Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
ABIA destaca pontos positivos e negativos na Campanha do Carnaval 2015
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
[fonaids] ABIA divulga nota sobre a polêmica do barebacking
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Ata da reunião e eleição FORUM ONG AIDS RIO DE JANEIRO
sexta-feira, 6 de junho de 2014
ABIA COMENTA LEI ANTI DISCRIMINAÇÃO
quinta-feira, 29 de maio de 2014
NOTA DA ABIA REPUDIA REMOÇÃO FA CAIXA
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Vídeos do Vivendo
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012
AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO?
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| Caso não visualize esse email adequadamente clique aqui. |
| Rio de Janeiro, 21 de agosto de 2012. |
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| AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO? Caros/as parceiros/as e amigos/as, Apresentamos a seguir mais informações sobre o manifesto AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO?, elaborado por docentes, pesquisadores/as e representantes e organizações da sociedade civil brasileira, entre as quais a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA), chamando a atenção para a preocupação diante da atual situação da resposta brasileira à epidemia de Aids. Participe agora mesmo, lendo abaixo a íntegra do manifesto, acessando o blog e o Facebook em apoio e disseminando o conteúdo entre os seus contatos e redes! Resposta à Aids tira o sono de docentes, pesquisadores/as e representantes da sociedade civil “O que nos tira o sono” é o mote do manifesto lançado nessa terça-feira (21/08) e que aponta sérios problemas no controle da epidemia de Aids no Brasil. Docentes, pesquisadores e integrantes da sociedade civil que assinam o manifesto estão preocupados com a resposta à epidemia no país, que tem apresentado indicadores negativos e produzido um senso comum de que a doença deixou de ser um problema de saúde pública.
Para dar voz ao protesto foram criados um blog (http://oquenostiraosono.tumblr.com/manifesto) e uma página no Facebook (https://www.facebook.com/AidsNoBrasilOQueNosTiraOSono) que abrem espaço para sugestões que possam contribuir para melhoria do cenário e convidam os visitantes a apontarem outros problemas na resposta à epidemia. Há uma semana da realização do VI Fórum Latino-americano e do Caribe em HIV/Aids e do IX Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids, a referência à insônia é um contraponto à declaração de dirigentes do Ministério da Saúde que, durante a XIX Conferência Internacional de Aids, realizada em Julho, nos Estados Unidos, disseram que nada no Brasil em relação à aids tira o sono deles. O manifesto é assinado por 54 docentes, pesquisadores e integrantes da sociedade civil e 14 instituições: Núcleo de Estudos para a Prevenção da Aids(NEPAIDS/USP); Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA);Católicas Pelo Direito de Decidir (CDD); Grupo de Resistência Asa Branca (GRAB); SOMOS - Comunicação, Saúde e Sexualidade; Grupo Pela Vidda SP; Projeto Purpurina; Fórum de ONG/Aids de São Paulo; GIV – Grupo de Incentivo à Vida; GAPA - RS; RNP+ Núcleo Rio de Janeiro; GAPA - SP; Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde; Sapatá - Rede Nacional de Promoção e Controle Social em Saúde de Lésbicas Negras. Participem, entrem no blog: http://oquenostiraosono.tumblr.com/manifesto Você pode mandar sua opinião, compartilhar o que tem tirado seu sono e o que garantiria seu sono Curtam a página no Facebook https://www.facebook.com/AidsNoBrasilOQueNosTiraOSono Ajudem a divulgar! Qualquer dúvida ou demanda de imprensa, enviem para: manifestoaids@gmail.com Vejam a íntegra do manifesto: AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO? Enquanto o mundo discute a interrupção da transmissão do vírus da aids, o Brasil perde o controle sobre a epidemia e dorme tranquilo. É o que se pode concluir a partir da XIX Conferência Internacional de Aids, realizada nos Estados Unidos no último mês de julho. Pela primeira vez na história da epidemia, o mundo ouviu o anúncio de que o conhecimento acumulado, os compromissos assumidos em nível global, as conquistas no campo dos direitos humanos e as tecnologias hoje disponíveis nos permitem ambicionar a erradicação da aids. Na mesma Conferência, porém, ao ser questionado sobre “o que lhe tira o sono hoje?”, o representante do governo brasileiro respondeu que “dorme tranquilo”. A afirmação de que a epidemia de aids está sob controle no Brasil, além de falaciosa, tem prejudicado a resposta nacional, despolitizando a discussão e afastando investimentos internacionais. Se no passado, declarar que éramos o melhor programa de aids do mundo legitimou as decisões ousadas que outrora caracterizaram o programa brasileiro e que tantos benefícios trouxeram à população, o que temos hoje é, pelo contrário, um programa desatualizado, cujos elementos são insuficientes para enfrentar a configuração nacional da epidemia. Os atuais indicadores sugerem o esgotamento da nossa capacidade de intervir e de evitar que um número maior de pessoas se infecte e morra em decorrência da aids. Se é verdade que hoje temos conhecimentos e tecnologias suficientes para erradicar a aids, é também verdade que no Brasil de hoje não os estamos utilizando em sua máxima potência. Conhecimentos acumulados não estão se transformando em políticas públicas que nos coloquem no caminho da última década da epidemia. Novidades no âmbito das tecnologias de prevenção não estão sendo amplamente discutidas e estudadas em nosso contexto. Informações sobre estas novidades não estão sendo incorporadas na formação dos técnicos, nem no diálogo com usuários e pacientes. Grupos mais vulneráveis não estão sendo atendidos com a prioridade que necessitam. Reconhecer a diversidade de demandas e necessidades presente no cotidiano do país e construir respostas que com elas dialoguem é papel da política pública e só poderá ser feito se todos os setores interessados forem ouvidos, se estudos nacionais forem feitos, se a ação da sociedade civil for fortalecida. É preciso ousadia para formular políticas que efetivamente ofereçam à população condições para se proteger da infecção e do adoecimento por aids, respeitando a autonomia dos cidadãos, reduzindo vulnerabilidades e assegurando direitos. É preciso ousadia para redirecionar os esforços para o enfrentamento da epidemia nas populações mais expostas ao risco de infecção, articulando-as a ações para a população geral. É preciso, em síntese, ousadia para rever a resposta brasileira à epidemia de aids, superar antigos pressupostos e adotar novas práticas, recuperando os princípios essenciais que fizeram da resposta brasileira um exemplo para o mundo. A capacidade de reconhecer problemas e de mobilizar a sociedade em torno da busca de soluções foram os principais fatores que marcaram a resposta à aids no Brasil. Na luta contra a epidemia e em defesa dos direitos humanos, aprendemos que todos somos parte da solução. Mais do que dormir e sonhar, queremos construir a muitas mãos as condições para que, no Brasil, a quarta década possa ser a última. |
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quarta-feira, 20 de junho de 2012
CONVITE_ IV integração Da diversidade afetivo sexual

segunda-feira, 28 de maio de 2012
ABIA nas redes sociais
Atualmente, a ABIA coordena o Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (GTPI / Rebrip). Composto por um coletivo de organizações e pesquisadores independentes de várias partes do Brasil, O GTPI é o único grupo advogando por uma perspectiva de interesse público no campo de acesso a medicamentos e propriedade intelectual, focando em ações coletivas e resistência a concessão de patentes farmacêuticas indevidas. Nos canais do GTPI você encontra detalhes sobre a atuação do grupo, noticias sobre acesso a medicamentos e patentes, e análises sobre leis, decisões judiciais e administrativas nessa área.
O site do SPW, disponível em inglês, português e em espanhol, e os respectivos perfis nas redes sociais reúnem informações acerca das questões de sexualidade no mundo. A partir de artigos, matérias, estudos e outras análises e publicações sobre direitos sexuais e reproutivos, gênero e diversidade sexual, os canais de comunicação do SPW apresentam debates, bem como iniciativas e políticas em sua relação com a sexualidade em diferentes regiões globais.
Site em espanhol: http://www.sxpolitics.org/esDesde a criação do “Projeto Homossexualidades” em 1993, a ABIA vem realizando uma série de atividades e produzindo materiais destinados a este público como, por exemplo, oficinas temáticas, intervenção em espaços de socialização gays, pesquisas, guias, boletins, livros, materiais educativos (pôsteres, panfletos, porta-camisinhas, cartões), filmes etc, estimulando, portanto, a discussão de assuntos ligados a homossexualidade. Atualmente o projeto conta com um blog e página no facebook.
No dia 1º de setembro de 2011, a ABIA deu início ao projeto “Terceira Idade, Homossexualidade e Prevenção das DSTs/HIV/AIDS”. O objetivo é o de contribuir para a diminuição da vulnerabilidade de HSH de terceira idade ao HIV e outras DSTs, com a melhora do acesso a informações corretas, atualizadas e adequadas sobre HIV/AIDS, saúde e DSTs, além de estimular a implementação de políticas e ações de saúde para esta população e criar referencias culturais positivas sobre envelhecimento e homossexualidade, resgatando a história comunitária e reforçando as redes de apoio social. Atualmente o projeto conta com um blog.
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
Nova lei estimula controle social na área da saúde -
Publique em seu blog
Mara
| Nova lei estimula controle social na área da saúde - 16/05/2012 | |
| Lei de acesso à informação, que entra em vigor hoje, é usada por grupos da sociedade civil no combate à falta de transparência em temas ligados ao acesso a medicamentos. 16/05/2012 - Para celebrar a entrada em vigor da Lei nº 12.527, conhecida como Lei de Acesso à informação, grupos da sociedade civil que defendem o acesso a tratamentos e à assistência farmacêutica fizeram hoje uma série de pedidos de informação ao Ministério da Saúde, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). De acordo com os ativistas, a expectativa é de que os prazos e obrigações estabelecidos na lei ajudem a suprir lacunas de informações essenciais e favoreçam o controle social em diversos temas relacionados ao direito à saúde. De acordo com Renata Reis, coordenadora do Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (GTPI/Rebrip) , um coletivo que congrega diversas organizações e pesquisadores que atuam na interface entre propriedade intelectual e acesso a medicamentos, a lei abre possibilidade de obtenção de informações estratégicas para a compreensão das políticas que impactam o acesso a medicamentos adotadas pelo governo federal, como por exemplo, o conteúdo dos contratos de transferência de tecnologia que envolvem laboratórios públicos e privados. “O controle social é reconhecidamente um elemento fundamental do sucesso da resposta brasileira à Aids e o monitoramento das políticas de produção local e das compras de medicamentos importados sempre foram um tema prioritário na prática desse controle. No entanto, no atual governo, a principal aposta para produção de medicamentos de Aids e outras doenças parece ser as parcerias público-privadas, que não estão sendo debatidas em nenhuma instância de controle social e cujos termos permanecem em segredo, apesar do GTPI estar há mais de um ano tentando obter uma cópia dos contratos. No nosso entender, os termos e as cláusulas desses contratos deveriam ser públicos, uma vez que envolvem laboratórios públicos num primeiro momento e compras públicas num segundo momento. Em outras palavras, o governo está mantendo em sigilo a forma como está investindo recursos públicos.”, afirma Renata. Outra preocupação do GTPI é com informações relativas ao registro sanitário de medicamentos, pois a ANVISA só publica em seu banco de dados os pedidos de registro concedidos ou negados, de modo que não é possível ter clareza a respeito de pedidos em andamento. “Se uma empresa estiver realizando um ensaio clínico de um medicamento no Brasil, por exemplo, e não tiver intenção de comercializá-lo, o que é uma grave falha ética, a forma de identificar essa má conduta seria verificar a ausência do pedido de registro junto à ANVISA, mas essa informação não é fornecida”, analisa Jorge Beloqui, do Grupo de Incentivo à Vida (GIV). A experiência do GTPI, que está há meses tentando sem sucesso obter informações a respeito da existência do pedido de registro para o Truvada (tenofovir + emtricitabina), combinação usada para tratamento de HIV/AIDS que está sendo utilizada em ensaios clínicos no Brasil, demonstra a necessidade de uma lei que reforce os direitos dos cidadãos na obtenção de informações de interesse público. Mas não é apenas em órgãos ligados ao Ministério da Saúde que os problemas de transparência dificultam a participação da sociedade civil. O INPI, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio, é também alvo de criticas dos ativistas que lutam pelo acesso a medicamentos. Desde 1996, um ano após a aprovação do Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (TRIPS, na sigla em inglês) no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil reconhece patentes para medicamentos o que representou, de lá pra cá, um aumento exponencial dos gastos com medicamentos e tem colocado em risco a sustentabilidade do acesso universal a medicamentos de HIV/AIDS. Em muitos casos, no entanto, a proteção patentária (que possibilita prática de preços altos via monopólio) é concedida de maneira indevida e decorre de práticas abusivas por parte de empresas farmacêuticas transnacionais. Informações de posse do INPI poderiam ajudar grupos da sociedade civil a identificar e enfrentar esses abusos, caso fossem mais acessíveis. No atual sistema de busca do INPI, é muito difícil e demorada a obtenção cópias de pedidos e decisões referentes à análise de patentes, por exemplo. “Na Índia, grupos da sociedade civil tem usado a lei de acesso à informação aprovada em 2005 para cobrar documentos do escritório de patentes e obtido respostas positivas. Esperamos que o mesmo aconteça no Brasil”, afirma o pesquisador da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA), Pedro Villardi, que desenvolveu em 2010 uma metodologia de busca de patentes de medicamentos para AIDS no Brasil, usando a base de dados do INPI, tendo identificado diversas lacunas de informações e documentos. Ao realizar uma série de pedidos de informação na data da entrada em vigor da Lei de acesso à informação, o GTPI pretende estimular uma aplicação efetiva da lei e direcioná-la para temas que tem sido marcados pela falta de transparência. Os pedidos serão encaminhados para os Serviços de Informação ao Cidadão que estão sendo estabelecidos pelo Ministério da Saúde e pelo INPI. | |
sábado, 12 de maio de 2012
Artigo - Saúde: será que é direito de todos?
O não comprimento do que foi assumido pela então candidata a presidente DILMA como o Movimento Social
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domingo, 1 de abril de 2012
SOS: Governo Dilma coloca controle social da Aids em risco de extinção
Como muitos relatórios, estudos e reportagens atestaram ao
longo das últimas décadas, a resposta brasileira à Aids é um exemplo
positivo para o resto do mundo. Também é de conhecimento geral que o
sucesso da política brasileira para o enfrentamento da Aids sempre
esteve pautado num trabalho conjunto entre Estado e sociedade civil
organizada. No entanto, esse importante pilar da resposta brasileira
está desmoronando.
Em uma conjuntura responsável pela crise de recursos, e
até mesmo pelo fechamento de ONGs históricas, que desempenharam um
papel fundamental para a resposta bem-sucedida à epidemia no país, o
poder público responde com silêncio e indiferença à situação grave de
seus supostos parceiros. Não se trata de um problema exclusivo das
ONGs que trabalham com Aids, mas sim de uma crise de modelo que está
abalando ONGs brasileiras cujo papel é fundamental na democratização
no país e na concretização do controle social.
atuação dessas ONGs no monitoramento de políticas públicas e na luta
pela garantia de direitos – ambas ainda muito necessárias -, o governo
tem cada vez mais ignorado as contribuições dessas organizações no
desenho e implementação de políticas, agindo por meio da falta de
transparência e da censura.
Para quebrar o silêncio a respeito dessa crise, a ABIA e
diversas outras ONGs que trabalham com HIV/Aids estão lançando um
manifesto intitulado:
SOS: Governo Dilma coloca controle social da Aids em risco de extinção
Na expectativa de estimular um debate público concreto
sobre essa situação de desmantelamento do controle social no Brasil, a
ABIA pede que esse texto seja divulgado amplamente.
peças visuais que abordam a crise das ONGs e do controle social, para
facilitar o compartilhamento em redes sociais:
http://sosongsbr.tumblr.com/
Ajude-nos a ampliar esse debate e a salvar o controle social no Brasil.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Abaixo veja a resposta do DN.
Mara
Gente, segue abaixo nota do DN sobre a reunião com o SVS e repasse de recursos. Está lá no site do DN. Abs, Claudio
Nota sobre reunião SVS - ONG Aids
Atendendo à solicitação das ONG Aids, com o objetivo de viabilizar a manutenção de seu importante papel na resposta à epidemia da aids, foi realizada, em 22 de março de 2012, reunião com o Secretário de Vigilância em Saúde, Dr. Jarbas Barbosa, e representantes da Secretaria Executiva do MS, do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, e do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis (DEVIT).
As ONG vêm apontando dificuldades para acessar recursos descentralizados e também aqueles oriundos de editais federais. Vale acentuar que, nos três últimos anos, recursos internacionais têm diminuído significativamente em consequência da crise econômica atual e, também, porque o Brasil passou a ser a sexta economia mundial, o que levou os doadores internacionais a financiar outras regiões.
As dificuldades de acesso aos recursos pelas organizações que atuam no enfrentamento da epidemia da aids atinge, também, outras organizações comunitárias, pelas restrições estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que colocou no mesmo patamar fundações, organizações sociais e organizações da sociedade civil de interesse público. Essa situação limitou a transferência de recursos para as organizações que não se enquadram nas exigências da LDO, que requer o Certificado de Entidades Beneficentes da Assistência Social (CEBAS).
Para buscar a solução do problema, foi acordada a criação de um grupo de trabalho com participação de representantes das organizações não governamentais e do governo, para avaliar objetivamente a situação atual das ONG, propor reavaliação específica para facilitar a atuação dessas organizações e, também, propor recomendações para seu financiamento e sustentabilidade.
Nesse sentido, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais já iniciou a preparação de projeto para mapear todas as ONG brasileiras, o que certamente ajudará no estabelecimento de estratégias conjuntas e atenção a esse segmento.
No que diz respeito à redução do financiamento, ocorrido com a descentralização dos recursos da aids, por meio da política de incentivo. Para esse ponto é consenso a necessidade de se buscar alternativas para utilização dos recursos que se encontram parados nas contas dos estados. A Secretaria de Vigilância em Saúde está discutindo, entre as medidas possíveis, a possibilidade de recentralização e/ou medidas compartilhadas entre os estados e o MS, como mecanismo indutor para a utilização dos recursos naqueles estados que enfrentam dificuldades para transferência de recursos às ONG. Como nem todos os estados têm dificuldade para a transferência de recursos, há necessidade de melhor entender o processo para superar as barreiras para a sua efetiva utilização. Essas possibilidades já estão na pauta de discussão em grupo de trabalho estabelecido com CONASS e CONASEMS.
Como medida imediata, está assegurada a manutenção de lançamento de editais através de fundos do acordo de empréstimo do AIDS/SUS, buscando atender às prioridades do enfrentamento da epidemia e parceria com as OSC.
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais volta a afirmar que mantém constante o diálogo com as organizações não governamentais, seja no Conselho Nacional de Saude (CNS), na Comissão Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais (CNAIDS), no Comitê de Articulação com Movimentos Sociais (CAMS), bem como participando e apoiando a realização de seus eventos.
Concluindo, o Ministério da Saúde reafirma seu compromisso de enfrentamento da epidemia do HIV/aids de maneira correta, ética, respeitando os direitos humanos e contra qualquer forma de preconceito e discriminação. Essa política exercida segundo os princípios do SUS teve e sempre terá a participação efetiva da sociedade civil, parceria imprescindível nesse esforço comum.
