Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Frente contra homofobia. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Assembleia de SP cria dia estadual da luta contra a homofobia

Data será lembrada em 17 de maio, seguindo calendário internacional. Deputado diz que símbolo pode conscientizar contra agressão a gays.

http://www.perfilnews.com.br/brasil-mundo/assembleia-de-sp-cria-dia-estadual-da-luta-contra-a-homofobia


A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou nesta quarta-feira (4) o projeto de lei do deputado Carlos Gianazzi (PSOL) que institui o Dia Estadual de Luta contra a Homofobia, marcado para 17 de maio. A escolha do dia 17 de maio para a comemoração da data deve-se ao fato de que foi nesse dia que a Organização Mundial de Saúde (OMS) tirou o homossexualismo da lista de doenças mentais.
A aprovação segue, agora, para sanção do governador Geraldo Alckmin. A aprovação ocorre no momento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) discute a união civil entre casais homossexuais.
De acordo com Gianazzi, a criação da data, segundo ele, inédita no Estado e na cidade de São Paulo, garante avanço na conscientização da sociedade paulista, no momento em que pessoas são agredidas por causa da orientação sexual. Ele quer que a partir da sanção a data seja lembrada em escolas.
"Essa aprovação nos leva a discutir sobre o que vem ocorrendo em São Paulo. Leva a essa reflexão e força o poder público a tomar providências", afirma.
Gianazzi diz que a bancada evangélica da Assembleia Legislativa posicionou-se contra o projeto. Ex-vereador na capital paulista, ele diz que enfrentou resistência também quando propôs projeto similar na Câmara Municipal.
Segundo a justificativa do projeto, "mundialmente, o dia contra a homofobia tem apoio da International Gay and Lesbian Association, da Associação Européia de Defesa dos Direitos Humanos, do Partido Verde Europeu, da Coalition of Africain Lesbian, do World Congres of LGBT Jews, da International Gay and Lesbian Human Rights Comission e do Grupo Socialista do Parlamento Europeu".
 


Na vida é preciso ter coragem para ser diferente e competência para fazer a diferença.(Angela G. A. Beirão)

Dartanhã Silva
- Coordenador de Projetos

- Secretário de Finanças
Associação Orquídea GLBT
Um novo caminho para o Amazonas
Cel: (92) 9113-3874 begin_of_the_skype_highlighting            (92) 9113-3874      end_of_the_skype_highlighting

Há homens que lutam um dia e são bons; Há outros que lutam um ano e são melhores. Há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida,e estes são imprescindíveis."
( BERTOLD BRECHT )

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A frente gay no paredão do Congresso

19/02/2011 - 16:22 - Atualizado em 19/02/2011 - 16:22
A frente gay no paredão do Congresso
Vencedor do programa BBB, o deputado Jean Wyllys tenta criar uma bancada em defesa dos direitos dos homossexuais, mas esbarra na resistência dos parlamentares com aversão ao tema
ANA ARANHA
A chegada do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), primeiro gay assumido a levantar a bandeira do movimento, provocou agitação no Congresso. Liderado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), um grupo começa a se alinhar em uma bancada informal antigay. Ela é formada por deputados da Frente Evangélica, somados aos da Frente da Família e a outros que compartilham a contrariedade em ver a discussão sobre direitos homossexuais avançar.
Wyllys começou seu mandato na ofensiva. Ele vai propor um projeto de lei que institui o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, em vez de insistir apenas na regulamentação da “união civil” – termo adotado por alguns integrantes do movimento gay, para evitar a discussão no campo religioso. “Tem de ser casamento civil porque é o mesmo direito para todos”, afirma. “Quando um cônjuge morre, o parceiro da união estável só tem direito a herança se não houver nenhum herdeiro direto. Já no casamento, ele é herdeiro direto.” Sua primeira ação, como deputado, foi recolher assinaturas para a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).
Na semana passada, Wyllys sentiu uma pequena demonstração do incômodo gerado por sua movimentação. Menos de 24 horas depois de ter começado a percorrer a Câmara pedindo assinaturas para a Frente, sua página no Facebook foi bloqueada. Isso ocorreu porque uma série de usuários da rede fez uma ação coordenada para denunciar a página como falsa. Wyllys diz que sabia que sua presença iria provocar reação e que está preparado para o embate. Jornalista e professor universitário, ele demonstrou habilidade para o debate público quando ganhou o programa Big Brother, em 2005, contra um grupo de participantes que tinham em comum o orgulho da masculinidade. Na arena política, porém, vai enfrentar opositores mais experientes.
A principal voz na Câmara contra a discussão sobre direitos dos homossexuais é a de Bolsonaro, deputado no sexto mandato e capitão do Exército. Enquanto os representantes da Frente Evangélica e os da Família medem as palavras ao tecer críticas aos projetos que combatem a homofobia, Bolsonaro é desabrido e promete enterrar os projetos do colega (leia as entrevistas de Wyllys e Bolsonaro abaixo).
Segundo João Campos (PSDB-GO), líder da bancada evangélica, o grupo respeitará as posições de Wyllys e de sua Frente. Um dos pontos de atrito entre eles é o material contra a homofobia, a ser distribuído pelo Ministério da Educação nas escolas. “Somos contra discriminação, mas não queremos que o governo faça apologia da homossexualidade”, diz Campos.
No Senado, a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT é liderada pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que desarquivou o projeto de lei que torna a homofobia crime. Marta e Wyllys começam a procurar parlamentares simpáticos a seus projetos. “Vamos atrás dos que se inclinam a nos apoiar, mas não têm coragem por questões eleitorais”, diz Marta. Não foi difícil mapear o inimigo. Wyllys precisa, agora, encontrar os aliados para o dia do paredão.
Luis Alves
Jean Wyllys: "O movimento GLBT chegou"
O deputado estreante pretende propor o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, uma evolução da união civil


ÉPOCA Qual é a pauta da Frente GLBT?
Jean Wyllys
Primeiro, a defesa do projeto Escola Sem Homofobia. Depois, também vou protocolar o projeto de casamento civil [entre pessoas do mesmo sexo]. Vou propor e protocolar no dia do lançamento da frente. Existe um projeto tramitando de união estável, nós vamos propor outro. Não é “casamento gay”. Quando a imprensa coloca assim, provoca um equívoco quanto à noção do sacramento do casamento. Não estamos tratando disso, mas de um direito civil. O Estado é laico e o casamento é um direito civil, ele tem que ser estendido ao conjunto da população, independente da orientação sexual e identidade de gênero. Se os homossexuais têm todos os deveres civis, então têm que ter todos os direitos. É assim que funciona uma república democrática de verdade.
ÉPOCA E o projeto que criminaliza a homofobia?
Jean Wyllys – 
O projeto que criminaliza a homofobia foi desarquivado agora pela senadora Marta Suplicy, que faz parte da Frente no Senado. Esse projeto altera a lei do racismo e inclui discriminações por identidade de gênero e orientação sexual. Essa lei não vai proibir ninguém de continuar odiando homossexual, para aqueles que odeiam. Quem quiser que continue alimentando seus ódios, privadamente. É um direito. Agora, publicamente ela não pode impedir um homossexual de acessar um direito e nem de expressar publicamente a sua sexualidade. E quase sempre o homossexual é impedido de acessar um direito e expressar sua homossexualidade de maneira violenta.

ÉPOCA Como é a reação a suas ideias?
Wyllys –
Meu Facebook foi tirado do ar em uma ação orquestrada. É natural que minha presença na Câmara provoque uma reação. O movimento GLBT chegou ao Congresso. Por enquanto, não tive muito contato com os deputados da bancada evangélica e cristã. Vou ter esse contato porque estou reestruturando a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT. Ela existiu com o nome Frente Parlamentar pela Livre Expressão Sexual, mas como a maioria das frentes aqui, não tinha uma agenda de atividades e ação concreta. A primeira decisão que tive, depois de uma conversa com a Associação GLBT, é que a frente vai funcionar de verdade. Acho que há condições de criar um ambiente propício. Mesmo no contato com a bancada evangélica, embora muitos deputados tenham se colocado publicamente. Eu acredito no meu papel pedagógico, de sentar e explicar as questões que merecem ser explicadas para que os preconceitos sejam derrubados. Eu não sei se vai haver terreno fértil do outro lado. Mas para mim o exercício da política é esse.

ÉPOCA Como vê a reação contra o programa que combate a homofobia na escola?
Wyllys – É
uma ignorância que persiste por má-fé. O material não ameaça os valores cristãos. Pelo contrário, ele assegura algo que é valoroso para os verdadeiros cristãos: o valor da vida e o respeito ao outro. Quem fala o contrário fala por má-fé, porque não quer ver seus espaços de poder ameaçados.
Bolsonaro é a caricatura de um deputado nostálgico de tempos sombrios de ditadura e repressão às liberdades. Às vezes penso que nem ele acredita no que diz.

ÉPOCAO deputado Bolsonaro diz que o material incentiva a homossexualidade. Wyllys – Bolsonaro é a caricatura de um deputado nostálgico de tempos sombrios de ditadura e repressão às liberdades. Às vezes penso que nem ele acredita no que diz. É mais para produzir um efeito midiático e despertar o que há de pior nas pessoas para ter ganho eleitoral. Ele faz uso da ignorância popular e dos preconceitos que são reproduzidos e dos quais as pessoas não se livram exatamente porque não há um projeto sério que radicalize na defesa dos direitos humanos no país.

ÉPOCA Como avaliou o material do kit Escola Sem Homofobia? Wyllys – O material cumpre a função a que se propõe. Ao contrário do que alguns deputados de orientação evangélica têm falado, cumpre muito bem o que se propõe sem ferir brios, sem ferir a moral. É um material muito bem elaborado que contribui para construir uma cultura livre de direitos humanos e diversidade na orientação sexual nas escolas, que é hoje o espaço privilegiado de reprodução da homofobia.

ÉPOCA Como o material vai mudar essa realidade? Wyllys – Ele é destinado aos formadores de opinião dos alunos, aos monitores e professores. Hoje o bullying e a homofobia são praticados largamente pelos alunos, mas também pelos professores que não reconhecem outras sexualidades que a heterossexualidade. Quando reconhecem, é sempre numa perspectiva de discriminação, de algo menor. Por exemplo, os professores de ensino médio tem uma dificuldade enorme de lidar com as transexuais e travestis. Não deixam que usem o nome social e, quando usam, transformam em objeto de injúria – o que faz essas alunas abandonar a escola. Os professores não sabem lidar com os alunos afeminados, que fogem dos papéis de gênero definidos pela sociedade.
Eu fui um menino que fugia das normas. Não curtia futebol, das brincadeiras de briga. Eu gostava de desenhar e de ler e por isso eu sofria muito e não era protegido pelos meus professores. Muito pelo contrário, eu era constrangido a me enquadrar naquele modelo ali.

ÉPOCAAlguma vez o senhor sofreu violência por parte dos professores?
Wyllys – V
iolência física não, mas simbólica constantemente. Os professores sempre me constrangeram. Eles diziam ‘tome jeito de menino’. Só não sofria mais porque era um excelente aluno. O material do projeto Escola sem Homofobia incide no imaginário desses professores, sensibiliza-os para outras realidades. Principalmente os vídeos que dramatizam as histórias de vida. Em um país como o nosso, em que a telenovela tem papel preponderante na formação das mentalidades, a dramatização das histórias das vítimas da homofobia é fundamental para sensibilizar o professor para essa outra existência violentada permanentemente.
Além disso, tem um material escrito que explica o que é identidade de gênero de maneira didática. Para que as pessoas compreendam, por exemplo, que existem pessoas como as transexuais e que a maneira delas se perceberem não está de acordo com o que a natureza lhes deu. A saúde psíquica dessas pessoas depende da aceitação do outro. O professor tem que entender que existem diferentes orientações sexuais e que o papel de gênero do menino pode ser dilatado. Quem foi que recebeu um fax dos céus dizendo que menino se comporta dessa e não daquela maneira? Que tem que gostar dessa ou daquela cor? A escola tem que ser um campo aberto para a pluralidade de comportamentos e existências.

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Janine Moraes
Jair Bolsonaro: "Vamos fazer de tudo para enterrar"
Capitão do Exército, o deputado não reconhece a legitimidade da discussão sobre direitos dos homossexuais

ÉPOCAComo vê a criação da Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT?
Jair Bolsonaro O primeiro passo para desgraçar um país é mexer na célula da família. Eles vão atacar agora o ensino fundamental, com o “kit gay”, que estimula o “homossexualismo” e a promiscuidade. Tem muito mais violência no país contra o professor do que contra homossexuais. Quando eles falam em agressões, é em horário avançado, quando as pessoas que têm vergonha na cara estão dormindo. A regra deles é a porrada e querem acusar nós, os normais, os héteros.

ÉPOCA O senhor não teme estimular a violência com essa retórica?
Bolsonaro Negativo. Só quero que a opção sexual se revele na intimidade do quarto, não obrigar um padre a casar um gay. O bigodudo vai dar um beijo na boca do careca, na frente dos convidados, e isso é legal?

ÉPOCAComo vai ser o diálogo com o deputado Jean Wyllys?
Bolsonaro Vou ter atrito com ele no campo das ideias e dos projetos, que vamos fazer de tudo para enterrar nas comissões. Se depender de mim, e de muitos outros, não vai para a frente. Em nome da família e dos bons costumes. Eles vão querer o quê? Vamos colocar um espanador na orelha? Vão vender os serviços de “homossexualismo” deles, é isso?

ÉPOCA Se a homofobia virar crime, o senhor vai parar de criticar os gays?
Bolsonaro Tenho imunidade para falar. Não vou medir palavras. Eu defendo a pena de morte, que é mais grave que criticar homossexual. O pessoal me chama de retrógrado, dinossauro, mas a verdade é que o Brasil está piorando desde o fim do regime militar.

ÉPOCAO kit contra homofobia nas escolas não é importante para reduzir a violência contra os alunos gays?
Bolsonaro – Não tem nada a ver. Ele está é estimulando o homossexualismo e a promiscuidade. Dependendo do público que você permite a informação, vai deturpar. Nesse kit, consta três filmetes, um deles é o “Encontrando Bianca”. A história é esquisita. É um menino, que pinta as unhas, que quer ser chamado de Bianca, que quer frequentar o banheiro feminino. E no final ele passa a ser uma referência na escola. Eles alegam que é da 5ª série em diante, mas não tem como você botar uma linha porque os prédios são de 1ª à 9ª série, como vai dizer que aqui só pode ver quem está na 5ª série para cima?

ÉPOCAQual é o problema do filme?
Bolsonaro É um estímulo ao homossexualismo. É uma porta aberta para a pedofilia. Você vai aguçar a curiosidade dessa molecada numa idade muito precoce. Acho que a garotada vai para escola para aprender matemática, língua portuguesa, história e, se possível, um pouquinho de educação moral e cívica, que hoje não existe mais.

ÉPOCA Em discurso, o senhor disse que “se um garoto tem um desvio de conduta (de orientação sexual), ele tem que ser direcionado para o caminho certo. Nem que seja pelas palmadas”. O senhor não teme estimular casos de violência dentro de casa, que podem levar a agressões físicas graves e até a morte?
Bolsonaro Essa política de defender o coitadinho já está aí desde que o Figueiredo saiu e olha como está a situação da educação no país hoje em dia. O professor tem preocupação de dar nota baixa porque ele pode apanhar do aluno. No meu tempo, os meus colegas tinham medo de comentar nota baixa com os pais. Eu não quero abrir mão de dar umas palmadas na minha filha se preciso for. Tem um projeto de lei criminalizando isso aí. O espancamento, que é uma lesão física, está previsto em lei que você não pode, é crime. Mas, quando um filho nosso começa a ter desvios, ter comportamento violento, você pega uma cinta, dá três lambadas e ele se endireita. E se você pode direcionar o comportamento agressivo, porque não o comportamento delicado demais? Eu tenho pavor, Deus me livre um filho meu começar a entrar para esse lado de ser delicado demais.

ÉPOCAO senhor acha que falar mal de gays publicamente é um direito?
Bolsonaro Qual o problema? Eu vou continuar criticando porque eles querem ser uma classe de primeira categoria. É o plano do Projeto de Lei 122 [que criminaliza a homofobia] que está no Senado. Se aprovar aquele projeto e um dia eu tiver que aprovar alguém comissionado, eu já nem pego o funcionário se perceber que joga no outro time. Isso porque, na hora de ser mandado embora, você nunca sabe o que ele vai alegar. Olha que absurdo, numa escola, dois moleques de 16 anos começam a trocar beijos e, se o diretor advertir, começa com três anos de detenção. Quer dizer, começa com “kit gay” na escola, uma proibição como do PL 122, mais a lei da palmada, esse país vai virar terra de ninguém.





Saiba mais
 Nota pessoal: Esta matéria merece não uma Nota Pessoal e sim uma postagem completa com minha observações. Aguardem!!!! 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Agência Senado - 08/02/2011 - Desarquivado, projeto que criminaliza homofobia volta a tramitar Vi@FB

Fora A Homofobia

http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=107032&codAplicativo=2&codEditoria=2



Foi votado há pouco no Plenário o requerimento que desarquiva o projeto de lei da Câmara (PLC 122/06) que torna crime a discriminação de homossexuais, idosos e deficientes. O PLC, popularmente conhecido como o projeto que criminaliza a homofobia, deixará o arquivo devido a requerimento protocolado n

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CONVITE: 2ª Reunião de Articulação da II Marcha Nacional Contra Homofobia


CONVITE:
2ª Reunião de Articulação

da II Marcha Nacional Contra Homofobia

NOSSA LUTA É TODO DIA, PELO FIM DA HOMOFOBIA!
PARTICIPE! LUTE! FAÇA SUA PARTE!
Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT)

II Marcha Nacional Contra Homofobia
_____________________________________________________________________________________

ATA DA PRIMEIRA REUNIÃO DE ARTICULAÇÃO DA
SEGUNDA MARCHA NACIONAL CONTRA HOMOFOBIA

Aos sete dias do mês de fevereiro de 2011, a partir das 16h30, foi realizada a primeira reunião de articulação para construção da II Marcha Nacional Contra Homofobia. Estavam presentes Evaldo Amorim (Grupo Elos/Coordenador ABGLT/DF/Coordenador Executivo da 2ª Marcha Nacional Contra Homofobia/Coordenador da Aliança LGBT do DF), Sérgio Nascimento (Grupo Elos), Carla Palatucci (Grupo Elos), Débora Guirra (Grupo Elos), Daniel Araújo (Grupo Elos), Marcus Vinícius C. Gonçalves (Grupo Basta Homofobia), Evania Barros (CUT/DF), Jadens Henrique (Grupo Elos), Toni Reis (ABGLT), Marcus Vinícius (Setoria LGBT do PT/DF), Ronald Henrique (Grupo Elos), Michel Platini (Estruturação), Bianca Moura (Anav-Trans), Ludymilla Anderson (Anav-Trans). A reunião iniciou com o Evaldo informando os objetivos da reunião. Houve uma rodada de apresentações. O Toni Reis prestou alguns informes como a confirmação da data oficial de realização da II Marcha Nacional Contra a Homofobia para o dia 18 de maio pela diretoria da ABGLT. Informou que a II Marcha terá como coordenação geral a diretoria da ABGLT, Evaldo Amorim foi eleito pela diretoria da ABGLT coordenador executivo da II Marcha em Brasília e Carlos Magno coordenador político. Informou, também, que o Seminário Nacional LGBT ocorrerá no dia 17 de maio no auditório Nereu Ramos e a noite haverá reunião com a presidenta Dilma Roussef. O Toni informou que a orientação da coordenação geral é para que todos os estados por meio da coordenação estadual da ABGLT sejam responsáveis pela estada de suas delegações/caravanas em Brasília na semana de realização da II Marcha (17 e 18 de maio). A Coordenação Executiva em Brasília não terá responsabilidades sobre acomodações e acampamentos. Ficou decidido que uma pessoa da comissão pró-Marcha ficará de elaborar uma lista de opções de restaurantes, pousadas e/ou ginásios de esporte mais em conta, contudo toda a responsabilidade é da caravana do estado de origem. Foi aprovada a proposta do Evaldo no sentido de instituir Comissão Participativa pró II Macha composta pelo Movimento Sindical e Movimentos Sociais para condução dos trabalhos de organização e realização da II Marcha. Dessa forma, dividindo tarefas e descentralizando os encaminhamentos. Foi proposto o evento 24 horas Sem Homofobia fosse envolvido no dia da II Marcha inclusive com um Show a noite. O Evaldo informou que esta proposta vem sendo trabalhada com o Elos para que o evento 24 Sem Homofobia de autoria das companheiras Karla Watkins e Dani Ferreira seja realizado paralelamente a realização da II Marcha Contra Homofobia e que a proposta das atividades do 24 horas Sem Homofobia assim como o show de encerramento está sendo pensada para ser realizada no Museu da República ou gramado em frente. Foi informado por Evaldo que o SINPRO ligou confirmando apoio e que iria enviar representante na próxima reunião pró-Marcha, porém as condições financeiras estariam ainda incertas. Evaldo solicitou a reserva do carro de som utilizado em 2010 como apoio fundamental pelo SINPRO e ficou de encaminhar ofício nesse sentido. Foi listada uma série de providências para que até a próxima reunião agendada para o dia 14 de Fevereiro, às 18h, no auditório da CUT/DF todos possam informar em que demanda pode colaborar. A Comissão Participativa Pró II Marcha é composta pela pessoas abaixo relacionadas e algumas já se colocaram a disposição para colaborar em alguns itens:

·         Bianca Moura (Anav-Trans):

·         Marcus Vinícius Gonçalves (Grupo Basta Homofobia)

·         Michel Platini  (Estruturação): Mídia (divulgação geral da II Marcha) e preservativos masculinos e femininos

·         Marcus Vinicius (Setorial LGBT do PT/DF)

·         Jadens Henrique (Grupo Elos)

·         Ronald (Grupo Elos)

·         Evania Barros (CUT/DF) – ( cruzes, faixas, Ambulância da Asefe, matraca)

·         Sérgio Nascimento (Grupo Elos)

·         Evaldo Amorim (Grupo Elos) – Coordenação executiva, oficiar Administração de Brasília/DETRAN/SSP-DF/IBRAN/CBM e solicitar o carro de Som ao SINPRO

·         Bell (Mandato Dep. Distrital Rejane Pitanga): audiência pública ou sessão solene ou Sessão ordinária que pode ser transformada em Comissão Geral para realização no dia 12 ou 13, conforme combinado pelas afiliadas da ABGLT que todos os eventos estaduais em virtude da luta contra homofobia, em maio, sejam realizados na semana anterior à II Marcha Nacional Contra Homofobiam.   

 

Nada mais havendo para deliberar eu, Evaldo Amorim, coordenador executivo da II Marcha, lavrei a presente ata que será assinada por todos os membros da Comissão Pró II Marcha 


--
Facebook.com/evaldoamorim
(61) 8487-1315 - Oi
(61) 9139-7400 - Claro
(61) 8210-8654 - Tim
 
 

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Reunião da Frente Contra a Homofobia promovida pelo CADS em 22/12/010

Caro Nilo
segue um relato do encontro feito pela Cads
Representantes da sociedade civil criam Frente Contra à Homofobia
em reunião articulada pela Cads, Conexão Paulista, Instituto Edson Neris entre outras organizações representativas da comunidade LGBT

Encontro contra a homofobia teve como objetivo o planejamento de ações para
2011
Cerca de 50 pessoas, entre membros da sociedade civil organizada e LGBTs e simpatizantes
se reuniram na tarde da última quarta-feira (22), no auditório da Secretaria
de Participação e Parceria (SMPP), para dar continuidade aos atos contra à
homofobia, iniciados no último dia 16, em reunião com os secretários Francisco Buonafina (Participação e Parceria), Edsom Ortega (Segurança
Urbana) e José Gregori (Direitos Humanos).

Foram abordadas temas como o PLC 122, o envolvimento de
lideranças religiosas que apoiam a luta contra o preconceito, o papel da imprensa nas
discussões, entre outras.

Para Beto de Jesus, membro do Instituto Edson Neris, a criação desta frente
de trabalho precisa envolver outros segmentos sociais, "o preconceito é um problema
enraizado em muitos outros setores da sociedade".


O encontro foi uma iniciativa da Conexão Paulista LGBT e do Instituto
Edson Neris com o apoio da SMPP, por meio da Coordenadoria de Diversidade
Sexual (Cads). O objetivo do encontro foi o planejamento de iniciativas e
discussões que serão realizadas para combater à homofobia em São Paulo em 2011.

"Podemos desenvolver uma frente de trabalho subdividida, trabalharemos
separadamente as ações relacionadas ao legislativo e com outro grupo,
desenvolveremos nossos eventos e posicionamentos como movimento", sugeriu
Irina Bacci, membro da Conexão Paulista LGBT.

A Secretaria de Participação e Parceria já lançou, por meio da Cads, a
campanha "São Paulo na Luta Contra a Homofobia".

Acompanhe as novidades da campanha pelo Facebook e Twitter da Cads.

Colaboração: Franco Reinaudo Via: FACEBOOK