https://drive.google.com/file/d/0BwAzvSSObrBOcHNjUFlqWHdLNTg/view?usp=docslist_api
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
#Mamografo #Exames grátis #Madureira
Se souberem de alguém que precise fazer o exame de mama e não tenham recursos. O Mamógrafo móvel está durante o mês de OUTUBRO no Parque de Madureira, no Rio de janeiro/RJ, para atender as mulheres de 2ª à 6ª das 8 às 18h e aos sábado das 8 às 15h.
Repassem (http://www.saude.rj.gov.br/imprensa-noticias/29917-outubro-rosa-malograda-movel-esta-no-parque-de-madureira.html)
quarta-feira, 1 de maio de 2013
São Paulo, 30 de abril de 2013segunda-feira, 26 de novembro de 2012
BEM FAM CLIPPING - 26/nov./2012
| CLIPPING.doc 173K Exibir como HTML Examinar e baixar |
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
UTILIDADE PÚBLICA: SALVAR O SITE DO CÂNCER DE MAMA. #urgente
| UTILIDADE PÚBLICA... IMPORTANTE!!! O Instituto do Câncer, como todos sabemos, é uma instituição seríssima. Cabe a nós atender sua solicitação e ampará-lo, pois, se depender do Governo (federal, estadual e/ou municipal) será o seu fim! Vamos salvar o site do câncer de mama? Não custa nada. Diga a 10 amigos para dizerem a 10 amigos, hoje! O Site do câncer de mama está com problemas, pois, não tem o número de acessos e cliques necessários para alcançar a cota que lhes permite oferecer UMA mamografia gratuita, diariamente, a mulheres de baixa renda. Demora menos de um segundo, ir ao site e clicar na tecla cor-de-rosa, no lado esquerdo da tela, que diz "Campanha da Mamografia Digital Gratuita". Não custa nada e é por meio do número diário de pessoas que clicam, que os patrocinadores oferecem a mamografia em troca de publicidade. PASSE A 10 AMIGOS E PEÇA PARA REPASSAREM A OUTROS 10!!! www.cancerdemama.com.br |
terça-feira, 4 de outubro de 2011
OUTUBRO ROSA-Clipping Bem fam-03/10/11
| CLIPPING.doc 138K Exibir como HTML Examinar e baixar |
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Convocatoria a ONG's: Fondo Salud para ARGENTINA
Ayer lanzamos el “Fondo Fundación Avon por la lucha contra el cáncer de mama” para ONG's . Esta iniciativa tiene como propósito reconocer a las organizaciones de la sociedad civil de Argentina que contribuyan a mejorar la situación epidemiológica del cáncer de mama en la Argentina.
Desde ya, se agradece toda la difusión que puedan darle y le recordamos que el cierre de la convocatoria es el 16 de septiembre.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Pessoas abaixo dos 50 anos com câncer somam 25%, diz estudo Terra – 14/07/2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Mamografia Digital - OLHE POR FAVOR!!!!!!
É rápido e sério.
Leiam, e depois cliquem http://cancerdemama.com.br/ e participem da campanha.
Grata
| ....amigos, em meio a tanta 'bandalheira' neste mundo virtual, graças a Deus existem também assuntos sérios e de UTILIDADE PÚBLICA que precisam de nossa atenção e respeito. Este é um deles: O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha. |
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Mulheres que sentem ondas de calor podem ter 50% menos risco de desenvolver câncer de mama 26/01/2011 O Globo
Cotesia:Clipping Bem Fam
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Campanha conscientiza mulheres no Rio sobre importância da mamografia Agência Brasil 22/09/2010 Rio de Janeiro - Uma campanha para alertar as mulh
Campanha conscientiza mulheres no Rio sobre importância da mamografia
Agência Brasil
22/09/2010
Rio de Janeiro - Uma campanha para alertar as mulheres quanto à necessidade de se fazer anualmente o exame de mamografia e sobre a importância do diagnóstico precoce contra o câncer de mama será lançada hoje (22), no Rio, com apoio das sociedades brasileiras de Mastologia e de Oncologia Clínica e do Instituto Oncoguia.
O câncer de mama é apontado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) como a maior causa de morte entre as mulheres no Brasil, com mais de 11 mil óbitos por ano registrados em 2008. Na maioria dos casos, a doença só costuma ser diagnosticada quando já está em estágio avançado. O Inca estima que em 2010 surgirão 49,4 mil casos de câncer de mama no Brasil.
A situação é ainda mais alarmante em termos mundiais. “A cada 24 segundos, uma mulher recebe o diagnóstico de câncer de mama e, a cada 68 segundos, uma mulher morre [devido à doença]”, informou à Agência Brasil a presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, que é psicóloga especializada em câncer.
Luciana Holtz afirmou que a Campanha Dia Rosa no Rio de Janeiro – Câncer de Mama Vem para Conscientizar e Alertar. “A campanha está toda focada na importância da mamografia e na necessidade de incentivar que as mulheres com mais de 40 anos façam esse exame. E, junto, a gente está falando da importância da detecção precoce. Hoje, quando a gente descobre o câncer ainda pequenininho, pode falar em cura, em qualidade de vida, em menos sofrimento.”
Para a presidente do Instituto Oncoguia, cuja missão é ajudar o paciente com câncer e toda a sociedade a viver melhor, por meio de ações estratégicas de prevenção e promoção à saúde, a mulher deve estar consciente do que tem que fazer para se cuidar. “Hoje, infelizmente, a gente sabe que ainda existe preconceito e desinformação. A gente ainda escuta da mulher que não faz mamografia porque dói ou porque tem fila, ou porque o médico não pediu.”
A Lei 11.664/2008, que entrou em vigor no dia 29 de abril do ano passado, garante a todas as mulheres com mais de 40 anos o exame mamográfico de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS).
Clipping Bem Fam
Defeito genético pode aumentar risco de câncer de mama e ovário, sugere estudo REUTERS 21/09/2010
Defeito genético pode aumentar risco de câncer de mama e ovário, sugere estudo
REUTERS
21/09/2010
Cientistas encontraram uma região do DNA que pode aumentar ou diminuir a chance de desenvolver câncer de mama, associada a uma variante particular de um gene. A descoberta pode ajudar os médicos a monitorar mulheres de maior risco.
Os resultados foram publicados na revista "Nature Genetics", no domingo (19), juntamente com outros dois estudos separados, que vincularam a mesma região e outras quatro ao câncer de ovário.
O estudo do câncer da mama foi centrado em mulheres que carregam o gene defeituoso BRCA1, que aumenta significativamente o risco de desenvolver certos cânceres. Em média, cerca de 65% das mulheres que carregam o BRCA1 irão desenvolver câncer da mama, e cerca de 40% irão desenvolver câncer de ovário, aos 70 anos de idade.
Os estudos descobriram que se uma mulher com falha no BRCA1 também tem uma "versão de risco" em uma região do DNA conhecida como 19p13, a chance de desenvolver câncer de mama pode ser ainda maior.
"Descobrimos uma região do DNA que atua como um botão de volume --para aumentar ou diminuir o risco de desenvolver câncer de mama por falhas no gene BRCA1", disse Antonis Antoniou, da Universidade de Cambridge, que conduziu o primeiro estudo.
"Nossa descoberta é a primeira etapa de um estudo muito maior para identificar fatores genéticos que modificam o risco de câncer de mama em mulheres portadoras da mutações BRCA1. A constatação pode nos ajudar a avaliar o risco de cada mulher e monitorar a doença."
O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, com mais de um milhão de novos casos diagnosticados anualmente no mundo.
Um estudo separado mostrou que a região 19p13 também aumenta o risco, em menor grau, de câncer de ovário em mulheres que não são portadoras de falha no BRCA1.
"Isso é importante porque sugere que as mulheres que têm certas versões deste trecho de DNA poderiam ter um controle mais próximo relativo às duas doenças", disse Simon Gayther na University College London, que liderou esta pesquisa.
Um terceiro estudo conduzido por cientistas da Europa, dos Estados Unidos, Canadá e Austrália encontraram quatro outras regiões genéticas distintas, também associadas ao risco de câncer de ovário na população em geral.
O câncer de ovário é o quinto mais comum entre as mulheres nos países desenvolvidos. Estima-se que 230.000 mulheres no mundo são diagnosticadas a cada ano e a doença mata cerca de 130.000 por ano.
A maioria das mulheres não são diagnosticadas até o câncer se espalhar, pois seus sintomas são difíceis de detectar, e quase 70% daquelas com a doença avançada morrem em cinco anos.
Clipping: Bem Fam
Agrião pode ajudar a combater crescimento de câncer de mama Folha de São Paulo 16/09/2010
Agrião pode ajudar a combater crescimento de câncer de mama
Folha de São Paulo
16/09/2010
Uma substância presente no agrião pode bloquear a formação de vasos sanguíneos que alimentam tumores, mostra uma pesquisa da Universidade de Southampton, na Inglaterra.
Para chegar à conclusão, os cientistas deram uma porção de 80 g de agrião a um grupo de mulheres que já tinham tido câncer de mama.
Exames de sangue feitos nas voluntárias nas 24 horas seguintes ao consumo detectaram níveis significativos do composto feniletil isotiocianato, do agrião, nas amostras.
No mesmo período, os pesquisadores também constataram a inibição de uma proteína ligada à formação dos vasos sanguíneos que levam nutrientes ao tumor.
Cortesia Clipping Bem Fam
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Pesquisa analisa reações adversas ao tratamento do câncer de mama ENSP 16/08/2010 Koifman ressalta que as intercorrências podem surgir no pós-oper
Pesquisa analisa reações adversas ao tratamento do câncer de mama
ENSP
16/08/2010
Koifman ressalta que as intercorrências podem surgir no pós-operatório, levando até a condição do linfedema, problema que além do aspecto estético, traz a diminuição motora e a sensibilidade
Cerca de 17% das mulheres podem apresentar edema no braço, conhecido como linfedema, resultante da retirada dos linfonodos axilares durante tratamento cirúrgico do câncer de mama. Adicionalmente, a realização da quimioterapia subsequente à cirurgia também pode acarretar outras reações adversas, comprometendo as condições físicas e psíquicas dessas pacientes. Embora o problema seja conhecido, poucos estudos foram feitos sobre os determinantes genéticos dessas complicações, de acordo com o pesquisador Sergio Koifman, que coordena estudo sobre o tema no âmbito do Programa Inova-Ensp, em parceria com outras instituições do Estado do Rio de Janeiro. O trabalho, também coordenado por Rosana Vianna Jorge, da UFRJ, e Anke Bergmann, do Inca, busca analisar as características genéticas que possam estar envolvidas com o desenvolvimento de linfedema e reações adversas após o tratamento cirúrgico do câncer de mama.
O pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Sergio Koifman explica que o projeto está em desenvolvimento com grupos de pesquisadores do Inca, UFRJ, Uerj e Uenf, já tendo sido aprovado no edital de pesquisa clínica do câncer do CNPq, agora ampliado com o Inova-Ensp. “Nossa meta é obter uma coorte de 600 pacientes com câncer de mama no Rio de Janeiro, todas acompanhadas no Inca, e analisar os fatores genéticos e ambientais associados à ocorrência de linfedema e reações adversas ao tratamento. Desta forma, poderemos compreender melhor as características genéticas que possam estar envolvidas enquanto elementos facilitadores da formação do linfedema e outras complicações”, diz.
Koifman ressalta que as intercorrências podem surgir no pós-operatório, levando até a condição do linfedema, problema que além do aspecto estético, traz a diminuição motora e a sensibilidade. “A autoimagem da paciente já se encontra bastante abalada pela intervenção cirúrgica na mama. Há ainda essa possibilidade de limitação funcional do braço.
Adicionalmente, surgem reações adversas com o início da quimioterapia, incluindo fraqueza, náuseas, diarreia, anemia, entre outras, que são também capazes de abalar mais ainda a saúde física, social e psíquica da mulher”, explicou o pesquisador. “No caso do linfedema, pela sua frequência, ele tem essa característica de também representar um problema sério para o SUS, seja do ponto de vista do custo adicional do tratamento, de recuperação, isso sem falar do custo humano da ocorrência”, afirmou. O ineditismo do projeto faz com que, além de possibilitar melhor entendimento das condições que levam a essa situação, seja possível viabilizar a identificação de grupos de alto risco de virem a desenvolver problemas colaterais.
O que leva ao linfedema e reações adversas
Segundo Koifman, em decorrência dos tratamentos realizados para controle do câncer (cirurgia, radioterapia e quimioterapia), pode ocorrer obstrução dos vasos linfáticos, tornando o braço mais suscetível ao desenvolvimento de infecção. O primeiro mecanismo de defesa existente no sistema linfático é constituído pelos gânglios, que podem ser parcialmente ou totalmente retirados durante a cirurgia, o que facilita a passagem de organismos que não seriam tão eficientemente controlados através do sistema imunológico.
No Brasil, aproximadamente 50% das mulheres que chegam no sistema de saúde com câncer de mama já se encontram em estágio avançado, o que implica a realização de intervenções mais extensas para o tratamento do câncer. De acordo com Koifman, quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menor é a necessidade de se realizarem cirurgias extensas, e com ela o risco de desenvolverem linfedema e reações adversas ao tratamento.
Essa linha de pesquisa sobre a incidência de linfedema subsequente ao tratamento do câncer de mama vem sendo desenvolvida na Ensp há cerca de uma década e consistiu no objeto de estudo de Anke Bergmann em sua dissertação de mestrado e tese de doutorado. A pesquisadora, atualmente trabalhando no Inca, e também uma das participantes do atual projeto apoiado pelo edital Inova-Ensp, analisou uma coorte com mais de mil mulheres para estudar a incidência de linfedema. “Um aspecto importante observado nesse trabalho é que as mulheres que haviam realizado atividades físicas prévias nos braços, como lavadeiras ou passadeiras, apresentavam menor frequência de linfedema. O sistema vascular, pelo esforço, aliado ao desenvolvimento muscular, parece prevenir a ocorrência dessa complicação”, diz Koifman.
Para a equipe do pesquisador, essa é uma informação importante para acoplar ao projeto, uma vez que será levantada uma série de condições genéticas no sentido de identificação de grupos de alto risco. “Até o surgimento de novas opções de tratamento do câncer de mama, a mastectomia continuará sendo uma opção terapêutica, pois representa atualmente a única chance de cura confirmada nos casos iniciais de câncer de mama (cancer in situ). O que se pretende neste estudo, afirmou, é contribuir para a identificação, previamente à realização da cirurgia, de quais seriam aqueles grupos que apresentam riscos mais elevados de virem a desenvolver complicações adicionais como aquelas aqui descritas”.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Puberdade cada vez mais cedo eleva risco de câncer de mama FOLHA DE SÃO PAULO 10/08/2010
Puberdade cada vez mais cedo eleva risco de câncer de mama
FOLHA DE SÃO PAULO
10/08/2010
Cerca de 15% das meninas americanas entram na puberdade por volta dos sete anos, mostra uma pesquisa publicada na última edição do periódico "Pediatrics".
A porcentagem dobrou, em relação a estudo de 1997.
Os autores sugerem que essa mudança pode elevar o risco de câncer de mama, já que as mulheres passam mais anos expostas à ação de hormônios. As meninas podem ter mais problemas de autoestima e depressão.
"Observa-se uma aceleração secular do crescimento, as crianças estão amadurecendo mais precocemente", diz a hebiatra (médica de adolescentes) Debora Gejer, do Hospital Sírio-Libanês.
Fatores como a melhor qualidade de vida, com ganhos na alimentação, estão por trás do fenômeno. A pesquisa americana encontrou uma relação entre maior índice de massa corporal e amadurecimento precoce.
"Isso se deve provavelmente à ação da leptina, um hormônio das células de gordura, que estimula o amadurecimento", diz Gejer.
O novo estudo, que envolveu 1.239 garotas, reforça a tendência apontada em outras pesquisas -como uma recente, feita na Dinamarca, segundo a qual a média de idade do início da puberdade caiu de 10,9 anos em 1991 para 9,9 em 2006.
Cortesia: Clipping Bem Fam.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Triagem precoce de câncer de mama aumenta risco de erro no diagnóstico/ Um erro de diagnóstico, não raro, mais uma vez levanta a polêmica sobre a
Triagem precoce de câncer de mama aumenta risco de erro no diagnóstico
21/07/2010
The New York Times
Um erro de diagnóstico, não raro, mais uma vez levanta a polêmica sobre a necessidade de triagem precoce do câncer de mama. Com os avanços tecnológicos e exames cada vez mais sofisticados, patologistas precisam opinar sobre lesões cada vez menores, algumas do tamanho de um grão de sal, e que muitas vezes podem ser benignas ou tumores malignos em fase inicial. No ano passado, numa revisão de estudos, um grupo independente de especialistas dos Estados Unidos recomendou que as mulheres só façam mamografias a partir dos 50 anos e não a partir dos 40 anos. O Instituto Nacional de Câncer (INCa) segue a mesma regra, e o exame clínico e a mamografia para mulheres a partir dos 35 anos que apresentem risco alto de desenvolver a doença.
Nos Estados Unidos, chamou a atenção o caso da enfermeira Monica Long, como foi noticiado no jornal "The New York Times". Em 2007, ela recebeu de um patologista num pequeno hospital em Cheboygan, em Michigan, um diagnóstico de câncer em fase inicial a partir de uma biópsia. Então Monica passou por uma cirurgia extensa seguida, que tirou um pedaço de sua mama, quase do tamanho de uma bola de golfe. Agora, três anos depois, ela descobre que foi vítima de um erro médico.
O novo mastologista está certo de que Monica nunca teve a doença, chamada de carcinoma ductal in situ, que aparece em microcalcificações no exame de mamografia e tem indicação de biópsia. Mas esta alteração pode ser também um processo benigno. No caso da americana, ela pasou inutilmente por cirurgia, radiação, uso de medicamentos e, principalmente o medo de morrer.
- Psicologicamente, é horrível - disse. - Eu nunca deveria ter passado por isso.
Como na maioria das mulheres, os médicos na primeira avaliação tinham considerado a biópsia de mama como o exame padrão-ouro, uma técnica infalível para identificar o câncer. Porém entender a diferença entre algumas lesões benignas e câncer de mama em estágio inicial é uma área particularmente difícil da patologia, como mostram prontuários médicos e entrevistas com médicos e pacientes americanos. E o problema também acontece no Brasil.
- Diagnosticar carcinoma ductal in situ é uma história de 30 anos de confusão, com diferentes opiniões sobre o tratamento - disse Shahla Masood, chefe de patologia da Universidade da Florida.
O problema levou o governo federal americano a financiar um estudo nacional de variações de patologia mamária, com base em preocupações que 17% dos casos de cânceres ductal in situ identificados por uma agulha de biópsia podem ser confundidos. Apesar disso, não há normas de diagnóstico ou determinações dizendo que os patologistas que realizam este trabalho devem ter conhecimentos especializados. Então as chances de obter um diagnóstico exato varia de hospital para hospital.
Clipping Bem Fam(21/07/010)
quarta-feira, 3 de março de 2010
Câncer de mama
Cresce Incidência de Câncer de Mama em Mulheres Jovens
TRIBUNA DA BAHIA – BA
03/MARÇO/2030
Apesar de ser menos frequente em pacientes com idade inferior a 40 anos, a incidência do câncer de mama em mulheres jovens vem crescendo nos últimos anos. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) revelam que o diagnóstico em pacientes jovens subiu de 3% para 17% do total de casos nos últimos anos. Segundo especialistas, os números inspiram cuidados e preocupam especialistas da área, já que a mulher jovem - por ter mais tempo de vida pela frente - acaba sofrendo mais com os efeitos colaterais do tratamento da doença.
De acordo com o oncologista Fernando Medina da Cunha, diretor científico do Centro de Oncologia Campinas, o câncer de mama em mulheres é muito complexo, pois mexe com o psicológico e abala a auto-estima feminina.
"A mastectomia, que é a retirada da mama, é um dos tratamentos mais utilizados nos casos de câncer de mama. Em nossa sociedade a mulher se destaca como um ícone de beleza e vaidade, e a mama feminina simboliza toda a sensualidade e feminilidade. Assim, qualquer alteração na sua imagem acarretará modificações no seu dia-a-dia", explicou.
Para o especialista, o momento mais difícil enfrentado pelas mulheres ainda é a quimioterapia, não só pelo sofrimento físico com os efeitos colaterais, mas também pelo impacto psicológico. "É o momento em que a mulher realmente demonstra estar doente, muito mais do que depois da cirurgia. A queda dos cabelos, tão importantes na vaidade feminina, afeta seriamente a auto-estima. Além disso, a quimioterapia provoca a diminuição da libido, o ressecamento vaginal e a interrupção da menstruação", disse Fernando Medina.
A doença é a principal causa mundial de morte por câncer da população feminina entre 39 e 58 anos de idade. No Brasil, o número de casos novos de câncer de mama esperados para 2010 será de 49.240, com um risco de 49 casos a cada 100 mil mulheres, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde já existe uma concentração maior de diagnósticos da doença.
Segundo Fernando Medina, esse tipo de câncer não possui ainda uma causa definida, mas alguns fatores de risco são conhecidos, como histórico familiar, presença de alterações genéticas, além do ritmo de vida acelerado vivenciado hoje por grande parte das mulheres.
"Pacientes jovens fumam com mais fequencia, trabalham mais, estão mais sujeitas ao estresse e utilizam ANTICONCEPCIONAIS por tempo indeterminado. É importante dizer que mudanças de hábitos, como a prática de atividades físicas regularmente, ter uma alimentação saudável e parar de fumar, ajudam a prevenir o câncer, tanto o de mama quanto outros que atingem as mulheres", esclareceu Medina.
O oncologista destacou ainda que, no caso de pacientes jovens, não é indicada a mamografia sem recomendação médica. "É preciso lembrar que este é um exame que inclui a emissão de radiação ionizante que, quando aplicada de forma excessiva, pode ser nociva à saúde. Por isso, não devemos antecipar a inclusão da mamografia no cotidiano de uma mulher precocemente, caso ela não tenha histórico familiar ou alterações genéticas que justifiquem o exame", disse.
Cortesia: Clipping Bem Fam(03/03/010)OBS News anterior idem