Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Cacau ‘nova droga’ #festasEletrônicas por Veja: Da redação
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Patente de droga para tratar #Aids gera briga
Patente de droga para tratar de Aids no Brasil gera briga judicial entre laboratórios Em disputa que pode ditar rumos do tratamento, empresa brasileira quer fazer remédio criado por gigante americana por Cesar Baima 04/06/2014 6:00 / Atualizado 04/06/2014 15:24 Farmanguinhos: laboratório da Fiocruz, em Jacarepaguá, é o principal fornecedor local de remédios anti-HIV para o programa de tratamento universal de pacientes coordenado pelo governo, num total de R$ 200 milhões anuais - Custódio Coimbra Uma briga na Justiça entre o laboratório brasileiro Cristália e o gigante farmacêutico mundial AbbVie pode ditar os rumos e o futuro da política de tratamento universal de portadores do HIV, o vírus causador da Aids, no Brasil. Iniciada em 2009, a ação contesta a patente do medicamento Kaletra, concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) à americana Abbott em 2000 e que deu ao laboratório o monopólio da sua venda no país. Associação dos antirretrovirais ritonavir e lopinavir, o Kaletra é o principal tratamento de segunda escolha — prescrito quando os remédios da chamada primeira escolha, mais antigos, não surtem efeito devido ao desenvolvimento de resistência pelo vírus — usado no Brasil. Segundo o Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual (GTPI) da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (Rebrip), coordenado pela Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), a estimativa é de que hoje ele seja distribuído pelo Ministério da Saúde a pelo menos 73 mil dos 313 mil soropositivos que eram atendidos pelo programa do governo em dezembro de 2012, a um custo de quase US$ 50 milhões anuais. O problema é que uma proporção cada vez maior dos soropositivos brasileiros está infectada com cepas resistentes do HIV, necessitando de medicamentos não só de segunda como de terceira linhas, ainda mais caros, o que começa a levantar dúvidas quanto à sustentabilidade financeira do programa do governo. Além disso, no fim do ano passado o Ministério da Saúde alterou o protocolo para o fornecimento dos remédios, o que deverá colocar mais 100 mil soropositivos no âmbito do programa este ano. E é aí que a briga entre Cristália e AbbVie ganha uma relevância que vai além do simples embate entre as duas empresas, pois o resultado do processo deverá estabelecer os precedentes e ordenamento jurídico que guiarão o sistema em torno do licenciamento compulsório, popularmente conhecido como “quebra de patente”, de remédios no Brasil previsto na legislação nacional sobre o assunto. Isso porque, nos últimos anos, a simples ameaça de usar o mecanismo já era suficiente para levar os grandes laboratórios a reduzir os preços cobrados do governo. Tanto que os gastos totais com a compra de antirretrovirais pelo Ministério da Saúde recuaram de R$ 1,084 bilhão em 2009 para R$ 770 milhões no ano passado. Mas esta estratégia está perdendo força, já que quase nunca a ameaça é levada a cabo, afirma Marcela Vieira, integrante da Abia e coordenadora do GTPI. Fiocruz é maior produtora nacional Marcela lembra que desde a entrada em vigor na nova lei de patentes brasileira, em 1996, até hoje, apenas um medicamento antirretroviral teve sua patente de fato “quebrada”, o Efavirenz, em 2007. Então, as negociações entre o governo e o laboratório Merck para redução de seu preço fracassaram. Com o licenciamento compulsório, um genérico do Efavirenz passou a ser importado de um laboratório indiano até começar a ser produzido pela Fiocruz, trazendo uma economia estimada em mais de US$ 100 milhões aos cofres públicos até 2011. — O custo da compra de remédios antirretrovirais pelo governo vinha diminuindo, mas esta curva começa a virar — alerta Marcela. — Teremos mais pessoas em tratamento e a incorporação de novos medicamentos, com cada vez mais pacientes saindo da primeira para a segunda e a terceira linha. Tudo isso vai resultar em uma alta nos custos que coloca em risco a sustentabilidade financeira do programa. E o pior é que não vemos isso como uma preocupação do governo. Não dá para admitir que se fale que não há problema de recursos na área de saúde no Brasil. Não estamos preocupados só com a continuidade do tratamento dos soropositivos, mas com o orçamento da saúde brasileira como um todo. Já Hayde Felipe da Silva, diretor-executivo do Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fiocruz (Farmanguinhos), maior fornecedor público de remédios genéricos para o programa de tratamento de soropositivos, no valor de R$ 200 milhões anuais, afirma que o governo deve decidir se vai estimular a indústria nacional a investir na pesquisa e desenvolvimento de tecnologia para produção local de antirretrovirais ou continuará “refém” dos grandes laboratórios multinacionais e intermediários. — Nosso maior problema atualmente em relação aos remédios de segunda e terceira geração é a obtenção dos princípios ativos — conta. — Isso vai exigir um grande esforço da indústria farmacoquímica, que para isso vai precisar de um cenário de estabilidade jurídica. Visão parecida tem Ogari Pacheco, presidente do Cristália: — Estamos lutando por um princípio. A ideia é estabelecer uma jurisprudência que vá nortear disputas semelhantes no futuro, dando segurança jurídica para todas as empresas que queiram trabalhar e investir na pesquisa e desenvolvimento para produção destas substâncias complexas no Brasil e não ver todo seu esforço interrompido por uma decisão judicial. Em nota, o Abbvie afirmou estar “seguro que sua patente do lopinavir no Brasil foi outorgada de forma válida e em conformidade com lei brasileira”. Entenda o caso Na ação na Justiça, o Cristália alega a inconstitucionalidade da concessão da patente do Kaletra por meio de um mecanismo conhecido como pipeline, criado pela lei de patentes brasileira aprovada em 1996 (9.279/96) em resposta à assinatura pelo país, na Organização Mundial do Comércio, do Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionadas ao Comércio (Trips, na sigla em inglês), e que reconheceu pela primeira vez a patenteabilidade de medicamentos no Brasil. Usando este mecanismo, grandes laboratórios como o Abbott puderam requisitar, a partir de patentes concedidas no exterior, o registro automático de substâncias e associações como o Kaletra que pela lei deveriam já ser de domínio público no Brasil. Como consequência, o Cristália também argumenta que a patente do remédio não passou por uma análise formal e técnica dos requisitos de patenteabilidade pelo INPI nem teve anuência prévia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), outros requisitos da lei. Em julgamento realizado em fevereiro de 2012, a juíza Daniela Pereira Madeira, da 9ª Vara Federal do Rio, acatou a alegação de inconstitucionalidade das patentes pipeline e emitiu liminar suspendendo o registro do Kaletra no Brasil. Diante disso, o então laboratório Abbott recorreu e o caso foi parar no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, ainda no Rio, onde os desembargadores Antonio Ivan Athié, Paulo Espirito Santo e Abel Gomes decidiram não abordar o tema das patentes pipeline, objeto de Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pela Procuradoria Geral da República também desde 2009 e que ainda aguarda julgamento no Supremo Tribunal Federal. Relator do processo, Athié, no entanto, concordou com os outros argumentos do Cristália e pediu a manutenção da decisão de Daniela. Espirito Santo, porém, foi contra, e em voto de desempate Gomes determinou o envio da patente para a Anvisa, condicionando sua volta à validade à anuência da agência. Esta, por sua vez, informou que aguarda julgamento pelos desembargadores de embargos de declaração propostos pelas empresas e pela própria Anvisa antes de avaliar a patente. Em sua nota, o Abbvie afirmou ainda que a decisão dos desembargadores “foi favorável” ao seu ponto de vista, confirmando tanto a constitucionalidade das patentes por pipeline quanto o cumprimento das exigências da lei pelo Kaletra. “Apesar de ter sido solicitado à Anvisa que agora dê o consentimento à patente do AbbVie, esta é uma mera formalidade, já que Kaletra foi aprovado pela Anvisa em 9 de outubro de 2000. A aprovação para comercialização, conferida pela Anvisa, atesta, no Brasil, a eficácia e a segurança de um medicamento”, destaca o laboratório. E como a sentença inicial de Daniela nunca foi executada, o agora AbbVie também mantém até hoje a exclusividade da venda do Kaletra no país, onerando o programa de universalização do tratamento do governo. Segundo levantamento do GTPI, os gastos só com este medicamento poderiam ser 60% menores se o Ministério da Saúde pudesse comprar seu equivalente genérico mais barato no mercado internacional. Já Ogari Pacheco, presidente do Cristália, garante que sua empresa está preparada para fabricá-lo em quantidade suficiente para suprir a demanda nacional, prevista em mais de 92 milhões de doses nas suas diversas formulações, praticando preços até 30% menores que os cobrados pelo agora laboratório AbbVie, de US$ 0,451 a unidade do tipo mais usado, com a vantagem de gerar empregos e impostos ao longo de toda sua cadeia produtiva dentro do país. Veja Também Soropositivos comemoram lei que define preconceito como crime no país Vacina poderá prevenir Alzheimer Dilma sanciona lei que pune discriminação a portadores de HIV LEIA MAIS: http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/patente-de-droga-para-tratar-de-aids-no-brasil-gera-briga-judicial-entre-laboratorios-12712208#ixzz33ixr3Fpg Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349 - Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000 Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ Brasil - Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550 cedusrj@yahoo.com.br - cedus@hotmail.com __._,_.___ Enviado por: CEDUS Responder através da web•• através de email•Adicionar um novo tópico•Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___
quarta-feira, 22 de maio de 2013
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
PÁSSAROS AINDA CANTAM EM MINHA JANELA | 320 PÁGINAS
PÁSSAROS AINDA CANTAM EM MINHA JANELA | 320 PÁGINAS
Os segredos de
uma ex-hippie revelados nos mínimos detalhes. Uma história emocionante e
envolvente que tranformará completamente o seu modo de olhar o mundo à
sua volta.
Esse
livro narra a trajetória de vida de uma jovem que fugiu de casa no
final da década de 70 para ser hippie, em busca de respostas para seus
questionamentos interiores, peculiares de uma adolescente que não se
enquadra nas futilidades e superficialidades que o mundo em si
apresenta.
Passou
pelo mundo das drogas, viajou por todo o Brasil e fronteiras, passou
pela experiência de ser mãe duas vezes na década de 80, e por desilusões
amorosas marcantes.
Em
meados dos anos 90 se descobriu portadora do vírus HIV, e no ano de
2004 conseguiu encontrar aquilo que sempre procurou ao longo de sua
existência, passando a viver uma vida definitivamente e radicalmente
transformada.
![]() JANETTE ALVIM SOARES
Natural
do Estado de Minas Gerais, passou grande parte de sua infância em uma
pequena fazenda. Se formou em Magistério no Colégio de Freiras de sua
cidade natal, Ponte Nova.
Órfã de pai aos três anos, sentia o peso de que algo lhe faltava, e de certa forma, esse fato influenciou muito sua vida.
Após
toda sua trajetória de vida como hippie, em busca de suas realizações
emocionais e pessoais, vive em uma pequena cidade litorânea do estado do
Espírito Santo, onde encontra grande prazer em continuar cuidando de
seu jardim, admirando o mar e a natureza que a cerca.
Vive só, depois de várias experiências amorosas, mas continua acreditando no amor...
Assista A VIDA POSITIVA DE JANETTE ALVIM SOARES NO YOU TUBE
A VIDA POSITIVA DE JANETTE ALVIM SOARES :Neste vídeo a escritora Janete Alvim Soares divulga o livro "Pássaros ainda cantam em minha janela". O livro narra a vida da autora após a sua descoberta de ser é portadora do vírus HIV. ESCUTE, PARTICIPE E COMPARTILHE COM SEUS AMIGOS R$ 33,00 Contatos: janette.soares@yahoo.com.br
Roberto
Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@Yahoo.com.br
DEVER - QUERER - PODER
Tem coisas que DEVO, mas NÃO QUERO
Tem coisas que QUERO, mas NÃO POSSO
Tem coisas que POSSO, mas NÃO DEVO
A escolha correta é, portanto, fruto de decisões
conscientes e
éticas.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
Anvisa quer agilizar autorização de pesquisas sobre novas drogas
Queridos,
Vejam abaixo a boa noticia.
Anvisa quer agilizar autorização de pesquisas sobre novas drogas Proposta, que ficará em consulta pública, deve ser publicada hoje
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Overdose em penitenciária
A decadas que nunca se fez nada. Sempre fechamos nossos olhos, e muitos até já se utitlizaram e utilizam, e acham normal. Este é o problema.
Enquanto houver pessoas fazendo uso de tais substâncias, achando normal, nunca haverá fim.
Até quando teremos que conviver com este drama das drogas?
Quando a FAMÍLIA E A SOCIEDADE é a maior responsável por esta irresponsabilidade social.
Família de preso morto consegue indenização
O valor de R$ 109 mil foi reduzido em segunda instância. A família pediu indenização por danos morais e materiais e uma pensão vitalícia à filha do preso em ação contra a Fazenda do Estado de São Paulo. Na sentença, ficou reconhecida a responsabilidade objetiva do estado. Ou seja, houve culpa pela morte do familiar, ao contrário do que alegava a parte contrária.
Segundo o desembargador José Luiz Germano, que julgou o recurso do Estado, "a reparação do dano moral deve compensar a perda, porém esta deve ocorrer proporcionalmente e na medida do possível, observada cada situação, caso a caso. Porém, não se pode olvidar que o detento contribuiu para a sua morte, fazendo uso de substância tóxica ilícita. Por este motivo, a indenização deve ser reduzida".
Ficou mantida a indenização por danos materias à filha desde a data da morte do preso até que ela atingisse a maioridade. O valor corresponde a 1/3 do salário mínimo. Com informações da Assessoria de Comunicação do TJ-SP.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
COORDENADORIA ESPECIAL DE PREVENÇÃO À DEPENDÊNCIA QUÍMICA COMUNICADO Via#FB

sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Drogas e dependencia quimica (Marília Gabriela entrevista)
Descrição
Renan Russo e Gabriel Mori contam como o vício pode levar o indivíduo a perder o controle sobre a própria vida.
http://gnt.globo.com/mariliagabrielaentrevista/videos/_1593904.shtml
terça-feira, 31 de maio de 2011
Setrac vai reativar Conselho Municipal de Álcool e Drogas –
http://grupososvida.wordpress. com/2011/05/28/setrac-vai- reativar-conselho-municipal- de-alcool-e-drogas-uma- questao-de-saude-ou- assistencia-quem-quer-faz/? preview=true&preview_id=1600& preview_nonce=16b415570c
Setrac vai reativar Conselho Municipal de Álcool e Drogas – UMA QUESTÃO DE SAUDE ou ASSISTENCIA ??? QUEM QUER FAZ…QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECER…
Setrac vai reativar Conselho Municipal de Álcool e Drogas
Luis Eduardo Peixoto, secretário de trabalho, assistência social e cidadania (Setrac).Segundo o secretário Luis Eduardo Peixoto, Petrópolis sediou o primeiro Conselho Municipal de Entorpecentes do país , em 1987, época em que poucas pessoas se arriscavam a debater o assunto.
“A nossa preocupação é fazer um trabalho de prevenção e para isso precisamos de um esforço conjunto da sociedade e do poder público. Não é hora de procurar culpados pela situação em que nos encontramos e sim de agir, acabando com a ociosidade dos jovens”, afirmou o secretário.
Para que o COMAD funcione de forma eficaz a Setrac vai oferecer para todos os assistentes sociais e psicólogos envolvidos o curso de “Conselheiro em Dependência Química”, todas as quintas-feiras, no final da tarde. O curso será ministrado pela psicóloga Leandra Iglesias, especialista em dependência química.
A psicóloga Leandra Iglesias e o secretário Luis Eduardo Peixoto têm experiência na área, pois trabalham na prevenção e tratamento do uso de drogas e álcool há quase 30 anos, através da Ong Comando da Paz.
De acordo com dados divulgados pela ong, 12,5% da população brasileira é dependente de álcool e, destes, 41,6% são homens e 58,4% são mulheres. Entre os jovens de 12 a 17 anos, o percentual é de 9,9% e na faixa etária entre 18 e 34 são 38,8%. Em relação ao consumo de drogas, a cocaína ainda é a mais consumida, onde 5,4% dos usuários são meninos e 1,2% são meninas.


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55 24 2244.9526 / 2245.0322
www.grupososvida.org.br
BLOG http://grupososvida.wordpress.
RedLAcVo+ Las Manos Solidarias en Respuesta al VIH/Sida PFN BRASIL –
sexta-feira, 27 de maio de 2011
A guerra mais sem sentido do mundo A guerra mais sem sentido do mundo_-aVAAZ #PETITION #DROGAS
A guerra mais sem sentido do mundo
Caixa de entrada| 26 de maio de 2011 16:38 | ||
| Caros amigos,
Especialistas concordam que a política mais sensata é acabar com a guerra às drogas e legalizá-las, mas a maioria dos políticos tem medo de tocar no assunto. Em dias, uma comissão global incluindo antigos chefes de estado e altos membros da política externa do Reino Unido, União Europeia, Estados Unidos e México irão quebrar o tabu e pedir publicamente novas abordagens, inclusive a descriminalização e legalização de drogas. Este pode ser um momento único -- se um número suficiente de nós pedir um fim a essa loucura. Políticos dizem que entendem que a guerra às drogas falhou, mas alegam que a sociedade não está pronta para uma alternativa. Vamos mostrar a eles que não apenas aceitamos uma política sã e humana -- nós a exigimos. Clique abaixo para assinar a petição e partilhe com todo mundo -- se nós alcançarmos 1 milhão de vozes, ela será entregue pessoalmente aos líderes mundiais pela comissão global: http://www.avaaz.org/po/end_ Nos últimos 50 anos as políticas atuais de combate às drogas falharam em toda a América Latina, mas o debate público está estagnado no lodo do medo, da corrupção e da falta de informação. Todos, até o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, que é responsável por reforçar essa abordagem, concordam -- organizar militares e polícia para queimar plantações de drogas em fazendas, caçar traficantes, e aprisionar pequenos traficantes e usuários – tem sido completamente improdutivo. E ao custo de muitas vidas humanas - do Brasil ao México, e aos Estados Unidos, o negócio ilegal de drogas está destruindo nossos países, enquanto a drogadição, as mortes por overdose e as contaminações por HIV/AIDS continuam a subir. Enquanto isso, países com uma política menos severa -- como Suíça, Portugal, Holanda e Austrália -- não assistiram à explosão no uso de drogas que os proponentes da guerra às drogas predisseram. Ao invés disso, eles assistiram à redução significativa em crimes relacionados a drogas, drogadições e mortes, e são capazes de focar de modo direto na destruição de impérios criminosos. Lobbies poderosos impedem o caminho da mudança, inclusive militares, polícias e departamentos prisionais cujos orçamentos estão em jogo. E políticos de toda nossa região temem ser abandonados por seus eleitores se apoiarem abordagens alternativas. Mas pesquisas de opinião mostram que cidadãos de todo o mundo sabem que a abordagem atual é uma catástrofe. E liderados pelo presidente Cardozo, muitos Ministros e Chefes de Estado manifestaram-se pela reforma depois de deixar seus cargos. O momento está finalmente chegando de discutir novas políticas na América Latina, Estados Unidos e outras partes do mundo que estão devastadas por essa política desastrosa. Se pudermos criar uma manifestação global nos próximos dias para apoiar os pedidos corajosos da Comissão Global de Política sobre Drogas, nós poderemos superar as desculpas estagnadas para o status quo. Em nossas vozes está a chave da mudança -- assine a petição e divulgue: http://www.avaaz.org/po/end_ Nós temos uma chance de entrar no capítulo final dessa 'guerra' violenta que está destruindo milhões de vidas. A opinião pública irá determinar se essa política catastrófica será finalizada ou se políticos continuarão a nos usar como desculpa para evitar a reforma. Vamos nos unir com urgência para empurrar nossos líderes para fora da dúvida e do medo, para cruzar a fronteira e entrar no domínio da razão. Com esperança e determinação, Luis, Alice, Laura, Ricken, Maria Paz e toda a equipe Avaaz FONTES: Drogas e Democracia: Rumo a uma mudança de Paradigma, Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia http://www.drogasedemocracia. Avaliação da Política sobre Drogas dos Estados Unidos http://www.drogasedemocracia. Drogas. Alternativas à "guerra" http://www.idpc.net/pt-br/ “Guerra às drogas mostrou-se ineficiente”, afirma presidente da Fiocruz http://www.planetaosasco.com/ Inovações Lesislativas em Políticas sobre Drogas http://comunidadesegura.com. Os maiores massacres promovidos pelo narcotráfico no México http://oglobo.globo.com/mundo/ Drogas arrastam mulheres para o comando do tráfico http://diariodonordeste.globo. A insustentável guerra às drogas http://www.brasildefato.com. A Comissão Mundial sobre Política de Drogas, que vai pedir à ONU para acabar com a guerra contra as drogas (em Inglês) http://www. ![]() Apoie a comunidade da Avaaz! Nós somos totalmente sustentados por doações de indivíduos, não aceitamos financiamento de governos ou empresas. Nossa equipe dedicada garante que até as menores doações sejam bem aproveitadas -- clique para doar. | ||




