Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Eleições. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleições. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Eleitores do Rio e De Niteroi ATENÇÃO LEIAM E PESQUISEM ANTES DE VOTAR

Então fiquemos atentos com esses nomes::::
Direta ou indiretamente são responsáveis pelo desastre na saúde estadual
Devemos verificar se alguns deles estão cogitando ser candidato a algum cargo eletivo:::
Essa eh uma pagina da prefeitura
Esta disponível pela lei de transparência
E cabe a nos sabermos todos os nomes para cobrarmos eficiência na gestão da saúde publica:::
JA SABEMOS QUE O SECRETARIO E FILIADO AO PDT, E QUER SE CANDIDATAR A PREFEITO POR NITERÓI....???!!!!
ISSO MESMO ELE DEIXOU O RIO EM UM CAOS E QUER EXPORTAR O CAOS PARA nykiti
PODE ISSO SR ARNALDO//????

http://www.saude.rj.gov.br/estrutura.html

SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE

FELIPE DOS SANTOS PEIXOTO
felipe.peixoto@saude.rj.gov.br
1.1 - GABINETE DO SECRETÁRIO

1.1.1 - Chefia de Gabinete

Bruno Dias Roriz

1.1.1.1 - Assessoria Técnica do Gabinete

1.1.1.2 - Assessoria Técnica dos Órgãos de Controle

1.1.1.3 - Assessoria Técnica de Apoio Administrativo

1.1.2 - Assessoria Executiva do Gabinete

Denise Rangel Vaz

1.1.2.1 - Assessoria Técnica do Cerimonial

1.1.2.2 - Assessoria Técnica de Demandas Especiais

1.1.2.3 - Assessoria Técnica do Secretariado

1.1.3 - Assessoria de Eventos

Ciléa Soares da Matta

1.1.3.1 - Assessoria Técnica de Pré-Produção

1.1.3.2 - Assessoria Técnica de Produção

1.1.3.3 - Assessoria Técnica de Avaliação

1.1.4 - Assessoria de Comunicação

André Luis do Nascimento Ferreira

1.1.4.1 - Assessoria Técnica de Comunicação Digital

1.1.4.2 - Assessoria Técnica de Comunicação Visual

1.1.5 - Assessoria de Gestão

Tiago Velloso de Carvalho

1.1.5.1 - Assessoria Técnica de Gestão

1.1.5.2 - Assessoria Técnica de Monitoramento

1.1.5.3 - Assessoria Técnica de Inovação

1.1.5.4 - Assessoria Técnica da Qualidade

1.1.6 - Corregedoria de Saúde

Ronaldo Antônio de Menezes

1.1.6.1 - Subcorregedoria Correcional

1.1.6.2 - Subcorregedoria de Inteligência

1.1.6.3 - Assessoria Técnica Administrativa

1.1.7 - Assessoria de Planejamento

Jorge Tadeu Rozzante Marinonio

1.1.7.1 - Assessoria Técnica de Informação em Saúde

Ceres Albuquerque

1.1.7.2 - Assessoria Técnica de Planejamento em Saúde

Flávia Mendes de Oliveira

1.1.7.3 - Assessoria Técnica de Planejamento Orçamentário

Denise Nabuco Villa Forte

1.1.7.4 - Assessoria Técnica de Convênios

1.1.7.5 - Assessoria Técnica de Humanização

1.1.7.6 - Assessoria Técnica de Participação Social e Equidade

1.1.8 - Assessoria de Tecnologia da Informação

Anselmo Mendes Gaio

1.1.8.1 - Assessoria Técnica de Infraestrutura e Segurança Tecnológica

1.1.8.2 - Assessoria Técnica de Controle Normas e Padrões

1.1.8.3 - Assessoria Técnica de Atendimento

1.1.8.4 - Assessoria Técnica de Projetos de TI

1.1.8.5 - Assessoria Técnica de Sistemas

1.1.9 - Assessoria Parlamentar

Leonardo José de Almeida Freitas

1.1.9.1 - Assessoria Técnica

1.1.10 - Assessoria de Regionalização

Monique Zita dos Santos Fazzi

1.1.10.1 - Assessoria Técnica de Integração Regional

Izabela Matos Ribeiro

1.1.10.2 - Assessoria Técnica do Pacto Interfederativo

Monica Maria Rocha Clemente Machado

1.1.10.3 - Assessoria Técnica de Apoio aos Hospitais do Interior

Elisabet Pauer

1.1.11 - Assessoria do Escritório de Projetos

Carlos Alberto Peres Krykhtine

1.1.11.1 - Assessoria Técnica de Arquitetura e Engenharia

1.1.11.2 - Assessoria Técnica de Requalificação das Unidades

1.1.11.3 - Assessoria Técnica de Regularização das Unidades

1.1.11.4 - Assessoria Técnica de Projetos Especiais

1.1.12 - Assessoria Especial

________________________________________________________________________________
2 - ÓRGÃOS DE PLANEJAMENTO E GESTÃO

2.1 - Subsecretaria Jurídica

Delcy Alex Linhares

2.1.1 - Assessoria Jurídica

Carlos Andre Silva Baptista

2.1.2 - Assessoria de Mandados

Silvia Regina Portugal

2.1.2.1 - Coordenação da Central de Atendimento a Demandas Judiciais

2.1.3 - Assessoria Técnica

Flavio Afonso Badoro

2.1.3.1 - Coordenação dos Núcleos de Apoio Técnico

2.1.4 - Auditoria

Márcia Regina da Silva Freitas

2.1.4.1 - Coordenação de Auditoria Interna

2.1.4.2 - Coordenação de Auditoria Externa

2.1.5 - Ouvidoria Geral

Marcia Lopes Silva

2.1.6 - Controle Interno

2.2 - Subsecretaria Executiva do Fundo Estadual de Saúde

José Mucio Gusmão Porto

2.2.1 - Superintendência de Contabilidade e Controle

Madalena Ferreira da Silva

2.2.1.1 - Coordenação de Prestação de Serviços

2.2.1.2 - Coordenação de Contabilidade do SUS

2.2.2 - Superintendência de Execução Orçamentária e Financeira

Berenice Leite de Souza

2.2.2.1 - Coordenação de Execução Orçamentária

2.2.2.2 - Coordenação de Execução Financeira

2.2.3 - Superintendência de Faturamento do SUS

Sávio de Carvalho Monnerat

2.2.3.1 - Coordenação de Habilitação

2.2.3.2 - Coordenação de Faturamento

2.3 - Subsecretaria de Administração e Logística

Luiz Antonio da Silva Alves

2.3.1 - Superintendência de Aquisição

Paulo Cezar Ramos Figueiredo

2.3.1.1 - Coordenação de Contratos

2.3.1.2 - Coordenação de Compra

2.3.2 - Superintendência de Suprimentos e Logística

Henrique Guitton Neto

2.3.2.1 - Coordenação de Medicamentos

2.3.2.2 - Coordenação de Materiais

2.3.3 - Superintendência de Armazenagem e Distribuição

Thiago Elias Pereira

2.3.3.1 - Coordenação de Armazenagem

2.3.3.2 - Coordenação de Distribuição

2.3.4 - Superintendência de Serviços

Walter Pereira De Figueiredo Filho

2.3.4.1 - Coordenação de Serviços

2.3.4.2 - Coordenação de Administração

2.3.5 - Superintendência de Acompanhamento dos Contratos de Gestão

Ana Luiza Carlier

2.3.5.1 - Coordenação de Análise Técnica

2.3.5.2 - Coordenação de Contrato de Gestão

2.3.5.3 - Coordenação de Orçamentária e Financeira dos Contratos de Gestão

2.3.6 - Superintendência de Infraestrutura

Pedro Sérgio Barreto Basílio

2.3.6.1 - Coordenação de Obras

2.3.6.2 - Coordenação de Manutenção

2.3.7 - Coordenação de Patrimônio

2.3.8 - Coordenação de Licitação

2.4 - Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Saúde

Pedro Motta Lima Cascon

2.4.1 - Superintendência de Recursos Humanos

Valmir Machado Rodrigues

2.4.1.1 - Coordenação de Administração de Recursos Humanos

2.4.1.2 - Coordenação de Pagamento de Pessoal

2.4.1.3 - Coordenação de Apoio e Atendimento

2.4.2 - Superintendência Central de Perícias Médicas e Saúde Ocupacional

Carlos Eduardo Merenlender

2.4.2.1 - Coordenação de Perícia Médica

2.4.2.2 -Coordenação de Perícia Médica Externa

2.4.3 - Superintendência de Educação em Saúde

Ana Luiza Latini

2.4.3.1 - Coordenação de Formação e Pós-Graduação

2.4.3.2 - Coordenação de Educação Permanente - Nível Superior

2.4.3.3 - Coordenação de Educação Permanente - Nível Técnico

________________________________________________________________________________
3 - ÓRGÃOS DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE

3.1 - Subsecretaria de Atenção à Saúde

Monica Morrissy Martins Almeida

3.1.1 - Superintendência de Atenção Especializada, Controle e Avaliação

Nelson Cardoso

3.1.1.1 - Coordenação Geral de Atenção Especializada e Gestão de Tecnologia

3.1.1.2 - Coordenação Geral de Controle e Avaliação

3.1.1.3 - Coordenação de Programação em Saúde

3.1.1.4 - Coordenação de Tratamento Fora de Domicílio

3.1.2 - Superintendência de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos

Anderson Silva

3.1.2.1 - Coordenação de Qualificação de Serviços Farmacêuticos

3.1.2.2 - Coordenação de Gestão de Assistência Farmacêutica

3.1.2.3 - Coordenação de Componentes Especiais da Assistência Farmacêutica

3.1.2.4 - Coordenação de Logísta e Qualidade de Medicamentos

3.1.2.5 - Farmácia Estadual de Medicamentos Especiais - RIOFARMES

3.1.3 - Superintendência de Atenção Básica

Andrea Cristina de Farias Mello

3.1.3.1 - Coordenação do Apoio à Gestão da Atenção Básica

3.1.3.2 - Coordenação de Áreas Programáticas

3.1.4 - Superintendência de Regulação

Ana Rachel Bonder

3.1.4.1 - Coordenação Geral das Centrais Regionais de Regulação

3.1.4.2 - Coordenação Médica da Regulação

3.2 - Subsecretaria de Vigilância em Saúde

 Alexandre Otavio Chieppe

3.2.1 - Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels

Igor Couto da Cruz

3.2.2 - Superintendência de Vigilância Sanitária

Ana Paula Martins Brandão

3.2.2.1 - Coordenação de Vigilância e Fiscalização de Insumos, Medicamentos e Produtos

3.2.2.2 - Coordenação de Vigilância e Fiscalização de Alimentos

3.2.2.3 - Coordenação de Vigilância e Fiscalização de Serviços de Saúde

3.2.2.4 - Coordenação de Apoio as Ações em Vigilância Sanitária

3.2.2.5 - Coordenação de Desenvolvimento Institucional e Apoio à Descentralização

3.2.3 - Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental

Mario Sergio Ribeiro

3.2.3.1 - Coordenação de Vigilância Epidemiológica

3.2.3.2 - Coordenação de Vigilância Ambiental e Saúde do Trabalhador

3.2.3.3 - Coordenação de Proteção Animal

3.2.3.4 - Coordenação de Ação Estratégicas

3.2.3.5 - Coordenação de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde

3.2.4 - Superintendência de Gestão de Vigilância em Saúde

Rachel Rivello Elmôr

3.2.4.1 - Coordenação de Qualificação das Ações de Vigilância em Saúde

3.2.4.2 - Coordenação de Administração

3.2.4.3 - Coordenação de Planejamento e Finanças

3.2.5 - Superintendência dos Centros de Referência de Doenças infecciosas

Olívia Gomes Machado

3.2.5.1 - Coordenação de Gestão das Unidades de Referência

3.2.5.2 - Coordenação de Gestão das Unidades de Referência em Tuberculose

3.3 - Subsecretaria de Unidades de Saúde

Hellen Harumi Miyamoto

3.3.1 - Superintendência de Gestão das Unidades Pré-hospitalares

Virgílio Augusto Gomes Parreira

3.3.1.1 - Coordenação das Unidades de Pronto Atendimento 24hs

3.3.1.2 - Coordenação do Rio Imagem

3.3.1.3 - Coordenação das Unidades Móveis

3.3.1.4 - Coordenação do Transporte Inter Hospitalar

3.3.2 - Superintendência de Gestão das Unidades Hospitalares

Rogério Casemiro da Silva

3.3.2.1 - Coordenação de Terapia Intensiva

3.3.2.2 - Coordenação de Emergência

3.3.2.3 - Coordenação de Ortopedia

3.3.2.4 - Coordenação de Medicina Interna

3.3.2.5 - Coordenação de Enfermagem

3.3.2.6 - Coordenação Materno Infantil

3.3.2.7 - Coordenação de Trauma

3.3.2.8 - Coordenação de Clínicas Cirúrgicas

3.3.3 - Superintendência de Qualidade das Unidades de Saúde

Patricia Martins Sant´anna

3.3.3.1 - Coordenação de Qualificação de Materiais

3.3.3.2 - Coordenação de Apoio e Diagnóstico e Terapêutica

3.3.3.3 - Coordenação de Gestão Clínica

3.3.3.4 - Coordenação de Planejamento das Unidades

________________________________________________________________________________
4 - ENTIDADES VINCULADAS E/OU SUPERVISIONADAS

4.1 - Instituto de Assistência aos Servidores do Estado do Rio de Janeiro - IASERJ

Guilherme Nogueira Santos Tinoco

4.2 - Instituto Vital Brazil S.A - IVB

Antônio Joaquim Werneck de Castro

4.3 - Fundação Saúde do Estado do Rio de Janeiro

Clarisse Lopes de Castro Lobo
________________________________________________________________________________
5 - ÓRGÃOS COLEGIADOS

5.1 - Conselho Estadual de Saúde

Carina Pacheco Teixeira

5.2 - Conselho Estadual de Luta contra a Tuberculose

5.3 - Comissão de Intergestores Bipartite


Elaine Santiago Simmer

quarta-feira, 22 de julho de 2015

#Bomba Eleições 2014

Ultima BOMBA das ELEIÇÕES 2014 ELEIÇÕES 2014 DIVULGADO O ESCÂNDALO QUE TODO MUNDO SUSPEITAVA!Talvez, isso explique a razão de Marina Silva ter declarado a seguinte frase:Se as pessoas soubessem o que aconteceu nas Eleiçoes de 2014, ficariam enojadas!. Todos os anti-nazistas ficaram chocados e tristes por assistir a maneira como o Aécio perdeu as Eleições. Não deveriam. O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e a VEJA e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.Fato comprovado:O PT COMPROU e VIOLOU as URNAS ELETRÔNICAS. Alguns ministros, Deputados do PT e a Presidenta Dilma foram avisados, às 08:00 do dia 04 de setembro(1 mês antes das eleições), em uma reunião de emergência envolvendo o Sr. José Inácio Lula da Silva (na única vez que o ex-Presidente compareceu a uma reunião no  TSE), a Presidenta Dilma, o Ministro José Dias Tofolli,  o Sr. José Maduro  Presidente da Venezuela, O Sr Gilberto Carvalho,  e o Sr. Ronald Rhovald, representante da OAS. Membros do staff da Presidenta e os e ministros permaneceram em isolamento, em seus quartos ou no lobby do hotel.A princípio muito contrariado, o Ministro Tofolli se recusou a violar as urnas eletrônicas por um grande valor em dinheiro. A aceitação veio através do pagamento total de US$7.000.000,00 mais um bônus de US$4.000.000,00 para todos os integrantes da alta corte do TSE , num total de US$ 35.000.000,00 trinta e cinco milhões de dólares) através da empresa OAS.Além disso, cada um dos sete Ministros aceitaram um depósito mensal numa off shore nas Maldívias pelos próximos 4 anos nas mesmasMesmo assim, o Ministro Luiz Fux se recusou, o que obrigou Lula a afastá-lo e colocar o Ministro substituto Teori Zavascky em seu lugar, dizendo que Fux estava com problemas simples nas costas (em primeira notícia divulgada às 15:30 no centro de imprensa).A sua situação só foi resolvida após o representante da OAS ameaçar denunciar propina paga anos antes para o Ministro, no valor de US$ 30.000 e ainda lhe garantir um depósito vitalício , no valor de US$90.000.,00 (noventa mil dólares) ao longo da sua carreira.Assim, combinou-se que o Aécio seria derrotado durante a apuração das urnas do Nordeste, porém a apatia que se abateu sobre a militância psdbista ante os resultados das pesquisas do IBOPE (também compradas) fez com que Aécio perdesse também em Minas Gerais e em Pernambuco, sem que absolutamente nenhuma violação àquelas urnas fossem feitas.O Sr. Fidel Castro, presidente de Cuba, aplaudiu a colaboração dos Ministros  brasileiros, uma vez que a vitória de Dilma trouxe equilíbrio à América do Sul num momento de crise jamais registrada naquela região, com crescente xenofobia e o reaparecimento do neoliberalismo.Garantiu, também, a Lula, através de seu filho, Lulinha, que o seu pai teria seu caminho facilitado para ser Presidente em 2018.Passem esta mensagem para o maior número possível de pessoas, para que todos possam conhecer a sujeira que ronda a política!Desde, já agradeço, Um abraço.Gunther SchweitzerCentral Globo de Jornalismo*Saiu agora! !!! REPASSANDO
Amiginho acabei de ver cm minha amiga na globo não tem ninguém cm está nome lá ... Minha fonte trabalha  mario rocha q trata das contratações ... Cuidado cm os repasses ... Bjkassss querido

Esse cidadão Gunther Schweitzer existe, mas não trabalha na Globo. No ano passado correu outra notícia dada por ele... Mas ele esclareceu que nem sequer sabia...
Outro ponto...  Qual o nome do ex presidente do Brasil? José Inácio Lula da Silva??? Esse nem sequer é homônimo...
Outra coisa me chamou a atenção... O Tóffoli fazendo isso contrariado? É ruim, hein...

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

#Censura #Imprensa #Decreto #Molon

Repassando................. ___Leiam, analisem e... votem melhor que antes. Bjs,  esmeralda ---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Jorge Serrao Data: 16 de outubro de 2014 12:02 Assunto: Re: FW: [Cacau-l] FW: Continuam prepotentes Para: Esmeralda Fernandes Grande Esmeralda, infelizmente é verdade. O PT é o lixo da História. Mil beijos Jorge Serrão Editor-chefe do Alerta Total www.alertatotal.net Em 16 de outubro de 2014 11:39, Esmeralda Fernandes escreveu: ____E aí, Serrão, acha que é montagem ou é a vera? Que horror!  E estão com empate técnico. VALHA-ME, DEUS!... ---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Data: 16 de outubro de 2014 08:30 Assunto: FW: [Cacau-l] FW: Continuam prepotentes Para:    Repassando para conhecimento de todos.   Vídeo que não era pra vazar, mas vazou...  Veja a fala do irmão de Genoíno e líder do PT (o mesmo dos dólares na cueca), informando claramente que após a Eleição o PT vai censurar a imprensa.   https://www.facebook.com/photo.php?v=222216924644025  

domingo, 5 de outubro de 2014

#Eleitora impedida de votar , descobre fraude

Foto: Cortesia Do NE10 Na Zona Sul do Recife uma eleitora foi impedida de ir à urna. A jornalista Sandra Maria Branco chegou à escola onde vota em Boa Viagem e foi informada pelos mesários que seu voto já havia sido computado. "Entrei na minha seção, entreguei o título e minha carteira de identidade e fiquei esperando minha vez. Foi aí que a mesária me disse que eu já tinha votado. Perguntei se tinha alguém com o nome parecido, mas não. Ninguém soube me explicar o que tinha acontecido e fui embora sem votar e sem comprovante algum", explicou. Foto: Reprodução/Facebook Ao chegar em casa, a jornalista entrou em contato com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) para saber como poderia resolver a situação, mas foi informada de que deveria ligar para a ouvidoria nesta segunda-feira e registrar uma queixa. "Não quero formalizar a situação. Quer exercer o meu direito e votar, mas não deixam porque disseram que eu não vou poder fazer isso", disse Sandra. De acordo com o desembargador Paulo Roberto de Oliveira Lima, membro da comissão totalizadora, é impossível que isso tenha acontecido. "Ouvimos os rumores, mas não recebemos uma denúncia formal. Não recebemos comunicação das pessoas na zola eleitoral. Ela disse que aconteceu, mas ter acontecido, mesmo, é outra história". Sandra já acionou o advogado e voltou à escola onde vota para tentar resolver o problema, mas não conseguiu. Agora vai ao cartório eleitoral localizado no Forte das Cinco Pontas formalizar e registrar a queixa.

domingo, 28 de setembro de 2014

Pesquise antes de votar

Não vote nulo
Não falte às eleições
Não deixe se levar por falsas promessas.
E lembre voto deve ser exercido com muito critério.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

#Acordo entre #IBOPE #TV e #GF

  O Ibope está acabando o "campo" da pesquisa que, segundo antecipam as fontes de sempre, deve mostrar que Dilma parou de cair e até cresceu um ou dois pontinhos na disputa pela presidência da República. O suficiente para não dar certeza de derrota no segundo turno. Com um aumento dos brancos, nulos e indecisos. Talvez até mesmo com Aécio Neves crescendo também um pontinho, para não dar na vista. A pesquisa é feita logo após a veiculação do programa do PT na TV e das veiculações de comerciais, além de uma bem estudada agenda de Dilma pelo Brasil à fora. Tudo é muito bem planejado para se fazer a pesquisa no momento certo e nos locais favoráveis. O custo da pesquisa registrada no TSE é de R$ 180.000,00. O cliente não é um jornal, uma entidade de classe, uma emissora de TV. É o próprio Ibope. Os resultados devem sair a tempo de figurarem nas edições de sábado e domingo dos principais jornais. Mas a pesquisa está cercada de suspeitas. O Ibope tem contratos milionários com o Governo Federal. Dizem que totalizam R$ 4,6 milhões. Daria para fazer 25 pesquisas como esta, em andamento. Um destes contratos (veja abaixo), firmado em 2013, é de R$ 2.070.000,00  O último pagamento registrado foi feito em 17 de fevereiro último. O objetivo do contrato é amplo e, obviamente, deve estar incluindo pesquisas de preferência partidária ou eleitoral. Não há como fiscalizar. Veja abaixo. Junto com os boatos antecipando resultados, corre outra grave denúncia: o Ibope, ao montar a amostra de cidades, teria incluído cidades onde Dilma esteve em eventos nos últimos dias. Cidades como Uberaba, Ipatinga, Governador Valadares, Juazeiro do Norte, Cabedelo, Parnaíba e Guarulhos. Além de cidades e até mesmo bairros com obras do Minha Casa, Minha Vida. A legislação permite que a amostra com cidades e bairros seja publicada em até sete dias após o registro da pesquisa. No caso desta pesquisa do Ibope, até o dia 24 de maio, próximo sábado. Como é final de semana, possivelmente só estará no site do TSE na próxima segunda-feira. O Ibope passou os últimos dois anos fazendo pesquisa para Dilma Rousseff. Tem a radiografia dos melhores e piores lugares em termos de apoio ou não ao atual governo. Não tem isenção para fazer uma pesquisa séria e, como em outras eleições, este instituto vai ajustar os seus resultados só lá na frente, na boca de urna. Vai sempre puxar para o seu cliente, neste caso o Governo Federal. Existe até mesmo uma piada no mercado político brasileiro: você compra uma pesquisa Ibope e ganha de brinde a margem de erro. ​ Mas este é o Brasil de hoje, onde o STF solta um bandido de R$ 6,5 bilhões e a PF prende um governador porque tem uma pistola velha guardada em casa. http://www.portaltransparencia.gov.br/despesasdiarias/empenho?documento=110319000012013NE800052 -- Bruna __._,_.___ Enviado por: Bruna Raiza de Oliveira Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

#QuemMeRepresenta #ORG lista de candidatos

  Recebi este email sobre um site com informações sobre candidatos a deputados federais e estaduais. Achei interessante. Paulinho From: contato@quemmerepresenta.org To: paulinho.gls@live.com Subject: [FWD: Quem Me Representará?] Date: Sat, 20 Sep 2014 16:57:49 -0700 -------- Original Message -------- Subject: Quem Me Representará? From: Date: Sat, September 20, 2014 4:29 pm To: contato@quemmerepresenta.org Caros amigos, Vocês já escolheram seus candidatos a Deputado Federal e Estadual/Distrital? Vocês tem alguma informação sobre quem está concorrendo? No site www.quemmerepresenta.org vocês poderão encontrar as listas completas de candidatos registrados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), comparar os perfis e selecionar aqueles que têm as características que vocês gostariam de encontrar no seu representante. Vocês poderão selecionar por faixa etária, sexo, estado civil, grau de instrução, ocupação, partido e posição nas eleições de 2010. Experimente! Divulgue para seus familiares e amigos! A ideia do site é ajudar todos os eleitores a tomar uma decisão um pouco mais informada sobre em quem votar para estes cargos tão importantes e na maioria das vezes colocados em segundo plano. Mande seus comentários e sugestões por email. Nos próximos dias, ainda antes do primeiro turno das eleições, estarão sendo feitas algumas melhoras e alterações no site e suas sugestões serão muito bem-vindas. Espero que gostem! Um abraço. "A Equipe" do QuemMeRepresenta.org __._,_.___ Enviado por: Paulinho GSP Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

#VoteNaWeb

Caso não esteja visualizando este e-mail, por favor acesse aqui. O Congresso e as leis eleitorais Enquanto a eleição se aproxima, procuramos nos informar sobre candidatos e os diferentes temas relacionados. Como você já sabe, todas as eleições são impactadas por novas leis ou por alterações nas leis já existentes. Você conhece os projetos que tentaram alterar as eleições em 2014 e que poderão mudar as próximas eleições? Para que você possa dar sua opinião, selecionamos alguns projetos de lei que poderão impactar diretamente o processo eleitoral nos próximos anos. Não fique de fora dessa discussão. Vote e opine! This email was sent to nborgna1@gmail.com why did I get this?    unsubscribe from this list    update subscription preferences Webcitizen · Rua Tomé de Souza, 860 · Savassi · Belo Horizonte, MG 30140-131 · Brazil

sábado, 6 de setembro de 2014

Malafaia fala , Marina obedece

  ELEIÇÕES - ÍNTEGRAS “Malafaia fala, Marina obedece, pois vê nisso a vontade de Deus”, diz Leonardo Boff Ele analisa, entre outros assuntos, o recuo da candidata em relação à criminalização da homofobia, a sua trajetória religiosa e a proximidade com uma economia neoliberal por Conceição Lemes, do Viomundo Leonardo Boff é um dos mais brilhantes e respeitados intelectuais do Brasil. Teólogo, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação. Ficou conhecido pela sua história de defesa intransigente das causas sociais. Atualmente dedica-se sobretudo às questões ambientais. Ele conhece Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República, desde os tempos em que ela atuava no Acre e estava muito ligada à Teologia da Libertação. Acompanhou toda a sua trajetória. Em 2010, chegou a sonhar com uma representante dos povos da floresta, dos caboclos, dos ribeirinhos, dos indígenas, dos peões vivendo em situação análoga à escravidão, chegar a presidente do Brasil. Hoje, não. “Está ficando cada vez mais claro que Marina tem um projeto pessoal de ser presidente, custe o que custar”, observa Boff em entrevista exclusiva ao Viomundo. Para Boff, Marina acolheu plenamente o receituário neoliberal. “Ela o diz com certo orgulho inconsciente, sem dar-se conta do que isso realmente significa: mercado livre, redução dos gastos públicos (menos médicos, menos professores, menos agentes sociais etc), flutuação do dólar e contenção da inflação com a eventual alta de juros”, alerta. “Como consequência, arrocho salarial, desemprego, fome nas famílias pobres, mortes evitáveis. É o pior que nos poderia acontecer. Tudo isso vem sob o nome genérico de ‘austeridade fiscal’ que está afundando as economias da zona do Euro”. Sobre a autonomia do Banco Central prevista no programa de Marina, Boff detona: “Acho uma falta total de brasilidade. Significa renunciar à soberania monetária do país e entregá-la ao jogo do mercado, dos bancos e do sistema financeiro capitalista nacional e transnacional. A forma como o capital se impõe é manter sob seu controle os Bancos Centrais dos países”. Veja a íntegra da nossa entrevista. Nela, Leonardo Boff aborda o recuo de Marina em relação à criminalização da homofobia, a sua trajetória religiosa, a influência de Silas Malafaia, Neca Setúbal (Banco Itaú), Guilherme Leal (Natura) e do economista neoliberal Eduardo Gianetti da Fonseca. Também a autonomia formal do Banco Central e o risco de ela sofrer impeachment. Viomundo — Na última sexta-feira, Marina lançou o seu programa de governo, que previa o reconhecimento da união homoafetiva e a criminalização da homofobia. Bastou o pastor Malafaia tuitar quatro frases para ela voltar atrás. O que achou dessa postura? É cristão não criminalizar a homofobia, que frequentemente provoca assassinatos? Leonardo Boff — Está ficando cada vez mais claro que Marina tem um projeto pessoal de ser presidente, custe o que custar. Numa ocasião, ela chegou a declarar que um dos objetivos desta eleição é tirar o PT do poder, o que faz supor mágoas não digeridas contra o PT que ajudou a fundar. O Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus à qual Marina pertence, é o seu Papa. O Papa falou, ela, fundamentalisticamente obedece, pois vê nisso a vontade de Deus. E, aí, muda de opinião. Creio que não o faz por oportunismo político, mas por obediência à autoridade religiosa, o que acho, no regime democrático, injustificável. Um presidente deve obediência à Constituição e ao povo que a elegeu e não a uma autoridade exterior à sociedade. Viomundo — Qual o risco para a democracia brasileira de alguém na presidência estar submissa a visões tão retrógradas em pleno século XXI, ignorando os avanços, as modernidades? Leonardo Boff — Um fundamentalista é um dos atores políticos menos indicado para exercer o cargo da responsabilidade de um presidente. Este deve tomar decisões dentro dos parâmetros constitucionais, da democracia e de um estado laico e pluralista. Este tolera todas as expressões religiosas, não opta por nenhuma, embora reconheça o valor delas para a qualidade ética e espiritual da vida em sociedade. Se um presidente obedece mais aos preceitos de sua religião do que aos da Constituição, fere a democracia e entra em conflito permanente com outros até de sua base de sustentação, pois os preceitos de uma religião particular não podem prevalecer sobre a totalidade da sociedade. A seguir estritamente nesta linha, pode acontecer um impeachment à Marina, por inabilidade de coordenar as tensões políticas e gerenciar conflitos sempre presentes em sociedades abertas. Viomundo — Lá atrás Marina Silva esteve ligada à Teologia da Libertação. Atualmente, é da Assembleia de Deus. O que o senhor diria dessa trajetória religiosa? O que representa essa guinada para o conservadorismo exacerbado? Leonardo Boff – Respeito a opção religiosa de Marina bem como de qualquer pessoa. Eu a conheço do Acre e ela participava dos cursos que meu irmão teólogo Frei Clodovis (trabalhava 6 meses na PUC do Rio e 6 meses na igreja do Acre) e eu dávamos sobre Fé e Política e sobre Teologia da Libertação. Aqui se falava da opção pelos pobres contra a pobreza, a urgência de se pensar e criar um outro tipo de sociedade e de país, cujos principais protagonistas seriam as grandes maiorias pobres junto com seus aliados, vindos de outras classes sociais. Marina era uma liderança reconhecida e amada por toda a Igreja. Depois, ao deixar o Acre, por razões pessoais, converteu-se à Igreja Assembleia de Deus. Esta se caracteriza por um cristianismo fundamentalista, pietista e afastado das causas da pobreza e da opressão do povo. Sua pregação é a Bíblia, preferentemente o Antigo Testamento, com uma leitura totalmente descontextualizada daquele tempo e do nosso tempo. Como fundamentalista é uma leitura literalista, no estilo dos muçulmanos. Politicamente tem consequências graves: Marina pôs o foco no pietismo e no fundamentalismo, na vida espiritual descolada da história presente e quase não fala mais da opção pelos pobres e da libertação. Pelo menos não é este o foco de seu discurso. A libertação para ela é espiritual, do pecado e das perversões do mundo. Com esse pensamento é fácil ser capturada pelo sistema vigente de mercado, da macroeconomia neoliberal e especulativa. Isso é inegável, pois seus assessores são desse campo: a herdeira do Banco Itaú Maria Alice (Neca), Guilherme Leal da Natura e o economista neoliberal Eduardo Gianetti da Fonseca. Os pobres perderam uma aliada e os opulentos ganharam uma legitimadora. E eu que em 2010 sonhava com uma representante dos povos da floresta, dos caboclos, dos ribeirinhos, dos indígenas, dos peões vivendo em situação análoga à escravidão, dos operários explorados das grandes fábricas, dos invisíveis, alguém que viria dos fundos da maior floresta úmida do mundo, a Amazônia, chegar a ser presidente de um dos maiores países do mundo, o Brasil?! Esse sonho foi uma ilusão que faz doer até os dias de hoje. Pelo menos vale como um sonho que nunca morre! Viomundo — O programa de Marina prevê autonomia ao Banco Central. O que acha dessa medida? Leonardo Boff — Eu me pergunto, autonomia de quem e para quem? Acho uma falta total de brasilidade. Significa renunciar à soberania monetária do país e entregá-la ao jogo do mercado, dos bancos e do sistema financeiro capitalista nacional e transnacional. Um presidente/a é eleito para governar seu povo e um dos instrumentos principais é o controle monetário que assim lhe é subtraído. Isso é absolutamente antidemocrático e comporta submissão à tirania das finanças que são cada vez mais vorazes, pondo países inteiros à falência como é o caso da Grécia, da Espanha, da Itália, de Portugal e outros. Viomundo — Essa medida expressa a influência de Neca Setúbal, herdeira do Itaú, no seu futuro governo? Leonardo Boff — Quem controla a economia controla o país, ainda mais que vivemos numa sociedade de “Grande Transformação” denunciada pelo economista húngaro-americano Karl Polaniy ainda em 1944 quando, como diz, passamos de uma sociedade com mercado para uma sociedade só de mercado. Então tudo vira mercadoria, inclusive as coisas mais sagradas como água, alimentos, órgãos humanos. A forma como o capital se impõe é manter sob seu controle os Bancos Centrais dos países. A partir desse controle, estabelecem os níveis dos juros, a meta da inflação, a flutuação do dólar e a porcentagem do superávit primário (aquela quantia tirada dos impostos e reservada para pagar os rentistas, aqueles que emprestaram dinheiro ao governo). Os bancos jogam um papel decisivo, pois é através deles que se fazem os repasses dos empréstimos ao governo e se cobram juros pelos serviços. Quanto maior for o superávit primário a alíquota Selic mais lucram. Pode ser que a citada Neca Setúbal tenha tido influência para que a candidata Marina acreditasse neste receituário, velho, antipopular, danoso para as grandes maiorias, mas altamente benéfico para o sistema macroeconômico vigente. Viomundo — As avaliações feitas até agora mostram que o programa econômico de Marina é o mesmo de Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência. São neoliberais. O que representaria para o Brasil o retorno a esse modelo? O senhor acha que, se eleita, o governo Marina teria conotações neoliberais? Leonardo Boff — Marina acolheu plenamente o receituário neoliberal. Ela o diz com certo orgulho inconsciente, sem dar-se conta do que isso realmente significa: mercado livre, redução dos gastos públicos (menos médicos, menos professores, menos agentes sociais etc), flutuação do dólar e contenção da inflação com a eventual alta de juros. Como consequência, arrocho salarial, desemprego, fome nas famílias pobres, mortes evitáveis. É o pior que nos poderia acontecer. Tudo isso vem sob o nome genérico de “austeridade fiscal” ,que está afundando as economias da zona do Euro e não deram certo em lugar nenhum do mundo, se olharmos a política econômica a partir da maioria da população. Dão certo para os ricos que ficam cada vez mas ricos, como é o caso dos EUA onde 1% da população ganha o equivalente ao que ganham 99% das pessoas. Hoje os EUA são um dos países mais desiguais do mundo. Viomundo – Foi amplamente divulgado que Marina consulta a Bíblia antes de tomar decisões complexas. Esta visão criacionista do mundo é compatível com um mundo laico? Leonardo Boff — O que Marina pratica é o fundamentalismo. Este é uma patologia de muitas religiões, inclusive de grupos católicos. O fundamentalismo não é uma doutrina. É uma maneira de entender a doutrina: a minha é a única verdadeira e as demais estão erradas e como tais não têm direito nenhum. Graças a Deus que isso fica apenas no plano das ideias. Mas facilmente pode passar para o plano da prática. E, aí, se vê evangélicos fundamentalistas invadirem centros de umbanda ou do candomblé e destruírem tudo ou fazerem exorcismos e espalharem sal para todo canto. E no Oriente Médio fazem-se guerras entre fundamentalistas de tendências diferentes com grande eliminação de vidas humanas como o faz atualmente o recém-criado Estado Islâmico. Este pratica limpeza étnica e mata todo mundo de outras etnias ou crenças diferentes das dele. Marina não chega a tanto. Mas possui essa mentalidade teologicamente errônea e maléfica. No fundo, possui um conceito fúnebre de Deus. Não é um Deus vivo que fala pela história e pelos seres humanos, mas falou outrora, no passado, deixou um livro, como se ele nos dispensasse de pensar, de buscar caminhos bons para todos. O primeiro livro que Deus escreveu são a criação e a natureza. Elas estão cheias de lições. Criou a inteligência humana para captarmos as mensagens da natureza e inventarmos soluções para nossos problemas. A Bíblia não é um receituário de soluções ou um feixe de verdades fixadas, mas uma fonte de inspiração para decidirmos pelos melhores caminhos. Ela não foi feita para encobrir a realidade, mas para iluminá-la. Se um fundamentalista seguisse ao pé da letra o que está escrito no livro Levítico 20,13 cometeria um crime e iria para a cadeia, pois aí se diz textualmente: “Se um homem dormir com outro, como se fosse com mulher, ambos cometem grave perversidade e serão punidos com a morte: são réus de morte”. Viomundo — Marina fala em governar com os melhores. É possível promover inclusão social, manter políticas que favorecem os mais pobres com uma política econômica neoliberal? Leonardo Boff — Marina parece que não conhece a realidade social na qual há conflitos de interesses, diversidade de opções políticas e ideológicas, algumas que se opõem completamente às outras. Lendo o programa de governo do PSB de Marina parece que fazemos um passeio ao jardim do Éden. Tudo é harmonioso, sem conflitos, tudo se ordena para o bem do povo. Se entre os melhores estiver um político, para aceitar seu convite, deverá abandonar seu partido e com isso, segundo a atual legislação, perderia o mandato. Ela necessariamente, se quiser governar, deverá fazer alianças, pois temos um presidencialismo de coalizão. Se fizer aliança com o PMDB deverá engolir o Sarney, o Renan Calheiros e outros exorcizados por Marina. Collor tentou governar com base parlamentar exígua e sofreu um impeachment. Viomundo — Marina é preparada para presidir um país tão complexo como o Brasil? Leonardo Boff — Eu pessoalmente estimo sua inteireza pessoal, sua visão espiritualista (abstraindo o fundamentalismo), sua busca de ética em tudo o que faz. Estimo a pessoa, mas questiono o ator político. Acho que não tem a inteligência política para fazer as alianças certas. O presidente deve ser uma pessoa de síntese, capaz de equilibrar os interesses e resolver conflitos para que não sejam danosos e chegar a soluções de ganha-ganha. Para isso precisa-se de habilidade, coisa que em Lula sobrava. Marina, por causa de seu fundamentalismo, não é uma pessoa de síntese, mas antes de divisão. Viomundo — A preservação efetiva do meio ambiente é compatível com o capitalismo selvagem dos neoliberais? Leonardo Boff — Entre capitalismo e ecologia há uma contradição direta e fundamental. O capitalismo quer acumular o mais que pode sem qualquer consideração dos bens e serviços limitados da Terra e da exploração das pessoas. Onde ele chega, cria duas injustiças: a social, gerando muita pobreza de um lado e grande riqueza do outro; e uma injustiça ecológica ao devastar ecossistemas e inteiras florestas úmidas. Marina fala de sustentabilidade, o que é correto. Mas deve ficar claro que a sustentabilidade só é possível a partir de outro paradigma que inclui a sustentabilidade ambiental, político-social, mental e integral (envolvendo nossa relação com as energias de todo o universo). Portanto, estamos diante de uma nova relação para com a natureza e a Terra, onde as medidas econômicas preconizadas por Marina contradizem esta visão. Temos que produzir, sim, para atender demandas humanas, mas produzir respeitando os limites de cada ecossistema, as leis da natureza e repondo aquilo que temos demasiadamente retirado dela. Marina quer a produção sustentável, mas mantém a dominação do ser humano sobre a natureza. Este está dentro da natureza, é parte dela e responsável por sua conservação e reprodução, seja como valor em si mesmo, seja como matriz que atende nossas necessidades e das futuras gerações. Ocorre que atualmente o sistema está destruindo as bases físico-químicas que sustentam a vida. Por isso, ele é perigoso e pode nos levar a uma grande catástrofe. E com certeza os que mais sofrerão, serão aqueles que sempre foram mais explorados e excluídos do sistema. Esta injustiça histórica nós não podemos aceitar e repetir. Link: http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/09/malafaia-fala-marina-obedece-pois-ve-nisso-vontade-de-deus-diz-leonardo-boff/  

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Aborto tabu via #zeroHora

Muito expressiva a "Reprodução de "Criança Geopolítica Assistindo ao Nascimento de um Novo Homem”, pintura de 1943 por Salvador Dali ---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Fabio Grotz Data: 1 de setembro de 2014 11:50 Assunto: Aborto é tema tabu para os políticos em ano eleitoral no Brasil - Zero Hora Para: Fabio Grotz Aborto é tema tabu para os políticos em ano eleitoral no Brasil - Zero Hora http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/proa/noticia/2014/08/aborto-e-tema-tabu-para-os-politicos-em-ano-eleitoral-no-brasil-4586770.html Por que uma grave questão de saúde pública não figura nas pautas de debates e só é discutido em termos de militância pró e contra por Letícia Duarte 30/08/2014 | 15h01 Reprodução de "Criança Geopolítica Assistindo ao Nascimento de um Novo Homem”, pintura de 1943 por Salvador Dali Foto: Salvador Dali / Reprodução Coube a um candidato que aparece com menos de 1% nas pesquisas de intenção de voto trazer à tona nesta eleição um tabu que se renova a cada quatro anos. Sem nada a perder, Eduardo Jorge (PV) ousou defender a bandeira do aborto – contraditoriamente tão falada e tão pouco discutida na arena política – no primeiro debate entre os candidatos a presidente do Brasil, nesta semana, na TV Band. – A legislação é cruel. Ela coloca 800 mil mulheres à própria sorte, procurando clínicas clandestinas e morrendo ou ficando com sequelas – bradou o candidato, após questionar Aécio Neves (PSDB) sobre sua posição – e ouvir do tucano que não pretende mexer na lei existente. Se a pergunta fosse dirigida a Dilma Rousseff (PT) ou a Marina Silva (PSB), que lideram as sondagens, provavelmente as respostas seriam semelhantes. Seja por convicções religiosas (como no caso de Marina) ou receio de desagradar o eleitorado conservador, eleição após eleição os principais candidatos tergiversam (para usar um verbo prezado pela presidente Dilma) quando confrontados com o tema, como se o silêncio ou a negação pudessem eliminar o incômodo. Pouco adianta. Enquanto é demonizada como uma ameaça pelos grupos intitulados “pró-vida” e louvada como um direito inalienável da mulher pelos movimentos “pró-escolha”, a prática continua se reproduzindo na ilegalidade. E vitimando quem não pode pagar por ela, num problema de saúde pública que fica à margem das estatísticas. E das plataformas políticas. Datada de 1940, a legislação brasileira sobre o aborto é comparável à de países africanos e latino-americanos em suas restrições, que o enquadram como crime – exceto em casos de riscos à vida da mãe ou de gravidez consequente de estupro (em 2012, a interrupção da gestação em caso de fetos anencéfalos também passou a ser autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, sem mudança na lei). Ainda assim, o tabu é tamanho que até os casos legais encontram restrições de acesso na rede pública: em abril deste ano, uma portaria que buscava regulamentá-los no SUS acabou revogada pelo governo federal por causa da pressão da bancada religiosa. Neste contexto, tocar no assunto ainda parece sinônimo de blasfêmia. Mas por que é tão difícil ir além do dogma? Referência no estudo do tema no país, a antropóloga e professora da UnB Débora Diniz observa uma série de barreiras que travam a discussão. A começar pela dificuldade em admitir o problema. Uma das contribuições para quebrar o silêncio foi a Pesquisa Nacional de Aborto, em 2010. Coordenada por Débora e pelo sociólogo Marcelo Medeiros, revelou que uma em cada cinco brasileiras de 18 a 39 anos já fizeram aborto. Para chegar a esse resultado, os pesquisadores utilizaram uma técnica de urna, em que as participantes depositavam anonimamente sua resposta. Caso fossem obrigadas a se identificar, Débora tem certeza de que os números seriam diferentes. –  Se essas mesmas mulheres forem perguntadas sobre sua opinião sobre o aborto, vão dizer que são contra, porque há uma expectativa de que boa mulher e boa mãe não pode negar a maternidade. Não é só por uma questão moral, é também pelo medo de ir para a cadeia, porque aborto no Brasil é crime – observa Débora, que pela pesquisa recebeu nos Estados Unidos o mais importante prêmio das Américas em saúde pública, concedido pela Organização Pan-americana de Saúde, em 2012. Outra constatação do estudo é que as mulheres que fazem aborto não são diferentes da média da população – como tentam fazer crer os pregadores mais devotados na cruzada contra o aborto, taxando-as de promíscuas ou desinformadas: muitas das que admitiram tê-lo praticado ao menos uma vez eram casadas e mães de família quando responderam ao questionário. Para o médico ginecologista e obstetra Thomaz Gollop, coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto e professor associado de ginecologia da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP), a distorção do debate no país começa com a formulação da pergunta que geralmente é colocada. Em vez de perguntar se a pessoa é a favor ou contra o aborto, ele entende que a questão deveria ser: você concorda que uma mulher que interrompe uma gestação deve ser presa? – Mesmo as mulheres que fazem aborto dizem que são contra, porque não é essa a questão. Eu também como médico sou contra o aborto, mas tenho a consciência de que a penalização é totalmente ineficaz e aumenta o problema, que é de saúde pública. O aborto é a quinta causa de mortalidade materna no Brasil– alerta. É aí que entra um outro imbróglio: apesar de o Brasil ser oficialmente um país laico, as questões religiosas permanecem tutelando políticas públicas. E isso não é apenas uma questão teórica, nem fruto isolado da recente ascensão da bancada evangélica no Congresso. Ao defender medidas de regulamentação do aborto, Dr. Thomaz travou um diálogo revelador com o senador José Sarney (PMDB), que em 2012, quando presidente do Senado, apresentou proposta de revisão no Código Penal. Assim que se sentou para receber o coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto, Sarney se adiantou: – Doutor, estou recebendo o senhor por educação, mas eu sou católico, apostólico e romano e não estou interessado em mexer na lei do aborto – avisou. – Mas senador, o senhor acha que as mulheres que fazem aborto devem ir para a cadeia? – retrucou o médico. – Não, para a cadeia não. – Mas é isso que diz o nosso Código Penal – ponderou Dr. Thomaz, sem convencer o interlocutor. Convicto de que os candidatos também desconhecem as minúcias da lei do aborto, o médico entende que só uma discussão plural poderia esclarecer e desfazer mitos. – Existe uma questão de fé, que é do âmbito privado, e cada um tem a sua. E existe a lei, que é uma questão do Estado e deve procurar fórmulas para conciliar o respeito às minorias, para atender a todos. No Brasil, há uma enorme confusão sobre isso – analisa.  Essa confusão tampouco é uma exclusividade brasileira. Em diferentes países e culturas, a interpretação em relação ao aborto vem sofrendo modificações ao longo da história. Na Idade Média, por exemplo, uma família cristã que seguisse a doutrina do mais célebre teólogo da época, São Tomás de Aquino, poderia fazer um aborto sem maiores pudores de consciência. Assim como seu antecessor Santo Agostinho, São Tomás acreditava que o feto só se tornava humano semanas depois da fecundação. Por trás das oscilações, sempre esteve a discussão sobre qual é o momento em que o feto pode ser considerado humano, como explica o filósofo Alcino Bonella, professor de ética e bioética da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). – A questão essencial reside na diferença existente entre o início meramente biológico da vida, e o aparecimento da vida mental ou psicológica. Se a vida mental ou pessoal ainda não começou, o aborto não está matando ninguém. E o que a ciência mostra hoje é que, ao menos até os quatro meses de gestação, o feto não tem indícios de vida psicológica – analisa. Para Bonella, uma maneira de pensar sobre o feto no início da gestação seria compará-lo a outro com anencefalia, pois ambos não teriam vida mental. Ainda assim, críticos do aborto argumentam que, mesmo nessas condições, o aborto mataria o potencial de futuro daquele ser humano em formação. Por dilemas como esse é que se torna tão difícil resolver a questão com argumentos simplistas. – O aborto é um daqueles temas que a gente não consegue enquadrar facilmente como moralidade básica. Não é como aplicar regras simples e gerais. Envolve ponderações mais difíceis de se fazer sobre os fatos e os valores envolvidos – reflete o professor. Por isso, Bonella vê com bons olhos alternativas como a realização de plebiscitos, para que as pessoas possam ouvir os dois lados da questão. – O mais importante nem é o resultado, mas a possibilidade de discutir o assunto. A maioria das pessoas nunca discutiu realmente o aborto – pondera, lembrando que, em Portugal, a autorização ao aborto foi aprovada depois de dois plebiscitos. Num ambiente enclausurado pelo dogma, sobra espaço para a hipocrisia pautar o debate. A advogada Sueli Dallari, coordenadora do núcleo de pesquisa em Direito Sanitário da USP, lembra de um caso descoberto anos atrás, de um médico que se negava a fazer aborto na rede pública, alegando impedimentos morais, enquanto cobrava para fazer o procedimento em uma clínica particular. O caso ocorreu na Itália, onde o aborto é legal apesar da tradição católica, mas poderia ter sido aqui. – Isso acontece Brasil afora. As pessoas não querem conversar. Conservar é mais fácil do que mudar, porque mudança dá trabalho – preocupa-se Sueli. A complexidade do assunto faz com que o embate entre diferentes visões continue em movimento mesmo em países com tradição pró-aborto, como os Estados Unidos. Passadas quatro décadas do aniversário da decisão da Suprema Corte Americana que garantiu o direito constitucional da mulher a interromper a gestação nos primeiros três meses, setores conservadores ainda lutam para combater a prática. Somente em 2013, de acordo com dados do Pew Research Center, 22 Estados aprovaram 70 restrições ao aborto. Ainda em 2013, uma reforma na legislação da Espanha sobre o aborto recuou ao patamar de 30 anos antes, voltando a tornar delito o que antes era considerado um direito da mulher. No Brasil, mesmo o governo da primeira mulher a ocupar a Presidência não garantiu maior abertura para a discussão do tema. E as perspectivas para esta eleição não são diferentes. A bandeira política mais conveniente para os palanques continua a mesma: LEIS E TENDÊNCIAS A lei no Brasil A legislação considera o aborto um crime, com pena de um a três anos de detenção para a gestante, exceto em situações de risco à vida e estupro. No caso de um médico que provoque o aborto com o consentimento da gestante, a pena é de reclusão de um a quatro anos. Desde 2012, o STF também autorizou a interrupção da gestação em casos de anencefalia. O que está em discussão no Congresso Com pressões religiosas, a tendência no Congresso tem sido conservadora. Há projetos em tramitação como o Estatuto do Nascituro, que se aprovado daria direitos ao feto – e resultaria na proibição de qualquer tipo de aborto, pois considera que a vida surge no momento da concepção. Como é a lei em outros países Entre 1950 e 1985, a maioria dos países industrializados aprovou leis de legalização do aborto. Entre os países da América do Norte e da Europa, a maior parte permite a prática. Mais de 70 países autorizam a interrupção da gestação de forma ampla ou sem restrição quanto a motivações. As leis mais restritivas estão na África, no Oriente Médio, na América Latina e no sul da Ásia. Entre os países em que a situação é considerada mais proibitiva, estão Chile, El Salvador e Nicarágua. Na América Latina, Cuba e Uruguai têm leis permissivas ao aborto. Fonte: Relatório The World’s Abortion Laws, produzido pelo Center for Reproductive Rights