Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador UNFPA. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

CLIPPING - 20/nov./2012 Dia da Consciência Negra O Dia da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o solo brasileiro (1594). Joaquim Barbosa para presidente? (RUTH DE AQUINO) - Esse título é uma provocação. Ou não. Porque, de fato, esse mineiro de Paracatu, primogênito de oito filhos de um pedreiro e uma dona de casa, está prestes a se tornar presidente, mas do Supremo Tribunal Federal. Não escapará do rótulo de “primeiro presidente negro” do STF. É inevitável. O adjetivo vem a reboque como verdade histórica, o registro de uma primazia. O segundo negro se livrará desse aposto ambíguo. Um dia não haverá mais “o primeiro negro” e “a primeira mulher”, porque a cor da pele e o sexo perderão todo o significado. Felizmente. Mulheres negras são maioria entre jovens que não trabalham nem estudam - Mulheres pretas, pardas e indígenas são a maioria entre os 5,3 milhões de jovens de 18 a 25 anos que não trabalham nem estudam no país, a chamada “geração nem nem”. Cruzamento de dados inédito feito pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a pedido da Agência Brasil, revela que elas somam 2,2 milhões, ou seja, 41,5% desse grupo. Do total de jovens brasileiros nessa faixa etária (27,3 milhões), as negras e indígenas representam 8% - enquanto as brancas na mesma situação chegam a 5% (1,3 milhão). Para o coordenador do levantamento, Adalberto Cardoso, que fez a pesquisa com base nos dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), várias razões explicam o abandono da educação formal e do mercado de trabalho por jovens. Entre elas, o casamento e a necessidade de começar a trabalhar cedo para sustentar a família. Cerca de 70% dos jovens “nem nem” estão entre os 40% mais pobres do país. A gravidez precoce é o principal motivo do abandono, uma vez que mais da metade das jovens nessa situação têm filhos. A pesquisa também identificou entre os “nem nem” jovens com deficiência física grave e os que saíram da faculdade, mas ainda não estão empregados. Os dados completos constam do estudo Juventude, Desigualdade e o Futuro do Rio de Janeiro, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e deve ter um capítulo publicado em 2013. Racismo faz mal à saúde e mata- Um estudo epidemiológico do Ministério da Saúde apresenta informação específica para ajudar a preencher esses vazios, ao comparar indicadores como assistência pré-natal por raça, cor e etnia. Também analisa outros aspectos, como o direito e o acesso a planejamento familiar, que é mais precário entre as afrodescendentes. Precisamente este aspecto é o centro do informe mundial do UNFPA, apresentado no dia 14, com o título Sim à Opção, não ao Acaso – Planejamento da Família, Direitos Humanos e Desenvolvimento. Por exemplo, 19% das crianças nascidas vivas são de mães adolescentes brancas entre 15 e 19 anos. Contudo, a incidência de gravidez em adolescentes é de 29% entre as jovens afro-brasileiras da mesma faixa etária. Além disso, enquanto 62% das mães de crianças brancas informavam ter realizado sete ou mais consultas pré-natais, apenas 37% das mães de recém-nascidos mulatos e negros realizaram essa quantidade de exames antes do parto. A mortalidade infantil também apresenta disparidades. O risco de uma criança negra ou mulata morrer antes dos cinco anos de idade por doenças infecciosas e parasitárias é 60% maior em relação a uma criança branca. E o de morte por desnutrição é 90% superior. O estudo também constatou que morrem mais grávidas afrodescendentes do que brancas por causas vinculadas à gestação, como hipertensão. O UNFPA contribui com o governo e o movimento negro para fortalecer essa política e a formação profissional que deve acompanhá-la. "O desafio é responder por que, em um país onde a população negra representa 50,3% do total, temos um quadro sanitário tão diferenciado" entre negros e brancos, admite o Ministério da Saúde. Negros ainda estão mais vulneráveis ao HIV e são alvo de campanha em São Paulo - Embora representem cerca de metade da população brasileira, os negros ainda não têm acesso igual aos serviços de saúde no país. Em decorrência disso, doenças como a aids atingem este grupo com mais força. Segundo dados do Ministério da Saúde, entre 2000 e 2009, o número de casos de aids, quando analisado apenas nos brancos, caiu de 62,9% para 54,8% (entre os homens) e de 60% para 53,1% (entre as mulheres). Já entre os homens negros, o número diminui apenas de 10,1% para 9,8%. Em relação às mulheres afrodescendentes, o índice subiu de 11,5% para 13,2% neste mesmo período. O número de casos de aids entre a população parda também cresceu. Em 2000, os homens somavam 25,7% dos casos notificados e as mulheres 27,4%. Em 2009, o índice entre os homens chegou a 35% e entre as mulheres a 33%. Um Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil 2009/2010, organizado pelo Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser), do Instituto de Economia da Universidade do Rio de Janeiro (IE-UFRJ), mostrou que em todas as grandes regiões geográficas agrupadas do País essas populações gozam de menor taxa de cobertura do Sistema Único de Saúde do que a população branca e que o número de óbitos em decorrência da aids chega a ser quase 10% maior do que em brancos. Cientes do problema histórico, o Movimento Negro pede por ações de equidade que diminuam sua vulnerabilidade e o baixo acesso do grupo a serviços essenciais. Entre as ações defendidas estão as cotas raciais para as universidades e o fim do racismo institucional. . “É preciso visibilizar o racismo. Escondê-lo é o próprio racismo. Disseminar a informação é fundamental”, disse Jurema Werneck, médica focada na saúde da população negra, durante os Congressos de Prevenção de DST/Aids ocorridos em São Paulo em agosto de 2012. Segundo ela, a epidemia da aids não trouxe exatamente novidades na trajetória dos negros. Mas se nada na epidemia foi novo para a população, o que precisaria ser novidade é o tratamento destinado a ela. Leitores acreditam que o tráfico entre adolescentes acontece pela desestruturação da família - A educação começa em casa. A frase resume a opinião de leitores do portal acritica.com que acreditam que um dos motivos para adolescentes se envolverem com o tráfico de drogas começa na desestruturação familiar. Para os internautas, a falta de planejamento familiar acaba deixando os jovens mais vulneráveis ao mundo do tráfico. "A estrutura familiar sempre foi o alicerce na educação de bons cidadãos", comenta uma leitora. "Muitos pais pensam que somente a escola tem a obrigação de educar nossos filhos... engano!", diz postagem. Outra leitora apresenta uma série de motivos apontados por ela como negativos e influenciadores para a participação dos jovens no crime. “Medidas socioeducativas ineficientes, escolas mal preparadas, falta de segurança pública competente, leis frouxas e famílias em situação financeira precária vivendo em áreas comandadas pelo tráfico...Um conjunto de problemas sociais muito influenciado pela incapacidade do estado em se fazer presente nas comunidades”, comenta outro internauta. As manifestações partem de comentários sobre a matéria ("Crianças e adolescentes se transformam em 'traficantes mirins' dentro das escolas de Manaus"), publicada neste fim de semana. ABEP/CCR: Fecundidade em cenários específicos: escolaridade, gênero e etnia em geografias distintas A CCR (Comissão Cidadania e Reprodução) assistiu à sessão temática "Fecundidade em cenários específicos: escolaridade, gênero e etnia em geografias distintas" que discutiu as mudanças nas taxas de fecundidade entre as mulheres brasileiras. Com questões apresentadas por Luciano Oliva Patricio(NEPO/UNICAMP), Débora Ramos Santiago (UEA) e Morvan de Mello Moreira (Fundaj e UFPE), a região Norte e Nordeste foi amplamente mostrada como tendo a maior diferença nas taxas de fecundidade nos últimos anos. Houve uma mudança no modelo de mãe para mulher que trabalha, e com isso também mudou o planejamento familiar das mulheres. Como mostrado por Luciano, "quanto mais mulheres se ausentam do domicílio, por motivo de trabalho ou estudo, menor tende a ser a fecundidade no universo amostral. Há também um cenário em que as altas proporções de frequencia à creche na faixa etária de 0 a 1 ano indicaria a maturidade da transição do modelo "mulher mãe em tempo integral" para o modelo "mulher no trabalho (ou escola) - criança na escola". A fecundidade também varia de acordo com a renda e instrução da mulher. Quanto maior a instrução da mulher, mais acesso ela terá a oportunidades de trabalho e aos métodos contraceptivos. Com isso, ela adia e planeja a construção da sua família e consequentemente quantos filhos irá ter no futuro. Também existe uma tendência de rejuvenescimento da fecundidade: as mulheres têm filhos mais cedo. Mesmo no Nordeste, as taxas de fecundidade caíram. Em 1980, a taxa de fecundidade total era de 6,2 filhos por mulher. Em 2010, 2,06 filhos. Apesar dessa queda e o crescimento do Nordeste, a região concentra a maior fração de população pobre do Brasil - quase 60% dos mais pobres do Brasil estão no Nordeste. Transtorno de identidade sexual na infância divide especialistas –Aos quatro anos, um menininho inglês que se chamava Jack disse para a mãe: "Deus cometeu um erro, eu deveria ser uma menina". Aos oito, ele mandou um e-mail para as pessoas da escola onde estudava (e sofria bullying) avisando ser "uma menina presa em um corpo de menino". E passou a se vestir como garota. Aos dez, disse à mãe que se mataria se começasse a "virar homem". Aos 11, Jack teve uma overdose e fez outras seis tentativas de suicídio antes de completar 16 anos. Como a lei inglesa não permite cirurgia de mudança de sexo antes dos 18, Jack foi operado na Tailândia, aos 16. A história de Jack, que a rede de TV britânica BBC exibe hoje, mostra os contornos e as dores do transtorno de identidade sexual na infância. Jackie Green tem agora 19 anos, é modelo e foi a primeira finalista transexual do concurso de Miss Inglaterra. A OMS define o fenômeno como o desejo, manifesto antes da puberdade, de ser (ou de insistir que é) do outro sexo. O termo "transexualismo" só é usado para adultos. Para psicólogos, transexualismo não é doença. A visão do transexualismo como doença é controversa. Uma ação mundial tenta retirá-lo dos manuais de doenças da OMS e da Associação Americana de Psiquiatria. A campanha "Stop Trans Patologization" ["Parem de patologizar os trans"] tem o apoio, aqui, do Conselho Federal de Psicologia. Segundo a psicóloga Ana Ferri de Barros, que coordena a comissão de sexualidade e gênero do conselho paulista, o acesso à cirurgia de mudança de sexo pelo SUS não deveria depender do diagnóstico. "Defendemos a despatologização das identidades 'trans' e também o acesso universal à saúde", diz. Cirurgia bariátrica aos 16 anos - De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o número de cirurgias para redução do estômago saltou de 1.773 em 2003 para 5.332 em 2011, ou seja, um aumento de 200%. Os recursos para esses procedimentos também cresceram. Passaram de R$ 5,7 milhões em 2003 para R$ 30 milhões em 2011. Nos três primeiros meses deste ano, foram realizadas 1.276 cirurgias, sendo gastos R$ 7 milhões. O sedentarismo e os maus hábitos alimentares têm contribuído para o aumento no número de pessoas que estão acima do peso, o que é verificado com o índice de massa corporal (IMC) entre 25,1kg/m2 e 29,9kg/m2. De acordo com dados divulgados pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), quase metade da população brasileira está acima do peso. O percentual passou de 42,7% em 2006 para 48,5% em 2011. No mesmo período, a proporção de obesos subiu de 11,4% para 15,8%. Dados do Ministério da Saúde mostram que Belo Horizonte tem 45,3% de sua população com excesso de peso e 14,2% classificada como obesa. A substituição da compulsão por alimento por sexo, álcool, jogos e até internet é um dos temas mais polêmicos entre os especialistas que tratam da obesidade. De acordo com o presidente da Comissão de Especialidades Associadas (Coesas), da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, o psiquiatra Adriano Segal, o percentual de pessoas que desenvolvem outras dependências é pequeno, cerca de 5%. Durante o Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde discutiram os aspectos psicológicos relacionados à cirurgia bariátrica. "Para quem sai de um momento de privação existencial, dar uma "abusadinha" é normal. Passa a ser patológico quando se transforma em um comportamento contínuo", diz Segal. ÁLCOOL - O alcoolismo é apontado como uma das complicações da cirurgia. O psiquiatra explica que entre os pacientes obesos que vão fazer a cirurgia, de 12% a 13% sofrem de alcoolismo. Depois da cirurgia, há um incremento de dois pontos percentuais, passando para 15%. "O número não é muito diferente da prevalência do alcoolismo na população de forma geral", afirma Adriano. A psicóloga Alessandra Dias Mattar, da equipe Clínica LEV, de Uberlândia, reforça a importância do acompanhamento multidisciplinar por dois anos. Segundo ela, os problemas mais comuns depois da cirurgia são alcoolismo e compulsão por compras. Paciente que usava silicone PIP perde ação - A 6ª Vara Federal de Porto Alegre negou o pedido para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fosse obrigada a indenizar uma paciente com implante da prótese de silicone da empresa Poly Implants Prothese (PIP). "A Justiça reconheceu que a Anvisa não pode ser responsabilizada pela fraude. O implante usado na paciente não é o mesmo que havia sido registrado no País", afirmou o diretor adjunto da agência, Luiz Roberto Klassmann. A ação foi extinta sem julgamento de mérito. A autora da ação sofreu rompimento da prótese de silicone PIP, adulterada pelo fabricante. Durante a cirurgia de remoção, ela teve perda do tecido mamário. Na ação, ela reivindicava pagamento pela agência por danos morais e físicos. CLIPPING Bem fam 20/nov./2012 Dia da Consciência Negra



CLIPPING - 20/nov./2012

Dia da Consciência Negra



O Dia da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o solo brasileiro (1594).



presidente para presidente? (RUTH DE AQUINO) - Esse título é uma provocação. Ou não. Porque, de fato, esse mineiro de Paracatu, primogênito de oito filhos de um pedreiro e uma dona de casa, está prestes a se tornar presidente, mas do Supremo Tribunal Federal. Não escapará do rótulo de “primeiro presidente negro” do STF. É inevitável. O adjetivo vem a reboque como verdade histórica, o registro de uma primazia. O segundo negro se livrará desse aposto ambíguo. Um dia não haverá mais “o primeiro negro” e “a primeira mulher”, porque a cor da pele e o sexo perderão todo o significado. Felizmente.



Mulheres negras são maioria entre jovens que não trabalham nem estudam - Mulheres pretas, pardas e indígenas são a maioria entre os 5,3 milhões de jovens de 18 a 25 anos que não trabalham nem estudam no país, a chamada “geração nem nem”. Cruzamento de dados inédito feito pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a pedido da Agência Brasil, revela que elas somam 2,2 milhões, ou seja, 41,5% desse grupo. Do total de jovens brasileiros nessa faixa etária (27,3 milhões), as negras e indígenas representam 8% - enquanto as brancas na mesma situação chegam a 5% (1,3 milhão). Para o coordenador do levantamento, Adalberto Cardoso, que fez a pesquisa com base nos dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), várias razões explicam o abandono da educação formal e do mercado de trabalho por jovens. Entre elas, o casamento e a necessidade de começar a trabalhar cedo para sustentar a família. Cerca de 70% dos jovens “nem nem” estão entre os 40% mais pobres do país. A gravidez precoce é o principal motivo do abandono, uma vez que mais da metade das jovens nessa situação têm filhos. A pesquisa também identificou entre os “nem nem” jovens com deficiência física grave e os que saíram da faculdade, mas ainda não estão empregados. Os dados completos constam do estudo Juventude, Desigualdade e o Futuro do Rio de Janeiro, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e deve ter um capítulo publicado em 2013.



Racismo faz mal à saúde e mata- Um estudo epidemiológico do Ministério da Saúde apresenta informação específica para ajudar a preencher esses vazios, ao comparar indicadores como assistência pré-natal por raça, cor e etnia. Também analisa outros aspectos, como o direito e o acesso a planejamento familiar, que é mais precário entre as afrodescendentes. Precisamente este aspecto é o centro do informe mundial do UNFPA, apresentado no dia 14, com o título Sim à Opção, não ao Acaso – Planejamento da Família, Direitos Humanos e Desenvolvimento. Por exemplo, 19% das crianças nascidas vivas são de mães adolescentes brancas entre 15 e 19 anos. Contudo, a incidência de gravidez em adolescentes é de 29% entre as jovens afro-brasileiras da mesma faixa etária. Além disso, enquanto 62% das mães de crianças brancas informavam ter realizado sete ou mais consultas pré-natais, apenas 37% das mães de recém-nascidos mulatos e negros realizaram essa quantidade de exames antes do parto. A mortalidade infantil também apresenta disparidades. O risco de uma criança negra ou mulata morrer antes dos cinco anos de idade por doenças infecciosas e parasitárias é 60% maior em relação a uma criança branca. E o de morte por desnutrição é 90% superior. O estudo também constatou que morrem mais grávidas afrodescendentes do que brancas por causas vinculadas à gestação, como hipertensão. O UNFPA contribui com o governo e o movimento negro para fortalecer essa política e a formação profissional que deve acompanhá-la. "O desafio é responder por que, em um país onde a população negra representa 50,3% do total, temos um quadro sanitário tão diferenciado" entre negros e brancos, admite o Ministério da Saúde.



Negros ainda estão mais vulneráveis ao HIV e são alvo de campanha em São Paulo - Embora representem cerca de metade da população brasileira, os negros ainda não têm acesso igual aos serviços de saúde no país. Em decorrência disso, doenças como a aids atingem este grupo com mais força. Segundo dados do Ministério da Saúde, entre 2000 e 2009, o número de casos de aids, quando analisado apenas nos brancos, caiu de 62,9% para 54,8% (entre os homens) e de 60% para 53,1% (entre as mulheres). Já entre os homens negros, o número diminui apenas de 10,1% para 9,8%. Em relação às mulheres afrodescendentes, o índice subiu de 11,5% para 13,2% neste mesmo período. O número de casos de aids entre a população parda também cresceu. Em 2000, os homens somavam 25,7% dos casos notificados e as mulheres 27,4%. Em 2009, o índice entre os homens chegou a 35% e entre as mulheres a 33%. Um Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil 2009/2010, organizado pelo Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser), do Instituto de Economia da Universidade do Rio de Janeiro (IE-UFRJ), mostrou que em todas as grandes regiões geográficas agrupadas do País essas populações gozam de menor taxa de cobertura do Sistema Único de Saúde do que a população branca e que o número de óbitos em decorrência da aids chega a ser quase 10% maior do que em brancos. Cientes do problema histórico, o Movimento Negro pede por ações de equidade que diminuam sua vulnerabilidade e o baixo acesso do grupo a serviços essenciais. Entre as ações defendidas estão as cotas raciais para as universidades e o fim do racismo institucional. . “É preciso visibilizar o racismo. Escondê-lo é o próprio racismo. Disseminar a informação é fundamental”, disse Jurema Werneck, médica focada na saúde da população negra, durante os Congressos de Prevenção de DST/Aids ocorridos em São Paulo em agosto de 2012. Segundo ela, a epidemia da aids não trouxe exatamente novidades na trajetória dos negros. Mas se nada na epidemia foi novo para a população, o que precisaria ser novidade é o tratamento destinado a ela.



Leitores acreditam que o tráfico entre adolescentes acontece pela desestruturação da família - A educação começa em casa. A frase resume a opinião de leitores do portal acritica.com que acreditam que um dos motivos para adolescentes se envolverem com o tráfico de drogas começa na desestruturação familiar. Para os internautas, a falta de planejamento familiar acaba deixando os jovens mais vulneráveis ao mundo do tráfico. "A estrutura familiar sempre foi o alicerce na educação de bons cidadãos", comenta uma leitora. "Muitos pais pensam que somente a escola tem a obrigação de educar nossos filhos... engano!", diz postagem. Outra leitora apresenta uma série de motivos apontados por ela como negativos e influenciadores para a participação dos jovens no crime. “Medidas socioeducativas ineficientes, escolas mal preparadas, falta de segurança pública competente, leis frouxas e famílias em situação financeira precária vivendo em áreas comandadas pelo tráfico...Um conjunto de problemas sociais muito influenciado pela incapacidade do estado em se fazer presente nas comunidades”, comenta outro internauta. As manifestações partem de comentários sobre a matéria ("Crianças e adolescentes se transformam em 'traficantes mirins' dentro das escolas de Manaus"), publicada neste fim de semana.



ABEP/CCR: Fecundidade em cenários específicos: escolaridade, gênero e etnia em geografias distintas

A CCR (Comissão Cidadania e Reprodução) assistiu à sessão temática "Fecundidade em cenários específicos: escolaridade, gênero e etnia em geografias distintas" que discutiu as mudanças nas taxas de fecundidade entre as mulheres brasileiras. Com questões apresentadas por Luciano Oliva Patricio(NEPO/UNICAMP), Débora Ramos Santiago (UEA) e Morvan de Mello Moreira (Fundaj e UFPE), a região Norte e Nordeste foi amplamente mostrada como tendo a maior diferença nas taxas de fecundidade nos últimos anos. Houve uma mudança no modelo de mãe para mulher que trabalha, e com isso também mudou o planejamento familiar das mulheres. Como mostrado por Luciano, "quanto mais mulheres se ausentam do domicílio, por motivo de trabalho ou estudo, menor tende a ser a fecundidade no universo amostral. Há também um cenário em que as altas proporções de frequencia à creche na faixa etária de 0 a 1 ano indicaria a maturidade da transição do modelo "mulher mãe em tempo integral" para o modelo "mulher no trabalho (ou escola) - criança na escola".  A fecundidade também varia de acordo com a renda e instrução da mulher. Quanto maior a instrução da mulher, mais acesso ela terá a oportunidades de trabalho e aos métodos contraceptivos. Com isso, ela adia e planeja a construção da sua família e consequentemente quantos filhos irá ter no futuro. Também existe uma tendência de rejuvenescimento da fecundidade: as mulheres têm filhos mais cedo.  Mesmo no Nordeste, as taxas de fecundidade caíram. Em 1980, a taxa de fecundidade total era de 6,2 filhos por mulher. Em 2010, 2,06 filhos. Apesar dessa queda e o crescimento do Nordeste, a região concentra a maior fração de população pobre do Brasil - quase 60% dos mais pobres do Brasil estão no Nordeste. 



Transtorno de identidade sexual na infância divide especialistas –Aos quatro anos, um menininho inglês que se chamava Jack disse para a mãe: "Deus cometeu um erro, eu deveria ser uma menina". Aos oito, ele mandou um e-mail para as pessoas da escola onde estudava (e sofria bullying) avisando ser "uma menina presa em um corpo de menino". E passou a se vestir como garota. Aos dez, disse à mãe que se mataria se começasse a "virar homem". Aos 11, Jack teve uma overdose e fez outras seis tentativas de suicídio antes de completar 16 anos. Como a lei inglesa não permite cirurgia de mudança de sexo antes dos 18, Jack foi operado na Tailândia, aos 16. A história de Jack, que a rede de TV britânica BBC exibe hoje, mostra os contornos e as dores do transtorno de identidade sexual na infância. Jackie Green tem agora 19 anos, é modelo e foi a primeira finalista transexual do concurso de Miss Inglaterra. A OMS define o fenômeno como o desejo, manifesto antes da puberdade, de ser (ou de insistir que é) do outro sexo. O termo "transexualismo" só é usado para adultos. Para psicólogos, transexualismo não é doença. A visão do transexualismo como doença é controversa. Uma ação mundial tenta retirá-lo dos manuais de doenças da OMS e da Associação Americana de Psiquiatria. A campanha "Stop Trans Patologization" ["Parem de patologizar os trans"] tem o apoio, aqui, do Conselho Federal de Psicologia. Segundo a psicóloga Ana Ferri de Barros, que coordena a comissão de sexualidade e gênero do conselho paulista, o acesso à cirurgia de mudança de sexo pelo SUS não deveria depender do diagnóstico. "Defendemos a despatologização das identidades 'trans' e também o acesso universal à saúde", diz.



Cirurgia bariátrica aos 16 anos - De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o número de cirurgias para redução do estômago saltou de 1.773 em 2003 para 5.332 em 2011, ou seja, um aumento de 200%. Os recursos para esses procedimentos também cresceram. Passaram de R$ 5,7 milhões em 2003 para R$ 30 milhões em 2011. Nos três primeiros meses deste ano, foram realizadas 1.276 cirurgias, sendo gastos R$ 7 milhões. O sedentarismo e os maus hábitos alimentares têm contribuído para o aumento no número de pessoas que estão acima do peso, o que é verificado com o índice de massa corporal (IMC) entre 25,1kg/m2 e 29,9kg/m2. De acordo com dados divulgados pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), quase metade da população brasileira está acima do peso. O percentual passou de 42,7% em 2006 para 48,5% em 2011. No mesmo período, a proporção de obesos subiu de 11,4% para 15,8%. Dados do Ministério da Saúde mostram que Belo Horizonte tem 45,3% de sua população com excesso de peso e 14,2% classificada como obesa. A substituição da compulsão por alimento por sexo, álcool, jogos e até internet é um dos temas mais polêmicos entre os especialistas que tratam da obesidade. De acordo com o presidente da Comissão de Especialidades Associadas (Coesas), da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, o psiquiatra Adriano Segal, o percentual de pessoas que desenvolvem outras dependências é pequeno, cerca de 5%. Durante o Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde discutiram os aspectos psicológicos relacionados à cirurgia bariátrica. "Para quem sai de um momento de privação existencial, dar uma "abusadinha" é normal. Passa a ser patológico quando se transforma em um comportamento contínuo", diz Segal. ÁLCOOL -  O alcoolismo é apontado como uma das complicações da cirurgia. O psiquiatra explica que entre os pacientes obesos que vão fazer a cirurgia, de 12% a 13% sofrem de alcoolismo. Depois da cirurgia, há um incremento de dois pontos percentuais, passando para 15%. "O número não é muito diferente da prevalência do alcoolismo na população de forma geral", afirma Adriano. A psicóloga Alessandra Dias Mattar, da equipe Clínica LEV, de Uberlândia, reforça a importância do acompanhamento multidisciplinar por dois anos. Segundo ela, os problemas mais comuns depois da cirurgia são alcoolismo e compulsão por compras.



Paciente que usava silicone PIP perde ação - A 6ª Vara Federal de Porto Alegre negou o pedido para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fosse obrigada a indenizar uma paciente com implante da prótese de silicone da empresa Poly Implants Prothese (PIP). "A Justiça reconheceu que a Anvisa não pode ser responsabilizada pela fraude. O implante usado na paciente não é o mesmo que havia sido registrado no País", afirmou o diretor adjunto da agência, Luiz Roberto Klassmann. A ação foi extinta sem julgamento de mérito. A autora da ação sofreu rompimento da prótese de silicone PIP, adulterada pelo fabricante. Durante a cirurgia de remoção, ela teve perda do tecido mamário. Na ação, ela reivindicava pagamento pela agência por danos  morais e físicos.


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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Campanha “Mulheres e Direitos” convoca sociedade e poder público




Prezado Nilo,

Grato pelo interesse no trabalho da ONU. Conforme solicitado, envio abaixo o release do lançamento da Campanha “Mulheres e Direitos”. Estamos à disposição para qualquer outra informação necessária.

Att,
Ulisses Lacava
UNFPA

Description: http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00001888.jpg                                         Description: http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00001889.jpg


Campanha “Mulheres e Direitos” convoca sociedade e poder público para o fim da violência e promoção da igualdade de gênero

Iniciativa será lançada nesta sexta-feira (5/8), no Rio de Janeiro, nas presenças de Maria da Penha, da ministra Luiza Bairros (Igualdade Racial) e da Subsecretária de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres, Aparecida Gonçalves (Políticas para as Mulheres). Com peças enfocadas em homens, mulheres em situação de violência e populações do Norte e Nordeste do Brasil, a campanha valoriza a contribuição da Lei Maria da Penha e da rede de serviços de atendimento às mulheres em situação de violência


Às vésperas dos cinco anos de criação da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06), as Nações Unidas, no âmbito da Equipe Conjunta sobre Aids, o Instituto Maria da Penha e parceiros lançam nesta sexta-feira (5/8), às 10h30, no Rio de Janeiro, a campanha “Mulheres e Direitos”.  O ato terá as presenças de Maria da Penha Maia Fernandes, cuja história de sobrevivência impulsionou a criação da lei; da ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros; da subsecretária de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres, Aparecida Gonçalves; da Deputada Federal Jandira Feghali; do coordenador residente das Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek; do coordenador do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil, Pedro Chequer; do representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Harold Robinson; da coordenadora de Programas da ONU Mulheres - Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, Júnia Puglia; das atrizes e atores da campanha; e representantes da sociedade civil, entre outras autoridades.

Ao mesmo tempo em que sensibiliza a população brasileira para a redução da violência e a promoção da igualdade de gênero e saúde da mulher, a campanha “Mulheres e Direitos” valoriza a contribuição da Lei Maria da Penha e da rede de serviços de atendimento às mulheres em situação de violência no Brasil, a exemplo da Central 180, delegacias especializadas, casas-abrigo, juizados, varas criminais, núcleos e centros de atendimento, entre outros.

Por meio de três filmes, a campanha “Mulheres e Direitos” enfoca os seguintes públicos: homens, mulheres em situação de violência e populações do Norte e Nordeste do país.

Um caso emblemático no mundo
Todas as peças da campanha “Mulheres e Direitos” são estreladas pela biofarmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, que foi agredida pelo seu ex-marido por seis anos e alvo de duas tentativas de assassinato: uma por tiros, que a deixaram paraplégica, e a outra por eletrocução e afogamento.  Sobrevivente e em busca dos seus direitos, Maria da Penha obteve apoio dos movimentos de mulheres e encaminhou o seu caso à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). Entre as recomendações da OEA, em 2001, estavam a criação de uma lei para prevenção, punição e eliminação da violência contra as mulheres e a indenização de Maria da Penha, que de fato se concretizou sete anos após a sugestão da OEA e 25 anos após às tentativas de assassinato.

Segundo pesquisas da ONU, uma em cada três mulheres será vítima de violência ao longo da sua vida. A eliminação da violência é uma das prioridades do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, reforçada pela campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” que, até 2015, pretende mobilizar diferentes públicos, entre eles homens líderes, juventude, comunidades não-tradicionais e mídia.

Inovação na linguagem
O primeiro filme da campanha “Mulheres e Direitos” é dirigido aos homens. Os atores Milton Gonçalves e Bernardo Mesquita e o dançarino Carlinhos de Jesus convocam o público masculino a acabar com a violência contra as mulheres. A peça considera os novos dados sobre violência contra as mulheres, divulgados em 2010 pela Fundação Perseu Abramo, de que um em cada quatro homens sabe de algum parente próximo que já bateu na mulher e de que quase metade dos homens tem algum amigo ou conhecido que agride a sua esposa. No filme, os atores falam sobre o avanço das mulheres na sociedade brasileira e tomam partido pela igualdade de gênero, uma aposta no papel estratégico dos homens para a eliminação da violência.

No segundo filme, quatros mulheres – negra, indígena, branca e outra de meia idade – buscam ajuda numa delegacia especializada de atendimento à mulher. A sequência registra o momento em que as mulheres dão um basta à violência e acessam os serviços públicos. A peça evidencia que a violência contra a mulher atinge todas as mulheres, independente de raça, etnia, classe social e idade, mostrando ainda a importante funcionalidade das delegacias especializadas no atendimento às vítimas.

Na terceira peça, duas mulheres do Norte e Nordeste do país – uma negra e outra indígena – lavam roupa num rio e conversam sobre os primeiros sinais da violência, quando os homens começam a querer controlar as suas vidas. O filme foi produzido sob a inspiração das comunidades indígenas e ribeirinhas e de mulheres do Norte e Nordeste, consultadas no Plano Integrado das Nações Unidas para o estado do Amazonas, o Amazonaids, como uma ferramenta para a conscientização da população local.

Mais investimentos: políticas para as mulheres
Com uma média diária de 10 assassinatos de mulheres e 70% das agressões cometidas no ambiente doméstico, o fenômeno da violência no Brasil é um tema que traz novos desafios para o poder público e a sociedade. Entre eles estão a ampliação da rede de atendimento às mulheres em situação de violência e o aumento dos investimentos nas políticas públicas para a autonomia das mulheres.

A campanha “Mulheres e Direitos” é uma iniciativa da ONU, no âmbito da Equipe Conjunta sobre Aids e de parceiros. É liderada pelo UNAIDS – Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids; a ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres; o UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas; o UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância; tem o apoio do UNIC Rio – Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil e  é assinada em parceria com o Instituto Maria da Penha. Os filmes foram produzidos pela Documenta Filmes, tendo direção de Angela Zoé e coordenação da [X] Brasil Publicidade em Causas/Daniel de Souza. A marca original da campanha, criada com base em conceitos estabelecidos pela ONU, é assinada pelo designer Jair de Souza.

Lançamento da campanha “Mulheres e Direitos”
Data: 5 de agosto de 2011 (sexta-feira)

sábado, 12 de fevereiro de 2011

UNICEF e UNFPA pedem fim da mutilação genital feminina

Data: Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011, 11:26


Nº 01/11 - 10/02/2011
UNICEF e UNFPA pedem fim da mutilação genital feminina
Nova York - Por ocasião do Dia Internacional de Tolerância Zero da Mutilação Genital Feminina e da Excisão (MGF/E), os Diretores do UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, Babatunde Osotimelhin, e do UNICEF, Fundo das Nações Unidas para a Infância, Anthony Lake, renovaram, num comunicado conjunto, o seu empenho em por um fim a essas práticas, que já vitimaram de 100 a 140 milhões de mulheres em todo o mundo. leia mais
Mundo com 7 bilhões de pessoas e população jovem são as prioridades do novo Diretor Executivo do UNFPA
Em seu primeiro discurso ao Conselho Executivo do PNUD/UNFPA, Dr. Babatunde Osotimehin descreveu a população mundial de 7 bilhões de pessoas, que será alcançada em 2011, como “um marco importante na história humana”, no qual “cada pessoa deve gozar da dignidade e dos direitos humanos, e ter a oportunidade para aproveitar ao máximo seu potencial”. leia mais
Cartilha alerta sobre a violência contra mulheres
Uma em cada três mulheres em todo o mundo sofre algum tipo de violência durante sua vida. O número mostra a necessidade de ampla conscientização sobre os direitos da mulher. Com o intuito de alertar e informar sobre o problema, o UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, o UNAIDS, ACNUR, OPAS e UNIFEM/ONU-Mulheres lançam a cartilha “Direitos da Mulher – Prevenção à Violência e ao HIV/Aids”. leia mais
UNFPA solicita esforços renovados para apoiar as mulheres e jovens do Haiti
Um ano após o terremoto devastador no Haiti, o UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, apela para um maior apoio às mulheres e jovens vivendo no país em recuperação e reconstrução. leia mais
Assume novo diretor executivo do UNFPA
O médico nigeriano Babatunde Osotimehin é o novo Diretor Executivo do Fundo de População das Nações Unidas. Ele sucede a Thoraya Ahmed Obaid, que permaneceu 10 anos à frente do UNFPA. leia mais

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