Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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Ativismo Contra Aids/TB

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

ABIA destaca pontos positivos e negativos na Campanha do Carnaval 2015

ABIA destaca pontos positivos e negativos na Campanha do Carnaval 2015



A ABIA vem a público se manifestar sobre as Campanhas de Carnaval de 2015, divulgadas pelo Ministério da Saúde, no âmbito federal, e pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. Entendemos que a abordagem adotada pelo governo federal – que exibe um casal gay num ambiente casual, demonstrando coerência com os últimos dados epidemiológicos – é interessante, sobretudo, por estar acompanhada de peças esclarecedoras sobre novas formas de prevenção. (....)
Na contramão da campanha do Ministério da Saúde, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro – que também lançou recentemente a campanha de carnaval local – afirma que a “Aids não tem cura”. Abordagens deste tipo, que visam incentivar a prevenção por meio do terror, não são efetivas e geralmente afastam ainda mais os jovens. Para nós, da ABIA, uma campanha que adota essa perspectiva está fadada ao fracasso e configura-se num grande retrocesso ...
Leitura completa em http://abiaids.org.br/?p=27346

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

[fonaids] ABIA divulga nota sobre a polêmica do barebacking

   FYI ABIA divulga nota sobre a polêmica do barebacking A ABIA vem se manifestar sobre a recente polêmica envolvendo a prática do barebacking no país. Inicialmente é necessário considerar duas garantias básicas: 1) Todas as pessoas podem e tem o direito de viver suas sexualidades no sentido que considerarem mais prazerosos; 2) Ninguém deve ter violado o direito à algum tipo de prevenção, seja pelo Estado, por indivíduos ou instituições, independente de sua sorologia para HIV. Pessoas comentem as mais diversas barbaridades e violações de direitos no mundo diariamente, independente de serem (ou não) soropositivas. Assusta a qualquer um a rotulação de todo um grupo de pessoas associadas a uma situação criminosa específica qualquer. Seja por ser negro, soropositivo, homossexual, evangélico, umbandista, judeu, índio, mulher, trans, lésbica, travesti, etc. A subjetividade humana deve ser respeitada em suas mais variadas expressões. Associar um grupo inteiro a um atributo pejorativo ou até mesmo criminoso é uma situação muito perigosa capaz de gerar estigma e discriminação a grupos vulneráveis. Entendemos que os praticantes de barebacking, serosorting (escolha do parceiro em função do estado sorológico) ou qualquer outra forma de prazer consentido, necessitam ter acesso à informação e às políticas públicas de prevenção. Com a experiência adquirida no decorrer de quase 28 anos de enfrentamento do HIV no país, a ABIA acredita que a política de prevenção se fortalece sempre que os argumentos morais e criminalizantes são afastados das políticas de saúde. A polêmica em torno da prática de barebacking retrata também a importância da inclusão e do acesso à Profilaxia Pré Exposição (PrEP) na prevenção da saúde brasileira. Estudos internacionais, realizados com a participação do Instituto de Pesquisa Evandro Chagas (IPEC/Fiocruz-RJ), sinalizam a efetividade do uso da medicação antirretroviral antes da relação sexual. Este método é extremamente útil na diminuição da infecção pelo HIV. As evidências atuais do uso da PrEP serviram também de base para aOrganização Mundial de Saúde (OMS) indicar este método como estratégia para prevenir a infecção pelo HIV em populações chaves. Faz-se urgente que a prevenção combinada – ou seja, o acesso à camisinha masculina e feminina, à Profilaxia Pós Exposição (PEP),ao tratamento como prevenção e à PrEP esteja disponível no SUS. A sociedade pode dar uma grande contribuição ao pleitear cada vez mais a introdução dessas novas formas de prevenção nas políticas públicas de saúde e o acesso a informação e à prevenção combinada – seja nos meios de comunicação de massa ou instituições públicas e privadas. Faz-se urgente que informações sobre a prevenção sejam transmitidas sem olhares culpabilizantes e discriminatórios, seja para os praticantes de barebacking, seja para as populações mais afetadas pela epidemia, seja para as que não utilizam preservativo em suas relações sexuais e queiram optar por outros métodos de prevenção ao HIV. Nós, da ABIA, defendemos que todos estejam livres de estigmas e julgamentos em função de sua forma de experimentar a sexualidade e o prazer sexual. Ressaltamos alguns princípios fundamentais da ABIA e do movimento social mais amplo, recentemente citados por Richard Parker, diretor presidente da instituição, em Histórias de Luta Contra a AIDS, publicado recentemente pelo Ministério da Saúde: * O respeito à diversidade em relação às comunidades e populações afetadas pela epidemia; * A necessidade de garantir a cidadania das pessoas que vivem com HIV e das que estão vulneráveis à infecção; * O direito à saúde para todos os cidadãos brasileiros como subjacente a qualquer resposta significativa à epidemia. Advertimos que toda vez que a política de prevenção perde fôlego – seja por falta de priorização, seja por argumentos morais – as infecções por HIV vão crescer. Sexo sem preservativo é uma realidade mundial, seja pelo prazer, pelos direitos reprodutivos das pessoas, etc. O direito de escolher alguma forma de prevenção deve ser dado à população, pela via de informações claras, sem moralismos e disponibilidade de acesso ao tipo de prevenção que lhe for mais conveniente. Por fim, reafirmamos que todas as pessoas devem ter garantidos os direitos sexuais e de liberdade de expressar a sexualidade na forma que lhe for mais conveniente, sempre respeitando os direitos das outras pessoas. Ressaltamos também que todas as relações sexuais devem ser consentidas e estar livres de julgamentos morais que não correspondam à diversidade humana. Rio de Janeiro, 09 de fevereiro de 2015 Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS fonte  http://abiaids.org.br/?p=27338   __._,_.___ Enviado por: "Toni Reis - GMail" Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO Novos usuários 1 • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Ata da reunião e eleição FORUM ONG AIDS RIO DE JANEIRO

Segue Ata da Reunião Ordinária em 04/02/15 e eleição da nova Secretaria Executiva do Fórum:
 
Nova Secretaria: GPV-Niterói, RNP-Carioca e CAAAIDS - SUPLENTES : REDE JOVEM + RIO, VITAMORE e ABIAvenceu com a maioria dos votos  - 8 (oito) dos 10 representantes de afiliadas.
 
Agradecimentos a Regina Bueno pela relatoria e secretaria da reunião e Sandra do Valle.
 
Reunião de posse da nova Secretaria e planejamento em 25/02 às 10 h na sede da ABIA, a confirmar.
 
Marcio Villard

Vamos em frente, mesmo que a caminhada pareça infinita.

 ATA DA 1ª. REUNIÃO ORDINÁRIA DO FORUM ONG AIDS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO EM 2015.
Aos quatro dias do mês de fevereiro de dois mil e quinze, às dez horas, conforme convocação confirmatória da 1ª. Reunião Ordinária do Fórum de ONG AIDS do Estado do Rio de Janeiro, devidamente informada às afiliadas, por email, através de seu banco de contatos cadastrados, encaminhado no dia quatorze de janeiro de 2015, às 12:13h, contendo a seguinte pauta para o dia: 1) Avaliação 2014; 2) Nova Secretaria do Fórum – Apresentação de Chapas e Deliberações; 3) Prioridades e Estratégias para 2015 e 4) Carnaval 2015 – informes e propostas de prevenção e mobilização social, bem como presentes representantes das afiliadas e observadores/as, devidamente registrado/as através da ficha de presença, anexo integrante deste instrumento, que a legitima foram abertos os trabalhos na hora prevista, pelo Sr. Marcio Villard , representante do Grupo Pela Vidda-RJ, membro da atual Secretaria Executiva. Como primeiro ato do dia pede a inversão da pauta para dar início ao item 2, vez que o tempo urge e este assunto já vinha sendo proposto para decisão desde as últimas reuniões do Fórum anteriores (outubro de 2014) em que as afiliadas se comprometiam em conversar e articular, para apresentação de candidatas a este espaço de representação comunitária no Estado.  O que tod@s concordam. Contudo, dado início a pauta específica sobre eleição, apenas uma chapa (Chapa 1) foi apresentada aos trabalhos, composta pelas seguintes instituições sociais TITULARES: GPV-Niterói, RNP-Carioca e CAAAIDS. Estávamos discutindo a composição dos suplentes desta primeira chapa-candidata,  ficando como SUPLENTES : REDE JOVEM + RIO, VITAMORE e ABIA, quando o Sr. Marcelo, da CESNOP, dá entrada na Assembleia informando que havia mais uma chapa a concorrer. Foi solicitado a ele que informasse o nome da outra chapa para que realizássemos o pleito. O Sr. Marcelo ao fone com parceiras  informou que não estavam naquele momento na AGO porque não haviam sido devidamente convocadas para tanto.  Momento que a AGO foi interrompida para que colocasse em votação se seria considerado ou não a eleição prevista na Convocação, tendo em vista colocação, via fone, de algumas afiliadas. Colocada em votação na plenária, esta com o poder que lhe confere de autonomia e soberania nas decisões, decide que a  CONVOCAÇÃO desta AGO foi legítima e soberana, com comunicação expandida nos veículos virtuais e rotineiros de praxe, para este ato formal. Assim deu-se continuidade ao pleito eletivo. Ato contínuo, os presentes na AGO solicitam ao Sr. Marcelo que apresente a 2ª. Chapa para que possam conhecer e nela votar. Sr. Marcelo efetua algumas ligações e, posteriormente, apresenta a seguinte composição: TITULARES: AMEPA, AMIRES e RAIZ VIDA, ficando como SUPLENTES: CCAP, FUSÃO e CENOSP. Ressaltado que foi amplamente debatido o fato de que a convocação para composição de chapas começou em outubro de 2014 e apenas o Fransergio, representando a AMEPA, manifestou seu interesse em compor uma chapa que, por motivo de troca de Instituição, retirou a candidatura. Márcio comentou que, por várias vezes, enviou e-mails para todas as afiliadas informando da necessidade de renovação da Secretaria do Fórum, mas ninguém se manifestou formalmente. Sandra, do Grupo Vitamóre, avaliou a falta de interesse para composição de chapas, o descompromisso e receio das pessoas em assumirem responsabilidades. Questão que foi acordada por todos, pois, segundo Regina Bueno e Márcio, o ano de 2015 será de muitos eventos e mudanças na saúde pública. É um momento de seriedade e comprometimento com a causa HIV/AIDS. Assim, as chapas 1 e 2 foram colocadas para eleição.;  Cabe destacar que o Sr. Marcelo, representante do CESNOP, informou que paralelamente a esta AGO estava acontecendo a reunião mensal da Rede, e que outras Instituições  não estavam presentes por este motivo. IMPORTANTE: justificaram ausências, também Roberto Pereira e Fransegio Goulart. Houve certo desconforto dos representantes da ABIA, pois eles sugeriram que adiássemos, mais uma vez, a eleição para que os representantes das chapas pudessem apresentar suas propostas para o Fórum. Após ser bastante discutido o assunto e vários representantes de Instituições afirmarem que essa oportunidade foi dada desde outubro e que não tínhamos mais tempo para adiar a eleição, baseando-se na Carta de Princípios do Fórum, decidiu-se que a eleição aconteceria hoje, dia 04/02/2015, nas seguintes condições: eleita a chapa 1 ou 2, as Instituições que não concordarem, poderão impugnar a eleição através de documento oficial que deverá ser apresentada na próxima reunião do Fórum, agendada para dia 25/02/2015 em local ainda não definido, quando em não havendo oposição, a nova Secretaria tomará  posse. Uma vez colocada em votação a Chapa 1 - GPV-Niterói, RNP-Carioca e CAAAIDS - venceu com a maioria dos votos  - 8 (oito) dos 10 representantes de afiliadas presentes ao pleito, a Chapa 2 obteve 1(um) voto dos 10 e registrou-se uma abstenção.Concluída a eleição da nova Secretaria Executiva do Fórum ONG AIDS-RJ, em breve relato, encadeou-se para o item 1 da pauta.  Márcio fez um balanço do mandato da atual Secretaria, das dificuldades enfrentadas e relembrou que a Secretaria, em vigência, veio com um mandato “tampão”, mas se prolongou por uma série de fatores.  O item 3 da pauta ficou adiado para o dia 25/02/2015 para que a Chapa 1, vencedora deste pleito, apresentasse suas Prioridades e Estratégias para o ano de 2015 e demais de sua gestão. No item 4 foram levantadas algumas ações por parte de instituições presentes. Informado pelo Márcio alguns eventos de Carnaval formais como o lançamento no dia 05/02/2015 da Campanha do Município, na área de Direitos Humanos – CEDS - SMSRJ e, não a Saúde,  sobre o Carnaval, com o tema : “AIDS NÃO TEM CARA E NÃO TEM CURA – use camisinha”, na Sociedade Viva Cazuza, pela manhã e informou o lançamento da Campanha Nacional do MS/DDAHV no Rio de Janeiro, no dia 09 de fevereiro de 2015,  na Quadra da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Conversamos um pouco sobre as campanhas destacando o retrocesso na Campanha proposta pelo clichê do Município (CEDS) e elogiada a campanha nacional com o slogan “#PARTIU TESTE”, sendo que ainda poderia ser melhor, mas deu uma boa melhorada na opinião da maioria das presentes. INFORMES - Márcio falou sobre o índice alarmante de novos casos positivos para o HIV no Rio de Janeiro. Uma prevalência de 15%, maior que a prevalência nacional e outros dados foram igualmente citados em vistas dos boletins epidemiológicos do Estado e Nacional. Os jovens de 15 a 24 anos estão mesmo se infectando mais, usando menos preservativos e este é o público que precisa se testar para tratar e, desta forma, ficar indetectável, diminuindo a transmissibilidade e fortalecendo a adesão com mais controle da epidemia. O Salvador, representante da ABIA, nos informou que a Instituição está aberta para o que o Fórum precisar e que ajudará a fazer o Planejamento com a ajuda da Regina Bueno, para a nova Secretaria (resgatar o planejamento feito na sede do CEDAPS, anos atrás). O GPV-RJ também se colocou à disposição. Sugerido o trabalho para esta gestão em GTs – GRUPOS DE TRABALHO focados nos públicos-alvo mais vulneráveis e ações mais estratégicas para o movimento como o GT de Eventos, tendo em vista a quantidade de eventos que este ano abarcará e a falta de financiamento para que a sociedade civil possa viabilizar sua participação e representação do Estado nestes importantes espaços. Renato da Matta falou sobre os cursos que estão acontecendo no GPV-Niterói, direcionado também para a Sociedade Civil, mas apenas profissionais de saúde e estudantes fizeram inscrição, o que considerou lastimável. Registrada a reunião que ocorreu na SMSRJ, com a presença da SESRJ e do DDAHV que terá sua continuidade no dia 24 de fevereiro de 2015, ás  11h, na SMS, para retorno a sociedade civil das ações e  providências que a Gerência Municipal vai tomar quanto a tantas denúncias em nossa Saúde no Município. Gelson, voluntário do GPV/RJ nos solicitou ajuda para um problema gravíssimo que está acontecendo em sua comunidade. Ele mora em um Conjunto Residencial do Programa Minha Casa- Minha Vida, em Campo Grande. Segundo ele, a counidade está se transformando em uma área de “baixo meretrício”, com muita promiscuidade, sexo sem proteção e tudo o mais que envolve esse tipo de situação. Ele não pode se envolver diretamente, por ser morador do local e sinalizou o risco eminente de contaminação do HIV em larga escala, se não houver uma intervenção através de um trabalho de prevenção com palestras, etc. Outro ponto debatido foi a reportagem postada pelo site TERRA.COM.BR, que fala sobre bareback – sexo gay sem camisinha, no estilo “roleta russa”. O sensacionalismo imposto na matéria é chocante e vulgar. Segundo Marcos – GPV/RJ, a reportagem é antiga e, na época de sua veiculação, foi pedida uma retratação ao site, mas nada aconteceu. Márcio nos alertou que o Programa Fantástico da Rede Globo, está preparando uma reportagem sobre o assunto e que, é provável que aconteça o mesmo sensacionalismo. Todos nós sabemos que é o tipo de Jornalismo que explora as vulnerabilidades com o intuito de aumentar a audiência, não importando a veracidade da história. E, nada mais havendo a tratar, o Sr. Márcio Villard deu por encerrada a Assembleia, com a ajuda da Sra. Regina Bueno, que ficou responsável pelos registros deste ato e lavrada esta ata, que segue datada de 04.02.2015. Presidente: Márcio Villard – GRUPO PELA VIDDA – Rio de Janeiro e Secretária: Regina Bueno – Facilitadora da Rede de Jovens Vivendo e Convivendo com HIV/Aids – RJ (REAJVCHA-RJ).

sexta-feira, 6 de junho de 2014

ABIA COMENTA LEI ANTI DISCRIMINAÇÃO

IMPORTANTE! Conhecimento e Divulgação ---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Salvador Corrêa Data: 5 de junho de 2014 10:11 Assunto: Fwd: ABIA: “lei que pune discriminação é uma vitória para o movimento de AIDS no Brasil” Para: Ana da Glória Pires O link é:  http://www.abiaids.org.br/noticias/destaqueView.aspx?lang=pt&seq=13223 ---------- Mensagem encaminhada ---------- De: ABIA Data: 5 de junho de 2014 01:22 Assunto: ABIA: “lei que pune discriminação é uma vitória para o movimento de AIDS no Brasil” Para: salvador@abiaids.org.br ABIA: “lei que pune discriminação é uma vitória para o movimento de AIDS no Brasil”   A Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) vem a público parabenizar o governo brasileiro pela publicação da Lei que define como crime a discriminação de pessoas vivendo com o HIV e doentes de AIDS.  É uma vitória para o movimento de AIDS e para a sociedade brasileira que os direitos humanos prevaleçam como princípios orientadores na resposta do governo brasileiro ao enfrentamento à epidemia.   Após 11 anos de tramitação na Câmara e no Senado, a Lei 12.984 – sancionada pela presidenta Dilma Rousseff na última segunda-feira (02/06) – prevê pena de reclusão de um a quatro anos e multa “para quem negar emprego ou trabalho, exonerar ou demitir do cargo ou emprego ou segregar no ambiente de trabalho ou escolar” as pessoas vivendo com o vírus HIV e doentes de AIDS.   Acreditamos que uma severa punição à discriminação de pessoas portadoras do vírus e doentes de AIDS pode ser um poderoso mecanismo de enfrentamento às diversas formas de violência a que essas pessoas são diariamente submetidas.   A ABIA considera inadmissível que populações tenham seus direitos negados ou sejam punidas no ambiente de trabalho por sua condição soropositiva. É igualmente intolerável a divulgação desta condição com o objetivo de ofender a dignidade humana bem como recusar ou retardar o atendimento de saúde.   Desejamos que a sociedade, governo e instituições sejam capazes de alcançar este novo horizonte e garantir a efetividade dessas medidas protetivas dos direitos das pessoas vivendo com o HIV e doentes de AIDS no Brasil. E que outros Projetos de Lei progressistas sejam igualmente bem-vindos.   Equipe ABIA Se você não deseja mais receber nossos e-mails, cancele sua inscrição neste link -- Salvador Corrêa Assistente de Coordenação ABIA - Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (21) 2223-1040 ramal: 220  Skype: salvador-correa Av. Presidente Vargas, 446/13º andar- Centro CEP.: 20071-907  Rio de Janeiro-RJ Site: http://abiaids.org.br/ Face: https://www.facebook.com/ABIAIDS

quinta-feira, 29 de maio de 2014

NOTA DA ABIA REPUDIA REMOÇÃO FA CAIXA

Por Gentileza, DIVULGAR! ---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Salvador Corrêa Data: 29 de maio de 2014 15:57 Assunto:  ABIA divulga nota em repúdio à ação policial contra prostitutas em Niterói (RJ) Para: Ana da Glória Pires ABIA divulga nota em repúdio à ação policial contra prostitutas em Niterói (RJ)   A Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) repudia veementemente as graves violações de direitos protagonizadas por policiais civis contra quase 200 prostitutas, frequentadores e moradores de um prédio em Niterói, no último dia 23 de maio.  Durante a invasão, realizada por policias sem mandado, ocorreram agressões, roubos e estupros relatados pelas prostitutas que configuram abuso de poder da força policial.   Após serem humilhadas, essas mulheres foram presas e levadas à 76ª Delegacia para averiguação. É intolerável que, no ano em que se relembra os 50 anos da ditadura militar, esta tática da averiguação, comum durante aquele período obscuro, seja utilizada nos dias atuais.   Repudiamos ainda o arrombamento e interdição ilegal dos apartamentos em Niterói, local de trabalho dessas mulheres. Este ato viola o direito de trabalhadoras autônomas exercerem a atividade profissional do sexo livremente. Essas mulheres estão neste momento sem um local para trabalhar e morar.   A ABIA entende que esta operação ilegal faz parte do alargamento dos processos de  “limpeza urbana” que inicialmente tiveram a Copa do Mundo como pretexto. O Brasil está entre os países que mais cometeram violações dos direitos humanos durante os preparativos para o mundial.   Chamamos atenção para que a Copa do Mundo e as Olimpíadas não sejam argumentos políticos para instalar um pânico moral no país entorno da prostituição. Executar leis contra a exploração sexual de crianças e adolescentes e o tráfico de pessoas não pode servir de pretexto para repressão do trabalho sexual adulto e consensual.   Lembramos que a prostituição é devidamente legalizada e reconhecida, desde 2002, na Classificação Brasileira de Ocupações, do Ministério do Trabalho e Emprego. A prostituição não é crime no Brasil. Qualquer pessoa maior e capaz pode, livremente, se prostituir, assim como toda pessoa em igual condição pode utilizar esse serviço, pertencente à esfera íntima dos/as envolvidos/as.   A criminalização dessas profissionais, além de configurar perseguição e violações de múltiplos direitos, potencializa as condições de vulnerabilidade dessas mulheres, com destaque para o HIV e a AIDS. Segundo estudos divulgados pela Organização Mundial de Saúde em parceria com o Banco Mundial, há relações significativas entre a criminalização da prostituição, as violações dos direitos, o sexo desprotegido e a infecção pelo HIV.   Onde o trabalho sexual é criminalizado, a resposta ao HIV tem sido frustrada e limitada por forças estruturais que incluem o estigma, a discriminação e a violência física. A ABIA, em parceria com a Ong Davida e com o Observatório da Prostituição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), realiza um mapeamento das violações dos direitos dessas profissionais no país com o propósito, entre outros, de fortalecer o enfrentamento da epidemia do HIV e da AIDS.   No Dia Internacional das Prostitutas, a ser comemorado no próximo dia 2 de junho, a ABIA se soma às vozes que clamam por justiça para as profissionais do sexo que sofreram violações de direitos em Niterói e em outras cidades. Exigimos que o Estado brasileiro implemente políticas públicas que garantam a promoção de direitos e proteção das prostitutas como trabalhadoras – e não como vítimas –, bem como o fim do abuso, da repressão, da discriminação e outras formas de violência contra essas profissionais.   Rio de Janeiro, 29 de maio de 2014 Se você não deseja mais receber nossos e-mails, cancele sua inscrição neste link -- Salvador Corrêa Assistente de Coordenação ABIA - Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (21) 2223-1040 ramal: 220  Skype: salvador-correa Av. Presidente Vargas, 446/13º andar- Centro CEP.: 20071-907  Rio de Janeiro-RJ Site: http://abiaids.org.br/ Face: https://www.facebook.com/ABIAIDS

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO?







Caso não visualize esse email adequadamente clique aqui.

Rio de Janeiro, 21 de agosto de 2012.

AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO?

Caros/as parceiros/as e amigos/as,
Apresentamos a seguir mais informações sobre o manifesto AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO?, elaborado por docentes, pesquisadores/as e representantes e organizações da sociedade civil brasileira, entre as quais a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA), chamando a atenção para a preocupação diante da atual situação da resposta brasileira à epidemia de Aids.
Participe agora mesmo, lendo abaixo a íntegra do manifesto, acessando o blog e o Facebook em apoio e disseminando o conteúdo entre os seus contatos e redes!

 
Resposta à Aids tira o sono de docentes, pesquisadores/as e representantes da sociedade civil

“O que nos tira o sono” é o mote do manifesto lançado nessa terça-feira (21/08) e que aponta sérios problemas no controle da epidemia de Aids no Brasil. Docentes, pesquisadores e integrantes da sociedade civil que assinam o manifesto estão preocupados com a resposta à epidemia no país, que tem apresentado indicadores negativos e produzido um senso comum de que a doença deixou de ser um problema de saúde pública.

  • Aumento de 10% no número de óbitos, saindo de 11.100 óbitos em 2005 para 12.073 em 2010. O número equivale a um óbito por hora.
  • Redução do número de gestantes com o HIV que recebem o tratamento que pode evitar a transmissão do vírus para o recém nascido: de 53,8% das gestantes soropositivas para o HIV em 2005 para 49,7% em 2008. A falta de diagnóstico e tratamento resulta em três casos de aids em recém-nascidos a cada dois dias.
  • Aumento de 12% no número de casos de Aids: de 33.166 casos em 2005 para 37.219 em 2010.
  • Apesar disso, estados, como São Paulo, reduzem o número de médicos e fecham serviços e leitos especializados.

Para dar voz ao protesto foram criados um blog (http://oquenostiraosono.tumblr.com/manifesto) e uma página no Facebook (https://www.facebook.com/AidsNoBrasilOQueNosTiraOSono) que abrem espaço para sugestões que possam contribuir para melhoria do cenário e convidam os visitantes a apontarem outros problemas na resposta à epidemia.

Há uma semana da realização do VI Fórum Latino-americano e do Caribe em HIV/Aids e do IX Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids, a referência à insônia é um contraponto à declaração de dirigentes do Ministério da Saúde que, durante a XIX Conferência Internacional de Aids, realizada em Julho, nos Estados Unidos, disseram que nada no Brasil em relação à aids tira o sono deles.

O manifesto é assinado por  54 docentes, pesquisadores e integrantes da sociedade civil e 14 instituições: Núcleo de Estudos para a Prevenção da Aids(NEPAIDS/USP); Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA);Católicas Pelo Direito de Decidir (CDD); Grupo de Resistência Asa Branca  (GRAB); SOMOS - Comunicação, Saúde e Sexualidade; Grupo Pela Vidda SP; Projeto Purpurina; Fórum de ONG/Aids de São Paulo; GIV – Grupo de Incentivo à Vida; GAPA - RS; RNP+ Núcleo Rio de Janeiro; GAPA - SP; Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde; Sapatá - Rede Nacional de Promoção e Controle Social em Saúde de Lésbicas Negras.

Participem, entrem no blog: http://oquenostiraosono.tumblr.com/manifesto
 
Você pode mandar sua opinião, compartilhar o que tem tirado seu sono e o que garantiria seu sono
 
Curtam a página no Facebook https://www.facebook.com/AidsNoBrasilOQueNosTiraOSono

Ajudem a divulgar!

Qualquer dúvida ou demanda de imprensa, enviem para: manifestoaids@gmail.com

Vejam a íntegra do manifesto:



AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO?

Enquanto o mundo discute a interrupção da transmissão do vírus da aids, o Brasil perde o controle sobre a epidemia e dorme tranquilo. É o que se pode concluir a partir da XIX Conferência Internacional de Aids, realizada nos Estados Unidos no último mês de julho.

Pela primeira vez na história da epidemia, o mundo ouviu o anúncio de que o conhecimento acumulado, os compromissos assumidos em nível global, as conquistas no campo dos direitos humanos e as tecnologias hoje disponíveis nos permitem ambicionar a erradicação da aids. Na mesma Conferência, porém, ao ser questionado sobre “o que lhe tira o sono hoje?”, o representante do governo brasileiro respondeu que “dorme tranquilo”.

A afirmação de que a epidemia de aids está sob controle no Brasil, além de falaciosa, tem prejudicado a resposta nacional, despolitizando a discussão e afastando investimentos internacionais. Se no passado, declarar que éramos o melhor programa de aids do mundo legitimou as decisões ousadas que outrora caracterizaram o programa brasileiro e que tantos benefícios trouxeram à população, o que temos hoje é, pelo contrário, um programa desatualizado, cujos elementos são insuficientes para enfrentar a configuração nacional da epidemia.

Os atuais indicadores sugerem o esgotamento da nossa capacidade de intervir e de evitar que um número maior de pessoas se infecte e morra em decorrência da aids.

Se é verdade que hoje temos conhecimentos e tecnologias suficientes para erradicar a aids, é também verdade que no Brasil de hoje não os estamos utilizando em sua máxima potência. Conhecimentos acumulados não estão se transformando em políticas públicas que nos coloquem no caminho da última década da epidemia. Novidades no âmbito das tecnologias de prevenção não estão sendo amplamente discutidas e estudadas em nosso contexto. Informações sobre estas novidades não estão sendo incorporadas na formação dos técnicos, nem no diálogo com usuários e pacientes. Grupos mais vulneráveis não estão sendo atendidos com a prioridade que necessitam.

Reconhecer a diversidade de demandas e necessidades presente no cotidiano do país e construir respostas que com elas dialoguem é papel da política pública e só poderá ser feito se todos os setores interessados forem ouvidos, se estudos nacionais forem feitos, se a ação da sociedade civil for fortalecida.

É preciso ousadia para formular políticas que efetivamente ofereçam à população condições para se proteger da infecção e do adoecimento por aids, respeitando a autonomia dos cidadãos, reduzindo vulnerabilidades e assegurando direitos.

É preciso ousadia para redirecionar os esforços para o enfrentamento da epidemia nas populações mais expostas ao risco de infecção, articulando-as a ações para a população geral.

É preciso, em síntese, ousadia para rever a resposta brasileira à epidemia de aids, superar antigos pressupostos e adotar novas práticas, recuperando os princípios essenciais que fizeram da resposta brasileira um exemplo para o mundo.

A capacidade de reconhecer problemas e de mobilizar a sociedade em torno da busca de soluções foram os principais fatores que marcaram a resposta à aids no Brasil.

Na luta contra a epidemia e em defesa dos direitos humanos, aprendemos que todos somos parte da solução. Mais do que dormir e sonhar, queremos construir a muitas mãos as condições para que, no Brasil, a quarta década possa ser a última.
 
 
 
 

Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA)
Av. Presidente Vargas, 446/13º andar - Centro
Rio de Janeiro/RJ
Cep. 20071-907
Tel. 21 - 22231040
Endereço eletrônico: www.abiaids.org.br

quarta-feira, 20 de junho de 2012

CONVITE_ IV integração Da diversidade afetivo sexual





INSCREVAM-SE E CHAMEM SEUS AMIGOS PARA PARICIPAR.
Boa noite, o e-mail para inscrição tá no flyer.

Marcos Moreira
Boa noite, o e-mail para inscrição tá no flyer.

Marcos Moreira








 
 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

ABIA nas redes sociais

ABIA nas redes sociais
         
             Nos últimos cinco anos, a ABIA vem ampliando as formas de divulgação de suas propostas, atividades e projetos. Além do site e do e-mail institucional, hoje a organização interage e divulga informações a partir de contas em diferentes redes sociais e plataformas, tais como o Youtube, Facebook, Twitter e uma série de blogs.
 
              Confira a seguir os endereços para acessar os perfis da ABIA e de seus projetos nas diferentes redes sociais e comece hoje mesmo a curtir, compartilhar e seguir os nossos conteúdos, com informações e importantes debates no contexto da epidemia da AIDS, dos direitos humanos, políticas de saúde e sexualidade!
 
 Site da ABIA:  http://www.abiaids.org.br
 
 
Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual (GTPI)
   
             Atualmente, a ABIA coordena o Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (GTPI / Rebrip). Composto por um coletivo de organizações e pesquisadores independentes de várias partes do Brasil, O GTPI é  o único grupo advogando por uma perspectiva de interesse público no campo  de acesso a medicamentos e propriedade intelectual, focando em ações coletivas e resistência a concessão de patentes farmacêuticas indevidas. Nos canais do GTPI você encontra detalhes sobre a atuação do grupo, noticias sobre acesso a medicamentos e patentes, e análises sobre leis, decisões judiciais e administrativas nessa área.

 Blog: http://www.deolhonaspatentes.org.br/default.asp
Facebook:http://www.facebook.com/profile.php?id=100001606351565
Twitter: .https://twitter.com/#!/GTPI
Youtube: http://www.youtube.com/user/GTPIRebrip
Flickr: http://www.flickr.com/photos/gtpi


Observatório de Sexualidade e Política (SPW)

            O site do SPW, disponível em inglês, português e em espanhol, e os respectivos perfis nas redes sociais reúnem informações acerca das questões de sexualidade no mundo. A partir de artigos, matérias, estudos e outras análises e publicações sobre direitos sexuais e reproutivos, gênero e diversidade sexual, os canais de comunicação do SPW apresentam debates, bem como iniciativas e políticas em sua relação com a sexualidade em diferentes regiões globais. 


Site em inglês: http://www.sxpolitics.org
Site em português: http://www.sxpolitics.org/pt
Site em espanhol: http://www.sxpolitics.org/es
Facebook: https://www.facebook.com/pages/SPW/115794808480477
Twitter: http://www.twitter.com/sxpolitics
Youtube: http://www.youtube.com/sxpolitics
Flickr: http://www.flickr.com/photos/sexualitypolicywatch


Homossexualidades e Prevenção

            Desde a criação do “Projeto Homossexualidades” em 1993, a ABIA vem realizando uma série de atividades e produzindo materiais destinados a este público como, por exemplo, oficinas temáticas, intervenção em espaços de socialização gays, pesquisas, guias, boletins, livros, materiais educativos (pôsteres, panfletos, porta-camisinhas, cartões), filmes etc, estimulando, portanto, a discussão de assuntos ligados a homossexualidade. Atualmente o projeto conta com um blog e página no facebook.
 Blog: http://hsh.abiaids.org.br/HSH2/babados
Facebook:https://www.facebook.com/projetohsh.abia


Projeto Terceira Idade, Homossexualidade e Prevenção das DSTs/HIV/AIDS
 
            No dia 1º de setembro de 2011, a ABIA deu início ao projeto “Terceira Idade, Homossexualidade e Prevenção das DSTs/HIV/AIDS”. O objetivo é o de contribuir para a diminuição da vulnerabilidade de HSH de terceira idade ao HIV e outras DSTs, com a melhora do acesso a informações corretas, atualizadas e adequadas sobre HIV/AIDS, saúde e DSTs, além de estimular a implementação de políticas e ações de saúde para esta população e criar referencias culturais positivas sobre envelhecimento e homossexualidade, resgatando a história comunitária e reforçando as redes de apoio social. Atualmente o projeto conta com um blog.

Blog:  terceiraidadehsh.blogspot.com .
 
 
Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) 
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Endereço eletrônico: www.abiaids.org.br


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Nova lei estimula controle social na área da saúde -

Nilo
Publique em seu blog
Mara



Nova lei estimula controle social na área da saúde - 16/05/2012
 Lei de acesso à informação, que entra em vigor hoje, é usada por grupos da sociedade civil no combate à falta de transparência em temas ligados ao acesso a medicamentos.

16/05/2012 - Para celebrar a entrada em vigor da Lei nº 12.527, conhecida como Lei de Acesso à informação, grupos da sociedade civil que defendem o acesso a tratamentos e à assistência farmacêutica fizeram hoje uma série de pedidos de informação ao Ministério da Saúde, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). De acordo com os ativistas, a expectativa é de que os prazos e obrigações estabelecidos na lei ajudem a suprir lacunas de informações essenciais e favoreçam o controle social em diversos temas relacionados ao direito à saúde.

De acordo com Renata Reis, coordenadora do Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (GTPI/Rebrip) , um coletivo que congrega diversas organizações e pesquisadores que atuam na interface entre propriedade intelectual e acesso a medicamentos, a lei abre possibilidade de obtenção de informações estratégicas para a compreensão das políticas que impactam o acesso a medicamentos adotadas pelo governo federal, como por exemplo, o conteúdo dos contratos de transferência de tecnologia que envolvem laboratórios públicos e privados.

“O controle social é reconhecidamente um elemento fundamental do sucesso da resposta brasileira à Aids e o monitoramento das políticas de produção local e das compras de medicamentos importados sempre foram um tema prioritário na prática desse controle. No entanto, no atual governo, a principal aposta para produção de medicamentos de Aids e outras doenças parece ser as parcerias público-privadas, que não estão sendo debatidas em nenhuma instância de controle social e cujos termos permanecem em segredo, apesar do GTPI estar há mais de um ano tentando obter uma cópia dos contratos. No nosso entender, os termos e as cláusulas desses contratos deveriam ser públicos, uma vez que envolvem laboratórios públicos num primeiro momento e compras públicas num segundo momento. Em outras palavras, o governo está mantendo em sigilo a forma como está investindo recursos públicos.”, afirma Renata.

Outra preocupação do GTPI é com informações relativas ao registro sanitário de medicamentos, pois a ANVISA só publica em seu banco de dados os pedidos de registro concedidos ou negados, de modo que não é possível ter clareza a respeito de pedidos em andamento. “Se uma empresa estiver realizando um ensaio clínico de um medicamento no Brasil, por exemplo, e não tiver intenção de comercializá-lo, o que é uma grave falha ética, a forma de identificar essa má conduta seria verificar a ausência do pedido de registro junto à ANVISA, mas essa informação não é fornecida”, analisa Jorge Beloqui, do Grupo de Incentivo à Vida (GIV). A experiência do GTPI, que está há meses tentando sem sucesso obter informações a respeito da existência do pedido de registro para o Truvada (tenofovir + emtricitabina), combinação usada para tratamento de HIV/AIDS que está sendo utilizada em ensaios clínicos no Brasil, demonstra a necessidade de uma lei que reforce os direitos dos cidadãos na obtenção de informações de interesse público.

Mas não é apenas em órgãos ligados ao Ministério da Saúde que os problemas de transparência dificultam a participação da sociedade civil. O INPI, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio, é também alvo de criticas dos ativistas que lutam pelo acesso a medicamentos.

Desde 1996, um ano após a aprovação do Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (TRIPS, na sigla em inglês) no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil reconhece patentes para medicamentos o que representou, de lá pra cá, um aumento exponencial dos gastos com medicamentos e tem colocado em risco a sustentabilidade do acesso universal a medicamentos de HIV/AIDS. Em muitos casos, no entanto, a proteção patentária (que possibilita prática de preços altos via monopólio) é concedida de maneira indevida e decorre de práticas abusivas por parte de empresas farmacêuticas transnacionais. Informações de posse do INPI poderiam ajudar grupos da sociedade civil a identificar e enfrentar esses abusos, caso fossem mais acessíveis. No atual sistema de busca do INPI, é muito difícil e demorada a obtenção cópias de pedidos e decisões referentes à análise de patentes, por exemplo.

“Na Índia, grupos da sociedade civil tem usado a lei de acesso à informação aprovada em 2005 para cobrar documentos do escritório de patentes e obtido respostas positivas. Esperamos que o mesmo aconteça no Brasil”, afirma o pesquisador da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA), Pedro Villardi, que desenvolveu em 2010 uma metodologia de busca de patentes de medicamentos para AIDS no Brasil, usando a base de dados do INPI, tendo identificado diversas lacunas de informações e documentos.
Ao realizar uma série de pedidos de informação na data da entrada em vigor da Lei de acesso à informação, o GTPI pretende estimular uma aplicação efetiva da lei e direcioná-la para temas que tem sido marcados pela falta de transparência. Os pedidos serão encaminhados para os Serviços de Informação ao Cidadão que estão sendo estabelecidos pelo Ministério da Saúde e pelo INPI.


 Jucimara Moreira
Coordenadora do Programa IEC(Informação, Educação e Comunicação em HIV/Aids)
Grupo pela VIDDA/RJ
2518-3993/87672478
 
A Solidariedade é um ato de cidadania. Contribua com os nossos projetos e serviços
Conta Doação: Bradesco Agência 1444-3 C/C 11.205-4

sábado, 12 de maio de 2012

Artigo - Saúde: será que é direito de todos?

Artigo - Saúde: será que é direito de todos?
O não comprimento do que foi assumido pela então candidata a presidente DILMA como o Movimento Social
Sempre que o  Brasil enfrenta uma  Epidemia – como a de AIDS que hoje já é considerada uma Pandemia- a fragilidade do sistema um único de saúde torna-se indisfarçável. Hoje temos 1.500 morte ao mês – de acordo com o boletim epidemiológico 2011. O diagnostico tardio, falta de médicos infectologistas, medicamentos para doença oportunistas, falta de leitos, super lotação e várias outras dificuldades encontradas na rede, seja Municipal, estadual ou federal,  em vários estados, mais especialmente no Estado do Rio de Janeiro, são os causadores desse caos .
Quando isso acontece , a população se pergunta: qual é o problema da saúde no Brasil? Falta dinheiro ou falta gestão? É possível melhorar a saúde no Brasil sem criar novos impostos?
Essas, entre outra questões, são de conhecimento da presidente Dilma, que, ao assinar uma Carta de compromisso do Fórum de ONG/Aids de São Paulo em 2010, se comprometeu a enfrentar esses problemas. Mas já se passaram anos e o caos continua, talvez, inclusive, esteja pior: ONG´S  fechando,  perda de ativistas para empresas privadas e governo e com isso, enfraquecimento das ações de prevenção, o que termina por elevar ainda mais os níveis de infecção as DST/AIDS.
A constituição de 1988 estabeleceu que a saúde é direito de todos e dever do Estado. É possível cumprir o que a lei determina? Quando a lei não é cumprida pelos cidadãos:, ficamos sujeitos a prisão, multas e pagamento de cestas básicas e os nossos governantes? Como são punidos? Quantas mortes mais teremos que ter para que os responsáveis tomem posição e cumpram o que já foi estabelecido e pactuado?
Quando um cidadão exige na justiça um tratamento que o Estado não oferece, muitas das vezes na execução, o Secretário da Saúde foge. E  várias outras ações são realizadas: audiência no Ministério Publico, cartas, manifestos são feitos pelas pessoas Vivendo com HIV/Aids e são engavetadas e esquecidos pelos gestores, onde deveriam dar maior atenção, mais na maioria das vezes só sabem dizer que os ativistas não fazem mais o Controle social como no passado, jogando toda a responsabilidade da falência do SUS ao usuário que , segundo eles, não faz o seu "papel " . Mas quem realmente não faz o seu papel?
Jucimara Moreira
Coordenadora do Programa IEC(Informação, Educação e Comunicação em HIV/Aids)
Grupo pela VIDDA/RJ
Tel. 2518-3993/87672478

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Artigo - Saúde - será que é um direito  para todos MaraGPV.….pdf
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domingo, 1 de abril de 2012

SOS: Governo Dilma coloca controle social da Aids em risco de extinção

SOS: Governo Dilma coloca controle social da Aids em risco de extinção



          Como muitos relatórios, estudos e reportagens atestaram ao
longo das últimas décadas, a resposta brasileira à Aids é um exemplo
positivo para o resto do mundo. Também é de conhecimento geral que o
sucesso da política brasileira para o enfrentamento da Aids sempre
esteve pautado num trabalho conjunto entre Estado e sociedade civil
organizada. No entanto, esse importante pilar da resposta brasileira
está desmoronando.



           Em uma conjuntura responsável pela crise de recursos, e
até mesmo pelo fechamento de ONGs históricas, que desempenharam um
papel fundamental para a resposta bem-sucedida à epidemia no país, o
poder público responde com silêncio e indiferença à situação grave de
seus supostos parceiros. Não se trata de um problema exclusivo das
ONGs que trabalham com Aids, mas sim de uma crise de modelo que está
abalando ONGs brasileiras cujo papel é fundamental na democratização
no país e na concretização do controle social.



           Como se não bastasse a crise de recursos, que limita a
atuação dessas ONGs no monitoramento de políticas públicas e na luta
pela garantia de direitos – ambas ainda muito necessárias -, o governo
tem cada vez mais ignorado as contribuições dessas organizações no
desenho e implementação de políticas, agindo por meio da falta de
transparência e da censura.



           Para quebrar o silêncio a respeito dessa crise, a ABIA e
diversas outras ONGs que trabalham com HIV/Aids estão lançando um
manifesto intitulado:

SOS: Governo Dilma coloca controle social da Aids em risco de extinção


           Na expectativa de estimular um debate público concreto
sobre essa situação de desmantelamento do controle social no Brasil, a
ABIA pede que esse texto seja divulgado amplamente.




            Ainda nesse sentido, foi criada uma página com diversas
peças visuais que abordam a crise das ONGs e do controle social, para
facilitar o compartilhamento em redes sociais:

http://sosongsbr.tumblr.com/




Ajude-nos a ampliar esse debate e a salvar o controle social no Brasil.

sexta-feira, 30 de março de 2012



Nilo,
Abaixo veja a resposta do DN.
Mara


Gente, segue abaixo nota do DN sobre a reunião com o SVS e repasse de recursos. Está lá no site do DN. Abs, Claudio 

Nota sobre reunião SVS - ONG Aids

Conteúdo extra: Photo Gallery
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, sempre manteve entre suas prioridades incentivar iniciativas de prevenção, vigilância, gestão em parceria com a sociedade civil organizada.
Atendendo à solicitação das ONG Aids, com o objetivo de viabilizar a manutenção de seu importante papel na resposta à epidemia da aids, foi realizada, em 22 de março de 2012, reunião com o Secretário de Vigilância em Saúde, Dr. Jarbas Barbosa, e representantes da Secretaria Executiva do MS, do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, e do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis (DEVIT).

As ONG vêm apontando dificuldades para acessar recursos descentralizados e também aqueles oriundos de editais federais. Vale acentuar que, nos três últimos anos, recursos internacionais têm diminuído significativamente em consequência da crise econômica atual e, também, porque o Brasil passou a ser a sexta economia mundial, o que levou os doadores internacionais a financiar outras regiões.
As dificuldades de acesso aos recursos pelas organizações que atuam no enfrentamento da epidemia da aids  atinge, também, outras organizações comunitárias, pelas restrições estabelecidas na  Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que colocou no mesmo patamar fundações, organizações sociais e organizações da sociedade civil de interesse público. Essa situação limitou a transferência de recursos para as organizações que não se enquadram nas exigências da LDO, que requer o Certificado de Entidades Beneficentes da Assistência Social (CEBAS).
Para buscar a solução do problema, foi acordada a criação de um grupo de trabalho com participação de representantes das organizações não governamentais e do governo, para avaliar objetivamente a situação atual das ONG, propor reavaliação específica para facilitar a atuação dessas organizações e, também, propor recomendações para seu financiamento e sustentabilidade.
Nesse sentido, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais já iniciou a preparação de projeto para mapear todas as ONG brasileiras, o que certamente ajudará no estabelecimento de estratégias conjuntas e atenção a esse segmento.
No que diz respeito à redução do financiamento, ocorrido com a descentralização dos recursos da aids, por meio da política de incentivo. Para esse ponto é consenso a necessidade de se buscar alternativas para utilização dos recursos que se encontram parados nas contas dos estados. A Secretaria de Vigilância em Saúde está discutindo, entre as medidas possíveis, a possibilidade de recentralização e/ou medidas compartilhadas entre os estados e o MS, como mecanismo indutor para a utilização dos recursos naqueles estados que enfrentam dificuldades para transferência de recursos às ONG. Como nem todos os estados têm dificuldade para a transferência de recursos, há necessidade de melhor entender o processo para superar as barreiras para a sua efetiva utilização. Essas possibilidades já estão na pauta de discussão em grupo de trabalho estabelecido com CONASS e CONASEMS.

Como medida imediata, está assegurada a manutenção de lançamento de editais através de fundos do acordo de empréstimo do AIDS/SUS, buscando atender às prioridades do enfrentamento da epidemia e parceria com as OSC.
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais volta a afirmar que mantém constante o diálogo com as organizações não governamentais, seja no Conselho Nacional de Saude (CNS), na Comissão Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais (CNAIDS), no Comitê de Articulação com Movimentos Sociais (CAMS), bem como participando e apoiando a realização de seus eventos.
Concluindo, o Ministério da Saúde reafirma seu compromisso de enfrentamento da epidemia do HIV/aids de maneira correta, ética, respeitando os direitos humanos e contra qualquer forma de preconceito e discriminação. Essa política exercida segundo os princípios do SUS teve e sempre terá a participação efetiva da sociedade civil, parceria imprescindível nesse esforço comum.