Silas Malafaia e a Teologia da Estupidez

Da Carta Potiguar
Silas Malafaia e a Teologia da Estupidez: Homossexuais e Bandidos?

Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!


















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| Ano 2 . número 2 . Rio de Janeiro, fevereiro 2012. |
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AIDS, censura e homofobia: flagelos da juventude brasileira![]() "As reportagens sobre a exploração sexual de jovens travestis nas ruas de São Paulo e sobre o veto do Governo Federal à campanha de carnaval elaborada pelo próprio Ministério da Saúde publicadas em 12/02 e 14 /02 expõem mais um retrato da forma homofóbica e hipócrita que o binômio homossexualidade-juventude é tratada no Brasil. Desde a mais tenra idade, a situação destes jovens nas escolas onde estudam é insustentável. Por conta do preconceito e da omissão dos gestores de educação e dos professores, estes jovens terminam ou sendo expulsos ou forçados a abandonar a escola. No meio familiar e nas comunidades onde vivem, a situação não é melhor. A exemplo do ambiente escolar, muitas vezes são forçados a abandonar o lar, por causa do ódio de familiares e vizinhos. Frente ao abandono em dois ambientes que deveriam ser de acolhimento e segurança: a família e a escola, tais jovens tornam-se presas fáceis de exploradores e de qualquer um que prometa uma saída para os horrores enfrentados por estes jovens. No ano passado, o chamado kit antihomofobia – pejorativamente chamado de “Kit Gay” – produzido pelo Ministério da Educação, veiculava mensagens educativas com o intuito de diminuir a homofobia nas escolas. O kit acabou vetado pelo próprio governo, em troca de que um ministro acusado de corrupção não fosse convocado a depor no congresso. Neste ano, a campanha de carnaval do Ministério da Saúde, destinada a jovens homossexuais (segundo as estatísticas do próprio ministério o segmento mais afetado pela epidemia de HIV/AIDS) também sofreu vetos do próprio governo e teve sua veiculação suspensa na TV aberta e restringida a lugares “específicos” como bares e boates freqüentados por esta população, num claro ato de censura e descriminação, como se as condições de vulnerabilidade estivessem restritas à estes locais e não difundidas de forma ampla na sociedade. Enquanto isto, no exterior a diplomacia brasileira projeta o programa nacional de AIDS como um exemplo para o mundo, se coloca como paladino dos direitos humanos e vende o Rio de Janeiro como destino turístico gay. Contrastando com a realidade nacional o que vemos é hipocrisia, censura e homofobia. Os resultados são e serão cada vez mais evidentes: aumento dos casos de HIV, exploração sexual e violências de todas as formas contra uma parcela significativa da juventude brasileira. Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS - ABIA |
Carlos Bem | 14 de Janeiro de 2012 08:54 |
revistaepoca.globo.com | |
O preconceito fica guardado nas gavetas das coisas ditas e ouvidas. Até que sai de forma irracional |
| Homens brancos são maioria dos transplantados. Negros e mulheres têm menos acesso a cirurgias, segundo Ipea Estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que os efeitos das desigualdades sociais brasileiras se estendem às cirurgias de transplantes de órgãos como coração, fígado, rim, pâncreas e pulmão. A maioria dos transplantados são homens da cor branca. De acordo com o estudo, de quatro receptores de coração, três são homens; e 56% dos transplantados tem a cor de pele branca. No transplante de fígado; 63% dos receptores são homens e 37% mulheres. De cada dez transplantes de fígado, oito são para pessoas brancas. Segundo a análise do Ipea, homens e mulheres são igualmente atendidos nos transplantes de pâncreas; mas 93% dos atendidos são brancos. A maioria absoluta de receptores de pulmão também são homens (65%) e pessoas brancas (77%). O mesmo fenômeno ocorre com o transplante de rim: 61% dos receptores são homens; 69% das pessoas atendidas têm pele clara. “Verificamos que o conjunto de desigualdades brasileiras acaba chegando no último estágio de medicina”, aponta o economista Alexandre Marinho, da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, um dos autores da pesquisa. Ele e outras duas pesquisadoras analisaram dados de 1995 a 2004, fornecidos pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO). O economista não estudou as causas do fenômeno, mas disse à Agência Brasil que a preparação para o transplante pode explicar as razões da desigualdade. Para fazer a cirurgia de transplante, o receptor deve estar apto: eventualmente mudar a alimentação, tomar medicamentos e fazer exames clínicos – procedimentos de atenção básica. Segundo Marinho, quem depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) - cerca de três quatros da população brasileira - sai em desvantagem, porque tem dificuldade para receber remédios, fazer consultas e exames clínicos. “A situação onera quem tem menos condições de buscar alternativas.” “O sistema é desigual na ponta [cirurgia de alta complexidade] porque é desigual na entrada”, assinala o economista, ao dizer que quando o SUS tem excelência no atendimento o acesso não é para todos: “Na hora que funciona, quem se apropria são as pessoas mais bem posicionadas socialmente”. Conforme Marinho, os planos de saúde são resistentes a autorizar procedimentos de alta complexidade, como as cirurgias de transplantes, por causa dos custos. “Os hospitais privados preferem atender por meio do SUS porque sabe que paga”. O estudo sobre a desigualdade de transplantes de órgãos está disponível no site do Ipea. Segundo Marinho, o documento foi postado ontem (7) e ainda não é do conhecimento do Ministério da Saúde. De acordo com os dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), há 1.376 equipes médicas autorizadas a realizar transplantes em 25 estados brasileiros (548 hospitais). Fonte: Gilberto Costa - Agência Brasil |


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| GAZETA DO POVO - PR | VIDA E CIDADANIA LGBT 20/08/2010 Preconceito sexual é debatido na UFPR Convivendo com o preconceito dentro da universidade, a TRANSEXUAL Dorothy Lavigne Gyorf teve de trancar uma das matérias do curso de História. "Eu pedi para que o professor me chamasse pelo meu nome de gênero (nome escolhido). Ele negou o meu pedido, me senti constrangida e decidi não comparecer mais à turma", comenta. Para evitar situações como essa, o Centro Paranaense de Cidadania (Cepac) e o Partido Acadêmico Renovador (PAR), ligado ao centro acadêmico de Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR), promovem nesta semana o seminário "UFPR Fora do Armário". O convite a todos os estudantes universitários divulga a diferença entre os grupos sexuais, banalizados muitas vezes por uma sociedade sem conhecimento sobre o assunto. Outro tema polêmico debatido são os direitos dos homossexuais, restringidos a dezenas de itens pela legislação nacional. "O principal objetivo deste evento é tentar proporcionar mais conhecimento para a população, na tentativa de mudar certos mitos que a sociedade criou ao longo dos anos", afirma o presidente do Cepac, Igor Francisco. A TRANSEXUAL Carla Amaral, presidente do movimento Trans grupo Marcela Prado, afirma que a falta de oportunidade leva muitos travestis e transexuais à prostituição. "Há exclusão familiar, social, falta de formação e de oportunidades de trabalho. A prostituição, para a maioria, se torna uma solução dos problemas que essas pessoas passam", destaca. Para Carla, a situação no meio acadêmico hoje é muito melhor do que há 10 anos. "Temos um número crescente de transexuais que estão inseridos dentro de uma faculdade e que adentraram na instituição com sua identidade de gênero", destaca. Segundo o membro do Con selho Estadual de Direitos Hu manos, Márcio Marins, somente a criação de leis antidiscriminatórias não seria o suficiente para garantir o pleno exercício da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). "Além das leis, precisamos de um apoio das instituições de educação, sejam elas de forma psicológica, social, etc. Temos que realizar um trabalho integrado, pois é errado pensar que direitos não devem ser respeitados somente pelo fato de uma pessoa ser diferente", destaca. |
ONU lança vídeo com depoimentos contra o estigma e o preconceito no Brasil
Vídeo complementa Campanha “Igual à Você”, iniciativa que dá voz e notoriedade aos direitos humanos de estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas.
Brasília, 18 de junho de 2010 - Igualdade de direitos e um chamamento à sociedade brasileira para o tema das discriminações que homens, mulheres e crianças vivem diariamente no Brasil. Esses são os objetivos da campanha “Igual a Você”, lançada pela ONU em 2009 e que agora ganha um vídeo especial.
O vídeo “Fragmentos”, que será lançado hoje, traz uma compilação de depoimentos colhidos durante a produção da Campanha Igual à Você. Os testemunhos apresentados destacam as experiências de discriminação e preconceito específicas vividas por representantes das populações retratadas na Igual à Você (estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas).
Mais do que retratar os desafios, o vídeo Fragmentos traz mensagens de esperança e de compromisso com os direitos humanos expressos na voz dos participantes da Campanha Igual à Você.
O lançamento será realizado a partir das 13h, no Estande da ONU no VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids, realizado em Brasília, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães. Após a apresentação, participantes do Vídeo Fragmentos e representantes das Nações Unidas participarão de um diálogo com o público presente.
Visibilidade para os direitos humanos
“Igual a Você” – uma iniciativa contra o estigma e o preconceito dá voz e visibilidade aos direitos humanos das populações alvo da campanha. Produzidos pela agência [X]Brasil – Comunicação em Causas Públicas e gravados em estúdio com trilha sonora original de Felipe Radicetti, os filmes e spots para rádio apresentam mensagens de lideranças de cada um dos grupos discriminados, levando em consideração às diversidades de idade, raça, cor e etnia. O vídeo Fragmentos apresenta uma coletânea de depoimentos colhidos ao longo da produção da Campanha e que reforçam a mensagem de luta contra o preconceito e em prol dos direitos humanos.
A campanha é uma oportunidade de sensibilização da sociedade brasileira para o respeito às diferenças, que caracterizam cada um dos grupos sociais inseridos na campanha, reafirmando a igualdade de direitos.
Assinatura da campanha
O preconceito se manifesta por meio de atitudes e práticas discriminatórias, tais como humilhações, agressões e acusações injustas pelo simples fato de as pessoas fazerem parte de um grupo social específico. É contra o estigma e o preconceito que as agências UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), UNIFEM Brasil e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher), UNESCO no Brasil (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), com apoio do UNIC Rio (Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil), somam-se, mais uma vez, ao esforço da sociedade civil pela igualdade de direitos: ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), AMNB (Associação Brasileira de Mulheres Negras Brasileiras), ANTRA (Articulação Nacional de Travestis, Transexuais e Transgêneros), Movimento Brasileiro de Pessoas Vivendo com HIV/Aids e Rede Brasileira de Prostitutas.
Acesse a Campanha:
www.onu-brasil.org.br ou http://www.youtube.com/user/
Informações à Imprensa:
| ACNUR Luiz Fernando Godinho (61) 3044.5744 / 8187 0978 | UNESCO no Brasil Rebeca Otero (61) 2106 3567 | UNIFEM Brasil e Cone Sul Isabel Clavelin (61) 3038.9287 / 8175.6315 |
| UNAIDS Naiara Garcia e Jacqueline Cortes (61) 9196 9232 e 9304 2654
| UNODC Marcos Ricardo dos Santos (61) 3204.7206 / 9149.0973
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UNAIDS Brasil
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