Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
domingo, 25 de maio de 2014
#MarchaDasVadias #SexoSemConsentimentoEestupro
sexta-feira, 28 de março de 2014
65% dos brasileiros acham que mulher de roupa curta merece ser atacada - O Estado de São Paulo
NÃO QUERO ME FAZER DE ADVOGADO DO DIABO, MAS, SEREI...
A EDUCAÇÃO DAS CRIÃNÇAS NÃO É DADA PELA MÃE OU PELA FAMÍLIA?
ENTÃO ESTARIAM TODOS DOENTES..., AO ENSINAREM ESSES COMPORTAMENTOS...?
65% dos brasileiros acham que mulher de roupa curta merece ser atacada - O Estado de São Paulo
http://www.estadao.com.br/Pesquisa divulgada pelo Ipea mostra percepção da população em relação a temas polêmicos
A pesquisa mostra que 91% dos entrevistados concordam total ou parcialmente com a prisão dos maridos que batem em suas esposas. O estudo alerta, no entanto, que é prematuro concluir, com bases nesses dados, que a sociedade brasileira tem pouca tolerância à violência contra a mulher. "Há uma ambiguidade do discurso", afirmam os autores.
Dos entrevistados, 63% disseram concordar com a ideia de que "casos de violência dentro de casa devem ser discutidos somente entre membros da família".
Causou espanto entre os próprios pesquisadores o fato de que 65% disseram concordar com a frase "mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas", algo que deixa claro para autores do trabalho a forte tendência de culpar a mulher nos casos de violência sexual.
Para autores, um número significativo de entrevistados parece considerar a violência contra a mulher como uma forma de correção. A vítima teria responsabilidade, seja por usar roupas provocantes, seja por não se comportarem "adequadamente."
A avaliação tem como ponto de partida o grande número de pessoas que diz concordar com a frase: se mulheres soubessem se comportar, haveria menos estupros. O trabalho indica que 58,5% concorda com esse pensamento. A resposta a essa pergunta apresenta variações significativas de acordo com algumas características. Residentes das regiões Sul e Sudeste e os jovens têm menores chances de concordar com a culpabilização do comportamento feminino pela violência sexual.
A pesquisa não identifica características populacionais que determinem uma postura mais tolerante à violência, de forma geral. Os primeiros resultados, no entanto, indicam que morar em metrópoles, nas regiões mais ricas do país, ter escolaridade mais alta e ser mais jovem aumentam a probabilidade de valores mais igualitários e de intolerância à violência contra mulheres. Autores avaliam, porém, que tais características têm peso menos importante do que a adesão a certos valores como acreditar que o homem deve ser cabeça do lar, por exemplo.
domingo, 9 de março de 2014
Carnaval é palco para cenas de abuso sexual no Rio

Por Redação, com ABr - do Rio de Janeiro
A coincidência entre o fim do carnaval e o Dia Internacional da Mulher, comemorado neste sábado, não significou dias de folia sem violência. No Rio de Janeiro, na festa popular, uma das maiores do mundo, muitas mulheres foram vítimas de abordagens criminosas, sendo agarradas, apalpadas e beijadas à força. Essas situações são consideradas uma modalidade de estupro pela Lei 12.015/2009, e são punidas com pena de seis a dez anos de prisão. Em conversa com jornalistas, foliãs foram unânimes ao afirmar que sofreram vários tipos de abusos.
– O cara chegou e me deu uma chave de braço (técnica de imobilização). Não tive como sair e ele me beijou – relatou uma foliã, que participou de um bloco no centro do Rio.
Em um período de cinco horas, na tarde de domingo, uma estudante também viveu situações semelhantes. Ela contou que sozinha ou acompanhada de amigos se divertir sem ser abordada de forma violenta foi impossível.
– São 17h10. Eu cheguei aqui ao meio-dia. Posso dizer que foi o suficiente. Se passar sozinha, os caras passam a mão, tentam enfiar o dedo, beijar, isso é um fato – declarou uma auxiliar de administração.
As práticas descritas no carnaval carioca fazem com que se divertir durante o reinado de Momo sem sofrer alguma forma de estupro seja um desafio extra para as mulheres, avalia a secretária executiva de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República, Lourdes Maria Bandeira.
– Há avanços em uma série de dimensões da vida, somos maioria nas universidade, há expansão das áreas de atuação e de decisão, mas persiste um repertório de práticas violentas – disse.
A secretária acredita que outra agravante no carnaval é a leitura do senso comum sobre a roupa da mulher.
– Ao colocar uma saia curta ou uma roupa alegre, ela não é respeitada. Passa a ser vista em uma condição de vulgaridade, de mulher fácil, de objeto e a partir disso deriva a violência – disse.
A representação de mulheres em condições de objeto sexual na mídia, nesse período, também reforça a visão do senso comum, alerta Lourdes, que é socióloga da Universidade de Brasília (UnB).
Preocupada com aumento de casos de violência contra a mulher nesse período, que aumentam cerca de 30%, a Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana da Paraíba lançou uma campanha para estimular as denúncias, com frases como “Beijar à força é crime”, “Agarrar à força é crime” e “No carnaval não pode tudo”.
“Atitudes como essas não podem ser encaradas como brincadeira de carnaval. É crime” disse a secretária-executiva, Nézia Gomes, em nota.
No Rio, o prefeito Eduardo Paes, na abertura do carnaval, condenou os abusos, mas não se pronunciou sobre a ausência de uma campanha.
– Se isso acontece, a gente espera que os casos sejam tratados pela polícia. Os agressores têm que ir para cadeia – disse.
A secretária executiva de Políticas para as Mulheres, Lourdes Maria Bandeira, reconhece a necessidade de mais campanhas de esclarecimento sobre a Lei 12.015 e defende uma mudança de cultura no país.
– São vários dias ao longo do ano submetida a isso. Os caras não aceitam um não. Forçam a barra, usam a força, e aí não tem jeito para te deixarem em paz – disse outra estudante, que também foi agredida com “mão na bunda e puxada de braço” no carnaval carioca.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#ESTUPRO #VIOLENCIAsEXUAL #OHCHR #MediaCentre
#OHCHR #MediaCentre
For more information or media requests, please contact Rupert Colville (+41 22 917 9767 /rcolville@ohchr.org) or Cécile Pouilly (+ 41 22 917 9310 /cpouilly@ohchr.org)
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
BEM FAM- CLIPPING - 22/jan./2013
sexta-feira, 30 de março de 2012
NOTA PÚBLICA do Conanda de repúdio_STJ
30/MAR/2012 - NOTA PÚBLICA do Conanda de repúdio à decisão do STJ que inocentou acusado de estupro
Essa decisão do STJ abre, portanto, um precedente que coloca em risco o direito ao desenvolvimento saudável e protegido das nossas crianças e adolescentes ao relativizar o dever dos adultos para com a proteção da infância e adolescência.
NOTA PÚBLICA do Conanda de repúdio_STJ #inocentou #estupro
30/MAR/2012 - NOTA PÚBLICA do Conanda de repúdio à decisão do STJ que inocentou acusado de estupro
Essa decisão do STJ abre, portanto, um precedente que coloca em risco o direito ao desenvolvimento saudável e protegido das nossas crianças e adolescentes ao relativizar o dever dos adultos para com a proteção da infância e adolescência.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Pare o "estupro corretivo"
| "O estupro corretivo”, a prática cruel de estuprar lésbicas para “curar” sua homossexualidade, está se tornando uma crise na África do Sul. Porém, ativistas corajosas estão apelando ao mundo para pôr fim a estes crimes monstruosos. O governo sul africando finalmente está respondendo -- vamos apoiá-las. Assine a petição e divulgue para os seus amigos! |
Millicent Gaika foi atada, estrangulada, torturada e estuprada durante 5 horas por um homem que dizia estar “curando-a” do lesbianismo. Por pouco não sobrevive
Infelizmente Millicent não é a únca, este crime horrendo é recorrente na África do Sul, onde lésbicas vivem aterrorizadas com ameaças de ataques. O mais triste é que jamais alguém foi condenado por “estupro corretivo”.
De forma surpreendente, desde um abrigo secreto na Cidade do Cabo, algumas ativistas corajosas estão arriscando as suas vidas para garantir que o caso da Millicent sirva para suscitar mudanças. O apelo lançado ao Ministério da Justiça teve forte repercussão, ultrapassando 140.000 assinaturas e forçando-o a responder ao caso em televisão nacional. Porém, o Ministro ainda não respondeu às demandas por ações concretas.
Vamos expor este horror em todos os cantos do mundo -- se um grande número de pessoas aderirem, conseguiremos amplificar e escalar esta campanha, levando-a diretamente ao Presidente Zuma, autoridade máxima na garantia dos direitos constitucionais. Vamos exigir de Zuma e do Ministro da Justiça que condenem publicamente o “estupro corretivo”, criminalizando crimes de homofobia e garantindo a implementação imediata de educação pública e proteção para os sobreviventes. Assine a petição agora e compartilhe -- nós a entregaremos ao governo da África do Sul com os nossos parceiros na Cidade do Cabo:
https://secure.avaaz.org/po/
A África do Sul, chamada de Nação Arco-Íris, é reverenciada globalmente pelos seus esforços pós-apartheid contra a discriminação. Ela foi o primeiro país a proteger constitucionalmente cidadãos da discriminação baseada na sexualidade. Porém, a Cidade do Cabo não é a única, a ONG local Luleki Sizwe registrou mais de um “estupro corretivo” por dia e o predomínio da impunidade.
O “estupro corretivo” é baseado na noção absurda e falsa de que lésbicas podem ser estupradas para “se tornarem heterossexuais”, mas este ato horrendo não é classificado como crime de discriminação na África do Sul. As vítimas geralmente são mulheres homossexuais, negras, pobres e profundamente marginalizadas. Até mesmo o estupro grupal e o assassinato da Eudy Simelane, heroína nacional e estrela da seleção feminina de futebol da África do Sul em 2008, não mudou a situação. Na semana passada, o Ministro Radebe insistiu que o motivo de crime é irrelevante em casos de “estupro corretivo”.
A África do Sul é a capital do estupro do mundo. Uma menina nascida na África do Sul tem mais chances de ser estuprada do que de aprender a ler. Surpreendentemente, um quarto das meninas sul-africanas são estupradas antes de completarem 16 anos. Este problema tem muitas raízes: machismo (62% dos meninos com mais de 11 anos acreditam que forçar alguém a fazer sexo não é um ato de violência), pobreza, ocupações massificadas, desemprego, homens marginalizados, indiferença da comunidade -- e mais do que tudo -- os poucos casos que são corajosamente denunciados às autoridades, acabam no descaso da polícia e a impunidade.
Isto é uma catástrofe humana. Mas a Luleki Sizwe e parceiros do Change.org abriram uma fresta na janela da esperança para reagir. Se o mundo todo aderir agora, nós conseguiremos justiça para a Millicent e um compromisso nacional para combater o “estupro corretivo”:
https://secure.avaaz.org/po/
Está é uma batalha da pobreza, do machismo e da homofobia. Acabar com a cultura do estupro requere uma liderança ousada e ações direcionadas, para assim trazer mudanças para a África do Sul e todo o continente. O Presidente Zuma é um Zulu tradicional, ele mesmo foi ao tribunal acusado de estupro. Porém, ele também criticou a prisão de um casal gay no Malawi no ano passado, e após forte pressão nacional e internacional, a África do Sul finalmente aprovou uma resolução da ONU que se opõe a assassinatos extrajudiciais relacionados a orientação sexual.
Se um grande número de nós participarmos neste chamado por justiça, nós poderemos convencer Zuma a se engajar, levando adiante ações governamentais cruciais e iniciando um debate nacional que poderá influenciar a atitude pública em relação ao estupro e homofobia na África do Sul. Assine agora e depois divulgue:
https://secure.avaaz.org/po/
Em casos como o da Millicent, é fácil perder a esperança. Mas quando cidadãos se unem em uma única voz, nós podemos ter sucesso em mudar práticas e normas injustas, porém aceitas pela sociedade. No ano passado, na Uganda, nós tivemos sucesso em conseguir uma onda massiva de pressão popular sobre o governo, obrigando-o a engavetar uma proposta de lei que iria condenar à morte gays da Uganda. Foi a pressão global em solidariedade a ativistas nacionais corajosos que pressionaram os líderes da África do Sul a lidarem com a crise da AIDS que estava tomando o país. Vamos nos unir agora e defender um mundo onde cada ser humano poderá viver livre do medo do abuso e violência.
Com esperança e determinação,
Alice, Ricken, Maria Paz, David e toda a equipe da Avaaz
Leia mais:
Mulheres homossexuais sofrem 'estupro corretivo' na África do Sul:
http://oglobo.globo.com/mundo/
ONG ActionAid afirma que "estupros corretivos" de lésbicas na África do Sul estão aumentando:
http://virgula.uol.com.br/ver/
Acusados de matar atleta lésbica são julgados na África do Sul:
http://www.estadao.com.br/

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