta. Eu fui estuprada pelo doutor Roger - diz a ex-paciente.

Roger Abdelmassih também é réu em uma ação civil pública, por crimes contra os direitos do consumidor. Para garantir o pagamento de eventuais indenizações, a Justiça bloqueou os bens e as contas bancárias dele.

Para o Ministério Público, há uma tentativa de burlar esse bloqueio, com envolvimento da mulher do médico, a procuradora da República Larissa Maria Sacco, de 31 anos, que está de licença do cargo, sem receber salário. Roger era viúvo e se casou em fevereiro com Larissa. Segundo a acusação, o médico usa uma empresa agropecuária que está em nome da mulher para fazer movimentações de dinheiro. Por isso, o Ministério Público está tentando bloquear, também, os bens de Larissa.

Procurados pelo Fantástico, os advogados de defesa afirmaram que ninguém iria gravar entrevista e que as provas são frágeis: se resumem aos depoimentos das supostas vítimas.

O especialista em reprodução assistida - que está proibido de exercer a medicina - diz que as acusações partiram de clientes que não conseguiram engravidar.

- Não seria vingança, seria um forma de Justiça mesmo. O que eu realmente quero ver é a condenação dele. Pela minha dignidade. Por aquilo que eu carrego, que é um fantasma dentro da minha vida - diz uma mulher, que conseguiu ter o filho com que tanto sonhava em outra clínica.

Clipping Bem Fam(05/07/0100

Dinheiro em troca de aborto: Caso Bruno (5/7/2010) Veja SP João Marcello Erthal

Goleiro do Flamengo evitou o teste de DNA, mas desde o início do caso com Eliza Samudio negociou como se assumisse ser pai da criança

Depois de acusar o goleiro Bruno de ameaçá-la, Eliza Samudio registrou, em depoimento à polícia, praticamente todo o histórico de encontros com o jogador ao longo de 2009. O relato da jovem, que está desaparecida há três semanas, detalha desde o momento em que os dois se conheceram, num churrasco em 21 de maio, até o momento em que ela deixa o Rio para morar em São Paulo, na casa de uma amiga. Neste período, os dois fizeram sexo apenas três vezes, segundo Eliza contou a polícia. A gravidez ocorreu no primeiro encontro - depois do churrasco - e foi comunicada ao atleta por telefone, no início de julho.

Em seu depoimento à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, em 13 de outubro do ano passado, Eliza afirma que, ao saber da gravidez, Bruno pediu que ela viesse de São Paulo para o Rio, para uma conversa. Ela conta que, assim que encontrou o jogador, ele fez uma proposta: um “acordo financeiro” para que Eliza fizesse um aborto. A jovem disse que não aceitou. Bruno estava “carinhoso” e, no mesmo dia, segundo ela, os dois fizeram sexo. Ele, no entanto, insistia que não queria a criança.

A temporada no Rio foi dividida em três hotéis - os 15 primeiros no Hotel Royalty, os 10 seguintes no flat Barrabela e, o restante, até 9 de setembro, no Hotel Transamérica.. Bruno teria, então, encontrado com a jovem mais uma vez, mas para ameaçá-la. Eliza afirmou que Bruno foi agressivo e afirmou que “seria capaz de tudo para ela não ter a criança”, e que ele faria qualquer coisa porque “veio da favela”.

No Transamérica, teria ocorrido a primeira agressão, com puxões de cabelo e ameaças para que ela concordasse em fazer um aborto. Como não conseguia convencer Eliza, Bruno mandou um amigo encerrar a conta do hotel e dar a ela 290 reais para que ela fosse para a casa de uma amiga.

A partir de então, Eliza morou de favor. Os dois só voltaram a se encontrar no dia 13 de outubro, de madrugada, quando ele teria insistido para conversarem. Dentro do carro, juntaram-se a eles, segundo Eliza, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão; Marco Antônio Figueiredo, o Russo; e um terceiro homem. Eliza afirmou que Bruno teria apontado para a cabeça dela uma pistola que seria de Russo - um ex-policial militar de Minas Gerais. Bruno teria exigido que ela tomasse o medicamento Citotec, um medicamento com efeito abortivo usado clandestinamente.

A jovem chegou a ingerir vários comprimidos trazidos por um dos amigos de Bruno e adormeceu na casa do jogador. Para descobrir ela tomou abortivos, a delegada Maria Aparecida Mallet, que registrou o caso na época, pediu uma análise da urina de Eliza. O resultado, porém, só foi apresentado pelo Departamento Geral de Polícia Técnico Científica da Polícia Civil do Rio (DGPTC) nesta quinta-feira, 1º de julho - oito meses depois da denúncia. O teste encontrou um “grupamento de substâncias consideradas abortivas”, mas, diante da complexidade do caso, foi pedida uma confirmação em novo teste.

O material será enviado para o laboratório da UFRJ, que tem convênio com a polícia, para que seja feita a confirmação. A necessidade de confirmação se deve ao fato de a análise laboratorial poder apresentar resultado positivo também em pessoas que tenham consumido bebidas alcoólicas e cigarros simultaneamente. A previsão é de que o resultado esteja disponível no dia 5.

O laudo sobre a ingestão de medicamentos abortivos é aguardado pela Polícia Civil para concluir o relatório do inquérito que apura supostas ameaças feitas por Bruno contra Eliza. O jogador responde por cárcere privado, seqüestro, ameaça e tentativa de aborto. Por decisão da Justiça, Bruno passou, a partir da denúncia de ameaça, a ser obrigado a manter-se a pelo menos 300 metros de Eliza, que foi morar em São Paulo com uma amiga.


Cortesia Clipping Bem Fam(05/07/010)






Dez mulheres são mortas por dia no País

Dez mulheres são mortas por dia no País

O estado de S.Paulo

05 de julho de 2010

Média registrada em dez anos fica acima do padrão internacional; motivação geralmente é passional

SÃO PAULO - Em dez anos, dez mulheres foram assassinadas por dia no Brasil. Entre 1997 e 2007, 41.532 mulheres morreram vítimas de homicídio – índice de 4,2 assassinadas por 100 mil habitantes. Elas morrem em número e proporção bem mais baixos do que os homens (92% das vítimas), mas o nível de assassinato feminino no Brasil fica acima do padrão internacional.

Os resultados são um apêndice, ainda inédito, do estudo Mapa da Violência no Brasil 2010, do Instituto Zangari, com base no banco de dados do Sistema Único de Saúde (Datasus).

Os números mostram que as taxas de assassinatos femininos no Brasil são mais altas do que as da maioria dos países europeus, cujos índices não ultrapassam 0,5 caso por 100 mil habitantes, mas ficam abaixo de nações que lideram a lista, como África do Sul (25 por 100 mil habitantes) e Colômbia (7,8 por 100 mil).

Algumas cidades brasileiras, como Alto Alegre, em Roraima, e Silva Jardim, no Estado do Rio, registram índices de homicídio de mulheres perto dos mais altos do mundo. Em 50 municípios, os índices de homicídio são maiores que 10 por 100 mil habitantes. Em compensação, mais da metade das cidades brasileiras não registrou uma única mulher assassinada em cinco anos.

Outro contraste ocorre quando são comparados os Estados brasileiros. Espírito Santo, o primeiro lugar no ranking, tem índices de 10,3 assassinatos de mulheres por 100 mil habitantes. No Maranhão é de 1,9 por 100 mil. “Os resultados mostram que a concentração de homicídios no Brasil é heterogênea. Fica difícil encontrar um padrão que permita explicar as causas”, afirma o pesquisador Julio Jacobo Wiaselfisz, autor do estudo.

São Paulo é o quinto Estado menos violento do Brasil, com índice de 2,8 por 100 mil habitantes. Mas a taxa é alta se comparada à de Estados americanos, como Califórnia (1,2) e Texas (1,5). “Quanto mais machista a cultura local, maior tende a ser a violência contra a mulher”, diz a psicóloga Paula Licursi Prates, doutoranda na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, onde estuda homens autores de violência.

Motivação

Para aumentar a visibilidade do problema e intimidar a ação dos agressores, a aprovação da Lei Maria da Penha, em 2006, foi comemorada pelas entidades feministas por incentivar as mulheres a denunciar crimes de violência doméstica, garantindo medidas de proteção para a mulher e punições mais duras e rápidas contra agressores.

Mas a nova lei não impediu o assassinato da cabeleireira Maria Islaine de Morais, morta em janeiro diante das câmeras pelo ex-marido, alvo de oito denúncias. Nem uma série de outros casos que todos os dias ganham as manchetes dos jornais.

Ainda são raros os estudos de casos que analisam as motivações de assassinos que matam mulheres. De maneira geral, homens se matam por temas urbanos como tráfico de drogas e desordem territorial e os crimes ocorrem principalmente nas grandes cidades. Mulheres são mortas por questões domésticas em municípios de diferentes portes.

“No caso das mulheres, os assassinos são atuais ou antigos maridos, namorados ou companheiros, inconformados em perder o domínio sobre uma relação que acreditam ter o direito de controlar”, explica Wânia Pasinato Izumino, pesquisadora do Núcleo de Estudo da Violência da USP.

Em um estudo das motivações de 23 assassinatos contra mulheres ocorridos nos cinco primeiros meses deste ano e investigados pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa de São Paulo (DHPP), em 25% dos casos o motivo foi qualificado como torpe.

São casos como negativas de fazer sexo ou de manter a relação. Em 50% das ocorrências, o motivo foi qualificado como fútil, como casos de discussões domésticas. Houve 10% de mortes por motivos passionais, ligados a ciúmes, por exemplo, e 10% relacionado ao uso ou à venda de drogas.

“Por serem ocorrências domésticas, às vezes a prevenção a casos como esses são mais difíceis”, afirma a delegada Elisabete Sato, chefe da divisão de Homicídios do DHPP.

Goleiro Bruno, do Flamengo, conta que teria conhecido Eliza em orgia e temeu pegar HIV Veja

Goleiro Bruno, do Flamengo, conta que teria conhecido Eliza em orgia e temeu pegar HIV

Veja

05/07/2010

O caso do desaparecimento de Eliza Samudio a cada dia ganha um novo ingrediente. Desta vez, o goleiro Bruno informou, em entrevista à revista Veja, que conheceu a jovem em uma festa de orgia, com a presença de amigas de Eliza e outros jogadores.

Ainda segundo Bruno, a camisinha estourou na primeira vez em que fez sexo com Eliza e que ficou com receio de ter adquirido o vírus da aids."Depois que ela disse que estava grávida, fui saber que todo o time do São Paulo a conhecia, que ela já tinha feito filme pornô. Fiquei até preocupado com a minha saúde, tanto que logo depois fiz exame de HIV, mas estava tudo tranquilo”, disse o goleiro do Flamengo à revista.

Saiba mais sobre o caso

Paralelamente às investigações sobre o desaparecimento de Eliza Samudio, a jovem de 25 anos que tentava provar na Justiça que tem um filho com o goleiro Bruno, do Flamengo, vêm à tona passagens nada edificantes da vida particular do atleta, informa a revista Veja desta semana.

A postura fora do campo e os hábitos - principalmente os noturnos - do suspeito número 1 do sumiço de Eliza, segundo a revista, deixam os fã do esporte, no mínimo, decepcionados. E, infelizmente, como atesta quem acompanha de perto o mundo do futebol, Bruno está longe de ser uma exceção.

Como descreve o próprio goleiro, em entrevista a Veja, ele e Eliza se conheceram em uma festa que era “uma orgia só”. “Essas festas são comuns no nosso meio”, garante, para deixar claro que o que fazia naquela noite não está fora dos padrões para jogadores. O churrasco, ou “orgia”, foi promovido na casa de outro jogador, o também goleiro Paulo Victor.

Quase um ano antes de conhecer Eliza, Bruno tinha se envolvido em outra confusão, em uma festa regada a muita bebida e repleta de mulheres, organizada por ele próprio no sítio que, agora, é apontado como local onde a jovem teria sido espancada e morta. A festa tornou-se pública depois que duas garotas registraram queixa por agressão contra os jogadores Marcinho, Diego Tardelli e... Paulo Victor.

Jogadores que acompanharam de perto a trajetória de Bruno o descrevem como alguém “explosivo”. O histórico dessas explosões inclui uma discussão com um torcedor do Cruzeiro, em 2006, quando o atleta ainda buscava afirmação no Atlético mineiro. Dois anos depois, já consagrado no Flamengo, bateu boca com outro torcedor do time rival - desta vez, do Fluminense - num McDonald’s.

Em 14 de abril deste ano, sobrou para um colega de equipe: no intervalo do jogo entre Flamengo e Universidad Católica do Chile - vencido por 2 a 0 pelo time chileno - pela Libertadores, o goleiro e capitão rubro-negro deu um empurrão em Petkovic, cobrando empenho do meia sérvio.

As confusões dentro do clube também incluem um atrito com um dos maiores ídolos da torcida rubro-negra, o ex-jogador Andrade. Na época, Andrade era auxiliar-técnico do time, e o goleiro se irritou com sua atuação como árbitro de um rachão. Os dois trocaram palavras duras, Andrade acabou chorando e, no jogo seguinte, a torcida vaiou Bruno e gritou o nome do velho ídolo. Irritado, Bruno chegou a declarar: “Se eu sou o problema, a janela do meio do ano está aí. É só me mandar embora. Não quero atrapalhar o Flamengo”, disse, referindo-se ao período em que geralmente são negociadas contratações e a venda de passes de jogadores com times da Europa.

“Ele tem um temperamento forte, é explosivo, às vezes fala antes de pensar”, ameniza Andrade.

Falar sem pensar, no entanto, pode sair caro para uma figura pública. Há cerca de dois meses, quando o atacante Adriano, ainda no Flamengo, e sua ex-noiva, Joana Machado, brigaram na Favela da Chatuba, na zona norte do Rio, Bruno defendeu o amigo e perguntou: “Quem nunca saiu na mão com a mulher?”. Arrependido, foi à sala da presidente do clube, Patrícia Amorim, e beijou sua mão, afirmando que não era bem aquilo que queria dizer.

Na semana passada, a frase foi lembrada pelo chefe do Departamento de Investigações da Polícia Civil de Minas Gerais, Edson Moreira, que comanda as investigações sobre o sumiço de Eliza. “Ainda não chegou o momento de chamar o Bruno para depor. No momento, estamos reunindo indícios. Que ele bate em mulher nós já sabemos. Queremos agora saber mais”, disse Moreira.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Massacre!!!!

ONU: milhões de mulheres 'somem' na Índia e China

Agencia Estado

09/03/2010

NOVA DÉLHI, ÍNDIA - As Nações Unidas estimaram hoje que há cerca de 85 milhões de mulheres "desaparecidas" na Índia e na China. As razões apontadas para isso são discriminação no tratamento de saúde e negligência, além de abortos.

Em um importante relatório sobre qualidade de gênero, divulgado no Dia Internacional da Mulher, o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (UNDP, na sigla em inglês) concluiu que a Ásia tem a maior discrepância no mundo, com 119 meninos nascidos para cada 100 meninas. O número excede bastante a média mundial, de 107 garotos nascidos para cada 100 garotas.

"As mulheres não conseguem sobreviver sem esforço", notou o relatório. "Aborto seletivo por sexo, infanticídio e a morte por negligências de saúde e nutricionais na Ásia deixaram 96 milhões de mulheres desaparecidas, e os números parecem estar crescendo em termos absolutos", afirmou o documento.

O dado regional foi distorcido pelas disparidades de gênero ao nascer em China e Índia. Em cada um desses países, há perto de 42,6 milhões de "desaparecidas".

Apesar do forte crescimento econômico pela Ásia em geral, o relatório concluiu que milhões de mulheres seguem excluídas dos benefícios de uma prosperidade maior. A região, e especialmente o sul da Ásia, aparece perto das piores do mundo - e às vezes abaixo da África subsaariana - em temas básicos como proteção da mulher da violência, acesso à saúde, educação, emprego e participação política.

"Hoje, a região da Ásia/Pacífico está em uma encruzilhada", afirma o documento. "O avanço da igualdade de gênero com mais energia, em meio à desaceleração econômica, depende de ações tomadas ou não pelos governos."

O relatório enfoca a necessidade de melhorar os direitos das mulheres em três áreas-chave: poder econômico, participação política e proteção legal.

Clipping Bem Fam:09/03/010

quarta-feira, 3 de março de 2010

Até quando vamos conviver com isto?

03/03/10 - 16h57 - Atualizado em 03/03/10 - 17h00

Unesp apura denúncia de sexo explícito em festa

Da Agência Estado

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araçatuba informou esta tarde que está apurando uma denúncia anônima de sexo explícito em uma festa de recepção aos calouros, promovida por veteranos do curso de Odontologia em uma boate na noite de segunda-feira.

De acordo com a denúncia, um casal de calouros que havia acabado de se conhecer praticou sexo em um sofá da casa noturna, na frente de centenas de estudantes. A cena teria sido filmada e fotografada por algumas testemunhas, mas até agora nenhuma imagem foi localizada.

Segundo a assessoria de imprensa da universidade, a direção da Faculdade de Odontologia está buscando informações preliminares para avaliar a veracidade das informações e, em caso afirmativo, deve avaliar se suas circunstâncias estão ou não no âmbito da competência legal da instituição.