Introdução ao tratamento para Coinfecção por HIV/Hep C Colegas, tudo bem? Escrevo para falar um pouco de Hep C, e sobre tudo de coinfecção HIV/Hep C. Quão frequente é a coinfecção? Como exemplo, no Bol. Epidemio do Mun de SPaulo no período 2007-2012 foram notificados mais de 26000 casos de Hep C no município, dos quais 3.354 (12,7%) pelo menos também tinham HIV. O tratamento era o mesmo para pessoas com Hep C coinfectadas ou não, até alguns anos atrás: peg interferon + ribavirina. Muito tóxico, podendo provocar anemia profunda e depressão. Leva à suspensão dele em boa proporção dos tratados. Mas em muitos casos produz a CURA da infecção pela Hep C. A partir de 2011-2012 foram incorporados os inibidores de protease do vírus da HEP C chamados boceprevir e telaprevir. Então o tratamento continuou tóxico, mas a eficácia aumentou. Sò que não era administrado segundo as Diretrizes de Tratamento do MS nenhum dos dois novos Inib de protease.para os coinfectados! Aqui o tratamento passou a ser diferente entre os infectados SÓ por Hep C e os coinfectados HIV/Hep C. Na atualidade estão chegando vários novos medicamentos como o SOFOSBUVIR (marca Sovaldi, do lab Gilead) que usam só a ribavirina, e não precisam de interferon. Este já está aprovado pela FDA. . Mas há outros que devem ser aprovados neste ano e no ano próximo, alguns dispensando o peg interferon e a ribavirina como a combinação sofosbuvir + ledipasvir, muitíssimo mais eficazes (mais de 90% de eficácia!), com tratamento mais curto e muito menos tóxicos! A OMS lançou Diretrizes sobre o tratamento para Hep C e para coinfecção em abril deste ano. O problema é o preço: a Gilead quer vender nos EUA por 84000 dólares o tratamento com sofosbuvir de 3 meses, ou seja mil dólares a pílula diária! Houve ou há negociações com Egito (a 900 dólares o tratamento) e India (2500 ou 3000 dólares). O MS está negociando, nos informaram. Não sabemos quais serão os preços, mas é claro que a questão do acesso tem que ser garantida e se houver preço extorsivo o MS poderá usar as flexibilidades da lei de patentes. Temos que lembrar que temos uma lei de patentes e que tem Projetos de Lei para melhorá-la. Além disso há uma mobilização internacional pelo acesso aos medicamentos para Hep C. Em todo caso, esta introdução é para dizer que mandarei alguns artigos sobre este assunto para vcs, porque acho fundamental garantir o tratamento para as pessoas coinfectadas, e evidentemente também para os mono-infectados por Hep C. Abraços Jorge _
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 28 de maio de 2014
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Aliança com Maluf na candidatura è Pref de São Paulo
fiquei estarrecido.
Como dizem que a aliança é de partidos, lembremos que há cargos prometidos para o partido do Maluf no governo do Haddad (PT) se ganhar. Fora os que levou no gov federal como adiantamento, é claro.
Podemos lembrar Maluf como governador de SP pela Ditadura, ou como uma pessoa que não pode sair do Brasil porque a Interpol vai deté-lo.
Ou lembrar de seu governo na cidade de SP. Já pensaram na volta do PAS para a cidade de São Paulo? Talvez sejam estes os cargos prometidos na aliança entre os partidos!
Fiquei contente que alguns militantes do PT como PAulo Mariante (que respeito muito) lançaram um ab assinado para que o PT revise a aliança com o PP em SP.
Lembro que no segundo turno entre COVAS e MALUF pelo governo do Estado, o Forum de ONGs/AIDS de SP apresentou seu Programa Mínimo para COVAS somente, e quando ele assinou, declarou o apoio a ele. Foi a única vez que o Fórum de ONG s/ AIDS de SP fechou com um candidato. Eu fiquei e estou particularmente satisfeito com esta escolha.
Abraços,
Jorge
Caro Beloqui,
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Ativistas criticam novo prazo para regularização de testes de carga viral 27/07/2011 - 12h35 Em resposta ao novo prazo do Ministério da Saúde para a regularização do estoque de exames de carga viral (Leia aqui), ativistas reforçaram a necessidade de estoques reguladores e pediram a reestruturação do SUS. Segundo o ministro Alexandre Padilha, a situação estará normalizada até o final de agosto. O prazo inicial, divulgado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais na semana passada, era o começo do próximo mês. “Quem conhece a logística do Ministério da Saúde sabe que seria impossível acabar com o problema nas primeiras semanas de agosto. Uma coisa é o material chegar aos Estados e municípios, outra é estar disponível aos usuários”, disse o representante do Fórum de ONG/Aids do Estado do Rio de Janeiro, William Amaral. As explicações oficiais de que a falta de kits para os exames aconteceu porque algumas empresas que participavam da licitação de compra entraram com recursos, atrasando o processo, não serviram como justificativa para William. “O governo precisa estar preparado para essas situações. Mais uma vez fica clara a necessidade de estoques emergenciais”, afirmou. Segundo o ativista, “o Departamento de Aids está desaprendendo como combater a doença.” Já o integrante do GIV (Grupo de Incentivo à Vida), Jorge Beloqui, avaliou que a situação não pode ser vista com um problema pontual. “Esta não é uma dificuldade isolada da resposta brasileira à aids. Recentemente faltaram vários remédios", lembou. “É preciso reestruturar o SUS, desde o Ministério até o municípios". Beloqui também cobrou informações do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais de um diagnóstico que seria realizado pelo órgão sobre o fluxo de medicamentos. Em março deste ano, quando o antirretroviral atazanavir 300mg teve a distribuição fracionada para evitar o desabastecimento, o diretor do Departamento, Dirceu Greco, afirmou à Agência Aids que em cerca de 30 dias essa análise seria concluída. Fábio Serrato Dica de Entrevista William Amaral Fórum de ONG/Aids do RJ Tel.: (21) 3563-6440 Jorge Beloqui GIV Tel.: (11) 5084-0255 / 11 5084-7465 http://www.facebook.com/l/
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
El papel de las personas que viven con el VIH en la investigación de la prevención biomédica y en la búsqueda de nuevas herramientas de prevención del
El papel de las personas que viven con el VIH en la investigación de la prevención biomédica y en la búsqueda de nuevas herramientas de prevención del VIH
(continuação da postagem de Jorge Beloqui)
Antecedentes: Personas que viven con el VIH y nuevas tecnologías de prevención
El desarrollo de nuevas tecnologías de prevención (NTP) mediante la investigación biomédica podría ofrecer nuevas herramientas muy útiles para la respuesta mundial al VIH. Las personas que viven con el VIH deben desempeñar un papel central en la definición del campo de investigación de la prevención biomédica y las NTP. 1
Aumentar el acceso al tratamiento del VIH es una prioridad de salud mundial y una parte esencial de un enfoque integral para hacer frente al virus. Sin embargo, por cada dos personas que acceden al tratamiento del VIH en todo el mundo, a cinco se les diagnostica el virus.
Los activistas piden por tanto que se mejore el acceso a las opciones de prevención ya existentes que han demostrado ser efectivas. En la mayoría de las poblaciones más expuestas al riesgo de infección, el acceso a preservativos masculinos y femeninos, el intercambio dejeringas, la circuncisión médica masculina, la profilaxis pós-exposición (PPE), la prevención de la transmisión vertical y la consejería y al testeo voluntario es inadecuado. Al evaluar cómo ampliar el número de herramientas disponibles para prevenir el VIH también necesitamos tener presente que las personas necesitan tanto nuevas herramientas como también un mejor acceso a las herramientas de prevención del VIH ya existentes que han demostrado ser eficaces. Ni la investigación ni una mejora del acceso a las herramientas de prevención existentes podrán por si solas cambiar el curso de la pandemia. Necesitamos ambas.
Todo este trabajo debe realizarse asegurando que la salud sexual y reproductiva y los derechos de las personas que viven con el VIH sean abordados de manera adecuada. Las personas con VIH necesitan acceder a diversas herramientas de prevención del VIH que reduzcan el riesgo de que se infecten con nuevas cepas del VIH y otras infecciones de transmisión sexual, mejoren sus opciones de salud reproductiva y protejan a sus parejas. Estas nuevas herramientas también son esenciales para las personas que no pueden negociar siempre el uso del preservativo con sus parejas o que no desean utilizar preservativos, por ejemplo, cuando desean tener hijos. Se necesita una investigación continua y direccionada para garantizar que las nuevas tecnologías de prevención sean seguras, de bajo costo, accesibles y que respondan a las necesidades de las personas que viven con el VIH.
En función de su experiencia como participantes en procesos de ensayos clínicos para la investigación y el desarrollo de tratamientos del VIH, las personas con VIHcon VIH están aplicando sus conocimientos científicos para influir en la dirección de la investigación de las NTP.
Durante los últimos años el campo de investigación de la prevención del VIH se ha centrado cada vez más en las posibilidades de la “prevención basada en los antirretrovíricos (ARVs)”, en especial en la (PrEP) y los microbicidas. Sin embargo, el uso de compuestos que contienen ARVspara la prevención plantea varias cuestiones sobre su seguridad, la posibilidad de desarrollar resistencia a los medicamentos, la necesidad de ampliar los testeos y sobre las implicaciones para las opciones de tratamiento de aquellos que se infectan por el VIH durante los ensayos. Por eso, el papel de las personas que viven con el VIH en la definición de la investigación de la prevención biomédica y la búsqueda de NTP es, ahora más que nunca, de vital importancia.
El trabajo de GNP+ en torno a las nuevas tecnologías de prevención (NTP)
El siguiente documento de trabajo ofrece una visión general de tres temas clave que han surgido a partir del trabajo consultivo inicial de GNP+ sobre el papel de las personas que viven con el VIH en la investigación de la prevención biomédica y de las NTP. Las cuestiones que hemos resaltado en este documento evolucionarán sa medida que también evolucione este trabajo .
En 2009 GNP+ constituyó un grupo de trabajo compuesto por miembros de seis redes regionales de personas que viven con el VIH y redes asociados para ayudar a perfilar este estudio sobre las NTP. Lo que GNP+ pretende con este trabajo es garantizar que se reconozcan y aborden los derechos e intereses de las personas VIH-positivas mediante una mayor participación de las redes de personas que viven con el VIH en la investigación y el desarrollo de las NTP. Los objetivos de nuestro trabajo en esta área son:
Respaldar el proceso de documentación de experiencias y perspectivas de personas con VIH en torno a las nuevas tecnologías de prevención, con especial atención a aquellas basadas en ARVs.
Subrayar y promover las oportunidades para que las personas que viven con el VIH participen en la investigación y el desarrollo de nuevas tecnologías de prevención.
Informar a las redes regionales y nacionales de personas que viven con el VIH sobre los avances en este campo de las nuevas tecnologías de prevención.
EL grupo de trabajo celebró cuatro teleconferencias en torno a algunas de las principales consideraciones éticas de los ensayos de prevención del VIH, la participación de las personas con VIH en la investigación de la prevención y el uso de ARVs como prevención. Un foro de diálogo en línea ofreció a los miembros del grupo de trabajo la oportunidad de continuar dialogando entre las conferencias y de compartir sus experiencias y perspectivas regionales. A continuación se presenta un resumen de estas discusiones.
Consideraciones éticas en los ensayos de prevención del VIH
El grupo de trabajo revisó algunos de los principios y orientaciones básicos sobre la ética en la investigación en general y en la investigación de la prevención del VIH en particular. Posteriormente exploraron dos debates éticos específicos en torno a la investigación de la prevención del VIH y los estudios de casos: la pregunta de si se explota o no a aquellos que participan en los ensayos; y la evolución del pensamiento ético sobre el acceso a la atención y el tratamiento del VIH en los ensayos.
Estas son algunas de las cuestiones que se debatieron:
Cómo garantizar el consentimiento informado continuo y real de los participantes del ensayo.
Cómo determinar qué constituye un incentivo inadecuado y qué constituye un paquete justo de prevención, atención y tratamiento que los participantes del ensayo deben recibir (acceso a atención sanitaria, tratamiento, dinero para transporte, )
Cómo garantizar la confidencialidad y hacer frente al estigma y a la discriminación.
Cómo determinar qué estándar de prevención y atención o tratamiento debería ofrecerse en el ensayo.
Cómo garantizar el acceso a la atención y al tratamiento para los que seroconvierten (y las personas con VIH de parejas serodiscordantes) y para aquellos que descubren que son VIH-positivos durante loas exámenes de selección para el ensayo.
Cómo desarrollar las capacidades para que los ilocales de los ensayos den continuidad a la atención, el tratamiento, el apoyo y la prevención a largo plazo.
Cómo garantizar el acceso de los participantes y de sus comunidades a los productos evaluados en los ensayos, incluidas cuestiones de patentes.
Implicar a las personas que viven con el VIH en la investigación de la prevención
En una de las teleconferencias, Mitzy Gafos compartió sus experiencias sobre cómo implicar a las personas que viven con el VIH en los ensayos sobre prevención. Mitzy es científica social y fue una de la principales investigadoras de Africa Centre for Health and Populations en KwaZuluNatal, Sudáfrica, para la fase III de un ensayo clínico que evaluaba la aceptabilidad, seguridad y efectividad del gel microbicida PRO 2000. Mitzy compartió durante la conferencia los grandes desafíos a los que se enfrentaron en este ensayo para conseguir que las personas con VIH participaran y algunas de las formas con las que intentaron superarlas.
Mucha de la atención sobre las personas con VIH en el contexto de los ensayos de prevención del VIH recae en aquellos participantes que se infectan por el VIH en el transcurso del ensayo. Sin embargo, las personas que viven con el VIH participan directamente en los ensayos de prevención en al menos tres niveles (además de estar en las Juntas de Asesoramiento Comunitario): como participantes potenciales que durante el proceso de reclutamiento o de selección resultan VIH-positivos y son excluidos del ensayo; como participantes que se infectan por el VIH en el transcurso del ensayo; y como personal del ensayo. Las necesidades de este último grupo en particular se abordan en contadas ocasiones.
Posibles voluntarios VIH-positivos que son eliminados del ensayo: Sin voluntarios que se presenten a los ensayos de pruebas no sería posible conseguir participantes. Por lo tanto hay cierto sentido de responsabilidad a la hora de gestionar la atención de los voluntarios que son excluidos del ensayo. Trabajando con grupos comunitarios, el estudio identificó estrategias que podían ser utilizadas para evitar el estigma dirigido a las mujeres excluidas del ensayo por ser seropositivas y para facilitar su derivación a servicios de tratamiento locales cuando fuera necesario. Cerca de un cuarto de los que se presentaron como voluntarios fueron excluidos del ensayo en función de su estado seropositivo. El personal del estudio cree que la mayoría de las mujeres no sabía que era VIH-positiva.
Participantes que se infectaron por el VIH durante el ensayo: Las mujeres que seroconvirtieron durante el ensayo recibieron consejería intensiva y fueron derivadas a las clínicas del Ministerio de Salud para garantizar que siguieran recibiendo atención y tratamiento una vez finalizó el ensayo. Ninguna quería hablar abiertamente sobre el VIH y muchas reconocieron que no le revelarían su estado serológico a sus parejas.
Algunas de las mujeres que o bien fueron excluidas o se infectaron durante el ensayo nunca llegaron a acceder a los servicios de tratamiento y atención, a pesar de que el equipo del estudio hizo grandes esfuerzos para derivarlas a otros servicios y para hacer un seguimiento que permitiera garantizar que estuvieran vinculadas a estos. Esto se debe en parte a los obstáculos que dificultan el acceso en esta región, como los mensajes confusos sobre los ARVs y el estigma. A pesar de que KwaZulu Natal es la provincia más afectada por el VIH en Sudáfrica, todavía existe un nivel increíblemente alto de silencio y estigma en torno al VIH.
Personal seropositivo del ensayo:
La mayoría de las personas que trabajan en los lugares donde se llevan a cabo los ensayos son de la zona y por lo tanto corren el mismo riesgo ante el VIH que la población general. En muchos casos la proporción del personal que tiene probabilidades de ser VIH-positivo puede ser muy alta. Aunque se pueda esperar que un equipo de personas que trabaja en prevención del VIH sean los primeros que se realicenlaspruebas de detección del VIH y revelen su estado, evidentemente están sometidos al mismo miedo y estigma que el resto de la comunidad. El equipo del ensayo puso en práctica diversas estrategias para intentar alentar a los empleados a hablar más abiertamente sobre el VIH. Sin embargo, la mayor parte del personal seropositivo decidió no revelar su estado serológico y muchos no accedieron ni a los exámenes ni al tratamiento.
Para implicar a las personas que viven con el VIH de manera significativa en todos los aspectos de la investigación sobre la prevención del VIH se necesitan múltiples estrategias que abarquen diversos niveles de participación. Estas estrategias se deben concebir con la ayuda personas que viven con el VIH y hacer frente a los contextos específicos en los que viven.
Uso de ARVs como prevención
El grupo de trabajo también debatió la prevención basada en ARVs, con especial atención en la PrEP. El uso de ARVs como prevención plantea una serie de cuestiones que son de especial interés para las personas que viven con VIH.
La disponibilidad de nuevas opciones de prevención basadas en ARVs (PrEP, microbicidas, tratamiento como prevención) requerirá un acceso regular a las pruebas, que pueden convertirse en una puerta de acceso clave al tratamiento y a la prevención. ¿Qué tipo de oportunidades presenta este tipo de prevención para vincular las pruebas, la prevención, la atención y el tratamiento? ¿Cómo abordamos las barreras que existen en la actualidad, como la falta de percepción de riesgos, el estigma y la discriminación?
En cuanto a la población y desde una perspectiva ética, ¿qué pensamos sobre la utilización de ARVs como PrEP cuando solo un 42% de las personas que viven con VIH en países de ingresos medios y bajos que son clínicamente elegibles para recibir tratamiento con ARVs tienen acceso a este?
¿Hasta qué punto nos tiene que preocupar el intercambio de medicamentos ARVs o su mercado negro?
¿Qué preocupaciones sobre la seguridad pueden surgir cuando se utilizan ARVs como prevención? ¿Qué riesgos existen de desarrollar y propagar un virus resistente a los medicamentos?
¿Hasta qué punto los llamamientos a realizarse exámenes de detección podrían desembocar en un mejor acceso al tratamiento para aquellos que resultan seropositivos?
La financiación del tratamiento, la solidez de los sistemas sanitarios y la continuidad del suministro de medicamentos siguen siendo problemáticos en muchos contextos. ¿Qué impacto tendría el posible uso de ARVs como prevención? ¿Cómo participarán las personas que viven con VIH en las decisiones sobre qué programas tienen prioridad?
La PrEP requiere que se acceda a un proveedor de atención sanitaria (para prescribir ARVs) y pruebas regulares del VIH (para garantizar que aquellos que usan este tipo de profilaxis sigan siendo seronegativos y para reducir el riesgo de resistencia a los medicamentos). Por todas estas razones, muchos investigadores y formuladores de políticas creen que es poco probable que la población general pueda disponer de esta medida de prevención. Es más probable que se ponga a disposición de aquellas personas que corren alto un riesgo de infectarse y que no pueden reducir el riesgo de otra manera. En este contexto, ¿cómo superamos el estigma y las barreras que dificultan el acceso de estos grupos vulnerables?
Necesitamos nuevas herramientas de prevención del VIH, como microbicidas y PrEP.
Conclusión
El campo de la investigación sobre la prevención biomédica y las nuevas tecnologías de prevención seguirá evolucionando en los próximos años. Cada vez se presta más atención a la prevención basada en ARVs, por lo que es realmente relevante para las personas que viven con VIH. Una de las ventajas de contar con personas que viven con VIH involucradas en los esfuerzos existentes de promoción e investigación de las nuevas tecnologías de prevención es que ayuda a garantizar que sus experiencias, derechos e intereses sean reconocidos y abordados. GNP+ seguirá promoviendo la participación de las personas que viven con el VIH en este campo.
Algunas de las lecciones extraídas de las conversaciones mantenidas son las siguientes:
Las redes de personas que viven con el VIH están interesadas en los diversos debates éticos que rodean a la investigación de la prevención del VIH en general.
La experiencia de abogar por una conducta ética en los ensayos de tratamiento permite que las personas que viven con el VIH contribuyan de manera singular y valiosa a los debates sobre la ética de la investigación sobre la prevención del VIH.
Los intereses y necesidades específicos de las personas con VIH en la investigación de la prevención biomédica del VIH reciben mayor atención cuando son las propias personas con VIH quienes los articulan y promueven.
Los participantes que se infectan por el VIH durante los ensayos pueden ser derivados con éxito a los servicios de atención, tratamiento y apoyo adecuados, si bien puede que solo necesiten tratamiento una vez que finalice el ensayo. Sin embargo, para algunos participantes, el estigma que rodea al VIH incluso en contextos de alta prevalencia, es en ocasiones una barrera a la hora de acceder a estos servicios.
La prevención basada en ARVs puede presentar oportunidades para vincular más estrechamente los testeos, la prevención y el tratamiento, aunque se debe prestar una atención especial a los obstáculos al acceso tanto existentes comolos que puedan surgir .
Todavía quedan por responder cuestiones importantes sobre la prevención basada en los ARVs, y las personas que viven con el VIH pueden contribuir a abordarlas: problemas éticos en torno al testeo y al hecho de disponer de ARVs para la prevención cuando no son accesibles para el tratamiento en muchos contextos; la posibilidad de desarrollar resistencia a los medicamentos, de compartir medicamentos y de la aparición de mercados negros; cuestiones de seguridad; posibles barreras en la financiación y competencia entre los programas de prevención y tratamiento.
Las personas que viven con VIH deben desempeñar un papel esencial en la promoción de un mejor acceso a las opciones de prevención existentes y en el desarrollo de nuevas herramientas de prevención.
Recomendaciones para el trabajo en el futuro:
Se debe ofrecer a las redes de personas que viven con el VIH oportunidades de formación y entrenamiento sobre la naturaleza específica y los retos éticos de la investigación sobre la prevención biomédica.
Los debates éticos sobre la investigación de la prevención deben tener en cuenta las experiencias y perspectivas de las personas con VIH, especialmente en torno a la promoción de la conducción éticade los ensayos de tratamiento.
Se debe invitar explícitamente a las personas con VIH a participar en debates sobre la ética en la investigación de la prevención.
Las personas que viven con el VIH deberían participar en el diseño de enfoques de derivación y seguimiento apropiados que vinculen a las personas con VIH participantes en los ensayos de prevención del VIH (voluntarios excluidos, voluntarios participantes y empleados) con los servicios de atención, tratamiento y apoyo. Las personas que viven con el VIH deberían también participar en el diseño de estrategias de reducción de riesgos en el consejería, la selección, el consentimiento informado y la retención en los ensayos.
Las personas que viven con VIH deberían participar activamente en la definición del campo de la investigación sobre la prevención biomédica. Debemos colaborar estrechamente con activistas pro tratamiento y activistas de la prevención para garantizar que se aborden adecuadamente los obstáculos y preocupaciones en torno a la prevención basada en ARVs. Debemos desarrollar estrategias para garantizar que las oportunidades ofrecidas por las nuevas tecnologías de prevención se hagan realidad y reflejen los derechos de salud sexual y reproductiva y las necesidades de prevención de las personas que viven con VIH.
Oportunidades para la participación en el futuro
Si tiene solo de 5 a 15 minutos…
Lea el manual producido por GNP+: Nuevas herramientas de prevención: ¿Qué son? ¿Qué importancia tienen para las personas que viven con el VIH?
Visite una de las páginas web incluidas en el manual sobre las nuevas tecnologías de prevención (NTP)
Regístrese en el boletín informativo sobre las NTP de AIDS Vaccine Advocacy Coalition (AVAC) (http://www.avac.org/ht/d/Join/TPL/Advocates/pid/948) o en Global Campaign for Microbicides (GCM) (http://www.global-campaign.org/signupGCNews.htm), o únase a una lista de distribución de African Microbicides Advocacy Group (AMAG) (http://www.global-campaign.org/amag.htm) o de International Rectal Microbicide Advocates (IRMA) (http://www.rectalmicrobicides.org/contact.php)
Comparta este documento con otro activista, compañero, investigador o formulador de políticas.
Si tiene solo de 30 a 60 minutos…
Lea algunos de los excelentes recursos de uno de los sitios web incluidos en el manual sobre NTP de GNP+.
Hable a los miembros de su comunidad sobre su interés en las NTP.
Organice un debate con sus compañeros y otro grupo.
Participe de una teleconferencia gratuita sobre las NTP. Grupos como AVAC, GCM e IRMA organizan regularmente llamadas mundiales anunciadas en sus sitios web, boletines informativos y listas de distribución.
Si quiere participar activamente en la definición del campo de las nuevas tecnologías de prevención...
Únase a un grupo de promoción de las NTP en su región e implíquese en su trabajo.
Conviértase en el portavoz de su comunidad para la participación de las personas que viven con VIH en la investigación de la prevención biomédica consiguiendo apoyo organizativo, celebrando debates e implicando estratégicamente a los medios de comunicación con el apoyo y las orientaciones de otros interesadoen las NTP.
Contacte otras personas que viven con VIH, activistas, investigadores, responsables de formular políticas y donantes para que se unan a sus esfuerzos, definan políticas que respalden la participación de las personas con VIH en la investigación sobre la prevención y ofrezcan ayuda económica para la investigación y las actividades de promoción.
1 Consulte el manual Nuevas herramientas de prevención: ¿Qué son? ¿Qué importancia tienen para las personas que viven con el VIH? Global Network of People Living with HIV (GNP+)
do site:http://rnpvha.org.br/portal/modules/mydownloads/singlefile.php?cid=24&lid=137Veja também: "Novas ferramentas de Prevenção"neste blog
sábado, 14 de agosto de 2010
Novas Ferramentas de Prevenção O que são elas? Qual a Sua Relevância para as Pessoas Vivendo com HIV (VIH)? Jorge Beloqui
Novas Ferramentas de Prevenção
O que são elas? Qual a Sua Relevância para as Pessoas Vivendo com HIV (VIH)?
Informações Básicas: Novas Tecnologias de Prevenção (NTPs) em contexto
Para garantir uma abordagem compreensiva para lidar com o HIV, a comunidade internacional está reivindicando investimentos constantes e um empenho maior para o acesso universal à prevenção, aos cuidados, ao tratamento e ao apoio, inclusive um maior acesso aos meios existentes comprovados de prevenção da transmissão do HIV. Ao mesmo tempo, o mundo precisa de novas ferramentas e tecnologias de prevenção que funcionem com os métodos de prevenção existentes, complementando-os.
Há vários esforços globais no momento para desenvolver novas tecnologias de prevenção do HIV. Atualmente, estão sendo realizadas pesquisas sobre microbicidas vaginais e retais, vacinas, profilaxia pré-exposição (PrEP) e a utilização do tratamento para o HIV como prevenção.
A pesquisa sobre NTPs é um processo prolongado, que leva 12 anos ou mais para passar do laboratório e da testagem em animais para os estudos de segurança e eficácia e, então, passar pela aprovação regulamentar e pelos estudos pós-marketing.
Este kit de ferramentas traz uma breve definição de cada uma das ferramentas de prevenção potenciais sendo pesquisadas, faz uma descrição geral da situação atual das pesquisas e discute sua relevância para as pessoas vivendo com HIV1. Ele, então, faz um resumo das pesquisas sobre tecnologias de prevenção que fracassaram — diafragmas e barreiras cervicais e o tratamento para o vírus herpes simples (HSV-2). Finalmente, o kit de ferramentas apresenta uma visão geral das tecnologias de prevenção que atualmente temos à nossa disposição — preservativos femininos e masculinos, a circuncisão masculina médica, a profilaxia pós-exposição e a prevenção da transmissão vertical (às vezes chamada de transmissão de mãe para filho ou TMPF) — e faz um resumo das recentes constatações sobre estas tecnologias.
Ferramentas de prevenção potenciais
Microbicidas
Os microbicidas são substâncias que poderiam ser aplicadas na vagina ou no ânus para prevenir a transmissão sexual do HIV. Os microbicidas podem estar em forma de gel, espuma, creme ou película ou podem estar contidos num anel vaginal, que libera o ingrediente ativo gradualmente, ou em um enema ou ducha anal.
Vários microbicidas vaginais foram testados em ensaios clínicos. Seis microbicidas vaginais candidatos — nonoxynol-9, Savvy, sulfato de celulose, Carraguard, BufferGel e PRO 2000 — foram testados em ensaios de fase avançada e mostraram ser ineficazes na prevenção do HIV.
Uma série de candidatos da próxima geração, baseados em medicamentos anti-retrovirais (ARV), estão em fases mais iniciais de ensaios clínicos. Os resultados do estudo sobre o gel vaginal tenofovir Fase IIB são esperados para 2010.
A pesquisa sobre microbicidas anais está vários anos atrás da pesquisa sobre microbicidas vaginais. Em meados de 2008, o primeiro ensaio sobre a segurança dos microbicidas anais foi concluído. Outro ensaio, que testa o tenofovir, começou no final de 2009, e mais dois ensaios sobre a segurança anal estavam em estágio de planejamento no início de 2010.
Os microbicidas não são apenas para as pessoas HIV negativas. Muitas pessoas HIV positivas também os querem. Um microbicida poderia reduzir o risco de uma pessoa HIV positiva se infectar com outras cepas do HIV. Alguns produtos também podem reduzir o risco de contração de outras infecções sexualmente transmissíveis ou infecções fúngicas (também chamadas infecções vaginais) Para pessoas com um sistema imunológico comprometido, isto poderia ser uma importante vantagem. Também é possível que um microbicida não-contraceptivo possa ajudar uma mulher HIV positiva a engravidar com pouco risco de colocar o seu parceiro HIV negativo em perigo.
Os microbicidas baseados em ARV provavelmente são mais potentes contra o HIV e podem durar mais que os microbicidas não baseados em ARVs. Porém, eles também poderiam ter mais efeitos colaterais, como a resistência aos medicamentos, se usados acidentalmente por alguém que já é HIV positivo. Por este motivo, os usuários terão de consultar um provedor de cuidados de saúde e fazer um teste de HIV antes de receberem estes produtos. Os produtos poderão ser obtidos somente com receita médica. Os microbicidas baseados em ARVs não são apropriados para serem usados por pessoas HIV positivas. Portanto, devem ser buscados microbicidas não-baseados em ARVs a fim de garantir uma nova alternativa de prevenção segura para as pessoas vivendo com HIV.
Profilaxia Pré-Exposição
A Profilaxia Pré-Exposição ou “PrEP” trata-se de uma estratégia de prevenção do HIV experimental que usaria os ARVs para reduzir o risco de infecção pelo HIV entre as pessoas HIV negativas. Nas estratégias atualmente sendo testadas, as pessoas HIV negativas tomariam uma dose diária de um só medicamento ou uma combinação de medicamentos. A PrEP pode ser comparada às pílulas anticoncepcionais (contraceptivas): assim como a pílula anticoncepcional é tomada uma vez ao dia para evitar a gravidez, a PrEP poderia ser tomada uma vez ao dia para evitar a infecção pelo HIV em caso de exposição.
A PrEP não é recomendada para a prevenção do HIV no momento, porque não sabemos ainda se ela realmente funciona para preveni-lo. Pesquisas estão sendo realizadas para ver se ela funciona ou não.
Os ensaios de PrEP atuais estão testando o tenofovir (Viread) ou o Truvada™ (tenofovir com emtricitabina), dois medicamentos anti-retrovirais atualmente utilizados como tratamento para a infecção pelo HIV. Há cinco estudos de grande escala em andamento testando a eficácia da PrEP. Estes estudos envolvem entre 1.200 e 5.000 pessoas. Os resultados destes ensaios estarão disponíveis entre 2010 e 2012. Um dos estudos sendo realizados é um estudo expandido sobre segurança, envolvendo 400 homens que fazem sexo com homens (HSH). Este estudo está investigando os efeitos colaterais, a adesão e o impacto da PrEP nos comportamentos de risco. Outro estudo sendo planejado envolverá 150 participantes e avaliará a viabilidade da PrEP tomada duas vezes por semana e antes das relações sexuais, ao invés de diariamente.
As pessoas vivendo com HIV estão envolvidas como participantes de um ensaio de grande escala sobre a eficácia da PrEP. O ensaio Partners PrEP, sendo realizado em Uganda e no Quênia, está inscrevendo 3.900 casais heterossexuais em relacionamentos sorodiscordantes. O ensaio testará a PrEP (tenofovir ou Truvada) para ver se ela evita que o parceiro HIV negativo se infecte. Os casais recrutados incluem um parceiro HIV positivo que não se qualifica ainda para tratamento, embora receba cuidados contínuos para o HIV.
Há casais sorodiscordantes participando também de um pequeno estudo que está examinando a dosagem de PrEP alternativa acima mencionada.
O teste de HIV precisará ser uma das condições para acessar a PrEP, pois apenas as pessoas que sabem que são HIV negativas podem usá-la de forma segura. Se você for HIV positivo e usá-la, provavelmente desenvolverá um vírus resistente aos medicamentos, o qual poderá ser transmitido a outras pessoas. Se você tiver um vírus resistente aos medicamentos, também poderá ser mais difícil tratar a sua infecção pelo HIV.
Vacinas
Uma vacina é uma substância que ensina o organismo a reconhecer e a se defender contra bactérias e vírus que causam doenças. A vacina causa uma resposta do sistema imunológico — o sistema de defesa do organismo — preparando-o para combater e também para se lembrar de como combater, caso se exponha a uma infecção específica. A vacina não é o mesmo que cura, mas previne a infecção ou retarda a progressão da doença.
Embora as vacinas preventivas tenham sido criadas para pessoas HIV negativas, acredita-se que elas possam ter um efeito terapêutico, se a pessoa vacinada acabar tornando-se HIV positiva. Uma vez que as vacinas apenas reduzem o risco de infecção — sem eliminá-lo — uma pessoa vacinada ainda pode tornar-se HIV positiva. Espera-se que a vacina que a pessoa recebeu quando ainda era HIV negativa possa ajudá-la quando ela se tornar HIV positiva, mantendo uma carga viral mais baixa e um sistema imunológico que funcione melhor do que se ela não tivesse sido vacinada. A vacina preventiva tomada enquanto a pessoa era HIV negativa poderia, assim, ter um efeito terapêutico quando ela se tornasse HIV positiva.
Há vacinas terapêuticas também estão sendo testadas, cujo objetivo é estimular a resposta imunológica do organismo ao HIV, a fim de melhor controlar a infecção entre as pessoas que já são HIV positivas.
No momento, não há nenhuma vacina preventiva ou terapêutica que comprovadamente funcione.
No início de 2010, havia quase 30 ensaios clínicos de vacinas preventivas experimentais para o HIV em andamento em mais de 20 países diferentes pelo mundo. A maioria destes ensaios consiste em pequenos estudos sobre segurança de Fase I e II.
Dois ensaios sobre a eficácia de uma vacina candidata chamada AIDSVAX terminaram em 2003. Ambos os estudos constataram que a candidata não protegia contra a infecção. Um dos ensaios foi feito entre homens homossexuais e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) nos Estados Unidos, no Canadá e nos Países Baixos. O outro ensaio foi feito entre pessoas que se injetam drogas (UDIs) na Tailândia.
No final de 2007, as vacinações em dois ensaios de prova de eficácia de Fase IIB de grande escala foram interrompidas depois que uma análise inicial planejada mostrou a falta de eficácia. Os ensaios estavam sendo realizados na Austrália, no Canadá, na República Dominicana, no Haiti, no Peru, na África do Sul e nos Estados Unidos. Ambos os ensaios foram desmascarados (isto é, foi dito aos participantes se eles haviam recebido o placebo ou a vacina experimental) depois que uma análise dos dados indicou a possibilidade de que a vacina do estudo, desenvolvida pelos Laboratórios de Pesquisa Merck, poderiam ter aumentado a probabilidade de infecção pelo HIV entre um determinado subgrupo que havia tomado a vacina. A vacina do estudo não causa a infecção pelo HIV. O aconselhamento sobre prevenção do HIV foi oferecido durante todo o ensaio e continua sendo oferecido. Os dados estão sendo analisados, e os resultados estão sendo divulgados à medida que são anunciados.
Em setembro de 2009, foram divulgados os resultados de um ensaio sobre eficácia de Fase III de grande escala na Tailândia. Este ensaio “prime-boost” testou uma combinação de duas vacinas, chamadas ALVAC e AIDSVAX, e constatou que a vacina diminuía o índice de infecção pelo HIV entre 26,2 e 31,2 por cento em comparação ao placebo. Os resultados do ensaio não mostraram que a vacina reduzia a carga viral das pessoas infectadas. Algumas análises indicam que a redução nas infecções foi estatisticamente significativa, assim, a possibilidade de o resultado ser por acaso é baixa. Porém, outras análises indicam que os resultados não foram estatisticamente significativos. Os resultados do ensaio continuam sendo analisados e serão importantes para orientar a futura pesquisa sobre vacinas e mostrar que uma vacina eficaz contra o HIV é possível.
Outra constatação recente e positiva no campo da pesquisa sobre vacinas foi a descoberta de dois anticorpos amplamente neutralizantes contra o HIV, que revelam um ponto desconhecido no vírus que poderia ser um bom alvo para o desenvolvimento de vacinas.
UMA PALAVRA SOBRE A EFICÁCIA PARCIAL
Os programas educacionais precisam explicar claramente as diferenças entre os índices de eficácia das várias opções de prevenção, a fim de evitar que as pessoas mudem de uma ferramenta de prevenção altamente eficaz para outra menos eficaz, o que poderia resultar no aumento das infecções pelo HIV.
Os produtos com menos de 100% de eficácia ainda podem causar um impacto significativo na pandemia do HIV. Em muitos casos, inclusive no caso dos microbicidas, das vacinas e das barreiras cervicais, muitos pesquisadores acreditam que somente índices de eficácia moderados serão alcançados. Entretanto, há motivo para se crer que mesmo um produto com eficácia parcial poderia ter benefícios em certas circunstâncias, especialmente em casos em que outros meios de proteção mais eficazes, como os preservativos, não sejam viáveis ou desejáveis.
Tratamento para o HIV como Prevenção
Acredita-se que o tratamento para o parceiro HIV positivo possa funcionar de duas maneiras como prevenção do HIV: em âmbito individual e em âmbito populacional.
No âmbito individual, há ensaios em andamento para descobrir se o risco de transmissão de um parceiro HIV positivo para um parceiro HIV negativo diminui quando o parceiro HIV positivo está tomando anti-retrovirais (ARVs). Os ARVs reduzem a carga viral ― a quantidade de vírus no sangue ― das pessoas HIV positivas. Acredita-se que a redução da carga viral diminua as chances de transmissão do HIV. Em 2008, a Comissão Nacional Suíça da AIDS (SIDA) disse que as pessoas HIV positivas que estão recebendo tratamento, possuem uma carga viral indetectável por pelo menos seis meses e não têm nenhuma outra infecção sexualmente transmissível (nem seu parceiro sexual) não devem ser consideradas como em risco de transmitir o HIV a outros através do coito vaginal. Tem havido um debate significativo sobre esta afirmação, em parte, porque a carga viral no sangue talvez nem sempre corresponda à carga viral no sêmen.
Há um ensaio sobre eficácia em andamento, chamado HPTN 052, testando esta abordagem. O objetivo do ensaio é inscrever 1.750 casais sorodiscordantes para examinar se os participantes HIV positivos que começam a tomar ARVs no momento da inscrição, independentemente da sua contagem de células CD4, têm menos chances de transmitir o vírus para os seus parceiros HIV negativos em comparação aos participantes que esperam para começar a tomá-los somente quando for clinicamente indicado. Todos os participantes do ensaio recebem um pacote de prevenção básica, que inclui tratamento para infecções sexualmente transmissíveis, preservativos e aconselhamento sobre a redução de risco. Os locais do ensaio são o Brasil, a Índia, o Maláui, a Tailândia, os Estados Unidos e Zimbábue.
Em âmbito populacional, algumas pessoas afirmam que a testagem em massa do HIV e a provisão de tratamento para as pessoas com resultados de HIV positivos poderiam reduzir consideravelmente o número de novas infecções pelo HIV. Acredita-se que, além de diminuir a carga viral através do tratamento, as campanhas de testagem em massa fariam com que mais pessoas soubessem o seu status, o que diminuiria o comportamento de risco das pessoas com resultados positivos.
Os ativistas do tratamento e as redes de pessoas vivendo com HIV há muito reivindicam o acesso universal ao aconselhamento e à testagem voluntária (ATV), seguido de acesso universal ao tratamento para os que o necessitarem. Em alguns casos, a abordagem do tratamento como prevenção propõe iniciar o tratamento com ARVs para as pessoas HIV positivas assim que elas forem diagnosticadas — o que pode ou não ser quando clinicamente indicado. Tem havido discussões contínuas em âmbito local, nacional, regional e global sobre estas várias abordagens. Os ativistas do tratamento, os defensores e promotores da prevenção e as redes de pessoas vivendo com HIV manifestaram o seu apoio ao maior acesso à testagem e ao tratamento, desde que estes continuem baseados nos direitos e sejam voluntários, vinculem a testagem ao tratamento, aos cuidados, ao apoio e à prevenção, lidem com os numerosos obstáculos ao acesso ainda existentes e reconheçam que as pessoas ainda podem decidir retardar o tratamento por motivos clínicos, econômicos, sociais ou pessoais.
Há discussões em andamento e planos de um estudo que avalie a viabilidade de uma estratégia “testar-e-tratar” para o HIV, intensificada e voltada para a comunidade nos EUA.
Ferramentas previamente investigadas
Diafragmas e Barreiras Cervicais
Os diafragmas e as barreiras cervicais oferecem proteção contraceptiva parcial. Como eles cobrem o colo do útero, o qual contém algumas das células mais vulneráveis à infecção do HIV na vagina, eles também estão sendo testados como uma possível opção de prevenção do HIV para as mulheres.
Ao contrário da maior parte da superfície da vagina, a qual consiste em várias camadas de células planas e resistentes, partes da superfície do colo do útero consistem numa única camada de células frágeis, as quais se danificam com maior facilidade. Nas mulheres mais jovens, estas células cervicais estão ainda mais expostas do que nas mulheres adultas, aumentando o risco para as meninas adolescentes. Além disso, há mais células-alvo para o HIV no colo do útero do que no resto da vagina. A passagem de fluidos infecciosos para o trato genital superior (também altamente susceptível) por via do colo do útero pode ser outro fator na contração do HIV nas mulheres.
Em julho de 2007, o estudo sobre diafragmas do MIRA (Methods for Improving Reproductive Health in Africa), realizado na África do Sul e em Zimbábue, anunciou seus resultados. O ensaio constatou que não há benefício adicional algum em usar um diafragma e lubrificante, no que diz respeito a um pacote abrangente de prevenção do HIV (preservativos, aconselhamento, triagem de ISTs e tratamento). Os autores do estudo concluíram que o diafragma não deve ser utilizado ou promovido como meio eficaz de prevenção do HIV no momento. Outras barreiras cervicais ainda podem ser exploradas, talvez em combinação com outras estratégias emergentes, tais como os microbicidas.
Tratamento para HSV-2
A presença de úlceras genitais causadas pelo vírus herpes simples tipo 2, ou HSV-2, foi sugerida como um possível fator de risco de infecção pelo HIV. Foi previsto que a supressão do herpes com o medicamento barato e não-protegido por patente aciclovir diminuiria o risco de HIV — tanto o risco de contrair a infecção pelo HIV quanto o risco de transmiti-la a outros.
Em 2007, o estudo HPTN 039 realizou investigações para determinar se o aciclovir preveniria a contração do HIV entre pessoas HIV negativas e HSV-2 positivas. O estudo concluiu que não há evidência alguma de que o aciclovir tomado duas vezes ao dia previne a infecção pelo HIV entre mulheres e HSH infectados.
Além disso, em maio de 2009, foram anunciados resultados do ensaio Partners in Prevention, o qual realizou investigações para determinar se o aciclovir preveniria a transmissão do HIV de pessoas que fossem tanto HIV positivas quanto HSV-2 positivas. O ensaio, realizado em 14 locais em sete países africanos, constatou que a terapia supressiva contínua para o HSV-2 em pessoas HIV positivas não reduzia o seu risco de transmissão do HIV para os seus parceiros HIV negativos. No entanto, houve evidência de que o aciclovir funcionava para reduzir as taxas de úlceras genitais e a carga viral do HIV nas pessoas co-infectadas pelo HIV e pelo HSV-2. Esta redução na carga viral não era suficiente para reduzir a transmissão para os parceiros HIV negativos. Porém, houve evidência de que ela retardava a progressão do HIV entre as pessoas com HIV e HSV-2 que também apresentavam contagens das células T CD4 altas demais para serem tratadas com anti-retrovirais para HIV de acordo com as atuais diretrizes para tratamento.
Ferramentas de prevenção existentes
Preservativos Masculinos e Femininos
Os preservativos masculinos e femininos são tecnologias de prevenção agora disponíveis para ajudar os casais a reduzirem seus riscos. Quando corretamente utilizados, ambos podem reduzir o risco de transmissão do HIV em mais de 90%. Entretanto, o acesso global aos preservativos masculinos é extremamente baixo, e o acesso aos preservativos femininos é ainda pior.
Em ambos os casos, a comunidade global precisa aumentar consideravelmente seus esforços no que diz respeito à distribuição, à promoção e ao acesso.
No caso dos preservativos femininos, as previsões iniciais da adoção e do impacto foram excessivamente otimistas, dados os desafios para a introdução de um novo produto. Alguns destes desafios foram as percepções negativas dos métodos de barreira, o preconceito que os provedores de serviços podem ter contra novos produtos e a falta de apoio para programas em grande escala. Um dos maiores problemas para as mulheres que vivem em países em desenvolvimento, no que diz respeito à utilização dos preservativos femininos, é o custo. Embora os preservativos femininos estejam disponíveis, eles são consideravelmente mais caros que os preservativos masculinos.
Investigações realizadas em mais de 40 países observaram uma boa aceitabilidade inicial dos preservativos femininos entre pessoas de idades, status social e econômico e histórico sexual variados. Muitas mulheres gostam dos preservativos femininos porque eles oferecem proteção contra o HIV e outras ISTs, são fáceis de usar, aumentam o prazer sexual e são uma boa opção para os homens que não gostam de usar preservativos masculinos.
Em março de 2009, a Female Health Company (FHC) anunciou a aprovação da Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos para o preservativo feminino de 2ª geração conhecido como FC2. O FC2 possui o mesmo design, aparência e uso que o FC1, porém é feito com um material diferente — uma borracha sintética chamada borracha nitrilítica. O FC2 é tão seguro e eficaz quanto o FC1 e será vendido por cerca de 30% menos.
A PATH (Partnership for Appropriate Technologies in Health), uma organização sem fins lucrativos, está pesquisando e desenvolvendo um novo design de preservativo feminino. O Preservativo da Mulher está pronto para um ensaio clínico combinado de Fase II/III, a última etapa antes de ser aprovado pela FDA.
Os esforços para aumentar a promoção, a distribuição, o acesso e a utilização de preservativos masculinos e femininos desempenham um papel vital no combate à pandemia do HIV. Vários estudos mostraram que, embora os métodos que não são de barreira representem um importante componente para o trabalho de prevenção no contexto do sexo com parceiros casuais, eles são quase que universalmente descartados no contexto das relações mais estáveis e contínuas. Isto talvez se deva a vários fatores, entre eles, o desejo de engravidar e a idéia de que os métodos de barreira sejam uma barreira para a intimidade também e não apenas para o HIV, as ISTs e a gravidez. Por mais eficazes que os preservativos masculinos e femininos sejam na prevenção da transmissão do HIV, precisamos desesperadamente de métodos que não sejam de barreiras, tais como os microbicidas e as vacinas.
Circuncisão Masculina Médica
O prepúcio masculino contém uma concentração de células imunológicas que constituem um alvo para o HIV durante os primeiros estágios da infecção. O lado interno do prepúcio do pênis em particular é altamente susceptível à infecção do HIV; acredita-se que a pele que permanece após a circuncisão seja menos susceptível. É possível que a circuncisão proteja os homens contra a infecção pelo HIV por eliminar estes alvos do HIV.
Desde os anos 80, estudos observacionais têm constatado que os países com índices mais altos de circuncisão masculina possuem os índices mais baixos de infecção pelo HIV. Em 2006, o primeiro ensaio randomizado sobre a eficácia da circuncisão masculina para a prevenção do HIV, realizado na África do Sul, mostrou que a circuncisão reduzia o risco de contração da infecção para o homem em 60%, em ambientes em que o risco de transmissão geralmente ocorre entre homens e mulheres. Este resultado foi confirmado em dois ensaios subseqüentes no Quênia e em Uganda. Em termos gerais, os três estudos sugerem que a circuncisão masculina segura e estéril, realizada por um profissional treinado, pode reduzir, em pelo menos 50%, o risco de contração do HIV através do sexo vaginal para os homens HIV negativos. Não há dados conclusivos sobre o impacto na transmissão para parceiras do sexo feminino. Um estudo constatou uma tendência insignificante para um aumento no risco da transmissão do homem para a mulher, mas isto poderia estar relacionado com a retomada da atividade sexual antes da cicatrização completa de ferimentos, e é necessária uma pesquisa mais profunda.
Não há dados de ensaios clínicos randomizados sobre o impacto da circuncisão masculina nos índices de transmissão do HIV através do coito anal.
Com base nos dados de ensaios realizados com homens HIV negativos, há um argumento convincente a favor da disponibilização da circuncisão masculina como um complemento para as estratégias de prevenção do HIV eficazes atuais, como os preservativos, as agulhas limpas e a mudança de comportamento. Estes programas devem enfatizar o que se sabe e o que não se sabe sobre a circuncisão masculina.
Profilaxia pós-exposição
Quando uma pessoa toma ARVs durante um mês inteiro logo após exposição ao HIV — como um acidente com agulha num hospital — isto se chama profilaxia pós-exposição ou “PEP”. Geralmente, a PEP é dada aos profissionais da área da saúde após exposição ocupacional ao HIV. Ela também pode ser oferecida em outras situações em que se sabe que houve exposição ao HIV, como, por exemplo, o sexo desprotegido e o compartilhamento de agulhas com um parceiro que se sabe ser HIV positivo, especialmente se a situação tiver sido involuntária (como, por exemplo, após estupro ou quando o preservativo se rompe).
O acesso à PEP varia muito. Na maioria dos casos, é muito difícil avaliar a exposição não-ocupacional. Mesmo após um estupro, as mulheres, às vezes, têm dificuldade em obter acesso à PEP, embora, para ser eficaz, o medicamento deva ser iniciado logo após a exposição.
Prevenção da transmissão vertical
Para prevenir a transmissão vertical (transmissão do HIV de uma mãe HIV positiva para o filho), é extremamente importante dar ARVs à mãe durante a gravidez e o trabalho de parto e ao bebê durante as primeiras semanas após o parto. O parto por cesariana e evitar a amamentação sempre que possível também podem reduzir significativamente o risco de transmissão. Se não for possível evitar a amamentação, amamentar exclusivamente o bebê é menos arriscado do que alternar entre amamentação e o uso de fórmulas infantis.
O ideal seria ampliar os programas de prevenção para garantir que menos mulheres se tornassem HIV positivas. Se elas forem HIV positivas, e se for clinicamente indicado, as mulheres devem ter acesso contínuo ao tratamento e não apenas durante a gravidez e o parto. De longe, o maior número de mulheres grávidas HIV positivas vive na África Subsaariana. Porém, nesta região, menos da metade (45%) teve acesso a ARVs para a prevenção da transmissão vertical em 20082.
Conclusão
Para que a prevenção do HIV seja eficaz, ela requer abordagens complementares:
garantir um aumento significativo no acesso e na adoção das ferramentas de prevenção comprovadamente eficazes existentes
desenvolver novas ferramentas de prevenção
lidar com as estruturas socioeconômicas, políticas e culturais que aumentam a vulnerabilidade e promover a Saúde, a Dignidade e a Prevenção Positivas3, conforme definido pelas pessoas vivendo com HIV
Para que isto ocorra, é necessário que haja um comprometimento político e um financiamento maior. Somente então as ferramentas de prevenção urgentemente necessárias serão desenvolvidas e disponibilizadas.
As Pessoas Vivendo com HIV têm um papel importante a desempenhar, aprendendo e informando sobre os avanços na pesquisa sobre prevenção e apoiando a pesquisa e o desenvolvimento como um componente vital da resposta ao HIV. Elas também podem trabalhar para garantir que a voz de muitas partes interessadas, especialmente das comunidades mais afetadas pelo HIV, sejam incluídas nas discussões sobre a pesquisa sobre prevenção.
Por favor, consulte a lista de recursos e links abaixo, onde você poderá ficar sabendo mais sobre a prevenção do HIV, as NTPs e a defesa e a promoção de direitos.
Referências e fontes de informações adicionais
Prevenção
Positive Health, Dignity and Prevention (GNP+ e UNAIDS (UNSIDA)): http://www.gnpplus.net
HIV Prevention Research: A Comprehensive Timeline (AVAC): http://www.avac.org/timeline-website/index.htm
UNAIDS (UNSIDA) (inclui informações gerais sobre prevenção): http://www.unaids.org
Microbicidas vaginais e anais
Global Campaign for Microbicides (GCM): http://www.global-campaign.org
International Partnership for Microbicides (IPM): http://www.ipmglobal.org
Microbicide Trials Network (MTN): http://www.mtnstopshiv.org
International Rectal Microbicide Advocates (IRMA): http://www.rectalmicrobicides.org
Pofilaxia pré-exposição
PrEP Watch (AVAC): http://www.prepwatch.org
Materiais e links da GCM sobre PrEP: http://www.global-campaign.org/EngDownload.htm#prep
Vacinas
AIDS Vaccine Advocacy Coalition (AVAC): http://www.avac.org
AIDS Vaccine Clearinghouse (AVAC): http://www.aidsvaccineclearinghouse.org
International AIDS Vaccines Initiative (IAVI): http://www.iavi.org
Global HIV Vaccine Enterprise: http://www.hivvaccineenterprise.org
Tratamento para HIV como prevenção
AIDS Vaccine Advocacy Coalition (AVAC): http://www.avac.org/ht/d/sp/i/421/pid/421
UNAIDS (UNSIDA): http://www.unaids.org/en/KnowledgeCentre/Resources/FeatureStories/archive/2009/20091106_ART_for_HIVprev.asp
Declaração da sociedade civil sobre o tratamento como prevenção: http://www.icaso.org/resources/2009/ART_statementEN.pdf
Diafragmas e barreiras cervicais
Women’s Global Health Initiative: http://wghi.org/research/female_controlled_tools.htm
Cervical Barrier Advancement Society: http://www.cervicalbarriers.org
Informações da Global Campaign for Microbicides sobre barreiras cervicais: http://www.global-campaign.org/barriers.htm
Tratamento para HSV-2
HIV Prevention Trials Network (HPTN) Study: http://www.hptn.org/research_studies/hptn039.asp
Estudo da University of Washington e da Bill and Melinda Gates Foundation: http://www.clinicaltrials.gov/ct/show/NCT00197574 ; http://uwnews.org/article.asp?articleid=49611
Preservativos masculinos e femininos
Informações do Centre for Health and Gender Equity sobre preservativos femininos: http://www.preventionnow.net/
Informações da Global Campaign for Microbicides sobre preservativos femininos: http://www.global-campaign.org/female-condom.htm#[femalecondom]
Informações da Family Health International (FHI) sobre preservativos femininos: http://www.fhi.org/en/topics/femcondom.htm
Informações da PATH sobre preservativos femininos: http://www.path.org/projects/womans_condom.php
Informações da Planned Parenthood sobre preservativos femininos: http://www.plannedparenthood.org/birth-control-pregnancy/birth-control/female-condom.htm
Informações da Planned Parenthood sobre preservativos masculinos: http://www.plannedparenthood.org/birth-control-pregnancy/birth-control/condom.htm
Circuncisão masculina médica
Informações da AIDS Vaccine Clearinghouse sobre CM (AVAC): http://www.aidsvacinaclearinghouse.org/MC/index.html
Informações da UNAIDS (UNSIDA) sobre CM: http://www.unaids.org/en/Issues/Prevention_treatment/MC.asp
Informações da Global Campaign for Microbicides sobre CM: http://www.global-campaign.org/malecircumcision.htm
Profilaxia pós-exposição
Organização Mundial da Saúde: http://www.who.int/hiv/topics/prophylaxis/en/
UNAIDS (UNSIDA): http://www.unaids.org/en/PolicyAndPractice/Prevention/HIVPEP/default.asp
Prevenção da transmissão vertical
Organização Mundial da Saúde: http://www.who.int/hiv/topics/mtct/en/index.html
1 Por favor, consulte o documento para discussão O Papel das Pessoas Vivendo com HIV na Pesquisa Biomédica sobre Prevenção e a Busca de Novas Ferramentas de Prevenção do HIV, Global Network of People Living with HIV (GNP+), 2010.
2 Organização Mundial da Saúde (OMS). Toward universal access: Scaling up priority HIV/AIDS interventions in the health sector. http://www.who.int/hiv/pub/2009progressreport/en/ Acessado em 26 de outubro de 2009.
Extraído do site:
Veja também:"El papel de las personas que viven con el HIV en la investigación de la prevención biomedica...."(18/08/010)