Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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sábado, 14 de janeiro de 2012

O preconceito no armário @RUTHAquino #RevistaEpoca #colunista

RUTH DE AQUINO - 13/01/2012 22h03 - Atualizado em 13/01/2012 22h05
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O preconceito no armário

O preconceito fica guardado nas gavetas das coisas ditas e ouvidas. Até que sai de forma irracional

RUTH DE AQUINO




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RUTH DE AQUINO  é colunista de ÉPOCA raquino@edglobo.com.br (Foto: ÉPOCA)
Ele está ali no meio das roupas que vestimos a cada dia. Invisível, sem cheiro. É como se fosse uma caspa que só os outros enxergam. O preconceito fica guardado nas gavetas das coisas ditas e ouvidas, em casa, na escola, no trabalho. Escondemos, por vergonha. Ou, o que é pior, nos recusamos a reconhecer que ele existe. Até o momento em que o preconceito sai do armário de forma irracional.
Foi o que aconteceu na USP com um PM, o sargento André Ferreira. O sargento parecia uma pessoa normal, dialogando com universitários que ocupavam um espaço da universidade. Pedia que se retirassem dali. De repente, viu ao fundo um rapaz negro, com cabelo rasta, de tranças longas. O sargento se transformou num ogro. “E você aí, é estudante? Cadê a carteirinha?”, perguntou. O rapaz respondeu: “Sou. Dou a minha palavra”. Mas não mostrou documento.
O sargento se descontrolou: apontou a arma, puxou-o pelos cabelos e pela roupa, empurrou, agrediu e o enxotou. No fim, Nicolas Menezes Barreto tirou a carteira de estudante da USP do bolso. O vídeo (assista no blog Bombou na Web) é de uma brutalidade que atinge qualquer um que tenha noção de direitos humanos. A Polícia Militar afastou o sargento por despreparo e descontrole emocional.
Mas por que o rapaz negro não mostrou logo o documento que o policial branco exigiu? Insolente, não conhece o seu lugar. É o que muita gente boa diz por aí. Entendo a reação do estudante à atitude ofensiva do PM. Foi uma cena de preconceito racial explícito. O sargento não teria agido assim com um branco. Nicolas sabia disso. Deve ter sido a enésima vez em que enfrentou suspeita pela cor da pele.
Por muito menos, já me recusei a mostrar a carteira de jornalista. Cobri como repórter a temporada de Fórmula 1 em 1990. A cada corrida, eu era abordada por fiscais do autódromo nos bastidores. Os fiscais não pediam a credencial de meus colegas homens. No terceiro país em que isso se repetiu, eu estava acompanhada de um amigo sem a credencial adequada. O fiscal exigiu meu documento. Eu disse: “Não vou mostrar. Vá pedir ao Bernie Ecclestone (o homem forte da F-1)”. Era evidente que, só por eu ser mulher, eles desconfiavam que eu fosse uma maria gasolina da vida. Depois de um tempo, irrita. Esse e outros episódios me revelaram que eu trafegava muitas vezes numa pista masculina.
O preconceito fica guardado nas gavetas das coisas ditas e ouvidas. Até que sai de forma irracional 
Sou contra cotas sexuais ou raciais. O mérito determina uma promoção. Mas o último Censo do IBGE me surpreendeu. A educação deveria ter reduzido mais a desigualdade entre os sexos. A mulher tem hoje no Brasil dois anos de escolaridade a mais que o homem, mas ganha em média 30% menos que ele. E, quanto mais instruída é a mulher, maior a diferença entre seu salário e o do homem com a mesma escolaridade. Dos brasileiros que ganham acima de 20 salários mínimos, os homens são mais de 80%. Só um punhado de mulheres chega à direção e a cargos executivos. Existe ou não uma discriminação sutil no mundo que manda?
Os gays sofrem mais. O ator Marcelo Serrado não deseja que sua filha de 7 anos veja um beijo gay na novela das 21 horas. Ele faz o caricato Crô, um dos personagens mais populares de Fina estampa. Serrado acha que homossexuais só devem se beijar na televisão depois das 23 horas. Assassinatos, traições, prostituição, porradas do marido na mulher, isso tudo passa no horário nobre. “Detesto a homofobia, mas as barreiras devem ser quebradas aos poucos”, disse Serrado. “Tenho vários amigos gays, um foi jantar na minha casa na sexta-feira passada.”
Homossexuais influentes lastimaram a declaração de Serrado. “Ele tem o direito de educar sua filha como quiser”, diz Alexandre Vidal Porto, diplomata brasileiro, em Tóquio, com 46 anos e relacionamento estável há nove. “O que acho péssimo é o ator, mesmo não querendo que a filha presencie um beijo gay, declarar que não é homofóbico. Parece aquela senhora que diz não ser racista, mas preferiria que a filha não se casasse com um negro. Ou seja, Marcelo Serrado é um homofóbico no armário. Precisa sair dele.” Vidal Porto é casado em Nova York e seu marido, americano, tem passaporte diplomático e seguro de saúde concedidos pelo Itamaraty: “Como sabemos nos defender – ele é advogado por Yale, e eu por Harvard –, é difícil nos discriminar”.
O beijo é uma manifestação de afeto. Se os telejornais mostram casais gays reais se beijando em casamentos coletivos, por que na ficção a cena seria imprópria a crianças e adolescentes?
Em 1978, o deputado Harvey Milk foi morto por defender os homossexuais. Dez anos antes, em 1968, o Nobel da Paz Martin Luther King foi morto por defender os negros. Há quase um século, em 1913, a inglesa Emily Wilding Davison morreu ao defender o voto das mulheres. O mundo mudou, felizmente. Mas não o bastante.





Minha nota sobre Isso!!
Muitas são as histórias de preconceito,seja em qualquer sentido denominado por essa expressão, ocorrem comigo, desde a minha infância, quando me recusei a participar das festas de confraternização do colégio, já me qualificaram insociavel, (Não adepto aos costumes da sociedade) recentemente ao ir a um supermercado qualquer, acompanhado de meu irmão (ex caso) na fila ao ouvir minha voz, uma mulher falou para alguem" Essa Coca É Fanta", Não me contive e Respondi: "Não sou Grapete! Só que esse refrigerante explode!", ela tentou se explicar mais a cada explicaçãoque dava mais eu enfatizava a atitude errada dela.
P.S. Cito esses refrigarantes apenas como defesa, não afirmo que algum deles exploda.
http://ativismocontraaidstb.blogspot.com





Últimos comentários
No site Oglobo/RevistaÉpoca
* Maria Teresa

O preconceito não vai acabar, mas podemos praticar a tolerância e as boas maneiras... Essa coisa de achar que um casal gay não pode se beijar em público é um absurdo. Qualquer casal hetero em público pode trocar carinho, andar de mãos dadas, por quê um casal gay não? Qualquer casal se agarrando desesperadamente, como se a qualquer momento fossem tirar a roupa e ir às vias de fato constrange quem está do lado, é uma questão de educação, não de orientação sexual. E falando de racismo, sou baiana e fui criada para valorizar as pessoas pelo caráter e mérito, mas ao mesmo tempo que acredito não ter preconceito racial me pego em várias armadilhas racistas: com medo de jovens negros na rua (já fui assaltada 4 vezes, e na minha terra ladrão quase sempre é pobre e negro). Já confundi cliente com motorista... já usei termos pejorativos como "nigrinha", já achei que um filho negro de mãe branca era adotado, e por aí vai. A gente combate, mas como disse a autora, eles afloram quando a gente menos espera.
* Walquiria Faria

O problema é que ultimamente tudo tem sido chamado de "preconceito". Não se pode emitir uma opinião, sem que todos fiquem procurando o "preconceito" nela. Eu posso opinar que não gosto da cor preta para roupas, assim como não gosto do homem preto para ser meu parceiro. É apenas um gosto pessoal.
* Maria Teresa

Já coloquei este comentário aqui, espero estar viva quando a cor da pele, opção religiosa e orientação sexual de uma pessoa seja tão importante quanto a cor de seus olhos e o seu jeito de ser. Apenas uma característica individual. Mas sou pessimista e sem ilusões. Nunca nos livraremos do preconceito. Não sou psicóloga, mas temos "medo" do diferente. O diferente nos ameaça, agride os valores que fomos aceitando desde crianças. Talvez o "diferente" também nos ameace por que pode ser melhor do que o que somos, e não queremos aceitar isso... E se dermos uma olhada pelo mundo... a gente vê preconceito em todo lugar: francês odeia árabe, alemão odeia turco, eu desconfio de evangélicos, políticos e advogados e detesto pagodeiros, axezeiros e arrocheiros...

sábado, 30 de abril de 2011

O bullying do Senado Ruth de Aquino, ÉPOCA Por Blog do Noblat

Enviado por Ricardo Noblat -30.04.2011 | 17h59m Política 

Ruth de Aquino, ÉPOCA
Somos vítimas de bullying político, moral e cívico. E nada fazemos. O país parece anestesiado pela overdose real de William e Kate naquela ilha ao norte do Equador.
Ao sul, em nossa república tropicalista, assistimos passivamente a uma das cerimônias mais vergonhosas do Senado. Renan Calheiros acaba de entrar para a Comissão de Ética. Roberto Requião arranca gravador de repórter para apagar sua própria entrevista. Tudo com o beneplácito do padrinho-mor José Sarney.
Tapa na cara, bofetada na nação, cinismo institucional. Assim cientistas políticos e especialistas em ética classificaram as últimas ações do Senado.
Roberto Romano, da Unicamp, declarou: “Se o Senado fechar amanhã, ninguém vai sentir falta, salvo os lobistas e os políticos que querem atingir o Tesouro Nacional por meio da troca de favores”.
Claudio Abramo, diretor da ONG Transparência Brasil, foi além: “O Senado não precisa existir, não tem função. Não há nada que ele faça que a Câmara não possa fazer. Pode desaparecer sem prejuízo e seria até mais barato”.
Essas reações podem parecer destemperadas numa democracia que atribui seu equilíbrio à existência de duas Casas: a Câmara e o Senado. Mas respeito e credibilidade não são automáticos.
Oito senadores indicados para a Comissão de Ética respondem a inquéritos ou processos no Supremo Tribunal Federal. A missão desse grupo “seleto” é vigiar e garantir o decoro dos 81 senadores.
No novo conselho, muitos são amigos íntimos, alguns conterrâneos, do maranhense Sarney. O próprio Sarney esteve envolvido em 11 processos no ano passado – mas foi entronizado como “homem não comum” pelo ex-presidente Lula.
O presidente da Comissão de Ética, João Alberto, do PMDB, governou o Maranhão em 1990. Nesse ano, uma lei estadual doou um prédio histórico à família Sarney.
Quem é João Alberto para ser o guardião do decoro do Senado? Quais são suas credenciais para o país acreditar em seu slogan “Vamos cortar na nossa própria carne”? Nas três vezes em que ocupou o mesmo cargo, João Alberto engavetou todos os processos abertos na Comissão de Ética.
No Brasil de hoje, “formação de quadrilha” deixou de ser acusação.
Leia a íntegra do artigo em O bullying do Senado

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domingo, 24 de abril de 2011

Em nome do pai, Rubens Paiva(RUTH DE AQUINO é colunista de ÉPOCA)

9/04/2011 - 10:24 - Atualizado em 20/04/2011 - 19:06
Em nome do pai, Rubens Paiva

Ruth de Aquino
Época
RUTH DE AQUINO
é colunista de ÉPOCA
raquino@edglobo.com.br
Ana Lúcia tinha 13 anos. Estudava no colégio de freiras Sion. No dia 20 de janeiro de 1971, militares com metralhadoras invadiram a casa da família, junto à praia, no Rio de Janeiro. Levaram o pai de Ana Lúcia, o deputado federal Rubens Paiva, cassado em 1964 após o golpe. No dia seguinte, levaram a mãe, Eunice. Durante 12 dias, os cinco filhos ficaram sem pai nem mãe, cercados, convivendo com militares. A mãe voltou magra e em total silêncio. O pai, nunca mais.
Desde então, a cada 20 de janeiro, onde estiver, Nalu – o apelido familiar – entra numa igreja. “Nunca contei para meus irmãos”, me disse Nalu. Neste domingo, eles completarão 40 Páscoas sem saber o que foi feito com o pai. Quem o torturou e por quê. Como foi morto. Onde foi enterrado. “Tenho esperança, sim, de encontrar o corpo, ou alguma parte de meu pai. Dizem que foi esquartejado. É a hipótese mais provável.”
Otimista, ela acredita que, pela primeira vez, o Brasil esteja disposto a resgatar a memória da ditadura. “Quando escuto histórias de desaparecidos em guerras convencionais, sinto algo difícil de descrever, uma identificação, um espaço branco, um silêncio. Um luto que não pôde se concretizar.” Nalu é matemática, tem 54 anos, três filhos e está no Brasil há dois meses, após 20 anos em Paris.
O Rubens Paiva conhecido dos jovens é outro, Marcelo, irmão mais novo de Nalu, autor de Feliz ano velho. O pai, deputado bonachão que ajudava amigos a fugir para o exílio ou os escondia em casa, é um total desconhecido. Quando sumiu, tinha 41 anos. A mulher dele, Eunice, estudou Direito para provar que o marido não era terrorista. Hoje, ela tem 81 anos e sofre de Alzheimer, um mal que apaga as lembranças. Na próxima semana, Eunice será levada pelos filhos ao memorial inaugurado em São Paulo em homenagem ao pai. Eles sabem que a mãe vai se emocionar, mas devem isso a ela. Pela primeira vez, a família Paiva está se permitindo chorar junta.
Pela primeira vez também, embora contaminada por clichês, a ditadura chega às novelas de televisão: Amor e revolução, no SBT, exibe cenas de tortura. Na vida real, a Comissão da Verdade estimulada pelo governo Dilma promete esclarecer fatos incômodos da história recente. Não é revanchismo. É uma tentativa honesta de resgatar nossa caixa-preta no oceano profundo da amnésia nacional. Sem colocar em questão a Lei da Anistia, Nalu acha, porém, que o Brasil precisa de um julgamento simbólico, “com os nomes de todos os torturadores”.
Neste domingo, os filhos completarão 40 Páscoas sem saber como seu pai foi morto e onde está enterrado
Assisti a dois filmes recentemente. Um é Santiago 73, baseado na história de um chileno apolítico que datilografava os relatórios de necropsia. No dia 11 de setembro de 1973, ele vê, sobre a maca fria do necrotério, o corpo de Salvador Allende. A enfermeira e amiga lhe diz: “Eles (os militares) o mataram. Ele não se suicidou”. Agora, quase quatro décadas depois, a Justiça chilena acaba de mandar exumar o corpo de Allende. A necropsia, pedida pela filha, a senadora Isabel Allende, esclarecerá se ele se matou ou foi morto pelos soldados do general Pinochet que invadiram o palácio La Moneda.
O outro filme que vi é um documentário, Os caminhos da memória, com os espanhóis que testemunharam a ditadura de Franco. Numa escola, um estudante contesta o professor: “Acho melhor não remexer o passado e passar a cuidar do presente e do futuro”. O professor pergunta: “Alguém de sua família morreu ou desapareceu no franquismo?”. “Não”, responde o garoto. E o professor diz: “Negar a história é permitir que ela se repita”.
É a convicção de João Ricardo Dornelles, professor de direitos humanos da PUC-Rio: “Uma política de memória e verdade é fundamental. Pode, ou não, levar aos atos de justiça. Depende de cada processo histórico. Eu, por exemplo, gostaria de saber se o velhinho sorridente que pega o elevador diariamente comigo foi torturador ou mandante de violações. Quem foi perseguido pela ditadura tem o seu passado conhecido ou distorcido. Quem foi violador vive sob o manto do esquecimento e do sigilo”.
Até onde a verdade virá à tona no Brasil? Seria desumano negar às famílias das vítimas o direito de saber. Seria um pecado histórico condenar as novas gerações à ignorância. Para virar a página, é preciso que seja escrita.
Assista ao vídeo sobre Rubens Paiva no blog.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Em memória dos + - 700 mortos na Tragédia das Pedras nas Serras do Rio :

  1. SOL DE PRIMAVERA - FLÁVIO VENTURINI (letra e vídeo)

    23 set. 2010 ... SOL DE PRIMAVERA - FLÁVIO VENTURINI Letras de músicas - Letras.mus.br.
    letras.terra.com.br/flavio-venturini/... - Em cache - SimilaresSol de Primavera

    Flávio Venturini

    Composição: Beto Guedes e Ronaldo Bastos
    Quando entrar setembro
    E a boa nova andar nos campos
    Quero ver brotar o perdão
    Onde a gente plantou
    Juntos outra vez...

    Já sonhamos juntos
    Semeando as canções no vento
    Quero ver crescer nossa voz
    No que falta sonhar...

    Já choramos muito
    Muitos se perderam no caminho
    Mesmo assim não custa inventar
    Uma nova canção
    Que venha nos trazer...

    Sol de primavera
    Abre as janelas do meu peito
    A lição sabemos de cor
    Só nos resta aprender
    Aprender...

    Já choramos muito
    Muitos se perderam no caminho
    Mesmo assim não custa inventar
    Uma nova canção
    Que venha trazer...

    Sol de primavera
    Abre as janelas do meu peito
    A lição sabemos de cór
    Só nos resta aprender
    Aprender...
  2. 27 abr. 2008 ... Show em comemoração a 50 anos do cantor. Maravilhoso pra quem conhece e curtiu
    suas músicas.
    www.youtube.com/watch%3Fv%3DJi45f0czOoA - Em cache - Similares
  3. Sol de Primavera - Paixão e Romance

    Sol de Primavera Beto Guedes Composição :- Beto Guedes e Ronaldo Bastos ... Sol
    de primavera. Abre as janelas do meu peito. A lição sabemos de cor ...
    www.paixaoeromance.com/90decada/sol_p... - Em cache - Similares
  4. Danilo Timm em vôo solo : MöellerBotelho

    5 abr. 2010 ... Intérprete de Dieter e sub do personagem Otto em “O Despertar da Primavera”,
    Danilo Timm vai fazer um show solo no Rio, no Cinemateque, ...
    www.moellerbotelho.com.br/arquivos/10201 - Em cache - Similares
  5. Sol de Primavera - - GP1

    25 ago. 2010 ... Por derradeiro, como iniciei com a canção “Sol de primavera” da ... Empresário
    Danilo Damásio afirma que senador Wellington Dias vai ser ...
    www.gp1.com.br/blogs/sol-de-primavera... - Em cache - Similares
  6. rapidshare beto guedes - download - (27 files)

    Beto Guedes Danilo Caymmi Novelli Toninho Horta 1973. http://arquivossonoros.
    blogspot.com/2009/08/beto-guedes-sol-de-primavera-01-sol-de.html - Download ...
    www.filestube.com/r/rapidshare%2Bbeto... - Em cache - Similares


    No programa Do Roberto Trigueiro, Cidades e Soluções na Globo news, foram entrevistados um membro da cruz vermelha e um responsável pela gestão das unidades do SeSi/Senai/SENAT
    Ele afirmou que todas as doações feitas para as unidades do Sesi são catalogadas para uma possível auditoria. Descartou a possibilidade de desvio das doações. Disse também que o sesi tem uma rede de pessoas que podem doar seus saberes e praticas para as possíveis obras, pedreiro marceneiro etc>>.
    Hoje saiu na revista Época mais uma crônica de minha porta voz: Ruth Aquino que escreve semanalmente na coluna NOSSA ANTENA, como sempre está uma maravilha!!!O título eh “Uma razão para se orgulhar”Colunas - NOTÍCIAS - Nossa Antena - Ruth de Aquino
    19 maio 2008 ... Nossa Antena - Ruth de Aquino ... Uma razão para se orgulhar. Edição 662 - 22 de
    janeiro de 2011. Falta uma UPP para a natureza ...
    revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/... - Em cacheSimilares
    Nesse artigo Ruth APublicada na Edição de 24/01/11quino ressalta que existem hoje 18000 casa em zona de Risco em cerca de 118 comunidades!
    Agora eu acho também o seguinte aqui essa história de desabrigados pelas chuvas não é nem será uma história singular veja o caso do morro do Bumba ano passado?/ ainda tem pessoas que não receberam nenhum tostão/?/ O caso de Angra dos Reis e se pesquisarmos fundo tem história de trinta anos passados!!! Falta Vergonha na cara desses Político s oportunistas que só sabem tirar dinheiro para depositar em paraíso fiscais!!1 também falta vergonha na cara dos jornalistas que quando morrem pessoas exploram as lágrimas dos sobreviventes para nos fazer chorar também!!1 E na nossa cara também falta vergonha pois elegemos político s pouco s comprometidos com a coisa pública, e quando os elegemos procuramos nos esquecer da obrigação de votar não acompanhando os passo s de quem nós pomos no poder!1!1 vejamos e aplaudamos atos como o prefeito de uma cidade do interior Paulista que sabendo do perigo iminente das chuvas alugou um carro de Som e alertou seus morador es evitando assim a morte de vários”contribuintes”
    Devemos também investigar o outro prefeito que tendo o mapa das “previsões de chuvas” trancou em uma gaveta e não enviou o mesmo para sua equipe de “Defesa Civil”,salvo engano meu essa equipe tem 30 funcioná rios.
    O mesmo digo para os Cariocas Não adianta nada termos um sistema de ultima geração que custou milhões de dolares, se nosso prefeito prefere dar entrevistas bêbado e não deixa os técnico s trabalharem!!!

domingo, 10 de outubro de 2010

Uma enorme hipocrisia eleitoral

08/10/2040 - 22:07 - Atualizado em 08/10/2010 - 22:48
Uma enorme hipocrisia eleitoral
O debate sobre o aborto é uma manobra primária. Dilma e Serra têm opiniões parecidas sobre o tema
Ruth de Aquino
Época
RUTH DE AQUINO
é diretora da sucursal de ÉPOCA no Rio de Janeiro
raquino@edglobo.com.br
O resultado do primeiro turno agitou alguns personagens e desmascarou vários. É a coceira do poder. A traição aos outros e a si mesmo é o tempero básico do banquete eleitoral. Quem não tem estômago de político digere mal a deslealdade, mas os candidatos comem e rezam conforme o voto da massa. É positivo para o Brasil ter a chance de aprofundar o debate inteligente e real. Vamos conseguir?
É positivo que as urnas tenham forçado Serra e Dilma a mostrar mais a cara e formular compromissos de governo. É mais fácil para o político trair promessas verbais, assopradas no calor da carreata, do que cartas públicas à nação. O Brasil não deu um cheque em branco a Lula – terá sido, no máximo, um cheque pré-datado e ao portador, caso sua candidata vença no dia 31 de outubro.
Quem diria que uma ex-ministra caída em desgraça no governo do PT se tornaria a maior responsável pelas olheiras fundas e arroxeadas de Dilma no domingo após a eleição?
Começaram, ali, as cenas constrangedoras. Lula não apareceu ao lado de Dilma no discurso da “derrota”. O candidato a vice, Michel Temer, do PMDB, parecia estar num velório – mas já sibilava a cobrança do poder compartilhado. Era um bando de engravatados num cortejo fúnebre. A maquiagem pesada da petista não escondia o abatimento, Dilma mancava com a torção do tornozelo. Achei que ela tinha chorado.
A bateria de críticas à criatura partiu do criador – como se o presidente nada tivesse a ver com o resultado. Dilma tem de descer do salto alto, abandonar o púlpito, ignorar o marketing, misturar-se à multidão, dizer que é contra o aborto, esquecer a plataforma do PT sobre o assunto, mostrar-se mais humilde, religiosa, atrair Marina Silva de volta, abraçar as árvores, os pobres. Tem de respeitar a imprensa. Não é mole não. Os governadores aliados criticaram o destempero recente de Lula. Antes, aplaudiam babando.
Serra redescobriu o esquecido Fernando Henrique e seu legado. Aécio Neves, já triplamente vitorioso em Minas, redescobriu Serra. Itamar Franco, eleito senador na cola de Aécio, redescobriu sua verve: “Seja mais Serra e menos marketing”, disse ao tucano.
O debate sobre o aborto é uma manobra primária. Dilma e Serra têm opiniões parecidas sobre o tema
No terreno minado do PV, os verdes deram entrevistas grupais, bradando ao microfone. Marina precisou enquadrar a fome dos companheiros por cargos. Eles ameaçaram não seguir sua orientação. Mas foi o discurso inteligente e inovador de Marina que mudou o jogo e valorizou a sigla. Uma forma diferente de fazer política, lembram?
“Eu me sinto traído”, disse Lula em 2005, referindo-se aos companheiros aloprados do mensalão. Com o PT, afirmou, tinha desejado “construir um instrumento político que pudesse ser diferente de tudo que estava aí”. Mas traiu a si mesmo. Posou rindo com Collor. Alguém lembra o rosto compungido do vice José Alencar? Lula sustentou Sarney, apoiou Renan Calheiros e engoliu Temer.
O que se faz agora com o aborto é uma das maiores hipocrisias eleitorais da história. Nem Dilma nem Serra jamais defenderam o aborto em si. Ambos têm posição parecida e alinhada com as democracias europeias, entre elas um dos países católicos por excelência, a Itália. PSDB e PT já defenderam a descriminalização do aborto. O PV também. Serra e Dilma gostariam que o Brasil debatesse o aborto à luz da saúde pública, para evitar a prisão ou a morte de mulheres pobres em clínicas clandestinas. Lula cansou de defender o mesmo. Está quietinho.
A coisa é tão complicada que levou Serra a cometer uma gafe: “Nunca disse que sou contra o aborto, porque sou a favor. Ou melhor, eu nunca disse que era a favor do aborto porque sou contra o aborto. Sou contra”.
Há muitos motivos para votar ou não votar em Dilma ou em Serra. E não é a religião que os distingue. É inacreditável que uma manobra tão primária ofenda o Estado laico e o eleitor inteligente. Dilma não é uma feiticeira do século XXI. Mas, com medo, posa de carola, refém de padres e pastores. Nossos candidatos agora são verdes e beatos desde criancinhas. Com isso, traem suas convicções. Provavelmente, veremos Serra e Dilma rezando no próximo debate. Haja fé.


Leia ainda neste blog:


CORRUPÇÃO- REPASSANDO DA LISTA DE DISCUSSÀO. Ana Bt sobre as eleições:






www.epoca.com.br
Olá nilo geronimo borgna,
Você postou o seguinte comentário no site de Época.

" Suas sempre maravilhosas crônicas têm o dom de expor todos os meu pensamentos. Tanto que quase sempre faço menção e meu blog, pondo link para vc. Desta vez superaste, conforme pode ver meu pequeno artigo no mesmo. Depois da eleição tendo Visto que Marina ficou em 3 lugar pendia a votar no Serra, mais depois de pesquisas verifiquei que em São Paulo, tambem não está tão livre de suas corrupoções, conforme post em blog. Estou tão decepcionado que pendo a anular meu voto, Não é possível que todos os políticos não se tocam e vivem se metendo em confusões, se essas confusões fossem apenas por comentários vá lá, mas usar prestigios plítico para fzer seus conchavos e ganhar uma graninha, assim não dá! Como diria Boris Casoi "E UMA VERONHA!!!!" http://ativismocontraaidstb.blogspot.com"

sábado, 25 de setembro de 2010

23/09/2010 - 12:57 - Atualizado em 24/09/2010 - 16:07 A Marina do dedo verde

23/09/2010 - 12:57 - Atualizado em 24/09/2010 - 16:07
A Marina do dedo verde
Ruth de Aquino
Época
RUTH DE AQUINO
é diretora da sucursal de ÉPOCA no Rio de Janeiro
raquino@edglobo.com.br
Quando ela fala, veias caudalosas se projetam no pescoço. Marina Silva tem uma voz arranhada, que parece emergir com esforço de sua figura esguia. Com essa voz não treinada, que vem de dentro, Marina foi a candidata, nesta campanha de cartas marcadas, que soube projetar melhor, com inteligência e ironia fina, suas palavras. Talvez porque fossem palavras dela e de mais ninguém. Não mais do mesmo, não o vale-tudo de quem dá mais salário mínimo, 13o de Bolsa Família, ou empregos para a parentalha.
O título deste artigo é uma alusão a O menino do dedo verde, livro infantojuvenil escrito pelo francês Maurice Druon, em 1957, e adaptado para desenho animado. O protagonista, Tistou, tinha um dom: onde colocava o dedo, nasciam flores. O menino conhece a miséria, a prisão e os hospitais. Decide alegrar esses ambientes. E, ao colocar o dedo no presídio, nascem tantas flores que as portas da prisão não fecham mais. Mas os presos não fogem porque o mundo havia mudado para melhor.
Trata-se de uma fábula. Mas, como a realidade desta campanha eleitoral anda difícil de engolir, fantasias são bem-vindas. Na reta final, uma marola verde se torna onda e atrai desiludidos. Marina, que já se apresentou como a “outra Silva” e a “primeira candidata negra à Presidência”, abandonou os slogans que empobreciam seu discurso para colocar o dedo verde nas feridas do país.
Não por acaso a candidata do PV foi quem mais se beneficiou dessa língua malcheirosa que escorre da Casa Civil de Lula. Após as denúncias de corrupção e tráfico de influência do braço direito de Dilma Rousseff, as pesquisas mostram uns pontinhos a mais para Marina. Era previsto. Essa acriana evangélica, com quatro filhos e coque austero, é a única novidade. Suas reflexões sobre o Brasil e os adversários têm um carimbo de franqueza, sem arrogância. Concordando ou não com ela, somos compelidos a escutá-la.
A candidata do PV foi quem mais se beneficiou da língua malcheirosa que escorre da Casa Civil de Lula

Leia o texto na ítegra em: 

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI174473-15230,00-A+MARINA+DO+DEDO+VERDE.html


quinta-feira, 22 de julho de 2010

Dar palmada é crime, ignorância e covardia Época - 20/07/2010 Ruth de Aquino Um tapinha, um beliscão. Que mal podem fazer? Educar é dar limites.

Dar palmada é crime, ignorância e covardia

Época - 20/07/2010

Ruth de Aquino

Um tapinha, um beliscão. Que mal podem fazer? Educar é dar limites. O limite então seria o da dor? Não é sensato nem inteligente associar palmadas e beliscões à educação dos filhos. O projeto de lei assinado pelo presidente Lula na quarta-feira pune qualquer castigo físico em crianças e adolescentes. Alguns pais e mães se revoltaram. São os que se descontrolam com seus filhos. Eles não querem o Estado legislando sobre como devem se comportar em casa. Só não percebem que o tapa fraquinho um dia será mais pesado, e o beliscão deixará uma marca roxa. Isso não é amor. É mau exemplo.

Não adiantou conversar nem gritar. A criança continua fazendo malcriação. O próximo passo é bater. Onde? No bumbum. Ela chora, grita. Mais palmadas, num lugar do corpo que provoque mais dor para ela aprender. Os vizinhos ouvem, quem passa na rua se escandaliza se a cena for pública. Talvez um beliscão faça a criança parar. Ninguém sabe a partir de que idade pais estão livres para dar palmadas, beliscões, apertar o bracinho, torcer o bracinho. Com 2 anos, a criança já sabe que está desobedecendo. Tem consciência disso. Então merece. É preciso planejar também com que idade se deve parar de dar tapas. Talvez quando seu filho tiver força para revidar.

Em que momento as palmadas viram surra? Pode ser o número. Mais de cinco palmadas seguidas, quem sabe, pode se chamar espancamento. Com a mão, é palmada, mas, se pega no rosto, já vira bofetada. Pode abrir o lábio, se pegar de mau jeito. Ah, foi sem querer. Perdi a paciência. A criança, ou o adolescente, estava pedindo. Pais que apelam para castigos físicos precisam reconhecer que são incapazes de educar. Não fazem a menor ideia de que provocar dor só pode ser um recurso inócuo ou nocivo. Não há nenhum efeito positivo na violência contra um filho, mesmo que ela seja leve.

Dizer como eu devo educar meu filho está fora de cogitação. Mesmo que tiver essa lei, provavelmente eu não vou cumprir, disse na televisão o consultor de informática João Lopes Antunes.

O tapa fraquinho um dia será um beliscão ou uma marca roxa.

Isso não é amor. É mau exemplo

O objetivo do projeto de lei é garantir o direito de uma criança ou jovem de ser educado sem uso de castigos corporais, definidos como qualquer ação disciplinar ou punitiva que resulte em dor. Caso seja aprovado pelo Senado, pais como João Lopes serão considerados infratores se as palmadas forem comprovadas. As penas são advertência, cursos de proteção à família e tratamento psicológico. O projeto criou polêmica. Segundo muitos pais, não leva em conta que cada caso é um caso. Pessoas de bem não querem machucar seus filhos. Mas machucam, física e emocionalmente.

Sou a favor do projeto de lei mesmo sabendo que não há como descobrir o que pais e mães fazem entre quatro paredes. Os casos que vêm a público são os aterradores, como a procuradora que espancou a menininha adotada por se negar a comer tudo. Está presa. A proposta do governo tem um mérito: provoca a discussão nas famílias, nas escolas e na mídia sobre a palmada como recurso legítimo para mostrar o certo e o errado. Com o debate, pode-se quebrar uma cadeia de violência passada de pai para filho como exemplo de amor. Mais ainda, de mãe para filho. No Brasil, segundo a Associação Brasileira de Proteção à Infância e Adolescência, as mães são as maiores responsáveis pelas palmadas: 48,6%, em comparação a 25,2% dos pais. São elas que continuam a ficar mais tempo com os filhos.

Já dei palmadas ou tapinhas em meu filho mais velho, hoje com 28 anos. Eu me sentia péssima a cada vez que perdia a paciência. E até hoje me envergonho disso. Quando ele tinha 4 anos, eu o chamei e disse: Não tente me provocar até a hora da palmada. Desista. Porque nunca mais vou encostar o dedo em você, a não ser para fazer carinho. A partir de agora, será conversa, bronca ou castigo, mas palmada não. Essa decisão é libertadora. Não bata em seu filho nem de leve. Porque não adianta nada. Infligir propositalmente dor ou medo a uma criança que você ama é crime sim. E covardia.

Clipping Bem Fam(20/07/010)

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Comentário a Ruth Aquino sobre Artigo desta semana na Revista Época,

www.epoca.com.br

Olá nilogeronimoborgna,
Você postou o seguinte comentário no site de Época.


" Você tem o dom de falar todo o que eu penso desde a primeira vez que te li. Tanto que às vezes posto sua Crônica em meu blog. com olink p/Globo.com. Hj vc se superou por isso publiquei apenas parte de seu texto c/link para sua coluna. Te enviei convite por email sobre blog só de mulheres que estou organizando. Obrigado por tudo que voce faz em prol dos nossos sentimentos. http://ativismocontraaidstb.blogspot.com"


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