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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 22 de maio de 2013
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Influenza A H5N1 and HIV co-infection: case report
Influenza A H5N1 and HIV co-infection: case report
Annette Fox
, Peter Horby
, Nguyen Hong Ha
, Le Nguyen Minh Hoa
, Nguyen Tien Lam
, Cameron Simmons
, Jeremy Farrar
, Nguyen Van Kinh
and Heiman Wertheim 
BMC Infectious Diseases 2010, 10:167doi:10.1186/1471-2334-10-167
| Published: | 14 June 2010 |
Abstract (provisional)
Background
The role of adaptive immunity in severe influenza is poorly understood. The occurrence of influenza A/H5N1 in a patient with HIV provided a rare opportunity to investigate this.
Case presentation
A 30-year-old male was admitted on day 4 of influenza-like-illness with tachycardia, tachypnea, hypoxemia and bilateral pulmonary infiltrates. Influenza A/H5N1 and HIV tests were positive and the patient was treated with Oseltamivir and broad-spectrum antibiotics. Initially his condition improved coinciding with virus clearance by day 6. He clinically deteriorated as of day 10 with fever recrudescence and increasing neutrophil counts and died on day 16. His admission CD4 count was 100/ul and decreased until virus was cleared. CD8 T cells shifted to a CD27+CD28- phenotype. Plasma chemokine and cytokine levels were similar to those found previously in fatal H5N1.
Conclusions
The course of H5N1 infection was not notably different from other cases. Virus was cleared despite profound CD4 T cell depletion and aberrant CD8 T cell activation but this may have increased susceptibility to a fatal secondary infection.Fonte:www.biomedcentral.com
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Noticias : H1N1: médico esclarece o falso negativo de HIV
| Noticias : H1N1: médico esclarece o falso negativo de HIV |
| Enviado por zecarlos em 25/05/2010 01:06:11 (7 leituras) |
| Para o infectologista e coordenador de DST/Aids da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), Lourival Marsola, a polêmica sobre o resultado positivo em exames de HIV entre aqueles que se vacinaram contra o vírus H1N1, divulgada em nota pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na semana passada, é desnecessária. |
terça-feira, 20 de abril de 2010
Vacinação contra o vírus H1N1: veja a lista completa de doenças crônicas
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JORNAL FLORIPA - SC | NOTÍCIAS
AIDS | DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS
20/04/2010
Vacinação contra o vírus H1N1: veja a lista completa de doenças crônicas
Pessoas com menos de 60 anos com problemas crônicos de coração, pulmão, rins, fígado, diabetes, que estejam em tratamento para AIDS e câncer ou sejam grandes obesos devem procurar um posto de vacinação.
Aqueles que serão vacinados devem levar aos postos um documento de identidade com foto e a carteira de vacinação do adulto, se possuírem. Também não é preciso levar atestado médico comprovando a doença crônica. Os pacientes devem consultar o médico antes de tomar a vacina para esclarecer dúvidas e receber orientações. Veja a lista completa de doenças crônicas abaixo:
Saiba mais sobre a campanha de vacinação contra o vírus H1N1
Pessoas com grande obesidade (Grau III), incluídas atualmente nos seguintes parâmetros:
- crianças com idade igual ou maior que 10 anos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25;
- criança e adolescente com idade maior de 10 anos e menor de 18 anos com IMC igual ou maior que 35;
- adolescentes e adultos com idade igual ou maior que 18 anos, com IMC maior de 40.
Indivíduos com doença respiratória crônica desde a infância (ex: fibrose cística, displasia broncopulmonar)
Indivíduos asmáticos (portadores das formas graves, conforme definições do protocolo da Sociedade Brasileira de Pneumologia)
Indivíduos com doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (ex: distrofia neuromuscular)
Pessoas com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada às doenças crônicas
Pessoas com diabetes
Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e outras doenças respiratórias crônicas com insuficiência respiratória crônica (ex: fibrose pulmonar, sequelas de tuberculose, pneumoconioses)
Pessoas com doença hepática: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática eou terapêutica antiviral
Pessoas com doença renal: insuficiência renal crônica, principalmente em doentes em diálise
Pessoas com doença hematológica: hemoglobinopatias
Pessoas com terapêutica contínua com salicilatos, especialmente indivíduos com idade igual ou menor que 18 anos (ex: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki)
Pessoas portadoras da síndrome clínica de insuficiência cardíaca
Pessoas portadoras de cardiopatia estrutural com repercussão clínica eou hemodinâmica:
- Hipertensão arterial pulmonar
- Valvulopatia
Pessoas com cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular (fração de ejeção do ventrículo esquerdo [FEVE] menor do que 0.40)
Pessoa com cardiopatia hipertensiva com disfunção ventricular ([FEVE] menor do que 0.40)
Pessoa com cardiopatias congênitas cianóticas
Pessoas com cardiopatias congênitas acianóticas, não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção percutânea
Pessoas com miocardiopatias (Dilatada, Hipertrófica ou Restritiva)
Pessoas com pericardiopatias
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Farmácia Popular terá genérico
15/04/2010
Farmácia Popular terá genérico para tratamento da gripe suína
Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil
O remédio está disponível, gratuitamente, a partir de hoje (15), nas 530 farmácias do programa existentes no país. Para retirar o produto, o cidadão precisa apresentar documento de identidade e receita médica, com validade de cinco dias e que ficará retida no estabelecimento.
Segundo o ministério, o medicamento é indicado para os pacientes que apresentarem os sintomas da doença no período de 48 horas e também para doentes crônicos e gestantes.
O oseltamivir foi produzido pelo Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é responsável por abastecer as farmácias populares.
O medicamento pode ser encontrado ainda em postos de saúde e hospitais públicos definidos pelas secretarias estaduais. O ministério tem em estoque 21,9 milhões de tratamentos adultos e pediátricos para este ano.
Edição: Lílian Beraldo
Fonte:www.agenciabrasil.ebc.com.br
quarta-feira, 24 de março de 2010
Entrevista de Drauzio Varella ao Correio Brasiliense:
Paloma Oliveto
Publicação: 24/03/2010 07:00 Atualização: 24/03/2010 11:20
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Além de falar sobre a novidade, Drauzio Varella comentou, durante a entrevista, diversos assuntos relacionados à saúde, do envelhecimento ao controle de natalidade. Ele lembrou que os brasileiros não devem se deixar levar por boatos sobre possíveis riscos da vacina contra o H1N1, alertou que não existe no país um controle eficaz de epidemias e criticou a falta de acesso às políticas de contracepção por parte da população carente: “O conjunto de fatores que leva à falta de planejamento familiar é uma violência absurda que a sociedade brasileira comete”.
O médico de todas as famílias
Eu tomei a vacina, receito para meus pacientes, para minha família... É uma gripe importante, que pode trazer alguns problemas sérios, e que está associada a uma mortalidade que não é exagerada, mas é expressiva. Morrer de gripe é uma coisa muito humilhante”
“Doutor” Google
Há uma quantidade absurda de informações sobre saúde hoje na internet. Tiro por mim mesmo. Às vezes, procuro alguma informação e fico confuso. Há das mais variadas, desde fontes aparentemente sérias, outras nem tanto, e outras completamente desvinculadas da realidade. Eu não acho mau, em princípio, você ir ao Google e tentar ver o que existe a respeito daquele agravo de saúde que lhe preocupa naquele momento. No passado, as pessoas eram muito ignorantes a respeito dos temas médicos. Hoje, todos nós que clinicamos vemos que os pacientes já chegam ao consultório com um grau de informação razoável. O problema é que nem sempre essa informação vem dirigida; então, você encontra grandes avanços tecnológicos ao lado de tratamentos alternativos que não têm nenhum significado do ponto de vista prático, ao lado de condutas que nunca foram testadas cientificamente. Isso dificulta para quem não tem formação na área a interpretar e entender essas informações tão variadas.
Vacina contra o H1N1
Tem corrido pela internet uma quantidade de informações completamente tresloucadas a respeito da vacina. Uma delas entrevista uma (pessoa) que seria ex-ministra da Saúde da Finlândia. Eu já tive oportunidade de ver algumas entrevistas dessa senhora pela internet e fico pensando: “Que raios pensaram os finlandeses em colocar uma pessoa como essa como ministra da Saúde?”. Pega muito mal para a Finlândia isso. As coisas que ela afirma são levianas. Eu tomei a vacina, receito para meus pacientes, para minha família... É uma gripe importante, que pode trazer alguns problemas sérios, e que está associada a uma mortalidade que não é exagerada, mas é expressiva. Morrer de gripe é uma coisa muito humilhante.
Controle de epidemias
Nós não estamos preparados para lidar com as epidemias. Temos gente preparada no ministério (da Saúde), nas secretarias, mas você pega uma epidemia como dengue, por exemplo. Primeiro que você não consegue acabar com o mosquito, isso é impossível. O mosquito cresce em água parada por volta das casas; você tem que conseguir que cada um tenha a responsabilidade de não deixar água parada, e o poder público tem de ter a responsabilidade de impedir a água parada nos espaços públicos. Isso tudo já não é fácil, e se a gente pega a desordem com que crescem as populações urbanas no Brasil, com favelas, com pessoas que moram de formas precárias, é praticamente impossível impedir que o mosquito se prolifere. Mas você pode diminuir a proliferação, com campanhas, com medidas governamentais, com esclarecimento à população. Não precisa ter tantos casos de dengue como a gente tem. O fato de não conseguir acabar com o mosquito não quer dizer que as pessoas têm de morrer de dengue. Eu já disse isso mais de uma vez: não é vergonha existir dengue no Brasil, a vergonha é morrer gente de dengue no Brasil. Tem certas epidemias que vamos enfrentar e conviver com elas, então precisamos de uma estrutura que permita combatê-las.
Saúde na mídia
Nós, médicos, criamos um canal de comunicação com a sociedade, que muitas outras profissões não conseguiram criar. Você não encontra no Brasil uma pessoa que não saiba que fumar faz mal. Todo mundo tem uma ideia do que é o colesterol, nós sabemos que a obesidade não é uma coisa boa; temos, enfim, um esclarecimento razoável da população brasileira. Temos proporcionalmente um número inferior de fumantes no Brasil em comparação aos Estados Unidos, mesmo com todas as coisas que eles fizeram (para coibir o tabagismo). Houve uma grande mudança no comportamento em função do trabalho de divulgação que foi feito. Se você compara isso com outras profissões, podemos dizer que a medicina avançou mais depressa. Por exemplo, se eu perguntar quais são os grandes problemas da engenharia ou da arquitetura no Brasil, ou mesmo do ensino, poucas pessoas saberão dizer. Então, nesse sentido, a medicina conseguiu fazer um trabalho melhor. Está longe do ideal ainda, há um caminho grande para ser percorrido, e acho que esse caminho vai ser pelos meios de comunicação de massa.
Qualidade de vida
Quando se fala em qualidade de vida, é aquilo que todas as pessoas querem: ter tempo para lazer, ficar com a família, tomar um chopinho... Infelizmente, o mundo moderno cai em cima de nós, temos inúmeros papéis para desempenhar. Antigamente, era mais fácil porque a mulher ficava em casa e era responsável por todos os problemas do lar; os homens trabalhavam fora e eram responsáveis por trazer o dinheiro. Não estou dizendo que isso era bom, mas era assim, e as pessoas tinham os papéis muito definidos. Hoje temos vários papéis, e para as mulheres é pior. Elas ainda são responsáveis pela casa, pelos filhos, e ainda trabalham e têm que competir com os homens. Esse tipo de pressão cria problemas, é difícil ter de acordar às cinco e meia da manhã, ter de alimentar os filhos, levar para escola, passar o dia inteiro no trabalho, buscar as crianças, organizar a vida doméstica... Não é fácil. Mas a gente tem de pensar que o corpo humano é uma máquina, que precisa ser cuidado. E esses cuidados implicam basicamente atividade física, alimentação saudável e tentar se ver livre dessa pressão que chamamos de estresse. E, além disso, outras medidas óbvias: não dá para fumar, beber exageradamente, usar drogas... O problema nosso é que o mundo moderno nos joga na cadeira o tempo inteiro, passamos o dia inteiro sentado. Pagamos um preço alto por isso. A vida sedentária faz muito mal para o corpo. Temos de encontrar no dia a dia um jeito de praticar atividade física. Se você não tem tempo de ir à academia e ficar uma hora fazendo exercícios, tente incorporar a atividade no dia a dia: sobe escada, anda, no fim do dia você vai somar esses exercícios que, às vezes, são mais importantes do que ficar o dia inteiro na academia.
Jovens e Aids
Tivemos em relação à Aids três fases. Na primeira, era considerada uma ‘peste gay’, só pegava em homossexual. Infelizmente, pagamos um preço alto, muitas mulheres e usuários de drogas injetáveis se infectaram porque achavam que não havia riscos. Depois passamos para uma fase de conscientização da sociedade, com campanhas, com o medo de pegar uma doença incurável, que significava a morte depois de um ano de sofrimento. Aí passamos para a fase dos remédios com alta eficácia, o chamado coquetel, e a Aids parou de ser uma doença mortal a curto prazo. Mas a doença não tem cura, ela tem tratamento. As gerações mais novas que não viram o começo da Aids e não sentiram o impacto daquelas pessoas cadavéricas, com problemas gravíssimos de saúde, hoje se descuidam muito. As populações onde a Aids mais crescem são as mulheres com mais de 50 anos e os mais jovens; especialmente, os homossexuais mais jovens. Os homossexuais mais velhos, que estiveram no epicentro da epidemia, são mais cuidadosos. Os mais jovens têm uma atitude mais irresponsável em relação à transmissão do HIV.
Envelhecimento
O envelhecimento é inevitável, não há como deixar de envelhecer. Aliás, a alternativa para não envelhecer é horrível, é você morrer moço. O que mudou na medicina moderna é que envelhecimento não é uma condição que leva necessariamente à doença. Quando eu era estudante, você pegava um senhor de 75 anos e ele vinha com uma pressão arterial de 16 por 11. Aí você dizia: ‘Mas é um senhor, para ele está bom’. Hoje, um senhor desse chega com uma pressão e você diz que ele está hipertenso e tem de ser tratado agressivamente porque sabemos que com essa pressão ele pode ter um derrame cerebral, ter um ataque cardíaco... Esse conceito mudou muito. Se você toma as precauções consegue empurrar as doenças para mais tarde na velhice. Uma hora, nós vamos ficar doentes e morrer mesmo. Mas isso não deve acontecer a partir dos 45, 50 anos, como era no passado. No passado, uma mulher de 40 anos era uma senhora, considerada de idade. Hoje, uma pessoa de 50 anos está em plena atividade, não é considerada velha, de jeito nenhum. Hoje, o envelhecimento não é sinônimo de doença. Você encontra homens e mulheres —especialmente mulheres — com mais de 80 anos, e que são pessoas sem nenhum problema de saúde, algumas não tomam nenhum remédio.
Gravidez na adolescência
Informação não falta. Tenho estudado muito esse tema, você pega qualquer menina, de 12, 13 anos, onde quer que ela esteja, ela sabe que a gravidez não acontece por obra do acaso. Então por que ela engravida se for pobre e não engravida se pertencer a uma classe social com mais acesso? Porque se ela tem uma condição familiar melhor, mais estudos, um objetivo na vida, ela sabe que não pode engravidar aos 13, 14 anos. Ela não deixa de ter relações, mas ela vai tomar todas as precauções para não engravidar. Se mesmo com esses cuidados ela engravidar, ela vai fazer um aborto. Porque no Brasil, o aborto é livre para quem tem dinheiro. Pega a outra menina. Ela não tem um ginecologista, não tem acesso à pílula... E ainda temos no Brasil uma das maiores violências contra as mulheres pobres, que é o fato de você negar o acesso à contracepção às classes sociais desfavorecidas. Você pega uma mulher de 30 anos, de classe social alta, que tem dois filhos. Ela não quer mais filhos, então faz uma laqueadura, coloca DIU, tem acesso ao controle da fertilidade. Agora, pega a menina que engravida aos 14 anos. Essa menina sai da escola, compromete seu futuro, e o pior, ela vai engravidar de novo aos 17 anos, aos 19 anos. Que futuro essa menina vai ter dessa maneira? A sociedade brasileira tem de deixar de ser hipócrita dar o direito à anticoncepção às crianças pobres, e fazer campanhas dirigidas às meninas pobres. E não só para as solteiras, porque as casadas também têm a maior dificuldade para conseguir fazer laqueadura nos hospitais públicos. A lei brasileira assegura, mas ela não consegue fazer em lugar nenhum. Ela chega no serviço público e os médicos têm a maior má vontade de atender. O conjunto de fatores que leva a essa falta de planejamento familiar é uma violência absurda que a sociedade brasileira comete.
Entrevista ao Correio Brasiliense
sexta-feira, 19 de março de 2010
HIV H1N1
Pessoas com HIV devem se vacinar contra a gripe suína
Orientação é procurar os postos de vacinação a partir de segunda-feira (22)

Nessa segunda fase, haverá vacinação de portadores de doenças crônicas, incluindo "pacientes com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada" a este tipo de enfermidade. No mesmo período, serão vacinadas gestantes e crianças de seis meses até as que ainda não tenham completado dois anos.
O departamento afirma que as pessoas que vivem com HIV/Aids devem ser vacinadas, independentemente de sua contagem de linfócitos T CD4+ (células responsáveis pela coordenação da defesa do organismo e que são destruídas pelo HIV). Para os locais de vacinação, precisam informar que possuem doença crônica - não será preciso revelar totalmente o diagnóstico.
O Ministério da Saúde diz que os serviços de atendimento devem recomendar às pessoas vacinadas que não realizem a coleta de sangue de carga viral e contagem de linfócitos T CD4+ nas quatro semanas após receber a vacina. Isso ocorre porque o produto pode alterar o resultado do exame.
Fonte: R7.com.br
quinta-feira, 18 de março de 2010
H1N1/HIV
Notícias
H1N1
17/03/10O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde orienta as pessoas que vivem com HIV/aids a procurarem os postos no período de 22 de março a 2 de abril, quando será realizada a 2ª Etapa de Vacinação contra o Vírus da Influenza A (H1N1).
Nesta segunda etapa, serão vacinados os portadores de doenças crônicas, incluindo “pacientes com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada” a este tipo de enfermidade. No mesmo período, haverá também a vacinação de gestantes e crianças com idades desde os seis meses até as que não tenham completado dois anos ainda.
As pessoas que vivem com HIV/aids devem ser vacinadas, independentemente de sua contagem de linfócitos T CD4+. Ao se dirigirem aos locais de vacinação, precisam informar que possuem uma doença crônica, não sendo necessária a revelação de seu diagnóstico por ser resguardado o direito ao sigilo e à confidencialidade.
Segundo nota técnica do Ministério da Saúde divulgada em 11 de março, os serviços de atendimento devem recomendar às pessoas vacinadas que não realizem a coleta de exames de carga viral e contagem de Linfócitos T CD4+ nas 4 semanas subsequentes à administração da vacina. Isto decorre da possibilidade de ocorrência do processo de “transativação heteróloga”, pelo qual acontece a ativação do sistema imunológico, podendo alterar o resultado da contagem.
Serviço:
Data da 2ª Etapa de Vacinação: de 22 de março a 2 de abril.
Local: Postos de saúde com salas de vacinação de todo o país
Informações: nos sites www.saude.gov.br e www.aids.gov.br
Mais informações
Atendimento à imprensa
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Tel: (61) 3306 7062/7016/7010
Site: www.aids.gov.br - E-mail: imprensa@aids.gov.br
Atendimento ao cidadão
0800 61 1997 e (61) 3315 2425
Fonte:wwwaids.gov.br/portalaids
quinta-feira, 11 de março de 2010
Mobilizar público entre 20 e 39 anos é 'desafio' da campanha, diz Temporão
Mobilizar público entre 20 e 39 anos é 'desafio' da campanha, diz Temporão
Do G1, em São Paulo
10/03/2010
Ministro pediu que postos tenham horário de funcionamento estendido.
Governo anunciou parceria com empresas para divulgação do calendário.
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta terça-feira (9) que o "desafio" da campanha nacional de vacinação contra a nova gripe - o vírus influenza A (H1N1) - é mobilizar a população entre 20 e 39 anos, que está nos grupos prioritários para a imunização.
O ministro falou durante o anúncio de parceria com empresas privadas para a divulgação do calendário da vacinação - clique aqui para ver o calendário detalhado. Entre as empresas estão companhias aéreas, de alimentação, comunicação e telefonia.
Temporão disse ainda que, para favorecer a vacinação dentro dessa faixa etária - 20 a 29 anos - o governo federal pediu às secretarias estaduais e municipais colaboração para estender o horário de atendimento dos postos de saúde.
"Temos aqui outro desafio parecido com o que tivemos na vacinação contra a rubéola (quando o público jovem também era grupo prioritário para a imunização). São 60 milhões de pessoas entre 20 a 39 anos, pessoas saudáveis, que temos de mobilizar. (...) Fizemos apelo aos gestores, secretários estaduais, municipais, para facilitar a vida de quem estuda, trabalha. Vamos apoiar. Mas é um desafio que não é problema só do governo, é de toda sociedade", disse o ministro da Saúde.
De acordo com o ministro, os dois grupos - de 20 a 29 anos e o de 30 a 39 anos - são compostos por 60 milhões de pessoas, sendo que a meta da campanha é vacinar cerca de 90 milhões de pessoas - as outras 30 milhões estão nos grupos de gestantes, idosos com problemas crônicos e crianças com menos de dois anos.
O ministro disse que o objetivo na campanha contra nova gripe deste ano é atingir no mínimo 80% de cada grupo prioritário.
Setor privado
Durante o evento em que Temporão discursou, representantes de empresas privadas foram informados sobre a preparação do Brasil para o combate à segunda onda da nova gripe, que deve ocorrer durante o outono e o inverno. Para Temporão, as empresas podem ter papel importante para a divulgação da campanha.
Ele afirmou que, em pesquisa do ministério, foi verificado que 64% dos entrevistados sabiam das datas de vacinação. "Ainda temos um universo importante de pessoas que não estão informadas sobre a campanha."
"É importante que vocês (empresas privadas) nos ajudem para que 100% da população esteja bem informada. Podem vacinar rapidamente e proteger seus funcionários da maneira mais rápida e eficaz possível. (...) A campanha começou agora e temos que passar com clareza as informações para que as pessoas se sintam tranquilas e seguras quanto à vacinação", completou Temporão.
José Gomes Temporão lembrou ainda que o ministério tem feito nos últimos anos parcerias com o setor privado. "O ministério vem utilizando essa estratégia não só para vacinação, mas também para o combate de doenças, como a dengue. A parceria com os senhores e as senhoras (empresários) na campanha da rubéola foi fundamental, porque visava mobilizar pessoas jovens e saudáveis para se proteger de uma doença que não é visível. Se não fosse a participação das empresas não conseguiríamos vacinar 67 milhões de pessoas."
Estratégias
Antes de Temporão, o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Gerson Penna, discursou e relatou as estratégias do governo para se preparar para um possível novo surto da gripe A (H1N1).
Ele afirmou que o Brasil se preparou, além da campanha de vacinação, com o aumento dos centros de diagnósticos credenciados e aquisição de antiretrovirais, entre outras medidas.
Penna citou que, além da campanha de vacinação, a imunidade natural que as pessoas possam ter adquirido contra o vírus também pode ajudar a reduzir o número de óbitos. "A pandemia já circulou e se espera que tenha havido uma imunidade natural e pode diminuir a mortalidade associada à pandemia."
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Vacinação contra H1N1
Vacinação contra gripe suína começa em março
O GLOBO
27/JANEIRO/10
Idosos, grávidas, trabalhadores de saúde e doentes crônicos são grupos de maior risco
BRASÍLIA. O governo vai vacinar, a partir de 8 de março, 62 milhões de pessoas em todo o Brasil contra gripe suína. Somando os que receberão uma dose contra a gripe comum, o número chegará a 81 milhões de pessoas, o maior contingente de brasileiros vacinados contra uma epidemia no país. O maior número tinha sido em 2008, contra a rubéola, quando 70 milhões receberam vacina. A estratégia de prevenção à segunda onda da gripe suína, que matou pelo menos 1.075 brasileiros no ano passado e acometeu outros 39.679, é evitar que a pandemia cause mais óbitos e doentes. O governo vai manter estoque de 13 milhões de vacinas.
A vacinação será feita por etapas. De 8 a 19 de março serão vacinados trabalhadores de saúde e de laboratórios de investigação, incluindo o pessoal da limpeza e motoristas de ambulâncias.
Cerca de 600 mil indígenas receberão a imunização no primeiro momento. Para chegar aos locais distantes da Amazônia, o governo contará com a ajuda da Força Aérea Brasileira (FAB) e da Marinha.
A segunda etapa vai de 22 de março a 2 de abril e atenderá a doentes crônicos, como diabéticos, portadores de câncer e AIDS e obesos mórbidos. Estima-se que 13 milhões de pessoas se enquadrem na categoria.
Entram na segunda etapa da vacinação crianças de 6 meses de idade a 2 anos e grávidas em qualquer fase da gestação.
A terceira etapa - de 5 a 23 de abril - imunizará jovens de 20 a 29 anos.
A quarta etapa vai de 24 de abril a 7 de maio e contemplará idosos com doenças crônicas.
Eles também serão vacinados contra a gripe comum.
A decisão de incluir crianças pequenas e jovens adultos no grupo de risco foi tomada, segundo o ministério, porque essas faixas etárias concentraram casos graves e mortes em 2009.
A Organização Mundial da Saúde não os considera como grupo de risco. Ao atender as pessoas mais suscetíveis ao contágio, o governo espera reduzir significativamente o ciclo de transmissão.
- Há critério de prioridade e de vulnerabilidade. Vacinar pelo menos um terço da população brasileira traz redução enorme da circulação viral e tem impacto importante.
Não estou ex-cluindo (grupos). Quando vacino mais de 60 milhões contra essa doença, estou reduzindo muito a possibilidade de que outras pessoas adoeçam e possam morrer - disse Temporão.
O governo ampliou o número de tratamentos para a doença, que em todo o mundo já fez pelo menos 14.142 vítimas fatais.
Para atender a casos graves, o Brasil terá 21,9 milhões de tratamentos. Na aquisição de novos tratamentos o governo gastou R$ 424,5 milhões.
Cortesia Clipping Bem Fam (27/01/010)
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Investigada, OMS revê regras de pandemia
19/01/2010
O Estado de S. Paulo
Parlamento apura se houve influência de empresas no caso da gripe suína; novos critérios podem sair até maio
Pressionada e investigada por causa da gripe suína, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu rever as regras para a declaração de futuras pandemias. O anúncio foi feito ontem pela diretora da entidade, Margaret Chan. Hoje, o Parlamento do Conselho da Europa inicia uma investigação para apurar suspeitas de influência indevida de farmacêuticas na OMS. Alguns cientistas da organização teriam constado na folha de pagamento de laboratórios.
A acusação veio após a imprensa dinamarquesa obter oficialmente informações de que membros do grupo criado para sugerir medidas à entidade eram cientistas financiados por empresas do setor. Há oito meses, a OMS decretou que o vírus H1N1 havia saído do controle e que o mundo vivia a primeira pandemia do século 21. Para isso, o critério foi a difusão do vírus em mais de dois continentes (mais informações nesta página).
Países passaram a gastar milhões para se preparar e a indústria farmacêutica focou atenção na nova doença. Menos de um ano depois, o número de mortes foi bem menor do que o esperado, enquanto milhões de vacinas ficaram encalhadas.
Parlamentares europeus centrarão esforços no papel do Grupo Estratégico de Especialistas em Imunização (Sage, na sigla em inglês). Isso porque o jornal escandinavo Information se utilizou de uma lei de liberdade de informação para obter dados sobre as doações recebidas por institutos médicos. Os dados mostram que um membro da Sage, o finlandês Juhani Eskola, recebeu em seu instituto mais de US$ 9 milhões em financiamento da GlaxoSmithKline, uma das empresas que fabricam a vacina contra a gripe. Eskola nega conflito de interesse.
Outro cientista é o holandês Albert Osterhaus, que também faz parte do comitê de aconselhamento. Os deputados holandeses começaram a investigar sua relação com a indústria e o fato de ter recebido bolsas, financiamento e contribuições da GSK, Sanofi, Novartis e outras empresas. No Reino Unido, o cientista responsável por elaborar sugestões ao Ministério da Saúde, Roy Anderson, também passou a ser avaliado por ser um ex-diretor da GSK. "A campanha da gripe suína parece ter causado um dano considerável aos orçamentos públicos, assim como para a credibilidade de agências mundiais de saúde", diz a resolução aprovada pelo Conselho da Europa que dá início à investigação.
A GSK anunciou que vendeu US$ 1,3 bilhão em vacinas apenas no ultimo trimestre de 2009, cerca de 130 milhões de doses. No geral, o setor farmacêutico estimou que poderia vender cerca de US$ 7 bilhões com o novo vírus. Chan disse não "haver nenhuma inclinação a tomar decisões a favor de uma indústria". Ela sugeriu aos países da OMS que comecem revisar as regras de pandemias. "Vamos avaliar se o que fizemos foi bom ou ruim. Baseado nisso, tomaremos novas decisões." Ela acredita que o processo estará concluído até maio.
Os governos do Reino Unido e o do Japão, além da União Europeia, foram os primeiros a alertar que a revisão deveria modificar a forma pela qual a OMS declarará uma pandemia. Os britânicos querem que um dos critérios seja a intensidade do novo vírus. Já o Japão quer que a taxa de hospitalização da doença seja incorporada. O governo do Vietnã enviou uma carta à OMS questionando a entidade sobre as alegações de que teria exagerado nos alertas sobre a gripe. O país gastou US$ 50 milhões em remédios.
Paulo Buss, representante do Brasil no Conselho Executivo da OMS, que ocorre nesta semana em Genebra, acredita que a entidade tomou a decisão acertada em alertar para o vírus. "Ninguém sabia o que viria. Agora é fácil criticar", disse.
Para Chan, foi o trabalho da OMS que evitou que a doença se espalhasse mais. O H1N1 começa a perder força, mas a entidade afirma que é cedo para dizer que a pandemia terminou.
