Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador CNAIDS. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

EDITAL DE EVENTOS - ERONG, ENONG, E OUTROS





DDAHV lança edital para realização de eventos

O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (DDAHV) lança Edital para seleção de Organizações da Sociedade Civil (OSC) para realização de eventos relacionados às DST/HIV/aids e hepatites virais. 
Conteúdo extra: Galeria de fotos
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais lança edital para seleção de Organizações da Sociedade Civil relacionados às DST/HIV/AIDS e Hepatites Virais. Os contratos serão executados em parceria com as OSC para realização de eventos de abrangência regional ou nacional relacionados diretamente à prevenção de DST e/ou HIV/aids e/ou hepatites virais, dirigidos prioritariamente às populações em contexto de maior vulnerabilidade, conforme dados epidemiológicos, e (ii) eventos que promovam ações de prevenção das DST/HIV/aids e hepatites virais e que estimulem a realização de testes e diagnósticos precoce para o HIV, sífilis e hepatites virais, contribuindo para a promoção à saúde durante as comemorações do orgulho LGBT.
O valor máximo para cada proposta será de até R$ 100.000,00 para eventos nacionais com foco na temática DST e/ou HIV/aids e/ou hepatites virais. Os eventos regionais com foco na temática DST e/ou HIV/aids e/ou hepatites virais terão os seguintes valores:
                    •    Regiões Norte, Nordeste e Sul até 80.000,00;
                    •    Regiões Centro-Oeste e Sudeste até 70.000,00.
Os eventos com ações de promoção da saúde durante as comemorações do orgulho LGBT: até R$ 30.000,00
 
ANTONIO ERNANDES MARQUES DA COSTA
Coordenador da ONG/GRUPAJUS
Representante Norte na CNAIDS
__._,_.___

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Carta Aberta - VI ENAJVHA

 
VI ENCONTRO NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV/AIDS

UM OLHAR FORA DO EIXO¹

No Período 10 a 13 de julho, realizou-se em Brasília/DF o VI Encontro Nacional de Adolescentes e Jovens vivendo com HIV/AIDS – ENAJVHA, evento que reuniu jovens soropositivos e convivendo² com HIV/AIDS de diversas partes do Brasil “para a interlocução, troca e avaliação de experiências entre jovens vivendo com HIV e AIDS”³. Também com o propósito de ser “um momento em que os jovens pudessem descobrir possibilidades de atuação frente aos desafios locais, conhecer e se articular com outros jovens e com as redes já existentes de luta contra a epidemia”4.

Entretanto, mais uma vez, a teoria não conseguiu ser posta em prática e um momento que poderia ser “com” foi somente “para”, na contramão tanto do objetivo do encontro, como da Carta de Princípios da RNAJVHA5.

Subsidiado por diversas formas de marketing e financiamento, a verticalização na construção do Encontro, centralizou as escolhas para a Comissão Organizadora, excluindo sistematicamente algumas pessoas, colocando-as à margem da história e da própria existência enquanto integrantes da RNAJVHA. Não havia uma resposta plausível que justificasse o motivo de deixarem de fora da organização, as referências da RNAJVHA no CONJUVE e na CNAIDS, além do representante amazônico (e que também não estava como delegado no Encontro até ser incluído mediante a sugestão no regimento interno). Assim como até hoje não se sabe o motivo dos amigos pessoais do ex-representante nacional assumirem funções que, conforme critério de filiação da Rede não os competia por serem adultos e convivendo.

Houve ausência de materiais preparatórios que pudessem, desde os meios virtuais até o presencial, oferecer elementos para a plenária “elaborar e incitar respostas, ações e políticas públicas contra os estigmas e impactos do HIV e AIDS”6. Além disso, ficou notório que as dinâmicas postas no e-group e grupo da Rede no facebook tenha surtido o efeito no Encontro Nacional. O acolhimento tinha virado o ópio da política e o cuidado tornou-se mais ameaça que bem-querer. Parei e fiquei observando o quanto fez-nos falta nas manhãs, aqueles momentos regado de poesia, música ou uma dança circular... O ditado popular “colocar o carro na frente dos bois” teve muito haver com o colocar um fórum de debate antes da mesa de abertura. Iniciar uma discussão sem boas-vindas? Sim! Seria um risco a integração!

No ato do credenciamento, o primeiro desconforto aos participantes: ter que assinar alguns recibos que foram entregues sem orientação alguma, mas quando questionados, disseram ser ora do UNICEF (ainda que o documento estivesse sem nenhuma logomarca desta agência), ora do Departamento Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais. Interessante que ambos ao serem consultados, afirmaram desconhecer esta solicitação. Neste meio onde uma parte ficava assustada e sem uma resposta transparente que lhe desse a confiança, houve quem se aproveitou disso para descaracterizar pessoas, simplesmente por quererem saber algo legítimo e que lhes era de direito.

Fóruns foram reduzidos para priorizar a votação do regimento interno. Durante a leitura, um dos primeiros vetos estava na proposta do debate acerca da organização da RNAJVHA, demostrando certa indisposição para tratar do assunto. Desde então, notou-se que as possibilidades de diálogo estavam comprometidas por interesses ou presas por algo concedido. Havia uma sintonia entre @s que tinham sido indicad@s anteriormente a algum evento com os que votavam a favor de um grupo específico.

Não há como deixar de perceber a diferença entre as devolutivas dos representantes da CNAIDS e do CONJUVE, para a representação do nacional. Enquanto estes pautaram a partir da qualidade, o último tratou por números, como se estivéssemos fazendo prestação de contas governamentais. Não é do conhecimento coletivo no que as inúmeras participações em congressos, reuniões e outras atividades trouxeram de concreto para a Rede, assim como sobre a transparência dos recursos financeiros captados para o trabalho da RNAJVHA.

Tornou-se perceptível que muit@s presentes estivessem ali para uma estratégia não mais oculta há muito tempo: a escolha da nova representante da RNAJVHA. No grupo da RNAJVHA no facebook, alguns perfis contendo na imagem a hashtag #AgoraéEla7 já apontava o caráter eleitoreiro que nos esperava com adesivos e vídeos publicados na internet. Aliás, a própria eleição d@s nov@s representações fez parte de um processo que perpassou por grande parte dos Encontros Regionais, como o Amazônico que não teve muita coisa diferente desta edição do ENAJVHA. Seria inocência demais pensar que a devolutiva do ex-representante nacional finalizada com um vídeo entre ele e a atual, não tivesse nada haver com o que estava arquitetado.

“Faz escuro, mas eu canto8”. As palavras do poeta Thiago de Mello refletem sinais de esperança que em meio ao inverno brasilense, apresentava raios de sol. Não há dúvida na capacidade técnica e política de representantes do Ministério da Saúde e das agências da ONU, dentre outr@s parceir@s, assim como no compromisso destes/as no desenvolvimento integral de adolescentes e jovens, em especial, soropositiv@s. Cabe um agradecimento todo especial a estes/as facilitadores/as convidad@s para o evento, assim como d@s financiadores/as e de coordenações/programas estaduais e municipais de DST/AIDS que investiram mais uma vez na estrutura e deslocamento da maioria d@s presentes.

Questionava-se onde foi parar a missão e as prioridades norteadoras desta organização? E os objetivos, até que ponto foram referências? Parecia que não estávamos numa atividade de jovens, e tampouco da RNAJVHA. Querendo ou não, a juventude tem em si a inquietude pela mudança e isto moveu uma parte d@s participantes para uma ação em resposta ao que estava acontecendo. Então, outro caminho possível foi proposto entre o grupo que se opunha: não se resumir em espectador ou a eleições de representatividades cujo modelo fecha-se em si mesm@s, mas criar espaços de reflexão paralelos e que pudessem encaminhar coisas possíveis. Mais do que uma democracia representativa, buscavam uma democracia participativa, assim como aquela que motivou multidões há alguns dias atrás a saírem nas ruas.

Inicialmente, compartilhou-se um pouco da realidade de cada localidade. Não havia muito tempo, nem lugar “adequado”, mas tornamos os intervalos, oportunidades para o entrosamento e a troca de ideias e dos quartos nossos pontos de encontro. Permitíamo-nos escutar e compartilhar com @ outr@ nossas experiências e pontos de vista sobre uma determinada questão. Elaboramos uma carta à Comissão Organizadora e as parcerias deste evento para que pudéssemos explicar o motivo de nossa retirada do processo de votação. O documento foi lido compassadamente em plenária, finalizando com a saída de uma parte dos presentes no auditório. Deixamos o auditório e fomos a uma avaliação sobre este momento e a troca de ideias sobre como potencializar nossa atuação nas bases.

Propaga-se que nossa saída da eleição tenha sido motivada por percas de “cargo” ou medo. Não seria um tanto sem sentido entrar e sair “fugindo” da plenária, depois de ter feito várias reuniões para refletir e elencar os motivos reais de nossa retirada? Não teríamos deixado o encontro no momento em que a proposta para discutir a organização da Rede foi eliminada? Aliás, basta visitar o grupo da RNAJVHA no facebook para perceber qual o tipo de contribuições de algumas pessoas que permaneceram no auditório, para a grande maioria que se retirou. Observemos os perfis para perceber qual público estava somente pela parte e de quem estava afim de discutir o todo.

Concluímos o Encontro reafirmando nossas críticas pertinentes ao modelo pseudodemocrático com que a Rede vem se organizando nestes últimos anos e construindo forma que se afastam ainda mais da promoção da autonomia de jovens vivendo com HIV/AIDS nos Estados e municípios. Não nos desligamos da RNAJVHA por acreditarmos que este espaço também é nosso e que agora, mais do que nunca, a Rede precisa de nosso trabalho para retomar os trilhos do que inicialmente se propôs. E ainda que a nova representante nacional tenha sido eleita num contexto às avessas da Carta de Princípios, não nos fecharemos ao diálogo e possíveis parcerias, desde que pautado em valores, atitudes e comportamentos práticos.

O fato é que o sentimento de indignação que tomou conta das ruas, também envolveu divers@s participantes a lutar por algo muito maior que uma simples escolha de pessoas que poderão ou não representar o desejo deste coletivo. Ser comparados ou não a vândalos (mesmo não chegando a esse extremo), não é o problema. Aliás, a centralização de poder, da cooptação de pessoas e do aparelhamento da Rede para fins destoantes aos iniciais ainda permanecem enquanto principais problemas a serem combatidos dentro e fora desta Rede. É por este motivo que acreditamos ser pertinente continuar a se opor a esta forma de ativismo, ou resumido ao virtual, ora turístico.

Mais do que representatividades, defende-se uma democracia participativa, pautada na descentralização, transparência e horizontalidade. Entende-se também que a autonomia das bases e o protagonismo juvenil precisam ser de fato respeitados e reconhecidos na prática. Não estaremos fechad@s ao diálogo, por entender que este é uma importante ferramenta para se alcançar avanços possíveis e necessários, tanto para a RNAJVHA, quanto na articulação com outros grupos da sociedade civil e órgãos governamentais. Assim como não teremos nenhum problema em estabelecer possíveis parcerias, que colaborem para o desenvolvimento local, desde que sejam pautados por valores imprescindíveis para o fortalecimento desta Rede.

Como diria Betânia Ávila no VIII Fórum UNGASS AIDS – Brasil: “não há ativismo sem reflexão”. E esta avaliação crítica e fundamentada, não vem dissociada da ideia do bem viver, do bem conviver e do bem querer, mas se propõe justamente a despertar um cuidado sobre esta realidade silenciada, mas evidente. É numa época de mudanças, que buscamos outros caminhos possíveis, onde AMOR seja de fato o centro de todas as coisas!

1 Agradecimentos a Cleyton Aquino (PA), Diego Calisto (SP), Jeferson Fonseca (MG), Ozéias Cerqueira (SP), Rafaela Queiroz (RJ), Rodrigo Amorim (ES) e Welshe Shordok (MG) que estiveram durante o VI ENAJVHA e contribuíram para que este texto pudesse expressar verdadeiramente os fatos ocorridos, os sentimentos envolvidos e as perspectivas de uma Rede mais justa e solidária.
2 Pessoas negativas para o HIV, mas que tem alguma relação seja afetivo-sexual ou social com alguém soropositiv@ ou com a causa da Aids.
4 Idem.
5 Confira em: http://jovenspositivos.org.br/articles/weblinks/carta-de-principios (Acesso em 14 de julho de 2013).
6 Idem.
7 Arte utilizada em campanha: http://migre.me/fwJkJ (Acesso em 18 de julho de 2013).
8 Confira em: http://www.avozdapoesia.com.br/obras_ler.php?obra_id=12372&poeta_id=313 (Acesso em 18 de julho de 2013).



Eduardo da Amazônia Representante Estadual da RNAJVHA / Jovens + Pará Contato: eduardopaidegua@hotmail.com
 
-- 
Atenciosamente,
 
Ralf Barros
Assistente Social - CRESS 5240
( 55 (27) 9907-9258 - VIVO
( 55 (27) 9247-3036 - TIM
+ ralf.barros@yahoo.com.br 
+ SKYPE: ralfbarros

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids do Ministério da Saúde


Prezado(a)s
 
Abaixo, o informe que acabei de receber sobre a Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids do Ministério da Saúde, onde serão divulgados os dados epidemiológicos da Aids no Brasil.
 
Atenção, a coletiva é amanhã de manhã!  Mais uma vez a sociedade civil é leva uma volta do Ministério da Saúde!
 
Alguém sabe informar se alguém da sociedade civil foi convidado para esta coletiva de imprensa?  CNAIDS e CAMS?
 
Abraços!

Willian Amaral

Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids


Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids


DATA:                   20 de novembro de 2012
HORÁRIO:          10h30
LOCAL:           Auditório Emílio Ribas
END.:              Ministério da Saúde – Esplanada dos Ministérios Ed. Sede - Térreo
TRAJE:            Passeio Completo

Obs: A Coletiva será transmitida em tempo real pela internet pelo endereço: http://www.aids.gov.br/mediacenter

² Composição da Mesa
1.     Ministro de Estado da Saúde e Presidente do CNS – Alexandre Padilha
2.     Secretário de Vigilância em Saúde – Jarbas Barbosa
3.     Representante da UNAIDS no Brasil – Pedro Chequer
4.       Diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais- Dirceu Bartolomeu Greco
5.     Representante de Movimento Social

² Apresentação dos Dados Globais da Aids
Representante da UNAIDS no Brasil – Pedro Chequer

² Apresentação da Mobilização e da Campanha do Dia Mundial de Luta Contra Aids
     Diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais- Dirceu Bartolomeu Greco

² Apresentação do Vídeo da Campanha de 2012 (30’’)

² Apresentação dos Dados Epidemiológicos de HIV/Aids no Brasil
    Secretário de Vigilância em Saúde – Jarbas Barbosa

² Pronunciamento
     Ministro de Estado da Saúde – Alexandre Padilha

² Atendimento à imprensa

² Encerramento

CONTATOS:
·          EUNICE DE LIMA – Assessora Chefe do Núcleo de Eventos e Cerimonial: (61) 9221-7949
·          CAROLINA GONTIJO – Núcleo de Eventos e Cerimonial SVS: (61) 9236-7760
·          LUCIANA TORRES – Núcleo de Eventos e Cerimonial SVS: (61) 8182-4883



Pessoal,
E a Sociedade Civil fará o quê?
Quais pontos abordaremos junto à imprensa para dar visibilidade à nossa agenda política?
Teremos um manifesto unificado no dia 1º?
No Pará, o Fórum fará um Ato Público, na manhã do sábado dia 1º.

Vamos conversando...

Kiko

quem esta nos representando pois ate agora nao vi e ainda a nete ta ruim muito ruim,


Simoni Bitencourt
GAPP-HIV/AIDS
Casa de passagem-Ponta Porã-MS
Quem está representando a sociedade civil?

Foi alinhado algumas estratégias sobre a ações para o dia 01 em relação a essa coletiva?

Precisamos saber sobre essa questão.Principalmente em relação as ações que iremos fazer em nossas bases voltadas para P doa 01,explanar isso lá dentro,dando visibilidade ao movimento social seria importante.

Att.Diego Callisto via IPhone 

Simoni,
Esta é uma ação do governo e não acho que deveríamos estar lá posando de papagaio de pirata.
Nós temos é criar ações nossas. Por isso perguntei se o MOVAIDS fará algum ato nacionalmente.
Vamos conversando...

Kiko

Diegão e Simoni... isso foi proposto há muuuito tempo, no início de novembro. Mas o email do PT, por exemplo, fez mais sucesso.
Att.
Beto Volpe


Desculpe, Kiko.. deveríamos sim, pra fazer uma bela manifestação, ainda que de poucas pessoas. Toda a imprensa tava lá, deu pra perceber.
Att.
Beto Volpe

concordo com vc sim mais na programação tinha sociedade civil por este fato pergunto


Simoni Bitencourt
GAPP-HIV/AIDS
Casa de passagem-Ponta Porã-MS
O nosso companheiro RENATO DA MATTA estava la, por acaso,  e fez o papel que todos esperavam. Rebateu todas as falas e colocou em xeque a postura do Governo quanto ao Programa de Aids. Vamos aguardar os informes para podermos nos posicionar.

Josimar Pereira da Costa


Ok, Beto.
Mas..me pergunto porque não fazermos uma ação nossa?
Não temos camacidade de mobilizar a imprensa para expor nossa perspectiva sobre a epidemia?
Precisamos sempre ser coadjuvantes das agendas governamentais e suas pirotecnias?
Vamos conversando...

Kiko


Josimar,
Eu não assisti a entrevista, mas parabéns ao Renato.
Mas podemos acompanhar as matérias na imprensa e verificar se alguma delas descreverá a fala do ativista. Duvido.
Por isso precisamos provocar um fato nosso. Assim nossa fala será publicada.
Vamos conversando...
Kiko
Mas nós vamos fazer. De forma um tanto desarticulada, mas vamos. Em SP, por exemplo, Fórum de ONGs, RNP+, MNCP e RNAJVHA farão ato conjunto (viva!) em frente à secretaria de  estado da saúde. E a idéia da cruz que não sai de minha cabeça, rsrs....
Com relação à capacidade de mobilizar a imprensa, vamos lembrar que não somos mídia há muito tempo, só nesses factóides. Aí entra um de meus inspiradores Torquato Neto, mentor do tropicalismo e sua máxima: o primeiro passo é ocupar o espaço.
Era só ter tido um mínimo de boa vontade e poderíamos ter envergado nosso traje passeio e feito uma senhora intervenção, com faixas, nariz de palhaço e tudo o mais que convém a um movimento social comprometido.
Mãããããsss, como diria Golias, somos parceiros, né?
Beto Volpe

Vai ser às dez horas do dia 30, pelo fato do dia mundial cair num sábado e no dia primeiro serão as ações locais. A RNP+SP está sugerindo a realização de candlelights, uma vez que a origem desse ato foi dar visibilidade à epidemia. Hoje, como antes e sempre....
Beto Volpe

Companheir@s o Pará está torcendo que realmente nós possamos realizar um ato politico ao mesmo tempo em vários Estados.No Pará vamos distribuir documento aberto para a população,vamos está vestidos de preto,usaremos apitos e nariz de palhaço,não vamos fazer uma ação de prevenção e sim de amadurecimento politico com a presença da mídia.

Cledson Sampaio


Companheir@s: Boa tarde!

salvo melhor juízo, de todos os e-mails que recebi até este momento sobre o assunto acima, não vi outro nome citado que estaria no evento que não fosse o Renato da Matta e, mesmo assim,  por acaso estava lá (obrigado Renato, compartilhe suas impressões, por favor).

Pergunta que não quer calar: quem estava representando a Sociedade Civil “Organizada?!” nesta coletiva?

Abs. Regina Bueno.





quarta-feira, 4 de julho de 2012

MOÇÃO Nº 01_REF.: Campanha de Prevenção às DST/Aids - 2012

 Olá.

na reunião de Março da CNAIDS foi aprovado  por  unanimidade uma  moção  contra as atitudes discriminatória do Ministério da saúde  nas  campanhas de prevenção das DST/AIDS.
Segue em  anexo a  moção  aprovada por  gestores e  movimento social.

abraços
Fábio Ribeiro
Presidente do GLICH
Coordenador Geral da APGFS
Pessoal,

Segue no corpo do e-mail a Moção aprovada na CNAIDS:

MOÇÃO Nº 01 

COMISSÃO NACIONAL DE DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS – CNAIDS 

REF.: Campanha de Prevenção às DST/Aids - 2012 

Nós, membros da Comissão Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais, órgão da estrutura do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais/Secretaria de Vigilância em Saúde, 
instituição que, no tocante às ações de controle social,  antecede à implantação do Sistema Único de Saúde, vimos a público manifestar nossa profunda preocupação diante das altas taxas de infecção pelo HIV, verificadas em segmentos específicos da população, tais como travestis, homossexuais masculinos, profissionais do sexo e usuários de drogas. 

É alarmante constatar que gays e outros HSH, por exemplo, apresentem hoje um risco para adquirir a doença 13 vezes maior que os homens e mulheres da população geral. Os 
esforços dispensados e as medidas adotadas no Brasil para o controle dessa situação, 
especificamente no que diz respeito a jovens, não foram suficientemente eficazes para 
alterar esse cenário nos últimos anos. 

Neste ano, pela segunda vez, o Ministério da Saúde divulga informação de que  o segmento de jovens e jovens gays seriam objeto de suas campanhas. No entanto, mais uma vez, os dois seguimentos foram excluídos de peças publicitárias elaboradas e aprovadas por comitê institucionalmente criado.   Campanhas direcionadas a jovens gays necessitam ser divulgadas na mídia televisiva, com linguagem específica e direta, pois são ferramentas imprescindíveis para o enfrentamento da epidemia e para a redução da homofobia e do preconceito. É importante ressaltar que as 
campanhas devem ser veiculadas no carnaval, no Dia Mundial de Luta contra a Aids e em 
outras oportunidades, de forma permanente. 

É, por isso,  que, nesta 111ª Reunião, realizada em 20/03/2012, não podemos 
compactuar  com esse tipo de medida, e não nos referimos exclusivamente à campanha de carnaval, mas visamos, sobretudo, à consolidação da resposta brasileira à epidemia de aids e, consequentemente, à sua manutenção enquanto política de Estado e não de governo. 

Portanto, antes, durante e depois do carnaval, cabe a todos nós, cidadãos brasileiros, 
combater a homofobia, assim como o racismo e demais manifestações de preconceito e 
intolerância em relação à diversidade humana. E lembrar que, de acordo com a Constituição Federal, todos os cidadãos são iguais perante a lei. 

Brasília-/DF, 20 de março de 2012

"...EU andarei vestido e armado com vossas armas para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem e nem em pensamentos possam ter para me fazerem mal..." 

Jair Brandão
GESTOS -  RNP+ Brasil
Movimento Nacional de Luta Contra AIDS
(81) 8828-2656(OI) -  9764-5875 - 3421-7670 
Skype: jair.brandao.filho
 

terça-feira, 26 de junho de 2012

Pessoal das ONG LGBT , Aids e populações vulneráveis:

Edital do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais para o financiamento de projetos de ONG

 
Pessoal das  ONG  LGBT , Aids e  populações  vulneráveis:

Acabo  de  receber  as  informações (  conforme  solicitado  por  oficio  disponibilizado )  de que  o  edital  do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais para o financiamento  de  projetos  de  ONG  ( 10 milhões)  está em fase de finalização junto ao UNDCP e que este seguirá a modalidade de convênio com agências da ONU  e seguirá  os mesmos parâmetros já utilizados pelo Departamento quando envolve recursos nacionais e internacionais.

Pessoal,  peço  ao  Movimento  Aids e  movimento  das  populações  mais   vulneráveis  que  nos  mobilizemos  para  discutir  as  cláusulas  do Edital.

(E   se preciso  for  vamos   chamar as  mulheres  do  Femen  da  Ucrânia  para  nos  ajudar.  Já  temos  uma  brasileira.)

Precisamos  que  o Edital contemple as  reais  necessidades  do   nosso  trabalho:

Como, por  exemplo, o aluguel  das sedes das ONG -  já há 25  ONG  que  fecharam as  portas  por  não  poderem pagar  aluguel  (se  possível , contemplar o pagamento dos aluguéis atrasados)

27 organizações já foram à falência  devido a pessoas  entrarem  com ações  trabalhistas. É necessário que  os  projetos  contemplem  os  direitos  trabalhistas (estes são  direitos  humanos, ou  não? A resposta brasileira à epidemia da aids não se pauta pelo respeito aos direitos humanos?)

Que o Edital contemple   as  despesas administrativas:  luz, água, telefone, correio, condomínio, locação de  equipamentos, impostos   tipo  IPTU  e  IPVA, vale  transporte,  combustível, vale  alimentação  para as  pessoas  que  trabalharam nos  projetos  assim como  os  voluntários(as),  como  está  vigente a lei  em  nosso  pais. Não podemos   fazer  o  "jeitinho  brasileiro" para conseguir pagar essas despesas)  quem   foi  e ou   está  sendo auditado  pelo  Ministério  Público,  TCU, CGU , ui,  sabe  o é  que  isto)  temos  que  fazer  tudo  dentro  da  lei.
Como  diz  a  presidenta  Dilma, “sem malfeitos”.

É necessário que o Edital contemple a compra  de  computadores  e outras   móveis  e  utensílios. As  ONG   estão  sucateadas.

É necessário que tenha  uma  rubrica  de   pelo  menos  20%  para as chamadas “despesas administrativas”, para   não  temos  problemas  com as prestações de  contas.

Precisamos  discutir  amplamente.

CNAIDS,  CAMS,   todos e todas  precisamos nos  juntar  nesta   discussão.

Vamos  unidos  e unidas  fazer  uma discussão  séria.  Qual  é  necessidade    que  as  ONG    têm.  Vamos  ver  todas  as  ONG  que  fecharam e  aprender   com isto.

Precisamos  salvar as  ONG sobreviventes  ONG  restaram  neste   pais.

É preciso fazer  um  documento  contundente  para  todas as  autoridades  competentes.

Toni Reis
Presidente da ABGLT

Tony,
Estamos juntos nessa....na próxima reunião da CNAIDS discutiremos isso...
Roberto Pereira

Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550

Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"
Olá Toni!!
Prazer em conhecê-lo!!
Eu sou a Sandra do Valle, estou como presidente do Grupo Vitamóre - Associação dos Portadores do Vírus HTLV, de abrangência nacional, eu sei bem sobre o que você está falando.
O HTLV é um retrovírus, uma DST, mais grave que o HIV porque não tem medicação específica, não tem cura, não é divulgado, não faz parte da lista de doenças de Notificação Compulsória, não faz parte dos exames ambulatoriais preconizados pelo Ministério da Saúde, é negligenciado, não possui projetos para ações de enfrentamento e, por não fazer parte dos exames do pré-natal na rede pública e particular por total falta de conhecimento sobre o vírus, por parte de 90% dos médicos e profissionais de saúde, a transmissão vertical é em larga escala.

Por tudo que foi exposto acima, eu, enquanto portadora do vírus HTLV, senti na pele a necessidade em se criar uma ONG para cobrar das autoridades da saúde, as providências que se fazem necessárias e com urgência. Mas não tem sido fácil!!
Sobrevivemos dos nossos próprias recursos, ou seja, a diretoria "sustenta" a ONG para que possamos divulgar a sociedade civil, através de palestras, folders, flyer, e site na internet a existência de uma doença tão grave e tão desconhecida.

Colocamo-nos a disposição de vocês, para qualquer tipo de mobilização que se faça necessária.

Abçs solidários


Toni,
Registradas tuas recomendações, acredito ser este processo e esta movimentação.
Grata,
Amujaci Brilhante

Relamente Toni.

Precisamos nos unir para combater o que querem continuar  fazendo  com as ONGS...


Ana Cristina

Suplente  RNP+ Região Norte
CAMS Norte
MNCP RR
Contatos: 95 9129 5180 vivo
         95 8124 2132 TIM






Prezado Toni e companheir@s”:  Boa noite!!
Parabéns por sua articulação quanto ao levantamento dos problemas hoje “fatais”para a sustentabilidade das nossas organizações. É mesmo preciso fazer um levantamento de todas as necessidades, anseios e desejos, para uma boa e fiel execução dos nossos trabalhos com continuidade. A tal almejada avaliação do “impacto social” dos projetos na vida daqueles que dele participam precisa de início, meio e fim e não é somente em “um ano” que mudamos/transformamos a vida ou a cultura de pessoas.
Nós, ONGS, afinal, somos uma extensão, sim, dos braços dos governos com nossa capacidade de atingir a capilaridade dos sujeitos onde quer que estejam, envolvendo-os, motivando-os, ajudando-os na prática em socorros pontuais, intervindo na construção de políticas públicas necessárias e prementes e  fazendo o nosso trabalho de “formiguinha”, mas, que ao final, faz a grande diferença na vida daqueles que destes espaços participam  acarretando a eles a percepção de estarem incluídos sociealmente, através do nosso apoio e suporte.
Democracia só pode ser exercida com a prática. E nisto nós, ONGs, temos aprendido muito ao longo de toda esta trajetória de 30 anos de HIV/Aids.
Veementemente repito: “Que façamos nosso dever de casa”. Este é o momento. Srs. Representantes dos espaços sociais legalmente ocupados pela sociedade civil organizada, que busquem e levantem as questões necessárias (localmente nos Foruns, através da carta sobre sustentabilidade feita com o apoio da ABIA e outras organizações) e tragam para a construção de um bom e real edital que venha mesmo para agregar forças ao nosso trabalho e que não nos atrapalhe mais (ex. excesso de documentações para habilitação).
Mas, para isto, precisamos estar atentos, ouvindo a todos e todas da sociedade civil organizada que participamos, dialogando e classificando as urgências, vez que não dá para resolver tudo de uma vez só através de apenas um edital. Precisamos sempre captar mais e inovar formas de atrair novas receitas ao nosso trabalho (criatividade e profissionalização são ações que devemos empreender urgentemente, salvo melhor juízo, em nossas organizações).
Vamos em frente... não podemos deixar escapar este edital para se tornar mais uma falácia distante de nossas pretensões de trabalho, mesmo com toda a “burocracia” exigidas pelos Princípios da Legalidade, Moralidade e Publicidade que norteiam a contratação com a Administração Pública.
Não sou representante social de nenhum espaço formal (CAMS, CNAIDS, etc.), mas posso ajudar na construção do documento, se assim quiserem.
Boa sorte a vcs e a tod@s nós que acreditamos na idoneidade, responsabilidade e na importância que temos com  nossas atividades sociais, que tanto ajudam a população mais vulnerável deste país.
Regina Bueno.
Ativista-militante RJ/GPV-RJ


NOTA PESSOAL:::

  OLAH  TONI!!!
 MUITO boa a sua obsevação!!!
 Faço coro com Sandra do Valle,presidente do Grupo Vitamóre -
Associação dos Portadores do Vírus HTLV.
 Por ter participado de reuniões e seminários deste tema, concocrdo
com a inclusão da prevenção, divulgação  e o que for recocerrente ao
combate dessa vírus.
 Sabemos muito que os pvhas já têm problemas com adesão a tratamento
que dirá Somado outras doença.
 Diante o exposto fica meu registro.
 Nilo Geronimo Borgna
 Ativismocontraaidstb.

sexta-feira, 30 de março de 2012



Nilo,
Abaixo veja a resposta do DN.
Mara


Gente, segue abaixo nota do DN sobre a reunião com o SVS e repasse de recursos. Está lá no site do DN. Abs, Claudio 

Nota sobre reunião SVS - ONG Aids

Conteúdo extra: Photo Gallery
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, sempre manteve entre suas prioridades incentivar iniciativas de prevenção, vigilância, gestão em parceria com a sociedade civil organizada.
Atendendo à solicitação das ONG Aids, com o objetivo de viabilizar a manutenção de seu importante papel na resposta à epidemia da aids, foi realizada, em 22 de março de 2012, reunião com o Secretário de Vigilância em Saúde, Dr. Jarbas Barbosa, e representantes da Secretaria Executiva do MS, do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, e do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis (DEVIT).

As ONG vêm apontando dificuldades para acessar recursos descentralizados e também aqueles oriundos de editais federais. Vale acentuar que, nos três últimos anos, recursos internacionais têm diminuído significativamente em consequência da crise econômica atual e, também, porque o Brasil passou a ser a sexta economia mundial, o que levou os doadores internacionais a financiar outras regiões.
As dificuldades de acesso aos recursos pelas organizações que atuam no enfrentamento da epidemia da aids  atinge, também, outras organizações comunitárias, pelas restrições estabelecidas na  Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que colocou no mesmo patamar fundações, organizações sociais e organizações da sociedade civil de interesse público. Essa situação limitou a transferência de recursos para as organizações que não se enquadram nas exigências da LDO, que requer o Certificado de Entidades Beneficentes da Assistência Social (CEBAS).
Para buscar a solução do problema, foi acordada a criação de um grupo de trabalho com participação de representantes das organizações não governamentais e do governo, para avaliar objetivamente a situação atual das ONG, propor reavaliação específica para facilitar a atuação dessas organizações e, também, propor recomendações para seu financiamento e sustentabilidade.
Nesse sentido, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais já iniciou a preparação de projeto para mapear todas as ONG brasileiras, o que certamente ajudará no estabelecimento de estratégias conjuntas e atenção a esse segmento.
No que diz respeito à redução do financiamento, ocorrido com a descentralização dos recursos da aids, por meio da política de incentivo. Para esse ponto é consenso a necessidade de se buscar alternativas para utilização dos recursos que se encontram parados nas contas dos estados. A Secretaria de Vigilância em Saúde está discutindo, entre as medidas possíveis, a possibilidade de recentralização e/ou medidas compartilhadas entre os estados e o MS, como mecanismo indutor para a utilização dos recursos naqueles estados que enfrentam dificuldades para transferência de recursos às ONG. Como nem todos os estados têm dificuldade para a transferência de recursos, há necessidade de melhor entender o processo para superar as barreiras para a sua efetiva utilização. Essas possibilidades já estão na pauta de discussão em grupo de trabalho estabelecido com CONASS e CONASEMS.

Como medida imediata, está assegurada a manutenção de lançamento de editais através de fundos do acordo de empréstimo do AIDS/SUS, buscando atender às prioridades do enfrentamento da epidemia e parceria com as OSC.
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais volta a afirmar que mantém constante o diálogo com as organizações não governamentais, seja no Conselho Nacional de Saude (CNS), na Comissão Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais (CNAIDS), no Comitê de Articulação com Movimentos Sociais (CAMS), bem como participando e apoiando a realização de seus eventos.
Concluindo, o Ministério da Saúde reafirma seu compromisso de enfrentamento da epidemia do HIV/aids de maneira correta, ética, respeitando os direitos humanos e contra qualquer forma de preconceito e discriminação. Essa política exercida segundo os princípios do SUS teve e sempre terá a participação efetiva da sociedade civil, parceria imprescindível nesse esforço comum.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Nota sobre reunião SvS - resposta da carta crise nas ONG Aids


Nilo,
Abaixo veja a resposta do DN.
Mara


Gente, segue abaixo nota do DN sobre a reunião com o SVS e repasse de recursos. Está lá no site do DN. Abs, Claudio 

Nota sobre reunião SVS - ONG Aids

Conteúdo extra: Photo Gallery
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, sempre manteve entre suas prioridades incentivar iniciativas de prevenção, vigilância, gestão em parceria com a sociedade civil organizada.
Atendendo à solicitação das ONG Aids, com o objetivo de viabilizar a manutenção de seu importante papel na resposta à epidemia da aids, foi realizada, em 22 de março de 2012, reunião com o Secretário de Vigilância em Saúde, Dr. Jarbas Barbosa, e representantes da Secretaria Executiva do MS, do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, e do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis (DEVIT).

As ONG vêm apontando dificuldades para acessar recursos descentralizados e também aqueles oriundos de editais federais. Vale acentuar que, nos três últimos anos, recursos internacionais têm diminuído significativamente em consequência da crise econômica atual e, também, porque o Brasil passou a ser a sexta economia mundial, o que levou os doadores internacionais a financiar outras regiões.
As dificuldades de acesso aos recursos pelas organizações que atuam no enfrentamento da epidemia da aids  atinge, também, outras organizações comunitárias, pelas restrições estabelecidas na  Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que colocou no mesmo patamar fundações, organizações sociais e organizações da sociedade civil de interesse público. Essa situação limitou a transferência de recursos para as organizações que não se enquadram nas exigências da LDO, que requer o Certificado de Entidades Beneficentes da Assistência Social (CEBAS).
Para buscar a solução do problema, foi acordada a criação de um grupo de trabalho com participação de representantes das organizações não governamentais e do governo, para avaliar objetivamente a situação atual das ONG, propor reavaliação específica para facilitar a atuação dessas organizações e, também, propor recomendações para seu financiamento e sustentabilidade.
Nesse sentido, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais já iniciou a preparação de projeto para mapear todas as ONG brasileiras, o que certamente ajudará no estabelecimento de estratégias conjuntas e atenção a esse segmento.
No que diz respeito à redução do financiamento, ocorrido com a descentralização dos recursos da aids, por meio da política de incentivo. Para esse ponto é consenso a necessidade de se buscar alternativas para utilização dos recursos que se encontram parados nas contas dos estados. A Secretaria de Vigilância em Saúde está discutindo, entre as medidas possíveis, a possibilidade de recentralização e/ou medidas compartilhadas entre os estados e o MS, como mecanismo indutor para a utilização dos recursos naqueles estados que enfrentam dificuldades para transferência de recursos às ONG. Como nem todos os estados têm dificuldade para a transferência de recursos, há necessidade de melhor entender o processo para superar as barreiras para a sua efetiva utilização. Essas possibilidades já estão na pauta de discussão em grupo de trabalho estabelecido com CONASS e CONASEMS.

Como medida imediata, está assegurada a manutenção de lançamento de editais através de fundos do acordo de empréstimo do AIDS/SUS, buscando atender às prioridades do enfrentamento da epidemia e parceria com as OSC.
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais volta a afirmar que mantém constante o diálogo com as organizações não governamentais, seja no Conselho Nacional de Saude (CNS), na Comissão Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais (CNAIDS), no Comitê de Articulação com Movimentos Sociais (CAMS), bem como participando e apoiando a realização de seus eventos.
Concluindo, o Ministério da Saúde reafirma seu compromisso de enfrentamento da epidemia do HIV/aids de maneira correta, ética, respeitando os direitos humanos e contra qualquer forma de preconceito e discriminação. Essa política exercida segundo os princípios do SUS teve e sempre terá a participação efetiva da sociedade civil, parceria imprescindível nesse esforço comum.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Informe CNAIDS 106ª reunião

Prezadas(os),
 
Em relação à 106ª Reunião da Comissão Nacional de Aids realizada ontem, dia 08/02, em Brasília/DF, cumpre informar que tivemos a participação do Sr.Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha e do Diretor da SVS, Dr. Jarbas Barbosa que, em suas falas, destacaram o papel estratégico do Departamento de Aids e Hepatites Virais dentro da estrutura do Ministério da Saúde, a grande importância da articulação com os movimentos sociais e a relevância do espaço da CNAIDS pela diversidade, pluralidade e representatividade de diferentes instâncias, sociais, profissionais e governamentais, no enfrentamento do HIV/Aids.
 
Em ambas as falas foram destacados também os compromissos assumidos pelo Governo Federal no campo da saúde, particularmente em relação ao HIV/Aids, Hepatites, Tuberculose e Hanseníase e as lições aprendidas a partir da experiência da Aids. Cumpre ressaltar também a confirmação do nome do Dr. Dirceu Greco à frente do Departamento de Aids o que nos dá uma tranquilidade quanto à continidade das políticas e práticas adotadas até o momento.
 
Outra participação especial nessa edição da CNAIDS foi a do Presidente da Frente Parlamentar de Hepatites na última gestão legislativa que falou do seu envolvimento pessoal com a causa e do seu comprometimento com a mobilização social.
 
Considerando essas três presenças, as mudanças metogológicas adotadas na condução da reunião e quórum significativo de representantes presentes na ocasião, assim como o nível das discussões e as decisões tomadas pelo coletivo, podemos afirmar que a 106ª edição da CNAIDS atingiu os seus objetivos.
 
Aproveitando a oportunidade, informo que, cumprindo a pactuação firmada por ocaisão do XV ENONG, a partir da próxima reunião passarei a ocupar a vaga de suplência do Movimento de Aids - sudeste, cuja titularidade, a partir de então, ficará por conta da companheira Sueli Camisasca, de Minas Gerais.
 
Atenciosamente,
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose = RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293
Cel: (55.21) 9429-4550
“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia. Se não ousarmos faze-la, teremos sempre ficado à margem de nós mesmos.”     (Fernando Pessoa)