Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
domingo, 10 de fevereiro de 2013
#cartaABERTAao #MS #AIDS #CAMPANHA
sábado, 7 de julho de 2012
campanha “Cartão Vermelho para a Aids” durante a Copa de 2014
Representantes do Unaids, o Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids, se reuniram ontem, 04 de julho, com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, em Brasília. O objetivo do encontro foi propor a campanha “Cartão Vermelho para a Aids”, que promoverá ações de prevenção ao HIV durante a Copa do Mundo da FIFA de 2014 no Brasil. A campanha já foi realizada durante a competição na África do Sul e contou com o apoio do Ministério do Esporte e Lazer sul-africano e dos capitães das 28 seleções participantes do mundial de futebol de 2010.Djibril Diallo, da direção do Unaids, explicou que o foco das ações é o público jovem. Segundo dados da entidade, dos 34 milhões de infectados com o vírus em todo o mundo, metade tem entre 15 e 24 anos. “Em junho de 2010, lançamos essa iniciativa e trabalharemos com ela até 2014. Na copa do Brasil, o objetivo é usar o poder e a popularidade do esporte contra a aids”, afirmou Diallo, ressaltando que em três anos a entidade pretende alcançar o que chama de “meta dos três zeros”: zero discriminação, zero infecções e zero mortes relacionadas ao vírus. “Queremos desenvolver a campanha de forma global, antes e durante a copa, com estratégias de comunicação que envolvam os serviços públicos, a participação dos prefeitos das 12 cidades-sede e personalidades do futebol”, completou Diallo.A vereadora Olívia Santana (PCdoB de Salvador) afirmou que a Copa é do Mundo e que todos devem estar envolvidos. “A campanha já apresentou resultados importantes. É fundamental contar com o apoio tanto dos ministérios do Esporte e da Saúde quanto das federações e personalidades de futebol", disse.Participaram ainda do encontro o coordenador da Unaids no Brasil, Pedro Chequer, o a deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA), o secretário da Secopa da Bahia, Ney Campello, e o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco, além de representantes da Assessoria Internacional e da Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Diretos do Torcedor do Ministério do Esporte.VisibilidadePara Dirceu Greco, a visibilidade da competição em 2014 contribuirá para o sucesso da campanha. “Este é um bom momento para trazer à tona essa discussão, que normalmente só acontece no Carnaval e no dia 1º de dezembro (Dia Mundial de Luta contra a Aids), enquanto a prevenção é necessária e é realizada durante todo o ano”, disse. “O combate à aids pode ser relacionado aos eventos esportivos que estamos vivendo, e a copa pode ser determinante para disparar esse cuidado com a juventude”, completou a deputada.“A copa não é só a celebração do futebol, mas um momento que será acompanhado por mais de três bilhões de pessoas. Nós sabemos da dimensão desse evento. É uma oportunidade que o Brasil tem de enfrentar seus desafios, assim como foi na África do Sul”, afirmou o ministro do Esporte, Aldo Rebelo. Redação da Agência de Notícias da Aids quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
ABGLT requer tomada de providências ao MPF sobre veto/censura
ABGLT requer tomada de providências ao Ministério Público Federal sobre veto/censura da campanha de carnaval de prevenção de aids e materiais contra Escola semHhomofobia
Ao: Exmo. Sr. Roberto Gurgel
Procurador-Geral da República
Ministério Público da União
À: Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão - 6ª Câmara - Índios e Minorias
Ministério Público Federal
- o veto, atribuído à Presidenta Dilma Rousseff(1), do vídeo produzido pelo Ministério da Saúde para a campanha de prevenção de aids para o carnaval, vídeo este dirigido à população de gays jovens;
- o veto presidencial do material educativo do Projeto Escola Sem Homofobia em 25 de maio de 2011.
Síntese do acontecido:
1) Campanha do Carnaval
- um caderno
- uma série de seis boletins (Boleshs)
- três audiovisuais com seus respectivos guias
- um cartaz
1) Campanha do Carnaval
1) Campanha do Carnaval
Representante do Ministério da Saúde afirmou em reunião do Conselho Nacional de Saúde(2) que a campanha não foi modificada devido à pressão da bancada evangélica. Quem, então, pressionou para a modificação que resultou na retirada do vídeo para jovens gays?
Por que o vídeo com apresentação de dados epidemiológicos veiculado no dia 12 de fevereiro não passou pelos Grupos de Comunicação da Comissão de Articulação com os Movimentos Sociais (CAMS) e da Comissão Nacional de Aids (CNAIDS), como é a prática costumeira do Ministério da Saúde?
Houve algum parecer técnico do Ministério da Saúde, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República ou de outro órgão do Governo Federal, tanto em relação ao veto do vídeo com jovens gays, como em relação ao vídeo que o substituiu?
Por que a peça veiculada a partir de 12 de fevereiro não estava nos planos e nem foi apresentada no lançamento da campanha?
O que o vídeo retirado tem que não pode ir para a TV aberta?
Por que o vídeo com jovens gays é a única peça retirada do site do Ministério da Saúde?
Quando e onde será apresentado o vídeo retirado que – segundo divulgado pelo Ministério da Saúde – seria somente para locais fechados?
Se a campanha estaria voltada para adolescentes jovens gays, há uma incongruência em alegar que o vídeo era destinado a ambientes fechados. Por lei, os jovens com menos de 18 anos não podem frequentar ambientes como saunas e bares.
Os dados epidemiológicos podem ser veiculados em TV aberta para o grande público, mas abraços entre pessoas do mesmo sexo são só para locais fechados? O que transmite para o público informações facilmente assimiladas: epidemiologia e números ou abraços?
Se o vídeo para gays seria apenas para ambientes fechados de frequência destes, por que o vídeo para heterossexuais não deve ser somente para veiculação em lugares de frequência heterossexual? A diferenciação posta pelo Governo Federal não seria discriminatória?
Por que os gays têm que ser tratados como os Judeus no gueto de Varsóvia? Não é o objetivo do Governo Federal garantir a inclusão de todos e todas?
De quem é responsabilidade por todo o recurso gasto com este elemento da campanha que depois não foi utilizada?
Qual é a estratégia de publicidade do Ministério da Saúde e do Governo Dilma para a população LGBT?
- Ceder à pressão da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, de modo a interferir nas políticas públicas do Executivo, fere direitos constitucionais e a Laicidade do Estado.
- A constitucionalidade dos vetos presidenciais, à luz da proibição da censura.
- A observância dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
- Se o Brasil é um Estado Laico, a Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional é constitucional?
Atenciosamente
Toni Reis
Presidente
Blog : http://ativismocontraaidsdstb.
Pierre Freitaz1)Após veto, vídeo de campanha contra Aids é improvisado
Fonte: Folha de S.Paulo
Notícia publicada em: 14/02/2012
Autor: JULIANNA SOFIA E JOHANNA NUBLAT
O Ministério da Saúde lança hoje sua campanha de Carnaval contra a Aids em TV aberta com recuo no tema gay, em decisão que teve o dedo até da presidente Dilma Rousseff.
Em vez de enfocar o público-alvo da campanha (jovens gays), como prometido, o filme divulgado ontem traz um jovem e uma jovem citando dados epidemiológicos da doença, sendo somente um deles sobre os jovens gays.
Release divulgado no início do mês dizia que os filmes para TV e internet trariam situações com jovens gays e heterossexuais prestes a terem relações sexuais sem camisinha.
"Em ambos os filmes, surgem personagens fantasiosos - uma fadinha, no caso do filme do casal gay, e um siri, no casal heterossexual - com uma camisinha", dizia o release do ministério.
A Folha apurou que Dilma quis, pessoalmente, assistir aos vídeos que geraram polêmica entre os movimentos sociais depois de serem liberados na internet. A presidente ficou irritada com o grau de irreverência dos filmes e vetou duas das três peças prontas para veiculação.
O primeiro exibia um casal homossexual que recebia a camisinha de uma fada. No outro, um homem aparecia em dúvida se tinha ou não usado camisinha na noite anterior. Ao final do filme, ele deixava o cenário montado em um elefante, em analogia à boa memória do animal.
A única peça aprovada pela presidente foi a direcionada ao público hétero. Em cenas quentes numa praia, eles acabavam recebendo uma camisinha de um caranguejo.
ATENÇÃO
Apesar de liberado por Dilma, o vídeo teria que ser adequado para garantir que a campanha não ficasse restrita só aos heterossexuais.
Com o curto prazo para lançar oficialmente a campanha antes do Carnaval, a saída encontrada pela pasta foi, às pressas, produzir um vídeo mais simples e genérico.
Ontem, o ministro Alexandre Padilha (Saúde) negou mais uma vez censura à campanha e disse que o vídeo da fadinha nunca foi pensado para TV aberta. "Aquele vídeo não reforçava e não chamava atenção para os dados epidemiológicos", disse Padilha.
Fonte: http://www.tudofarma.com.br/
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS), Jarbas Barbosa, participou na tarde desta quarta (15) da 230ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde para esclarecer a retirada de um vídeo com um casal homossexual da Campanha do Carnaval de 2012.
A solicitação entrou como um ponto extrapauta no encontro devido a manifestação de esclarecimento feita pelo conselheiro José Marcos de Oliveira, representante do Movimento Nacional de Luta contra a Aids, sobre a iniciativa do Ministério de retirar de circulação essa peça publicitária.
De acordo com Barbosa, desde 2012 cresceu a preocupação da Secretaria para que as campanhas contra a Aids fossem destinadas de acordo com o quadro epidemiológico da doença. Lembrou também que o 1º de dezembro – Dia Mundial de Combate à AIDS – o MS lançou uma campanha contra o preconceito que sofrem os portadores do vírus HIV. Sobre a Campanha de Carnaval, o secretário explicou que foram desenvolvidas diversas peças publicitárias destinadas a diferentes públicos e de veiculação em lugares específicos.
“Fizemos uma comunicação confusa de um tema profundo e que mexe como muita gente. Quero deixar claro que não houve nenhuma pressão de fora para que se tirasse o vídeo. O filme que esta na TV Aberta fala que os jovens gays como todos os outros devem usar o preservativo e isso não vai mudar. O filme é somente uma parte da Campanha. O casal gay está no cartaz que será distribuído nas secretarias de saúde, nos centros de saúde, disponível no site do Ministério. Enfim se tem algum erro nessa comunicação o erro é nosso”, afirmou.
Os conselheiros decidiram como encaminhamento incluir em uma resolução que está sendo discutida e que deve orientar quais temas e ações do MS devem ser submetidos ao Pleno, a recomendação para que esse tipo de campanha também entre nesses critérios.
Categoria: Organizações Associadas
Associação de Homossexuais do Acre - Rio Branco - AC
Sohmos Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de Arapiraca - AL
Grupo de Gays, Lésbicas da Cidade de Delmiro Gouveia – GLAD - Delmiro Gouveia - AL
Afinidades – GLSTAL – Maceió - AL
Associação de Homossexuais de Complexo Benedito Bentes – AHCBB – Maceió - AL
Associação de Jovens GLBTs de Alagoas – ARTJOVEM – Maceió - AL
Filhos do Axé – Maceió - AL
Grupo Gay de Alagoas – Maceió - AL
Grupo Gay de Maceió - AL
Pró-Vida – LGBT – Maceió - AL
Grupo Enfrentar – Viçosa - AL
Grupo Direito à Vida - AL
MGLTM - Movimento de Gays, Lésbicas e Transgêneros de Manacapuru - AM
Associação Amazonense de GLT – Manaus - AM
Associação das Travestis do Amazonas – ATRAAM – Manaus - AM
Associação Homossexual do Estado do Amazonas – Manaus - AM
Associação Orquídeas GLBT – Manaus - AM
Grupo Ghata - Grupo das Homossexuais Thildes do Amapá – Macapá - AP
Organização Homossexual Geral de Alagoinhas – OHGA – Alagoinhas - BA
Grupo Gay de Camaçari – Camaçari - BA
Fund e Assoc de Ação Social e DH GLBT de Canavieiras e Região – Canavieiras - BA
Grupo Gay de Dias D'Ávila - BA
Grupo Liberdade, Igualdade e Cidadania Homossexual – GLICH - Feira de Santana - BA
Transfêmea - Feira de Santana - BA
Eros – Grupo de Apoio e Luta pela Livre Orientação Sexual do Sul da Bahia – Ilhéus - BA
Grupo Humanus – Itabuna - BA
Grupo Gay de Lauro de Freitas - Lauro de Freitas - BA
Associação da Parada do Orgulho LGBT de Mata de São João – GRITTE - Mata de São João - BA
Movimento de Articulação Homossexual de Paulo Afonso - Paulo Afonso - BA
Grupo Fênix - Movimento em Defesa da Cidadania LGBT de Pojuca - BA
Associação Beco das Cores - Educação, Cultura e Cidadania LGBT (ABC-LGBT) – Salvador - BA
Associação das Travestis de Salvador – ATRÁS – Salvador - BA
Associação de Defesa e Proteção dos Direitos de Homossexuais - PRO HOMO – Salvador - BA
Grupo Felipa de Sousa - Salvador - BA
Grupo Gay da Bahia – Salvador - BA
Grupo Homossexual da Periferia – Salvador - BA
Grupo Licoria Ilione – Salvador - BA
Quimbanda Dudu – Salvador - BA
Grupo de Resistência Flor de Mandacaru – Caucaia - CE
Associação de Travestis do Ceará – ATRAC – Fortaleza - CE
Grupo de Resistência Asa Branca – GRAB – Fortaleza - CE
Movimento Arco-Iris da Sociedade Horizontina – MAISH – Horizonte - CE
GALOSC – Grupo de Apoio à Livre Orientação Sexual do Cariri - Juazeiro do Norte - CE
Grupo de Amor e Prevenção pela Vida - GAP - Pela Vida – Maracanaú - CE
Ações Cidadãs em Orientação Sexual – Brasília - DF
Estruturação – Grupo d Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Trans de Brasília - DF
ELOS - Grupo de Lésbicas, Gays, Travestis e Trans. do Dist. Federal e Entorno – Sobradinho - DF
GOLD - Grupo Ogulho Liberdade e Dignidade – Colatina - ES
Associação Gabrielense de Apoio à Homossexualidade – AGAH - São Gabriel da Palha - ES
Associação das Travestis do Espírito Santo – ASTRAES - São Mateus - ES
AGTLA - Associação de Gays, Transgêneros e Lésbicas de Anápolis – Anápolis - GO
Sociedade Oasis – Anápolis - GO
AGLST-RAQ - Associação de Gays, Lésbicas e Transgêneros da Região Águas Quentes - Caldas Novas - GO
MCDH-CAT – Movimento por Cidadania e Direitos Humanos LGBT de Catalão/GO e Região - GO
Associação Desportiva de Gays, Lésbicas, Travestis e Transgêneros de Goiás – Goiânia - GO
Associação Goiana de Gays, Lésbicas e Transgêneros – AGLT – Goiânia - GO
Associação Ipê Rosa –Goiânia - GO
ASTRAL-GO – Goiânia - GO
Fórum de Transexuais do Goiás – Goiânia - GO
Grupo Eles por Eles – Goiânia - GO
Grupo Lésbico de Goiás – Goiânia - GO
Grupo Oxumaré- Direitos Humanos Negritude e Homossexualidade – Goiânia - GO
Associação Jataiense de Direitos Humanos - Nova Mente – Jataí – GO
ACDHRio – Associação por Cidadania e Direitos Humanos LGBT de Rio Verde/GO e Região - GO
Grupo Flor de Bacaba – Bacabal - MA
Associação Gay de Imperatriz e Região – Imperatriz - MA
GAPDST - Grupo de Apoio e Prevenção – Imperatriz - MA
Grupo Passo Livre - Paço do Lumiar - MA
Grupo Solidário Lilás - São José de Ribamar - MA
Grupo Expressão - São Luis - MA
Grupo Gayvota - São Luis - MA
Grupo Lema - São Luis - MA
Organização dos Direito e Cidadania de Homossexuais do Estado do Maranhão - São Luis - MA
Movimento Gay e Alfenas e Região Sul de Minas – Alfenas - MG
Movimento Gay de Barbacena – MGB – Barbacena - MG
ALEM - Associação Lésbica de Minas - Belo Horizonte - MG
Associação de Transexuais e Travestis de Belo Horizonte – ASSTRAV - Belo Horizonte - MG
Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual – CELLOS - Belo Horizonte - MG
Instituto Horizontes da Paz - Belo Horizonte – MG
Libertos Comunicação - Belo Horizonte – MG
Movimento Gay de Betim - MG
Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Contagem- CELLOS – Contagem - MG
MGD - Movimento Gay de Divinópolis – Divinópolis - MG
MGS - Movimento Gay e Simpatizantes do Vale do Aço – Ipatinga - MG
GALDIUM - Grupo de Apoio Luta e Defesa dos Interesses das Minorias – Itaúna - MG
MGM - Movimento Gay de Minas - Juiz de Fora - MG
MGG - Movimento Gay dos Gerais - Montes Claros - MG
Movimento Gay de Nanuque – MGN – Nanuque - MG
Movimento Gay da Região das Vertentes – MGRV - São João Del Rei - MG
Shama - Associação Homossexual de Ajuda Mútua – Uberlândia - MG
MOOCAH - MG
Associação das Travestis e Transexuais do Mato Grosso do Sul - Campo Grande - MS
Grupo Iguais - Campo Grande - MS
Movimento de Emancipação Sexual, Cidadania, Liberdade e Ativismo do MS - Campo Grande - MS
MESCLA - MS
Associação de Gays, Lésbicas e Travestis de Cáceres – Cáceres - MT
GRADELOS - Grupo Afro-descendente de Livre Orientação Sexual – Cuiabá - MT
Grupo Livre-Mente – Cuiabá - MT
LIBLES - Associação de Direitos Humanos e Sexualidade Liberdade Lésbica – Cuiabá - MT