Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Tabagismo pode causar infertilidade em mulheres e homens
sexta-feira, 25 de março de 2011
Matérias sobre tabagismo:
Jornalista - MTB 7847
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Fumando Espero - documentário
Roberto Pereira Coordenação Geral Centro de Educação Sexual - CEDUS Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo 20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil Tel: (21) 2544-2866 Telefax: (21) 2517-3293 Cel: (21) 9429-4550 “Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia. Se não ousarmos faze-la, teremos sempre ficado à margem de nós mesmos.” (Fernando Pessoa)
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Fumo reduz efeito de remédios O Dia 13/09/2010
Fumo reduz efeito de remédios
O Dia
13/09/2010
Tabagista precisa de quantidade maior de antibióticos, o que pode aumentar efeito colateral e tornar bactéria resistente
Rio - O cigarro prejudica o tratamento com antibióticos. Foi o que descobriram pesquisadores da Faculdade Leopoldo Mandic, em Campinas, ao verificarem a concentração de antimicrobiano na corrente sanguínea de 30 pacientes, sendo metade fumantes que consomem mais de 20 cigarros por dia. Conclusão: o remédio fez o dobro do efeito nos 15 pacientes não-tabagistas.
O produto usado na pesquisa foi o metronidazol, normalmente usado para doenças da gengiva e infecções ginecológicas. “Em alguns fumantes, a concentração do remédio correspondia quase à metade da quantidade que chegou no sangue dos não-fumantes. É um indício de que pode haver comprometimento da eficácia clínica do medicamento”, explica o pesquisador Rogério Motta.
A consequência é que o tratamento com medicamentos costuma ser mais demorado para quem fuma. “Especialmente no caso de antibióticos, isso pode causar efeitos colaterais, além de contribuir para a resistência da bactéria”, explica Juliana Ramacciato, outra pesquisadora.
Farmacêutica do Hospital do Fundão, Christiane Gomes alerta: “A partir do momento em que se aumenta a dosagem, o medicamento pode passar do nível de eficácia para grau de toxicidade”. Em vez de fazer o efeito desejado, pode causar algum mal, como dor de cabeça, náuseas, vômito, secura na boca e alergia ao remédio.
Fumantes devem estar cientes de que o tratamento pode não ter o efeito esperado. “O procedimento correto seria abandonar o cigarro, pelo menos enquanto estiver usando o remédio”, recomenda Motta.
OUTRAS COMBINAÇÕES PERIGOSAS
Misturas entre remédios, alimentos e bebidas podem causar intoxicação e, em alguns casos, até matar.
REMÉDIOS E BEBIDAS
Paracetamol + álcool: lesões de fígado. O uso recorrente pode matar. Não tome para curar ressaca. Espere 6 horas para beber após usar o analgésico.
Calmantes + cafeína: efeitos do medicamento podem ser anulados. Espere 12 horas para ingerir cafeína, mesmo que em doses pequenas.
Calmantes + álcool: pode diminuir a frequência da respiração e causar parada respiratória.
REMÉDIOS E ALIMENTOS
Broncodilatadores + gordura: remédio perde o efeito esperado e as crises respiratórias voltam muito antes do previsto.
Antibióticos quinolonas + laticínios: leite e derivados neutralizam o antibiótico. Espere três horas para tomar o remédio.
REMÉDIOS E REMÉDIOS
Inibidores de apetite + calmantes: irritabilidade, confusão mental, alteração de batimentos cardíacos e tontura. Não devem ser tomados juntos.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Mulheres fumam mais cedo
Mulheres fumam mais cedo
Mas a proporção das jovens que deixam o tabaco é duas vezes maior do que a dos homens, informa pesquisa
POR CLARISSA MELLO
Rio - Mulheres começam a fumar mais cedo que os homens, mas param em uma proporção duas vezes maior. Foi o que revelou a Pesquisa Especial de Tabagismo, divulgada ontem pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) para marcar o Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado no domingo.
O estudo revelou que, apesar de o número de fumantes no Brasil ter diminuído 45% em 20 anos, os jovens estão começando a fumar mais cedo: com 17 anos em média. A proporção de mulheres que começam a fumar antes dos 15 é 22% maior do que a de homens.

“O fato de as mulheres serem mais precoces não faz com que elas fumem mais. Entre as com menos de 24 anos, a proporção das que deixaram o tabaco é duas vezes maior do que a dos homens”, afirmou o técnico da Divisão de Epidemiologia do Inca, André Sklo.
“Acima de 25 anos, a relação é mais proporcional: 55% mulheres e 53% homens”, ressaltou o profissional.
A pesquisa também apontou que uma em cada cinco pessoas foi exposta à fumaça do cigarro em locais públicos. Os jovens de até 24 anos foram 10% mais expostos ao fumo passivo do que os adultos.
Para a gerente de Divisão de Epidemiologia do Inca, Liz Maria de Almeida, é preciso que a legislação que permite fumódromos em alguns locais seja alterada para impedir o uso de produtos do tabaco em ambientes coletivos e fechados.
“Quanto mais cedo uma pessoa é exposta ao cigarro em ambientes com fumantes, maior a possibilidade de desenvolver câncer”, completou o diretor do Hospital do Câncer I, Paulo de Biasi. A pesquisa — realizada em 51 mil domicílios — tem como objetivo fornecer informações para montar estratégias para a Política Nacional de Controle do Tabaco.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Contrabando na LDO
Contrabando na LDO
Correio Braziliense - 24/06/2010
Relatório diz que a União cobrará da indústria do tabaco a conta pelo tratamento de fumantes
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2011 traz um reforço de recursos até então inédito na área de saúde. Como complemento para o orçamento do setor, um dos mais dispendiosos para qualquer governo, a União deve começar a cobrar das indústrias brasileiras de cigarro a conta pela alta incidência de câncer e de doenças cardiovasculares entre fumantes. Segundo o texto do relatório final da LDO, de autoria do senador Tião Viana (PT-AC), o governo federal passaria a acionar na Justiça as indústrias do tabaco, com o objetivo de ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) pelos gastos com fumantes doentes em razão do cigarro.
A proposta de compartilhar o custeio dos tratamentos com as indústrias que fabricam os cigarros partiu exclusivamente do Legislativo e surpreendeu o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Até o fim da tarde de ontem, ele não sabia que o relatório da LDO apresentado no Senado incluía a medida como fonte de recursos para a saúde pública. Temporão elogiou a iniciativa e disse que vai analisar o texto em discussão no Congresso. “Sempre defendi que as indústrias que fabricam produtos potencialmente nocivos à saúde participassem, de uma forma ou de outra, do financiamento do tratamento das doenças pelo sistema público”, afirmou ao Correio.
Além de focar o cigarro, uma droga lícita, o relatório da LDO em apreciação no Senado prevê mais recursos para o combate ao crack, a droga que mais avança entre os jovens e que passou a ser alvo de sucessivas campanhas dos governos federal e estaduais. Não deve haver limitação de empenhos, conforme o texto da LDO, de despesas do Ministério da Saúde referentes à prevenção do consumo e ao tratamento de usuários do crack. O valor destinado ao combate à droga pode ficar em torno de R$ 100 milhões.
Saúde
No caso do cigarro, o senador Tião Viana sustenta que a cobrança das indústrias de tabaco deve fazer parte da lei orçamentária porque os gastos com os problemas de saúde de fumantes têm impacto relevante nas despesas do Ministério da Saúde e “tiram recursos de outras áreas”. O relator da LDO sugere que a obrigação de ressarcimento de pessoas com câncer ou com problemas cardiorrespiratórios pode ser estabelecida por meio de uma portaria editada pelo governo, após o Congresso aprovar a sugestão incluída na LDO.
“O SUS atende a todos, cobre o tratamento das pessoas com câncer e doenças cardiovasculares”, disse o ministro da Saúde. Temporão defende que a indústria do tabaco participe com “recursos extras” no tratamento, principalmente a partir do aumento do preço final do maço de cigarro. “No Brasil, esse preço é muito barato, nem se compara com outros países. “As indústrias de cigarro sustentam que ainda não foram informadas sobre a inclusão da medida no relatório da LDO.
Cortesia Clipping Bem Fam (24/06/010)
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Restrição ao cigarro reduz internações hospitalares, diz estudo
Restrição ao cigarro reduz internações hospitalares, diz estudo
16 de abril de 2010
Estadão
Foram analisados estudos internacionais que descreviam proibições legislativas ao fumo
Uma revisão de 50 estudos internacionais sobre os efeitos da proibição do fumo em locais públicos indica que esse tipo de medida reduz a exposição ao fumo passivo e as internações hospitalares por problemas cardíacos. O trabalho, encabeçado pela pesquisadora Joanne E. Callinan, do Centro de Saúde Milford, na Irlanda, foi realizado para a Cochrane Colaboration, uma organização sem fins lucrativos de levantamento de informações médicas.
Exame genético pode detectar fumantes com alto risco de câncer
"Houve evidência consistente da redução de internações hospitalares por eventos cardíacos, bem como a melhoria de alguns indicadores de saúde" após a proibição do fumo, escrevem os autores num resumo do trabalho.
Foram analisados estudos que descreviam proibições legislativas ao fumo, e que tivessem um período de acompanhamento de pelo menos seis meses das mudanças nos comportamentos relativos ao tabaco.
Os pesquisadores não encontraram variações expressivas no fumo passivo dentro de automóveis ou em residências, mas "evidência consistente" de queda no fumo passivo em locais de trabalho, restaurantes, bares e áreas públicas.
Os autores concluem que a imposição de leis proibindo o fumo leva a uma redução da exposição ao fumo passivo. A população mais beneficiada, segundo o levantamento, foram os funcionários da indústria da hospitalidade, como hotéis e restaurantes.
Há pouca evidência do impacto dessas medidas no fumo ativo, mas a tendência, diz o trabalho, é de queda. Os autores também notam que o apoio popular às proibições cresce depois que são implementadas.
Cortesia Clipping Bem Fam(16/04/010)
segunda-feira, 29 de março de 2010
Olha o perigo da propaganda
Propaganda de cigarro conquista as adolescentes
TARSO ARAUJO
da Folha de S.Paulo
Os cigarros vendidos nesta embalagem são finos, delicados. Alguns trazem como brinde batons com sabor de morango e joias para celular.
| Divulgação |
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| Anúncio norte-americano do Camel nº9; campanha do cigarro seria para mulheres |
Com essa apresentação, o Camel nº 9 foi lançado e divulgado, em 2007, em revistas femininas dos Estados Unidos -onde se permite a propaganda de tabaco.
Cigarro para meninas? Segundo o fabricante, R. J. Reynolds, não. O alvo eram mulheres adultas, declarou a companhia em comunicado.
A campanha, no entanto, atingiu as adolescentes americanas, como mostra uma pesquisa publicada neste mês na revista "Pediatrics".
O estudo acompanhou 1.036 crianças que tinham de dez a 13 anos em 2003. Uma vez por ano, até 2008, elas responderam questões como "qual seu anúncio de cigarro favorito?".
A proporção de meninos que citavam alguma marca não mudou no período. A de meninas, porém, pulou de 34% para 44% no último ano da pesquisa -em 2008, exatamente após o lançamento do Camel nº 9.
"É uma evidência definitiva de que [os fabricantes do cigarro] violaram o acordo", diz John Pierce, autor do estudo, citando acordo de 1998 em que a indústria do tabaco se comprometia a não direcionar suas propagandas a adolescentes.
Na época do lançamento do produto, houve protestos de associações anticigarro e a campanha da marca foi interrompida. Mas a polêmica deu ainda mais evidência ao produto.
O estudo vem à tona na semana em que a FDA (agência americana que regula remédios e alimentos) aprovou uma regra que proíbe a venda de cigarros para menores de 18 anos e aumenta as restrições de anúncios de produtos de tabaco.




