Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador AIDS entre jovens. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

BEM FAM -CLIPPING - 22/ago./ 2012

CLIPPING - 22/ago./ 2012
LEIA MAIS, SEJA MAIS

O pico populacional (artigo)- A demografia não costuma definir o tamanho ótimo de uma população, pois existem dúvidas entre os estudiosos se existe um número ideal de pessoas. No entanto, é comum se ouvir a seguinte pergunta: quantos habitantes a Terra pode suportar? O demógrafo Joel Cohen buscou responder esta pergunta no livro “How Many People Can the Earth Support? (1995)”. Mas a resposta do autor não foi determinística. A quantidade de pessoas que o Planeta pode sustentar depende do padrão de consumo e do estilo de vida. Porém, uma coisa está ficando cada vez mais clara: a humanidade está chegando, já chegou ou vai chegar em breve aos limites do Planeta, pois enquanto a população e a economia mundial crescem, a natureza e as demais espécies murcham e definham.
Descriminalização, planejamento familiar e redução de danos - As complicações decorrentes do aborto são a quarta causa de morte materna, e estima-se que um milhão de gestações sejam interrompidas por ano no país. “O cálculo é feito segundo as internações decorrentes de aborto induzido. Para cada internação, supõe-se que outros três foram realizados sem resultar em complicação”, explica Maria do Carmo Leal, coordenadora do projeto Nascer no Brasil: Inquérito sobre parto e nascimento, realizado pela Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz). Os resultados preliminares do estudo revelaram que apenas 45% das mulheres planejaram a gravidez. “A gravidez vem acontecendo por acidente, e o Ministério da Saúde precisa ficar alerta e trabalhar melhor a questão da contracepção”, afirma Maria do Carmo. Já foram entrevistadas 22 mil mulheres grávidas em todos os estados do país, desde 2010, com o objetivo principal de conhecer as complicações maternas e as dos recém-nascidos, de acordo com o tipo de parto no país.“O planejamento familiar é importante não apenas por questões econômicas, mas também psicológicas”, aponta a pesquisadora, “As mulheres mais pobres, as adolescentes e as menos instruídas admitiram com maior frequência que tentaram interromper a gestação. O sistema de saúde tem que discutir a questão do aborto”, defende Maria do Carmo. Desde 2008, não há registro de mortalidade materna decorrente de aborto no país. “A legislação proibitiva não é eficaz para prevenir o aborto e, ao mantê-lo na clandestinidade, não há oportunidade de evitar sua repetição”, observa o médico. “Quando o aborto é legal e realizado dentro do sistema de saúde, se dá aconselhamento em planejamento familiar e se inicia o uso de métodos seguros e eficazes”, ressalta.
Participação de mulheres na política cresceu nos países da América Latina e Caribe - A participação feminina na política latino-americana e caribenha vem crescendo consideravelmente na última década, de acordo com o relatório Estado das Cidades da América Latina e Caribe, divulgado hoje (21) pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat). Nos legislativos locais, o número de vereadoras já alcança 22%. Em 1999, eram apenas 14%. As ações afirmativas são citadas como importantes ferramentas para a diminuição das desigualdades de gênero. Conforme o relatório, os países que implementaram algum tipo de lei nesse sentido são os que apresentaram avanços na participação feminina na política.
Grupos de defesa dos direitos da mulher esperam que leis sejam cumpridas - Os direitos femininos também estão discriminados na Política Nacional de Atenção à Saúde da Mulher, documento do Ministério da Saúde que ressalta a importância de ações preventivas. Para Paula Viana, integrante e fundadora da Rede Feminista de Saúde, prevenção e educação sexual são fundamentais, já que podem diminuir a mortalidade por cânceres de mama e ginecológicos e abortos inseguros, além da contaminação por Aids. Mas, para que todas as reivindicações sejam atendidas, Márcia lembra que é preciso investimento. "Temos as secretarias da mulher, mas, por conta do orçamento, muitos projetos não têm continuidade e, sem continuidade, os projetos sociais não dão resultado". Já Sílvia, do SOS Corpo, aponta a postura dos políticos diante da causa feminina como a grande dificuldade. "Uma coisa é um evento para mulheres, entrega de prêmios de reconhecimento pelo trabalho; outra é ter propostas para promover a igualdade de gênero”, alfineta. Ela acredita que seria interessante para a cidade se os candidatos estudassem os resultados dos congressos feministas.Para essas eleições municipais, o Fórum de Mulheres, articulação feminista que inclui o SOS Corpo, Instituto Papai e o Grupo Curumim, por exemplo, decidiu não apoiar nenhuma candidatura. A atuação do grupo vai se concentrar no diálogo com alguns partidos e com a população, orientando como a política pode assegurar os direitos da mulher.
Sem vacina, País acumula mortes por câncer de colo - Sem política de vacinação contra o Papiloma vírus (HPV), o Brasil enterra uma mulher a cada hora vítima do câncer de colo de útero. Mesmo com a alta incidência — 50 casos novos por dia — nenhuma capital oferece as três doses do antígeno pelo Sistema Público de Saúde (SUS).
Pesquisadores e especialistas no tratamento da doença, que participaram ontem de um seminário fechado em São Paulo, alertaram que os gastos com tratamento superam o que seria investido em campanhas de vacinação em massa. “Sem combate primário ao vírus, perde-se dinheiro em tratamentos cirúrgicos ou a laser. É um caso de cobertor curto”, ressalta Felipe Lorenzato, pesquisador de Patologia Molecular da University College London. O grupo médico sugere a vacinação de mulheres que já têm vida sexual a partir dos 15 anos. E estima que o governo pagaria cerca de R$ 30 por dose, em compras de grandes lotes. O Ministério da Saúde não tem, no entanto, previsão de vacinação.
Brasil relaxou no controle da Aids, afirma manifesto - Manifesto lançado ontem por 14 instituições e 54 pesquisadores e ativistas do movimento anti-Aids aponta sérios problemas no controle da epidemia da doença no país. Entre eles estão o aumento no número de casos e de mortes. Dados do Ministério da Saúde mostram que o número de casos passou de 33.166, em 2005, para 37.219, em 2010 (aumento de 12%). No mesmo período, as mortes pularam de 11.100 para 12.073 (aumento de 8,8%). "Não é uma situação esperada. Com a melhoria do tratamento, deveríamos estar reduzindo o número de óbitos. Se tivéssemos uma política de prevenção efetiva, não teríamos tantos casos novos", afirma Alexandre Grangeiro, pesquisador da USP que assina o manifesto.
Secretário diz que número de casos é estável - O secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, questionou a leitura dos dados da Aids feita pelo manifesto. "O óbito aumentou entre aspas. A população aumentou, então a taxa de mortalidade está estabilizada." Sobre o percentual de gestantes com o vírus em tratamento, Barbosa afirma que dados de 2011 mostram que também há estabilidade.
Segundo o secretário, a política de Aids é aberta no país, discutida periodicamente com especialistas e a sociedade civil. "Algumas questões que eles colocam como inquietações são compartilhadas, estamos fazendo políticas para atendê-las." As preocupações, diz, são a aproximação com os grupos mais vulneráveis (como jovens gays) e testes precoces para a doença.
Baixa adesão no combate ao crack - Presidido pelo ministro Alexandre Padilha, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) vai cobrar, em reunião marcada para amanhã, mais recursos ao programa Crack, é possível vencer, lançado pela presidente Dilma Rousseff no fim do ano passado. O colegiado pretende pedir um extra de até 15% do valor previsto inicialmente - R$ 4 bilhões até 2014. Apesar da reivindicação, a verba mal começou a ser gasta. Até agora, somente R$ 1,3 bilhão foram comprometidos para serem aplicados nos três anos de programa. Das 27 unidades da Federação, apenas 12 aderiram ao plano. Enquanto o governo diz que está tudo dentro do cronograma, especialistas criticam a iniciativa. O conselheiro nacional Clóvis Boufleur reconhece que o programa passa por um momento de fragilidade por não apresentar resultados expressivos. "Certamente a gente tem pouco conhecimento do índice de sucesso para poder, inclusive, pedir aumento. Qual o índice de sucesso dos programas de governo na área de saúde mental? Não tenho essa informação", explica.
Uso de antibióticos em bebês com menos de seis meses de idade pode levar à obesidade - Dar antibióticos a bebês com menos de seis meses de idade pode levá-los a ser crianças gordinhas, de acordo com um estudo [Infant antibiotic exposures and early-life body mass] publicado nesta terça-feira. “Nós normalmente consideramos obesidade uma epidemia provocada por dieta pouco saudável e falta de exercício, mas cada vez mais estudos sugerem que é mais complicado do que isso”, afirmou o co-autor da pesquisa, Leonardo Trasande, da Escola de Medicina da Universidade de Nova York (NYU).
“Micróbios em nossos intestinos podem ter papéis críticos em relação a como absorvemos calorias, e a exposição a antibióticos, principalmente no início da vida, pode matar as bactérias saudáveis que influenciam a forma como absorvemos nutrientes em nosso corpo, e que, caso contrário, nos deixariam magros”. “Embora sejam necessários mais estudos para confirmar nossas descobertas, este estudo cuidadosamente conduzido sugere que os antibióticos influenciam o ganho de peso em humanos, especialmente em crianças”. O estudo foi publicado no International Journal of Obesity.
Frente quer 10% do orçamento para a saúde - A Frente Parlamentar da Saúde no Congresso Nacional não desiste da emenda constitucional que destina 10% dos recursos da União para os serviços de saúde em todo o país. É praticamente a mesma luta desde que a bancada foi criada há 17 anos. A frente hoje reúne 249 deputados e senadores, já conseguiu aprovar a Emenda 29 da reforma constitucional estabelecendo que os municípios destinem 15% e os Estados 12% de seus orçamentos à saúde, mas tem esbarrado sempre na resistência do governo federal em aumentar as verbas para o Sistema Único de Saúde (SUS). "A Frente Parlamentar da Saúde tem sido um instrumento positivo para a sociedade, mas sem conseguir ampliar os recursos da União para o setor não consegue dar a sua maior contribuição à saúde dos brasileiros", diz o deputado Darcísio Perondi (PMDB/RS), que preside a bancada. "Um orçamento de R$ 72 bilhões para um sistema universal de atendimento à saúde de 200 milhões de pessoas num país que está envelhecendo e não investe em saneamento é menos do que gastam alguns países africanos", diz o deputado da Frente Parlamentar.
Software da UFRJ ajuda a detectar a tuberculose-Um software desenvolvido pela Coppe-UFRJ pode tornar mais rápido e eficiente o diagnóstico da tuberculose, a partir da análise de um questionário respondido pelo grupo de risco. O Sistema Neutral TB armazena dados sobre os diversos sintomas dos pacientes com suspeita da tuberculose e avalia as estatísticas das informações, assim como identifica os que têm alta probabilidade de ter a doença e em que grau a enfermidade está. - Com o sistema, as chances de erros do diagnóstico diminuem e fica mais fácil gerenciar recursos dos postos de saúde - diz o engenheiro elétrico e matemático José Manoel de Seixas, professor da Coppe/UFRJ, coordenador do projeto financiado pela Faperj. A tuberculose, frequentemente associada à pobreza, ainda representa um desafio para a saúde pública. O bacilo da tuberculose é uma bactéria transmitida pelo ar, e as casas apertadas, úmidas e tomadas pelo mofo, comumente encontradas nas favelas cariocas, podem acelerar o desenvolvimento da doença. A favela da Rocinha, por exemplo, tem um dos piores resultados e uma das maiores taxas de tuberculose no mundo. A incidência de 2010 foi de 386,7 casos por cem mil habitantes.    
Especialistas criticam exagero no Código Penal - Em audiência pública no Senado ontem, representantes de entidades do meio jurídico criticaram o excesso de penas incluídas no projeto de lei sobre a Reforma do Código Penal. O texto elaborado por um grupo de juristas está em análise em comissão especial de senadores que têm até 5 de setembro para apresentar emendas à proposta. Para os especialistas convidados, além de o prazo para discutir o projeto ser curto, o excesso de punição imposto pela matéria poderá sobrecarregar ainda mais o sistema carcerário.O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, disse que o órgão criou um grupo para avaliar o projeto e sugerir mudanças, mas ainda não tem posicionamento fechado. "O Código Penal não pode ser visto como a tábua de salvação de todos os problemas ou um simples instrumento de punição. Da forma como está, daqui a pouco no lugar do Minha Casa, Minha Vida, haverá o Minha Cela, Minha Vida".
Taís Schilling também considerou exagerada a proposta de criminalizar o bullying. Segundo o texto, a "intimidação vexatória" verbal ou física contra crianças e adolescentes poderá ser punida com prisão, no caso de maiores de idade. "Essa de fato é uma questão muito grave, mas me parece um pouco de exagero levar para a delegacia um assunto que deve ser resolvida no ambiente escolar, investindo na conscientização", argumentou a conselheira. Todos os convidados ressaltaram ainda que o tempo para a discussão dos mais de 500 itens do novo Código Penal proposto é insuficiente. Diante da concordância de alguns senadores, o relator do texto, Pedro Taques (PDT-MT), admitiu a possibilidade de que o prazo seja prorrogado. Por enquanto, a data máxima para que o relatório final seja votado, após a apreciação das emendas, é 4 de outubro. Em seguida, o projeto segue ao plenário do Senado e depois para a Câmara dos Deputados.
IBGE e Secretaria divergem sobre número de crianças sem identidade - A menina Yasmin de Moura Camilo, de seis anos, que morreu vítima de bala perdida na comunidade de Costa Barros, na Zona Norte do Rio, no domingo (19), não tinha certidão de nascimento. Para não enterrá-la como indigente, a família teve que tirar, ao mesmo tempo, as certidões de nascimento e de óbito. Mas Yasmin não é um caso isolado. Os dados do Censo de 2010 do IBGE mostram que no Brasil 69.829 crianças de 0 a 10 anos não possuem o registro civil de nascimento (RCN). Pela mesma pesquisa - realizada pela primeira vez no país -  no estado do Rio são 6.330 menores nesta situação e no município do Rio, 2.305.


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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Rede de jovens vivendo com HIV e aids lança site

Rede de jovens vivendo com HIV e aids lança site
APOIO






 

06/07/2012

Com o objetivo de fortalecer suas estratégias de divulgação e integração da juventude na internet, a RNAJHVA (Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids), lançou na última terça-feira, 03 de junho, o site oficial da organização - jovenspositivos.org.br. Durante o lançamento, que aconteceu em Brasília, também foi apresentado um projeto voltado para a formação de ativistas virtuais.

Segundo o departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, na apresentação do site, o coordenador da RNAJVHA, José Rayan, falou da proposta de utilizar a internet para dialogar com adolescentes e jovens soropositivos que vivem no anonimato. Segundo ele, a ideia é que o espaço virtual sirva como ferramenta de acolhimento e interatividade para este público, ampliando o número de membros filiados à Rede. “No site, o jovem poderá conhecer nossas ações, se identificar com a juventude que vive com aids e, consequentemente, saber que não está sozinho nessa luta”.

Ativismo virtual

O departamento informou que, além do site, outra ação de comunicação que a Rede de Jovens está desenvolvendo é o #Projeto Ativist@s, que pretende formar ativistas para atuar nas redes sociais, como o Facebook e o Twitter. O grupo vai contar com quinze jovens, que vão passar por uma capacitação sobre ativismo virtual.

“O jovem passa grande parte do tempo nas redes sociais, recebendo todo o tipo de informação, na maioria das vezes, de forma errada. Os ativistas virtuais vão poder esclarecer dúvidas, denunciar mensagens discriminatórias e acolher a juventude soropositiva”, afirmou o coordenador da RNAJVHA, José Rayan.

domingo, 1 de julho de 2012

Cerca de 30 mil novos casos de AIDS são registrados todos os anos no Brasil




Entrevista com Eduardo Barbosa do Departamento de Aids e Hepatites Virais - MS, Lucinha Araujo - Sociedade Viva Cazuza e Ivone de Paula do CRT São Paulo.
Globo News:
http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/t/assunto-em-debate/v/cerca-de-30-mil-novos-casos-de-aids-sao-registrados-todos-os-anos-no-brasil/2017411/

Cerca de 30 mil novos casos de AIDS são registrados todos os anos no Brasil

Menos da metade das pessoas contaminadas não sabem ou ainda não fizeram o teste, e o aumento no número de casos entre os mais jovens e os mais maduros preocupam.

Cerca de 30 mil novos casos de AIDS são registrados todos os anos no Brasil
Menos da metade das pessoas contaminadas não sabem ou ainda não fizeram o teste, e o aumento no número de casos entre os mais jovens e os mais maduros

Menos da metade das pessoas contaminadas não sabem ou ainda não fizeram o teste,...


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"

segunda-feira, 28 de maio de 2012

ABIA nas redes sociais

ABIA nas redes sociais
         
             Nos últimos cinco anos, a ABIA vem ampliando as formas de divulgação de suas propostas, atividades e projetos. Além do site e do e-mail institucional, hoje a organização interage e divulga informações a partir de contas em diferentes redes sociais e plataformas, tais como o Youtube, Facebook, Twitter e uma série de blogs.
 
              Confira a seguir os endereços para acessar os perfis da ABIA e de seus projetos nas diferentes redes sociais e comece hoje mesmo a curtir, compartilhar e seguir os nossos conteúdos, com informações e importantes debates no contexto da epidemia da AIDS, dos direitos humanos, políticas de saúde e sexualidade!
 
 Site da ABIA:  http://www.abiaids.org.br
 
 
Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual (GTPI)
   
             Atualmente, a ABIA coordena o Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (GTPI / Rebrip). Composto por um coletivo de organizações e pesquisadores independentes de várias partes do Brasil, O GTPI é  o único grupo advogando por uma perspectiva de interesse público no campo  de acesso a medicamentos e propriedade intelectual, focando em ações coletivas e resistência a concessão de patentes farmacêuticas indevidas. Nos canais do GTPI você encontra detalhes sobre a atuação do grupo, noticias sobre acesso a medicamentos e patentes, e análises sobre leis, decisões judiciais e administrativas nessa área.

 Blog: http://www.deolhonaspatentes.org.br/default.asp
Facebook:http://www.facebook.com/profile.php?id=100001606351565
Twitter: .https://twitter.com/#!/GTPI
Youtube: http://www.youtube.com/user/GTPIRebrip
Flickr: http://www.flickr.com/photos/gtpi


Observatório de Sexualidade e Política (SPW)

            O site do SPW, disponível em inglês, português e em espanhol, e os respectivos perfis nas redes sociais reúnem informações acerca das questões de sexualidade no mundo. A partir de artigos, matérias, estudos e outras análises e publicações sobre direitos sexuais e reproutivos, gênero e diversidade sexual, os canais de comunicação do SPW apresentam debates, bem como iniciativas e políticas em sua relação com a sexualidade em diferentes regiões globais. 


Site em inglês: http://www.sxpolitics.org
Site em português: http://www.sxpolitics.org/pt
Site em espanhol: http://www.sxpolitics.org/es
Facebook: https://www.facebook.com/pages/SPW/115794808480477
Twitter: http://www.twitter.com/sxpolitics
Youtube: http://www.youtube.com/sxpolitics
Flickr: http://www.flickr.com/photos/sexualitypolicywatch


Homossexualidades e Prevenção

            Desde a criação do “Projeto Homossexualidades” em 1993, a ABIA vem realizando uma série de atividades e produzindo materiais destinados a este público como, por exemplo, oficinas temáticas, intervenção em espaços de socialização gays, pesquisas, guias, boletins, livros, materiais educativos (pôsteres, panfletos, porta-camisinhas, cartões), filmes etc, estimulando, portanto, a discussão de assuntos ligados a homossexualidade. Atualmente o projeto conta com um blog e página no facebook.
 Blog: http://hsh.abiaids.org.br/HSH2/babados
Facebook:https://www.facebook.com/projetohsh.abia


Projeto Terceira Idade, Homossexualidade e Prevenção das DSTs/HIV/AIDS
 
            No dia 1º de setembro de 2011, a ABIA deu início ao projeto “Terceira Idade, Homossexualidade e Prevenção das DSTs/HIV/AIDS”. O objetivo é o de contribuir para a diminuição da vulnerabilidade de HSH de terceira idade ao HIV e outras DSTs, com a melhora do acesso a informações corretas, atualizadas e adequadas sobre HIV/AIDS, saúde e DSTs, além de estimular a implementação de políticas e ações de saúde para esta população e criar referencias culturais positivas sobre envelhecimento e homossexualidade, resgatando a história comunitária e reforçando as redes de apoio social. Atualmente o projeto conta com um blog.

Blog:  terceiraidadehsh.blogspot.com .
 
 
Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) 
Av. Presidente Vargas, 446/13º andar - Centro 
Rio de Janeiro/RJ 
Cep. 20071-907 
Tel. 21 - 2223-1040 begin_of_the_skype_highlighting            21 - 2223-1040      end_of_the_skype_highlighting  
Endereço eletrônico: www.abiaids.org.br


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Cazu Barroz convida para campanha"Atitude contra a Aids"



Ministério da Saúde - Lança Campanha "Atitude contra a Aids"

 
Olá amigos e fas, estou aqui em mais uma campanha contra a aids. Estão comigo nesta campanha os artistas Scheila Carvalho, David Brazil, Luis Salém, Zezeh Barbosa, Gracyanne Barbosa, Isabelita dos Patins, e Nando Cunha
Assista a campanha

Curta a página no face


Saudações Bandeirantes

Cazu Barroz
Coordenador Comissão Nacional Programa Saúde do Jovem
Federação de Bandeirantes do Brasil

Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Jovens ativistas discutem hoje(30/03) dados da epidemia de Aids @alemelc


Jovens ativistas discutem hoje dados da epidemia de Aids

Com a participação da técnica do Núcleo de Populações Mais Vulneráveis do Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo, Márcia Giovanetti, os participantes do projeto Jovens Ativistas discutiram na manhã desta sexta-feira o histórico e os dados atuais da epidemia de Aids no Brasil.
A discussão, que conta também com a colaboração da interlocutora do GVE de São José do Rio Preto, Zulmira Meireles, debateu, entre outros assuntos, as dificuldades na adesão ao tratamento antirretroviral, os índices e tendências da epidemia de Aids no país, com destaque para os dados do Estado de São Paulo.

Vulnerabilidades às DST/AIDS e homofobia
Por que gays, outros HSH e travestis são mais vulneráveis às DST/AIDS que outros segmentos populacionais? Esse foi o tema da oficina realizada ontem, na abertura do curso, pelo coordenador do Instituto Joana D’arc, Luiz Eduardo dos Santos. Para Luiz Eduardo é necessário um foco especial nas ações para a população jovem. “Precisamos dar atenção à epidemia junto ao segmento mais jovem. E a população de jovens gays é uma das mais significativas, visto que além da vulnerabilidade inerente a sua faixa etária, como a dificuldade de interiorizar as práticas de prevenção, tem que lidar com questões como estigma, discriminação e a sua identidade sexual”.
Na oficina, os participantes discutiram os conceitos de vulnerabilidade a partir da evolução do histórico da forma de percepção e combate à epidemia. Nessa perspectiva, abordou a interação entre a homofobia como fator estruturante dessas condições.
O Projeto
O projeto Jovens Ativistas é uma iniciativa da Associação de Populações Vulneráveis em parceria com o Programa Estadual de DST/AIDS e tem o objetivo de qualificar jovens gays e travestis para incidência política nos processos de planejamento e monitoramento da política de enfrentamento a Aids nos municípios prioritários do Estado.
Essa iniciativa está pensada nos marcos do plano prioritário para gays, outros HSH e travestis de São Paulo e reforça as ações no âmbito do protagonismo juvenil. “Existe uma necessidade imensa de se estimular a participação de novas lideranças no processo de prevenção ao HIV e no controle social. Neste sentido, iniciativas como da APV são fundamentais para esta recomposição”, conclui o coordenador do Instituto Joana D’arc.

Serviço
As atividades seguem até terça-feira, 03 de abril, no Augustus Plaza Hotel em São José do Rio Preto. Melhores informações: www.vulneraveis.org/jovensgays

--
Alessandro Melchior
Twitter: @alemelc

quarta-feira, 28 de março de 2012

Jovens e o HIV (texto)CLAUIDIO FELIX OU GLAUCO CASTILHO FB





28 de Março de 2012 11:30
Via FB GlaucoParticularParticular
Voces sabiam que o numero de portador es do hiv aumenta cada vez mais de uma forma assombrosa em nosso s menor es de idade?
Está na hora de nos unirmos para ajudá-los.
Ate quando vamos continuar não querendo enxergar essa realidade a qual de uma forma consciente ou inconsciente somos responsáveis também pela nossa própria promiscuidade incentivando sim a esses jovens a acharem que nosso meio é apenas um conto de fadas .
Devemos mostrar a a eles a consequência da promiscuidade é por esse motivo e estando a frente de uma das comunidades GAY no brasil que venho através dessa pedir para que todo s nós que lideramos algumas dessas comunidades venhamos nos unirmos para que todo s nśs junto s possamos criar um grande movimento de conscientização contra a nossa promiscuidade .
È nosso dever e obrigação com esse s jovens.

ATENCIOSAMENTE CLAUIDIO FELIX OU GLAUCO CASTILHO

AVISO:Texto corigido por Nilo G. Borgna Ativismocontraaidstb

sexta-feira, 9 de março de 2012

FALA AÍ!! SAIBA O QUE ESTÁ ROLANDO NO CANAL DE VÍDEOS DA RNAJVHA

FALA AÍ!! SAIBA O QUE ESTÁ ROLANDO NO CANAL DE VÍDEOS DA RNAJVHA

2012-03-07 23:12

A Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV-Aids estreia seu canal de vídeos com depoimentos de várias personalidades do movimento de luta contra a Aids, gestores e diretores de agêcnias internacionais. A partir de agora vamos contar com mais esta ferramenta de transparência e visibilidade das nossas ações.
 
Entre no nosso canal no YouTube e confira!!
 
 


Leia mais: http://jovenspositivosbrasil.webnode.com.br/news/fala-ai-saiba-o-que-esta-rolando-no-canal-de-videos-da-rnajvha/
Crie seu site grátis: http://www.webnode.com.br
 
 

Jovens com HIV-Aids querem o fortalecimento do ativismo feminino

Jovens com HIV-Aids querem o fortalecimento do ativismo feminino

2012-03-08 14:33
 
No dia internacional da mulher (8), a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV-Aids firma parcerias para realizar um seminário nacional de meninas soropositivas. O objetivo é integrá-las em ações de vivência e na construção de propostas de políticas públicas voltadas para este público.  Para isso, a Rede de Jovens iniciou negociações em busca de apoio para a realização do evento com técnicos do Departamento de Apoio à Gestão Estratégica e Participativa, da Secretaria de Gestão Participativa, do Ministério da Saúde, na sede do órgão, em Brasília (DF).
 
O Departamento assumiu o compromisso de apoiar o encontro de meninas vivendo com HIV e Aids, ampliando o debate com outras secretarias do governo, como a de Direitos Humanos e da Saúde do Adolescente, por exemplo. “Queremos falar com essas meninas sobre equidade, questões de raça e gênero, além de fazer uma aproximação com a juventude rural”, afirmou a coordenadora da Coordenação-Geral de Apoio à Gestão Participativa ao Controle Social, Kátia Maria Barreto Souto.
José Rayan busca apoio para realizar encontro de meninas
 
De acordo com o coordenador da Rede de Jovens, José Rayan, o seminário de meninas vivendo com HIV-Aids é uma das demandas prioritárias do movimento juvenil de Aids. “O encontro, além de promover o emponderamento e a equidade, fará um diagnóstico de como o ativismo das mulheres pode ser decisivo na construção das politicas de saúde com foco em DST-AIDS”, argumentou.
Natasha, jovem vivendo com HIV-Aids, coordena a RNAJVHA no Sudeste
 
A jovem Natasha Ferreira é coordenadora da RNAJVHA na região Sudeste. Para ela, a luta contra a Aids evoluiu no tratamento e na política de controle social, mas as mulheres vivendo com HIV-Aids ainda precisam vencer  algumas vulnerabilidades sociais. “Fomos educadas a cuidar do outro e muitas vezes nos esquecemos de cuidar da gente. É hora da mulher positiva crescer, se fazer ouvida, avançar na negociação do uso do preservativo, encarar o preconceito, superar o estereótipo de beleza imposto pela mídia”, avaliou.


Leia mais: http://jovenspositivosbrasil.webnode.com.br/news/jovens-com-hiv-aids-querem-o-fortalecimento-do-ativismo-feminino-/
Crie seu site grátis: http://www.webnode.com.br

quinta-feira, 8 de março de 2012

Reunião da REAJVCHA-RJ de Março-Convite Aos Jovens

 
 
Se poss~ivel, divulgue.
Ana Bontempo
 
Bom dia!

Através deste eu gostaria de compartilhar o convite e também pedir ajuda para divulgação.

Um abraço.

Damiana.
REAJVCHA-RJ
Facilitadora





 
           


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domingo, 26 de fevereiro de 2012

ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV E AIDS SE ARTICULAM PARA REALIZAR ENCONTROS REGIONAIS


ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV E AIDS SE ARTICULAM PARA REALIZAR ENCONTROS REGIONAIS

2012-02-26 19:24
 
 
Com o objetivo de oferecer espaços de troca de experiência, além de incentivar e fortalecer o ativismo juvenil, a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e Aids vai realizar, este ano, encontros  de vivência e acolhimento em todas as regiões do País. Para isso, o  coordenador da Rede, José Rayan, inicia esta semana uma série de reuniões nos estados que vão sediar os eventos. A proposta da agenda, que vai acontecer entre os dias  28 de fevereiro e 09 de março, é debater as estratégias para a realização dos encontros regionais com as lideranças locais, dirigentes de ONGs,  e coordenadores municipais e estaduais de DST/Aids.
 
A primeira reunião acontecerá na próxima terça-feira (28), em Belém (PA). Na capital paraense, a ONG OMT (Organização Trajetória Mundial) deve ficar responsável pela logística do encontro de adolescentes e jovens da região Norte. Assim como nas demais regiões, a formação da comissão política dos eventos ficará sob a responsabilidade dos representantes regionais da RNAJVHA.  
 
Após a agenda em Belém, será a vez da região Nordeste discutir a metodologia do encontro de adolescentes e jovens vivendo com HIV e Aids. Nos dias 01 e 02 de março, acontecerão reuniões no SAE Adolescente de São Luís (MA) e na sede da ONG Solevida, também na capital maranhense. A agenda seguinte acontecerá em Vitória (ES), no Fórum de ONG/AIDS do Espirito Santo na região Sudeste, no dia 04. A última região a ser visitada será o Centro Oeste. As reuniões acontecerão em Goiânia (GO), nos dias 06 e 07 na ONG AAVE (Aids, Apoio, Vida, Esperança).
 
Depois das visitas aos quatro estados, a coordenação da Rede de Adolescente e Jovens vai apresentar, nos dias 08 e 09, em Brasília (DF) os encaminhamentos das reuniões realizadas aos  Departamentos de Apoio à Gestão Estratégica e Participativa e de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, que estão financiando as viagens. “Este momento será decisivo no processo de construção dos encontros regionais. Fortalecer o trabalho de base é chegar mais perto dos adolescentes e jovens que ainda estão no anonimato e não conseguem ser protagonistas das suas próprias histórias”, comemora José Rayan.
 
Para o diretor adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Eduardo Barbosa, o apoio aos encontros regionais é uma afirmação da política do SUS, que prevê a participação do cidadão na formulação e monitoramento de suas diretrizes. “A RNAJVHA ocupa espaços políticos e se manifesta em diferentes situações com críticas positivas que apontam falhas e avanços nas respostas, principalmente as governamentais. Os encontros vão possibilitar a inclusão de um número maior de jovens e adolescentes envolvendo-os neste planejamento”, avaliou.
 
A região Sul ficou de fora da agenda porque ainda está em busca de apoio das instituições parceiras para a realização do encontro regional. Após a denifinição do calendário e da logística do evento, a região passará pelo mesmo processo de discussão que as demais estão passando.
 
AGENDA
 
BELÉM - PA
28  DE FEVEREIRO  
                                                                         
Reunião OTM – Organização Trajetória Mundial
Reunião Programas de Aids Estadual e Municipal de Belém
Reunião com a RNAJVHA de Belém
 
SÃO LUIS – MA
01 e 02 DE MARÇO
 
Reunião SOLIVIDA – Solidariedade e Vida
Reunião Programas de Aids Estadual e Municipal de São Luis
Reunião com a RNAJVHA do Maranhão
 
VITÓRIA-ES
04 DE MARÇO
 
Reunião FÓRUM ONG/AIDS ESPÍRITO SANTO
Reunião Programas de Aids Estadual e Municipal de Vitória
Reunião com a RNAJVHA do Espírito Santo
 
GOIANIA-GO
06 E 07 MARÇO
 
Reunião Grupo AAVE
Reunião com os Programas de Aids Estadual e Municipal de Goiânia
Reunião com a RNAJVHA Goiás
 
BRASILIA-DF
 
08 E 09 MARÇO
Reunião com DAGEP
Reunião com o setor de Comunicação do Departamento de HIV, Aids e Hepatites Virais
Reunião com jovens da RNAJVHA  de Brasília


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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Reunião em Brasília discute enfrentamento da juvenilização da Aids

Reunião em Brasília discute enfrentamento da juvenilização da Aids
Criar uma agenda para o enfrentamento da juvenilização da epidemia de
Aids, esse foi o objetivo da reunião realizada em Brasília, na Secretaria
Nacional de Juventude, na terça-feira, 31 de janeiro. Participaram da
atividade representantes do Departamento Nacional de DST/aids, da
Secretaria Nacional de Juventude, ABGLT, Conselho Nacional de Juventude
(Conjuve), ANTRA e RNAJVHA.

A reunião foi realizada por iniciativa da Secretaria Nacional de
Juventude, a partir de reivindicações de organizações LGBT e de pessoas
vivendo com HIV/aids e dos desdobramentos da II Conferência Nacional de
Juventude, quando dois grupos de trabalho aprovaram moção em apoio à
criação de um plano de ação para a área. As moções foram aprovadas no GT
LGBT e de Saúde, por iniciativa da ABGLT e da RNAJVHA, respectivamente.

A Secretária Nacional de Juventude da Presidência da República, Severine
Macedo reforçou o apoio à agenda, levando em consideração os próprios
dados da epidemia de Aids que expressam a gravidade do problema.

Entre os vários desafios, coloca-se de imediato a necessária incidência
política na tramitação do Estatuto da Juventude e a ampliação desse
debate, com a criação, pelos participantes da sociedade civil presentes na
reunião, de uma proposta consolidada, que poderá resultar em um plano de
enfrentamento da juvenilização da epidemia, proposta defendida tanto pela
ABGLT, Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e
Transexuais, quanto pela RNAJVHA, Rede Nacional de Adolescentes e Jovens
Vivendo com HIV/aids.

A criação de um plano de enfrentamento a juvenilização da epidemia de Aids
foi debatida também no II Encontro Nacional de Jovens Gays e Travestis,
realizado pela ABGLT em São José do Rio Preto/SP, em novembro do ano
passado.
Alessandro Melchior, coordenador técnico da APV e representante da ABGLT
na CAMS, Comissão de Articulação de Movimentos Sociais e Aids e no
Conjuve, apresentou na reunião os tópicos defendidos pela rede como
cruciais para o enfrentamento da Aids. “Há um financiamento
desproporcional das ações de prevenção, os dados da epidemia apontam em
direção contrária ao do financiamento. É preciso também continuar os
projetos de formação de lideranças e apoio para a promoção do advocacy em
direitos humanos e do controle social. Os dados da epidemia apontam que as
populações mais atingidas pela Aids são justamente aquelas mais
vulneráveis às violações de direitos humanos, como reconhece a própria
Unaids” afirma Alessandro.

O financiamento também foi um elemento apontado pela RNAJVHA como
fundamental. José Rayan, coordenador nacional da rede, defendeu que um
plano de ações na área, só terá efetividade com recursos financeiros
garantidos.

As entidades participantes deverão elaborar um esboço dessa agenda
nacional de enfrentamento da juvenilização da epidemia, que será
apresentado e discutido em Brasília, no mês de março. 

--
Alessandro Melchior
Twitter: @alemelc
(17) 88186373 - Oi
(17) 81187057 - Tim
(61) 81308001 - Tim
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domingo, 4 de dezembro de 2011

Com alta taxa de mortes por Aids, Rio gasta menos em prevenção



Jornal O GLOBO
 
Catarina Alencastro, Antonio Marinho e Letícia Lins, O Globo
Voluntário José Luiz distribui camisinha Foto: Domingos Peixoto / O Globo
Voluntário José Luiz distribui camisinha Domingos Peixoto / O Globo
BRASÍLIA - O Rio é o estado com os piores indicadores relacionados à Aids no Sudeste, que concentra 56% dos casos. No ano passado, a incidência da doença foi de 28,2 para cada 100 mil habitantes, a quinta maior do país e a mais elevada da região. A taxa de mortalidade também é a mais alta do Sudeste e destoa da registrada no Brasil como um todo. Enquanto no Rio a taxa de mortos por Aids é de 10,3 para cada 100 mil, no Brasil é de 6,3. O número de cariocas infectados pelo vírus HIV também aumentou em relação a 1998, passando de 4.204 para 4.504.
Para o Ministério da Saúde, que divulgou o último Boletim Epidemiológico da Aids esta semana, o problema é o diagnóstico tardio e, consequentemente, o início do tratamento quando o estado do paciente já é grave.
— Os números do Rio nos preocupam. Hoje, no estado, a questão é identificar as pessoas oportunamente e oferecer o tratamento — diz Eduardo Barbosa, diretor-adjunto do Departamento de DST e Aids do ministério.
Nos últimos 12 anos, os indicadores do Rio flutuaram bastante, melhorando no fim da década de 90, mas voltando a piorar a partir de 2007. Para o representante da Organização das Nações Unidas para a Aids no Brasil, Pedro Chequer, isso sinaliza inconsistência na política de prevenção e tratamento à Aids.
— O problema é a porta de entrada para o diagnóstico. O Rio tem rede hospitalar, mas não rede ambulatorial. Com frequência, os diagnósticos são feitos na emergência do Hospital Municipal Miguel Couto, com o paciente já em situação gravíssima.
Diretora do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chaga, da Fundação Oswaldo Cruz, Valdiléia Veloso chama atenção para a incidência de Aids em menores de 5 anos, que, em 1998, era praticamente igual em São Paulo e no Rio. Hoje, sem levar em conta dados de 2011, São Paulo registra dois casos e o Rio, 5,8 casos, em cada cem mil habitantes.
— Isso tem relação com os cuidados no pré-natal. Há mulheres que são diagnosticadas com HIV na gestação e recebem medicamentos para evitar a transmissão para o bebê. Dois anos depois, a mesma mulher retorna grávida e conta que não se tratou. Vimos essas histórias em pesquisas — diz. — Hoje, há um maior investimento no Rio em programas de Saúde da Família, mas isso não significa melhora na prevenção, no diagnóstico e no tratamento da Aids.
O estado é o que menos executa recursos de incentivo que o governo federal repassa para ações de prevenção à Aids. Desde 2003, quando o Programa de Ações e Metas (PAM) começou, o Rio executou 75% da verba que recebeu. São Paulo gastou 88% da verba; Minas Gerais, 82%; e Espírito Santo, 76%. Em maio deste ano, última atualização do sistema, R$ 20,4 milhões estavam parados nas contas do governo do Rio, que, por sua vez, passa o dinheiro para as cidades investirem em testes rápidos e capacitação de equipes de atendimento a pacientes aidéticos. Em Mesquita, apenas 14% do total enviado foi gasto. Na capital, onde, segundo o Fórum de ONGs Aids do Rio, estão 60% dos casos de Aids, pouco mais da metade dos recursos recebidos foram aplicados: 52%.
— Quando a pessoa consegue realizar o teste, demora até ter a primeira consulta e começar a tomar os medicamentos. Isso é rotina no Rio. Nos postos e hospitais que poderiam estar fazendo o teste anti-HIV, há pouca oferta. A política de Aids não funciona — reclama Willian Amaral, do Fórum de ONGs do RJ.
Superintendente de Vigilância Epidemiológica do estado, Alexandre Chieppe admite que o acesso precisa ser ampliado.
— Temos problemas em alguns locais. Sabemos que o teste é crucial para a resposta à Aids, por isso, estamos em processo de aquisição de unidades móveis de testagem.
‘Falta assistência’
O relato de José Luis Santos da Silva, 46 anos, sobre a descoberta da contaminação por HIV impressiona pelos detalhes. A notícia veio logo após uma doação de sangue, em agosto de 2007, e o deixou estarrecido. Separou-se da mulher, passou quase dois meses "morando" na Rodoviária Novo Rio, e entrou em desespero. Apenas seis meses depois, conseguiu iniciar o tratamento para a doença com o coquetel antiretroviral.
— As pessoas pensam que basta tomar uns comprimidinhos e tudo vai ficar bem. Mas não é assim: eles causam reações muito desagradáveis — conta ele, que diz saber a razão pela qual o Rio lidera a incidência e a taxa de mortalidade por Aids no Sudeste: — Isso acontece porque a política de Aids do estado é a da desassistência. Faltam leitos, testes anti-HIV e medicamentos para doenças oportunistas.
Além disso, segundo José Luis, o estigma contra a doença permanece, embora já esteja mais do que provado que a infecção não acomete apenas homossexuais.
— Quando eu digo que tenho Aids, dizem logo: nossa, você é gay? — relata ele, que é heterossexual.
Verbas para ação de prevenção à Aids caiu 50%
Com cerca de 34 mil novos casos de Aids registrados só no ano passado, o Brasil deixou de aplicar mais de R$140,3 milhões em ações de prevenção e tratamento da doença, segundo denúncia feita em Recife por 29 entidades que integram a Articulação Aids em Pernambuco. A verba, proveniente da Política de Incentivo para Estados e Municípios na área de DST/Aids do Ministério da Saúde, deveria ter sido utilizada por prefeituras e governos estaduais ao longo dos últimos três anos.
De acordo com a secretária regional do Conselho Latino Americano e Caribenho de ONG/Aids, Alessandra Nilo, o combate à infecção deixou de ser prioridade no Brasil em todas as esferas de governo, e as verbas destinadas a prevenir o contágio pelo HIV vêm diminuindo de forma gradativa.
— Em 2008, 14% dos recursos para a Aids no Brasil eram destinados a ações preventivas. Mas, em 2009, esse percentual foi reduzido a 7%, conforme relatório encaminhado pelo governo brasileiro à Unaids em 2010 — afirmou, referindo-se ao programa das Nações Unidas para o combate à doença.

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Roberto Pereira
Coordenação Geral
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Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
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A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago)





Quero deixar meu Protesto com a equipe de revisão de texto do Jornal O Globo e em relação ao termo AIDÉTICO usado por seus Reporteres: Catarina Alencastro, Antonio Marinho e Letícia Lins, O Globo, que talvez eles não saibam, não se usa mais, pelo fato da mesma palavra estar carregada de pre conceito, discriminação e estigma. Que nas proximas matérias os Senhores:Catarina Alencastro, Antonio Marinho e Letícia Lins, O Globo Usem o termo Soro positivo!!!1 Nilo Geronimo Borgna