Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 1 de maio de 2012

Ministro Padilha Faz Apelo Para Que Público-Alvo Se Vacine HOJE!!

Ministro Padilha Faz Apelo Para Que Público-Alvo Se Vacine Até Amanhã Contra a Gripe

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pediu nesta quinta-feira, 31 de maio, que os grupos considerados prioritários na vacinação contra a gripe, entre eles os portadores do HIV e aids, procurem os postos de saúde até amanhã, 1 de junho, quando acaba a campanha nacional de imunização contra a doença.

Segundo informação da Agência Brasil, a meta do governo é proteger 24,1 milhões de pessoas com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, gestantes, trabalhadores de saúde e indígenas, totalizando 80% do público-alvo.

“Podemos discutir caso a caso, alguns estados específicos que possam não ter atingido a meta, mas o fundamental é que as pessoas se vacinem até o dia 1º de junho porque, quando se toma a vacina, demora de dez a 15 dias para se estar totalmente protegido contra a gripe. Portanto, se vacinar nesta data permite que você esteja protegido no momento em que o inverno é mais rigoroso e em que a transmissão da gripe aumenta”, explicou.

Após participar de entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Padilha lembrou que a decisão tomada pelo ministério em 2011 de ampliar os grupos prioritários ajudou a reduzir em 66% os óbitos e em 44% os casos graves de gripe no país. “É uma vacina que é segura, que protege as pessoas que mais precisam, que são os grupos prioritários, e que ajuda a cortar a cadeia de transmissão para o resto da população.”

A vacina influenza também é ofertada para pessoas com as seguintes situações clínicas:

HIV/aids;
Transplantados de órgãos sólidos e medula óssea;
Doadores de órgãos sólidos e medula óssea devidamente cadastrados nos programas de doação;
Imunodeficiências congênitas;
Imunodepressão devido a câncer ou imunossupressão terapêutica;
Comunicantes domiciliares de imunodeprimidos;
Profissionais de saúde;
Cardiopatias crônicas;
Pneumopatias crônicas;
Asplenia anatômica ou funcional e doenças relacionadas;
Diabetes mellitus;
Fibrose cística;
Trissomias;
Implante de cóclea;
Doenças neurológicas crônicas incapacitantes;
Usuários crônicos de ácido acetilsalicílico;
Nefropatia crônica/síndrome nefrótica;
Asma;
Hepatopatias crônicas.
Fonte: Agêcia Brasil
Publicado em: 31/05/2012 - 11h30

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Vacina contra gripe usará mesmos vírus de 2011:

Prezad@s,

No anexo, a Resolução n 59 de 9 de novembro de 2011, publicada no D.O. da União.

abraços,
Ana

Vacina contra gripe no ano que vem usará mesmos vírus de 2011 no Brasil

Anvisa definiu regras para as imunizações no Diário Oficial desta quinta (10).
Vacinações somente poderão ser feitas com tipos de vírus autorizados.

11/11/2011
As vacinas contra gripe administradas no Brasil em 2012 serão as mesmas que as de 2011, segundo uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial. A norma está de acordo com as últimas recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o tema no hemisfério Sul.
Somente três tipos de vírus poderão estar presentes nas vacinas, que começarão a ser utilizadas no país a partir de fevereiro de 2012. São elas: um vírus parecido com o influenza A H1N1 (Califórnia/7/2009); outro parecido com o influenza A H3N2 (Perth/16/2009); e vírus similar ao influenza B (Brisbane/60/2008).
Mesmo iguais, a Anvisa recomenda que pessoas que tenham sido vacinadas em 2011 repitam a dose no ano que vem, já que a validade da imunização é de apenas 12 meses.
A resolução ainda proíbe o uso de tipos diferentes das definidas pela Anvisa. Os produtos que estiverem fora dessas determinações deverão deixar de ser comercializados ou fabricados. A decisão é válida já a partir desta quinta.
Empresas que já tiveram aprovação para alterar os tipos de vírus usados em 2011 estarão dispensadas de nova avaliação pela Anvisa no ano que vem.



Resolução n.59 Vacina.doc
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sábado, 30 de abril de 2011

O vírus da Gripe A não está morto



29/04/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 28/04/2011 às 21:47:45

O vírus da Gripe A não está morto

Redação

Campanha vai até 13 de maio, em todo o país. Além das pessoas com mais de 60 anos e indígenas, campanha incluirá gestantes, crianças de seis meses a dois 2 anos e trabalhadores de serviços de saúde.
Teve início nesta segunda-feira (25 de abril) a campanha nacional de vacinação contra o vírus da Gripe A (H1N1) oferecida gratuitamente pelo Governo. O objetivo do Ministério da Saúde (MS) é imunizar 30 milhões de brasileiros até o dia 13 de maio.
A vacina está disponível em 65 mil postos de saúde e protege contra os três principais vírus que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A. Neste ano, os públicos cobertos pela campanha pública serão as gestantes, crianças de seis meses a dois anos, profissionais de saúde, idosos e a população indígena, seguindo orientação do Organização Mundial da saúde (OMS).
Segundo Jaime Rocha, infectologista do Frischmann Aisengart/Dasa, como o número de doses é insuficiente para toda a população, o governo teve que priorizar o atendimento para os grupos prioritários, ou seja, aqueles com maior risco de contrair a doença e/ou desenvolver complicações.
"Diferentemente do que muitos estão pensando, o H1N1 não ficou menos agressivo, houve apenas uma redução significativa na população suscetível", afirma o especialista.

O vírus H1N1 não morreu, ficou apenas menos agressivo, reduzindo significativamente a população suscetível.
Vacina nacional
A aplicação será injetável, em uma única dose para os adultos. Já as crianças, devem ser levadas aos postos de vacinação duas vezes. Em cada uma delas, elas receberão a aplicação de meia dose da vacina.
O retorno deverá ocorrer, impreterivelmente, 30 dias após a primeira dose. A novidade deste ano é que perto de 90% das doses da vacina contra a gripe são produzidas por laboratórios brasileiros.O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também comentou a importância de as pessoas aderirem à campanha, na qual o governo investiu R$ 230 milhões.
"Os outros grupos como crianças de dois a menores de cinco anos, doentes crônicos, adultos saudáveis de 20 a 39 anos que receberam a dose da vacina contra a influenza H1N1 no ano passado, não precisarão se vacinar novamente porque já estão imunes", explica o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz.
Ele diz que não há justificativa técnica para imunizar toda a população. "2010 foi um ano diferente, pois vivíamos uma pandemia de gripe. Além disso, não foram observadas epidemias de gripe no hemisfério norte que possam refletir no hemisfério sul neste inverno", enfatizou.
A vacinação só é contraindicada para pessoas com histórico de reação anafilática prévia ou alergia severa ao ovo de galinha ou seus derivados, assim como a qualquer componente da vacina e também para pessoas que apresentaram reações anafiláticas graves a doses anteriores.
No entanto, a Secretaria da Saúde recomenda que as pessoas que estiverem com doenças agudas febris moderadas ou graves devem adiar a vacina até que o quadro seja solucionado.
Sem pânico
Conforme Jaime Rocha, a imunização para os públicos indicados pela campanha se deve, principalmente, a três fatores: o primeiro é que somente as pessoas que tiveram confirmada a doença adquiriram imunidade permanente, no entanto, específica para a cepa que infectou a pessoa.
"Mesmo essas pessoas continuam suscetíveis às outras cepas", reforça o médico. Em segundo lugar, nenhuma vacina é perfeita e 100% efetiva. De acordo com os especialistas, de forma bastante simplista, pode-se dizer que a eficácia média da vacina em adultos é algo em torno de 80%.
O terceiro fator pelo qual a população deve buscar a imunização é que os níveis de anticorpos protetores desencadeados pela vacina tendem a se reduzir gradualmente com o tempo, fazendo com que mesmo pessoas que responderam adequadamente à vacina venham perder, aos poucos, a imunidade "adquirida".


O especialista argumenta que o vírus não está morto e que não podemos nos deixar enganar pelo falso momento de tranquilidade. "Devemos, sim, aproveitar a ocasião para rever todas as medidas de higiene e de hábitos saudáveis que aprendemos por ocasião da pandemia, além de tomar a vacina", reconhece, salientando que, também, não é necessário reviver o pânico vivenciado nos últimos dois anos.
Os efeitos adversos das vacinas são leves e apresentam uma incidência semelhante à vacina sazonal, sendo que os desconfortos mais relatados são dores de cabeça ou uma dor suportável no local da injeção, mas sem eventos graves.

A gripe

Com a previsão da gripe A ser mais branda que as dos anos anteriores, a tendência é que a população e os profissionais de saúde relaxem na atenção aos cuidados na prevenção da doença.
A expectativa é uma redução expressiva no número de casos. No entanto, todos os cuidados de higiene já propagados devem ser mantidos, inclusive para redução de outras doenças, como meningite e diarréia.
Os sintomas da doença incluem a presença de febre repentina e acima de 38°C e tosse, podendo vir acompanhados de diarreia, dificuldade respiratória e dores de cabeça, nas articulações e músculos.
O período de incubação pode variar entre 24 horas a duas semanas. Pessoas com tais manifestações, e/ou que tiveram contato próximo com portadores do influenza H1N1 devem buscar auxílio médico, a fim de diagnosticar a doença.
 
 
 
SILMARA RIBAS
 
Secretária do Fórum
►Fone (41) 3267-6947

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Vacinação contra Gripe:

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Gabriella Vieira
Núcleo de Comunicação Interativa
ASCOM- Gabinete do Ministro
Ministério da Saúde
(61) 3315-3718

terça-feira, 26 de abril de 2011

Vacinação da Gripe: (Via RMS)




Mais de 65
mil postos de saúde em todo o Brasil vão
imunizar
idosos, indígenas, gestantes e crianças de
até 2 anos na Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe.
Você,
que não faz parte dos grupos a serem imunizados, também pode contribuir
com a divulgação da campanha.
http://migre.me/4lcxL.

Campanha Vacinação Gripe

Olá, blogueiro!

Sabia que com a sua ajuda podemos mobilizar muitas pessoas na Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza? Tudo o que pedimos é um incentivo, um ato de cidadania e solidariedade. Muitas pessoas acreditam em seu blog e sua parceria pode nos ajudar a divulgar informações e conscientizar mais pessoas.

A Campanha de Vacinação contra a gripe será realizada do dia 2
5 de abril a 13 de maio em todo Brasil. Temos uma novidade para este ano: além dos idosos e indígenas, também serão imunizados gestantes, crianças entre 6 meses e menores de dois anos e profissionais de saúde. Proteção para quem mais precisa!

Para saber mais sobre a campanha, entre em contato com o comunicacao@saude.gov.br que enviaremos o material necessário.

Agradecemos a atenção,

Ministério da Saúde
Twitter: www.twitter.com/minsaude
Fan Page: www.facebook.com/vacinacaogripe

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Gripe comum à solta

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CORREIO BRAZILIENSE - DF | BRASIL

AIDS

01/06/2010

Gripe comum à solta

Por causa da alta produção da vacina contra a influenza A (H1N1), doses contra a sazonal estão cada vez mais escassas, o que prejudica a imunização de idosos. Instituto Butantan reconhece que teve de reduzir a produção em cerca de 10%

# Rodrigo Couto

Enquanto o Ministério da Saúde centrou forças na aquisição de 113 milhões de doses da vacina para combater a influenza A (H1N1), mais conhecido como gripe suína, outras vacinas, como a da influenza sazonal (gripe comum), já estão em falta nos postos públicos e em laboratórios particulares. Em Brasília, idosos e doentes crônicos, público-alvo da campanha, reclamam que ainda não conseguiram se imunizar contra a gripe comum. O Instituto Butantan, sediado em São Paulo, admite que reduziu em10% a produção do insumo deste ano em relação ao que foi entregue no ano passado. "Faltou planejamento. Sempre consigo tomar a vacina contra a gripe, mas neste ano não deu", lamentou o aposentado Paulo Wagner, 66 anos, morador de Alexânia (GO).

A justificativa do Butantan - que produziu 63 milhões de doses de vacinas contra a gripe suína e 18 milhões de doses da vacina contra a gripe comum - é que uma parte dos insumos e matéria-prima para produção da vacina da influenza sazonal não poderia ser aproveitada. "Isso contribuiu de forma decisiva para prejudicar a produção do total prevista de vacina sazonal bivalente", diz a nota, assinada pelo presidente José da Silva Guedes. "A Fundação Butantan, para cumprir o acordo estabelecido e considerando a necessidade de não prejudicar o Programa de Vacinação do Idoso, buscou adquirir no mercado internacional vacina sazonal bivalente para atender à demanda prevista", destaca o documento.

Assim como Paulo Wagner, que só conseguiu se imunizar contra a gripe suína, Manoel (nome fictício), 47 anos, portador do vírus HIV, também voltou para casa sem a proteção contra a influenza sazonal. "Acho um absurdo o posto de saúde aqui do Hran (Hospital Regional da Asa Norte) não ter a vacina. Eles pediram para ligar depois de 10 de junho, mas não deram nenhuma certeza", contou. Na teoria, o morador de Taguatinga, SOROPOSITIVO há 15 anos, deveria ter acesso gratuito ao insumo. Agente de portaria, Manoel, que ganha R$ 700, diz que não tem dinheiro para comprar a vacina em um laboratório particular. "Para me proteger, terei que deixar de comer", lamenta.

Para o infectologista José David Urbáez, os doentes crônicos devem se vacinar contra a influenza sazonal. "O raciocínio é o mesmo para a gripe suína: evitar o surgimento de uma doença oportunista que pode se tornar grave", destaca. Ainda de acordo com o especialista, quem já tomou a vacina contra o H1N1 não deve tomá-la novamente. Como os pacientes crônicos (portadores de HIV, câncer, transplantados) não estão tendo acesso ao insumo na rede pública, muitos têm recorrido aos laboratórios particulares, que só têm disponível a versão bivalente - uma única vacina que proteja contra as duas gripes (suína e sazonal). "Não aconselho o paciente a tomar novamente. Ainda não se conhece todos os efeitos da vacina do H1N1."

Sem desistir

Procurada pela reportagem, a gerente de vigilância epidemiológica e imunização da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Ana Luíza Grisoto, admite que a vacina da gripe sazonal está praticamente esgotada na capital. "Das 167 mil doses enviadas pelo Ministério da Saúde, 145 mil já foram aplicadas. Não temos mais nada em estoque. Já foi tudo distribuído aos postos de saúde", afirma. Em algumas unidades de saúde, como a da 514 Sul, Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e Hospital Dia (508 Sul), já não é mais possível encontrar a vacina da gripe comum. Ana Luíza justifica a falta do insumo ao fim da campanha de vacinação contra o idoso, que ocorreu de 8 a 21 de maio.

Mesmo com o fim da campanha, em 2009, a aposentada Lúcia Gonçalves, 72 anos, conseguiu se proteger contra a influenza sazonal: "Acho que esse ano mais pessoas tomaram. Por isso está faltando. Não vou desistir. Semana que vem eu volto para tentar". Lúcia, assim como milhares de brasileiros, só teve acesso à vacina contra a gripe suína.

Na avaliação do infectologista Marcone Pinhati, a gripe suína vem substituindo a gripe sazonal. "Acho que não foi um erro do ministério essa grande produção de vacinas contra o H1N1. Até porque a onda da gripe suína deste ano deve ser mais violenta do que a do ano passado", prevê.

Longe da meta estabelecida

Termina amanhã o prazo para que crianças entre 2 e 5 anos e adultos de 30 a 39 anos tomem a vacina contra a influenza A (H1N1), a gripe suína. As gestantes que ainda não se vacinaram também devem procurar os postos de saúde para tomar a vacina. A meta do Ministério da Saúde, de imunizar pelo menos 80% do público-alvo, foi atingida nos seguintes grupos: profissionais de saúde, crianças de seis meses a 2 anos de idade, portadores de doenças crônicas e indígenas. Para o público de 20 a 29 anos, está bem próximo da meta, com 79,5% de doses aplicadas. Para os adultos entre 30 e 39 anos, a cobertura só chegou a 54%, e nas gestantes, a 70%. De acordo com dados do ministério, em 2010 (até 8 de maio) foram registradas 540 internações por influenza A (H1N1). No ano passado, de 2.051 mortes provocadas pela doença, 1.539 (75%) ocorreram em pessoas portadoras de doenças crônicas. Entre as grávidas, foram registradas 189 mortes. Adultos de 20 a 29 anos concentraram 20% dos óbitos (416 no total).

Gripe comum à solta

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CORREIO BRAZILIENSE - DF | BRASIL

AIDS

01/06/2010

Gripe comum à solta

Por causa da alta produção da vacina contra a influenza A (H1N1), doses contra a sazonal estão cada vez mais escassas, o que prejudica a imunização de idosos. Instituto Butantan reconhece que teve de reduzir a produção em cerca de 10%

# Rodrigo Couto

Enquanto o Ministério da Saúde centrou forças na aquisição de 113 milhões de doses da vacina para combater a influenza A (H1N1), mais conhecido como gripe suína, outras vacinas, como a da influenza sazonal (gripe comum), já estão em falta nos postos públicos e em laboratórios particulares. Em Brasília, idosos e doentes crônicos, público-alvo da campanha, reclamam que ainda não conseguiram se imunizar contra a gripe comum. O Instituto Butantan, sediado em São Paulo, admite que reduziu em10% a produção do insumo deste ano em relação ao que foi entregue no ano passado. "Faltou planejamento. Sempre consigo tomar a vacina contra a gripe, mas neste ano não deu", lamentou o aposentado Paulo Wagner, 66 anos, morador de Alexânia (GO).

A justificativa do Butantan - que produziu 63 milhões de doses de vacinas contra a gripe suína e 18 milhões de doses da vacina contra a gripe comum - é que uma parte dos insumos e matéria-prima para produção da vacina da influenza sazonal não poderia ser aproveitada. "Isso contribuiu de forma decisiva para prejudicar a produção do total prevista de vacina sazonal bivalente", diz a nota, assinada pelo presidente José da Silva Guedes. "A Fundação Butantan, para cumprir o acordo estabelecido e considerando a necessidade de não prejudicar o Programa de Vacinação do Idoso, buscou adquirir no mercado internacional vacina sazonal bivalente para atender à demanda prevista", destaca o documento.

Assim como Paulo Wagner, que só conseguiu se imunizar contra a gripe suína, Manoel (nome fictício), 47 anos, portador do vírus HIV, também voltou para casa sem a proteção contra a influenza sazonal. "Acho um absurdo o posto de saúde aqui do Hran (Hospital Regional da Asa Norte) não ter a vacina. Eles pediram para ligar depois de 10 de junho, mas não deram nenhuma certeza", contou. Na teoria, o morador de Taguatinga, SOROPOSITIVO há 15 anos, deveria ter acesso gratuito ao insumo. Agente de portaria, Manoel, que ganha R$ 700, diz que não tem dinheiro para comprar a vacina em um laboratório particular. "Para me proteger, terei que deixar de comer", lamenta.

Para o infectologista José David Urbáez, os doentes crônicos devem se vacinar contra a influenza sazonal. "O raciocínio é o mesmo para a gripe suína: evitar o surgimento de uma doença oportunista que pode se tornar grave", destaca. Ainda de acordo com o especialista, quem já tomou a vacina contra o H1N1 não deve tomá-la novamente. Como os pacientes crônicos (portadores de HIV, câncer, transplantados) não estão tendo acesso ao insumo na rede pública, muitos têm recorrido aos laboratórios particulares, que só têm disponível a versão bivalente - uma única vacina que proteja contra as duas gripes (suína e sazonal). "Não aconselho o paciente a tomar novamente. Ainda não se conhece todos os efeitos da vacina do H1N1."

Sem desistir

Procurada pela reportagem, a gerente de vigilância epidemiológica e imunização da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Ana Luíza Grisoto, admite que a vacina da gripe sazonal está praticamente esgotada na capital. "Das 167 mil doses enviadas pelo Ministério da Saúde, 145 mil já foram aplicadas. Não temos mais nada em estoque. Já foi tudo distribuído aos postos de saúde", afirma. Em algumas unidades de saúde, como a da 514 Sul, Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e Hospital Dia (508 Sul), já não é mais possível encontrar a vacina da gripe comum. Ana Luíza justifica a falta do insumo ao fim da campanha de vacinação contra o idoso, que ocorreu de 8 a 21 de maio.

Mesmo com o fim da campanha, em 2009, a aposentada Lúcia Gonçalves, 72 anos, conseguiu se proteger contra a influenza sazonal: "Acho que esse ano mais pessoas tomaram. Por isso está faltando. Não vou desistir. Semana que vem eu volto para tentar". Lúcia, assim como milhares de brasileiros, só teve acesso à vacina contra a gripe suína.

Na avaliação do infectologista Marcone Pinhati, a gripe suína vem substituindo a gripe sazonal. "Acho que não foi um erro do ministério essa grande produção de vacinas contra o H1N1. Até porque a onda da gripe suína deste ano deve ser mais violenta do que a do ano passado", prevê.

Longe da meta estabelecida

Termina amanhã o prazo para que crianças entre 2 e 5 anos e adultos de 30 a 39 anos tomem a vacina contra a influenza A (H1N1), a gripe suína. As gestantes que ainda não se vacinaram também devem procurar os postos de saúde para tomar a vacina. A meta do Ministério da Saúde, de imunizar pelo menos 80% do público-alvo, foi atingida nos seguintes grupos: profissionais de saúde, crianças de seis meses a 2 anos de idade, portadores de doenças crônicas e indígenas. Para o público de 20 a 29 anos, está bem próximo da meta, com 79,5% de doses aplicadas. Para os adultos entre 30 e 39 anos, a cobertura só chegou a 54%, e nas gestantes, a 70%. De acordo com dados do ministério, em 2010 (até 8 de maio) foram registradas 540 internações por influenza A (H1N1). No ano passado, de 2.051 mortes provocadas pela doença, 1.539 (75%) ocorreram em pessoas portadoras de doenças crônicas. Entre as grávidas, foram registradas 189 mortes. Adultos de 20 a 29 anos concentraram 20% dos óbitos (416 no total).

domingo, 9 de maio de 2010

Agência Estado Campanha de vacinação tem boa adesão no primeiro dia Sáb, 08 Mai, 04h02

Agência Estado
Campanha de vacinação tem boa adesão no primeiro dia

Sáb, 08 Mai, 04h02

Até as 12 horas deste sábado, 8, cerca de 313 mil idosos foram vacinados contra a gripe comum, em São Paulo, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde. A campanha de imunização começou às 8 horas e irá até às 17 horas. O número supera em 19% a adesão registrada no mesmo período de 2009.
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Estão sendo vacinadas pessoas com mais de 60 anos. A campanha irá até o dia 21, no Estado de São Paulo. Na capital, aproximadamente 40 mil pessoas já tinham sido vacinadas. A ação de hoje envolve em torno de 36 mil profissionais de saúde, três mil carros e sete mil postos de vacinação, entre fixos e volantes

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Vacinação contra Gripe 2

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

JORNAL DA CIDADE DE BAURU-SP

Editoria:

Pág.

Dia / Mês/Ano:

GERAL


27/FEVEREIRO/2010

Vacinação da gripe A amplia faixa etária (26/02/2010)

Brasileiros de 30 a 39 anos também serão vacinados na campanha que começará no próximo dia 8 em todo o Brasil

Márcio Falcão

O Ministério da Saúde informou ontem que ampliou o número dos grupos de pessoas que poderão receber gratuitamente a vacina contra a gripe A (H1N1). Segundo o ministro José Gomes Temporão (Saúde), também serão incluídos adultos saudáveis entre 30 anos e 39 anos. Com a mudança, o governo espera imunizar 110 milhões de brasileiros contra gripe -sendo 90 milhões de doses contra gripe A e mais 20 milhões de doses contra gripe sazonal.

O ministro afirmou que a inclusão dessa faixa etária foi provoca porque foi o grupo com maior número de óbitos por causa da gripe. "A inclusão da população de 30 e 39 anos foi tomada com base nos seguintes critérios: foi a população com o maior numero de óbitos e de maior risco no conjunto da população e também porque sobrou vacina no Hemisfério Norte. [..] Essa mobilização será de uma boa guerra, que é a guerra da saúde. Com a população protegida quando a segunda onda da gripe chegar ao Hemisfério Sul, vamos estar mais seguros do que o ano passado'', disse.

Além da nova faixa de imunização, o ministro disse que o governo vai recomendar aos postos de saúde que amplie o horário de atendimento, passando a vacinar em turnos noturnos e aos fins de semana. "Fiz apelo para que os Estados e os municípios, para facilitar a vida do cidadão que não poder ir durante o dia, para que possa tomar vacina durante a noite ou em horários entendidos no fim de semana", disse.

Em janeiro, quando foi anunciada a estratégia nacional de enfrentamento da segunda onda da pandemia de nova gripe no País, a nova faixa etária de imunizados não estava contemplada. Pelas regras iniciais, seis grupos seriam vacinados, sendo que primeiramente os profissionais de saúde e população indígena.

Na sequência, aparecem gestantes, crianças a partir de seis meses e menores de dois anos, além de portadores de doenças crônicas, como diabéticos, imunodeprimidos (portadores do vírus HIV, por exemplo), cardiopatas e portadores de doenças respiratórias crônicas. A terceira etapa foi reservada para adultos saudáveis entre 20 e 29 anos.

A primeira etapa da vacinação começa no dia 8 de março. Agora, a campanha só termina em 21 de maio, com o atendimento da nova faixa de imunização para os adultos entre 30 e 39 anos.

De acordo com dados do ministério, o vírus H1N1 matou 1.705 pessoas no Brasil e mais de 14 mil em todo o mundo. No país, mais de 20 mil casos de brasileiros infectados com a gripe foram registrados.

Gasto de R$ 1 bilhão

O governo federal vai gastar R$ 1,006 bilhão na aquisição aquisição da vacina contra a gripe A. Os recursos estão vinculados ao Programa Nacional de Imunizações, que também oferece vacinas contra outras doenças. "Esse é o nosso maior desafio em termos de campanha. O ministério vai incluir mais um grupo populacional no programa nacional de vacinação que é a população saudável entre 30 anos e 39 anos. São mais de 30 milhões de pessoas que serão vacinadas. Vamos imunizar os idosos saudáveis com mais de 60 anos. O tamanho do esforço e vacinar em dois meses 110 milhões de pessoas", disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

Segundo o ministro, os brasileiros que não estiverem entre os grupos de imunização não devem procurar os postos. "Escolhemos os grupos por faixas etárias e portadores de doença com maior risco de adoecer'', disse.

Vacinação contra Gripe

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27/FEVEREIRO/2010

Vacina para 91 milhões (26/02/2010)

Pessoas entre 30 e 39 anos vão receber gratuitamente a dose, por ser uma faixa vulnerável

O Ministério da Saúde decidiu ampliar os grupos que participarão da primeira etapa da campanha de vacinação contra gripe A. Além dos trabalhadores da saúde, indígenas, gestantes, doentes crônicos e crianças de seis meses a dois anos incompletos (23 meses), passam a integrar o público alvo da campanha a população saudável de 30 a 39 anos. O cronograma de vacinação começa a partir do dia 8 de março.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, justificou a ampliação do grupo pelo fato de que as pessoas com esta faixa etária correspondem ao grupo com maior número de hospitalizações e mortes depois daqueles já priorizados nas etapas anteriormente definidas.

"A inclusão de mais um grupo populacional dentro das prioridades de vacinação contra a gripe pandêmica representa mais 29 milhões de pessoas. Isso significa que estamos começando uma campanha para imunizar, em dois meses em meio, 91 milhões de brasileiros", ressaltou o ministro durante a I Reunião Preparatória com os Coordenadores Estaduais em Imunizações - Campanha Influenza, que está ocorrendo hoje e amanhã em Brasília.

O ministro ressaltou que a oferta mundial de vacinas também possibilitou a nova aquisição. Serão 30 milhões de doses da vacina a mais, o que deve elevar o montante para 113 milhões de vacinas. A compra será realizada com o aporte de R$ 300 milhões, que serão liberados por medida provisória. Os recursos também serão utilizados para custear os gastos com a operacionalização da nova etapa. Ao todo, o gasto do governo federal com medicamentos e vacinas para a nova gripe chegará a R$ 1,8 bilhão, mais do que o R$ 1,4 bilhão investido no ano passado no programa de AIDS, um dos mais caros do ministério.

De acordo com o Ministério da Saúde, o objetivo da campanha é manter os serviços de saúde funcionando e reduzir o número de casos graves e óbitos nos grupos mais vulneráveis. A expectativa é imunizar pelo menos 91 milhões de pessoas contra a gripe pandêmica, além da vacinação de 19 milhões de idosos contra a gripe comum.

A Campanha de vacinação começa no dia 8 de março. Nesta primeira fase, que vai até o dia 19 de março, serão imunizados os trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia e a população indígena. Entre os trabalhadores, estão médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância e outros profissionais que atuam nas unidades que prestam assistência aos pacientes, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica. O grupo foi escolhido por ter mais contato com pessoas doentes, e por consequência, estarem mais expostas à contaminação.

Já a vacinação dos indígenas abrangerá a totalidade da população que vive em aldeias e será realizada em parceria com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Cronograma de imunização vai até maio

Entre 22 de março e 2 de abril, a campanha abrangerá grávidas em qualquer período de gestação, pessoas com problemas crônicos (exceto idosos, que serão chamados posteriormente) e crianças de seis meses a dois anos incompletos (23 meses). Na lista, entram doenças do coração, pulmão, fígado, rins e sangue; diabéticos, pessoas com deficiência do sistema imunológico e obesos grau 3.

Esta faixa de pessoas foi escolhida por ter uma probabilidade maior de apresentar complicações severas diante da doença, em parte por possuir uma resistência menor. Por isso, merece acompanhamento mais rigoroso.

Enquanto que os adultos de 20 a 29 anos, o público alvo da terceira fase, que vai de 5 a 23 de abril, foram escolhidos por ter sido o grupo com maior incidência da doença segundo os registros oficiais da Organização Mundial de Saúde.

A etapa seguinte, de 24 de abril a 7 de maio, coincide com a campanha anual de vacinação contra a gripe comum. Nesse período, os idosos serão imunizados para a influenza sazonal, como todos os anos. Se tiverem doenças crônicas, receberão também a vacina contra a gripe pandêmica. A estratégia foi elaborada de forma que a população da faixa etária se dirija aos locais de vacinação apenas uma vez. Agora, a campanha só termina em 21 de maio, com o atendimento da nova faixa de imunização para os adultos entre 30 e 39 anos.

Fonte:www.aids.gov.br

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Vacinação contra Gripe


VACINAÇÃO CONTRA GRIPE A COMEÇA NO DIA 8 DE MARÇO

A partir do dia 30 de março, o Ministério da Saúde destinará mais de 30 milhões de vacinas para a imunização contra a gripe A (H1N1). Primeiro serão vacinados os profissionais de saúde e a população indígena. Depois, gestantes, crianças a partir de seis meses e menores de dois anos, portadores de doenças crônicas, como diabéticos, imunodeprimidos (portadores do HIV, por exemplo), cardiopatas e portadores de doenças respiratórias crônicas. A terceira etapa foi reservada para adultos saudáveis entre 20 e 29 anos. Para a ação, foram compradas doses extras das vacinas, que serão dirigidas para pessoas de 30 a 39 anos que não apresentam doenças crônicas.

Fonte: lista do Grupo Pela Vidda