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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
terça-feira, 29 de maio de 2012
Bem Fam_OBSERVATÓRIO RIO+20 - 29/05/2012
terça-feira, 19 de julho de 2011
Tv NBR fala de livro sobre AIDS:
Pesquisador do Centro de Informação Científica e Tecnológica, Francisco Inácio Bastos, lança livro pela Editora Fiocruz
Publicada em: 25/10/2006 às 09:01 Seção: Notícias - Pesquisador http://www.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=112
Médico com doutorado em saúde pública, Francisco Inácio Bastos pesquisa há vários anos alguns dos determinantes desta que pode ser a mais emblemática das doenças do século 20, a Aids. Parte da experiência que acumulou ao estudar a doença, ele transporta para o livro Aids na terceira década, que acaba de ser lançado pela Editora Fiocruz. Dono de um texto envolvente – certamente uma herança dos tempos em que foi editor e tradutor de livros –, Bastos refaz o caminho da doença que ganhou as páginas da imprensa a partir dos anos 80 para ceifar vidas ao redor do planeta e virar arena para manifestações de diferentes preconceitos.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Controle da hepatite B no Brasil - 1999-2009 O Estado de S. Paulo - 23/07/2010 Alexandre Precioso, Expedito Luna e Isaias Raw A hepatite B é
Controle da hepatite B no Brasil - 1999-2009
O Estado de S. Paulo - 23/07/2010
Alexandre Precioso, Expedito Luna e Isaias Raw
A hepatite B é uma doença infecciosa causada por um vírus, transmitida pelo sangue e por relações sexuais. Os recém-nascidos de mães portadoras do vírus da hepatite B podem ser infectados durante o parto, pelo sangue materno, e alguns desenvolvem uma hepatite aguda que pode ser fatal. Crianças de 1 a 5 anos e adultos jovens raramente desenvolvem uma hepatite aguda, mas ficam com uma infecção crônica que leva até 30 anos para apresentar cirrose ou câncer do fígado. Sem sintomas, o portador do vírus continua transmitindo a doença.
Em 1982 foi desenvolvida uma vacina recombinante, que utiliza uma levedura modificada geneticamente, que induz a formação de anticorpos.
Em 1996 o Centro de Biotecnologia do Instituto Butantan desenvolveu uma levedura recombinante que produzia a vacina contra hepatite B. Com recursos do Ministério da Saúde, do governo do Estado de São Paulo e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi desenvolvida uma tecnologia de produção industrial, montada a fábrica e foram treinados os técnicos que cultivam o lêvedo modificado num fermentador de 1.500 litros, quebram as leveduras, isolam e purificam os vírus, usando ultracentrífugas especiais, que desenvolvem uma força 200 mil vezes a da gravidade e enormes colunas de cromatografia. Cada criança ou adulto deve receber três ou quatro doses de vacina. Com mais de 3,5 milhões de nascimentos por ano no Brasil, eram necessários mais de 15 milhões de doses de vacina por ano e progressivamente vacinar, além de todos os profissionais que têm contato com sangue, todos os jovens - o que seria inviável comprando uma vacina importada, que custava cerca R$ 100! Com a produção pelo Butantan o Ministério da Saúde recebe a vacina por cerca de R$ 1,20, o que vem permitindo vacinar todos os recém-nascidos e iniciar a vacinação dos jovens. Este ano o Butantan dobrará sua produção, fornecendo 33 milhões de doses.
Não era suficiente desenvolver a vacina que imunizava camundongos. Era necessário demonstrar que a vacina é eficaz, induzindo anticorpos, e segura em seres humanos. A vacina foi testada, a partir de 1995, em alguns voluntários do Butantan, no Centro da Saúde da Universidade Estadual Paulista e com estudantes da Faculdade de Medicina de Londrina. Com enorme pressão contra a autossuficiência nacional, foram exigidos novos ensaios clínicos, que acabaram envolvendo mais de 5 mil voluntários, conduzidos pela Fundação Oswaldo Cruz, pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, pelo Instituto Evandro Chagas e pelo Instituto Materno-Infantil de Pernambuco, os quais demonstraram o que já se esperava: a vacina do Butantan é segura e eficaz, comparada com uma vacina importada.
Entre 1999 e 2009, 154 milhões de doses da vacina produzida no Butantan foram distribuídas pelo Ministério da Saúde para vacinação pelos governos dos Estados e municípios. Em 2008, a Coordenadoria do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, analisando os dados, reconheceu que a vacina do Butantan, como as importadas, antes aprovada até 19 anos de idade, poderia ser usada em qualquer idade.
A prevenção da infecção dos recém-nascidos exigia testar as mulheres grávidas, para oferecer a vacina aos bebês. Esse era um processo caro e de certa forma fútil. Dizer a uma jovem que ela era portadora do vírus e que iria anos mais tarde desenvolver cirrose ou câncer, sem oferecer possibilidades de tratamento, era perverso. Mais fácil era vacinar todos os bebês ainda na maternidade. Demonstrou-se que a vacinação dos bebês nas primeiras 24 horas de vida é capaz de impedir a transmissão da mãe portadora ao recém-nascido. Lamentavelmente, a cobertura vacinal dos recém-nascidos brasileiros com a primeira dose da vacina contra hepatite B na maternidade é de apenas 40%.
No sentido de facilitar ainda mais a vacinação na maternidade, o Instituto Butantan desenvolveu uma vacina dupla, com BCG (vacina contra tuberculose, que também é administrada ao bebê na maternidade) e hepatite B. Essa vacina foi testada com sucesso pelo Departamento de Pediatria da Unicamp. Era preciso evitar a coqueluche, que é prevenida, somente a partir do quarto mês, pela vacina tríplice bacteriana (DTP). Uma nova vacina foi desenvolvida, introduzindo no DNA do BCG um gene da toxina da coqueluche, que protege em camundongos tanto para tuberculose como coqueluche. Essa vacina, tríplice - hepatite B, tuberculose, coqueluche - ainda deve ser testada, neste ano, em adultos e bebês e estar disponível em 2012. Pesquisas em andamento, em colaboração com o Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, indicam que a nova vacina será mais eficaz no tratamento do papiloma da bexiga.
Cortesia Clipping Bem Fam(23/07/010)
segunda-feira, 29 de março de 2010
Hepatite C 2
Chance de transmissão da hepatite C é reduzida por relações estáveis
Agência Notisa
29/03/2010
RIO DE JANEIRO - De acordo com artigo publicado no Brazilian Journal of Infectious Diseases, as chances de contaminação pelo vírus da hepatite C (HCV) são mínimas ou desprezíveis em casais estáveis e que utilizam devidamente as medidas de proteção contra DSTs. O trabalho é de autoria de Márcia Bessa, do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz (Fundação Oswaldo Cruz) e da Escola Bahiana de Medicina (Fundação Bahiana para Desenvolvimento das Ciências) e colegas, e foi disponibilizado na edição de agosto de 2009 do periódico.
Segundo os autores, “o estudo envolveu pacientes de duas clínicas de hemodiálise: uma de Salvador (BA) e outra de Feira de Santana (BA)”. Eles alegam que “em Salvador, 22 (9%) dos 241 pacientes submetidos à hemodiálise já haviam gerado três resultados positivos no teste ELISA. Doze pacientes mantinham parceiros sexuais estáveis por mais de seis meses e nove deles aceitaram entrar no estudo. Em Feira de Santana, 54 (15%) dos 355 submetidos à hemodiálise já haviam gerado um segundo resultado positivo para o teste ELISA. Trinta e dois pacientes mantinham parceiros sexuais estáveis por mais de seis meses, e 26 deles aceitaram entrar no estudo”. Além disso, acrescentam eles, os envolvidos no estudo “responderam um questionário padrão que incluiu informações demográficas, histórico sexual e dados sobre outras exposições em potencial ao HCV. As entrevistas e primeiras colheitas de amostra ocorreram em junho de 2003”.
Os pesquisadores revelam que “o uso de camisinha foi declarado regular por um casal, esporádico por 11 casais, enquanto 23 casais declararam nunca ter utilizado. Dividir itens pessoais foi um ato comum na população estudada: 4 (11,8%) dividiam escovas de dente, 11(32,4%) dividiam lâminas de barbear e 24 (70,6%) dividiam cortadores e alicates de unhas. Sete casais (20,6%) dividiam todos esses itens e 2 (5,9%) não dividiam quaisquer”. O período médio de vivência dos casais, de acordo com eles, “foi de 16.6 ± 13.7 anos (mediana: 10 anos) variando de três a 52 anos. Os casais afirmaram que sua atividade sexual ocorria nos seguintes intervalos: diariamente (n=2 ou 15%), mensalmente (n=4 ou 12%) e ocasionalmente (n=6 ou 18%). O histórico de parceiros sexuais dos indivíduos estudados foi: menos de seis parceiros (76% dos pacientes e 73% dos parceiros), entre seis e dez (15 e 23%) e mais de 10 (9 e 4%). Três pacientes e três parceiros declararam histórico sexual com profissionais do sexo. Dois pacientes e um parceiro declararam doenças sexualmente transmissíveis prévias. Histórico de parceiros homossexuais foi declarado por um paciente”.
Clipping Bem Fam (29/03/010)