Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 6 de outubro de 2015

#Mamografo #Exames grátis #Madureira

Se souberem de alguém que precise fazer o exame de mama e não tenham recursos. O Mamógrafo móvel está durante o  mês de OUTUBRO no Parque de Madureira, no Rio de janeiro/RJ, para atender as mulheres de 2ª à 6ª das 8 às 18h e aos sábado das 8 às 15h.
Repassem �� (http://www.saude.rj.gov.br/imprensa-noticias/29917-outubro-rosa-malograda-movel-esta-no-parque-de-madureira.html)

quarta-feira, 1 de maio de 2013

@CRF-SP #Medicamento #reduz em 38% risco de #câncerdemama. Pesquisa foi realizada em 83 mil mulheres

Medicamento reduz em 38% risco de câncer de mama. Pesquisa foi realizada em 83 mil mulheres São Paulo, 30 de abril de 2013
Uma revisão de estudos com dados de cerca de 83 mil mulheres apontou que moduladores hormonais reduzem em 38% o aparecimento de câncer de mama em mulheres saudáveis com alto e médio risco de desenvolver a doença. 
Esses medicamentos evitam que o estrogênio faça as células da mama se multiplicarem no caso de tumores de mama hormonais, que é 70% dos casos. 
As drogas podem ser indicadas se a mulher, mesmo saudável, tiver um histórico da doença na família, especialmente em irmãs, mães e filhas. Em geral, o tratamento é oferecido para mulheres que estão na pós-menopausa. 
De acordo com os autores da pesquisa, publicada na revista médica inglesa The Lancet, já se sabia dos efeitos preventivos do medicamento, mas não se sabia a duração do efeito protetor da droga. No estudo, foi descoberto que esse efeito dura, aproximadamente, cinco anos.
Apesar dos benefícios relacionados à prevenção do câncer de mama, há muito receio em prescrever os moduladores hormonais por causa dos efeitos colaterais. Nas mulheres que usaram o medicamento, houve uma incidência maior de trombose venosa profunda, embolia pulmonar e câncer de útero.
Assessoria de Comunicação CRF-SP (Com informações da Folha de S.Paulo)
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

BEM FAM CLIPPING - 26/nov./2012

CLIPPING  - 26/nov./2012
ANIVERSÁRIO DE 47 ANOS  BEMFAM


SUS atende 2,5 vezes mais mulheres vítimas de violência do que homens - A violência contra mulheres no Brasil causou aos cofres públicos, em 2011, um gasto de R$ 5,3 milhões somente com internações. O dado foi calculado pelo Ministério da Saúde a pedido da Agência Brasil. Foram 5.496 mulheres internadas no Sistema Único de Saúde (SUS), no ano passado, em decorrência de agressões. Além das vítimas internadas, 37,8 mil mulheres, entre 20 e 59 anos, precisaram de atendimento no SUS por terem sido vítimas de algum tipo de violência. O número é quase 2,5 vezes maior do que o de homens na mesma faixa etária que foram atendidos por esse motivo, conforme dados do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde. A socióloga Wânia Pasinato, pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP), destaca que além dos custos financeiros, há “enormes prejuízos sociais” gerados pela violência contra a mulher. Ela citou estudos que indicam, por exemplo, que homens que presenciaram cenas de violência doméstica durante a infância tendem a reproduzir, com mais frequência, características de dominação e agressividade em suas relações afetuosas. “Os danos para a sociedade são enormes, com perdas em diversas esferas. Além de impactar a forma como os filhos dessas relações vão constituir suas próprias relações no futuro, as mulheres vítimas de violência deixam de produzir e de se desenvolver como poderiam no mercado de trabalho”, explicou, acrescentando que também é comum que as vítimas incorporem a violência e a agressividade em seus relacionamentos e nas formas de comunicação.

Ampliar rede de atendimento às vítimas de violência doméstica é o atual desafio, diz ministra - Seis anos depois da implementação da Lei Maria da Penha, que endureceu as penas para os agressores das mulheres, o principal desafio nas políticas de combate à violência doméstica é a ampliação da rede de atendimento às vítimas, que inclui delegacias especializadas, centros de referência, casas-abrigo, entre outros. A avaliação é da ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), Eleonora Menicucci. Segundo ela, o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, comemorado (25), é uma data para se reafirmar o enfrentamento do que chamou de “lamentável tragédia brasileira e mundial”. “Acredito que [o principal desafio] é consolidar e expandir essa rede. As delegacias especializadas, por exemplo, somam 375, que é muito pouco para o tamanho do Brasil”, disse a ministra, acrescentando que, além de poucas, essas unidades são mal distribuídas no país. Somente o estado de São Paulo concentra um terço (125) de todas as delegacias especializadas de atendimento à mulher. Eleonora Menicucci informou que, para expandir a rede, o governo está renovando um pacto com os estados, que prevê a implementação de medidas de proteção à mulher até 2016, como a criação de unidades de saúde para vítimas de violência sexual e ampliação do número de órgãos do Judiciário que atuam com o tema, a exemplo de juizados especiais. Das 27 unidades da Federação, já renovaram o pacto o Distrito Federal, Amazonas, Espírito Santo e a Paraíba. Neste ano, a SPM investiu cerca de R$ 30 milhões no enfrentamento à violência doméstica contra a mulher.

TV Brasil exibirá especial sobre violência contra a mulher - A violência contra a mulher, as histórias de quem já sofreu com isso e os desafios para a erradicação desse mal são os temas de uma série especial de reportagens exibida a partir de hoje (26)  na TV Brasil. Com três episódios, a série será veiculada no programa Repórter Brasil Noite, às 21h, e marca o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, comemorado (25). No primeiro episódio, serão apresentadas histórias de mulheres que sofreram violência doméstica e hoje estão nos mais de 70 abrigos do país. O mapa da violência contra a mulher no Brasil e no mundo é o tema do segundo vídeo da série. Atualmente, o Brasil ocupa o sétimo lugar no ranking. A equipe visita Formosa, cidade recordista de violência contra a mulher em Goiás, proporcionalmente à população feminina do estado. O último episódio da série focará os aspectos legais e jurídicos da violência contra a mulher, como as repercussões da  decisão do Supremo Tribunal Federal que dispensou a necessidade de denúncia da vítima para enquadrar o agressor. Também mostrará que a Lei Maria da Penha merece ajustes para ser efetiva e que as instituições do Judiciário precisam se adaptar para atender às mulheres vítimas de violência. O último episódio vai mostrar ainda a importância do telefone 180, que recebe denúncias de violência e oferece orientações às vítimas.

Brasil Confidencial - Parlamentares da CPI da violência contra a mulher esbarraram em um problema de difícil solução. Descobriram que promotores pelo País estão retirando queixas feitas por mulheres agredidas pelos companheiros, apesar de o STF ter proibido o cancelamento das denúncias.

Comissão Interamericana de Direitos Humanos: discriminação contra mulher persiste - A Comissão Interamericana de Direitos Humanos saudou os progressos nas Américas em termos de leis e políticas para combater a violência contra as mulheres, mas advertiu que "há uma distância significativa entre a lei e sua aplicação." Em um comunicado divulgado por ocasião do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, comemorado (25), a agência expressou preocupação com "a persistência da discriminação contra as mulheres em todos os campos, incluindo política, educação, emprego e saúde". "Nesse sentido, por exemplo, as mulheres indígenas e mulheres de ascendência africana estão particularmente expostas à violência física, psicológica e violência sexual", informa a nota. "A casa continua a ser um lugar perigoso para muitas mulheres que vivem nas Américas, devido aos altos índices de violência doméstica existente", disse o comunicado, acrescentando que as mulheres vítimas de violência enfrentam obstáculos no acesso à Justiça. "Para a maioria das mulheres, as leis que existem no papel sobre o seu direito de igualdade e Justiça nem sempre se tornam realidade".

O seio materno (DRAUZIO VARELLA)- A amamentação e a boa nutrição das gestantes são essenciais para evitar doenças e favorecer o pleno desenvolvimento dos bebês.
Deficiências nutricionais durante a vida fetal têm conseqüências mais duradouras do que sonha nossa vã filosofia. Experimentos naturais, como a epidemia de fome dos invernos de 1944 e 1945 na Holanda em guerra e os jejuns religiosos, deram origem aos primeiros estudos sobre o tema. Os efeitos tardios da "Fome do Inverno Holandês" incluem a obesidade dos homens ao atingir 19 anos, as características da deposição de gordura no corpo das mulheres e o aumento da incidência de esquizofrenia e hipertensão arterial. Inquéritos epidemiológicos mostram que a exposição pré-natal ao prolongado jejum diurno, praticado pela mulher grávida no Ramadã, aumenta em 20% a incidência de problemas de saúde em adultos muçulmanos de Uganda e Iraque. Há muito se sabe que a deficiência de iodo durante a gravidez pode provocar rebaixamento do QI. Antes da adição de iodo ao sal de cozinha, essa era a principal causa de retardo mental infantil passível de prevenção. Num trabalho feito na Tanzânia, meninas nascidas de grávidas que receberam suplementação de iodo apresentaram seis meses a mais de escolaridade do que os irmãos sem esse cuidado pré-natal. Um levantamento conduzido no Brasil, Guatemala, índia, África do Sul e Filipinas mostrou que o tamanho do bebê ao nascer e o ganho de peso nos 48 meses seguintes guardam relação com a resistência à insulina, distúrbio metabólico associado ao risco de diabetes na vida adulta. Amamentar o bebê por pelo menos seis meses traz benefícios que vão além da redução do risco de diarreia e outras infecções. Um estudo randomizado revelou aumento de 6 pontos no QI das crianças amamentadas exclusivamente no peito, em relação às que não mamaram. Outros encontraram aumentos menores: da ordem de 1 a 3 pontos. Além do ganho em inteligência, a amamentação oferece a vantagem de retardar a ovulação e as menstruações por períodos que vão além dos seis meses, evitando gestações muito próximas, responsáveis pelo aumento da mortalidade infantil e materna.

Cabeça no lugar para lutar contra o câncer de mama - Trabalhar a mente para aliviar e curar as dores do corpo. A série de reportagens especiais de O DIA sobre câncer de mama trata hoje da importância de um acompanhamento psicológico para as pacientes que são diagnosticadas com câncer de mama. “Acolhemos a mulher em um momento de grande confusão. Ela acabou de ser impactada pela notícia e, rapidamente, começa a fazer o tratamento. Nosso trabalho é ajudá-la emocionalmente a encarar essa nova realidade e, em seguida, enfrentar mudanças que a abalam muito, como queda de cabelo e retirada dos seios”, resume a psico-oncologista Laura Campos, 35 anos, do COI — Clínicas Oncológicas Integradas. O trabalho junto à família também é fundamental, afinal, a doença tem grande influência sobre as pessoas que convivem com a paciente. “Já atendi casos em que a mulher estava de casamento marcado e descobriu ter a doença. Quando elas são casadas, também conversamos com os maridos. São eles que vão acompanhar todo o processo e, muitas vezes, a relação fica abalada. Algumas uniões terminam mesmo porque eles têm dificuldade de aceitar aquela nova condição em que sua companheira está cheia de limitações”, explica Laura. “Mas em muitas histórias eles são parceiros maravilhosos”, destaca. A psico-oncologista Paula Ângelo, do CON (Centro Oncológico de Niterói), que há 15 anos trata esses casos, complementa: “Em grande parte a mulher está em idade sexual ativa e a primeira ideia é de que o câncer veio para acabar com tudo. Nosso papel é convencê-la de que a história pode ser diferente. Uniões estáveis não costumam ter fim por causa de um câncer”, avisa Paula.

Vítimas do próprio preconceito - No clima do Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, o mês de novembro foi dedicado aos homens. O Novembro Azul tem o objetivo de desmistificar o câncer de próstata e fazer com que os homens compreendam a importância do diagnóstico precoce. Se descoberto cedo e com um tratamento adequado, a porcentagem de cura chega a 90% dos casos. O problema é que, de acordo com um estudo realizado pelo Ibope, a pedido da farmacêutica Janssen, 42% dos homens brasileiros acima dos 40 anos nunca fizeram o exame de toque retal. A pesquisa mostra que, na faixa etária próxima aos 70 anos, apenas 32% dos homens realizaram o exame e 76% afirmaram que tinham consciência de que o procedimento é usado para detectar o câncer de próstata. O preconceito em relação aos exames preventivos ainda é muito forte , analisa o urologista do Hospital Santa Paula, Alex Meller. O preconceito e o machismo prejudicam não apenas a detecção do câncer de próstata, como também de outras doenças. Os homens têm o hábito de ir ao consultório apenas quando sentem algum sintoma. E, mesmo assim, só procuram um especialista a partir da insistência de uma mulher, seja esposa, mãe ou filha , explica Daher Chade, urologista do Hospital Sírio Libanês e do Instituto do Câncer de São Paulo. A doença não causa qualquer sintoma no início, porém, quando está em estágio avançado, ela pode interromper o canal da uretra, causando dor ao urinar. Aí, as chances de cura começam a diminuir muito, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), Aguinaldo Nardi. Os números vão subir com o crescimento da expectativa de vida, o número de casos pode aumentar em cerca de 60% até 2015, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Pré-escola na Suécia estimula igualdade de gênero - Numa pré-escola de Estocolmo, os professores evitam usar os pronomes "ele" e "ela". Em vez disso, chamam seus 115 aluninhos de "amigos". O uso dos pronomes masculinos ou femininos é tabu. Eles são substituídos pelo pronome "hen", palavra sem gênero que a maioria dos suecos evita, mas que é usada em alguns círculos gays e feministas. A biblioteca da escola tem poucos contos de fada clássicos, como "Cinderela" ou "Branca de Neve", com seus estereótipos masculinos e femininos. Mas há muitas histórias sobre pais solteiros, crianças adotadas ou casais do mesmo sexo. As meninas não são incentivadas a brincar com cozinhas de brinquedo, e os blocos de montar não são vistos como brinquedos para meninos. Os professores são orientados a tratar os meninos, quando eles se machucam, com o mesmo carinho que dariam às meninas. Lá, todo mundo pode brincar com bonecas. A Suécia é famosa por sua mentalidade igualitária. Mas essa pré-escola financiada pelos contribuintes, conhecida como a Nicolaigarden -o nome vem do santo cuja capela ficava no prédio que hoje é da escola-, talvez seja um dos exemplos mais contundentes dos esforços do país para apagar as divisões entre os gêneros. O que hoje desperta o entusiasmo dos professores começou com um empurrãozinho dos legisladores suecos, que em 1998 aprovaram uma lei exigindo que as escolas garantissem oportunidades iguais para meninos e meninas. O governo de Estocolmo é a favor da política de gênero. "O importante é que as crianças tenham as mesmas oportunidades, independentemente de seu sexo", explicou Lotta Edholm, vice-prefeita responsável pelas escolas. "É uma questão de liberdade."

Pornografia infantil somam 40,5% das denúncias de crimes virtuais - As conversas de crianças e adolescentes na internet podem ser bem mais adultas do que o natural para a idade delas. Um levantamento feito pela ONG Safernet, especializada em segurança na rede, revelou que 40,5% das denúncias de crimes virtuais estão relacionadas com a pornografia infantil. A notícia serve como um alerta aos pais. Proteger crianças e adolescentes dos abusos sexuais ficou mais difícil com a popularização da internet. As redes sociais, sites e salas de papo on-line oferecem risco constante para quem ainda está em processo de desenvolvimento da sexualidade. Segundo a especialista em psicologia infantil, Sara Cavalcante, o processo de maturidade dos seres humanos começa a partir dos 6 anos, quando tem início o desenvolvimento da consciência social. Antes disso, elas não conseguem discernir o que é certo ou perigoso , explica a psicóloga. Dos 10 até os 13 anos, acontece o desenvolvimento da consciência moral. Nessa fase da pré-adolescência, as regras sociais já foram assimiladas. Mas, para que isso aconteça, a criança ou adolescente deve ter sido orientado para tomar as decisões certas , disse Sara. Isso significa que o acompanhamento dos pais ou responsáveis vai reduzir a probabilidade de os menores se tornarem vítimas de pessoas mal-intencionadas na internet. As principais vítimas são do sexo masculino e 64,5% das agressões acontecem dentro de casa. Em relação ao meio utilizado para agressão, a força corporal/espancamento foi o meio apontado em 22,2% das denúncias. Em 45,6% dos casos o provável autor da violência era do sexo masculino. Grande parte dos agressores são pais e outros familiares, ou alguém do convívio muito próximo da criança e do adolescente, como amigos e vizinhos.

Grupo Matizes protesta pela liberação de doações de sangue de gays - Membros do Grupo Matizes estarão, nesta segunda-feira (26), a partir das 10 horas da manhã, na sede do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Piauí (Hemopi), para protestar contra a regra da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que impede homens gays ou bissexuais de serem doadores de sangue no Brasil. Para marcar o ato, que tem como lema "Nosso sangue em favor da igualdade", o Matizes mobilizou defensores da causa para doar sangue e se cadastrar no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). A portaria da Anvisa que restringe homens gays e bissexuais de doarem sangue está em vigor no Brasil desde 2004. Dois anos depois, o Grupo Matizes protocolou representação, junto ao Ministério Público Federal (MPF), que resultou em uma Ação Civil Publica que pedia a cessão dos efeitos discriminatórios da resolução da Anvisa. Em abril de 2007, o Juiz da 2ª Vara Federal proferiu decisão liminar, deferindo o pedido do MPF. Posteriormente, a liminar foi cassada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, onde, atualmente, o processo está sob análise.

Reforço contra a aids - A Fundação Oswaldo Cruz passará a produzir no Brasil o medicamento antirretroviral sulfato de atazanavir, vendido sob a marca de Reyataz. A droga faz parte do coquetel para o tratamento dos sintomas da infecção pelo vírus HIV, distribuído pelo governo a mais de 40000 pacientes. O laboratório americano Bristol-Myers Squibb, dono da patente, entregará nesta sexta-feira ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, autorização para a fabricação do remédio. A transferência de tecnologia vai possibilitar ao governo reduzir os custos com a aquisição do medicamento. Pelo acordo, a fundação passará a distribui-lo já em 2013 e a sua fabricação local terá início em 2015.

Fumo 'apodrece' cérebro, diz estudo britânico - O cigarro 'apodrece' o cérebro ao danificar a memória, o aprendizado e o raciocínio lógico, aponta um estudo feito por pesquisadores da universidade King's College London. Cientistas envolvidos na pesquisa afirmam que as pessoas precisam perceber que o seu estilo de vida afeta tanto a mente quanto o corpo. A pesquisa foi publicada na revista científica Age and Being. Os pesquisadores estudaram o elo entre o cérebro e as probabilidades de ataque cardíaco e derrame. Os voluntários da pesquisa - todos com mais de 50 anos - participaram de testes de memorização de novas palavras. Eles também eram instigados a dizer o maior número de nomes de animais em um minuto. Os mesmos testes foram realizados após quatro anos e depois oito anos.  Os resultados mostraram que o risco de ataque cardíaco e derrame "estão associados de forma significativa com o declínio cognitivo". As pessoas com maior risco foram as que mostraram maior declínio. Também foi identificada uma "associação consistente" entre fumo e baixos resultados no teste. "O declínio cognitivo fica mais comum com o envelhecimento e para um número cada vez maior de pessoas interfere com o seu funcionamento diário e bem-estar", diz Alex Dregan, pesquisador que trabalhou no estudo.

Obrigado por não fumar - Engana-se quem acha que o Ministério da Saúde vai retirar as fotos chocantes que estampam o verso dos maços de cigarro. Em vez disso, vai exigir das empresas que coloquem as imagens dos efeitos negativos do tabaco também na parte da frente dos maços. E isso a partir de 2016.

Imposto de rico, serviço de pobre - Entre os países que mais cobram impostos de seus cidadãos e empresas, o Brasil é o que proporciona o pior retorno em serviços públicos e bem-estar aos contribuintes dos recursos que arrecada. É o que mostra estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), que a partir de dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Organização das Nações Unidas (ONU) relativos a 2011, compara a carga tributária dos 30 países que mais arrecadam impostos como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).  No ranking dos países mais eficientes em converter impostos em bem-estar a seus cidadãos, a Austrália aparece em primeiro lugar, seguida pelos Estados Unidos. O Brasil fica na lanterna, atrás de emergentes do Leste da Europa, como Eslovênia (17º) e República Tcheca (16º), e de vizinhos latino-americanos, como Uruguai (13º) e Argentina (21º). De acordo com o estudo, o cidadão brasileiro paga em média 30% de impostos diretos quando faz compras no supermercado. Ou seja, de cada R$ 100 gastos, R$ 70 são efetivamente para pagar os produtos e R$ 30 para os tributos. Além disso, o contribuinte tem outras obrigações tributárias como IPTU, IPVA e Imposto de Renda. O especialista em direito tributário Fernando Zilveti, professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), considera que o grande problema brasileiro é o excessivo gasto público, sobretudo por causa do tamanho das folhas de pagamento, tanto nos municípios quanto nos estados e na federação. Corrigir esse gargalo, no entanto, é tarefa difícil e rende pouca popularidade, diz Zilveti. Como a presidente Dilma Rousseff provavelmente buscará a reeleição, pondera, vai demorar ainda para os brasileiros terem o retorno devido dos seus impostos. Um estudo do Banco Mundial mostra que o brasileiro gasta anualmente 2.600 horas trabalhando para pagar imposto. Isso é equivalente a 110 dias de trabalho, quase quatro meses. Na Bolívia, trabalha-se 1.080 horas só para pagar as despesas com tributos. A fim de despertar a atenção da sociedade à quantidade excessiva de impostos pagos, desde 2006 o IBPT e a ACSP trabalham para transformar em lei projeto que torna obrigatório a discriminação de quanto em impostos o cidadão paga nas notas fiscais de compras no varejo. O projeto foi aprovado semana passada na Câmara e aguarda a sanção da presidente Dilma.

Paim preside “comissão do eu sozinho” no Senado - Paulo Paim (PT-RS) faz da Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH), que preside, uma “comissão do eu sozinho”, aprovando requerimentos até em reuniões “deliberativas” nas quais ele é o único participante. Só onze das 41 sessões realizadas entre fevereiro e setembro deste ano observaram o quorum mínimo da maioria dos membros (dez senadores), fixado pelo art. 108 do Regimento Interno.


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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

UTILIDADE PÚBLICA: SALVAR O SITE DO CÂNCER DE MAMA. #urgente




UTILIDADE PÚBLICA...

IMPORTANTE!!!

O Instituto do Câncer, como todos sabemos, é uma instituição seríssima.
Cabe a nós atender sua solicitação e ampará-lo, pois, se depender do Governo (federal, estadual e/ou municipal) será o seu fim!
Vamos salvar o site do câncer de mama? Não custa nada.
Diga a 10 amigos para dizerem a 10 amigos, hoje!
O Site do câncer de mama está com problemas, pois, não tem o número de acessos e cliques necessários para alcançar a cota que lhes permite oferecer UMA mamografia gratuita, diariamente, a mulheres de baixa renda.
Demora menos de um segundo, ir ao site e clicar na tecla cor-de-rosa, no lado esquerdo da tela, que diz "Campanha da Mamografia Digital Gratuita".
Não custa nada e é por meio do número diário de pessoas que clicam, que os patrocinadores oferecem a mamografia em troca de publicidade.


PASSE A 10 AMIGOS E
PEÇA PARA REPASSAREM A OUTROS 10!!!
www.cancerdemama.com.br

terça-feira, 4 de outubro de 2011

OUTUBRO ROSA-Clipping Bem fam-03/10/11

CLIPPING - 03/Out./2011
OUTUBRO ROSA
O Outubro Rosa é um movimento que tradicionalmente
chama a atenção
para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do
 câncer de mama.
O planejamento familiar é a chave para reduzir a mortalidade materna, diz especialista do UNFPA- Laura Laski, diretora de Saúde Sexual e Reprodutiva do UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas) destacou que o planejamento familiar é uma das intervenções de maior relação custo/benefício para diminuir a mortalidade e morbidade materna, e além disso colabora para melhorar a situação de pobreza das famílias e empoderar às mulheres, se elas têm a capacidade de decidir.Laski afirma que ainda que a região tenha progredido em matéria de planejamento familiar, esse avanço acontece principalmente nas mulheres casadas ou em união civil. Ela frisou que a taxa de fecundidade adolescente é muito alta na região. Também se referiu às desigualdades existentes no acesso ao planejamento familiar e comentou que as pessoas de menores recursos ou que vivem em zonas rurais têm menos acesso ao planejamento familiar. Jovens iniciam a vida sexual cada vez mais cedo: Todo o cuidado com a primeira vez- Ela passa as tardes brincando de chá com suas bonecas. Ele, salvando o planeta no videogame. Um dia eles se conhecem. Depois de passarem um tempo juntos, decidem dar adeus à infância. Ela se preocupa com a aparência. Ele se preocupa com a ereção. E os dois esquecem da camisinha. Assim é o roteiro da primeira relação sexual da maioria dos adolescentes, dizem especialistas. Medo, insegurança, ansiedade, vergonha e falta de informação fazem com que o jovem deixe de lado o principal: a proteção. Parteiras de Pernambuco vão ser patrimônio imaterial- O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional vai oficializar as parteiras de Pernambuco como patrimônio imaterial brasileiro – assim como já aconteceu com as baianas do acarajé em Salvador. A técnica de partejar, transmitida secularmente pela oralidade, será então registrada em livro para que jamais se perca o conhecimento que leva ao exercício desse ofício. Homens também podem desenvolver câncer de mama- Os homens devem incluir em suas rotinas diárias o autoexame da mama. Apesar de ser em número bem menor em relação às mulheres, os homens podem sim desenvolver câncer de mama e devem tocar esta parte do corpo para detectar nódulos. Caso isto ocorra, deve procurar um médico o quanto antes."Eu via as campanhas de televisão sobre o assunto e um dia, durante o banho, toquei o peito e senti algo. Já fui no oncologista e uma ecografia indicou o tumor. Foi aí que eu senti aquele impacto", relata o aposentado Hamilton Ianoski, que há 10 anos teve câncer de mama. As mulheres devem, além do autoexame, fazer mamografias anuais a partir dos 40 anos. Anvisa defende maior rigor no controle do tabaco- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) promove na próxima quinta-feira duas audiências públicas sobre a ampliação do rigor no controle de produtos derivados do tabaco. Entre as propostas está a proibição de aromatizantes na composição de cigarros, que conferem sabor doce, mentolado ou de especiarias. O texto inclui qualquer produto – fumado, inalado ou mascado – que tenha sua composição folhas de tabaco. Países como Estados Unidos e Canadá já proibiram o comércio de cigarros aromatizados. Anvisa decide amanhã sobre retirada de emagrecedores do mercado- A decisão sobre a proibição da venda de medicamentos emagrecedores no país deve sair amanhã (4), durante reunião da diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A retirada do mercado dos emagrecedores à base de anfetaminas é praticamente certa, uma vez que a equipe técnica da Anvisa e a câmara técnica, formada por especialistas que assessoram o órgão, concordam que os riscos superam os benefícios. Já o embate acerca da sibutramina permanece. Senado debate a criação do “pai social”- Homens poderão cuidar de crianças e adolescentes, de casas-lares, e que estejam em situação de abandono ou de risco social. A Comissão de Assuntos Sociais do Senado deve realizar decisão terminativa na próxima quarta (5), do substitutivo de projeto de lei da Câmara (PLC 98/09) que cria e regulamenta a atividade de pai social. Além de exigir um treinamento específico para a função, com duração de 60 dias, o interessado deve ter idade mínima de 25 anos; sanidade física e mental; ensino fundamental completo; boa conduta social; aprovação nesse treinamento e em teste psicológico. No Congresso, bancadas católica e evangélica pregam a mesma cartilha- Diferenças à parte, os parlamentares de bancadas religiosas - católica e evangélica - atuam em comunhão no Congresso e monitoram a tramitação de 368 projetos na Câmara e no Senado. Em defesa de suas bandeiras, esses deputados e senadores interferem no andamento de propostas como união civil entre homossexuais, criminalização da homofobia, contra os abortos legais e o chamado "divórcio instantâneo" (projeto que permite que esse processo se dê via internet), entre dezenas de outros. Um personagem central nesse monitoramento dos projetos não é um parlamentar. É o advogado Paulo Fernando Melo, que, semanalmente, faz um balanço atualizado da tramitação de projetos e o encaminha aos parlamentares.Ele é vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e atua no Congresso Nacional há 20 anos, onde assessora deputados e senadores católicos e evangélicos, e redigi projetos e prepara discurso. É o ghost writer das duas bancadas.


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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Convocatoria a ONG's: Fondo Salud para ARGENTINA


Estimados/as 

Ayer lanzamos el “Fondo Fundación Avon por la lucha contra el cáncer de mama” para ONG's . Esta iniciativa tiene como propósito reconocer a las organizaciones de la sociedad civil de Argentina que contribuyan a mejorar la situación epidemiológica del cáncer de mama en la Argentina.

Desde ya, se agradece toda la difusión que puedan darle y le recordamos que el cierre de la convocatoria es el 16 de septiembre.

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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Pessoas abaixo dos 50 anos com câncer somam 25%, diz estudo Terra – 14/07/2011

São Paulo - Um quarto dos pacientes operados de câncer têm menos de 50 anos, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). A maior parte dos pacientes está concentrada na faixa etária de 40 a 49 anos, 14%. Os com idade entre 30 e 39 anos representaram 6% dos menores de 50 anos operados de câncer. A faixa etária entre 20 e 29 anos correspondeu a 4% e os que têm até 19 anos somaram 2% dos submetidos à cirurgia. A pesquisa foi realizada com 12,8 mil pacientes da unidade, entre dezembro de 2008 e maio de 2011. 
"O levantamento mostra claramente que a idéia de que o câncer afeta somente os pacientes mais velhos está errada", afirmou o oncologista e diretor geral do Icesp, Paulo Hoff. De acordo com o médico, o número de jovens submetidos à cirurgia de câncer é expressivo e, por isso, é importante que as pessoas, independente da idade, façam os exames de rotina regularmente e procurem um médico sempre que notarem alguma anormalidade com a saúde. 
Ainda de acordo com o estudo, do total de procedimentos oncológicos, 51,5% dos pacientes são mulheres. Na análise exclusiva dos operados com até 49 anos, o público feminino também foi maioria e representou 64% dos casos. Dos pacientes submetidos a uma cirurgia de câncer, 30% têm mais de 70 anos. A faixa etária entre 60 e 69 anos somou 27%, e 24% tinham entre 50 e 59 anos. 
A pesquisa apontou a urologia como a principal especialidade cirúrgica, responsável por 28% de todos os procedimentos. Em seguida, ficaram as cirurgias para câncer de cabeça e pescoço, que representaram 11%. Os procedimentos no aparelho digestivo somaram 8,5% e a área ginecológica totalizou 8,5% das operações. Os casos menos frequentes foram os de mastologia, 7%; toráxica, 5%; e ortopédica, 2%. Além disso, as cirurgias plásticas reparadoras ficaram responsáveis por 8% do total. 

segunda-feira, 14 de março de 2011

Mamografia Digital - OLHE POR FAVOR!!!!!!

Olá amigas e amigos
É rápido e sério.
Leiam, e depois cliquem http://cancerdemama.com.br/ e participem da campanha.

Grata


 
 
-------Mensagem original-------
Assunto: Enc: Mamografia Digital - OLHE POR FAVOR!!!!!!



....amigos, em meio a tanta 'bandalheira' neste mundo virtual, graças a Deus existem também assuntos sérios e de UTILIDADE PÚBLICA que precisam de nossa atenção e respeito.

Este é um deles:
O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha.
Cabe a nós atendermos sua solicitação e ampará-lo, pois se depender do Governo (Federal/Estadual/Municipal) será seu fim!!!

 

Vamos salvar o site do câncer de mama?
Não custa nada.
O Site do câncer de mama está com problemas, pois não tem o número de acessos e cliques necessários para alcançar a cota que lhes permite oferecer UMA mamografia gratuita diariamente a mulheres de baixa renda. Demora menos de um segundo, ir ao site e clicar na tecla cor-de-rosa que diz 'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'.
Não custa nada e é por meio do número diário de pessoas que clicam que os patrocinadores oferecem a mamografia em troca de publicidade.
Repassem a pelo menos 10 amigos para que eles repassem a mais 10 ou mais amigos, ainda hoje!
E assim estaremos ajudando a salvar este site tão importante.
 
Este gesto fará uma enorme diferença.
atenção.

 

é muito importante repassarem. ajudem as pessoas a fazerem suas mamografias quando não podem pagar.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Mulheres que sentem ondas de calor podem ter 50% menos risco de desenvolver câncer de mama 26/01/2011 O Globo

Mulheres que sentem ondas de calor podem ter 50% menos risco de desenvolver câncer de mama
26/01/2011
O Globo 
SEATTLE - Aquelas desagradáveis ondas de calor e outros sintomas da menopausa podem ser considerados vantagem para algumas mulheres: pesquisadores do Fred Hutchinson Cancer Research Center descobriram que mulheres que sentiram as tais ondas podem ter 50% menos risco de desenvolver câncer de mama do que mulheres que nunca sentiram nada. 
O efeito protetor parece aumentar conforme o número e a intensidade dos sintomas da menopausa, de acordo com o autor do estudo, o epidemiologista Christopher Li, do Hutchinson Center's Public Health Sciences Division. 
- Descobrimos que mulheres que sentiram as mais intensas ondas de calor - que chegavam a acordar à noite por isso - tiveram um baixo risco de câncer de mama - explicou o pesquisador, que suspeitou da ligação entre os sintomas de menopausa e o risco de câncer de mama por causa do papel dos hormônios estrogênio e progesterona na maioria dos tipos de câncer de mama e a redução desses hormônios causada pela gradual parada da função ovariana, com impacto na frequência e a intensidade dos sintomas da menopausa. 
De fato, os pesquisadores encontraram de 40% a 60% de redução no risco de carcinoma ductal invasivo e carcinoma lobular invasivo - os dois tipos de câncer de mama mais comuns - entre mulheres que sentiram ondas de calor e outros sintomas. A associação entre os sintomas e a diminuição do risco de câncer não mudou mesmo depois de os pesquisadores levarem em conta outros fatores como obesidade e o uso de terapias de reposição hormonal. 
Para o estudo foram entrevistadas 1.437 mulheres no período pós-menstrual sendo que 988 já tinham sido diagnosticadas com câncer de mama e 449 não tinham diagnóstico, para servir como grupo de comparação. As mulheres responderam sobre sintomas como ondas de calor, suores noturnos, insônia e secura vaginal, além de fluxo menstrual intenso ou irregular, depressão e ansiedade. 
- Se estas descobertas forem confirmadas, podem melhorar nosso entendimento sobre as causas do câncer de mama e as maneiras de prevenir a doença - disse o pesquisador. 

Cotesia:Clipping Bem Fam

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Campanha conscientiza mulheres no Rio sobre importância da mamografia Agência Brasil 22/09/2010 Rio de Janeiro - Uma campanha para alertar as mulh

Campanha conscientiza mulheres no Rio sobre importância da mamografia

Agência Brasil

22/09/2010

Rio de Janeiro - Uma campanha para alertar as mulheres quanto à necessidade de se fazer anualmente o exame de mamografia e sobre a importância do diagnóstico precoce contra o câncer de mama será lançada hoje (22), no Rio, com apoio das sociedades brasileiras de Mastologia e de Oncologia Clínica e do Instituto Oncoguia.

O câncer de mama é apontado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) como a maior causa de morte entre as mulheres no Brasil, com mais de 11 mil óbitos por ano registrados em 2008. Na maioria dos casos, a doença só costuma ser diagnosticada quando já está em estágio avançado. O Inca estima que em 2010 surgirão 49,4 mil casos de câncer de mama no Brasil.

A situação é ainda mais alarmante em termos mundiais. “A cada 24 segundos, uma mulher recebe o diagnóstico de câncer de mama e, a cada 68 segundos, uma mulher morre [devido à doença]”, informou à Agência Brasil a presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, que é psicóloga especializada em câncer.

Luciana Holtz afirmou que a Campanha Dia Rosa no Rio de Janeiro – Câncer de Mama Vem para Conscientizar e Alertar. “A campanha está toda focada na importância da mamografia e na necessidade de incentivar que as mulheres com mais de 40 anos façam esse exame. E, junto, a gente está falando da importância da detecção precoce. Hoje, quando a gente descobre o câncer ainda pequenininho, pode falar em cura, em qualidade de vida, em menos sofrimento.”

Para a presidente do Instituto Oncoguia, cuja missão é ajudar o paciente com câncer e toda a sociedade a viver melhor, por meio de ações estratégicas de prevenção e promoção à saúde, a mulher deve estar consciente do que tem que fazer para se cuidar. “Hoje, infelizmente, a gente sabe que ainda existe preconceito e desinformação. A gente ainda escuta da mulher que não faz mamografia porque dói ou porque tem fila, ou porque o médico não pediu.”

A Lei 11.664/2008, que entrou em vigor no dia 29 de abril do ano passado, garante a todas as mulheres com mais de 40 anos o exame mamográfico de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Ela tem que ir ao posto de saúde, passar pelo ginecologista uma vez por ano e não pode sair da consulta sem o pedido da mamografia”, advertiu a presidente do Instituto Oncoguia.

Clipping Bem Fam

Defeito genético pode aumentar risco de câncer de mama e ovário, sugere estudo REUTERS 21/09/2010

Defeito genético pode aumentar risco de câncer de mama e ovário, sugere estudo

REUTERS

21/09/2010

Cientistas encontraram uma região do DNA que pode aumentar ou diminuir a chance de desenvolver câncer de mama, associada a uma variante particular de um gene. A descoberta pode ajudar os médicos a monitorar mulheres de maior risco.

Os resultados foram publicados na revista "Nature Genetics", no domingo (19), juntamente com outros dois estudos separados, que vincularam a mesma região e outras quatro ao câncer de ovário.

O estudo do câncer da mama foi centrado em mulheres que carregam o gene defeituoso BRCA1, que aumenta significativamente o risco de desenvolver certos cânceres. Em média, cerca de 65% das mulheres que carregam o BRCA1 irão desenvolver câncer da mama, e cerca de 40% irão desenvolver câncer de ovário, aos 70 anos de idade.

Os estudos descobriram que se uma mulher com falha no BRCA1 também tem uma "versão de risco" em uma região do DNA conhecida como 19p13, a chance de desenvolver câncer de mama pode ser ainda maior.

"Descobrimos uma região do DNA que atua como um botão de volume --para aumentar ou diminuir o risco de desenvolver câncer de mama por falhas no gene BRCA1", disse Antonis Antoniou, da Universidade de Cambridge, que conduziu o primeiro estudo.

"Nossa descoberta é a primeira etapa de um estudo muito maior para identificar fatores genéticos que modificam o risco de câncer de mama em mulheres portadoras da mutações BRCA1. A constatação pode nos ajudar a avaliar o risco de cada mulher e monitorar a doença."

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, com mais de um milhão de novos casos diagnosticados anualmente no mundo.

Um estudo separado mostrou que a região 19p13 também aumenta o risco, em menor grau, de câncer de ovário em mulheres que não são portadoras de falha no BRCA1.

"Isso é importante porque sugere que as mulheres que têm certas versões deste trecho de DNA poderiam ter um controle mais próximo relativo às duas doenças", disse Simon Gayther na University College London, que liderou esta pesquisa.

Um terceiro estudo conduzido por cientistas da Europa, dos Estados Unidos, Canadá e Austrália encontraram quatro outras regiões genéticas distintas, também associadas ao risco de câncer de ovário na população em geral.

O câncer de ovário é o quinto mais comum entre as mulheres nos países desenvolvidos. Estima-se que 230.000 mulheres no mundo são diagnosticadas a cada ano e a doença mata cerca de 130.000 por ano.

A maioria das mulheres não são diagnosticadas até o câncer se espalhar, pois seus sintomas são difíceis de detectar, e quase 70% daquelas com a doença avançada morrem em cinco anos.

"Estas últimas descobertas levantam a possibilidade de que, no futuro, as mulheres que têm maior risco de desenvolver câncer de ovário --pois carregam as variantes de DNA-- podem ser identificadas e receber maior vigilância ao sinais precoces de câncer de ovário quando ele ainda não se espalhou", disse Andrew Berchuk, professor de oncologia ginecológica da Duke University Medical Center, que trabalhou no estudo.

Clipping: Bem Fam

Agrião pode ajudar a combater crescimento de câncer de mama Folha de São Paulo 16/09/2010

Agrião pode ajudar a combater crescimento de câncer de mama

Folha de São Paulo

16/09/2010

Uma substância presente no agrião pode bloquear a formação de vasos sanguíneos que alimentam tumores, mostra uma pesquisa da Universidade de Southampton, na Inglaterra.

Para chegar à conclusão, os cientistas deram uma porção de 80 g de agrião a um grupo de mulheres que já tinham tido câncer de mama.

Exames de sangue feitos nas voluntárias nas 24 horas seguintes ao consumo detectaram níveis significativos do composto feniletil isotiocianato, do agrião, nas amostras.

No mesmo período, os pesquisadores também constataram a inibição de uma proteína ligada à formação dos vasos sanguíneos que levam nutrientes ao tumor.

A pesquisa acaba de ser publicada no "British Journal of Nutrition and Biochemical Pharmacology".

Cortesia Clipping Bem Fam

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pesquisa analisa reações adversas ao tratamento do câncer de mama ENSP 16/08/2010 Koifman ressalta que as intercorrências podem surgir no pós-oper

Pesquisa analisa reações adversas ao tratamento do câncer de mama

ENSP

16/08/2010

Koifman ressalta que as intercorrências podem surgir no pós-operatório, levando até a condição do linfedema, problema que além do aspecto estético, traz a diminuição motora e a sensibilidade

Cerca de 17% das mulheres podem apresentar edema no braço, conhecido como linfedema, resultante da retirada dos linfonodos axilares durante tratamento cirúrgico do câncer de mama. Adicionalmente, a realização da quimioterapia subsequente à cirurgia também pode acarretar outras reações adversas, comprometendo as condições físicas e psíquicas dessas pacientes. Embora o problema seja conhecido, poucos estudos foram feitos sobre os determinantes genéticos dessas complicações, de acordo com o pesquisador Sergio Koifman, que coordena estudo sobre o tema no âmbito do Programa Inova-Ensp, em parceria com outras instituições do Estado do Rio de Janeiro. O trabalho, também coordenado por Rosana Vianna Jorge, da UFRJ, e Anke Bergmann, do Inca, busca analisar as características genéticas que possam estar envolvidas com o desenvolvimento de linfedema e reações adversas após o tratamento cirúrgico do câncer de mama.

O pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Sergio Koifman explica que o projeto está em desenvolvimento com grupos de pesquisadores do Inca, UFRJ, Uerj e Uenf, já tendo sido aprovado no edital de pesquisa clínica do câncer do CNPq, agora ampliado com o Inova-Ensp. “Nossa meta é obter uma coorte de 600 pacientes com câncer de mama no Rio de Janeiro, todas acompanhadas no Inca, e analisar os fatores genéticos e ambientais associados à ocorrência de linfedema e reações adversas ao tratamento. Desta forma, poderemos compreender melhor as características genéticas que possam estar envolvidas enquanto elementos facilitadores da formação do linfedema e outras complicações”, diz.

Koifman ressalta que as intercorrências podem surgir no pós-operatório, levando até a condição do linfedema, problema que além do aspecto estético, traz a diminuição motora e a sensibilidade. “A autoimagem da paciente já se encontra bastante abalada pela intervenção cirúrgica na mama. Há ainda essa possibilidade de limitação funcional do braço.

Adicionalmente, surgem reações adversas com o início da quimioterapia, incluindo fraqueza, náuseas, diarreia, anemia, entre outras, que são também capazes de abalar mais ainda a saúde física, social e psíquica da mulher”, explicou o pesquisador. “No caso do linfedema, pela sua frequência, ele tem essa característica de também representar um problema sério para o SUS, seja do ponto de vista do custo adicional do tratamento, de recuperação, isso sem falar do custo humano da ocorrência”, afirmou. O ineditismo do projeto faz com que, além de possibilitar melhor entendimento das condições que levam a essa situação, seja possível viabilizar a identificação de grupos de alto risco de virem a desenvolver problemas colaterais.

O que leva ao linfedema e reações adversas

Segundo Koifman, em decorrência dos tratamentos realizados para controle do câncer (cirurgia, radioterapia e quimioterapia), pode ocorrer obstrução dos vasos linfáticos, tornando o braço mais suscetível ao desenvolvimento de infecção. O primeiro mecanismo de defesa existente no sistema linfático é constituído pelos gânglios, que podem ser parcialmente ou totalmente retirados durante a cirurgia, o que facilita a passagem de organismos que não seriam tão eficientemente controlados através do sistema imunológico.

No Brasil, aproximadamente 50% das mulheres que chegam no sistema de saúde com câncer de mama já se encontram em estágio avançado, o que implica a realização de intervenções mais extensas para o tratamento do câncer. De acordo com Koifman, quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menor é a necessidade de se realizarem cirurgias extensas, e com ela o risco de desenvolverem linfedema e reações adversas ao tratamento.

Essa linha de pesquisa sobre a incidência de linfedema subsequente ao tratamento do câncer de mama vem sendo desenvolvida na Ensp há cerca de uma década e consistiu no objeto de estudo de Anke Bergmann em sua dissertação de mestrado e tese de doutorado. A pesquisadora, atualmente trabalhando no Inca, e também uma das participantes do atual projeto apoiado pelo edital Inova-Ensp, analisou uma coorte com mais de mil mulheres para estudar a incidência de linfedema. “Um aspecto importante observado nesse trabalho é que as mulheres que haviam realizado atividades físicas prévias nos braços, como lavadeiras ou passadeiras, apresentavam menor frequência de linfedema. O sistema vascular, pelo esforço, aliado ao desenvolvimento muscular, parece prevenir a ocorrência dessa complicação”, diz Koifman.

Para a equipe do pesquisador, essa é uma informação importante para acoplar ao projeto, uma vez que será levantada uma série de condições genéticas no sentido de identificação de grupos de alto risco. “Até o surgimento de novas opções de tratamento do câncer de mama, a mastectomia continuará sendo uma opção terapêutica, pois representa atualmente a única chance de cura confirmada nos casos iniciais de câncer de mama (cancer in situ). O que se pretende neste estudo, afirmou, é contribuir para a identificação, previamente à realização da cirurgia, de quais seriam aqueles grupos que apresentam riscos mais elevados de virem a desenvolver complicações adicionais como aquelas aqui descritas”.

Cortesia:Clipping Bem Fam



quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Puberdade cada vez mais cedo eleva risco de câncer de mama FOLHA DE SÃO PAULO 10/08/2010

Puberdade cada vez mais cedo eleva risco de câncer de mama

FOLHA DE SÃO PAULO

10/08/2010

Cerca de 15% das meninas americanas entram na puberdade por volta dos sete anos, mostra uma pesquisa publicada na última edição do periódico "Pediatrics".

A porcentagem dobrou, em relação a estudo de 1997.

Os autores sugerem que essa mudança pode elevar o risco de câncer de mama, já que as mulheres passam mais anos expostas à ação de hormônios. As meninas podem ter mais problemas de autoestima e depressão.

"Observa-se uma aceleração secular do crescimento, as crianças estão amadurecendo mais precocemente", diz a hebiatra (médica de adolescentes) Debora Gejer, do Hospital Sírio-Libanês.

Fatores como a melhor qualidade de vida, com ganhos na alimentação, estão por trás do fenômeno. A pesquisa americana encontrou uma relação entre maior índice de massa corporal e amadurecimento precoce.

"Isso se deve provavelmente à ação da leptina, um hormônio das células de gordura, que estimula o amadurecimento", diz Gejer.

O novo estudo, que envolveu 1.239 garotas, reforça a tendência apontada em outras pesquisas -como uma recente, feita na Dinamarca, segundo a qual a média de idade do início da puberdade caiu de 10,9 anos em 1991 para 9,9 em 2006.

Outro estudo, da Universidade Federal de Pelotas (RS), mostrou que quanto maior a velocidade de crescimento e o peso nos primeiros anos de vida da criança, maior o risco de a primeira menstruação ocorrer antes dos 12 anos.

Cortesia: Clipping Bem Fam.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Triagem precoce de câncer de mama aumenta risco de erro no diagnóstico/ Um erro de diagnóstico, não raro, mais uma vez levanta a polêmica sobre a

Triagem precoce de câncer de mama aumenta risco de erro no diagnóstico

21/07/2010

The New York Times

Um erro de diagnóstico, não raro, mais uma vez levanta a polêmica sobre a necessidade de triagem precoce do câncer de mama. Com os avanços tecnológicos e exames cada vez mais sofisticados, patologistas precisam opinar sobre lesões cada vez menores, algumas do tamanho de um grão de sal, e que muitas vezes podem ser benignas ou tumores malignos em fase inicial. No ano passado, numa revisão de estudos, um grupo independente de especialistas dos Estados Unidos recomendou que as mulheres só façam mamografias a partir dos 50 anos e não a partir dos 40 anos. O Instituto Nacional de Câncer (INCa) segue a mesma regra, e o exame clínico e a mamografia para mulheres a partir dos 35 anos que apresentem risco alto de desenvolver a doença.

Nos Estados Unidos, chamou a atenção o caso da enfermeira Monica Long, como foi noticiado no jornal "The New York Times". Em 2007, ela recebeu de um patologista num pequeno hospital em Cheboygan, em Michigan, um diagnóstico de câncer em fase inicial a partir de uma biópsia. Então Monica passou por uma cirurgia extensa seguida, que tirou um pedaço de sua mama, quase do tamanho de uma bola de golfe. Agora, três anos depois, ela descobre que foi vítima de um erro médico.

O novo mastologista está certo de que Monica nunca teve a doença, chamada de carcinoma ductal in situ, que aparece em microcalcificações no exame de mamografia e tem indicação de biópsia. Mas esta alteração pode ser também um processo benigno. No caso da americana, ela pasou inutilmente por cirurgia, radiação, uso de medicamentos e, principalmente o medo de morrer.

- Psicologicamente, é horrível - disse. - Eu nunca deveria ter passado por isso.

Como na maioria das mulheres, os médicos na primeira avaliação tinham considerado a biópsia de mama como o exame padrão-ouro, uma técnica infalível para identificar o câncer. Porém entender a diferença entre algumas lesões benignas e câncer de mama em estágio inicial é uma área particularmente difícil da patologia, como mostram prontuários médicos e entrevistas com médicos e pacientes americanos. E o problema também acontece no Brasil.

- Diagnosticar carcinoma ductal in situ é uma história de 30 anos de confusão, com diferentes opiniões sobre o tratamento - disse Shahla Masood, chefe de patologia da Universidade da Florida.

O problema levou o governo federal americano a financiar um estudo nacional de variações de patologia mamária, com base em preocupações que 17% dos casos de cânceres ductal in situ identificados por uma agulha de biópsia podem ser confundidos. Apesar disso, não há normas de diagnóstico ou determinações dizendo que os patologistas que realizam este trabalho devem ter conhecimentos especializados. Então as chances de obter um diagnóstico exato varia de hospital para hospital.

Por exemplo, o doutor Linh Vi, patologista no Hospital Memorial Cheboygan que diagnosticou o câncer em Monica, não era certificado e disse que ele lê cerca de 50 biópsias de mama por ano, muito aquém da experiência que os principais patologistas dizem ser necessário para lidar com as nuances de casos de câncer de mama de difícil confirmação.
Clipping Bem Fam(21/07/010)

quarta-feira, 3 de março de 2010

Câncer de mama

Cresce Incidência de Câncer de Mama em Mulheres Jovens

TRIBUNA DA BAHIA – BA

03/MARÇO/2030

Apesar de ser menos frequente em pacientes com idade inferior a 40 anos, a incidência do câncer de mama em mulheres jovens vem crescendo nos últimos anos. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) revelam que o diagnóstico em pacientes jovens subiu de 3% para 17% do total de casos nos últimos anos. Segundo especialistas, os números inspiram cuidados e preocupam especialistas da área, já que a mulher jovem - por ter mais tempo de vida pela frente - acaba sofrendo mais com os efeitos colaterais do tratamento da doença.

De acordo com o oncologista Fernando Medina da Cunha, diretor científico do Centro de Oncologia Campinas, o câncer de mama em mulheres é muito complexo, pois mexe com o psicológico e abala a auto-estima feminina.

"A mastectomia, que é a retirada da mama, é um dos tratamentos mais utilizados nos casos de câncer de mama. Em nossa sociedade a mulher se destaca como um ícone de beleza e vaidade, e a mama feminina simboliza toda a sensualidade e feminilidade. Assim, qualquer alteração na sua imagem acarretará modificações no seu dia-a-dia", explicou.

Para o especialista, o momento mais difícil enfrentado pelas mulheres ainda é a quimioterapia, não só pelo sofrimento físico com os efeitos colaterais, mas também pelo impacto psicológico. "É o momento em que a mulher realmente demonstra estar doente, muito mais do que depois da cirurgia. A queda dos cabelos, tão importantes na vaidade feminina, afeta seriamente a auto-estima. Além disso, a quimioterapia provoca a diminuição da libido, o ressecamento vaginal e a interrupção da menstruação", disse Fernando Medina.

A doença é a principal causa mundial de morte por câncer da população feminina entre 39 e 58 anos de idade. No Brasil, o número de casos novos de câncer de mama esperados para 2010 será de 49.240, com um risco de 49 casos a cada 100 mil mulheres, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde já existe uma concentração maior de diagnósticos da doença.

Segundo Fernando Medina, esse tipo de câncer não possui ainda uma causa definida, mas alguns fatores de risco são conhecidos, como histórico familiar, presença de alterações genéticas, além do ritmo de vida acelerado vivenciado hoje por grande parte das mulheres.

"Pacientes jovens fumam com mais fequencia, trabalham mais, estão mais sujeitas ao estresse e utilizam ANTICONCEPCIONAIS por tempo indeterminado. É importante dizer que mudanças de hábitos, como a prática de atividades físicas regularmente, ter uma alimentação saudável e parar de fumar, ajudam a prevenir o câncer, tanto o de mama quanto outros que atingem as mulheres", esclareceu Medina.

O oncologista destacou ainda que, no caso de pacientes jovens, não é indicada a mamografia sem recomendação médica. "É preciso lembrar que este é um exame que inclui a emissão de radiação ionizante que, quando aplicada de forma excessiva, pode ser nociva à saúde. Por isso, não devemos antecipar a inclusão da mamografia no cotidiano de uma mulher precocemente, caso ela não tenha histórico familiar ou alterações genéticas que justifiquem o exame", disse.

Cortesia: Clipping Bem Fam(03/03/010)OBS News anterior idem