Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador CEDAPS. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 20 de maio de 2013

CONVITE RJ: Audiência Pública Frente Parlamentar Nacional de Tuberculose

Convite

Em nome do Fórum de ONGs Tuberculose-RJ, vimos convida-los(as) a participar da Audiência Pública convocada pela Comissão de Seguridade e Social e Família do Congresso Nacional a realizar-se aqui no Rio de Janeiro, nas dependências da Escola do Legislativo, situada na Rua da Alfândega, nº 8 - 2º andar - Centro - Rio de Janeirono dia 06 de junho de 2013 (quinta-feira), às 10 hs., conforme convite abaixo, quando estaremos discutindo a situação da tuberculose em nosso Estado, suas coinfecções e os determinantes sociais envolvidos. 

Sua presença é fundamental.

DIVULGUEM EM SUAS LISTAS


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A Presidente da  Subcomissão Especial destinada a analisar e diagnosticar a situação em que se encontram as políticas de governo relacionadas às doenças determinadas pela pobreza, Deputada Benedita da Silva, encaminha convite a Vossa senhoria para participar de Audiência Pública na Escola do Legislativo da ALERJ, no Rio de Janeiro, que se realizará no dia 06 de junho, quinta-feira, às 10 horas, conforme Ofício anexo.

Rua da Alfândega, nº 8 - 2º andar - Centro - Rio de Janeiro



Patricia Silveira Cavalcante
Secretária da Subcomissão
(061)3216-6788


CÂMARA DOS DEPUTADOS
COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA


SUBCOMISSÃO ESPECIAL DESTINADA A ANALISAR E DIAGNOSTICAR A SITUAÇÃO EM QUE SE ENCONTRAM AS POLÍTICIAS DE GOVERNO RELACIONADAS ÀS DOENÇAS DETERMINADAS PELA POBREZA.

Of. S/Nº/2013                                                                     
Brasília, 10 de maio de 2013.

           

Comunico a Vossa Senhoria que a Comissão de Seguridade Social e Família criou a Subcomissão Especial destinada a analisar e diagnosticar a situação em que se encontram as políticas de governo relacionadas às doenças determinadas pela pobreza, em reunião ordinária no dia 27 de março do corrente.

Diante do exposto, convidamos Vossa Senhoria para participar de Reunião de Audiência Pública da citada Subcomissão, que acontecerá no dia 06 de junho, quinta-feira, às 10h, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, objetivando construir subsídios para os trabalhos desta Subcomissão.

Agradecendo antecipadamente 

Atenciosamente,
 

                                      Deputada BENEDITA DA SILVA
                                      Presidente da Subcomissão Especial





Fórum ONGs Tuberculose - RJCEDAPS; CEDUS; GPV-NIT; GRUPO ÁGUA VIVA; 
REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS
forumongsaidsrj@yahoo.com.br

 



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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Informe Fórum ONGs Tuberculose RJ




Fórum ONGs Tuberculose RJ

Dando inicio às atividades de 2013, aconteceu na última quinta-feira (08/02) a Reunião Ordinária do Fórum ONGs Tuberculose RJ, no Auditório da Fundação Ataulpho de Paiva - centro do Rio, onde, entre outros assuntos, começamos a pensar nas propostas de atividades alusivas ao Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose (24 de março).

Na ocasião, a Dra. Ana Alice, Coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose/ SES/RJ, fez a apresentação, seguida de uma avaliação pelos presentes, dos Relatórios da visita de monitoramento e avaliação ao Estado do Rio de Janeiro feita pelo PNCT/ Ministério da Saúde (DEZ/2012).

Ao final da reunião, no momento destinado aos informes, a Assessoria da Deputada Federal Benedita da Silva, vice-presidente da Frente Parlamentar Nacional de Tuberculose no Congresso, trouxe alguns informes sobre as ações da Frente, com foco especial na tentativa de alocação de recursos no âmbito do Estado do Rio de Janeiro para impulsionar as respostas governamentais e comunitárias.

A próxima Reunião Ordinária do Fórum já está agendada para o dia 07/03 (quinta-feira), das 10:00 hs às 13:00 hs), no Auditório da Fundação Ataulpho de Paiva - Central FAP de Ação Social, na Av. Amirante Barroso, 54/ 15º andar - Centro - RJ.





Secretaria Executiva
Fórum ONGs Tuberculose - RJ

(CEDAPS/CEDUS/GPV-NIT/GRUPO ÁGUA VIVA/REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS)


O Fórum das ONGs no Combate à Tuberculose RJ, fundado em 06 de agosto de 2003, é um espaço de articulação, mobilização e representação das Organizações da Sociedade Civil Organizada, direta ou indiretamente envolvidas no enfrentamento da tubercuose e coinfecções no Estado do Rio de Janeiro, sendo suas reuniões abertas à todas as pessoas e instâncias, público ou privadas, interessadas na interlocução a partir dessa temática.


Clipe tuberculose Sônia Liderança Comunitária - YouTube

youtube.com8 mar. 2007 - 33 seg - Vídeo enviado por rachelzinharj
Clipe tuberculose Sônia Liderança Comunitária. ... CAMPANHA CONTRA TUBERCULOSE 2008by ...
    

sábado, 9 de fevereiro de 2013

#avRIObranco #BlocoDosBancários #camisinha





TEMA DO ENREDO

Início do desfile!



DIREÇÃO CINELÃNDIA.



#avRIObranco #BlocoDosBancários
#camisinha
DIA 08/01/2013 fui conferir o Bloco dos Bancário s que desfilou sob o tema “Vestiu Uma Camisinha”.
Onde cerca de mil pessoas se concentraram na Candelária e saíram ao samba da bateria da escola Unidos da Tijuca.
Com o enredo: “Vampiros,violência, fantasmas, pobresa, impotência!
Eta Lê Lê e você ?
Você tem medo de quê?
NGB
ATIVISMOCONTRAAIDSTB

quinta-feira, 12 de julho de 2012

8º Encontro Comunitário de Tuberculose_cONVITE_SEMINÁRIO

 
8º Encontro Comunitário de Tuberculose
CONVITE: Seminário: Avançar no combate à tuberculose o papel do governo e da sociedade civil.

banner6_ago_2010.jpgO Fórum Estadual das ONGs na Luta contra a Tuberculose RJ em parceria com o Programa Estadual de Controle da Tuberculose (PCT/SES/RJ) promoverá, no dia 06 de agosto de 2012, o 8º Encontro Comunitário de Tuberculose.
O objetivo do encontro é reforçar as atividades de mobilização e, sobretudo, fomentar o debate sobre os principais entraves ao controle da tuberculose. O evento é realizado em alusão ao Dia Estadual de Conscientização e Mobilização de Combate à Tuberculose no Rio de Janeiro (6 de agosto) criado pela Lei Estadual nº 5054/2007.
O Encontro Comunitário de Tuberculose também tem como propostas traçar estratégias coletivas de intervenção e articulação política voltadas à promoção da saúde, melhoria do acesso ao diagnóstico e tratamento, redução do abandono, benefícios sociais, fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e combate ao estigma e à discriminação dirigidos às populações mais vulneráveis à tuberculose.
Na ocasião, um seminário fará uma retrospectiva da atuação do Fórum TB em seus nove anos de existência, uma avaliação do atual cenário e das políticas de enfrentamento da tuberculose e suas diferentes interfaces: sustentabilidade das ações comunitárias; advocacy, comunicação e mobilização social; controle social.

DIA: 06/08/2012
HORÁRIO: 09:00h às 18:00h
LOCAL: RJ, (O ENDEREÇO SERÁ INFORMADO POSTERIORMENTE)
Inscrição gratuita
Inscrição até sexta-feira, dia 13/07/2012 para o email: tuberculose@saude.rj.gov.br ou por Fax (21) 2333-3848
BAIXE AQUI A FICHA DE INSCRIÇÃO:
https://docs.google.com/file/d/0B7MuyoQQT4XKYURXYzMyQVhLRWM/edit?pli=1

AOS CUIDADOS DE GEÓRGIA ou GILMAR (PCT- RJ)
__________________
Fórum ONGs TB RJ
Secretaria Executiva
CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA - GPV Niterói
REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Rio+20 acaba hoje com balanço positivo para o Brasil, mas com críticas de ativistas

Rio+20 acaba hoje com balanço positivo para o Brasil, mas com críticas de ativistas
APOIO








APOIO










22/06/2012 - 12h30

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será encerrada nesta sexta-feira com a divulgação do documento final, contendo 49 páginas, denominado O Futuro Que Queremos. Dentre os mais de 200 artigos que integram o texto, oito tratam especificamente sobre saúde. Segundo informações da Agência Brasil, o balanço dos 10 dias de discussões divide opiniões. Autoridades brasileiras consideram um avanço a inclusão do desenvolvimento sustentável com erradicação da pobreza, enquanto movimentos sociais e alguns líderes estrangeiros condenam a falta de ousadia do texto.

O tom de crítica deve predominar nesta sexta-feira, pois as organizações não governamentais (ONGs) que promoveram vários protestos durante a conferência prometem uma manifestação para hoje. Nela, será apresentado um balanço das discussões e recomendações apresentadas no texto final a ser aprovado pelos chefes de Estado e Governo.

O chefe da delegação do Brasil na Rio+20, embaixador André Corrêa do Lago, reiterou que o saldo da conferência é positivo. “O principal saldo foi fazer com que o desenvolvimento sustentável se transforme em paradigma em todos seus aspectos - social, ambiental e econômico”, disse.

Porém, para as ONGs, faltou ousadia por parte das autoridades na exigência de definições claras sobre responsabilidades específicas, repasses financeiros, discriminação de prazos para a adoção de medidas e a ampliação de poderes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

No Riocentro, local das discussões políticas, os protestos foram mais discretos do que os que dominaram as ruas do Rio de Janeiro.
Na terça-feira, 19 de junho, cerca de 50 ativistas que trabalham com questões ligadas à aids e à tuberculose fizeram uma manifestação. Eles seguraram cartazes com frases com reivindicações como “A saúde brilha em genebra, mas a vulnerabilidade continua aqui”, distribuíram camisinhas e cantaram palavras de ordem como “não é mole não, controle social está em risco de extinção”. Os militantes percorreram o espaço da Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo, e depois seguiram até a Cinelândia no centro do Rio.

O ato fez parte das ações da campanha SOS ONGs Brasil, lançada em fevereiro deste ano, que pede uma rediscussão sobre o financiamento das entidades da sociedade civil que fazem o controle social das políticas de saúde, em especial no caso da aids e da tuberculose.

As discussões mostraram ainda que as divergências econômicas estão presentes também nos debates políticos e ambientais. Os negociadores dos países desenvolvidos e em desenvolvimento entraram em vários conflitos, principalmente os que envolviam recursos. A União Africana (formada por 54 países) foi um dos blocos que mais reagiram às restrições impostas pelos países desenvolvidos.

“Não há um grupo de negociadores que tenha admitido ganhar em tudo. O Brasil conduziu muito bem os temas divergentes. Depois, chegamos a um acordo e agora temos um caminho. Mas o documento ainda é muito grande”, disse o ministro do Desenvolvimento, Economia Florestal e Meio Ambiente do Congo, Henri Djombo.

Paralelamente, os líderes políticos estrangeiros discursavam na sessão plenária e debatiam o conteúdo do documento final. O texto ratifica que os temas polêmicos e sem consenso ficarão para uma próxima cúpula. Os aspectos sociais são destacados, ressaltando o esforço conjunto para a erradicação da pobreza, a melhoria na qualidade de vida e o homem no centro das preocupações.

O documento tem 49 páginas, menos uma em relação à versão anterior, sendo que inicialmente o texto chegou a ter 200 páginas. O documento está dividido em seis capítulos e 283 itens. Os capítulos mais relevantes são os que tratam de financiamentos e meios de implementação (relacionados às metas e compromissos que devem ser cumpridos).

O texto destaca, por exemplo, o combate a aids, tuberculose, gripe e doenças crônicas como diabetes e hipertensão, e afirma que é preciso redobrar esforços para alcançar o acesso universal à prevenção, tratamento, cuidados e apoio.


Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 19 de junho de 2012

FOTOS RIO+20 EStande do CEDAPS(AO VIVO)

ENTRDA DO EVENTO, No ATERRO

DETALHES DAS PLACAS DE PROTESTO








Estande do CEDAPS, Onde houve palestra com os ativistas do movimento social

BELO EXEMPLO DE COLCHA DE RETALHOS


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Carta manifesto ONGs Tuberculose Rio+20

 DO RIO Á RIO+20 CÚPULA DOS POVOS( LOGO)
 FORUM ONGS TB RJ  (LOGO)


Carta manifesto para os governos, lideranças e formadores de opinião, entidades
médicas e científicas e população em geral – Rio de Janeiro, Junho de 2012.
Nós, ONGs TB participantes da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento
Sustentável (UNCSD) Rio+20, chamamos a atenção para a importância do Combate à
Tuberculose.
Combater a Tuberculose – O desafio
   A tuberculose (TB) é uma das enfermidades mais antigas do mundo. Mas não é uma
doença do passado como muitos imaginam. Segundo estimativas da OMS, dois bilhões
de pessoas, o que corresponde a um terço da população mundial, está infectada pelo
Mycobacterium tuberculosis. Destes 9 milhões, desenvolverão a doença e 2 milhões
morrerão a cada ano.

   O Brasil faz parte do grupo de 22 países responsáveis por 80% do total de casos de
tuberculose no mundo, com 36 casos registrados da doença para cada 100 mil
habitantes. Apesar dos avanços, a doença ainda esta longe de um controle efetivo. No
país, a tuberculose representa a quarta causa de óbitos por doenças infecciosas (4,6 mil
mortes em 2010) e a primeira entre pacientes com Aids.
   O Rio de Janeiro se destaca no quadro nacional por apresentar, historicamente, uma
das maiores incidências de tuberculose do país (70 / 100.000 habitantes), elevada
coinfecção TB/HIV e uma estimativa de 900 óbitos a cada ano. Números inaceitáveis

para uma doença que tem cura.
Vimos conclamar a população e cobrar das autoridades e gestores da saúde maior
empenho no enfrentamento da tuberculose e seus determinantes sociais. Acreditamos
que só por meio das seguintes ações seremos capazes de reverter os atuais indicadores
da tuberculose no Brasil e no mundo:
  •      Buscar o atingimento dos ODM (meta 6 - combate ao HIV/aids, malária,
       tuberculose e hanseníase); 
  •    Maior visibilidade e priorização das ações voltadas ao controle da Tuberculose e
       comorbidades, TB/HIV, diabetes, álcool e drogas;
  •      Promover campanhas de conscientização de massa sobre a importância da
      prevenção e do tratamento adequado da doença. Garantia de acesso ao
      diagnóstico precoce e a um tratamento de qualidade humanizado;
  •      Investimentos concretos no incentivo à pesquisa e produção nacional de novos
      métodos de diagnóstico e tratamento encurtado;
  •      Implementação e ampliação do tratamento supervisionado para Tuberculose,
      estratégia (DOTS), com ênfase na busca ativa de casos e incentivos de adesão ao
      tratamento para os pacientes como auxílio transporte e alimentação (Cestas
      Básicas); Fortalecimento do SUS e Programas de Saúde com a participação de
      Agentes Comunitários de Saúde e participação de pacientes;

  •      Combater a pobreza, a fome e a exclusão social, através da criação de programas
      e ações de inclusão, que gerem emprego e renda;
  •      Combater o estigma, o preconceito e a discriminação relacionados à TB;
  •      Maior rigor, transparência e compromisso social na aplicação e uso dos recursos
      públicos da saúde e dos Programas de Controle da Tuberculose;
  •      Fortalecimento, fomento e a sustentabilidade da participação da Sociedade Civil
      Organizada através de ONGs redes, fórum e grupos de pacientes TB & HIV/AIDS.
            Os governos têm uma dívida a reparar com essas populações
As ações de combate da tuberculose estão muito aquém de uma resposta efetiva de
controle, A cada dia a tuberculose continua a avançar de forma devastadora
principalmente nos segmentos mais vulneráveis da população, crescendo
acentuadamente nas periferias, nos bolsões de pobreza, entre a população de rua,
encarcerados e pessoas vivendo com o HIV/AIDS.
           Construindo uma resposta coletiva na Luta contra a Tuberculose
                   O papel da mobilização social no controle da tuberculose
    Nós, do movimento social de luta contra a Tuberculose e o HIV/Aids, acreditamos
    que só através da mobilização social, do compromisso político das autoridades, bem
    como, da melhoria das condições de vida da população junto à implementação de
    políticas públicas de moradia, trabalho e renda é que poderemos conter o avanço da
    doença. A retomada da mobilização social na luta contra a tuberculose no Brasil, por
    meio da criação de Fóruns, Grupos de Pacientes e redes sociais de luta contra a
    tuberculose, é um marco histórico e um importante instrumento político para mudar
    o dramático cenário da doença e a negligência da saúde junto às populações mais
    vulneráveis.
    Assinam essa carta manifesto o coletivo das entidades não governamentais:
               Fórum Estadual das ONG no Combate à Tuberculose – RJ
                                 Secretaria Executiva
              CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA - GPV Niterói
                        REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS
                         Contato: forumongstbrj@yahoo.com.br

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ativismo na Rio+ 20 #Rio+20


Em razão da Rio+ 20 e da Cúpula dos Povos no período de 17 a 23/06 nossas atividades sociais e de convivência serão diminuídas, em breve divulgaremos a agenda de Junho.

Por conta do Dia da Mobilização Global em 20/06 convidamos a tod@s para no dia 05/06 às 16 h em nossa sede construirmos coletivamente uma manifestação enquanto Movimento de Luta contra a Aids do RJ. Também estamos aguardando informes do CEDAPS acerca das atividades propostas para o mesmo objetivo.

Importante aproveitarmos este cenário de várias pessoas de fora do RJ para denunciarmos os atuais dilemas e os problemas ainda enfrentados no contexto das ações da sociedade civil.

Esperamos tod@s nesta construção.  
Marcio Villard
__._,_.___

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Manifesto, TB/HIV, Latino Americano e Caribe


Prezad@s,
Segue manifesto, TB/HIV, Latino Americano e Caribe, clamando por um maior ativismo por parte das organizações não  governamentais para o enfrentamento da questão TB/HIV.
Em que pese o texto fazer nos fazer uma referencia positiva “ Brasil tiene un sólido movimiento de sociedad civil trabajando activamente en la co-infección TB-VIH, nós sabemos que a grave questão da morbimortalidade  relacionada associação aids e tuberculose, apesar de algumas ações e esforços isolados, não tem tido o devido peso e a atenção necessária na agenda política do movimento social, nos programas governamentais e nos serviços do SUS.
Fazemos coro e endossamos a referida chamada, para uma ação mais contundente no enfrentamento dessa questão, ao mesmo tempo crítica e negligenciada.
Fórum ONGs Tuberculose RJ
Secretaria Executiva
CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA - GPV Niterói
REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS
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“Llamado de acción de Panamá para ampliar las actividades de colaboración TB/VIH”
TB-VIH: ¿Por qué no se escucha la voz de América Latina y el Caribe?[1]
El Día Mundial de la Tuberculosis (TB), 24 de marzo, es un buen momento para reflexionar acerca del rol de las organizaciones trabajando en VIH y sida de América Latina y El Caribe, en la prevención y atención integral de la TB.
Tristemente, nuestra región habiendo sido líder en variados temas como el acceso a tratamientos antirretrovirales, priorización de comunidades relegadas por la identidad de género, entre otras; es una de las regiones más tímidas respecto a la abogacía para prevenir la TB y la co-infección TB-VIH. No solamente callan las organizaciones de la sociedad civil, sino también los gobiernos, las agencias de cooperación y los donantes. Como señaló un/a activista:
“¿Por qué no decirlo de una vez por todas? Nuestras voces han sido acalladas cuando demandamos servicios de calidad para las personas afectadas o en riesgo de TB o aquellas con VIH en riesgo latente para la reactivación de la TB. Peor aún, nuestros esfuerzos han sido desdibujados o minimizados por oficiales de los Programas de TB y de VIH en nuestros respectivos países”
¿Por qué?
¿Acaso una de las lecciones más importantes del VIH es que el silencio es igual a la muerte?

Un grupo de activistas reunidos/as en 2011, promovieron el “Llamado de acción de Panamá para ampliar las actividades de colaboración TB/VIH-julio 2011” http://www.stoptb.org/wg/tb_hiv/assets/documents/Llamado_de_Acci%C3%B3n_de_Panam%C3%A1_TB-VIH.pdf
A pesar de esta reunión, que fue una más de las acciones aisladas sobre la co-infección TB-VH, no se han logrado avances a mediano ni largo plazo, mucho menos, el surgimiento del “largamente esperado activismo latinoamericano en TB”.

Al parecer hay muchas razones por las cuales la voz de América Latina y el Caribe sobre la co-infección TB-VIH no se escucha:

• Las y los activistas en VIH y sida de América Latina y El Caribe, no conocen la realidad de la epidemia de TB en nuestra región, ni de la co-infección TB-VIH.
• Los programas de TB y VIH trabajan de forma no tan coordinada como ser observa en otras regiones.
• Las personas viviendo con el VIH que han sobrevivido a la TB, aunque podrían hablar abiertamente sobre su diagnóstico de VIH, no lo harían sobre sus experiencias con la TB; precisamente, debido a la estigmatización de la TB que es más fuerte que la del VIH.
• La TB no es una prioridad de los y las activistas en la región, porque los liderazgos de las redes comunitarias y de activistas en VIH y sida, asumen que la TB no es un problema nuestro, que no nos afecta directamente. Si es así, entonces deberíamos analizar si nuestro liderazgo y activismo, tiene una orientación elitista la cual no nos permite percatarnos de la realidad de la co-infección TB-VIH.
• Cabe preguntarnos y responder honestamente: ¿Cuánto nos interesa abogar en favor de las personas “pobres” afectados/as por la TB? Un/a activista señala:
“Debido a la combinación mortal entre la falta de información confiable sobre la epidemia de la TB, junto con la actitud de ignorar las necesidad de los más pobres (usualmente los que nunca llegan a un servicio de salud); mientras se siga pensando que la TB es una "enfermedad de pobres" y, siga siendo estigmatizada, las barreras continuarán)”
Si las organizaciones trabajando en VIH y sida no pueden desestigmatizar la TB mostrándose a sí mismos/as como vulnerables a la TB y/o sobrevivientes de la misma; entonces ¿Quién podría hacerlo?
Algunos/as activistas expresaron su gran preocupación y tristeza al escuchar que las propias ONGs de la región de América Latina y El Caribe, al igual que los donantes, señalan que la TB no es un problema nuestro:
“Es para mí una gran pena escuchar de ONGs o donantes internacionales decir que la región de las Américas, no es prioridad en la TB, porque no tenemos los problemas que África o la India tienen. El día de hoy me han dicho: "Pero sus datos no reflejan tanto problema" ¿Qué les parece?”Existen algunos/as activistas que han sido la excepción en la región. Por ejemplo, Brasil tiene un sólido movimiento de sociedad civil trabajando activamente en la co-infección TB-VIH. Perú tuvo experiencias de capacitación horizontal desde las personas viviendo con el VIH hacia las personas afectadas por la TB. En México, existen algunas organizaciones de la sociedad civil (los propios/as activistas señalan que la base de estas organizaciones está conformadas por personas viviendo con el VIH), que han desarrollado información sobre la violación de los derechos humanos en contra de personas afectadas por la TB. En Bolivia, las personas viviendo con el VIH son parte de los 9 comités inter programáticos TB-VIH.
Con todo el esfuerzo que estas acciones hayan significado, la voz de América Latina y El Caribe sobre la TB y la co-infección TB-VIH, es todavía tímida, débil o inexistente.
Ésta es una invitación cordial para realizar un análisis autocrítico del trabajo de los y las activistas en VIH y sida de América Latina y El Caribe y, sobre nuestras prioridades para la incidencia política, preguntándonos ¿Cómo decidimos cuáles temas son más importantes que otros?

Usando los puntos principales del Llamado a la Acción de Panamá (citados a continuación), ésta es una invitación para tratar de entender conjuntamente, ¿Por qué parece no haber ni un solo progreso en los siguientes puntos?:
• “Promover la colaboración entre programas de TB-VIH, la sociedad civil, las instituciones académicas y otras socios para ampliar las actividades de colaboración TB-VIH, armonizadas en el contexto país;
• Incorporar a la sociedad civil en el seguimiento de actividades nacionales y los logros, el aumento de actividades de sensibilización y educación y el activismos para romper el silencio político, económico y programático relacionado con la co-infección TB/VIH en la región;
• Abogar desde la sociedad civil la inclusión en la agenda política del fortalecimiento de la salud pública y los sistemas de servicios sociales con un enfoque no discriminatorio, de determinantes sociales, de respeto de los derechos humanos, con perspectiva de igualdad de género y que respalde la diversidad;
• Promover el empoderamiento de las personas con TB/VIH y las comunidades promoviendo el acceso a los servicios, la retención y la adherencia, especialmente en poblaciones en situación de vulnerabilidad;
• Abogar por un aumento de investigaciones sociales, básicas y operativas y en la mejoría de la vigilancia de la tuberculosis y del VIH para apoyar las políticas basadas en evidencia y prácticas;
• Favorecer los procesos de cooperación técnica entre países;
• Revisar estos compromisos que estamos asumiendo en la próxima reunión regional”
Aparte de los 15.000 casos de co-infección TB-VIH conocidos en nuestra región el 2009:
¿Cuántos muertos/as más o cuántos co/infectados/as necesitamos para ponernos en acción?
¿Sabemos cuántas personas murieron en nuestros países debido a la co-infección TB-VIH el 2011?
Algunos/as activistas plantean que se deben realizar “autopsias orales”, e investigar las actas de defunción para encontrar la información sobre las causas de muerte de muchas personas con VIH murieron a causa de la TB extra-pulmonar no diagnosticada y por lo tanto no tratada.
No solamente los gobiernos, las agencias de cooperación y los donantes deben romper el silencio sobre la epidemia de TB y la co-infección TB-VIH, sino también la sociedad civil (y desde luego, también las personas afectadas o en riesgo de TB o de VIH o aquellas con fármaco resistencia).
En América latina y El Caribe, lo que existe en VIH y sida, es gracias a la demanda de las comunidades organizadas. Si los/as activistas en VIH y sida de América Latina y El Caribe priorizan la demanda de la co-infección TB-VIH, será tomada en cuenta. Si nosotros/as callamos, seguiremos siendo vulnerables a la TB y a la muerte a causa de la TB no diagnosticada ni tratada.
He aquí algunas preguntas sobre la co-infección TB-VIH, el objetivo de las mismas es que cada uno/a de los/as activistas las analice y se evalúe a sí mismo/a:
• ¿Dónde está la voz de las redes regionales de personas viviendo con VIH respecto a la co-infección TB-VIH?
• ¿Qué activista se ha pronunciado sobre la necesidad de trabajar mejor los temas asociados a la co-infección TB-VIH?
• ¿Qué se puede decir de la acción o inacción de las muchas organizaciones defensoras de los derechos humanos y de la salud, en relación a la epidemia de la TB?
• ¿Alguien ha escuchado al movimiento feminista pronunciarse sobre el impacto de la TB en las mujeres y la transmisión a los bebés?
• ¿Qué apoyo se ha recibido de las agencias de cooperación (incluida OPS, ONUSIDA y todas las demás) para que la sociedad civil trabaje en temas relativos a la co-infección TB-VIH?
• ¿Se conoce algún mensaje de los movimientos de jóvenes sobre los y las jóvenes que mueren debido a la TB y a la co-infección TB-VIH?
• ¿Se ha conocido algún mensaje de los movimientos indígenas sobre la epidemia de la TB?
• ¿Se conoce algún compromiso de gobierno para prevenir, tratar y curar la co-infección TB-VIH?
Sinceramente, esperamos que algunas de estas preguntas tengan respuestas. Lo contrario, significaría que las organizaciones trabajando en VIH y sida de América Latina y El Caribe, hemos fallado en poner en práctica el discurso que predicamos: no hemos defendido la causa del acceso universal y la atención integral para las personas viviendo con el VIH, olvidando la necesidad y urgencia de demostrar, abogar, detener y prevenir las muertes de personas viviendo con VIH y sida a causa de la TB.

Gracia Violeta Ross graciavioleta@gmail.com
Representante de la Comunidad
Grupo de Trabajo TB-VIH, Alianza para detener la TB
[1] Este mensaje fue grandemente enriquecido por los aportes de Alma de León (Guatemala), Francisco Rosas (México), Pablo Anamaría (Perú), Oswaldo Rada (Colombia) y Alberto Colorado (USA/México).