Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quinta-feira, 2 de junho de 2016
“Medicamento não é bala mágica” por Clarissa Pains – O Globo
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
#CONVITE EVENTO DE 34 Anos HIV/AIDS
A grande ativista REGINa Bueno convida a sociedade civil organizada ou não...
Eu estarei presente também.
Tendo em vista a Comemoração do Dia Mundial combate HIV/AIDS
sábado, 21 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 18 de junho de 2014
#GIV lança edital 2 Seminário de atualização em #HIV
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Patente de droga para tratar #Aids gera briga
Patente de droga para tratar de Aids no Brasil gera briga judicial entre laboratórios Em disputa que pode ditar rumos do tratamento, empresa brasileira quer fazer remédio criado por gigante americana por Cesar Baima 04/06/2014 6:00 / Atualizado 04/06/2014 15:24 Farmanguinhos: laboratório da Fiocruz, em Jacarepaguá, é o principal fornecedor local de remédios anti-HIV para o programa de tratamento universal de pacientes coordenado pelo governo, num total de R$ 200 milhões anuais - Custódio Coimbra Uma briga na Justiça entre o laboratório brasileiro Cristália e o gigante farmacêutico mundial AbbVie pode ditar os rumos e o futuro da política de tratamento universal de portadores do HIV, o vírus causador da Aids, no Brasil. Iniciada em 2009, a ação contesta a patente do medicamento Kaletra, concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) à americana Abbott em 2000 e que deu ao laboratório o monopólio da sua venda no país. Associação dos antirretrovirais ritonavir e lopinavir, o Kaletra é o principal tratamento de segunda escolha — prescrito quando os remédios da chamada primeira escolha, mais antigos, não surtem efeito devido ao desenvolvimento de resistência pelo vírus — usado no Brasil. Segundo o Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual (GTPI) da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (Rebrip), coordenado pela Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), a estimativa é de que hoje ele seja distribuído pelo Ministério da Saúde a pelo menos 73 mil dos 313 mil soropositivos que eram atendidos pelo programa do governo em dezembro de 2012, a um custo de quase US$ 50 milhões anuais. O problema é que uma proporção cada vez maior dos soropositivos brasileiros está infectada com cepas resistentes do HIV, necessitando de medicamentos não só de segunda como de terceira linhas, ainda mais caros, o que começa a levantar dúvidas quanto à sustentabilidade financeira do programa do governo. Além disso, no fim do ano passado o Ministério da Saúde alterou o protocolo para o fornecimento dos remédios, o que deverá colocar mais 100 mil soropositivos no âmbito do programa este ano. E é aí que a briga entre Cristália e AbbVie ganha uma relevância que vai além do simples embate entre as duas empresas, pois o resultado do processo deverá estabelecer os precedentes e ordenamento jurídico que guiarão o sistema em torno do licenciamento compulsório, popularmente conhecido como “quebra de patente”, de remédios no Brasil previsto na legislação nacional sobre o assunto. Isso porque, nos últimos anos, a simples ameaça de usar o mecanismo já era suficiente para levar os grandes laboratórios a reduzir os preços cobrados do governo. Tanto que os gastos totais com a compra de antirretrovirais pelo Ministério da Saúde recuaram de R$ 1,084 bilhão em 2009 para R$ 770 milhões no ano passado. Mas esta estratégia está perdendo força, já que quase nunca a ameaça é levada a cabo, afirma Marcela Vieira, integrante da Abia e coordenadora do GTPI. Fiocruz é maior produtora nacional Marcela lembra que desde a entrada em vigor na nova lei de patentes brasileira, em 1996, até hoje, apenas um medicamento antirretroviral teve sua patente de fato “quebrada”, o Efavirenz, em 2007. Então, as negociações entre o governo e o laboratório Merck para redução de seu preço fracassaram. Com o licenciamento compulsório, um genérico do Efavirenz passou a ser importado de um laboratório indiano até começar a ser produzido pela Fiocruz, trazendo uma economia estimada em mais de US$ 100 milhões aos cofres públicos até 2011. — O custo da compra de remédios antirretrovirais pelo governo vinha diminuindo, mas esta curva começa a virar — alerta Marcela. — Teremos mais pessoas em tratamento e a incorporação de novos medicamentos, com cada vez mais pacientes saindo da primeira para a segunda e a terceira linha. Tudo isso vai resultar em uma alta nos custos que coloca em risco a sustentabilidade financeira do programa. E o pior é que não vemos isso como uma preocupação do governo. Não dá para admitir que se fale que não há problema de recursos na área de saúde no Brasil. Não estamos preocupados só com a continuidade do tratamento dos soropositivos, mas com o orçamento da saúde brasileira como um todo. Já Hayde Felipe da Silva, diretor-executivo do Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fiocruz (Farmanguinhos), maior fornecedor público de remédios genéricos para o programa de tratamento de soropositivos, no valor de R$ 200 milhões anuais, afirma que o governo deve decidir se vai estimular a indústria nacional a investir na pesquisa e desenvolvimento de tecnologia para produção local de antirretrovirais ou continuará “refém” dos grandes laboratórios multinacionais e intermediários. — Nosso maior problema atualmente em relação aos remédios de segunda e terceira geração é a obtenção dos princípios ativos — conta. — Isso vai exigir um grande esforço da indústria farmacoquímica, que para isso vai precisar de um cenário de estabilidade jurídica. Visão parecida tem Ogari Pacheco, presidente do Cristália: — Estamos lutando por um princípio. A ideia é estabelecer uma jurisprudência que vá nortear disputas semelhantes no futuro, dando segurança jurídica para todas as empresas que queiram trabalhar e investir na pesquisa e desenvolvimento para produção destas substâncias complexas no Brasil e não ver todo seu esforço interrompido por uma decisão judicial. Em nota, o Abbvie afirmou estar “seguro que sua patente do lopinavir no Brasil foi outorgada de forma válida e em conformidade com lei brasileira”. Entenda o caso Na ação na Justiça, o Cristália alega a inconstitucionalidade da concessão da patente do Kaletra por meio de um mecanismo conhecido como pipeline, criado pela lei de patentes brasileira aprovada em 1996 (9.279/96) em resposta à assinatura pelo país, na Organização Mundial do Comércio, do Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionadas ao Comércio (Trips, na sigla em inglês), e que reconheceu pela primeira vez a patenteabilidade de medicamentos no Brasil. Usando este mecanismo, grandes laboratórios como o Abbott puderam requisitar, a partir de patentes concedidas no exterior, o registro automático de substâncias e associações como o Kaletra que pela lei deveriam já ser de domínio público no Brasil. Como consequência, o Cristália também argumenta que a patente do remédio não passou por uma análise formal e técnica dos requisitos de patenteabilidade pelo INPI nem teve anuência prévia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), outros requisitos da lei. Em julgamento realizado em fevereiro de 2012, a juíza Daniela Pereira Madeira, da 9ª Vara Federal do Rio, acatou a alegação de inconstitucionalidade das patentes pipeline e emitiu liminar suspendendo o registro do Kaletra no Brasil. Diante disso, o então laboratório Abbott recorreu e o caso foi parar no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, ainda no Rio, onde os desembargadores Antonio Ivan Athié, Paulo Espirito Santo e Abel Gomes decidiram não abordar o tema das patentes pipeline, objeto de Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pela Procuradoria Geral da República também desde 2009 e que ainda aguarda julgamento no Supremo Tribunal Federal. Relator do processo, Athié, no entanto, concordou com os outros argumentos do Cristália e pediu a manutenção da decisão de Daniela. Espirito Santo, porém, foi contra, e em voto de desempate Gomes determinou o envio da patente para a Anvisa, condicionando sua volta à validade à anuência da agência. Esta, por sua vez, informou que aguarda julgamento pelos desembargadores de embargos de declaração propostos pelas empresas e pela própria Anvisa antes de avaliar a patente. Em sua nota, o Abbvie afirmou ainda que a decisão dos desembargadores “foi favorável” ao seu ponto de vista, confirmando tanto a constitucionalidade das patentes por pipeline quanto o cumprimento das exigências da lei pelo Kaletra. “Apesar de ter sido solicitado à Anvisa que agora dê o consentimento à patente do AbbVie, esta é uma mera formalidade, já que Kaletra foi aprovado pela Anvisa em 9 de outubro de 2000. A aprovação para comercialização, conferida pela Anvisa, atesta, no Brasil, a eficácia e a segurança de um medicamento”, destaca o laboratório. E como a sentença inicial de Daniela nunca foi executada, o agora AbbVie também mantém até hoje a exclusividade da venda do Kaletra no país, onerando o programa de universalização do tratamento do governo. Segundo levantamento do GTPI, os gastos só com este medicamento poderiam ser 60% menores se o Ministério da Saúde pudesse comprar seu equivalente genérico mais barato no mercado internacional. Já Ogari Pacheco, presidente do Cristália, garante que sua empresa está preparada para fabricá-lo em quantidade suficiente para suprir a demanda nacional, prevista em mais de 92 milhões de doses nas suas diversas formulações, praticando preços até 30% menores que os cobrados pelo agora laboratório AbbVie, de US$ 0,451 a unidade do tipo mais usado, com a vantagem de gerar empregos e impostos ao longo de toda sua cadeia produtiva dentro do país. Veja Também Soropositivos comemoram lei que define preconceito como crime no país Vacina poderá prevenir Alzheimer Dilma sanciona lei que pune discriminação a portadores de HIV LEIA MAIS: http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/patente-de-droga-para-tratar-de-aids-no-brasil-gera-briga-judicial-entre-laboratorios-12712208#ixzz33ixr3Fpg Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349 - Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000 Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ Brasil - Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550 cedusrj@yahoo.com.br - cedus@hotmail.com __._,_.___ Enviado por: CEDUS Responder através da web•• através de email•Adicionar um novo tópico•Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___
sábado, 24 de maio de 2014
#AIDS DE SENTENÇA DE MORTE...
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Campanha contra Aids BYLuccasNetto (VIDEO)
Bom dia meu amigo, sempre acompanho seus trabalhos, mas dessa vez queria que vc visse um dos meus e se puder, queria ler a sua opinião !
https://www.youtube.com/watch?
Abçs !!
terça-feira, 1 de abril de 2014
#DENUNCIA #CEARA E O DESCASO COM OS PACIENTES DE #HIV AIDS
Rodrigo Alencar
Falta em vários momentos força de vontade por parte dos gestores para efetivar ações concretas para melhorias para a assistência para as PVHA,S DE FORTALEZA...
- Você, Méssia Vieira, Mauro C. Ferreira e outras 2 pessoas curtiram isso.
- Vando Oliveira Lleandro Costa Só se implodir As secretarias, pois tudo já se foi feito! E tem mais desmantelamento no serviço para acontecer nos próximos dias. O CEMJA Vai Piorar mais anida NEM VOU ANUNCIAR AGORA, Vou deixar esse capitulo para segunda por que Hoje ainda é sábado! que deus nos ajude! Ontem vocês gravaram na TV DIARIO< como viver com HIV precisamos ir logo terça-feira A TV, VERDES MARES Mostrar a Assistência de Fortaleza,
- Vando Oliveira Concerteza Maria De Fátima Lavor Médicos ameaçam Sair primeiro por já não terem vinculo direto com a prefeitura, Salarios com mais de 03 meses atrazados, E QUAL A ESTRUTURA HOJE DO CEMJA ? Aquilo Lá oferece condições de trabalho para profissionais ? E para os Pacientes ?
- Maria De Fátima Lavor Isso é um fato grave que só configura a precarização do trabalho dos profissionais dos SAEs,pois nenhum é servidor de carreira.Todos são seleção pública ou RPA .A atual gestão nem fala de concurso público.
- Vando Oliveira E temos só dois meses do Ano pra acontecer tudo E que certamente não vai acontecer nada... A preocupação da secretaria e do prefeito vai se voltar para COPA DO MUNDO E A ELEIÇÃO DO GOVERNADOR . E em novembro quando terminar os dois anos da seleção pública ? O SAE que a gestão anterior abriu a atual fecha de VEZ ! Estamos chegando no começo do "FIM"
- Maria De Fátima Lavor Pois é,mas não podemos perder a esperança e precisamos continuar lutando por melhorias na saúde pública para as PVHA.
- Vando Oliveira A sociedade civil, AS Redes, o Fórum neste momento precisamos SAIR DO DIÁLOGO "sem resposta" e partir pro embate pelas vias que ainda nos resta. fica o Convite / sugestão. TOU NESSA !!!!
- Vando Oliveira Se o PREFEITO DE FORTALEZA não nos atender nas próximas 48 horas VAMOS BUSCAR TODAS AS PVHA que aguarda o PASSE LIVRE e VAMOS FAZER BARULHO !!! Queremos um bom atendimento nos SAEs, O CEMJA, CARLOS RIBEIRO E ANASTACIO MAGALHAES NESTE MOMENTO É O NOSSO GRITO DE GUERRA !
- Toninho Alves Ferreira MH Concordo com Encaminhamento pois so no Grito e em Grupo que irao nos Respeitar pois ja estamos cansados de promessas , queremos mais Respeito pela nossa qualidade de Vida e que os nossos Atendimentos sejam mais Hunizados de forma Concreta, e nao ficar prometendo Passe livre sem concretizar pois as PVHAS ja esta ficando no descredito deste beneficio
- Vando Oliveira Dr. Fabio Mesquita Disse no FORUM REGIONAL Após a leitura DA NOTA DA RNP+CEARÁ que iria falar com os gestores de Fortaleza, A SECRETARIA SOCORRO MARTINS Me ligou apos a nota e disse que Confirmava a Reunião com o prefeito no dia seguinte E FOI A ULTIMA NOTICIA. DEPOIS NÃO ATENDEU O CELULAR, NÃO RESPONDEU OS E-MAILS NEM AS ENUMERAS MENSAGENS QUE ENVIEI. Bora SECRETARIA "ESTOU ESPERANDO QUEREMOS ESSA REUNIÃO NAS PROXIMAS 48 HORAS.....
- Rodrigo Alencar Como coordenador do grupo de jovens e secretario do forum Informo que quarta feira encaminhei um oficio do forum para a Dra Socorro Martins Pedindo urgencia com essa reunião até o momento ela nada respondeu. O SECRETARIO DA SETRA DR. CLAUDIO SE PROPOS A PARTICIPAR DESTA REUNIÃO mais ele so podera participar se acontecer ate terça devido o seu afastamento temporario, Vando Oliveira O Grupo de jovem apoia o encaminhamento ne mesmo Lleandro Costa Estamos dentro dos serviços e sabemos que a resposta tem que ser urgente! Bora pra cima...
- Vando Oliveira Denise Falcao e Acrísio Sena Enquanto Frente parlamentar e parceiros da Rnp Rnp Precisamos de apoio nos nossos encaminhamentos A SITUAÇÃO É COMPLICADA O PREFEITO DE FORTALEZA Precisa tomar conhecimento do desmantelo dos serviços que atende pessoas com HIV no municipio de fortaleza....
- Méssia Vieira Estão matando pessoas com hiv no cansaço??!É isso,Dra.Socorro Martins e Dr.Ciro Gomes???Pessoas com hiv hoje é uma população gigantescaaa que precisam de Assistência com qualidade,moradia,transporte,
alimento...pois a pauperização é crescenteee e doloro...Ver mais - Maria De Fátima Lavor ´É isso ai Méssia,Somente com concurso é possível dar continuidade aos serviços..Esse negócio de capacitar profissionais para atendimento as PVHA , depois demitirem é jogar nosso dinheiro no ralo.Você tem ideia de quanto foi gasto com capacitação dos ...Ver mais
- Vando Oliveira Convesei com Profissionais do SAE CEMJA Médicos que ameaçam sair do serviço alem do pagamento ser por RPA (RECIBO DE PAGAMENTO AUTONOMO), Estão há mais de 90 dias com seus salários atrasados, E para receber o salario de um Mês o processo CORRE 90 DIAS por todos os setores da SMS, E Isso é do conhecimento da secretária, Infelizmente NÃO SE TOMA UMA PROVIDENCIA. Isto precisa virar noticia !