Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Desvio de verbas na saúde. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Médico que faltou plantão de Natal é indiciado por omissão de socorro



Enquanto gestores (e parlamentares) nos mais diferentes níveis, continuam com a farsa de que acabar com o SUS e implantar a culturas privatista (ou seria piratista?) das OS é a solução para a saúde pública, a farsa do "eu finjo que trabalho e vocês fingem que me pagam" vem à tona, com a população pagando a conta...






Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

DEVER - QUERER  - PODER
Tem coisas que DEVO, mas NÃO QUERO
Tem coisas que QUERO, mas NÃO POSSO
Tem coisas que POSSO, mas NÃO DEVO
A escolha correta é, portanto, fruto de decisões
conscientes e éticas.
 
 
Oque é triste disso tudo é saber que não vai dar em nada aliais vai acabar em pizza como tudo no Brasil,podemos e devemos gritar contra o descaso dos políticos,mas as coisas só fazem efeitos quando ferem a eles.,é um Brasil descendo a ladeira.
francisco 

Roberto

O duro é que a conta foi altíssima! A vida de uma criança de 10 anos!
bjs
bete
 


Roberto
Beth... o duro, assim como a vida dela, é que tantas outras se percam ou saiam sequeladas, sob a mentira de que as coisas estão melhorando...

Esse médico (que não é o único) já não trabalhava a muito tempo e mantinha a matrícula para fins de aposentadorie etc... e nada disso mudou a nota técnica do CREMERJ que, em que pese estar justa na medida que cobra do Prefeito a responsabilidade pelo caos instalado, num arroubo de corporativismo, se multiplica em elogiaos à esse medico, como se fosse, assim como a menina, mais uma "vítima do sistema".





NOTA PESSOAL:
 
Não bastasse isso tudo soube por intermédio de pessoas ligadas a ONGS, que a situação dos moradores de Nova iguaçu esá pessima depois do fechamento do Hospital da Posse, os pacientes estão sendo filtradfos por caso ( tipo Urgencia ou não) e os que não se enquadram no filtro que vá procurar medico em outro municipio, veja que em CAXIAS tambem está péssimo, no final acabam todos vindo a se tratar no Miguel Couto ou SOuza Aguiar....
 Agora como devemos proceder nesse caso?
 Denuncia ao MP?
 Saibam que o hospital foi fechado por Irregularidades...
 Soube de fontes que consultou Moviemento social...
 Como Não vejo passeata ou noticia em Jornal?
 São coisas assim que me dão desânimo e desalento>>>....
NGB
ativisvocontraaidstb 
 
 
 
 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Verba para combate à aids fica parada nas contas de estados e municípios

Segue abaixo matéria da Veja sobre os recursos da PAM parados...
Marcio Villard
 
XVI VIVENDO - Estamos Vivos!?!
Rio de Janeiro - 22 a 24 de novembro de 2012
Encerrado período de Solicitação de Bolsas e inscrições prévias.
Informações: 21 25183993 ou 1997 www.pelavidda.org.br
 
 
 

HIV

Verba para combate à aids fica parada nas contas de estados e municípios

Secretarias estaduais e municipais mantêm, sem uso, 160 milhões de reais repassados pelo Ministério da Saúde. Rio de Janeiro, que tem segundo maior índice de mortalidade pela doença no país, é o campeão de desperdício

Pâmela Oliveira, do Rio de Janeiro

Quando confrontados com um problema grave em suas gestões, administradores públicos têm, invariavelmente, uma justificativa no repertório: a falta de verbas, a escassez de recursos, as limitações de orçamento. Em grande parte dos casos, é certo que falta dinheiro e sobram problemas, como nas casas em que o salário acaba e o mês prossegue. Mas nem sempre a inação se explica pelo dinheiro – ou a falta dele. Neste momento, quando pacientes portadores do vírus da aids se acotovelam em busca de atendimento em hospitais e postos de saúde do país, estão parados nas contas de estados e município 160 milhões de reais repassados pelo Ministério da Saúde para melhorar o atendimento de soropositivos e criar programas de prevenção.
O levantamento da situação desse dinheiro é do próprio ministério, com base nas informações repassadas por estados e municípios. O desperdício pode ser ainda maior: cerca de 200 municípios não informaram o que fizeram – e se fizeram – com a verba destinada ao combate à aids.
Em alguns locais, a verba repassada regularmente pelo Ministério da Saúde desde 2003 ‘apodrece’ na conta há 91 meses, como em Vila Velha, no Espírito Santo. No Sudeste, são 68,4 milhões de reais sem uso nas contas bancárias dos gestores municipais e estudais. A região é a que tem maior número de mortes causadas pela doença: em 2010, dos 11.965 óbitos notificados no país, 5.687 ocorreram nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
LEIA TAMBÉM:
O estado do Rio, que tem a segunda maior mortalidade pela doença do país, é o que acumula mais recursos sem uso: 30,2 milhões de reais em caixa entre verbas destinadas à Secretaria Estadual de Saúde e às secretarias municipais. Segundo levantamento ao qual o site de VEJA teve acesso, a Secretaria Estadual de Saúde fluminense gastou apenas 36,8% dos 24,9 milhões de reais que recebeu desde 2003. Ou seja, acumula 15,7 milhões de reais sem uso. Já o município deixou de aplicar na rede 8,1 milhões dos 17 milhões que recebeu desde 2003.
O estado tem 9,1 mortes por aids para cada grupo de 100 mil habitantes, quase o dobro da média nacional, de 5,6 óbitos. A cada dois dias, nove moradores do estado morrem em decorrência de problemas com o HIV.
Oferecer tratamento com rapidez é a diferença entre a vida e a morte quando o assunto é o HIV. A aids, que já representou uma sentença de morte, hoje é considerada uma doença crônica por especialistas, mas o diagnóstico tardio e o atendimento precário são entraves ao tratamento. Os destinos possíveis para o dinheiro são muitos. De acordo com o Ministério da Saúde, os recursos poderiam ser usados na contratação de ações de prevenção realizadas por organizações não-governamentais e em melhorias estruturais de unidades de saúde que atendem soropositivos. Poderia ainda ser destinado a casas de apoio que cuidam de pacientes sem recursos ou na compra de leite para bebês, filhos de mulheres soropositivas, pois o leite materno de uma mãe soropositiva leva risco de contágio ao recém-nascido.
Deixar de empregar o dinheiro destinado ao combate à aids dificulta o trabalho de entidades que tiveram destaque no combate à epidemia, cujo ponto crítico se deu na década de 1980. O grupo Pela Vidda Rio, fundado em 1989, é um dos que passa por dificuldades atualmente. Sem receber dinheiro público e com o corte dos financiamentos internacionais, o Pela Vidda foi obrigado a reduzir seu horário de funcionamento ao período da tarde. O atendimento já não está disponível às segundas-feiras e foi fechado o Disque-Aids, destinado a dar orientações a soropositivos e famílias de pacientes com a doença.
O trabalho do Pela Vidda consiste em dar assistência psicológica e jurídica aos portadores do vírus. O grupo também se especializou em ações de prevenção ao HIV e na luta contra o preconceito e pelos direitos dos soropositivos. “Hoje, a situação financeira do Pela Vidda é muito delicada. Fazemos um esforço enorme para manter as portas abertas, mas se nada mudar não sei até quando conseguiremos. O mais grave é que as pessoas continuam chegando, buscando ajuda sem conseguir acesso à rede pública. Muitas acabaram de ter o diagnóstico e chegam perdidas, com medo de morrer, sem ter a quem revelar o diagnóstico. Em seguida, ainda precisam peregrinar em vários postos para conseguir uma consulta”, afirma o psicanalista George Gouvêa, coordenador do Pela Vidda, que mantém atendimento psicológico e jurídico com 12 voluntários.
O superintendente de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, alega dificuldades no repasse de recursos para projetos de organizações não-governamentais devido ao excesso de documentos exigidos. Chieppe argumenta ainda que a secretaria aumentou o gasto nos últimos anos e afirmou que, até 2013, investirá no Plano de Metas a verba que hoje esta parada na conta do estado.

“Não sobra dinheiro. Não há excesso. O que há é dificuldade de utilizar esses recursos, que se acumularam em anos anteriores. Os juros também geram mais recursos”, afirma. “Há uma discussão em relação ao repasse para ONGs. Não há instrumentos jurídicos adequados. O estado tem que fazer o repasse como se o fizesse para uma empresa qualquer. Ou seja, há uma carga muito grande de documentos exigidos para organizações não-governamentais que não têm o mesmo porte de uma empresa que vende para o governo. Tem que se pensar numa adaptação para que esses recursos sejam repassados. Hoje, temos muita dificuldade”, disse.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde Rio, que segundo o levantamento do Ministério da Saúde tem 8,1 milhões de reais na conta, alega que não há valores parados. O município argumenta que “todos os valores estão empenhados no orçamento, vinculando os recursos financeiros em conta com os recursos orçamentários e compromissos assumidos”. “A verba é utilizada em despesas fixas e variáveis, como campanhas, e o recebimento e uso dos valores são dinâmicos, com prestação de conta feita ao final do exercício. Portanto, a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDC) não tem hoje em sua conta os R$ 8 milhões citados. Dentre as despesas fixas estão a compra de leite substituto para crianças nascidas de mães com HIV, cerca de 28 mil latas ao ano, aquisição de gel lubrificante (500 mil saches/ano)”, diz a nota. O município não informa quanto tem em caixa no momento dos recursos repassados pelo ministério.
A resposta escorrega nos detalhes. A orientação do Ministério da Saúde para uso da verba não inclui a compra de gel lubrificante. A Secretaria Estadual de Saúde comete o mesmo erro: de acordo com o superintendente Alexandre Chieppe, o órgão também compra gel lubrificante com o valor de incentivo. Ou seja: do pouco dinheiro que é usado, há ainda gastos que desrespeitam o que foi acordado com o ministério.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Bloqueio de recursos Bahia - Espiríto Santo -Goiás - Mato Grosso - Santa Catarina!!!!


Bloqueio de recursos Bahia - Espiríto Santo -Goiás - Mato Grosso - Santa Catarina!!!!

Prezados(as),

Alguns municípios tiveram bloqueados repasse dos recursos financeiros neste início de ano conforme ofício anexo.

Bahia - Canavieiras
Espiríto Santo - Viana
Goiás - Aparecida de Goiania, Goiania e Anapólis
Mato Grosso - Juara
Santa Catarina - Indaial, Tijucas e Tubarão

Preocupante!!!!

Rodrigo Pinheiro
Bom dia Rodrigo e demais,

Alem de ser preocupante, precisamos monitorar o que farão com esses recursos.

Pela proposta quem passaria a gerir os recursos seria o Departamento Nacional, isso em relação ao municípios, em relação ao ESTADO com verbas bloqueadas o Departamento estaria vendo uma maneira de como estaria viabilizando as ações.

Acho que foi isso que o Ivo Brito, comentou no evento da UNGASS em Recife.

abraços

Jaime Marcelo Pereira
RNP+ Núcleo Médio paraíba - RJ

Há quero lembrar que recurso para patrocinar copa tem,olimpiadas,também tem,e nós cidadãos cumuns é que se virem,ou aprenda a ser politico/ladrão/safado para sobriviver,eu te amo meu Brasil.Francisco

Rodrigo,
 
Se o município ou o estado não fazem a sua parte, estes devem ser penalizados de alguma maneira. 
 
No ofício conta a razão da suspensão do bloqueio dos recursos, eles não fizeram a alimentação dos sistemas de notificação do SIM e do SINAN.  Isto é uma esculhambação! Que for dessas cidades devem divulgar esse fato ao máximo para a mídia.
 
Um Abraço!
 
Willian Amaral

 Nota pessoal: Sabe que eu não tenho mais nem como me expressar       diante dessa covardia!!!
TODO O DIA VEM UMA NOVIDADE.
Mais vocês repararam que essas verbas foram tirarda de lugares que ao meu ver , salvo mal juízo, miseràveis?
Será que nesse lugares não fazem parte da base aliada?
Alguem procurou saber disso?
Mais independentemente apoio, base partido, sim ou não, é inadimissivel.
ISSO É O FIM!!!!
NGB
ATIVISMOCONTRAAIDSTB

  

terça-feira, 26 de julho de 2011

O paraíso do milionário Sérgio Cabral (Porque do Caos na saúde)

O  mundo mágico de Mangaratiba
O paraíso  do milionário Sérgio Cabral conseguido com  o salário de VEREADOR,DEPUTADO E SENADOR  já que ele nunca trabalhou.
Hoje seu salário  como Governador é de R$ 17.000,00
5.000.000,00/17.000,00=  294 meses/12 = 24 anos
Cada casa  do condomínio é avaliada em R$ 5.000.000,00  em terrenos de 5.000 m² 
Vocês vão  descobrir que o patrimônio de Cabral  é ainda maior do que se sabia. 
No luxuoso  condomínio Portobello, Adriana Ancelmo Cabral,  ex-esposa do governador descendo do helicóptero  do Estado, com as babás e as crianças  como podem ver nas fotos abaixo.
Sérgio Cabral  não tem uma mansão em Mangaratiba. São  duas. E pra não deixar ninguém duvidar  da competência do governador em multiplicar  o patrimônio e adquirir imóveis, fotografamos  as duas mansões. As fotos foram tiradas  agora no dia 16 de junho. É espantoso!  Preparem-se!

Belíssimas casas!  Segundo avaliação, essas mansões custam  R$ 5 milhões cada uma. Coisa tão  simples de achar que se fica admirado,  sem entender, como o Ministério Público  não achou até agora.

Mas tem outra  curiosidade espantosa. O luxuoso condomínio  Portobello também é o paraíso dos “sérgios”. O secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, que pra ficar bem pertinho do chefe resolveu comprar uma mansão próxima do chefe.
As fotos a  seguir são das mansões, a que se  tinha conhecimento, no exclusivo Condomínio  Portobello, que o jornalista Dácio Malta  já tinha mostrado e da segunda mansão  de Cabral, no Portobello.

Em 1998, o então deputado Sérgio Cabral foi denunciado pelo então governador Marcelo Alencar, junto ao Ministério Público Estadual, por improbidade administrativa (adquirir bens, no exercício do mandato, incompatíveis com o patrimônio ou a renda do agente público) cometida na compra de uma mansão no condomínio Portobello em Angra dos Reis. Posteriormente, essa investigação foi arquivada pelo subprocurador-geral de Justiça Elio Fischberg, em 1999. Em 1998, tinha declarado como patrimônio de R$ 827,8 mil. 
A 1ª já conhecida
A 2ª mansão
Cabral justifica  mansão dizendo que assessores emprestaram  o dinheiro 
Reportagem que  está na revista Época, que saiu hoje,  sobre a primeira mansão de Cabral, em  Mangaratiba. Alega que os assessores que  trabalhavam no seu gabinete quando era  deputado estadual lhe emprestaram o dinheiro.  Como que um assessor que ganhava R$  5.400 vai emprestar a Cabral R$ 54  mil, dez vezes o seu salário, como  ele alega? E os números e as histórias  não batem. 

Cabral pegou emprestado, como mostra a Época, R$ 475 mil. Mas na declaração de bens ao TER, informa que a casa está avaliada em R$ 200 mil. Na acusação que o ex-governador Marcello Alencar lhe fez, de enriquecimento ilícito, por não ter rendimentos para comprar a mansão, a alegação de Cabral foi outra. Disse que prestava consultorias jornalísticas, igual ao Palocci, a uma assessoria de propriedade do seu amigo Rogério Monteiro. É uma bola de neve. Cabral está cada vez mais encrencado e desesperado.

Mas o mais surpreendente vem no final da reportagem (destacado em amarelo) na resposta da assessoria de Cabral, que num ato falho informa: ”Qualquer documento referente a esses anos tão remotos já foi descartado, tendo em vista que a prescrição é de cinco anos”. Bem prescrição se refere a quando há crime. Essa resposta de Cabral, via assessoria, é mais uma confissão de culpa.
 
Carreira  Política
 
Entrou na política no  início dos anos 1980 na juventude do  PMDB. Em 1982 foi articulador da carreira  de seu pai Sérgio Cabral, em eleições  para vereador. Já em 1984, foi Coordenador  do Comitê Pedro Ernesto em apoio a  Tancredo Neves. Em março de 1987 ingressou  na vida pública quando assumiu a Diretoria  de Operações da TURISRIO - Companhia  de Turismo do Estado do Rio de Janeiro,  no governo de Moreira Franco.

Eleições  para prefeito do Rio

Em 1992, se candidatou  a prefeito pelo PSDB. Aproveitando a alta  popularidade do então prefeito Marcello Alencar  e a impopularidade de Leonel Brizola no  governo do estado, Cabral lançou o slogan  "Quero ser um novo Marcello sem o Brizola para atrapalhar". Por não contar com apoios expressivos, ficou nas últimas colocações.
Em 1996, foi novamente  candidato a prefeito da cidade do Rio  pelo PSDB, perdendo a eleição no segundo  turno para Luiz Paulo Conde, então do  PFL.
Em 2000, estava cotado  para ser o candidato do PMDB à prefeitura  do Rio de Janeiro, mas decidiu apoiar  o candidato Luís Paulo Conde do PFL.




Deputado
Nas eleições de 1990,  foi eleito deputado estadual no Rio de  Janeiro com 12000 votos, sendo reeleito  nas eleições seguintes de 1994 e de  1998.
Em 1994, ao iniciar  seu segundo mandato como deputado estadual,  também pelo PSDB, mesmo partido do governador  recém eleito Marcello Alencar, foi re-eleito  presidente da Assembleia Legislativa fluminense,  cargo que ocupou até 2002. Nesta votação  obteve 125 mil votos, sendo o deputado  mais votado do Rio de Janeiro até  aquele ano. Este fato possibilitou o ganho  do cargo de presidente da Casa nos  anos de 1995, 1997, 1999 e 2001.

Em 1995, logo no  início deste ano, fez uma auditoria na  Alerj, culminando na determinação do primeiro  teto salarial do Brasil. Ainda na presidência  da Alerj, Cabral findou com as aposentadorias  especial dos parlamentares.
Em 1999, Sérgio Cabral  Filho volta para o PMDB, e ainda  como presidente da ALERJ, se aproxima  do então governador do estado, Anthony  Garotinho.
Senador
Em 2002, foi eleito  senador pelo estado do Rio de Janeiro  em aliança com Rosinha Garotinho (esposa  de Anthony Garotinho) que ganhou a eleição  para governadora. Obteve nesta votação 4,2  milhões de votos.
Como senador, Cabral empenhou-se  para aprovar o Estatuto do Idoso, além  de presidir a Comissão do Idoso.

Com a renúncia ao  mandato de senador para assumir o governo  do Estado, foi substituído no Senado  por seu segundo suplente, Paulo Duque, já que o seu primeiro suplente, Regis Fitchner, assumiu a Chefia da Casa Civil do Estado.
Governador
Em 29 de outubro  de 2006, com apoio dos ex-governadores  Anthony e Rosinha Garotinho, foi eleito,  em segundo turno, governador do Rio de  Janeiro pelo PMDB, em chapa com Luís Fernando de Sousa, com 5.129.064 votos (68% dos votos válidos em todo o Estado), derrotando Denise Frossard do PPS que obteve 32% dos votos válidos.
Foi empossado governador  do estado do Rio de Janeiro em 1  de janeiro de 2007.
Em outubro de 2010,  foi reeleito governador, ainda no primeiro  turno, com mais de 66% dos votos  válidos.
Denúncias,  críticas e resoluções 
Durante seu mandato como  presidente da ALERJ, nomeou para seu gabinete,  a esposa do fiscal do governo do  estado Silvana Dionízio Silveirinha Corrêa,  que ficou conhecido por Silveirinha. Rodrigo Silveirinha Corrêa, suspeito de comandar um esquema de corrupção na Secretaria de Estado da Fazenda no governo Garotinho, conhecido como Propinoduto.
Em 1998, o então  deputado Sérgio Cabral foi denunciado pelo  então governador Marcelo Alencar, junto ao  Ministério Público Estadual, por improbidade  administrativa (adquirir bens, no exercício  do mandato, incompatíveis com o patrimônio  ou a renda do agente público) cometida  na compra de uma mansão no condomínio  Portobello em Angra dos Reis. Posteriormente,  essa investigação foi arquivada pelo subprocurador-geral  de Justiça Elio Fischberg, em 1999. Em  1998, tinha declarado como patrimônio de  R$ 827,8 mil.
Cabral foi citado pelo  então deputado federal André Luiz (PMDB –RJ), cassado por tentar extorquir R$ 4 milhões do empresário de jogos Carlinhos Cachoeira para tirar seu nome da CPI da LOTERJ. André disse a seguinte frase: Nós formamos um grupo só, Sérgio Cabral, Picciani, eu, Calazans e Paulo Melo.
As gravações publicadas  pela revista Veja, foram confirmadas pelo  perito Ricardo Molina. Depois, Cabral repudiou  a menção de seu nome por André  Luiz.
Sérgio Cabral Filho,  em 2004, fez um requerimento pedindo voto  de aplauso do Senado ao Superintendente  da Polícia Federal no Rio de Janeiro,  José Milton Rodrigues e ao Delegado Regional  Executivo, Roberto Prel, pelo sucesso das  operações da Polícia Federal no Estado  do Rio de Janeiro. 
Roberto Prel era dado  por muitos como certo para ser Secretário  de Segurança em um eventual governo Sérgio  Cabral. 
Mais tarde, as duas  indicações de Cabral, foram presos pela  operação denominada Operação Cerol, acusados de cobrar propina para proteger sonegadores de impostos.
Em 2006, com a impossibilidade  de se candidatar para um novo mandato  à frente do estado do Rio, o casal  Garotinho decide apoiar Sérgio Cabral Filho.

Em 2009, um levantamento  da mesa diretora do Senado, mostrou que  Cabral havia faltado a um terço das  votações desde 2003, num total de 178  faltas.
Até setembro de 2007,  a média era de 1 a cada 5 dias  fora do Brasil, totalizando uma ausência  de 62 dias neste ano, sendo duas  semanas de férias, na França e na  ilhas Saint-Barth, no Caribe. 

No mês de abril  chegou a permanecer mais tempo fora do  país do que no Rio de Janeiro, Estado  que governa. Foi também no mês de  junho do mesmo ano, convidado pelo presidente  Lula a reabertura do estádio de Wembley,  na Inglaterra. 
No final do seu primeiro  ano de governo Sérgio Cabral Filho contabilizou  17% do ano no exterior, ou um a  cada 6,2 dias.
Os Homens  do Governo Cabral 
As personagens  que cercam Sérgio Cabral, os “generais”  que comandam a pilhagem dos recursos públicos,  que estão saqueando a população do  Rio de Janeiro, através de farsas, negociatas,  maracutaias e tramas nos bastidores. É  a turma dos negócios promíscuos de Cabral.  Por muito menos Collor e José Roberto  Arruda (Distrito Federal) sofreram o impeachment. 
Adriana  Ancelmo Cabral – a  esposa de Cabral

O escritório de advogacia,  do qual é sócia majoritária, tem como  clientes, empresas concessionárias de serviços  públicos estaduais e outras que têm  contratos de prestação de serviços com  o Estado. O Metrô e a Supervia, apesar dos caóticos serviços prestados, conseguiram por intermédio de Adriana, que o marido, Cabral, renovasse por mais 30 anos os contratos de concessão. A esposa de Cabral também advoga para o Grupo Facility, do “Rei Arthur”, que tem contratos de mais de R$ 1,5 bilhão com o governo Cabral. A mulher de Cabral representa os interesses jurídicos de várias empresas que têm contratos milionários com o Estado e dependem de decisões do governador.
Esse é um  personagem que se move nas sombras, mas  toda a mídia conhece muito bem, e  protege por interesse próprio. É publicitário  e não tem nenhum cargo no governo.  Mas é ele que controla a milionária  verba de publicidade e se reúne com  o pessoal dos grandes veículos de comunicação.  Usa a agência FSB para distribuir as  verbas e comprar a blindagem do irmão  Cabral.  
A promessa é  do publicitário Maurício Cabral (foto).
"Fui contratado exatamente para trazer para a agência contas do mercado privado", afirma Cabral, refutando o boato de que teria ido para a Agnelo atender a conta do Governo do Estado, já que a Governadora Rosinha é do PMDB, mesmo partido de seu irmão, o senador Sérgio Cabral. "A conta do Governo já tem uma equipe de atendimento e eu serei mais útil aproveitando minha experiência no setor privado", comentou.
O publicitário não se assusta com as dificuldades econômicas do mercado carioca, que praticamente não têm permitido que decolem como desejavam várias novas agências que se instalaram aqui nos últimos tempos. "Claro que o fato de já termos o Governo do Estado nos dará mais tranquilidade para prospectar os clientes cariocas", admitiu Cabral, excitado com a sua nova experiência.
 
Mauricinho  Cabral – o irmão  de Cabral
Luiz  Fernando Pezão –  o vice-governador  
É o homem que cuida das Obras do Estado e negocia os contratos milionários e está sujo dos pés grandes até a cabeça, passando pelas mãos ainda maiores, que lhe rendem o apelido de “Mão Grande”. Usa seu subsecretário, Hudson Braga para fazer a ponte com as empreiteiras, menos a Delta, que é linha direta Cabral – Fernando Cavendish. Está enrolado no TCU por conta do contrato da DELTA, das obras do Arco Rodoviário. Um escândalo de superfaturamento. É o responsável pela reforma do Maracanã e vai ter que responder por que mandou pagar R$ 8 milhões à DELTA antecipadamente, antes mesmo de realizar algumas intervenções previstas no contrato. Está metido numa negociata da desapropriação de um imóvel em Barra do Piraí, que pertencia à família de sua mulher, foi super avaliado e em seguida desapropriado por um valor muito acima do mercado.
Régis  Fichtner – o secretário  da Casa Civil  
É um dos braços-direitos de Cabral desde que ele era deputado na ALERJ. Responsável pelas negociatas de imóveis desapropriados do banqueiro Daniel Dantas, denunciadas pela revista Carta Capital. O banqueiro ganhou milhões graças à generosidade da caneta de Cabral negociada com Régis Fichtner. Acertou e foi o autor da chamada Lei Luciano Huck, que legalizou centenas de imóveis de luxo construídos em área de preservação de Angra dos Reis, beneficiando o apresentador e muita gente graúda. É o interlocutor com a Justiça e o Ministério Público. 
Wilson  Carlos – o secretário  de Governo 
Amigo de Cabral  desde os tempos de estudante é o  homem que cuida dos negócios com os  políticos. É o outro braço-direito. Cuida  do toma lá dá cá de Cabral. Foi  flagrado em uma investigação da Polícia  Federal como possuidor de contas em paraísos  fiscais na China, não declaradas.
José  Mariano Beltrame –  o secretário de Segurança 
Responsável pelo  contrato de aluguel dos carros da PM,  a negociata com a Julio Simões cujo  valor pago por viatura dá para comprar  duas novas por ano. Acusado por seu  ex-subsecretário de fazer escutas ilegais.  Numa afronta à Constituição ganha mais  que ministro do STF acumulando indevidamente  salário da Polícia Federal. É o responsável  pela política de acordos com as milícias.  Tinha como assessores de confiança um  falso tenente-coronel do Exército e o  miliciano Chico Bala. Abafou as investigações  da corrupção na Polícia Civil descobertas  pela Operação Guilhotina e com medo  da ameaça de revelações do delegado  Allan Turnowski, de acusador virou sua  testemunha de defesa. Turnowski sabe as  relações de Beltrame com as milícias,  que estão por trás da farsa das  UPPs. 
Wilson  Risolia – o secretário  de Educação 
O economista  do mercado imobiliário que desde o início  do ano toca os negócios milionários  de aluguel de aparelhos de ar condicionado  e outros equipamentos; além das compras  superfaturadas de computadores e outros.
Julio  Lopes – o secretário  de Transportes 
O homem que  negocia com as empresas de ônibus, além  do Metrô, das Barcas e da Supervia.  Está por trás de toda a proteção  às empresas e manda os passageiros terem  paciência.
Os  parceiros de negócios 
Arthur  Cezar de Menezes Soares  Filho, o “Rei Arthur”  – Grupo Facility
O poderoso “Rei Arthur” vive escondido em Miami, numa mansão milionária – dizem que tem medo de ser preso no Brasil - e chegou a abrir uma filial do Porcão na cidade americana, para satisfazer seu gosto por churrasco. Tem no governo Cabral contratos de prestação de serviços que ultrapassam R$ 1,5 bilhão, muitos sem licitação. Tem funcionários terceirizados em praticamente todas as áreas do governo Cabral, além do Ministério Público e da Polícia Federal. Cabral viaja no seu jatinho e já se hospedou mais de uma vez na sua mansão de Miami. 
Fernando  Cavendish – Empreiteira  Delta
Esse é o segundo mais poderoso empresário do grupo de Cabral pelo valor dos contratos, R$ 1 bilhão, grande parte sem licitação. Mas é o primeiro no coração de Cabral que intermediou a entrada da Delta em mais contratos milionários da prefeitura do Rio, além de outras. Está em maus lençóis depois de tudo o que está vindo à tona, por conta do acidente de helicóptero da Bahia. Segundo a revista Veja, bate no peito pra dizer que pode comprar políticos. De pequeno empreiteiro virou o campeão de obras no Rio, sob a benção do amigo Cabral, também seu vizinho do condomínio Porto Bello, como o secretário de Sérgio Côrtes. 
Eduardo  Paes – O prefeito  do Rio
Afilhado político de Sérgio Cabral. Retribuiu o apoio do padrinho fraqueando os contratos da prefeitura aos amigos de Cabral, “Rei Arthur” (Facility) e Fernando Cavendish (Delta). Os dois multiplicaram por muitas vezes seus negócios com a prefeitura de Paes.
Este não tem  foto porque
dificilmente se  mostra....
Jorge  Picciani – O presidente  do PMDB e ex-presidente  da ALERJ
O homem que deu sustentação política a Cabral na ALERJ, durante os quatro anos que a presidiu. Barrou qualquer tentativa de investigação. Nos bastidores tentou de todas as formas, destruir adversários de Cabral, que podiam atrapalhar os negócios. Participa ativamente do governo Cabral. A secretaria de Educação é dele, e está por trás dos contratos da compra de computadores superfaturados e de aluguel de ar de condicionado. A empresa INVESTIPLAN, que pertence a Paulo Trindade, sócio de Picciani em negócios de gado, detém mais de 90% dos contratos de informática do governo Cabral. A INVESTIPLAN também está envolvida no Mensalão do Arruda, no Distrito Federal
Paulo  Melo – O presidente  da ALERJ
O presidente da ALERJ era até o ano passado o Líder de Cabral e quem comandava a tropa de choque que protegia o governador. 
De vendedor  de cocadas virou um dos maiores milionários  da Região dos Lagos, onde os contratos  do governo Cabral passam pela sua negociação.
É o campeão da multiplicação do patrimônio pessoal entre os presidentes de assembléias legislativas do país, segundo revelou recente reportagem. Dono de inúmeros imóveis adquiriu recentemente uma fazenda milionária em Rio Bonito e é dono de hotel, em Araruama.
Segundo ele  ficou rico ganhando comissões como corretor  de imóveis na Região dos Lagos.
Esse é o  campeão de negócios sujos. Grupo Facility,  TOESA e as ambulâncias, TCI, Barrier  e os remédios. Mansão, cobertura, joalheria.  Luxos milionários que não têm como  ser explicados. 
Como verão  a seguir 
Sérgio  Côrtes – o secretário  de Saúde
Embora tenha  aprendido com seu chefe a subdeclarar  valores quando lhe interessa, Sérgio Côrtes  foi modesto demais. E como foi modesto!  A mansão que está no nome de sua  esposa Verônica Vianna Côrtes foi declarada,  pasmem, por apenas R$ 250 mil. Por  esse preço se anunciar nos classificados  do Globo vai formar uma fila do Rio  a Mangaratiba, de gente querendo comprar.  O detalhe é que tem um vizinho ao  lado que colocou pra vender uma casa.  Pediu R$ 8 milhões. Só não entendemos  por que a Receita Federal, a Polícia  Federal, o MP ainda não deram uma  passadinha por lá.
 
A Mansão  de Sérgio Côrtes no condomínio
Sérgio Côrtes  pode não ter a menor capacidade para  cuidar da Saúde, mas aprendeu com Cabral  e é um gênio na multiplicação do  patrimônio. Que sorte que deve dar nos  seus investimentos! 
Os documentos  que comprovam a fraude, a corrupção,  a ocultação de bens, o enriquecimento  ilícito e o crime de sonegação por  parte do secretário estadual de Saúde,  Sérgio Côrtes relativos à luxuosa mansão  no condomínio Portobello, onde seu amigo  governador Sérgio Cabral tinha uma mansão  e agora tem duas. Para começar vejam  uma foto que mostra a tentativa grosseira  de Sérgio Côrtes de esconder o luxo  de sua mansão. Comparem a fachada modesta  que dá para a rua, com o luxo  das instalações, que se vê da praia  privativa do condomínio. 
Aí está  a foto da mansão de Sérgio Côrtes,  no mesmo condomínio de Cabral. Vejam  que bela mansão. Coqueiros, piscina, dois  andares. 
Mas agora  é que vem o pior. A mansão de  Côrtes, comprada em 2007, está no nome de sua mulher Verônica Fernandes Vianna (nome de solteira). Abaixo a cópia do carnê de IPTU, da prefeitura de Mangaratiba, relativo a este ano de 2011. Vão observar em destaque, que o imóvel que tem um terreno de 4.575 m² consta como se não tivesse nada construído. Observem do lado esquerdo: “Área Construída: 0,00”. Ou seja, Sérgio Côrtes mentiu para a prefeitura de Mangaratiba dizendo que tem apenas um terreno e não a mansão luxuosa que todos estão vendo.
A cópia da  Escritura da mansão, lavrada em 2007,  por coincidência no Cartório Cabral, em  Mangaratiba, em nome de Verônica Fernandes  Vianna, a mulher de Sérgio Côrtes, onde  é declarado, como valor de um terreno  de 4.575m², no luxuoso condomínio Portobello,  a módica quantia de R$ 250 mil.  Vejam a contradição, no próprio IPTU  o terreno está lançado com valor de  R$ 516 mil.  
A  milionária cobertura de Sérgio Côrtes na  Lagoa 
Esta é a  foto do prédio onde fica a cobertura  duplex do secretário estadual de Saúde,  Sérgio Côrtes, na Avenida Borges de  Medeiros, nº 2.475, de frente para a  Lagoa Rodrigo de Freitas. É o sonho  de consumo de 9 entre 10 socialites  do Rio de Janeiro morar naquele ponto.  Um dos metros quadrados mais caros da  Cidade Maravilhosa. Amigos que estiveram dentro  da residência numa festa relatam que  a quantidade de obras de arte e a  decoração suntuosa são de dar inveja  a Ali Babá. Sérgio Côrtes tem muito  que explicar. 
Côrtes  adquiriu a cobertura duplex cometendo vários  crimes. 
1º) Subdeclarar  o valor da compra do imóvel em R$  1,3 milhão quando qualquer carioca sabe  que uma cobertura duplex com 5 vagas  na garagem, na beira da Lagoa Rodrigo  de Freitas, num prédio moderno está  na faixa de R$ 5 milhões.
2º) Na época  da compra ele dirigia o INTO (Instituto  de Traumato-Ortopedia). Nenhum diretor de hospital  por mais bem pago que fosse, conseguiria  juntar R$ 1,3 milhão, o declarado na  escritura. Muito menos o seu valor real  perto de R$ 5 milhões. Sérgio Côrtes  era, portanto, ocupante de cargo público  de confiança federal. O que estão esperando  o Ministério Público Federal, a Polícia  Federal e a Receita Federal para desvendar  o milagre da súbita e espantosa multiplicação  dos bens de Sérgio Côrtes?

 
3º) A escritura  mostra que a cobertura foi comprada à  vista, em dinheiro em espécie. Sérgio  Côrtes chegou carregando um pacote com  R$ 1,3 milhão, que devia estar guardado  no colchão. Ou seja, pagou em dinheiro  vivo para não deixar rastro de onde  veio a propina. 
SERGIO CORTES  HISTÓRICO  
04/05/2006 
EXTRA! 
1. Muita gente  achava estranhos os atentados que o Dr.  Sergio Luiz Cortes da Silveira -diretor  do Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia  - teria sofrido. Ele sempre surgia na  imprensa como vitima. Delegados que acompanharam  o caso diziam que isso só acontecia  quando havia -palavras deles- "briga de  quadrilha". Portanto a suspeita que tinham  é que não havia inocente naqueles casos  e muito menos vítima. 
2. Agora um destes  delegados, investiga um fato aberto e  que ajuda a reforçar a tese que  ele tinha. No diário oficial do município  do dia 7 de março de 2006- o  Dr. Sergio Luiz Cortes da Silveira, aquele  diretor do INTO -hospital de traumatologia  federal, compra um imóvel na Avenida  Borges de Medeiros 02475 -apto 1103 -duplex,  (transcrição). E paga de ITBI R$ 71.035,46,  correspondente a um imóvel cujo valor  efetivo é de no mínimo R$ 3.551.773,00,  (ITBI 2% do valor da planta de valores  atualizada). 
3. Independente  do que tenha lançado para fins de  imposto de renda em combinação ou não  com quem vendeu, o valor foi pago  naturalmente ...  
4. A atuação  do delegado agregou às investigações um  parecer do Tribunal de Contas da União  (TC 012.030/2003-7) que identificou irregularidades  em contrato gerido pelo Dr. Sérgio Cortes,  e sugeriu que ele fosse multado por  "grave infração à norma legal ou  regulamentar". 
5. Muitos funcionários  dos hospitais federais acham que a manutenção  do decreto federal de março de 2005  que ainda permite compras sem licitação,  está agregando mais distorções nesse processo  de compras e contratação de serviços  e obras, sem licitação. E que -uma  vez configurada e demonstrada a situação  de que o Dr. Cortes não tem renda  nem patrimônio anterior que justifique tal  compra- outros casos poderão surgir em  breve. Os documentos estão sendo recolhidos  pelos próprios servidores em unidades federais. 

27/08/2008 
ILUSÃO DE  ÉTICA NA SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE! 
1. Há casos em que  a contratação de parentes na linha vertical  do comando de finanças torna as decisões  do superior -no caso o secretário estadual  de saúde- apenas coonestadas pelo imediato  responsável pela execução financeira e orçamentária.   Com isso, havendo ocorrências eventuais de  irregularidades, estas tendem a passar acobertadas  pelo subordinado. 
2. Vejamos um caso  flagrante. Sérgio Cortes é o secretário  estadual de saúde, o comandante dos postos  de lata sobre os quais pairam duvidas  crescentes. É casado com Veronica Vianna.  O irmão desta -ou cunhado de Sergio  Cortes- é César Romero Vianna Jr. 

3. César Romero  Vianna Jr é nada mais nada menos  que o Subsecretário de Estado da Subsecretaria  Executiva da Secretaria Estadual de Saúde  e responsável por todo o processamento 
licitatório (ou  de dispensas de licitação como no caso  dos postos de lata), e da execução  orçamentária-financeira.  
4. É, portanto, cunhado,  considerado parente de primeiro grau pela  legislação. Um parente de primeiro grau  pode ser o executor financeiro da secretaria  do cunhado? Ele deve ficar? O parentesco  nesta linha vertical é ético. Ou se  trata de Ilusão de Ética? 

28/08/2008 
OS POSTOS  DE LATA -1-! O SECRETÁRIO EXPLÍCITO  E MENTIROSO!  
Globo. 
A Secretaria estadual  de Saúde negou que não haja licitações  para instalação das UPAs. Em nota, garantiu  que “a compra de contêineres para montagem  das unidades foi feita por meio de  pregão de registro de preço realizado  no início do ano. No mesmo período  a secretaria realizou o pregão para contratação  da empresa que é a responsável pelas  obras de entorno das unidades. Já os  equipamentos médicos instalados nas UPAs foram  comprados por meio de pregão internacional,  realizado no final do ano passado. Por  outro lado, o projeto arquitetônico e  de paisagismo das unidades é de responsabilidade  do Corpo de Bombeiros”. 
Leia os  DOs que comprovam que as UPAs foram  instaladas sem licitação:  
01/09/2008 
MAIS UMA  DO EXPLÍCITO SERGIO CORTES, SECRETÁRIO ESTADUAL  DE SAÚDE!  
Em maio de 2007  -mais de um ano e três meses atrás-  o explícito Sérgio Cortes vistoriou um  depósito do Estado e "descobriu"  que era uma bagunça. A imprensa deu  grande destaque. Disse que ia contratar  uma empresa para gerir o estoque e  a logística. A Empresa TCI FILE Tecnologia  e Conhecimento LTDA foi contratada por  17,9 milhões sem licitação em maio  de 2007. O ato de dispensa de licitação  só foi publicado em 11 de março  de 2008, com a observação “omitido  no DO de 31 de maio de 2007".  Como é o nome disso? Esquecimento? Escândalo?  Você decide! O TCE audita! E a PF  investiga! 
13/10/2008 
AS "LARANJAS"  DE SAQUAREMA, TERRA DO LÍDER DO CABRAL!  TRÊS TÊM O MESMO ENDEREÇO!  
As quatro cooperativas  abaixo são contratadas pela secretaria de  saúde do governo Cabral. Tem sede de  fachada em Saquarema. Só em agosto/setembro  elas receberam do da Secretaria de Saúde  5,7 milhões de reais. COOPERATIVA INTERNACIONAL  DE TRABALHOS 02.148.888/0001-30 Serviços de  Assistência a Saúde Custeio R$ 1.544.308,17  / COOPINTER - COOP.DE INTERN. RES. E APOIO HOSP -Serviços de Assistência a Saúde. Custeio: R$ 708.125,03 / SERVICE COOP - COOPERATIVA DE TRABALHO. Serviços de Assistência a Saúde. Custeio R$ 2.274.399,62 / SERVICE COOP - COOPERATIVA DE TRABALHO. Serviços de Assistência a Saúde Custeio: R$679.809,30 / SUPER VIDA SAUDE-COOP. DE PREST.SERV.DE SAUDE. Serviços de Assistência a Saúde. Custeio: R$ 581.266,54.
Comprove  a natureza delas e o mesmo endereço  de três delas. 
25/06/2009 
ATOS SECRETOS  DO GOVERNO DO ESTADO DO RIO! 
Uma despesa ou decisão  é efetivada. Mas o ato não é publicado  no Diário Oficial. Meses depois, quando  já ninguém mais está ligado no assunto,  se publica o ato e se diz no  DO que a publicação é por omissão  (ato secreto) de meses atrás. Exemplo:  O secretário estadual de saúde vistoriou  um depósito e disse que era uma  bagunça. E que ia contratar uma empresa.  Mas ninguém soube o nome da empresa,  nem a modalidade, nem o valor exato.  Meses depois se soube o nome:  TCI  FILE Tecnologia e Conhecimento LTDA, por  dispensa de licitação. E se soube o  valor: R$ 17,9 milhões. Clique abaixo  e veja a cópia do Diário Oficial  de 11 de março de 2008. Ato omitido  do DO de 31\05\2007. Ato secreto, ajustado  discretamente meses depois. 
26/10/2009 
Cabral desvia  R$ 10 milhões da saúde para fazer  propaganda 
Conforme vocês  podem observar, na reprodução do Diário  Oficial do Estado do Rio de Janeiro  (edição da última sexta- feira, 23/10),  numa resolução conjunta do secretário de  Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes  e do subsecretário de Comunicação Social,  Ricardo Cota foram transferidos R$ 10  milhões do Fundo Estadual de Saúde para  serem utilizados pela subsecretaria de Comunicação  Social (leia-se propaganda do governo). 
01/03/2010 
EM 20 DE  JULHO/2007, O SECRETÁRIO DE SAÚDE -RJ-  FALAVA EM DESPERDÍCIO! E AGORA? 
(Globo-on, 20/07/2007)   O secretário estadual de Saúde, Sergio  Côrtes, calcula em mais de R$ 20  milhões os prejuízos com medicamentos vencidos,  estocados na central de armazenamento da  secretaria, localizado no Barreto, em Niterói.  No depósito, eles encontraram remédios vencidos,  mas cerca de 90% dos medicamentos fora  do prazo correspondem ao período de 2003  a 2006.  Há dois meses, o secretário  afastou os administradores do local, que  agora é administrado pela empresa TCI,  contratada em caráter emergencial para organizar  o depósito. 
GOVERNO DO  ESTADO RASGA R$ 15,6 MILHÕES EM MEDICAMENTOS! 
(O Dia, 01) Medicamentos,  materiais médico-hospitalares e insumos como  luvas e gazes, que deveriam ter sido  usados em hospitais ou disponibilizados para  a população, perderam o prazo de validade  na Central Geral de Abastecimento do estado,  em Niterói. De acordo com relatório  preliminar do Departamento Nacional de Auditoria  do SUS do Ministério da Saúde, a  Secretaria Estadual de Saúde  desperdiçou  R$ 15,6 milhões com produtos que perderam  o prazo, entre julho e novembro do  ano passado. Entre o material inutilizado  estavam R$ 649,6 mil em medicamentos que  fazem parte da grade de remédios excepcionais,  que devem ser fornecidos a pacientes com  doenças crônicas, como esclerose múltipla,  Parkinson, hepatite B e C e outras  de alto custo. 
E O SECRETÁRIO  DE SAÚDE HAVIA CONTRATADO POR R$ 17  MILHÕES DE REAIS SEM LICITAÇÃO A TCI  PARA GERIR ESSE DEPÓSITO!  
(Logweb, 21/09/2009)   1. Há 20 meses, a Secretaria de  Estado de Saúde -RJ-  adotou soluções  de BPO - Business Process Outsourcing  da TCI em sua cadeia de suprimentos,  com movimentação de estoque em torno  de R$ 750 milhões. A ideia era gerar  economia por meio de ganhos em gestão  de informações e estoques (medicamentos,  bens permanentes e materiais diversos) para  abastecer 51 unidades de saúde e 92  municípios do Estado. A quantidade de  vencidos que encontramos em janeiro de  2007, foi de 20 toneladas.  A TCI  redesenhou todos os processos eliminando os  gargalos e minimizando as perdas e desperdícios.  Foram sanadas, também, as desconexões entre  os diversos processos envolvidos como um  todo. 
2. A TCI utilizou  ferramentas como: modelagem e redesenho dos  processos; implantação de um sistema WMS  para gerenciamento dos armazéns; coletores  de dados via radiofrequência; desenvolvimento  de uma ferramenta web para acompanhamento  dos estoques, solicitações, relatórios, etc.;  implantação de um novo CD com 17.000  m²; sistema de gerenciamento de toda  a frota via satélite; e ferramenta de  gestão de documento, digitalizando todos os  documentos envolvidos nos processos de entrada  e saída de materiais. 
24/03/2010 
As mutretas  de Cabral na Saúde  
Suspeitando de irregularidades  contidas no processo nº E - 08/9085/2007,  firmado pela secretaria estadual de Saúde  e Defesa Civil, publicado no Diário Oficial,  na modalidade Dispensa de Licitação Emergencial,  com a empresa TCI - Tecnologia, Conhecimento  e Informação Ltda., cujo objetivo era  a gestão de todas as operações de  armazenamento de medicamentos, incluindo mão-de-obra  operacional e administrativa, e segurança  patrimonial armada 24h, um advogado requereu  cópia integral do processo administrativamente. 

Como a secretaria  se recusou a entregar, ajuizou Mandado  de Segurança contra o secretário estadual  de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes,  que foi obrigado pela Justiça a fornecer  a íntegra dos documentos que constam  no contrato. 
Analisando  o processo, o advogado descobriu algumas  “pérolas”, que são verdadeiros crimes  contra a administração pública. 
1 -  O não encaminhamento do secretário de  Saúde e Defesa Civil para o governador  Sérgio Cabral de 
documento  explicando a situação e a autorização  da emergência pela Casa Civil; 
2 -  O coordenador de Preparo de Licitações,  nas folhas 82 / 83, já autorizava  de forma ilegal, a dispensa de licitação,  cuja competência não lhe cabia; 
3 - O parecer  jurídico, nas folhas 97 / 100 já  indica de forma inusitada a empresa escolhida,  a TCI - Tecnologia, Conhecimento e Informação  Ltda., solicitando abertura do processo, onde  no contrato não tem cláusula vinculando  o término do contrato, após o citado  processo com o nome da firma escolhida; 

4 - Na folha  122, a TCI informa ao secretário de  Saúde, que abriu uma conta no BRADESCO,  com objeto de cessão fiduciária, que  está condicionada à prévia e expressa  autorização de alguém que somente o  banco sabe quem é; 
5 - A publicação  do contrato veio a público somente no  Diário Oficial, em março de 2008, embora  o contrato tenha sido firmado, em março  de 2007, portanto mais de um ano  antes. A Lei é clara: o contrato  foi firmado, em 11 de junho de 2007  e publicado de forma ilegal, em 11  de março de 2008. Pela Lei, o Estado  teria que publicá- lo, no máximo até  30 dias após a assinatura. 

Resta uma pergunta  importante no ar: A quem foi paga  a importância de R$ 17.913.940,02 (valor  do contrato), se a TCI fez a cessão  do direito de receber (cessão fiduciária)  a alguém que somente o banco BRADESCO  sabe quem é? 
É uma boa pista para os honrados promotores do Ministério Público Estadual e Federal descobrirem quem é o amigo oculto de Cabral, que lhe empresta o avião para viajar, que almoça com ele, em restaurantes da Europa e dos Estados Unidos e que hoje, é detentor dos maiores contratos de prestação de serviços ao Estado.
Aviso:  trovoadas estão ecoando sobre os céus  do governo do Estado do Rio de Janeiro.  Pode chover forte a qualquer momento! 
13/07/2010 
SECRETARIA DE  ESTADO DE SAÚDE-RJ, COMPRA MEDICAMENTOS SUPERFATURADOS  EM EMPRESA AMERICANA COM ENDEREÇO FALSO! 
(RJ.TV.2-13) 1. A reportagem do RJTV foi à procura dos donos da empresa campeã em vendas sem licitação para a Secretaria de Saúde do Rio. A Barrier Service vende remédios e material médico hospitalar a preços muito mais altos que os de mercado. Em alguns casos, cobrou quase o triplo do valor. O principal dono da Barrier, com 99,9 % das ações, é uma outra empresa: a Sommar Investments -- que não fica no Brasil. É uma offshore, com sede no estado americano de Delaware, considerado um paraíso fiscal. O RJTV foi até o endereço da Sommar, segundo os registros oficiais. Mas a viagem foi em vão. Lá funciona outra empresa. O homem que fala inglês é porteiro do prédio onde deveria funcionar a Sommar. Ele não conhece a empresa. Nem o administrador do lugar sabe dar alguma informação. "Nunca ouvi falar deles", diz pelo interfone o americano ao porteiro.
2. Em 2009, os contratos  sem licitação entre a Secretaria Estadual  de Saúde e a Barrier Service Ltda  somaram R$ 17 milhões. A empresa também  participa de pregões eletrônicos: Nessa modalidade,  vendeu R$ 24 milhões no ano passado.  De cada R$ 100  que a secretaria  gasta em todas as compras que faz  de remédios e material, R$ 13 são  com dispensa de licitação. Mas quando  compra da Barrier, de cada R$ 100  o estado gasta R$ 41 dispensando licitação. 

O QUE TODOS  SABIAM VEM FINALMENTE A LUZ: SECRETARIA  ESTADUAL DE SAÚDE-RJ SUPERFATURA, SEM LICITAÇÃO! 
RJ-TV-.2-12)  1. Em  2009, 13% das compras da secretaria estadual  de saúde foram feitas sem licitação,  R$ 81 milhões. As compras foram mais  caras do que as de estados que usam  o pregão. Antibiótico, anticoagulante, analgésico  e até gaze usada em curativos são  apenas alguns produtos da lista de compras  emergenciais da secretaria de Saúde. Só  que sem licitação os preços ficam muito  acima do que normalmente é cobrado no  mercado. Na comparação com as compras  de outros órgãos públicos, a secretaria  jogou dinheiro fora. 
2. Em novembro do  ano passado, a secretaria de Saúde comprou  - sem licitação - o antibiótico levofloxacino  5 mg, por R$ 19,20 a unidade. Dois  meses antes, numa concorrência pública, a  prefeitura de Porto Alegre havia pagado  R$ 10,86 pelo mesmo produto. A diferença:  o estado do Rio pagou 77% a mais.   Também em novembro de 2009 o frasco  de dipirona sódica 500 mg saiu a  R$ 0,90 para a secretaria estadual do  Rio. Em junho do mesmo ano, o medicamento  - na mesma apresentação - custou R$  0,37 para a prefeitura de Maringá, no  Paraná. 
16/12/2010