Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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domingo, 6 de agosto de 2017

#PT tirou mascara e #Brasil sob risco by Leandro Ruschel

O PT tirou a máscara e o Brasil ainda corre sérios riscos

Alguns seguidores mandam mensagens perguntando por que eu estou escrevendo apenas sobre a Venezuela ultimamente.

Em primeiro lugar, porque trata-se do maior desastre humanitário da América Latina em muito tempo, talvez só comparável com a tragédia da Revolução Cubana, que gerou sofrimento indescritível não só para o povo cubano, que se viu morando numa ilha-presídio, mas também pela influência que ela teve sobre todo o continente, espalhando o vírus comunista que moldou a nossa história. Em qualquer país da América Latina hoje você consegue identificar as digitais dessa ideologia macabra, responsável pelo nosso atraso. A própria tragédia venezuelana é decorrência direta da influência cubana sobre o país, com a ajuda da esquerda brasileira, conforme confessado pelo próprio Lula, que chegou a afirmar: "...nós colocamos Chávez na presidência...", se referindo à ação do Foro de São Paulo, grupo de esquerda que foi criado por ele e por Fidel Castro.

Em segundo lugar, porque o PT e a maioria esmagadora da esquerda brasileira reiterou o apoio irrestrito ao ditador Maduro mesmo depois da opressão demonstrada nos últimos meses e da completa destruição do que restava da democracia representativa no país. Centenas de opositores mortes, a maioria estudantes, mais de 600 presos políticos, torturas, na prática fechamento de um Congresso eleito, Suprema Corte controlada pelo partido, milícias ligadas ao partido atacando opositores, fim da imprensa livre, sem contar a fome, a violência, a falta de tudo, o fato de mais de 50% da população estar abaixo do nível da pobreza, culminando com a eleição fraudulenta de uma Assembléia Constituinte que contou apenas com candidatos governistas e tem como objetivo a consolidação de uma ditadura comunista.

Ou seja, esse é o momento da confirmação de tudo que eu venho denunciando nos últimos anos. O PT, PCdoB, PSOL, entre outros partidos, tem como claro objetivo a criação de uma ditadura comunista no Brasil. O aparente recuo do PT, com a Carta ao Povo Brasileiro e o banho de loja do "Lulinha paz e amor" fizeram parte de uma estratégia de infiltração e tomada do poder, com o objetivo de destruir a democracia representativa por dentro.

A aproximação com o grande empresariado criminoso, formado principalmente por empreiteiras, mas não só elas, foi outra frente aberta. Utilizaram essas empresas, financiadas pelo BNDES, e beneficiadas por MP's, além da Petrobrás e outras estatais, fundos de pensão e qualquer outro órgão que orbita a esfera estatal para roubar como nunca, não só com o objetivo de enriquecimento pessoal, mas para financiar esse projeto de poder continental. O uso de recursos do BNDES através das construtoras para financiar obras nesses países e desviar recursos para os seus regimes podres demonstra esse objetivo.

Agora, com tudo que veio a tona, O APOIO AO REGIME CHAVISTA É A PROVA CABAL DO PROJETO TOTALITÁRIO DO PT E DOS SEUS APARELHOS, risco que não foi afastado com o Impeachment de Dilma Rousseff.

No momento, apesar da sua condenação, Lula continua candidato, com o apoio de milhões de idiotas ou canalhas brasileiros. Há o risco considerável dele, ou de um outro representante da esquerda totalitária ganhar as próximas eleições, colocando o Brasil na rota do desastre venezuelano. Ou melhor, devolvendo o país ao caminho que já estava sendo seguido.

Alguns podem usar como argumento o fato do PT não ter transformado o Brasil numa ditadura durante o seu tempo na presidência. Tal cenário não foi desenrolado pela falta de vontade do partido, mas sim pela sua incapacidade de produzir a tomada completa do poder num país grande e complexo como o Brasil. Ou alguém se esqueceu da tentativa de Lula de aprovar uma emenda para um terceiro mandato, ou do "Programa Nacional de Direitos Humanos", ou do decreto dos "Conselhos Populares", entre outras iniciativas chavistas?

Talvez o que definiu a falha deles em dar o golpe foi a postura das Forças Armadas, já que Dilma, no auge da crise, chegou a tentar instituir um estado de exceção, conforme relato do próprio General Villas-Boas.

O PT junto com os seus aparelhos não conseguiu implementar o seu projeto totalitário, mas depois dessas declarações sobre a Venezuela, alguém tem dúvidas sobre qual será a postura caso consigam voltar ao poder? Isso se algum dia saíram do poder de fato, pois continuam a ter praticamente o monopólio do controle sobre os sindicatos, uma bancada significativa na Câmara e no Senado, uma infiltração profunda na imprensa, na Igreja, na própria Justiça e no meio artístico, além de dominar as escolas e as universidades.

Ou seja, o Brasil ainda corre um risco tremendo e vejo poucas pessoas conscientes da potencial tragédia.

Leandro Ruschel

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

SAIU NA IMPRENSA 20/FEV./2015 BY ANA DA GLORIA



SAIU NA IMPRENSA
20/FEV./2015

Nova vacina contra HPV é mais eficiente na prevenção do câncer
Veja Online

Cientistas desenvolveram uma vacina que protege contra nove subtipos do vírus HPV (papilomavírus humano), sete dos quais causam a maioria dos casos de câncer do colo do útero. Em comparação com as vacinas disponíveis atualmente, que imunizam o organismo somente contra dois subtipos oncogênicos, a nova opção oferece significativamente mais proteção. A descoberta foi publicada na quarta-feira no periódico New England Journal of Medicine.

Atualmente existem duas opções de vacinas contra HPV: a bivalente e a quadrivalente. A primeira protege contra dois subtipos de vírus presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero. Já a segunda imuniza o organismo contra quatro subtipos de HPV: os dois da vacina bivalente e mais dois presentes em 90% dos casos de verrugas genitais.

Pesquisadores da Universidade Queen Mary, de Londres, compararam a eficácia e a segurança da nova vacina com a versão quadrivalente em mais de 14 200 mulheres, de 16 e 26 anos. Os resultados indicaram que, se as populações não infectadas forem vacinadas com a nova versão, cerca de 90% de todos os tumores do colo do útero poderão ser evitados.

“A nova vacina tem o potencial de aumentar a prevenção de câncer do colo do útero de 70% para 90%, quase eliminando este câncer nas mulheres vacinadas. É crucial, no entanto, lembrar que a vacinação deve ser feita antes da exposição ao vírus”, afirmou o coautor do estudo, Jack Cuzick, professor da Universidade Queen Mary.

O HPV é, hoje, o vírus sexualmente transmissível mais comum. Muitas pessoas infectadas nem sabem que o contraíram, já que muitas vezes ele é eliminado espontaneamente pelo organismo sem causar problemas de saúde. Porém, algumas variações apresentam alto risco de desenvolver câncer do colo do útero e, em menor incidência, tumor vulvar, vaginal, peniano, anal e de garganta.

Brasil

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, o câncer de colo do útero é o terceiro tumor mais frequente na população feminina, atrás apenas do câncer de mama e do colorretal, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no país.

Em 2014, o Sistema Único de Saúde (SUS) lançou uma campanha nacional para imunizar meninas de 11 a 13 anos contra o HPV. A vacina aplicada é a quadrivalente, recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Prevenção em aids no Brasil: depois do terror, a trapaça

Mário Scheffer*

A recente criação de perfis falsos em aplicativos de encontros sexuais, em campanha de prevenção à aids patrocinada pelo Ministério da Saúde, deve ser motivo de reflexão.
 Não se sabe se foram muitos os usuários de smartphones “caçados” pelo perfil mentiroso que se identificava como alguém em busca de sexo sem proteção para, em seguida, revelar que o “caçador” era o Ministério da Saúde advertindo que “é difícil saber quem tem HIV” e convocando para a prevenção.

A suposta inovação, de promover o preservativo em plataforma de paquera digital dedicada aos mais jovens, é na verdade uma iniciativa antiquada, ao valer-se de tática sub-reptícia, de buscar, de maneira desleal e obtida por embuste, a adesão do jovem à camisinha. Certamente, mais irritou do que convenceu.

A curta duração e a baixa cobertura das campanhas de prevenção em aids do Ministério da Saúde reduzem os danos potenciais (no mínimo, há desperdício de recursos públicos) que peças equivocadas como essa podem provocar, mas não escondem a política errática de comunicação em saúde da atual gestão do programa nacional de aids.

Não foi uma boa ideia usar a trapaça na prevenção. Soou como uma versão “moderninha” do terror levado a campanhas de vinte anos atrás, sob o governo Collor, quando o Ministério da Saúde igualou a aids à morte, o que afastou os sujeitos do cuidado e levou à discriminação ainda maior das pessoas que viviam com HIV. A emboscada dos perfis falsos nada mais é do que a volta, com outra roupagem, do terror na prevenção.

A reemergência da epidemia da aids no Brasil (Grangeiro, Castanheira, Nemes) e a vergonhosa omissão, anos a fio, dos programas governamentais em relação à concentração da infecção pelo HIV entre jovens gays e outras populações requerem medidas sérias, abrangentes, sustentadas e baseadas nas mais atuais evidências científicas.

Pesquisadores, gente da academia e da sociedade civil, defendem a convocação pelo Ministério da Saúde de grupo de especialistas para a elaboração de um Consenso Nacional de Prevenção em HIV e Aids.

Um consenso com diretrizes que assumam a prevenção adaptada a diferentes pessoas e a diferentes populações, que assumam a prevenção combinada, conjugando o uso facilitado de preservativo e gel lubrificante, com o tratamento universal, a profilaxia pré e pós exposição ao HIV, a ampliação da oferta do teste rápido para os mais vulneráveis, mas também campanhas e ações baseadas em estudos comportamentais e em modelos já validados pela comunidade científica.

Um consenso guiado pela franca noção de que fracassou a prevenção baseada apenas no mantra “use camisinha” em todas as relações sexuais durante a vida toda, assim como fracassará o comando único “faça o teste, inicie o tratamento”.

O que se espera são diretrizes fundadas na garantia da livre escolha sobre as opções disponíveis de prevenção, que permita que as pessoas conheçam aquilo a que têm direito, tomem suas próprias decisões e, depois, tenham acesso assegurado a todas as oportunidades de proteção.

Um consenso de prevenção em aids seria uma importante ferramenta de gestão do Ministério da Saúde e, se descentralizado, poderia contribuir com a redução do número de infecções e mortes hoje em patamares inaceitáveis.

Surdo a críticas e sugestões, o programa nacional de aids tem preferido iniciativas pontuais improvisadas, que visam provocar polêmica ou lançar cortina de fumaça diante da ausência de uma política clara de saúde coletiva, construída, como no passado, em conjunto _ por técnicos, cientistas, gestores e ativistas.

A constatação de pesquisa divulgada em 2015 pelo Ministério da Saúde, que pelo menos 45% da população sexualmente ativa do país não usou preservativo nas relações sexuais casuais nos últimos 12 meses, deveria mobilizar esforços extraordinários para atualização da política nacional que inclua de forma articulada todas as tecnologias e novos conhecimentos sobre prevenção. Dar “puxão de orelha”, por meio de perfis falsos em aplicativos, em pessoas que não se importam em fazer sexo sem camisinha, é passar longe da realidade da epidemia no país.

Até mesmo na propaganda comercial, o truque conhecido como “publicidade de choque” gera controvérsias éticas. Na saúde, as publicidades de choque e baseadas na desconfiança ou ameaça, como a dos perfis falsos, são um desastre. Os mesmos terrorismo e medo (e sua versão atual, a trapaça) das campanhas antigas de aids já foram usados para condenar o consumo de drogas, o que também afastava o usuário e o dependente químico das mensagens.

No Brasil, a comunicação em aids tem histórico de diálogo difícil com a publicidade e o marketing. Agências de publicidade mercadológica são licitadas para divulgar a agenda positiva do Ministério da Saúde, promover o ministro de plantão, turbinar programas e realizações, mas nada entendem de promoção da saúde.

A situação piorou desde a centralização e censura prévia das campanhas de aids no gabinete do Ministro da Saúde, após acerto com setores conservadores, e foi agravada com o desmonte de corpo técnico qualificado em comunicação e prevenção que atuava junto ao programa de aids.

O debate pouco tem a ver com o falso dilema do direito individual versus direito da coletividade, como fez divulgar o programa nacional de aids, ao defender o uso dos perfis falsos em aplicativos.

Trabalhos científicos já demonstraram que ações prescritivas e pouco transparentes de comunicação em saúde, por serem inócuas, devem dar lugar a programas que valorizam as culturas, as escolhas pessoais, as relações sociais e a participação ativa daqueles diretamente afetados pelos problemas de saúde.

Mensagens de prevenção tendem a ser mais efetivas não quando enganam e constrangem em prol do coletivo, mas quando chegam perto das pessoas e utilizam mensagens baseadas na confiança mútua.

Na França, o Instituto Nacional de Prevenção e Educação para a Saúde – INPES, elaborou diretrizes baseadas no fato de que comunicar sobre saúde é comunicar sobre um forte valor no plano social e, por isso, governos não podem ser intrusivos, normativos, não podem ir contra as liberdades individuais, nem devem impor visão de mundo ou modo de vida. Dentre os princípios éticos das campanhas de prevenção, o INPES destaca que é preciso respeitar as escolhas de cada um, não estigmatizar comportamentos individuais de risco, não marginalizar, não culpabilizar, não impor uma norma social caracterizando bom e mal comportamento.

Além disso, uma campanha de saúde não deve informar ou alertar sobre riscos sem propor todas as soluções possíveis. Deve, sim, incitar a reflexão do destinatário da mensagem, que lhe seja própria e respeite sua autonomia, suas crenças e sua responsabilidade. Deve levar em conta as desigualdades de acesso à informação e a diversidade de códigos culturais. E precisa, por óbvio, sustentar e acompanhar a possível decisão de mudança, dar meios de o sujeito agir e de colocar os conselhos em prática.

Uma campanha de prevenção em aids dificilmente se sustenta com um “estalo genial” de publicitário, assessoria de imprensa e lançamento em escola de samba. É trabalho árduo de promoção, planejamento e avaliação em saúde. Segundo o Centro para Programas de Comunicação da Johns Hopkins um projeto de comunicação em saúde deve seguir seis passos: 1) investigação e análise, 2) desenho estratégico, 3) desenvolvimento, produção e revisão de instrumentos e métodos de comunicação, 4) gestão, implementação e monitoramento, 5) avaliação de impacto, 6) planejamento para a continuidade.

Nada disso é feito nas campanhas relâmpago e sazonais de aids do Ministério da Saúde.

A Unidade de Promoção da Saúde da Universidade de Toronto, Canadá, demonstrou que as estratégias de comunicação em saúde avaliadas como mais eficazes trazem uma combinação simultânea de campanhas de mídia, comunicação interpessoal e envolvimento das comunidades e lideranças.

Modelos de comunicação em saúde foram experimentados com sucesso em países das América Latina. Por exemplo, o modelo de “difusão de inovações”, que utiliza agentes sociais como geradores de mudanças, foca na influência interpessoal nas decisões individuais e na criação de redes de comunicação; ou o modelo de “comunicação para a mudança social” , que prevê o diálogo e a participação da comunidade em todos os processos da comunicação em saúde. (Mosquera)

É relativo e limitado o sucesso de campanhas e técnicas de comunicação focadas na persuasão para a mudança de comportamentos (Petty et al). Algumas campanhas de saúde servem para mudar conhecimentos, para sensibilizar, mas nem sempre são suficientes para mudar comportamentos conducentes à prevenção em saúde.
 Num estudo clássico de prevenção do tabagismo (Peterson et al), a probabilidade de fumar aos 17 anos não foi menor entre aqueles submetidos a 65 peças de sensibilização entre 8 e 17 anos, se comparados com aqueles que não passaram pelas mesmas mensagens.

Outro estudo (Albarracin et al) analisou mais de 350 campanhas de prevenção em aids em oito anos. Concluiu que as campanhas são eficazes para mudar o conhecimento mas não são suficientes para mudar imediatamente o comportamento.

A comunicação em aids, enquanto instrumento de prevenção, precisa, portanto, beber em outras fontes.

Isso vem sendo dito há muito tempo por autores como Vera Paiva, alertando que a memorização e a compreensão de argumentos de uma campanha não determinam a intenção de se comportar, e que é preciso incorporar na prevenção os conhecimentos dos campos da análise cultural e da pesquisa psicossocial; e por José Ricardo Ayres, apontando que os comportamentos associados à maior vulnerabilidade não são decorrência imediata da vontade pessoal. A meta das ações de comunicação em saúde, que é tocar indivíduos e comunidades, não pode menosprezar o poder dos grupos sociais e as condições nas quais os comportamentos acontecem. E dificilmente, lembra Ayres, alguém irá assumir comportamentos protetores e solidários sem que se torne primeiro sujeito de sua própria saúde.

Campanhas e ações de prevenção dirigidas aos mais vulneráveis devem incluí-los em todo o processo de comunicação e são especialmente sensíveis: jamais podem estigmatizar e discriminar. Focalizar sem discriminar, eis um grande desafio da comunicação contra a aids. É abdicar da equidade em saúde deixar de executar uma política de prevenção adequada à nossa epidemia concentrada. É violação de direitos deixar de envolver determinadas populações e grupos, informando primeiro que eles são mais atingidos pela aids, e construindo, com eles, alternativas e possibilidades.

Parece que o programa nacional de aids voltou às trevas no entendimento de que a comunicação é apenas a ação de transmitir informações e ideias de um polo emissor para um polo receptor. Nessa perspectiva, bastaria se preocupar com a utilização da linguagem (gírias da juventude, #partiuteste, por exemplo) e dos veículos (aplicativos de encontros, redes sociais etc ), que o sucesso é garantido.

Desconsideram-se as desigualdades, as vulnerabilidades pessoais e sociais, as diferentes realidades, desejos e interesses e, por isso, tendem a simplificar e transformar quaisquer discordância, resistência ou dificuldade em falta de informação ou em ruído de comunicação (Araújo e Cardoso).

A comunicação ocupa um lugar central nas nossas vidas. Vivemos em plena “sociedade da comunicação” (Miège), na “era da informação” (Castells ). Por isso, a comunicação é um dos principais ingredientes da organização social.

Entendida em um sentido amplo como “interação social através de mensagens”(Gerbner), a comunicação deve compor a natureza democrática da nossa sociedade, em que os processos de decisão possam ser baseados na troca comunicativa entre os participantes.

Enfim, a comunicação não pode ser moralista, covarde ou autoritária, mas sim deve permitir que as pessoas participem democraticamente das decisões que afetam a saúde e as suas vidas.

Mário Scheffer é professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP

50 Tons de machismo
Portal Tagit

Como se já não bastassem os altos índices de violência contra a mulher, muitas vezes oriundos de um pensamento machista, que vê o ser feminino como submisso e sexualmente reprimido, lá vem o cinema mainstream tentando legitimar ainda mais esse pensamento. No filme 50 Tons de Cinza, baseado no best-seller de E.L. James, uma virgem romântica é submetida a práticas sexuais de bondage, sadismo e masoquismo (BDSM), sobre as quais ela não tem o menor conhecimento, mas se deixa levar por causa do “amor” que sente por esse homem visto como sexualmente “doente”. O pior é perceber que as mulheres são as que mais estão comprando ingressos para ver esse erotismo besta, cheio de clichês que não excitam ninguém e só servem para enaltecer velhos pensamentos preconceituosos e ainda bastante difundidos em muitas culturas, infelizmente, e principalmente pela própria mulher.

Pesquisa da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), 77% das mulheres que relatam viver em situação de violência sofrem agressões semanais ou diárias. O número é resultante de um balanço dos atendimentos feitos em 2014 pela Central de Atendimento à Mulher (ligue 180). Foram mais de 500 mil registros de violência! E bem se sabe que a maioria desses casos, 94%, o agressor é o companheiro da vítima, ex ou familiar próximo. E não é somente a mulher que sofre; os filhos também, pois em 64,50% dos casos, eles presenciam a violência, ou mesmo, em 17,73% das ocorrências, as crianças também chegam a sofrer agressões.

Aproveitando a discussão sobre o filme, que tem rendido reações obviamente acalorados de entidades feministas e até religiosas, o Instituto Abelardo da Hora resolveu fazer campanha contra a violência contra a mulher, fazendo uso de esculturas em concreto feitas pelo mestre expressionista pernambucano morto no ano passado, para construir anúncios com textos bem diretos sobre o preconceito difundido nesse tipo de obra. A campanha, que está sendo veiculada na fanpage do instituto (https://www.facebook.com/InstitutoAbelardoDaHora), traz um texto bem direto: “Não importa o tom de uma certa cor, mas as consequências de certos atos”. A equipe da campanha também está monitorando as redes sociais com a hashtag #50TonsdeCinza. E no próximo mês, tradicionalmente dedicado às mulheres, haverá um leilão de uma obra de arte de Abelardo da Hora, com renda revertida para causas relacionadas à mulher.

Bom exemplo

Um adolescente infrator internado no Degase obteve autorização da Justiça para fazer um curso presencial de Direito em faculdade particular. Todas as manhãs, ele vai às aulas e, depois, retoma a um centro de socioeducação em Volta Redonda.

Neguinho da Beija Flor enaltece a contravenção

“Se não fosse a contravenção meter a mão no bolso, organizar, ainda estaria naquele negócio de armar e desarmar, arquibancada caindo, desfile terminando às 14h. Cada escola desfilando 2 ou 3 horas, a hora que quer. Se temos hoje o maior espetáculo do planeta, agradeça à contravenção”, afirmou ele em entrevista à Radio Gaúcha.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

#Filme Hoje eu quero voltar sozinho

​ Militantes LGBT comemoram escolha de 'Hoje eu quero voltar sozinho' como representante no Oscar Além do filme de Daniel Ribeiro, pelo menos outros dois filmes com a temática integravam a seleção do Ministério da Cultura por Fabiano Ristow 18/09/2014 16:28 / Atualizado 18/09/2014 22:24 Cena de 'Hoje eu quero voltar sozinho', de Daniel Ribeiro - Divulgação   RIO — Militantes do movimento LGBT comemoraram, nesta quinta-feira, a escolha do filme "Hoje eu quero voltar sozinho" para representar o Brasil no Oscar. Segundo especialistas, o longa de Daniel Ribeiro, sobre a descoberta sexual de um menino cego e seu envolvimento com um colega de escola, representa uma vitória não só do movimento, mas da sociedade em geral. Além disso, viram como positiva a presença de "Praia do Futuro", de Karim Aïmouz, e "Tatuagem", de Hilton Lacerda — ambos com temática LGBT —, na seleção de candidatos nacionais à disputa pela estatueta de filme estrangeiro. A última vez em que o país tentou uma vaga na premiação com uma produção sobre o assunto foi em 1985, com "O beijo da Mulher Aranha". Veja Também O caminho promissor de ‘hoje eu quero voltar sozinho’ Brasileiro ‘Hoje eu quero voltar sozinho’ ganha dois prêmios no Festival do Berlim Coordenador da Coordenadoria Especial de Diversidade Sexual do Rio de Janeiro (Ceds), Carlos Tufvesson lembra que muita gente não compreende totalmente a natureza do relacionamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Para ele, "Hoje eu quero voltar sozinho" cumpre justamente a função de mostrar que não existe diferença entre os sentimentos dos gays e dos heterossexuais. — O que há no filme é uma linda cumplicidade, que gera amor. Não importa se é gay ou não. Essa mensagem não é importante só para os direitos civis dos LGBT, mas para os de todos os cidadãos — disse Tufvesson, que havia acabado de participar de uma reunião e comemorou ao ser informado pelo GLOBO sobre a escolha de "Hoje...". Tufvesson acredita ainda que o filme não enfrentará resistência em futuras projeções, já que, segundo ele, a trama é desenvolvida de forma natural. Em maio, "Praia do Futuro", de Karim Aïnouz, tornou-se o centro de uma polêmica quando um cinema de Aracaju foi acusado de carimbar nos ingressos do filme um alerta sobre cenas de sexo entre os personagens de Wagner Moura e Clemens Schick. — Você viu alguém carimbando os ingressos de "Hoje eu quero voltar sozinho"? Nesse caso, trata-se de uma bela história de solidariedade. Poderia ser entre um menino e uma menina, não faz diferença. O amor não ofende — disse Tufvesson, citando o romance entre os personagens de Mateus Solano e Thiago Fragoso na novela "Amor à vida" como um caso parecido de aceitação. — Quem pediu aquele beijo não foi só público gay. Os héteros também queriam. Alexander Mello, curador do Rio Festival Gay de Cinema, diz que a quantidade de filmes com temática LGBT na seleção do Ministério da Cultura indica a relevância da questão para a sociedade. — O Oscar costuma escolher filmes que têm capacidade de agradar o grande público e que trazem informações importantes. "Hoje eu quero voltar sozinho" é, sem dúvida, o filme brasileiro atual que mais cumpre esse papel no cinema e tem grande chance de ser indicado. A escolha é perfeita, tanto pela questão LGBT que ainda é latente na política e na sociedade mundial, quanto pelo discurso rico e inovador do filme. André Fischer, fundador do portal MixBrasil, faz uma diferenciação entre o movimento LGBT — essencial para as lutas políticas, mas pouco associado à cultura, diz — e a causa gay. Para ele, a escolha de "Hoje..." é extremamente significativa para o segundo caso, especialmente num ano em que a produção cinematográfica brasileira apostou nessa temática. — É um tapa na cara dos conservadores. Temos uma grande produção cultural nessa área. O Daniel (Ribeiro), em particular, tem uma filmografia engajada com a causa — diz Fischer. — E essa escolha não deixa de ser política. É a opção por um Brasil mais moderno. Um dos méritos do filme é o de não mostrar a sexualidade do personagem como um dilema. É o retrato de um país bem resolvido.

terça-feira, 11 de março de 2014

#ProjetoPurpurina do GPH, entervista a revista #ATRevista




Olá, Dra. Edith, tudo bem?
Conforme conversamos por e-mail, seguem as perguntas sobre o encontro do próximo dia 9, o debate sobre preconceito dentro da comunidade LGBT:
- Faça um breve histórico do Grupo Purpurina
- O que motivou vocês a debaterem sobre o preconceito dentro da comunidade LGBT?
- Em que situações e entre quais grupos vocês percebem que há este problema?
- Neste âmbito, pode citar atitudes que trazem caráter preconceituoso, mesmo que velado?
- O que vocês sugerem como forma de minimizar ou até zerar situações de preconceito?
- Como a pessoa interessada pode se inteirar do projeto e participar dos debates?
- Nome e função do entrevista.
Obrigada!
Mariela Gonçalves
Produtora e Repórter AT Revista
Jornal A Tribuna, de Santos
13 2102 7034  13 9729 8000 
mariela.red@atribuna.com.br
www.atribuna.com.br


Queridos/as
Eu sugeri à jornalista que, como a entrevista é sobre o Projeto Purpurina do GPH, que uma/um das/dos coordenadoras/es respondessem à entrevista.
Poderia ser a Malu? Raras vezes é uma garota que é entrevistada... Mas tudo bem se for um dos coordenadores homens. Não vamos perder essa, ok?
É para a revista AT, do Jornal Tribuna de Santos.
Já adianto que o GPH trabalha com jovens LGBTs, desde seu início em 1997. No entanto, há 8 anos, eu percebi que os jovens precisavam de um projeto direcionado a eles e começou o Purps, no mês de Julho de 2005.
O nome Purpurina vem da Rua Purpurina, na Vila Madalena, São Paulo, onde se deu o primeiro encontro. Já passamos por 3 locais diferentes depois desse e hoje estamos na Major Sertório. O Grupo Pela Vida nos cede o local duas vezes por mês, aos domingos.
Trabalhamos com base no protagonismo juvenil e, que eu saiba, é o primeiro e único projeto para jovens LGBTs nesses moldes do Brasil.
Sobre a filosofia, vocês sabem (identificação e acolhimento, não julgar negativamente, etc.)
Beijos,
Edith


Encaminho anexa página da “Mundo LGBT” com entrevista com uma das nossas coordenadoras jovens, do Projeto Purpurina, copiada abaixo.
Um abraço,
Edith Modesto
FIQUE POR DENTRO
PROJETO PURPURINA
Surgidoem2005 na Capital, o Projeto
Purpurina foi criado pela psicanalista
e semioticista Edith Modesto,como
intuito de contribuir, por meiode
encontros mensais, para a autoestima e
para capacitar e transformar o jovem
LGBTemumformador de opinião.
No próximo domingo,o tema será o
preconceito dentro dacomunidade
LGBT.Oevento acontece às 15 horas,
na sede do movimento,RuaMajor
Sertório, 292, Vila Buarque,São Paulo.
Maria Almeida,uma das coordenadoras
do projeto, fala sobre o assunto.
Como vocês definem o preconceito
dentro da comunidade LGBT?
Devido à dificuldade de aceitação dentro
dasociedade e principalmente das
famílias, as pessoasLGBTssentem
necessidade de se moldar e se enquadrar
dentro da normatividade para serem
aceitas. Por conta disso, surge o
preconceito com elas mesmas
e dentro da própriacomunidade LGBT,
dificultandoa autoaceitação.
Em que situações e entre quais grupos
vocês percebem que há este problema?
Muitas vezes presencio, principalmente
em grupos de homens gays, o
pensamento de que “pode ser gay,
mas não precisa ser afeminado”,
como se isso fosse inaceitável dentro
da comunidade LGBT. Outro
exemplo de preconceito grave está
na invisibilidade dos grupos de
pessoas transexuais, travestis e
transgêneras que, muitas vezes, são
desrespeitadas pela sua identidade de
gênero dentro da própria comunidade.
O que vocês sugerem como
forma de minimizar ou até zerar
estes exemplos?
Acredito que, ao combater o preconceito
dentro da comunidade, estamos
fortalecendo as resistências para
lutar contra os preconceitos fora dela.
É o pensamento de que estamos no
mesmo lugar, temos que lutar por um
e pelo outro, porque, no fim, fazemos
parte de uma comunidade que foi
oprimida por séculos e por gerações.
Afinal, como você luta para que as
pessoas te aceitem pelo que é, se
não dá a chance de outra pessoa
mostrar como ela realmente é?
E, além do mais, ao quebrar esses
preconceitos, estamos também
quebrando-os dentro de nós e nos
aceitando cada vez mais e melhor.

sexta-feira, 3 de maio de 2013


#Transporte #Público no Brasil:
O que é preciso #mudar? @voteNAweb:

O direito de ir e vir está na Constituição e pertence a todo cidadão. Conheça alguns dos Projetos de Lei, em tramite no Congresso Nacional, que buscam trazer mudanças para os transportes públicos que conhecemos hoje.
Ir para o site.


PLC 5122/2013
Obrigará o metrô a funcionar 24h por dia nos fins de semana e os ônibus a funcionarem todos os dias, 24h, nas cidades com mais de 300 mil habitantes.
Clique aqui para votar

PLC 1452/2011
Concederá desconto de 50% no valor da passagem de transporte coletivo interestadual aos professores carentes, desde que seja para o exercício de sua profissão. 
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PLC 2702/2011
Obrigará as empresas de transporte público a oferecerem assentos reservados para pessoas obesas, assim como já é oferecido à gestantes, idosos e pessoas com crianças de colo.
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PLC 1223/2011
Obrigará que os veículos de transporte público coletivo com mais de 10 lugares tenham pelo menos duas câmeras de vídeo, com o objetivo de controlar a prática de crimes.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids do Ministério da Saúde


Prezado(a)s
 
Abaixo, o informe que acabei de receber sobre a Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids do Ministério da Saúde, onde serão divulgados os dados epidemiológicos da Aids no Brasil.
 
Atenção, a coletiva é amanhã de manhã!  Mais uma vez a sociedade civil é leva uma volta do Ministério da Saúde!
 
Alguém sabe informar se alguém da sociedade civil foi convidado para esta coletiva de imprensa?  CNAIDS e CAMS?
 
Abraços!

Willian Amaral

Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids


Coletiva de Imprensa Dia Mundial de Luta Contra Aids


DATA:                   20 de novembro de 2012
HORÁRIO:          10h30
LOCAL:           Auditório Emílio Ribas
END.:              Ministério da Saúde – Esplanada dos Ministérios Ed. Sede - Térreo
TRAJE:            Passeio Completo

Obs: A Coletiva será transmitida em tempo real pela internet pelo endereço: http://www.aids.gov.br/mediacenter

² Composição da Mesa
1.     Ministro de Estado da Saúde e Presidente do CNS – Alexandre Padilha
2.     Secretário de Vigilância em Saúde – Jarbas Barbosa
3.     Representante da UNAIDS no Brasil – Pedro Chequer
4.       Diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais- Dirceu Bartolomeu Greco
5.     Representante de Movimento Social

² Apresentação dos Dados Globais da Aids
Representante da UNAIDS no Brasil – Pedro Chequer

² Apresentação da Mobilização e da Campanha do Dia Mundial de Luta Contra Aids
     Diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais- Dirceu Bartolomeu Greco

² Apresentação do Vídeo da Campanha de 2012 (30’’)

² Apresentação dos Dados Epidemiológicos de HIV/Aids no Brasil
    Secretário de Vigilância em Saúde – Jarbas Barbosa

² Pronunciamento
     Ministro de Estado da Saúde – Alexandre Padilha

² Atendimento à imprensa

² Encerramento

CONTATOS:
·          EUNICE DE LIMA – Assessora Chefe do Núcleo de Eventos e Cerimonial: (61) 9221-7949
·          CAROLINA GONTIJO – Núcleo de Eventos e Cerimonial SVS: (61) 9236-7760
·          LUCIANA TORRES – Núcleo de Eventos e Cerimonial SVS: (61) 8182-4883



Pessoal,
E a Sociedade Civil fará o quê?
Quais pontos abordaremos junto à imprensa para dar visibilidade à nossa agenda política?
Teremos um manifesto unificado no dia 1º?
No Pará, o Fórum fará um Ato Público, na manhã do sábado dia 1º.

Vamos conversando...

Kiko

quem esta nos representando pois ate agora nao vi e ainda a nete ta ruim muito ruim,


Simoni Bitencourt
GAPP-HIV/AIDS
Casa de passagem-Ponta Porã-MS
Quem está representando a sociedade civil?

Foi alinhado algumas estratégias sobre a ações para o dia 01 em relação a essa coletiva?

Precisamos saber sobre essa questão.Principalmente em relação as ações que iremos fazer em nossas bases voltadas para P doa 01,explanar isso lá dentro,dando visibilidade ao movimento social seria importante.

Att.Diego Callisto via IPhone 

Simoni,
Esta é uma ação do governo e não acho que deveríamos estar lá posando de papagaio de pirata.
Nós temos é criar ações nossas. Por isso perguntei se o MOVAIDS fará algum ato nacionalmente.
Vamos conversando...

Kiko

Diegão e Simoni... isso foi proposto há muuuito tempo, no início de novembro. Mas o email do PT, por exemplo, fez mais sucesso.
Att.
Beto Volpe


Desculpe, Kiko.. deveríamos sim, pra fazer uma bela manifestação, ainda que de poucas pessoas. Toda a imprensa tava lá, deu pra perceber.
Att.
Beto Volpe

concordo com vc sim mais na programação tinha sociedade civil por este fato pergunto


Simoni Bitencourt
GAPP-HIV/AIDS
Casa de passagem-Ponta Porã-MS
O nosso companheiro RENATO DA MATTA estava la, por acaso,  e fez o papel que todos esperavam. Rebateu todas as falas e colocou em xeque a postura do Governo quanto ao Programa de Aids. Vamos aguardar os informes para podermos nos posicionar.

Josimar Pereira da Costa


Ok, Beto.
Mas..me pergunto porque não fazermos uma ação nossa?
Não temos camacidade de mobilizar a imprensa para expor nossa perspectiva sobre a epidemia?
Precisamos sempre ser coadjuvantes das agendas governamentais e suas pirotecnias?
Vamos conversando...

Kiko


Josimar,
Eu não assisti a entrevista, mas parabéns ao Renato.
Mas podemos acompanhar as matérias na imprensa e verificar se alguma delas descreverá a fala do ativista. Duvido.
Por isso precisamos provocar um fato nosso. Assim nossa fala será publicada.
Vamos conversando...
Kiko
Mas nós vamos fazer. De forma um tanto desarticulada, mas vamos. Em SP, por exemplo, Fórum de ONGs, RNP+, MNCP e RNAJVHA farão ato conjunto (viva!) em frente à secretaria de  estado da saúde. E a idéia da cruz que não sai de minha cabeça, rsrs....
Com relação à capacidade de mobilizar a imprensa, vamos lembrar que não somos mídia há muito tempo, só nesses factóides. Aí entra um de meus inspiradores Torquato Neto, mentor do tropicalismo e sua máxima: o primeiro passo é ocupar o espaço.
Era só ter tido um mínimo de boa vontade e poderíamos ter envergado nosso traje passeio e feito uma senhora intervenção, com faixas, nariz de palhaço e tudo o mais que convém a um movimento social comprometido.
Mãããããsss, como diria Golias, somos parceiros, né?
Beto Volpe

Vai ser às dez horas do dia 30, pelo fato do dia mundial cair num sábado e no dia primeiro serão as ações locais. A RNP+SP está sugerindo a realização de candlelights, uma vez que a origem desse ato foi dar visibilidade à epidemia. Hoje, como antes e sempre....
Beto Volpe

Companheir@s o Pará está torcendo que realmente nós possamos realizar um ato politico ao mesmo tempo em vários Estados.No Pará vamos distribuir documento aberto para a população,vamos está vestidos de preto,usaremos apitos e nariz de palhaço,não vamos fazer uma ação de prevenção e sim de amadurecimento politico com a presença da mídia.

Cledson Sampaio


Companheir@s: Boa tarde!

salvo melhor juízo, de todos os e-mails que recebi até este momento sobre o assunto acima, não vi outro nome citado que estaria no evento que não fosse o Renato da Matta e, mesmo assim,  por acaso estava lá (obrigado Renato, compartilhe suas impressões, por favor).

Pergunta que não quer calar: quem estava representando a Sociedade Civil “Organizada?!” nesta coletiva?

Abs. Regina Bueno.