Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 6 de outubro de 2015

#Mamografo #Exames grátis #Madureira

Se souberem de alguém que precise fazer o exame de mama e não tenham recursos. O Mamógrafo móvel está durante o  mês de OUTUBRO no Parque de Madureira, no Rio de janeiro/RJ, para atender as mulheres de 2ª à 6ª das 8 às 18h e aos sábado das 8 às 15h.
Repassem �� (http://www.saude.rj.gov.br/imprensa-noticias/29917-outubro-rosa-malograda-movel-esta-no-parque-de-madureira.html)

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Outubro Rosa #Clippng #SaudeSexualidadesEAfins

​     CLIPPING Saúde, Sexualidade & Afins 01/Out./2014   OUTUBRO ROSA CONTRA O CÂNCER DE MAMA “Faça Valer a Lei dos 60 dias”   Outubro Rosa dá alerta vermelho contra o câncer O Tempo   O câncer de mama costuma ter bom prognóstico quando diagnosticado precocemente e quando é tratado de maneira adequada. No entanto, neste Outubro Rosa, que começa hoje, o alerta para as elevadas taxas de mortalidade continua aceso. Em 2011, 13.225 mulheres morreram no Brasil em decorrência de tumores nas mamas. A doença ainda é a responsável pelo maior número de casos de câncer e de mortes no sexo feminino em todo o mundo.   O Instituto Nacional de Câncer (Inca) prevê 57.120 novos casos até o fim de 2014, com cerca de 56 mulheres afetadas entre cada 100 mil. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as taxas de incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base Populacional de vários continentes foram aumentadas em dez vezes nas décadas de 1960 e 1970.   Os exames laboratoriais nos permitem, de maneira cada vez mais precisa, identificar os diferentes perfis biológicos e moleculares do câncer de mama, que já corresponde a mais de 15 doenças distintas. Contudo, na maioria das vezes, o tumor ainda é diagnosticado em estágios avançados no Brasil, o que dificulta a perspectiva de um tratamento curativo. Contribuem para esse fato as dificuldades ainda existentes no acesso da população principalmente de regiões periféricas das metrópoles e do interior a exames de boa qualidade.   É de extrema importância que o Ministério da Saúde invista em um programa de educação preventiva, capaz de disseminar orientações a mulheres de todos os níveis sociais, e que lhes garanta o acesso a um programa de rastreamento estratégico do câncer de mama.   Como o surgimento do tumor é assintomático em grande parte dos casos, protocolo do Ministério da Saúde aconselha que todas as mulheres com idades entre 50 e 69 anos façam a mamografia a cada dois anos. O exame clínico, baseado na palpação dos seios, deve ser realizado anualmente. O rastreamento em mulheres com história de câncer na família o considerado grupo de risco é recomendado a partir dos 35 anos de idade.   No entanto, é importante frisar que a hereditariedade é responsável por apenas 5% a 10% dos tumores malignos de mama. Por isso, precisamos de campanhas periódicas que mostrem que não apenas mulheres de famílias com alto índice de câncer poderão desenvolver a doença. A população precisa assimilar que a redução do consumo exagerado de alimentos gordurosos e de bebidas alcoólicas, não fumar e praticar exercícios físicos são atitudes básicas de prevenção.   Celso Rotstein, oncologista, é consultor da Fundação do Câncer.   Câncer de mama atinge 156 mulheres por dia no Brasil, segundo o Inca R7   Estimativas do Inca indicam que a doença será responsável por 57.120 novos casos em 2014   O Outubro Rosa, mês de conscientização e combate do câncer de mama, começa nesta terça-feira (1º) e busca alertar a população feminina sobre os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce deste tipo de tumor, que é o segundo mais recorrente no mundo, perdendo apenas para o de pele.   No Brasil, estimativas do Inca (Instituto Nacional de Câncer), indicam que a doença será responsável por 57.120 novos casos até o fim deste ano, representando 156 diagnósticos por dia. Em relação ao ano de 2012, são 4.440 a mais da doeça. Para o mastologista José Luiz Bevilacqua, chefe de mastologia do A.C. Camargo Cancer Center, dentre as razões para o aumento da incidência está a adoção do novo estilo de vida das mulheres.   - Algumas escolhas femininas podem justificar os novos números, entre elas, maternidade tardia [depois dos 30 anos], não ter filhos, consumo de bebida alcoólica, má alimentação que leva ao sobrepeso e obesidade e sedentarismo.   Além desses fatores de risco, o médico acrescenta que mulheres com história familiar de câncer de mama, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmãs) foram acometidas antes dos 50 anos, apresentam mais chances de desenvolver a doença.   - Neste caso, dependendo da avaliação do especialista, os exames para rastreamento devem começar dez anos antes do caso mais jovem na família. Caso a mulher não tenha histórico familiar, a mamografia deve ser iniciada a partir dos 40 anos.   Como o número de casos aumenta de forma acelerada após os 50 anos, Bevilacqua chama a atenção para o diagnóstico precoce, que resulta em mais chances de cura.   - Se detectado na fase inicial, as chances de cura são de 90% a 99%. Nos estágios mais avançados da doença, elas caem para 40% a 50%.   De acordo com o Inca, a taxa de mortalidade continua elevada, muito provavelmente porque a doença é diagnosticada em fases avançadas. Projeção da OMS (Organização Mundial da Saúde) mostra 27 milhões de novos casos de câncer para o ano de 2030 em todo o mundo e 17 milhões de mortes pela doença. Segundo o órgão, os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil.     Saiba como proceder se você tem aids e está grávida ou quer engravidar Zero Hora   Respeitando algumas regras e com acompanhamento médico rigoroso, o risco de contaminação do bebê é mínimo Não é porque você é portadora do vírus da aids que deve necessariamente desistir do sonho de ser mãe. Mesmo desfeitos muitos dos preconceitos sobre a doença, a dúvida ainda paira quando o assunto é a gestação de mulheres soropositivas. Assim, é importante deixar claro que, tomando os devidos cuidados, a condição da mãe oferece pouquíssimo risco para a saúde do bebê que vai nascer.   Veja quais são os cuidados a serem tomados em casos assim:   1. Repita comigo: pré-natal, pré-natal, pré-natal   Você sabe que tem o vírus? Não sabe? Não importa: ao saber que está grávida, toda a mulher precisa fazer o teste de HIV em dois momentos: no primeiro e no início do terceiro trimestre. O intervalo é por conta da janela imunológica (para não descartar o contágio recente pela doença).   Leia aqui as recomendações do Ministério da Saúde a respeito de gestações com risco de transmissão de aids   2. Medicação para a mãe   Há mulheres com a carga viral baixa e estável, que não exige tratamento. Entretanto, quando gestante, a soropositiva é medicada para reduzir a quantidade de vírus no organismo e diminuir o risco de transmissão para o bebê. Importante: se você já tomava medicamentos para a aids antes de engravidar, reavalie a medicação com seu obstetra - muitas vezes, tais remédios afetam o desenvolvimento do bebê e devem ser substituídos temporariamente por outros que não representam perigo.   3. Parto cirúrgico, por favor   O parto mais recomendado para a mulher soropositiva é a cesariana, já que reduz o período de contato do bebê com as secreções e o sangue da mãe.   Conheça o hormônio que determina sua capacidade de amar desde o momento do nascimento   4. Amamentação? Não, definitivamente não   Infelizmente, a mãe infectada com o HIV realmente não pode (não deve e está absolutamente proibida, não há saídas tecnológicas para isso) amamentar o bebê. A nova mãe deve recorrer a leite artificial ou bancos de leite de hospitais e maternidades. Não se deve esquecer do acompanhamento pediátrico para certificar-se de que o bebê está se desenvolvendo normalmente, mesmo com a carência de leite materno.   Os benefícios da amamentação para o bebê   5. Medicação também para o bebê   Prevenir é melhor que remediar, diz... todo mundo. E com razão: para reforçar a proteção do bebê, o pediatra receita uma espécie de xarope do antiviral AZT durante as seis primeiras semanas de vida da criança. E o monitoramento deve ser constante: os testes para HIV são realizados entre quatro e seis semanas e depois repetidos por volta dos quatro meses. A razão? No início da vida, a criança carrega anticorpos da mãe, e isso pode confundir o resultado dos exames.   6. Durante a gravidez, o sexo continua com camisinha   Não importa que você e seu parceiro sejam, os dois, portadores da aids - os vírus podem ser diferentes, e, ao deixar de lado a camisinha, você pode estar provocando uma nova infecção e facilitando a transmissão para o bebê.   Cientistas querem erradicar epidemia da aids até 2030   Chance de um gay ser assassinado no Brasil é 80 vezes maior do que no Chile Agência Brasil      O Chile, com população de 18 milhões de pessoas, registrou 4 assassinatos de LGBT em 2013. No Brasil, com população de 200 milhões, o número chegou a 313. Brasil responde por 44% dos casos de morte por homofobia que acontecem pelo mundo   Enquanto no Chile, onde a população total é quase 18 milhões de pessoas, ocorreram quatro assassinatos de LGBT no ano passado, no Brasil o número foi 313 homicídios, segundo levantamento feito pelo Grupo Gay da Bahia (GGB). “Comparei esses índices e vi que a chance de um LGBT ser assassinado aqui é 80 vezes maior”, explicou o antropólogo Luiz Mott, um dos pioneiros do movimento no país.   Mott é o responsável pela pesquisa feita há mais de dez anos e baseada em notícias divulgadas pela imprensa e denúncias coletadas principalmente em cidades do interior do país, onde as estruturas de garantia de direitos humanos é mais precária. Segundo ele, 44% dos casos de homofobia letal identificados em todo o mundo ocorrem em território brasileiro.   Só no último mês foram registradas 16 ocorrências. De janeiro até setembro, foram 218 mortes de LGBT no país, dos quais 71 por tiros, 70 a facadas, 21 espancados, 20 por asfixia, 11 a pauladas e seis apedrejados, entre outros.   20 milhões de gays para 1 milhão de travestis   Apesar dos números apontarem que a maior parte dos casos envolvem gays (124), Mott explicou que os transexuais são, proporcionalmente, os mais afetados pelos crimes. “Enquanto os gays representam 10% da população, cerca de 20 milhões, as travestis não chegam a 1 milhão e têm número de assassinatos quase igual ao de gays”. Este ano, 84 travestis foram assassinadas, número bem superior ao de lésbicas (cinco) e bissexuais (dois).    “Nunca se matou tantos gays e, sobretudo, lésbicas, que tiveram número muito maior de assassinatos do que em anos anteriores”, lamentou Mott. Ele acredita que a única forma de redução de ocorrências fatais seria a criminalização da homofobia. Luiz Mott ressaltou que há um Brasil cor-de-rosa das paradas gays e um Brasil vermelho “que pode ser representado pelos crimes e por amostras dadas por pessoas públicas como [o candidato à Presidência da República] Levy Fidelix (PRTB). Se ele tivesse falado metade do que disse sobre negros já estaria preso”, destacou.   Fidelix declarou em um debate na TV Record, no domingo (28), que homossexuais precisam de atendimento psicológico e comparou a homossexualidade à pedofilia. Desde que a declaração foi feita, quase 3 mil denúncias de violação dos direitos da população de transexuais, travestis, lésbicas, bissexuais e gays foram registradas pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) por meio de números como o Disque 100 e o Ligue 180, segundo assessoria de imprensa do órgão. A reportagem da Agência Brasil tentou contato com os responsáveis pela estatística, mas até o fechamento da matéria não foram indicados nomes que pudessem comentar os números e por que foi feita a relação entre a declaração do candidato e o volume de denúncias.   No Congresso Nacional, tramita desde 2006 um projeto que altera a Lei 7.716, de janeiro de 1989, que trata dos crimes de preconceito de raça ou de cor, criminalizando a homofobia e incluindo a prática na lei. O texto está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado desde o final do ano passado aguardando votação.   No cenário internacional, o Brasil liderou, ao lado de Uruguai, Chile e Colômbia, uma resolução que foi aprovada na semana passada pela Organização das Nações Unidas (ONU), estabelecendo que a entidade apresente um estudo sobre as violações contra homossexuais ocorridas no mundo. Essa resolução é um segmento de uma outra proposta apresentada em 2011 sobre o mesmo tema”, explicou Camila Asano, coordenadora de Política Externa da organização não governamental Conectas Direitos Humanos, que desde janeiro de 2006, tem papel consultivo na organização.   Segundo ela, depois da apresentação do primeiro estudo sobre casos de violência, elaborado pela ONU, o tema perdeu espaço nas discussões da organização. Para Camila Asano, a nova resolução é uma maneira de assegurar as conquistas de três anos atrás. “Os grandes feitos dessa resolução, em que o Brasil foi líder junto com a África do Sul, foram reconhecer como direito humano a orientação sexual e a identidade de gênero e de condenar a violência e a discriminação”, explicou.   A coordenadora da Conectas, que acompanhou as negociações na reunião deste ano, em Genebra, lembrou que a diplomacia brasileira precisou redobrar esforços para aprovar o texto que foi aprovado num placar de 25 votos favoráveis, 14 contrários e sete abstenções. “A resolução acabou gerando uma ira muito forte de países conservadores, como alguns africanos que criminalizam os homossexuais, como os islâmicos. O Brasil teve que usar de toda sua capacidade e vantagem diplomática para fazer a negociação e fazer com que o texto fosse aprovado. É uma vitória histórica”, disse.   Menos abortos Extra   A Secretaria de Saúde de Nova Iguaçu inicia hoje o primeiro serviço de planejamento familiar por meio de cirurgias de vasectomia do estado.   Os pacientes serão encaminhados para o Hospital da Posse pelas dez Clínicas da Família da cidade.   A capacidade será de operar 30 pacientes por mês.   Dona Gramática (Ancelmo Gois)   Do poeta Geraldinho Carneiro sobre os debates dos presidenciáveis:   - Sei que o português é difícil de falar. Mas desaprendi o pouco que sabia. Descobri que não há mais concordância, só discordância verbal. Apesar dos atentados contra a língua, viva a democracia!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

#CLIPPING #Saúde,# Sexualidade & Afins 07/10/2013

CLIPPING
Saúde, Sexualidade & Afins
07/10/2013
Outubro Rosa - Alerte sobre a prevenção e o diagnóstico precoce
do câncer de mama.



Perspicácia contra o câncer de mama
Correio Braziliense

Médicos e cientistas defendem que a batalha contra a doença ganhe uma faceta estratégica. Segundo eles, é mais importante investir na prevenção e na diferenciação dos tumores do que na precisão dos rastreamentos

 A detecção precoce de tumores na mama é a melhor estratégia para evitar a mortalidade pela doença e a realização de procedimentos invasivos. Em alguns casos, também preserva o paciente das debilitantes sessões de químio e radioterapia. O tema esteve no foco de diversas pesquisas divulgadas, neste mês, no Congresso Europeu de Câncer, em Amsterdã, na Holanda, e movimentou a comunidade médica e científica. Novas técnicas para rastreamento genético ou por imagem são avaliadas como promessa de exames mais precisos e precoces. Mas especialistas reforçam que a tradicional mamografia a partir dos 40 anos ainda é o melhor plano preventivo contra a doença.

 O diretor da Sociedade Brasileira de Mastologia, Guilherme Novita, pondera que o estudo ainda é muito preliminar para ser avaliado como superior aos exames existentes hoje. "Sim, é interessante um exame que melhore o rastreamento, que detecte todos os cânceres. Mas o mais interessante para o câncer de mama hoje não é isso." Segundo Novita, são detectados 210 mil cânceres por ano nos Estados Unidos, sendo que 40 mil culminam na morte dos pacientes. No Brasil, os número são, em média, 50 mil e 10 mil, respectivamente. "Qual é a moral da história? Tem casos que são curados, casos que são incuráveis e outros que nunca matariam a pessoa independentemente de ela ter descoberto ou não. A pessoa teria que viver 300 anos para morrer desse tumor."

 Risco genético -  Uma segunda forma de prevenção é reservada a apenas 15% dos casos de câncer de mama: o rastreamento genético. O procedimento ficou famoso após o relato da atriz hollywoodiana Angelina Jolie, que, em junho, anunciou ter se submetido a uma dupla mastectomia (retirada de ambos os seios) ao ter a confirmação da herança genética de mutações com altíssimo risco para o desenvolvimento do mal. "Todo câncer de mama é de origem genética. Tem que haver um dano genético para que ele comece e efetivamente cresça, o que é diferente de ser hereditário", explica Rodrigo Pepe, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia e chefe do Serviço de Mastologia do Hospital de Base de Brasília.

Campanha internacional -  O movimento popular Outubro Rosa é internacional. Em qualquer lugar do mundo, a iluminação rosa é compreendida como a união dos povos pela saúde feminina. O rosa simboliza alerta às mulheres para que façam o autoexame e, a partir dos 40 anos, a mamografia. O câncer de mama é a segunda causa de morte entre mulheres. Somente em 2011, a doença fez 13.225 vítimas no Brasil.

Caminhar reduz o risco de câncer de mama
BBC Brasil    

Mulheres na pós-menopausa que andam uma hora por dia podem reduzir significamente o risco de sofrerem de câncer de mama, segundo um estudo. O relatório, que acompanhou 73.000 mulheres por 17 anos descobriu que andar sete horas durante uma semana diminui os riscos de contrair a doença.

A equipe da Sociedade Americana do Câncer afirmou que essa foi a primeira vez que a redução de riscos foi especificamente ligada à caminhada. Especialistas britânicos disseram que o estudo é uma evidência de que o estilo de vida influencia o risco para o câncer.

Uma pesquisa recente da organização beneficente Ramblers mostrou que um quarto dos adultos anda mais de uma hora por semana. Manter uma rotina de atividades físicas é um fator conhecido na redução do risco de se contrair diversos tipos de câncer. Este estudo, publicado na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, acompanhou 73.614 mulheres com idades entre 50 e 74 anos recrutadas pela Sociedade Americana do Câncer entre 1992 e 1993 para monitorar a incidência do câncer.

Elas responderam questionários sobre sua saúde e a respeito de quanto tempo permaneciam ativas e participando de atividades como caminhar, nadar e fazer exercícios aeróbicos. Elas também registraram quanto tempo ficavam sentadas assistindo televisão ou lendo.

A baronesa Delyth Morgan, executive-chefe da Campanha Contra o Câncer de Mama afirmou: 'Este estudo adiciona mais evidências de que nossas escolhas de estilo de vida podem influenciar o risco de câncer de mama e mostra que mesmo mudanças pequenas incorporadas às nossas atividades cotidianas podem fazer a diferença.' 'O desafio agora é saber como transformamos essas descobertas em ação e como identificamos outras mudanças de estilo de vida sustentáveis que nos ajudarão a prevenir o câncer de mama.'

Atendimento de câncer muda por causa de prazo
Correio Braziliense 

Lei que determina que o tratamento da doença tem de começar em até 60 dias após o diagnóstico faz ministério alterar regras. Especialistas temem retrocessos na assistência

Para tentar cumprir a lei que estabeleceu prazo máximo de 60 dias entre o diagnóstico de câncer e o início do tratamento, o Ministério da Saúde modificará as regras que organizam o sistema de atendimento, estabelecidas na Portaria 741, de 2005. O texto com as alterações, elaborado discretamente por um grupo de trabalho da pasta, pegou especialistas da área de surpresa, ao ser publicado no Diário Oficial da União em agosto passado. Com o prazo para apresentar sugestões finalizado no último dia 13, profissionais de oncologia estão apreensivos com a redação final que o ministro Alexandre Padilha publicará em breve. O risco, segundo eles, é de grave retrocesso na assistência prestada ao paciente do Sistema Único da Saúde (SUS).

Uma das críticas veio da Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC). A entidade se posicionou contra dispositivo do texto apresentado pelo governo federal que dispensa o cirurgião oncológico da equipe das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacons) — hospitais menos completos que os Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacons). Juntos, Cacons e Unacons formam a rede de atendimento no país. "Não podemos entender porque colocar essa modificação no momento em que todas as grandes instituições de câncer no mundo mostram que, depois do estágio da doença, o segundo fator prognóstico é o cancerologista cirúrgico. Uma cirurgia bem feita implica em maior chance de cura e menor necessidade de tratamentos mais caros", indigna-se Robson Freitas de Moura, presidente da SBC.

Presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Anderson Silvestrini concorda. E aponta outra preocupação. Segundo ele, as modificações propostas pelo ministério farão com que o acesso a exames de imagem fundamentais para o tratamento se tornem mais restrito. "Abre de forma mais enfática a possibilidade de unidades de grande porte, como Cacons, não terem determinados equipamentos, de poderem terceirizar alguns serviços, como endoscopoias, anatomia patológica, imunologia geral. Isso compromete o atendimento. Muitas vezes o médico precisa dos resultados para escolher a base do tratamento, qual medicamento, em que dosagem", afirma o especialista. Ele acredita que as alterações também poderão acarretar prejuízos para o desenvolvimento da pesquisa e da formação na área da oncologia no país. "Quanto mais você trata, mais conhece da doença. Se pulveriza muito o serviço, pode não ter um atendimento tão bom." Ao comparar o texto sugerido pelo Ministério da Saúde com a portaria que será modificada, implementada na época do ministro José Gomes Temporão, Silvestrini lamenta tanto em termos de conteúdo quanto de processo. "A redação de 2005 é resultado de uma ampla discussão. Os especialistas foram chamados para contribuir, deram seu posicionamento. A portaria ficou muito equilibrada. Dessa vez, o prazo para discussão foi muito curto. Será que precisa realmente mudar o texto em vigor ou precisa melhorar a estrutura e o financiamento da saúde?", questiona o oncologista. Moura, presidente da SBC, é ainda mais enfático na crítica. "Esse ministro tem mania de fazer tudo caladinho e depois apresentar a surpresa. É lamentável. Vamos oferecer ao paciente do SUS medicina de segunda categoria, sob o lema de que é melhor atender mal do que não atender?", pergunta.

384 mil   Quantidade de novos casos em 2013, exceto câncer de pele

179 mil  Média anual de mortes por câncer

518 mil  Internações por câncer em 2012

Mal-estar no Inca
Correio Braziliense 

O conselho consultivo do Instituto Nacional do Câncer (Inca) — formado por profissionais do órgão que é referência na política oncológica do país e por representantes das sociedades médicas — também não ficou satisfeito com as mudanças propostas pelo Ministério da Saúde na rede de atenção oncológica. Como o instituto está ligado à pasta, nenhum integrante é autorizado a falar sobre o assunto. Informalmente, porém, afirmam que pouco ou quase nada das sugestões encaminhadas ao Ministério da Saúde, ainda no ano passado, foi adotado no documento colocado recentemente em consulta pública.

Carla Macedo, que é membro do conselho do Inca como representante da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, confirma o descontentamento. Trabalhamos muito nisso, fizemos um dossiê com as sugestões, mas as mudanças apresentadas ficaram aquém do que havia sido aconselhado. Reescrevemos e mandamos de novo, quando se abriu a consulta ao texto", destaca. O Ministério da Saúde informou, por meio" da assessoria de imprensa, que não se manifestaria sobre as" mudanças na portaria, uma vez que o grupo de trabalho que  elabora o novo texto ainda não finalizou a tarefa.”

Um modelo ainda mal utilizado
Carta Capital

 A passos lentos. Os resultados das PPPs ainda são modestos, diz Aurélio, da PUC-SP. Cristiana Fortini, da UFMG, destacou a experiência da prefeitura de BH

 Debate. Para Ciro Gomes, secretário de Saúde do Ceará, o setor é o principal problema do País. O ministro Alexandre Padilha, defende um uso mais eficiente do poder de compra do Estado brasileiro

Recursos. Da saúde às rodovias, as PPPs têm um longo caminho pela frente

 O gargalo na área da saúde não está na falta de recursos financeiros, mas na incapacidade dos municípios de sugerir e formatar projetos. Quem garante é o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, um dos painelistas do 1º Fórum Nacional de Direito e Infraestrutura. Padilha afirma que os investimentos no setor quase duplicaram, entre 2003 e 2012, passando de 244,8 bilhões de reais para 407,1 bilhões de reais.

 "A saúde é uma atividade econômica fundamental para um país que quer ser rico", diz. "Cerca de 30% do esforço de inovação em pesquisa e desenvolvimento, no Brasil, estão nessa área." O uso de parcerias público-privadas (PPPs) para viabilizar projetos de interesse do governo na saúde e em outros setores estratégicos do País também foi discutido no evento.

 Segundo Padilha, a maior "obra" do segmento no Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS), tem números generosos, mas ainda está em construção. Considerado uma das maiores redes públicas do mundo, com mais de 530 milhões de consultas médicas ao ano, o programado governo conseguiu índices importantes, como 32,8 milhões de procedimentos oncológicos entre 2010 e 2012, e colou no País o selo de referência mundial em transplantes - 95% das cirurgias do gênero são realizadas pelo SUS.

 Mas, para o ministro, falta profissionalização na gestão do cuidado básico.

 "Não é possível exigir o mesmo grau de competências e metas a serem cumpridas em todos os estados em um país tão desigual", diz. "Precisamos de um controle inspirado na lei de responsabilidade fiscal." Para ele, a norma permitiria maior profissionalização do SUS com a definição de metas e a responsabilização dos agentes públicos, caso os planos não fossem cumpridos.

 Outra questão a ser resolvida é o "déficit comercial" do SUS, estimado em mais de 12 bilhões de dólares. "O Brasil é o segundo país que mais compra equipamentos hospitalares no mundo, de itens que vão do leito às máquinas de tomografia." A saída, segundo Padilha, é investir na inovação e em produção local.

 O programa de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), criado há quatro anos entre laboratórios farmacêuticos públicos e privados, começa a apontar resultados. A partir de mudanças na Lei 8.666, que estabelece critérios para compras governamentais, o projeto entrega uma economia anual de 3 bilhões de reais no Orçamento federal. Há 88 contratos de PDP em vigor, envolvendo 70 laboratórios, sendo 17 públicos e 53 privados. Os acordos permitem a transferência de tecnologia na fabricação de 64 medicamentos e mais seis vacinas usados no SUS.

 Para Ciro Gomes, secretário de Saúde do estado do Ceará, a saúde pública continua sendo o principal problema nacional. "Há um colapso nas áreas de emergência dos hospitais", diz Gomes. "Também devemos combater a corrupção generalizada na área."

 Um dos planos do governo cearense para minimizar problemas no setor é investir em PPPs. Está em finalização projeto para um novo hospital, com 600 leitos, na Região Metropolitana de Fortaleza, com investimentos estimados em400 milhões de reais, e mais 7 milhões de reais ao mês, durante a operação.

 Segundo Cristiana Fortini, professora de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e controladora-geral do município de Belo Horizonte, cidade considerada um exemplo no desenvolvimento de PPPs, é preciso levar equilíbrio financeiro aos contratos mistos. "Esse modelo de negócio nasceu por causa da necessidade de atrair capital privado para projetos do governo", diz. "Mas a administração pública não precisa salvaguardar as empresas de todos os possíveis prejuízos das obras. É possível repartir os riscos entre as partes." Cristiana afirma que o governo pode se responsabilizar por atrasos na expedição de licenças e nas desapropriações de terrenos, enquanto as empreiteiras tomam conta de tarefas como greve de empregados, custo de equipamentos ou questões relacionadas à fundação das obras. Com a divisão do ônus, é possível que as licitações sejam mais concorridas. "Uma licitação deserta é igual à noiva esperando, sozinha, no altar", compara.

 As formas de remuneração e o retorno financeiro dos contratos também devem ser justos para os dois lados, segundo Christian Fernandes Gomes da Rosa, especialista em direito econômico pela Fundação Getulio Vargas (FGV). "Deve-se favorecer a atratividade para todos os parceiros do negócio", diz. "E a relação entre as condições de ganho e os riscos financeiros de um empreendimento que vai definir o interesse por uma PPP."

 Em Minas Gerais, o governo estadual finaliza uma PPP para a concessão do Aeroporto Regional da Zona da Mata, na região de Ju iz de Fora. O projeto está em consulta pública e o edital da licitação é estimado em 188,9 milhões de reais. Como o terminal é de porte menor, foi criado um modelo de compartilhamento de risco para atrair investidores. Caso a projeção de demanda pensada no edital caia ao longo do contrato, o estado entrará com um valor maior de contrapartida. Mas, se a demanda for maior, o governo também receberá mais dinheiro.

 Para Bruno Aurélio, mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), apesar de existirem há dez anos, as PPPs ainda não tiveram seus resultados devidamente comprovados. Entre 2011 e 2013, chegaram ao mercado 80 Procedimentos de Manifestação de Interesse (PMI), documentos em que as empresas demonstram intenção de participar de uma PPP, por meio da elaboração de estudos de viabilidade. "Do total, 20 tornaram-se consultas públicas, nove viraram licitações e somente quatro foram realmente assinados", diz.

 "Há um colapso nas áreas de emergência dos hospitais", diz Ciro Gomes. E a corrupção "é generalizada."


Remédio aqui (Felipe Patury)

 O acordo de união tarifária que o Brasil negocia com a União Europeia previa a abertura total dos mercados de saúde público e privado. O Ministério da Saúde vetou o trecho que incluía a área pública. Caso contrário, perderiam o sentido os acordos feitos pelo governo com laboratórios estrangeiros para transferir tecnologia e produzir no Brasil medicamentos novos e mais caros.

Com mais força (Radar)

Alexandre Padilha está trabalhando para que a Agência Nacional de Saúde Suplementar amplie o escopo de sua atuação. Assim, além de fiscalizar os planos de saúde, a agência controlará toda a cadeia de saúde privada (hospitais, medicina diagnóstica etc.)

Ricardo Boechat:

Política -  Língua solta

 Enquanto espera um novo julgamento por formação de quadrilha no STF, José Dirceu olha a cena política e diz a petistas que vê mudanças no horizonte. Segundo o ex-ministro de Lula, o eleitor vai escolher candidatos a governador em 2014 compromissados com causas específicas como Educação, Segurança Pública e Saúde. Para ele, ao contrário do passado, o culto à personalidade não terá reflexo nas urnas.

Bancos -  Silêncio total

 Iniciadas em junho, as manifestações de rua já resultaram em diversos atos de vandalismo contra agências bancárias. Contudo, HSBC, Itaú-Unibanco, Bradesco, Santander, Banco do Brasil, Caixa Econômica e a própria Febraban evitam informar o total do prejuízo. Qual a razão? A que o leitor imaginar.










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