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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
BEM FAM -CLIPPING - 22/ago./ 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Rede de jovens vivendo com HIV e aids lança site
| Rede de jovens vivendo com HIV e aids lança site |
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domingo, 1 de julho de 2012
Cerca de 30 mil novos casos de AIDS são registrados todos os anos no Brasil
Entrevista com Eduardo Barbosa do Departamento de Aids e Hepatites Virais - MS, Lucinha Araujo - Sociedade Viva Cazuza e Ivone de Paula do CRT São Paulo. |
segunda-feira, 28 de maio de 2012
ABIA nas redes sociais
Atualmente, a ABIA coordena o Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (GTPI / Rebrip). Composto por um coletivo de organizações e pesquisadores independentes de várias partes do Brasil, O GTPI é o único grupo advogando por uma perspectiva de interesse público no campo de acesso a medicamentos e propriedade intelectual, focando em ações coletivas e resistência a concessão de patentes farmacêuticas indevidas. Nos canais do GTPI você encontra detalhes sobre a atuação do grupo, noticias sobre acesso a medicamentos e patentes, e análises sobre leis, decisões judiciais e administrativas nessa área.
O site do SPW, disponível em inglês, português e em espanhol, e os respectivos perfis nas redes sociais reúnem informações acerca das questões de sexualidade no mundo. A partir de artigos, matérias, estudos e outras análises e publicações sobre direitos sexuais e reproutivos, gênero e diversidade sexual, os canais de comunicação do SPW apresentam debates, bem como iniciativas e políticas em sua relação com a sexualidade em diferentes regiões globais.
Site em espanhol: http://www.sxpolitics.org/esDesde a criação do “Projeto Homossexualidades” em 1993, a ABIA vem realizando uma série de atividades e produzindo materiais destinados a este público como, por exemplo, oficinas temáticas, intervenção em espaços de socialização gays, pesquisas, guias, boletins, livros, materiais educativos (pôsteres, panfletos, porta-camisinhas, cartões), filmes etc, estimulando, portanto, a discussão de assuntos ligados a homossexualidade. Atualmente o projeto conta com um blog e página no facebook.
No dia 1º de setembro de 2011, a ABIA deu início ao projeto “Terceira Idade, Homossexualidade e Prevenção das DSTs/HIV/AIDS”. O objetivo é o de contribuir para a diminuição da vulnerabilidade de HSH de terceira idade ao HIV e outras DSTs, com a melhora do acesso a informações corretas, atualizadas e adequadas sobre HIV/AIDS, saúde e DSTs, além de estimular a implementação de políticas e ações de saúde para esta população e criar referencias culturais positivas sobre envelhecimento e homossexualidade, resgatando a história comunitária e reforçando as redes de apoio social. Atualmente o projeto conta com um blog.
Av. Presidente Vargas, 446/13º andar - Centro
Rio de Janeiro/RJ
Cep. 20071-907
Tel. 21 - 2223-1040 begin_of_the_skype_highlighting 21 - 2223-1040 end_of_the_skype_highlighting
Endereço eletrônico: www.abiaids.org.br
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Cazu Barroz convida para campanha"Atitude contra a Aids"
Ministério da Saúde - Lança Campanha "Atitude contra a Aids"
Assista a campanha
Cazu Barroz
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Jovens ativistas discutem hoje(30/03) dados da epidemia de Aids @alemelc
Alessandro Melchior
Twitter: @alemelc
quarta-feira, 28 de março de 2012
Jovens e o HIV (texto)CLAUIDIO FELIX OU GLAUCO CASTILHO FB
| | 28 de Março de 2012 11:30 |
Ate quando vamos continuar não querendo enxergar essa realidade a qual de uma forma consciente ou inconsciente somos responsáveis também pela nossa própria promiscuidade incentivando sim a esses jovens a acharem que nosso meio é apenas um conto de fadas .
Devemos mostrar a a eles a consequência da promiscuidade é por esse motivo e estando a frente de uma das comunidades GAY no brasil que venho através dessa pedir para que todo s nós que lideramos algumas dessas comunidades venhamos nos unirmos para que todo s nśs junto s possamos criar um grande movimento de conscientização contra a nossa promiscuidade .
È nosso dever e obrigação com esse s jovens.
ATENCIOSAMENTE CLAUIDIO FELIX OU GLAUCO CASTILHO
AVISO:Texto corigido por Nilo G. Borgna Ativismocontraaidstb
sexta-feira, 9 de março de 2012
FALA AÍ!! SAIBA O QUE ESTÁ ROLANDO NO CANAL DE VÍDEOS DA RNAJVHA
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Jovens com HIV-Aids querem o fortalecimento do ativismo feminino
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quinta-feira, 8 de março de 2012
Reunião da REAJVCHA-RJ de Março-Convite Aos Jovens
Ana Bontempo
Através deste eu gostaria de compartilhar o convite e também pedir ajuda para divulgação.
Um abraço.
Damiana.
REAJVCHA-RJ
Facilitadora
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domingo, 26 de fevereiro de 2012
ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV E AIDS SE ARTICULAM PARA REALIZAR ENCONTROS REGIONAIS
ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV E AIDS SE ARTICULAM PARA REALIZAR ENCONTROS REGIONAIS
2012-02-26 19:24
Com o objetivo de oferecer espaços de troca de experiência, além de incentivar e fortalecer o ativismo juvenil, a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e Aids vai realizar, este ano, encontros de vivência e acolhimento em todas as regiões do País. Para isso, o coordenador da Rede, José Rayan, inicia esta semana uma série de reuniões nos estados que vão sediar os eventos. A proposta da agenda, que vai acontecer entre os dias 28 de fevereiro e 09 de março, é debater as estratégias para a realização dos encontros regionais com as lideranças locais, dirigentes de ONGs, e coordenadores municipais e estaduais de DST/Aids. A primeira reunião acontecerá na próxima terça-feira (28), em Belém (PA). Na capital paraense, a ONG OMT (Organização Trajetória Mundial) deve ficar responsável pela logística do encontro de adolescentes e jovens da região Norte. Assim como nas demais regiões, a formação da comissão política dos eventos ficará sob a responsabilidade dos representantes regionais da RNAJVHA. Após a agenda em Belém, será a vez da região Nordeste discutir a metodologia do encontro de adolescentes e jovens vivendo com HIV e Aids. Nos dias 01 e 02 de março, acontecerão reuniões no SAE Adolescente de São Luís (MA) e na sede da ONG Solevida, também na capital maranhense. A agenda seguinte acontecerá em Vitória (ES), no Fórum de ONG/AIDS do Espirito Santo na região Sudeste, no dia 04. A última região a ser visitada será o Centro Oeste. As reuniões acontecerão em Goiânia (GO), nos dias 06 e 07 na ONG AAVE (Aids, Apoio, Vida, Esperança). Depois das visitas aos quatro estados, a coordenação da Rede de Adolescente e Jovens vai apresentar, nos dias 08 e 09, em Brasília (DF) os encaminhamentos das reuniões realizadas aos Departamentos de Apoio à Gestão Estratégica e Participativa e de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, que estão financiando as viagens. “Este momento será decisivo no processo de construção dos encontros regionais. Fortalecer o trabalho de base é chegar mais perto dos adolescentes e jovens que ainda estão no anonimato e não conseguem ser protagonistas das suas próprias histórias”, comemora José Rayan. Para o diretor adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Eduardo Barbosa, o apoio aos encontros regionais é uma afirmação da política do SUS, que prevê a participação do cidadão na formulação e monitoramento de suas diretrizes. “A RNAJVHA ocupa espaços políticos e se manifesta em diferentes situações com críticas positivas que apontam falhas e avanços nas respostas, principalmente as governamentais. Os encontros vão possibilitar a inclusão de um número maior de jovens e adolescentes envolvendo-os neste planejamento”, avaliou. A região Sul ficou de fora da agenda porque ainda está em busca de apoio das instituições parceiras para a realização do encontro regional. Após a denifinição do calendário e da logística do evento, a região passará pelo mesmo processo de discussão que as demais estão passando. AGENDA BELÉM - PA28 DE FEVEREIRO Reunião OTM – Organização Trajetória MundialReunião Programas de Aids Estadual e Municipal de BelémReunião com a RNAJVHA de Belém SÃO LUIS – MA01 e 02 DE MARÇO Reunião SOLIVIDA – Solidariedade e VidaReunião Programas de Aids Estadual e Municipal de São LuisReunião com a RNAJVHA do Maranhão VITÓRIA-ES04 DE MARÇO Reunião FÓRUM ONG/AIDS ESPÍRITO SANTOReunião Programas de Aids Estadual e Municipal de VitóriaReunião com a RNAJVHA do Espírito Santo GOIANIA-GO06 E 07 MARÇO Reunião Grupo AAVEReunião com os Programas de Aids Estadual e Municipal de GoiâniaReunião com a RNAJVHA Goiás BRASILIA-DF 08 E 09 MARÇOReunião com DAGEPReunião com o setor de Comunicação do Departamento de HIV, Aids e Hepatites ViraisReunião com jovens da RNAJVHA de Brasília
Leia mais: http:// jovenspositivosbrasil.webnode. com.br/news/adolescentes-e- jovens-vivendo-com-hiv-e-aids- se-articulam-para-realizar- encontros-regionais/
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ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV E AIDS SE ARTICULAM PARA REALIZAR ENCONTROS REGIONAIS

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Reunião em Brasília discute enfrentamento da juvenilização da Aids
Aids, esse foi o objetivo da reunião realizada em Brasília, na Secretaria
Nacional de Juventude, na terça-feira, 31 de janeiro. Participaram da
atividade representantes do Departamento Nacional de DST/aids, da
Secretaria Nacional de Juventude, ABGLT, Conselho Nacional de Juventude
(Conjuve), ANTRA e RNAJVHA.
Juventude, a partir de reivindicações de organizações LGBT e de pessoas
vivendo com HIV/aids e dos desdobramentos da II Conferência Nacional de
Juventude, quando dois grupos de trabalho aprovaram moção em apoio à
criação de um plano de ação para a área. As moções foram aprovadas no GT
LGBT e de Saúde, por iniciativa da ABGLT e da RNAJVHA, respectivamente.
Macedo reforçou o apoio à agenda, levando em consideração os próprios
dados da epidemia de Aids que expressam a gravidade do problema.
política na tramitação do Estatuto da Juventude e a ampliação desse
debate, com a criação, pelos participantes da sociedade civil presentes na
reunião, de uma proposta consolidada, que poderá resultar em um plano de
enfrentamento da juvenilização da epidemia, proposta defendida tanto pela
ABGLT, Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e
Transexuais, quanto pela RNAJVHA, Rede Nacional de Adolescentes e Jovens
Vivendo com HIV/aids.
A criação de um plano de enfrentamento a juvenilização da epidemia de Aids
foi debatida também no II Encontro Nacional de Jovens Gays e Travestis,
realizado pela ABGLT em São José do Rio Preto/SP, em novembro do ano
passado.
na CAMS, Comissão de Articulação de Movimentos Sociais e Aids e no
Conjuve, apresentou na reunião os tópicos defendidos pela rede como
cruciais para o enfrentamento da Aids. “Há um financiamento
desproporcional das ações de prevenção, os dados da epidemia apontam em
direção contrária ao do financiamento. É preciso também continuar os
projetos de formação de lideranças e apoio para a promoção do advocacy em
direitos humanos e do controle social. Os dados da epidemia apontam que as
populações mais atingidas pela Aids são justamente aquelas mais
vulneráveis às violações de direitos humanos, como reconhece a própria
Unaids” afirma Alessandro.
O financiamento também foi um elemento apontado pela RNAJVHA como
fundamental. José Rayan, coordenador nacional da rede, defendeu que um
plano de ações na área, só terá efetividade com recursos financeiros
garantidos.
As entidades participantes deverão elaborar um esboço dessa agenda
nacional de enfrentamento da juvenilização da epidemia, que será
apresentado e discutido em Brasília, no mês de março.
Alessandro Melchior
Twitter: @alemelc
domingo, 4 de dezembro de 2011
Com alta taxa de mortes por Aids, Rio gasta menos em prevenção
Jornal O GLOBO Catarina Alencastro, Antonio Marinho e Letícia Lins, O Globo Voluntário José Luiz distribui camisinha Domingos Peixoto / O Globo BRASÍLIA - O Rio é o estado com os piores indicadores relacionados à Aids no Sudeste, que concentra 56% dos casos. No ano passado, a incidência da doença foi de 28,2 para cada 100 mil habitantes, a quinta maior do país e a mais elevada da região. A taxa de mortalidade também é a mais alta do Sudeste e destoa da registrada no Brasil como um todo. Enquanto no Rio a taxa de mortos por Aids é de 10,3 para cada 100 mil, no Brasil é de 6,3. O número de cariocas infectados pelo vírus HIV também aumentou em relação a 1998, passando de 4.204 para 4.504. Para o Ministério da Saúde, que divulgou o último Boletim Epidemiológico da Aids esta semana, o problema é o diagnóstico tardio e, consequentemente, o início do tratamento quando o estado do paciente já é grave. — Os números do Rio nos preocupam. Hoje, no estado, a questão é identificar as pessoas oportunamente e oferecer o tratamento — diz Eduardo Barbosa, diretor-adjunto do Departamento de DST e Aids do ministério. Nos últimos 12 anos, os indicadores do Rio flutuaram bastante, melhorando no fim da década de 90, mas voltando a piorar a partir de 2007. Para o representante da Organização das Nações Unidas para a Aids no Brasil, Pedro Chequer, isso sinaliza inconsistência na política de prevenção e tratamento à Aids. — O problema é a porta de entrada para o diagnóstico. O Rio tem rede hospitalar, mas não rede ambulatorial. Com frequência, os diagnósticos são feitos na emergência do Hospital Municipal Miguel Couto, com o paciente já em situação gravíssima. Diretora do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chaga, da Fundação Oswaldo Cruz, Valdiléia Veloso chama atenção para a incidência de Aids em menores de 5 anos, que, em 1998, era praticamente igual em São Paulo e no Rio. Hoje, sem levar em conta dados de 2011, São Paulo registra dois casos e o Rio, 5,8 casos, em cada cem mil habitantes. — Isso tem relação com os cuidados no pré-natal. Há mulheres que são diagnosticadas com HIV na gestação e recebem medicamentos para evitar a transmissão para o bebê. Dois anos depois, a mesma mulher retorna grávida e conta que não se tratou. Vimos essas histórias em pesquisas — diz. — Hoje, há um maior investimento no Rio em programas de Saúde da Família, mas isso não significa melhora na prevenção, no diagnóstico e no tratamento da Aids. O estado é o que menos executa recursos de incentivo que o governo federal repassa para ações de prevenção à Aids. Desde 2003, quando o Programa de Ações e Metas (PAM) começou, o Rio executou 75% da verba que recebeu. São Paulo gastou 88% da verba; Minas Gerais, 82%; e Espírito Santo, 76%. Em maio deste ano, última atualização do sistema, R$ 20,4 milhões estavam parados nas contas do governo do Rio, que, por sua vez, passa o dinheiro para as cidades investirem em testes rápidos e capacitação de equipes de atendimento a pacientes aidéticos. Em Mesquita, apenas 14% do total enviado foi gasto. Na capital, onde, segundo o Fórum de ONGs Aids do Rio, estão 60% dos casos de Aids, pouco mais da metade dos recursos recebidos foram aplicados: 52%. — Quando a pessoa consegue realizar o teste, demora até ter a primeira consulta e começar a tomar os medicamentos. Isso é rotina no Rio. Nos postos e hospitais que poderiam estar fazendo o teste anti-HIV, há pouca oferta. A política de Aids não funciona — reclama Willian Amaral, do Fórum de ONGs do RJ. Superintendente de Vigilância Epidemiológica do estado, Alexandre Chieppe admite que o acesso precisa ser ampliado. — Temos problemas em alguns locais. Sabemos que o teste é crucial para a resposta à Aids, por isso, estamos em processo de aquisição de unidades móveis de testagem. ‘Falta assistência’ O relato de José Luis Santos da Silva, 46 anos, sobre a descoberta da contaminação por HIV impressiona pelos detalhes. A notícia veio logo após uma doação de sangue, em agosto de 2007, e o deixou estarrecido. Separou-se da mulher, passou quase dois meses "morando" na Rodoviária Novo Rio, e entrou em desespero. Apenas seis meses depois, conseguiu iniciar o tratamento para a doença com o coquetel antiretroviral. — As pessoas pensam que basta tomar uns comprimidinhos e tudo vai ficar bem. Mas não é assim: eles causam reações muito desagradáveis — conta ele, que diz saber a razão pela qual o Rio lidera a incidência e a taxa de mortalidade por Aids no Sudeste: — Isso acontece porque a política de Aids do estado é a da desassistência. Faltam leitos, testes anti-HIV e medicamentos para doenças oportunistas. Além disso, segundo José Luis, o estigma contra a doença permanece, embora já esteja mais do que provado que a infecção não acomete apenas homossexuais. — Quando eu digo que tenho Aids, dizem logo: nossa, você é gay? — relata ele, que é heterossexual. Verbas para ação de prevenção à Aids caiu 50% Com cerca de 34 mil novos casos de Aids registrados só no ano passado, o Brasil deixou de aplicar mais de R$140,3 milhões em ações de prevenção e tratamento da doença, segundo denúncia feita em Recife por 29 entidades que integram a Articulação Aids em Pernambuco. A verba, proveniente da Política de Incentivo para Estados e Municípios na área de DST/Aids do Ministério da Saúde, deveria ter sido utilizada por prefeituras e governos estaduais ao longo dos últimos três anos. De acordo com a secretária regional do Conselho Latino Americano e Caribenho de ONG/Aids, Alessandra Nilo, o combate à infecção deixou de ser prioridade no Brasil em todas as esferas de governo, e as verbas destinadas a prevenir o contágio pelo HIV vêm diminuindo de forma gradativa. — Em 2008, 14% dos recursos para a Aids no Brasil eram destinados a ações preventivas. Mas, em 2009, esse percentual foi reduzido a 7%, conforme relatório encaminhado pelo governo brasileiro à Unaids em 2010 — afirmou, referindo-se ao programa das Nações Unidas para o combate à doença. Leia mais sobre esse assunto em: © 1996 - 2011. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. Roberto Pereira Coordenação Geral Centro de Educação Sexual - CEDUS Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo 20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil Cel: (55.21) 9429-4550 cedusrj@yahoo.com.br A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO. Acima dessa, não reconheço nenhuma outra. (José Saramago) Quero deixar meu Protesto com a equipe de revisão de texto do Jornal O Globo e em relação ao termo AIDÉTICO usado por seus Reporteres: Catarina Alencastro, Antonio Marinho e Letícia Lins, O Globo, que talvez eles não saibam, não se usa mais, pelo fato da mesma palavra estar carregada de pre conceito, discriminação e estigma. Que nas proximas matérias os Senhores:Catarina Alencastro, Antonio Marinho e Letícia Lins, O Globo Usem o termo Soro positivo!!!1 Nilo Geronimo Borgna |



06/07/2012
