Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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Ativismo Contra Aids/TB

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sexta-feira, 12 de junho de 2015

'O Estado é laico; a política, não', diz pastor



'O Estado é laico; a política, não', diz pastor


Sérgio Lima - 5.jun.2013/Folhapress
Silas Malafaia participa de manifestação contra o casamento gay
Silas Malafaia participa de manifestação contra o casamento gay
DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO
12/06/2015 02h00
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Sob o argumento de que "o Estado é laico, mas a política não", o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio, rebate os críticos de manifestações religiosas no Congresso. "O povo não é laico", afirma.
Em reação à simulação da crucificação de uma transexual na Parada Gay de São Paulo (dia 7) e a manifestações de sexo explícito com imagens sagradas, parlamentares liderados pela bancada evangélica interromperam a votação da reforma política nesta quarta-feira (10) exibindo cartazes com essas imagens. Ao final, rezaram um Pai-Nosso.
Leia, abaixo, entrevista com Malafaia. Para opinião contrária, leia entrevista com Daniel Sottomaior, fundador e presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos.
*
As manifestações dos deputados foram uma afronta ao Estado laico?
As pessoas fazem confusão. O Estado laico significa que o governo é laico, a política não é. Os políticos representam interesses do povo, seja ele ateu, evangélico, católico, anarquista... O povo não é laico.
Esse tipo de comportamento não fomenta a homofobia?
Opinião não é homofobia. Tem um monte de manifestações no plenário em apoio ao ativismo gay e ninguém fala nada. Atacar símbolo religioso é crime, artigo 208. Os deputados não estavam condenando só a parada gay, mas a pouca vergonha que fazem na rua. Se falar disso aumenta a homofobia, pode acabar com todos os filmes violentos da televisão, porque aumenta a chance de as pessoas saírem por aí dando tiro.
O sr. fala em ativismo gay no Congresso. Acha legítimo?
Acho. Não é porque sou contra que não acho legítimo. Não sou a favor da mordaça ao ativismo gay. Mas eles não dão moleza para ninguém que fala deles. Eu também não vou dar.


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

[aliancanacionallgbt] Excelente matéria - Paraná - Balanço parcial dos resultados da duas Oonferências Estaduais LGBT

  Congratulo a Gazeta do Povo e o jornalista Rodrigo Batista pela excelente reportagem (26/01- abaixo) sobre a situação das políticas públicas para LGBT no Paraná. É uma matéria que se esforçou para proporcionar uma visão global e aprofundada da questão, não só das ações governamentais, mas também das atitudes presentes na sociedade, das consequências do preconceito e da discriminação para a população LGBT e da necessidade de persistir e ir adiante rumo ao respeito à diversidade sexual em todas as esferas. Parabéns!  (Em tempo, sou diretor executivo do Grupo Dignidade e não presidente). Toni Reis  Diretor executivo  do  Grupo  Dignidade Secretário  Educação  da  ABGLT   Paraná não avança nas políticas públicas de proteção aos direitos LGBT Lançado em 2013, Plano Estadual de Políticas Públicas para homossexuais tem poucas ações concretizadas. Metas têm de ser cumpridas até o fim de 2015 Publicado em 26/01/2015 | Rodrigo Batista Comentários (12) O Paraná ainda caminha a passos lentos na implantação de políticas que garantam os direitos da população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (comunidade LGBT). Lançado em 2013 e com previsão para ser cumprido até o fim de 2015, o Plano Estadual de Políticas Públicas para a Promoção e Defesa dos Direitos de LGBT prevê várias medidas de educação, segurança e saúde, mas que ainda não foram cumpridas. O prazo de algumas ações, que inclusive tinham orçamento previsto, terminou em 2013 e 2014 e nada foi feito. INFOGRÁFICO: Veja os números de denúncias no Brasil e no Paraná Outro lado Secretarias estaduais justificam atrasos Sobre os atrasos, a Secretaria da Saúde diz que está acompanhando as ações em andamento e que deve lançar iniciativas ainda neste mês de janeiro. Sobre a demanda ainda não cumprida, a Sesa informa que é uma questão que não depende exclusivamente da pasta estadual, mas de ações no âmbito federal. A Secretaria da Segurança (Sesp) diz que ainda estuda a adoção de identidade de gênero e orientação sexual nos documentos da pasta mas que, desde 2013, já é possível especificar a ocorrência como homofobia no Boletim de Ocorrências Unificado (BOU). Já a Secretaria de Esporte e Turismo diz que há duas razões para a paralisação dos trabalhos na área: a reformulação das ações levando em conta a união de secretarias – até 2013, Esporte e Turismo não pertenciam a mesma pasta –; e porque, em algumas questões, a secretaria aguarda manifestações das entidades LGBT envolvidas. A Secretaria de Cultura informou que, apesar de apoiar algumas ações, os itens do plano não ficaram sob a responsabilidade da pasta. A Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social respondeu que o atendimento às ações do plano está centralizado na Secretaria de Justiça (Seju). Já a Secretaria de Educação (Seed) disse que o trabalho do setor é contínuo e que as demandas continuam sendo trabalhadas. Durante um mês, a Seju foi procurada pela reportagem para responder aos questionamentos sobre o plano, mas ninguém conversou com a reportagem. Aceitação Plano precisa ser contínuo, dizem especialistas Na opinião do sociólogo Lindomar Bonetti, da PUCPR, a sociedade está avançando na aceitação da diversidade sexual, mas a falta de ação do governo para implementar políticas públicas para essa população pode prejudicar esse avanço. “Por mais que se tenha avanços, são medidas que devem ter continuidade. A falta de implantação pode paralisar esse processo”, analisa. O psicólogo Gilberto Gaetner, professor da Universidade Positivo, acrescenta que o plano é “muito interessante” e deve ser encarado apenas como uma etapa inicial. “O plano deve ser uma etapa inicial de implantação dessas políticas públicas. É uma ação que deve ser continuada”, opina. O psicólogo, entretanto, diz que, mesmo com o plano, é difícil a implantação de políticas dentro da sociedade por causa da dificuldade da população de lidar com questões de diversidade. “Ainda vivemos em uma sociedade machista e heterossexual por essência. É difícil para grande parte das pessoas lidar com a própria sexualidade”. Gaetner acredita em um processo longo de “assimilação de novos valores” para que a comunidade homossexual tenha como garantido o respeito e os direitos humanos e que esse processo, apesar da forte discriminação, já teve início. Os objetivos do plano – dividido em seis eixos temáticos que englobam oito secretarias de estado – são, entre outros, garantir respeito aos direitos humanos, trabalho, educação, padrão de vida adequado, livre expressão, constituição de família, seguridade e proteção social. Ao todo, estão previstas 55 ações. Cada ação, por sua vez, possui mais de uma meta. A Gazeta do Povo fez um levantamento de 32 das principais ações previstas no plano, e verificou que somente 11 foram concretizadas; dez estão em andamento e outras 11 não foram cumpridas. Só a Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Seju), que também é responsável por coordenar o planejamento todo, tem 15 ações sob sua responsabilidade, mas não respondeu a reportagem sobre o andamento das metas. Homofobia Apesar das campanhas do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, lançado em 2009, os crimes de ódio contra homossexuais persistem na sociedade brasileira. Uma das vítimas mais recentes foi o cabeleireiro Claudio Eising, 22 anos, agredido por dois homens dentro de um ônibus de Curitiba. O caso aconteceu em dezembro do ano passado. “Eles começaram a mexer, gritar, tirar sarro. Ficavam gritando ‘essa raça tem que morrer, essa raça não presta’”, conta. Não contente com os xingamentos, a dupla partiu para a agressão física. Eising foi atacado com socos e ferido na mão por um dos agressores, que portava uma faca. Havia cerca de 20 pessoas no ônibus e nenhuma tentou ajudá-lo. Somente o motorista parou o ônibus e evitou o pior. A dupla fugiu e o jovem levou 40 pontos na mão. Depois da agressão, entidades ligadas aos grupos LGBT emitiram nota cobrando, entre outras medidas, a aplicação das políticas previstas no plano. Segundo o presidente do Grupo Dignidade, Toni Reis, muitas das ações não saíram do papel por falta de vontade do poder público e pressão de grupos políticos. “Muitas políticas [de proteção a grupos LGBT] já estão estabelecidas. Os governantes estão acuados por frentes parlamentares fundamentalistas.” Cai número de denúncias de violência contra gays Desde 2011, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) registrou queda nas denúncias de violência contra homossexuais. Relatório do órgão mostra que, entre 2011 e 2014, caíram em 16,1% as notificações recebidas pelo Disque 100 (canal de direitos humanos) no Paraná. A queda foi maior do que a registrada nacionalmente (12,6%). A diminuição é mais acentuada quando se analisam os números registrados em 2012. Naquele ano, Paraná e Brasil registraram alto número de denúncias. No ano passado, o Paraná refistrou 57 casos de preconceito por questões relacionadas a orientação sexual. Mesmo com a queda em relação ao primeiro ano do levantamento, o estado foi o quarto que mais registrou casos, atrás de São Paulo (250), Rio de Janeiro (77) e Minas Gerais (73). Para o advogado Fábio Augusto de Souza, vice-presidente da comissão de diversidade sexual da OAB-PR, a queda ocorre porque pelo canal Disque 100 as notificações geralmente são passadas para organizações não governamentais, que cuidam dos casos apenas de forma administrativa. “No Judiciário os homossexuais encontram uma via mais segura para reivindicar seus direitos”, ressalta. Para ele, a divulgação do canal Disque 100 é precária e são poucas as campanhas que incentivem a população a denunciar atos de preconceito. Na opinião do sociólogo Lindomar Boneti, da PUCPR, a queda ocorre por causa do aumento de políticas públicas para homossexuais. “Começam a surgir os efeitos dessas políticas e da importância dada pela mídia ao assunto”. Sobre o pico de denúncias de 2012, o sociólogo acredita que havia uma “demanda reprimida”, o que fez o número subir. A SDH, em nota, disse que mantém campanhas contra a homofobia desde 2011, quando uma forte ação fez os números crescerem. A SDH afirma que o Disque 100 é uma “ferramenta consolidada”, mas lembra que a falta de uma lei específica que tipifique a homofobia dificulta o trabalho de denúncias e respostas dos estados e municípios para a população LGBT. fonte  http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1528392&tit=Parana-nao-avanca-nas-politicas-publicas-de-protecao-aos-direitos-LGBT __._,_.___ Enviado por: "Toni Reis - GMail" Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Homofobia bancada por dinheiro público

---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Fabio Grotz Data: 29 de setembro de 2014 16:48 Assunto: Levy Fidelix: homofobia bancada com dinheiro público Para: Fabio Grotz Eleições 2014 Levy Fidelix: homofobia bancada com dinheiro público http://www.cartacapital.com.br/politica/levy-homofobia-bancada-com-dinheiro-publico-3678.html Seu partido não representa ninguém, mas já recebeu mais de 6,1 milhões de reais do fundo partidário por Piero Locatelli — publicado 29/09/2014 09:29, última modificação 29/09/2014 15:43 inShare 1 Reprodução Levy Fidelix durante o debate de segunda-feira. Suas falas são sustentadas com dinheiro público Leia também No penúltimo debate, Dilma parte para o ataque Igreja: pauta é progressista, mas aborto 'é inegociável' “Irmão vota em irmão”: a base do voto de Marina Silva Evangélicos: 8 perguntas e respostas Sim, Dilma, nós podemos! Marina diz que casamento é estabelecido entre pessoas de sexos diferentes Até a segunda-feira 29, Levy Fidelix (PRTB) era uma piada inofensiva. Era só o baixinho bigodudo que repetia uma única proposta: a do aerotrem, um monotrilho que percorreria a capital paulista, o estado e até o Brasil. A insistente presença de Levy em todos os debates deste ano entre os candidatos à Presidência da República deve-se à eleição de um único deputado federal pelo partido em 2010 (o carioca Áureo, hoje no Solidariedade). Com essa vitória, as emissoras foram obrigadas a chamá-lo para todos esses encontros. Após a derrota em dez eleições, a piada finalmente perdeu a graça durante o debate entre os candidatos à Presidência organizado pela Rede Record. Ao responder a uma pergunta sobre a união de casais do mesmo sexo, feito por Luciana Genro (PSOL), Levy Fidelix fez uma série de afirmações homofóbicas. Em duas falas, o candidato disse que "aparelho excretor não reproduz", falou da necessidade de “enfrentar” essa minoria, questionou que “dois iguais não se reproduzem” e propagou a diminuição do tamanho da população com o “estímulo” da homossexualidade. O candidato ainda chegou a ligar a homossexualidade à pedofilia, quando disse concordar com a atitude do papa Francisco de expurgar padres pedófilos da Igreja. Dessa forma, a antiga piada inofensiva finalmente perdia a graça. Levy não representa ninguém, o que é claro na sua incapacidade de conseguir qualquer votação expressiva após dez eleições a cargos como prefeito, governador e presidente. Apesar da falta de respaldo, o candidato é beneficiado pelo dinheiro do fundo partidário. Desde 1996, foram 6,1 milhões de reais entregues ao PRTB de Levy. Além disso, a sigla também é ajudada com espaço gratuito na televisão, comprado pelo governo, e com o rateio de multas da Justiça Eleitoral. O candidato também sofre diversas suspeitas. Aliados de Levy já afirmaram que ele cobraria 400 mil reais de quem quer se desfiliar do partido e de manipular as eleições do partido, em que sempre foi o presidente. Ele também foi acusado de envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, que citava seu nome em escutas feitas pela Polícia Federal. Segundo as investigações, o PRTB era um dos alvos de Cachoeira, que buscava "comprar" um partido. Levy nega todas as acusações e se mostrou indignado ao ser questionado sobre essas denúncias no debate organizado pelo SBT e pela Folha de S.Paulo. Iniciativas que acabariam com o repasse de dinheiro ao PRTB chegaram a ser aprovadas, mas acabaram rejeitadas – como a cláusula de barreira que acabaria com o repasse do fundo partidário aos chamados nanicos, barrada pelo Supremo Tribunal Federal. Por fim, a postura de Levy na segunda 29 escancara duas coisas: uma delas é a existência de diversos partidos – 32 atualmente –, que pouco ou ninguém representam, e a outra é a necessidade de criminalizar posturas homofóbicas como essa.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Maricá outro crime homofobia

  Recebi a notícia de mais um assassinato com caracteristicas de homofobia em Maricá RJ. Jorge Mariano de Souza foi encontrado morto em sua casa no Bairro da Mumbuca em Maricá, no sábado em 24 de Maio, pessoa muito querida na cidade, que também era sacerdote da religão Afro Brasileira, o crime deixou amigos e familiares chocados. Como Subsecretario de Sexualidade e Diversidade LGBT  da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania de Maricá, fiz contato e repassei os dados ao Dr. Robson Gomes do Núcleo de Assassinatos e Crimes Homofóbicos da Delegacia de Homicídios de Niterói. Estamos acompanhando o caso que foi registrado na 82ª DP de Maricá. Também enviamos informe ao Sr. Cláudio Nascimento da Superdir do Programa Rio Sem Homofobia, para o apoio na apuração e esperamos a prisão dos assassinos. Estaremos apoiando aos familiares e amigos de Jorge Mariano, e enviamos nossos sentimentos pela perda. Vamos todos denunciar a violência, perseguição e ataques homofóbicos em Maricá e no Brasil. Disque 100 !! Nunca Mais Basta!  Link do Lei Seca Maricá sobre o assassinato de Jorge Mariano: http://.leisecamarica.com.br/homem-e-encontrado-morto-dentro-de-casa-na-mumbuca/ Carlos Alves  Prefeitura de Maricá  -  Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania            Subsecretario de Sexualidade e Diversidade LGBT - Programa Maricá Sem Homofobia 21 982620233 - 998150111  Curta e Divulgue Nossa Página no Facebook https://www.facebook.com/pages/Subsecretaria-de-Sexualidade-e-Diversidade-LGBT-de-Maricá/149144285285133?fref=ts    __._,_.___ Enviado por: Carioca Fla Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Bem Fam CLIPPING - 04/set./2013



CLIPPING - 04/set./2013

Mães orientadas, filhos protegidos
Correio Braziliense

Pesquisa realizada por estudante de medicina brasileira em congresso internacional comprova a eficácia do aconselhamento médico para reduzir a transmissão vertical do HTLV. O vírus está associado a males como leucemia e doenças neurológicas.  Ao lado da cesariana, a amamentação com leite em pó é uma das medidas que ajudam a prevenir a transmissão do HTLV de mãe para filho.

Um grupo de alunos mineiros participou, em Montreal, no Canadá, da 16ª Conferência Internacional de Retrovirologia Humana. Lá, apresentaram cinco trabalhos científicos, dos quais se destacou o de Mariana Amaranto, estudante do 5º ano de medicina da Faculdade de Saúde e Ecologia Humana Vespasiano (Faseh), em Belo Horizonte. Ela propôs verificar a eficácia do aconselhamento dado a mulheres portadoras do vírus HTLV-1, que incluiu as recomendações para não amamentar e, preferencialmente, realizar o parto por cesariana.  "Minha pesquisa é um braço de várias outras que esse grupo desenvolve. Ela constatou a eficácia do aconselhamento para a não transmissão do vírus (à criança)", diz Amaranto. O resultado, segundo a estudante, favorece a argumentação para que seja realizada a pesquisa laboratorial do HTLV no pré-natal e para que seja oferecido pelo governo o leite em pó para filhos de mães soropositivas.  Em média, 10% dos indivíduos infectados com o micro-organismo desenvolvem sintomas como leucemia e linfomas de células T, paraparesia espástica tropical e uveíte, entre outros. "A transmissão ocorre por via parenteral, sexual e vertical. Minha pesquisa se relaciona à prevenção da transmissão do vírus por meio da atuação na via vertical. O aconselhamento de mães soropositivas inclui evitar o aleitamento materno e o parto natural." A infecção pelo HTLV é endêmica no Brasil e considerada uma doença negligenciada, com poucas verbas para tratamento e pesquisa. "Temos a sorte de, em Minas Gerais, contar com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e da Fundação Hemominas para essas pesquisas, bem como contar com os alunos da Faseh, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da UFMG, que contribuem para o avanço dos estudos. Com os resultados apresentados, a Prefeitura de Belo Horizonte acaba de incluir os testes para HTLV no pré-natal, pois essa virose pode ser transmitida de mãe para filho por meio do aleitamento materno. Isso é muito importante, porque, atualmente, a transmissão ocorre silenciosamente, sem que as pessoas saibam."

Segundo filho: quando é a hora de engravidar novamente?
O estado de Minas

Quando ter o segundo filho? As dúvidas para os pais são muitas. Entre as principais estão a distância de tempo ideal entre um filho e outro e como agir com relação ao ciúme do primogênito.

 Alguns pais decidem adiar a segunda gravidez para curtir os primeiros anos do primeiro bebê e prestar mais atenção ao crescimento dele. Segundo a coordenadora da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela, o ideal é esperar de dois a três anos e meio para se ter o segundo filho. A médica explica que o tempo ajuda na recuperação da mãe e no aproveitamento da segunda gravidez. "Porque o primeiro ano de vida então é quase uma exclusividade de atenção e de cuidado. Então é importante preservar esse um ano, um ano e meio sem pensar em uma nova gravidez. E para ela também recuperar sua energia, que é um desgaste grande", destaca.  Uma preocupação comum entre os pais é o ciúme em relação aos filhos. Normalmente a criança mais velha sente que perdeu o trono, o prestígio dentro de casa. A obstetra do Grupo Hospitalar Conceição (Rio Grande do Sul), Sandra Canali Ferreira, explica que o primeiro filho pode apresentar comportamentos que já haviam sido superados. "Ele sofre um pouco e estressa um pouco a família. Muitas vezes ele volta a chupar bico, a fazer xixi na cama", comenta a médica. A psicóloga do Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro, Eloisa Zen, orienta os pais destacando que a melhor forma de administrar essa situação é mostrar ao primeiro filho que o lugar dele ainda está ali e que não será ocupado pelo irmão. Para a psicóloga é importante falar que ele é único no coração dos pais, que ele foi o primeiro e que foi muito desejado. Além disso, é importante lembrá-lo de que o irmãozinho vai ser o seu companheiro no dia a dia, seja nas brincadeiras, indo e voltando da escola e também em outras atividades.  Esther Vilela lembra ainda que não existe uma regra determinando a distância entre a primeira e a segunda gravidez. Ela destaca que no caso das mulheres com mais de 40 anos é preciso seguir o período de fertilidade do corpo, e que para este caso não vale a espera de dois anos e meio a três anos entre um filho e outro. A médica frisa que depois dos 40 anos a gravidez será de risco na maioria dos casos.  O Ministério da Saúde, por meio da Rede Cegonha, fornece o acompanhamento médico gratuito desde o pré-natal ao pós-parto. Dessa forma, são realizados exames iniciais da gestação, visitas às maternidades e qualificação do atendimento às futuras mamães.

Dilma nega que Bolsa Família estimule procriação de famílias pobres
Isto é

A presidente Dilma Rousseff defendeu nesta terça-feira, em sua coluna semanal Conversa com a Presidenta, o programa Bolsa Família, do governo federal. Questionada por uma jornalista de Sorocaba (SP), que afirmava que o programa estimulava o aumento da procriação entre as famílias mais pobres, Dilma rechaçou esta hipótese, declarando que "o que tem acontecido é exatamente o contrário em nosso País".  "A taxa de fecundidade caiu em todo o Brasil e recuou ainda mais entre a população de baixa renda, especialmente do Norte e Nordeste, onde há mais pessoas recebendo o benefício do Bolsa Família", respondeu Dilma, rebatendo a afirmação da jornalista. Segundo a presidente, o Bolsa Família contribui para a melhora de uma série de indicadores que influem na queda da taxa de fecundidade da população. "Pelas estatísticas, o número médio de filhos tende a cair com o aumento de renda, educação e inclusão social, aspectos reforçados pelo programa", argumentou.

Alerta para esmaltes e unhas postiças em enfermeiras
O Globo

Após pesquisa sobre infeções bacterianas, profissionais de saúde têm sido aconselhadas a manter unhas curtas e limpas no Reino Unido

Enfermeiras têm sido aconselhadas a tomar cuidado com unhas postiças e esmaltes no Reino Unido depois de uma pesquisa do Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) sugerir que o controle de infecção estava sendo posto em risco. As diretrizes do órgão afirmam que as unhas deveriam ser curtas e sem esmalte.  Mas uma pesquisa on-line com cerca de 500 estudantes de enfermagem mostrou que 60% tinham unhas postiças ou pintadas. Segundo o Royal College of Nursing (RCN), os resultados são "preocupantes". - As unhas devem ser curtas e sem esmalte. Unhas falsas não devem ser usadas - ressaltou, em entrevista à BBC, Tom Sandford, do RCN. - Esmalte e unhas postiças abrigam bactérias e são um risco para a saúde dos pacientes. As organizações de saúde devem apoiar as políticas locais sobre uniformes e suas implicações para o controle de infecção. Segundo um documento divulgado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Organização Mundial de Saúde (OMS), é vedado o uso de unhas artificiais quando em contato direto com o paciente. Ele também diz para se manter "as unhas naturais e curtas", com pontas menores do que 0,5 centímetros de comprimento.

Agência da ONU realiza debate em Curitiba sobre impacto de leis brasileiras em casos de aids no país
ONU Notícias

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em conjunto com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Paraná e o Grupo Esperança, realizou em Curitiba o debate “Diálogos sobre HIV e o Direito: Acesso à Justiça”. O objetivo foi discutir o impacto das leis e práticas do Direito na epidemia de HIV/AIDS no Brasil. O encontro focou em três pontos: o estigma e a discriminação em razão do estado de saúde, da orientação sexual, da identidade de gênero, da ocupação, da violência baseada em gênero, dentre outros tipos de violência; a judicialização das demandas relacionadas ao viver com HIV/AIDS; e a atuação de assessorias jurídicas para a garantia do acesso à justiça. O representante residente adjunto do PNUD, Arnaud Peral, destacou na abertura do evento os avanços da legislação brasileira e os obstáculos que ainda devem ser transpassados para atingir plenamente os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Outros pontos ressaltados foram o combate ao abuso sexual de crianças que acabam contraindo o HIV, a falta de acesso à saúde sexual, a garantia dos direitos humanos no sistema prisional e o preconceito no ambiente de trabalho.O PNUD promoveu o encontro para debater o relatório da Comissão Global sobre o HIV e Direito, lançado em julho desse ano. O documento mostra como os governos de todas as regiões do mundo desperdiçam o potencial dos sistemas jurídicos na luta contra o HIV e conclui que as leis baseadas em evidências e nos direitos humanos fortalecem a resposta global à AIDS. Os próximos “Diálogos sobre HIV e o Direito” serão realizados em Porto Alegre e São Paulo, além de um encontro nacional a ser realizado no Rio de Janeiro em novembro. O evento em Curitiba também contou com o lançamento da campanha “Mulheres e Direitos”, uma parceria entre o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), União Europeia, Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e ONU Mulheres. A campanha também conta com o apoio do PNUD.

Muitos casos de homofobia não chegam ao Judiciário, diz defensora pública
Agência Brasil

A coordenadora do Núcleo da Defesa da Diversidade Sexual e dos Direitos Homoafetivos (Nudiversis)  da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, Luciana Mota, disse (3) que o Judiciário está preparado para atuar nos casos de homofobia. O que ocorre, segundo ela, é que muitos deles não chegam à Justiça.

“Muitas pessoas não têm conhecimento dos seus direitos. Muitas têm vergonha de denunciar, porque se sentem humilhadas com aquela situação”, disse Luciana. Ela alertou também que há casos em que o agredido não tem como provar a violação, porque “quando a pessoa vai ofender alguém, dificilmente o faz na presença de testemunha”. Com isso, a vítima acaba perdendo a ação por falta de provas. “É um problema que a gente tem [na Defensoria Pública]”, disse. Há ainda casos em que o homossexual agredido se sente inibido para fazer uma denúncia de agressão por medo de represália. “O homossexual é vulnerável por natureza. Ele vive em uma sociedade que o oprime, que é preconceituosa. Ele já se sente, de alguma forma, constrangido, porque sabe que vai sair na rua e vai ouvir piadinha, vai sofrer agressão e vai ser ofendido. Por isso, fica sem coragem de denunciar”, diz Luciana. Segundo Luciana Mota, é preciso mudar a mentalidade da sociedade. As pessoas têm que ser orientadas sobre as consequências de uma conduta homofóbica. “Se praticar homofobia, vai receber uma punição”. Do mesmo modo, ela diz que o homossexual, sofrendo discriminação, deve ser orientado da importância de levar isso às autoridades competentes. A defensora pública defendeu o aumento de políticas públicas do estado para divulgar os direitos da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros) e, do lado do Judiciário, que as leis sejam aplicadas com rigor para que o cidadão que pratica crime de homofobia seja punido e sirva de exemplo para os demais, para que não venham a ter a mesma conduta. A defensora pública reiterou que o problema da intolerância está vinculado de forma direta à educação.

Amigos no Facebook podem induzir a comportamentos de risco
AFP 

Adolescentes que veem em redes sociais na internet, como Facebook e Myspace, fotos de amigos fumando e consumindo álcool são mais propensos a fumar e beber também, concluiu um estudo publicado esta terça-feira nos Estados Unidos. "Nosso estudo mostra que os adolescentes podem ser influenciados a fumar ou consumir álcool pelas imagens de seus amigos online", disse Thomas Valente, da Universidade do Sul da Califórnia, principal autor do estudo. "Até onde sabemos, este é o primeiro estudo que aplica métodos de análise das redes sociais para examinar como as atividades dos adolescentes nesses ambientes influenciam seu consumo de tabaco e álcool", acrescentou. Valente e sua equipe tiraram essas conclusões de uma consulta feita com 1.563 no condado de Los Angeles. Os cientistas observaram que o tamanho da própria rede virtual de amigos não é um fator importante associado a comportamentos de risco, mas estas estavam relacionadas com a exibição de fotos online de amigos em festas ou bebendo.

Acusado de mutilar 15 mulheres deixa Mais Médicos
Correio Braziliense  

O Ministério da Saúde decidiu desligar o médico e ex-deputado federal Carlos Jorge Cury Masilla, de 56 anos, do Programa Mais Médicos. O afastamento ocorreu um dia depois de o Correio revelar que o profissional, destacado para trabalhar em Águas Lindas (GO), é acusado de mutilar e causar lesões em pelo menos 15 mulheres em Manaus. Ele também é suspeito da morte de duas pacientes. Após consulta ao Conselho Federal de Medicina, o governo federal invalidou a inscrição de Cury. Além de ser acusado de mutilar e causar lesões corporais em pelo menos 15 mulheres de Manaus, o médico Carlos Jorge Cury Masilla é suspeito de ser o responsável pela morte de duas pacientes. A denúncia foi levada ao Ministério Publico Federal (MPF) e tramita em sigilo. As mulheres, que afirmam ter sido lesadas por Cury, entregaram uma representação coletiva ao MPF em fevereiro deste ano. No documento, afirmam que os erros cometidos pelo médico resultaram na morte de Laureci Fuzari e Maria Alteniza de Lima Salles.

A velhice é branca (Ancelmo Gois)

 Na mesa da socióloga Eleonora Menicucci, ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, está um estudo que mostra que o rosto da velhice no Brasil é, majoritariamente, o de uma mulher branca.

 A população feminina brasileira é formada por 50% de negras, 49% de brancas e 1% de indígenas e amarelas.

 Só que...  A partir dos 60 anos de idade, esse quadro se inverte: 57% das idosas são brancas.

Jovem que sobreviveu a ataque talibã inaugura biblioteca
Redação Lux

Malala Yousafzai, a jovem paquistanesa que sobreviveu a um ataque talibã em outubro do ano passado, inaugurou uma nova biblioteca em Birmingham, no Reino Unido. Com apenas 16 anos, a adolescente tem aqui a sua grande oportunidade para voltar a afirmar que os livros são a melhor arma para derrotar o terrorismo e lutar pelo direito à educação. “Lembrem-se sempre que mesmo um livro, uma caneta, uma criança e um professor podem mudar o mundo”, afirmou Malala durante a inauguração daquela que é apresentada como a maior biblioteca da Europa. Recorde-se que a estudante foi gravemente ferida na cabeça em outubro do ano passado, depois de ter defendido em público o direito das mulheres à educação. Recentemente, foi convidada por uma editora para publicar a sua história.

Com sete anos de existência, Natex produz 100 milhões de preservativos por ano
AC 24Horas

A fábrica de preservativos completa sete anos de existência, e segundo o governo do Estado, conta com 179 funcionários e 700 famílias que vendem látex nativo para sua produção. Atualmente, a Natex produz 20% de todas as camisinhas masculinhas distribuídas pelo governo federal.

O governador Sebastião Viana (PT) visitou a fábrica, em Xapuri, e disse que seu sonho é repassar a Natex para ser administrada por funcionários. Se dependesse de mim, vocês já seriam donos disso aqui. Eu sonho com o dia que a Natex vai pertencer aos seus funcionários. Por isso não pensem que vocês são apenas funcionários que trabalham para receber os seus salários. Pensem grande" disse. A Natex produz 100 milhões de unidades por ano e o Ministério da Saúde é o único comprador de toda sua produção, num contrato de R$ 10 milhões anuais. O ministro da Saúde Alexandre Padilha garantiu o contrato de renovação já estava pronto, garantindo mais um ano de trabalho e recursos para a empresa.  A fábrica também é a segunda maior empregadora de Xapuri, com vários departamentos técnicos, inclusive um laboratório, tudo certificado com a ISO 9001. Dos 179 empregados, 98% são de Xapuri mesmo.

FRASE

"Não há médicos em número suficiente no Brasil para o atendimento básico à população. As desistências revelam um drama que municípios e Estados vivem quando precisam preencher uma vaga após um concurso público.” Alexandre Padilha, ministro da saúde.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

VEJA COMO UMA LÉSBICA E UM GAY DEVEM MORRER

Pessoal  desculpem mas  tenho  que  compartilhar.  Estas  ameaças.

Hoje mesmo   levarei  ao  conhecimento     das autoridades   competentes

Continuamos  na  luta   mesmo  com  todas  estas  ameaças.

Toni Reis

 


Toni viadão quer dar o cu lá PC do B ,verme covarde agressor de idosos ,VEJA COMO UMA LÉSBICA E UM GAY DEVEM MORRER 
1) de uma surra metendo vários socos e chutes na cara e na cabeça da sapatão ou do viado.
2)  depois que espancou a lésbica nojenta ,corte a cabeça da lésbica cretina se satisfazendo em ver o sangue jorrar.
3) chutar a cabeça da sapatona  ou do viado sem para depois de cortada a cabeça de seu corpo .
 É o que precisa acontecer com vc .

veja uma foto como exemplo como que se deve fazer com lésbicas e tb com gays.

http://www.flogao.com.br/ghiorzi/129880027
ghiorzi | Cabeça cortada

 

Toni,
Fiquei horrorizada com tamanha brutalidade, falta de caráter, sei como vc é espero o melhor para vc e que descubram quem é este ser porque quem pensa desta forma só pode ser um alienado, lunático não consigo pensar em uma pessoas falando isto pra mim nem animal é porque os animais ainda são melhores que um ser doentio como este.
Abraços solidários
Marly Fontoura
GAV- Castro-Pr.



Pessoal  desculpem mas  tenho  que  compartilhar.  Estas  ameaças.

Hoje mesmo   levarei  ao  conhecimento     das autoridades   competentes.

Continuamos  na  luta   mesmo  com  todas  estas  ameaças.

Toni Reis


Toni é um absurdo o que diz essa pessoa,  espero que a polícia consiga descobrir de que IP veio essa mensagem!
Abraços, 
Rubens





Que horror,
  Passei mal com essas imagens.
Laurinha

     _                           
 ___/__)            ,     /)     
(, /   _       __    __  (/   _  
  /   (_(_(_(_/ (__(_/ (_/ )_(_(_  
 (_____

  
 PARA QUEM NÂO SABE::::
   Pode-se fazer via internet mesmo o registro na safer net.
   Depois procurar delegacia de crimes ciberneticos para registrar tambem.
   E aguardar resultado.
   CARO TONI NÃO SE INTIMIDE SEI QUE JA TOMASTES PROVIDENCIA.
   COMUNICO QUE COMPARTILHEI E DIVULGUEI EM REDES:::::
   NGB

domingo, 14 de abril de 2013

 TE CONTEI?   

Quanto menos inteligente, mais preconceituoso.

 

 ( Los menos inteligentes, más sesgada ) / Sexualidade não se molda, se respeita. ( La sexualidad no es el moho, respetas a ti mismo ) / Walcyr Carrasco provoca Marco Feliciano.vilão de nova novela será gay enrustido.( Walcyr Carrasco causas y Feliciano Marco)





 BARRINHAS
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Te lo dije?
BARRINHAS
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PERLAS DE FACEBOOK
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PURQ FAIZ ISSO ATELHA?
Meninas, conheçam @[515901505121700:274:Só para noivas] <3 é linda!
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Vale mais do que barras de ouro
@[290153384349066:274:@DiaboReal]
Foto
No dia internacional do beijo, saiba que assim NÃO se pega aids!
 
 BARRINHAS

Quanto menos inteligente, mais preconceituoso, diz estudo.

Los menos inteligentes, más sesgada, dice estudio
Preconceito é uma grande besteira. Julgar o outro por ser diferente de você não o faz uma pessoa melhor, apenas egocêntrica e cheia de medo de a sua verdade não seja a verdade absoluta para o resto do mundo. Isso todo mundo já devia saber, mas pelo que vemos no dia a dia, muita gente ainda não entendeu.
A Universidade de Ontário, no Canadá, foca seus trabalhos acadêmicos no estudo dos mecanismos do preconceito, desde como ele surge até como se manifesta na sociedade. E no meio de um desses estudos foi descoberto algo que muita gente vai dizer que já sabia: quanto menor o QI da pessoa, mais preconceituosa ela é.
QI (quociente de inteligência) é usado para medir a capacidade intelectual das pessoas. São feitos testes – não, não tem nenhuma ligação com uma prova de conhecimentos gerais que você já fez na escola – e descobre-se a capacidade que cada um tem de aprofundar-se em conhecimento.
E o que os pesquisadores, liderados por Gordon Hodson, descobriram foi que quanto menor o QI de alguém, maiores as chances dessa pessoa se tornar preconceituosa, conservadora e racista. Isso aconteceria porque, na hora de escolher em que acreditar, essas pessoas buscariam o caminho mais simples e conservador, apostando em ideologias que pregam o preconceito.
Resistir às mudanças é algo que todos nós fazemos, uns em maior grau do que outros, mas quando essa resistência passa a prejudicar seu interação social é que se torna perigosa. Entender as diferenças entre as pessoas e respetá-las pode parecer impossível para alguns e óbvias para outros.
O estudo mostra que as pessoas menos inteligentes seriam atraídas por ideologias conservadoras porque oferecem ‘estrutura e ordem’, dão conforto e simplificam o entendimento do mundo em que vivemos, que se torna mais complicado a cada dia.
Quando dizem que você deve “abrir a cabeça” é sobre isso que estão falando. Aceitar mudanças, deixar que o conhecimento faça sentido e notar que a ciência existe, também, para desmascarar dogmas universais.
A pesquisa, publicada na revista Psychological Science e disponível neste link, deixa claro que não está dizendo que todas as pessoas sem preconceitos são geniais, enquanto quem não aceita as novas organizações sociais é estúpido, Ela trabalha com a média entre grupos e, por isso fala de maiorias e recortes.
El prejuicio es un gran error. Juzgar a otros por ser diferentes a ti no te hace una mejor persona, sólo centrado en sí mismo y lleno de miedo de su verdad no es la verdad absoluta para el resto del mundo. Que todo el mundo debería saber, pero por lo que vemos en la vida cotidiana, muchas personas todavía no entienden.
La Universidad de Ontario, Canadá, centra su trabajo académico en el estudio de los mecanismos de prejuicio, ya que se plantea es cómo se manifiesta en la sociedad. Y en medio de uno de estos estudios se descubrió algo que mucha gente va a decir que ya sabíamos: cuanto menor sea el coeficiente intelectual de la persona, cuanto más se vea perjudicada.
IQ (coeficiente intelectual) se utiliza para medir la capacidad intelectual de las personas. Las pruebas se llevan a cabo - no, no tiene ninguna conexión con la prueba de conocimientos generales que has hecho en la escuela - y descubre que la capacidad tiene que profundizar en el conocimiento.
Lo que los investigadores, dirigidos por Gordon Hodson, se encontró que el más bajo es el coeficiente intelectual de una persona, más probable es que la persona a ser prejuiciosa, conservadora y racista. Esto sucede porque, al elegir en qué creer, estas personas buscan el camino más sencillo y las ideologías conservadoras que predican apostando por los prejuicios.
Resistencia al cambio es algo que todos hacemos, algunos en mayor medida que otros, pero cuando esta resistencia está dificultando su interacción social es que se vuelve peligroso. Comprender las diferencias entre las personas y Respeta puede parecer imposible para algunos y obvio para los demás.
El estudio muestra que las personas menos inteligentes se sentirían atraídos por ideologías conservadoras, ya que ofrecen la "estructura y el orden", dar comodidad y simplificar la comprensión del mundo en que vivimos, se hace más complicado cada día.
Cuando te dicen que debería "abrir la mente" al respecto es que están hablando. Aceptar los cambios, que el conocimiento de sentido y tomar nota de que la ciencia también es exponer los dogmas universales.
La investigación, publicada en la revista Psychological Science y disponible en este enlace, deja en claro que no está diciendo que todas las personas sin prejuicios son frescos, mientras que los que no aceptan las organizaciones sociales nuevas es estúpido, ella trabaja con el promedio entre los grupos y por lo tanto habla de las mayorías y recortes.
 BARRINHAS

Sexualidade não se molda, se respeita.

La sexualidad no es el moho, respetas a ti mismo
Por Carol Patrocínio
 
Em época de eleições tudo o que um candidato falou ao longo de sua vida pública vem à tona. E essa semana um dos links que mais apareceram na minha timeline foi sobre o candidato a prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno.
Agora você deve estar se perguntando porque resolvi falar de política numa coluna sobre sexo. E eu respondo. O link que comentei acima falava sobre uma afirmação do candidato sobre o projeto de educação sexual escolar apelidado kit anti-homofobia.
A frase foi a seguinte: "Não é dessa forma que você vai construir a sexualidade das pessoas. Deveria haver uma aula nas escolas sobre a sexualidade das pessoas, para haver prevenção".
Quando li a frase fiquei pensando por um bom tempo no que ele queria dizer com aquilo. Fui procurar de onde vinha tal afirmação — essa entrevista aqui do jornal O Estado de S. Paulo — e resolvi escrever pra dividir com vocês alguns pensamentos.
A construção da sexualidade
Antes de tudo é bastante importante deixar claro que sexualidade (desejo sexual) não tem ligação nenhuma com o corpo. Homens podem sentir desejo sexual por homens e mulheres podem sentir desejo sexual por mulheres.


Além disso, pessoas com pênis podem sentir desejo sexual por mulheres, mas não se identificarem com o corpo masculino. O mesmo acontece com pessoas com vagina, que têm o desejo sexual por homens, mas não se sentem bem com seu corpo feminino.
A verdade é que não há regras em relação à sexualidade e à forma como nos enxergamos e nos sentimos bem.
A construção da sexualidade, segundo a Terapeuta Sexual Amazonita Alfaia Esashika,

 acontece com a influência criada "pela cultura, pela família, pela religião, pela escola, pelos amigos, por nós mesmos, pelos nosso medos e pela nossa curiosidade".
E é a parte do "por nós mesmos" que eu gostaria de frizar. Descobrir sua sexualidade é descobrir quem você é de verdade, é preciso coragem, tempo e apoio e não é com a ideia de que se "previne" algo nas escolas que haverá esse tipo de descoberta.
Uma sociedade com pessoas sexualmente bem resolvidas tem menos conflito, mais amor e felicidade. Não é isso que a gente quer?
Prevenir o que, exatamente?
Quando você lê apenas essa frase destacada acima pode pensar que é sobre prevenir a homofobia que ele está falando, mas não é. Ao fazer todas as ligações religiosas e com o restante do discurso do candidato podemos, claramente, notar que ele fala sobre prevenir a homossexualidade e a transsexualidade.

Não consigo entender porque a sexualidade alheia incomoda tanto as pessoas, quais são os motivos de se dispor a tentar mudar o outro em algo que não influencia em nada sua vida. Se for pelo inferno, deixe que cada um tenha seu livre arbítrio.
Mas, seguindo na mesma linha de raciocínio de Russomanno, vamos tentar entender como se previne a natureza humana. Se fosse possível moldar a sexualidade alheia por exemplos, pais heterossexuais não teriam filhos gays ou trans*. O que vemos hoje não é isso, portanto, a ideia de molde já se mostra inútil.
Homofobia
Homofobia é crime. Assim como racismo é uma daquelas coisas que a gente prefere fingir que não viu de tão horroso que é, mas ela existe. Homofobia é não respeitar a realidade de outra pessoa. Não, a gente não está falando de opção — ou você, um dia, escolheu ser heterossexual?

Acreditar que você, dono da verdade, pode mudar o que a pessoa sente no mais profundo de si mesmo é se mostrar intolerante. E a gente não precisa de mais gente assim por aí.

Doença
O que se previne são as doenças, com vacinas, hábitos saudáveis (alimentação, exercício, lavar as mãos, escovar os dentes) e medicamentos acabam com o problema. Sexualidade, não importa como ela se dê, não é doença, mas um reflexo do interior de alguém, de suas vontades e desejos e nada disso pode ou deve ser comparado a algo que se pode previnir.

Ainda hoje vemos religiões lidando com a sexualidade como algo perverso e causador de problemas. Essa posição deve ser respeitada - cada um pode acreditar no que lhe for mais conveniente -, mas esse respeito deve valer para todo mundo, concordando ou não com essa postura.
Empatia
Colocar-se no lugar da outra pessoa ajuda muito a entender como nada tão íntimo pode ser moldado, mudado ou educado. Faça um exercício simples e pergunte-se quando você, que é heterossexual, descobriu-se assim. Como foi essa novidade? Você nem se dá conta, mas teve esse momento em que fez sentido olhar para alguém do sexo oposto e sentir atração.

Quem não tem a mesma orientação sexual que você sentiu exatamente a mesma coisa, mas com alguém do mesmo sexo. Quem é trans* teve um momento ainda mais profundo de reflexão e conseguiu entender que imagem, gênero e sexualidade não andam sempre coladinhos.
Todos nós nos descobrimos em algum momento, a diferença é que para os héteros essa descoberta é acompanhada por palminhas e incentivos, enquanto para as outras pessoas é vista com desconfiança e preconceito.
En todo momento de las elecciones que un candidato habló durante toda su vida pública aparece. Y esta semana uno de los más vínculos que aparecen en mi calendario estaba en el candidato a la alcaldía de São Paulo, Celso Russomanno.
Ahora usted debe estar preguntándose por qué me decidí a hablar de política en una columna sobre sexo. Y me respondió.
El enlace que he mencionado anteriormente habló sobre la declaración del candidato en el proyecto de la escuela de educación sexual llamado anti-homofobia kit.
La frase fue: "Por ahí no va a construir la sexualidad de las personas debe ser una lección en las escuelas sobre la sexualidad de las personas a ser la prevención.".
Cuando leí la frase me pregunté por un momento lo que quería decir con eso. Miro dónde venía esa afirmación - que entrevista aquí el diario O Estado de S.
Paul - y decidió escribir para compartir con ustedes algunas reflexiones.
La construcción de la sexualidadEn primer lugar, es muy importante dejar en claro que la sexualidad (deseo sexual) no tiene ninguna conexión con el cuerpo. Los hombres pueden sentir deseo sexual en los hombres y las mujeres pueden experimentar deseo sexual en las mujeres.
Por otra parte, las personas con penes pueden sentir deseo sexual de las mujeres, pero no identificarse con el cuerpo masculino.
Lo mismo ocurre con las personas con vagina, teniendo deseo sexual en los hombres, pero no se siente cómoda con su cuerpo femenino.
La verdad es que no hay reglas respecto a la sexualidad y cómo nos vemos a nosotros mismos y sentirse bien.
La construcción de la sexualidad, de acuerdo con Terapeuta Sexual Esashika Amazonita Alfaia,
 
pasa a la influencia creada "por la cultura, la familia, la religión, la escuela, los amigos, para nosotros, para nuestros temores y nuestra curiosidad."
Y es parte de "nosotros" me gustaría frizar.
El descubrimiento de su sexualidad es descubrir quién eres en realidad, se necesita valor, tiempo y apoyo, y no con la idea de que "impedir" algo en la escuela que no habrá este tipo de descubrimiento.
Una sociedad con las personas sexualmente resolvieron bien tener menos conflictos, más amor y felicidad.
¿No es eso lo que queremos?
Prevenir qué, exactamente?Cuando usted acaba de leer esa frase resaltada anteriormente puede pensar es en la prevención de la homofobia que está hablando, pero no lo es. Al hacer todas las conexiones y el discurso religioso con el resto de los candidatos claramente se nota que habla de la prevención de la homosexualidad y la transexualidad.
No puedo entender por qué la sexualidad de los demás molesta tanto a la gente, ¿cuáles son las razones para estar dispuesto a tratar de cambiar al otro en algo que no afecta nada en su vida.
Si el infierno, que cada uno tenga su libre albedrío.
Pero, siguiendo la misma línea de razonamiento Russomanno, vamos a tratar de entender cómo evitar que la naturaleza humana. Si pudiera dar forma a la sexualidad de los demás por ejemplo, los padres heterosexuales no tendría hijos gays o trans *.
Lo que vemos hoy en día no lo es, así que la idea de moho muestra ya inútil.
HomofobiaLa homofobia es un crimen. Al igual que el racismo es una de esas cosas que preferiríamos que no veía tan horroso que es, pero existe. La homofobia no se respeta la realidad de la otra persona. No, no estamos hablando acerca de la opción - o un día decide ser heterosexual?
Crea que usted, el dueño de la verdad, puede cambiar lo que una persona siente en lo profundo de sí mismo para mostrar es intolerante.
Y no necesitamos más gente como que en todo.
Enfermedad¿Cuáles son las enfermedades prevenibles con vacunas, hábitos saludables (dieta, ejercicio, lavarse las manos, cepillarse los dientes) drogas y terminar con el problema. La sexualidad, no importa lo que da, no una enfermedad, sino un reflejo del interior de una persona, sus necesidades y deseos, y nada de lo que puede o debe ser comparado con algo que se puede prevenir.
Incluso hoy en día vemos las religiones se ocupan de la sexualidad como algo malo y problemático.
Esta posición debe ser respetada - uno puede creer lo que es conveniente para usted - pero que el respeto debe aplicarse a todos, o no estar de acuerdo con esta posición.
EmpatíaPonte en la otra persona ayuda mucho a entender cómo algo tan íntimo que se puede moldear, modificar o educación. Haga un ejercicio simple y pregúntese si usted, que es heterosexual, que resultó bien. ¿Cómo es esto noticia? No se dan cuenta, pero tuvo ese momento que tenía sentido para mirar a alguien del sexo opuesto y sentir atracción.
¿Quién no tiene la misma orientación sexual que sentía exactamente lo mismo, pero con alguien de su mismo sexo.
* ¿Quién es trans había un momento de profunda reflexión y podía entender esa imagen, el género y la sexualidad no siempre van coladinhos.
Todos nosotros nos encontramos en un momento dado, la diferencia es que en esta recta descubrimiento va acompañado de palminhas e incentivos, mientras que para otros es visto con sospecha y los prejuicios.
 BARRINHAS
 

Walcyr Carrasco provoca Marco Feliciano e diz que vilão de nova novela será gay enrustido.

Walcyr Carrasco causas y Feliciano Marco dice nueva novela será villano gay de closet
Por Papelpop Conteúdo

Novela deve substituir "Salve Jorge" (Foto: Divulgação)
Novela debe reemplazar "Salve Jorge" (Reuters)

O autor Walcyr Carrasco, que está escrevendo a novela "Amor à Vida", que substituirá "Salve Jorge" no horário das 21h, afirmou que o vilão da trama será um gay enrustido do tipo que o deputado Marco Feliciano gosta. A entrevista foi concedida à coluna de Monica Bergamo, do jornal "Folha de S. Paulo", publicada neste domingo (7).
"Estou escrevendo a novela há um ano. Mas, de certa maneira, é um tipo que o Feliciano aprovaria, porque não se expõe. É o gay no armário, casado e com filho", contou. Na trama, o ator Mateus Solano está escalado para viver o vilão.

O autor ainda criticou aqueles que insistem em culpar a Rede Globo por constantemente vetar os beijos gay em suas tramas. "No Brasil, qualquer casal gay pode se beijar onde quiser e ninguém pode falar nada. Mas esse direito não é exercido, só em locais específicos. O que se cobra da TV é que ela dê um passo que os próprios homossexuais não deram, que é o de assumir o seu espaço. Essa é a visão da Globo. E eu sou um funcionário", falou.

Além do vilão, a novela também tratará do tema da adoção por casais homossexuais. No folhetim, Marcello Antony e Thiago Fragoso.
El autor Walcyr Carrasco, que está escribiendo la novela "Love of Life", que reemplazará a "Salve Jorge" en tiempo de 21h, dijo que el villano de la trama será un tipo encerrado gay al que le gusta el Sr. Marco Feliciano. La entrevista fue dada a Monica columna de Bergamo, el diario "Folha de S. Paulo", publicado el domingo (7).
"Estoy escribiendo una novela de hace un año. Pero, en cierto modo, es un tipo que Feliciano lo aprobaría, porque está expuesto. 'S gay en el armario, casado y con hijos", dijo. En la trama, el actor Matthew Solano está programado para vivir el villano.
El autor también criticó a quienes insisten en culpar Globo constantemente al vetar besos homosexuales en sus parcelas. "En Brasil, una pareja gay puede besar a cualquier lugar y nadie puede decir nada. Pero este derecho no se ejerce sólo en lugares específicos. Cobra ¿Y si la TV es que da un paso que los homosexuales mismos no han dado que es tomar su lugar. Tal es la opinión del mundo. Y yo soy un empleado ", dijo.
Además del villano, la novela también se ocupan de la cuestión de la adopción por parte de parejas homosexuales. En la serie Antonio, Marcelo y Thiago Fragoso.

 BARRINHAS
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TOSTADA DE MURILO
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que es hermoso!
 
Só a pedidos
 MICKAEL ARMANI, 
 (Música - George Gershwin, 'Summertime' - Kenny G)
BARRINHAS
É importante ressaltar que o conceito de Estado laico não deve ser confundido com Estado ateu, já que o ateísmo e seus assemelhados também se incluem no direito à liberdade religiosa. Trata-se do direito de não ter uma religião; como afirmou o grande jurista Pontes de Miranda, “a liberdade de crença compreende a liberdade de ter uma crença e a de não ter uma crença”. Assim sendo, confundir Estado laico com Estado ateu é privilegiar esta crença (ou melhor, não crença) em detrimento das demais, o que afronta os princípios da igualdade e da liberdade.
Estado laico, secular ou não confessional é aquele que não adota uma religião oficial e no qual há separação entre o Clero e o Estado, de modo que não haja envolvimento entre os assuntos de um e de outro, muito menos sujeição de um em relação ao outro. Portanto, Estado laico não é sinônimo de Estado antirreligioso; é até o contrário. O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa. A liberdade de crença, de culto e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado leigo, e não como oposição a ele.
Es importante destacar que el concepto de Estado laico no debe confundirse con el Estado ateo, ya que el ateísmo y sus colegas también incluyen el derecho a la libertad religiosa. Este es el derecho a no tener religión, ya que el gran jurista dijo Pontes de Miranda, "La libertad de creencia incluye la libertad de tener una creencia y no tener una creencia". Así confundir Estado laico con Estado ateo está favoreciendo esta creencia (o mejor dicho, no creencias) a costa de los demás, que afrenta a los principios de igualdad y libertad.
Estado laico, secular o no confesional es aquel que no adopta una religión oficial y en el que no hay separación entre el clero y el estado, así que no hay problemas entre la participación de uno o del otro, y mucho menos subordinada a la otra . Por lo tanto, el Estado laico no es sinónimo de Estado antirreligioso, es todo lo contrario. El Estado laico fue la primera organización política que garantiza la libertad religiosa. La libertad de creencias, el culto y la tolerancia religiosa fueron aceptadas gracias al estado secular, y no en oposición a ella.
 

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