Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Silas Malafaia y la Teología de la estupidez: Homosexuales y Bandidos?


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Silas Malafaia e a Teologia da Estupidez

Silas Malafaia y la Teología de la Estupidez
Enviado por luisnassif
Por Alyson Freire

Da Carta Potiguar

Silas Malafaia e a Teologia da Estupidez: Homossexuais e Bandidos?

Silas Malafaia y la Teología de la estupidez: Homosexuales y Bandidos?

Alyson Freire
Não há surpresas ou novidades quando o pastor Silas Malafaia fala. Cada vez em que é entrevistado ou empresta sua voz para algum programa de natureza política ou religiosa, assistimos e ouvimos o mesmo desfile de preconceitos, inverdades e sofismas. Bem sabemos que os disparates e infâmias habituais de sua retórica convicta e fundamentalista enojam e irritam. Entretanto, convém não perder a capacidade, e a paciência, de nos chocarmos e nem “acomodar com o que incomoda”, como diz a letra de uma bela canção.
E por que não devemos nos calar ou tão simplesmente dar de ombros, ignorar a ignorância? Porque o silêncio nos torna cúmplices da ignorância. Aliás, se é verdadeiro que em certas circunstâncias o silêncio pode ser mais eloquente do que a palavra, em outras o silêncio é o adubo fértil para o crescimento da ignorância e da barbárie. Por isso, cabe não calar. Falar a verdade ao poder e criticar os preconceitos é combater incansavelmente contra o silêncio que naturaliza ambos.
Voltemos, pois, a Malafaia, este paladino e missionário do ódio. Coube a jornalista Marília Gabriela a hercúlea tarefa de suportar o discurso de Malafaia, entrevistando-o em seu programa “De Frente com Gabi”. E se a jornalista por vezes se exaltou com as afirmações do pastor ou por este a atropelá-la em suas perguntas e raciocínios, penso que ela aguentou em nome de um compromisso com a verdade e com a sensatez; afinal, a mentira para ser desmascarada deve ser antes exposta.
O que disse o pastor desta vez? Num exemplo cristalino de homofobia cordial, disse que amava os homossexuais da mesma forma como ama os bandidos: “Eu amo os homossexuais como amo os bandidos”. Este amor misericordioso que Malafaia afirma cultivar não passa de um ardil ideológico que finge aceitar e acolher mas apenas para tentar “corrigir”, “reorientar”, “ajustar”. Em outras palavras, domesticar e “curar” a homossexualidade segundo os “meus valores” e “minha verdade”. Não creio que os homossexuais precisem deste amor denegador da liberdade e da autonomia individual. O amor de Malafaia é um amor tutelar, de correção moral e interesseiro.
A correlação valorativa entre “homossexuais” e “bandidos” é odiosa. Ela objetiva reforçar o vínculo entre homossexualidade e desvio, sustentando, sorrateiramente, a ideia de que a homossexualidade assim como o fenômeno da delinquência atenta e prejudica a sociedade. Em outros termos, a analogia diz o seguinte: os bandidos existem, são um fato social, mas precisamos mudá-los, puni-los e “ressocializá-los” para que não lesem a sociedade. Sem afirmar diretamente, Malafaia pensa o mesmo sobre os homossexuais; eles são um fato social, existem, mas precisamos corrigi-los para que não lesem à família, os bons costumes, etc..
A piedade e a compreensão amorosa do pastor são, com efeito, estratégias retóricas para a normalização pastoral e sexual. Nesse ponto, Malafaia se serve abundantemente de preconceitos e concepções de gênero, família e sexualidade que não se sustentam, nem do ponto de vista do conhecimento científico nem socialmente – haja vista todas as transformações culturais, sociais e jurídicas das últimas décadas.
Tentando atenuar os aspectos mais, digamos, etnocêntricos e interessados de suas opiniões, o pastor recorre a ciência em vez da religião pura e simplesmente; refugia-se em argumentos pseudo-científicos e pesquisas que nunca cita a fonte, Malafaia busca, com isso, preencher de autoridade, poder de verdade e neutralidade os seus preconceitos e sua intolerância. À bem da verdade, Malafaia achincalha a ciência – mais uma razão para não nos calarmos.
Quando prenuncia, num claro julgamento moral e especulativo, que a formação de famílias homoparentais ou a criação de filhos por casais homossexuais terá consequências sociais e psicológicas nefastas e nocivas, Malafaia esquece que, segundo Freud, a família independentemente das orientações sexuais do casal é a origem e o palco da maior parte dos problemas emocionais e psíquicos por conta dos conflitos subjetivos que envolvem a constituição do eu nas relações e identificações familiares. Aliás, a grande maioria das psicoses estudadas por Freud era produto das dinâmicas emocionais, repressivas e traumáticas da família vitoriana.
O artigo “Desconstruindo preconceitos sobre a homoparentalidade” dos psicólogos Jorge Gato e Anne Maria Fontaine cita diversos estudos psiquiátricos, psicológicos, sociológicos e antropológicos que desmentem as pré-noções estigmatizantes de que a criança em famílias homoparentais sofreria danos em seu desenvolvimento psicológico. Todos os estudos mencionados pelos autores foram unânimes na constatação da não-existência de uma excepcionalidade ou de diferenças substanciais que tornem a homoparentalidade especialmente danosa para o desenvolvimento emocional, cognitivo e sexual da criança em comparação às famílias heteroparentais. Inclusive, em algumas casos, de mães lésbicas, por exemplo, estudiosos verificaram um ambiente familiar no qual as crianças sentiam-se mais a vontade, livres e confiantes em discutir temáticas de caráter emocional e sexual, ocasionando um efeito positivo no desempenho escolar.
Em contrapartida, as dificuldades das crianças criadas em famílias homoparentais aparecem exatamente no plano das relações sociais, ou seja, obstáculos na aceitação e reconhecimento social por conta de contextos sociais discriminatórios como a escola. Mas, ainda assim, os estudos mostraram variações importantes nesse ponto a depender do país e região.
O que podemos concluir com os resultados das pesquisas científicas é que os problemas que estas crianças enfrentarão no futuro se devem precisamente de pessoas como Malafaia. Quer dizer, do preconceito, da intolerância e da ignorância que Malafaia pratica, semeia e propaga.
Portanto, o que atrapalha e lese o desenvolvimento psicológico e social é o preconceito e a intolerância, os quais Malafaia transforma em bandeira. As religiões se tornam nocivas à humanidade quando são eivadas de ódio e ignorância por profetas fundamentalistas e intolerantes que alimentam incompreensões.
Por mais que canse, devemos continuar a combater e criticar os absurdos odiosos do pastor Malafaia, pois ele, por sua retórica e status, goza de um poder de interferência na vida social capaz de favorecer violências simbólicas e físicas contra grupos e minorias sexuais que já tem de enfrentar práticas homofóbicas em seu cotidiano. Se não quisermos cair presas da retórica do preconceito e sua violência simbólica, devemos sempre exercitar a crítica pública. É com ela que podemos cultivar uma cultura de direitos humanos e de reconhecimento capaz de transformar uma esfera pública refratária ao debate racional dos direitos e das violências sofridas por minorias e grupos vulneráveis em uma esfera pública refratária a estupidez, a barbárie e ao preconceito. Para essa transformação ocorrer, então, é preciso jamais se cansar de se contrapor ao preconceito.

No hay sorpresas o innovaciones cuando el pastor Silas Malafaia del habla. Cada vez que es entrevistado o presta su voz a un programa de carácter político o religioso, visto y oído el mismo desfile de prejuicios, falsedades y falacias. Sabemos que las tonterías de costumbre y infamias de su retórica y disgusto fundamentalista convencido y molestar. Sin embargo, no debemos perder la habilidad y la paciencia, para ser sorprendido y no "acomodar lo que molesta", como la letra de una hermosa canción.
¿Y por qué no hemos de ser silencioso o simplemente encogerse de hombros, hacer caso omiso de la ignorancia? ¿Por qué el silencio nos hace cómplices de la ignorancia. En efecto, si bien es cierto que, en determinadas circunstancias, el silencio puede ser más elocuente que las palabras, en silencio otro fertilizante es fértil para el crecimiento de la ignorancia y la barbarie. Por lo tanto, no es silenciosa. Hablando la verdad al poder y criticar los prejuicios es luchar sin descanso contra el silencio que naturaliza ambos.
Volvamos, pues, a Malafaia, campeón este misionero y de odio. Cayó al periodista Marilia Gabriela la hercúlea tarea de apoyar Malafaia discurso, lo entrevistó en su programa "Frente a Gabi." Y si el periodista es a veces exaltado con las declaraciones de este pastor o de atropellarla en sus preguntas y razonamientos, creo que tuvo que soportar en nombre de un compromiso con la verdad y la cordura, después de todo, se encuentra a ser desmentido más bien deben ser expuestos.
Lo que el pastor dijo esta vez? En un ejemplo cristalino de cordial homofobia, dijo que le encantaba homosexuales de la misma manera como él ama a los bandidos: ". Me encantan los homosexuales amor como bandidos" Este amor misericordioso que Malafaia dice la agricultura no es más que un ardid ideológico fingiendo aceptar y dar la bienvenida, pero sólo para tratar de "arreglar", "dirigir", "set". En otras palabras, mansos y "curar" la homosexualidad "de acuerdo con mis valores" y "mi verdad". Yo no creo que los homosexuales necesitan denegador este amor a la libertad y la autonomía individual. El amor es un amor de Malafaia tutelar corrección moral y egoísta.
La correlación entre la evaluación "bandidos", "homosexuales" y es odioso. Su objetivo es fortalecer el vínculo entre la homosexualidad y la diversión, tenencia, subrepticiamente, la idea de que la homosexualidad, así como el fenómeno de la delincuencia atenta y daña a la sociedad. En otras palabras, la analogía dice lo siguiente: los malos son, son un hecho social, pero tenemos que cambiar, y castigarlos "ressocializá ellos" no socavar la sociedad. Sin directamente indicando, Malafaia piensa lo mismo acerca de los homosexuales, son un hecho social, existe, pero tenemos que arreglar para que no vayan en detrimento de la familia, la moralidad, etc ..
La compasión y la comprensión amorosa Shepherd son de hecho estrategias retóricas para la estandarización y pastoral sexual. En este punto, Malafaia sirve un montón de prejuicios y concepciones de género, la familia y la sexualidad que no se sostienen, ya sea desde el punto de vista del conocimiento científico o social - teniendo en cuenta todas las décadas culturales, sociales y legales en.
Tratando de mitigar al máximo, por ejemplo, etnocéntrico e interesado en sus opiniones, el pastor usa la ciencia en lugar de la religión pura y simple; refugio en argumentos pseudocientíficos y de la investigación que nunca se menciona la fuente, la búsqueda Malafaia así completa autoridad, el poder de la verdad y la neutralidad de los prejuicios y la intolerancia. Sin duda, Malafaia achincalha ciencia - no una razón más para guardar silencio.
Cuando se presagia, un claro juicio moral y especulativa, que la formación de familias homoparentales o crianza de los hijos por parte de parejas homosexuales tendrá adversas consecuencias sociales y psicológicas perjudiciales y Malafaia olvidar que, según Freud, la familia, independientemente de la orientación sexual de la pareja es origen y el estado de los problemas más emocionales y psicológicos a causa de los conflictos relacionados con la constitución subjetiva del yo en las relaciones e identificaciones familiares. De hecho, la gran mayoría de las psicosis estudiados por Freud era un producto de la dinámica emocional, familiar victoriana traumático y represivo.
El artículo "La deconstrucción de prejuicios homoparenthood sobre" el psicólogo Jorge Gato y Mary Anne Fontaine cita varios estudios estudios psiquiátricos, psicológicos, sociológicos y antropológicos que contradicen las nociones pre-estigmatizantes que los niños de familias homoparentales sufran daños en su desarrollo psicológico. Todos los estudios mencionados por los autores fueron unánimes en la búsqueda de la no existencia de una diferencia sustancial o excepcionales que hacen homoparenthood especialmente perjudiciales para el desarrollo emocional, cognitivo y sexual de los niños en comparación con heteroparentais familias. Incluso, en algunos casos, de las madres lesbianas, por ejemplo, los investigadores han encontrado un hogar en el que los niños se sentían más cómodos, libres y confiados en la discusión de temas de carácter sexual y emocional, causando un efecto positivo en el rendimiento escolar.
Por el contrario, las dificultades de los niños criados en familias homoparentales parecen exactamente en términos de las relaciones sociales, es decir, el reconocimiento de los obstáculos y la aceptación social por discriminación contextos sociales como la escuela. Pero aún así, los estudios mostraron variaciones significativas en este punto, según el país y la región.
¿Qué podemos concluir de los resultados de la investigación científica es que los problemas que estos niños se enfrentan en el futuro si las personas son tan Malafaia. Quiero decir, los prejuicios, la intolerancia y la ignorancia que la práctica Malafaia, las semillas y se propaga.
Entonces, ¿qué impide y perjudicar el desarrollo psicológico y social es el prejuicio y la intolerancia, que se convierte en bandera Malafaia. Religiones resultar nocivas para la humanidad cuando se ven acosados por la ignorancia y el odio y la intolerancia profetas fundamentalistas que los malentendidos de combustible.
Por más cansado, hay que seguir luchando y criticar los absurdos de Malafaia pastor odioso porque él, por su retórica y el estado, goza de una facultad de intervenir en la vida social puede promover la violencia física y simbólica contra las minorías sexuales y grupos ya debe enfrentarse a las prácticas homofóbicas en sus vidas diarias. Si usted no quiere caer en la retórica de los prejuicios y la violencia simbólica, siempre debemos ejercer la crítica pública. Es con ella que podemos cultivar una cultura de los derechos humanos y el reconocimiento puede transformar un espacio público refractarios al debate racional de los derechos y la violencia que sufren las minorías y los grupos vulnerables en la esfera pública estupidez refractario, la barbarie y el prejuicio. Para esta transformación se produce, entonces usted nunca debe cansarse de la lucha contra los prejuicios.

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Representações sociais de profissionais de saúde sobre transexualidade #UNB

Representações sociais de profissionais de saúde sobre transexualidade Publicação em 18/07/12 UNB Universidade de Brasília

 

Boa tarde


Seguindo na pesquisa e socializando...


Abs

Nádia Elizabeth Barbosa Villas Bôas
Conselheira Nacional de Saúde
Segmento: Patologias e Deficiências/Hepatites Virais

MBHV Movimento Brasileiro de Luta Contra as Hepatites Virais
Hepatchê Vida
Porto Alegre/RS

51    8127 5366 Tim
51    8418 4159 Oi
      51 9105 8069 Claro
______________________________________________________________________________________________________________________________________________



Utilize este link para identificar ou citar este item: http://hdl.handle.net/10482/10976  

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Título: 
Representações sociais de profissionais de saúde sobre transexualidade
Autor(es): 
Orientador(es): 
Assunto: 
Data de publicação: 
18-Jul-2012
Data de defesa: 
8-Mar-2012
Referência: 
SANTOS, Adelyany Batista dos. Representações sociais de profissionais de saúde sobre transexualidade. 2012. 76 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde)—Universidade de Brasília, Brasília, 2012.
Resumo: 
 ________________________________
Introdução: No Brasil, nos últimos anos, a transexualidade tem sido objeto de políticas públicas, principalmente no campo da saúde. Apesar de ser tema de discussões sociais e de investigações acadêmicas e estar frequentemente em evidência nos meios de comunicação, como televisão, revistas e internet, ainda pode ser considerada um universo pouco conhecido. A existência de múltiplas dimensões dessa questão, tanto no que se refere às pessoas que vivenciam a transexualidade, como às pessoas que entram em contato de alguma forma com essa realidade, configuram-na como uma questão complexa. Uma dessas dimensões é o que se sabe sobre a transexualidade e como ela é percebida socialmente, pois esses fatores podem influenciar as relações e as condutas das pessoas ao lidar com essa questão. No campo da saúde, a forma como o profissional de saúde percebe a transexualidade pode ter influência direta nas suas práticas e, consequentemente, na direção e na qualidade da atenção à saúde. Compreender essa percepção se torna fundamental para a construção de uma atenção à saúde de qualidade. Objetivos: Analisar as representações sociais de profissionais de saúde da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal sobre transexualidade, por meio da identificação de conhecimentos e vivências, e do conteúdo e da estrutura dessas representações. Métodos: Trata-se de um estudo baseado na Teoria das Representações Sociais com 128 profissionais de saúde, médicos, enfermeiros e auxiliares/técnicos em enfermagem de 22 unidades de saúde da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, utilizando questionário semi-estruturado auto-aplicável. O processamento dos dados foi feitos pelos softwares ALCESTE e EVOC. Foram observadas todas as recomendações éticas vigentes. Resultados: Quanto ao perfil dos profissionais, nota-se a predominância de participantes do sexo feminino, casados ou vivendo em união estável, católicos e pardos. A idade variou entre 24 e 67 anos (mediana 43, média 42), predominando a faixa etária de 30 a 49 anos (62,4%). Quanto às características profissionais, a maior parte dos participantes é de Centros de Saúde de atenção básica, profissionais da área da enfermagem, sendo que a maior parte são auxiliares ou técnicos em enfermagem e quase 60% afirma já ter atendido uma pessoa transexual ao longo de sua carreira profissional. Em relação ao conteúdo das representações sociais, os profissionais percebem a transexualidade como paciente que muda de sexo e precisa ser aceito, e como pessoas que merecem respeito, mas que falta habilidade profissional para lidar com essa questão. No que se refere à estrutura das representações sociais, os termos “mudança de sexo” e “preconceito” aparecem como pertencendo ao núcleo central, e, dentre outros, “discriminação”, “opção” “coragem” como fazendo parte do sistema periférico. Discussão e Considerações finais: As representações sociais dos profissionais de saúde sobre transexualidade aparentemente tem forte relação com as variáveis categoria profissional, sexo e religião. Relatam que se sentem despreparados para lidar com essa questão, evidenciando a necessidade de uma política de educação permanente em saúde que atenda a essa demanda. A construção de um sistema de saúde que contribua para a redução das desigualdades e para a melhoria da qualidade de vida da população passa pela compreensão da construção de processos relacionais, como o estigma, oferecendo subsídios para uma formação profissional que se aproxime mais das realidades da população.
_________________________________________________ ABSTRACT
Introduction: In Brazil, during these latest years, transsexuality has been object of public policies, especially in the health field. Although being subject for academic social debates and investigations and also being frequently under the spot in the media, such as television, magazines and the internet, the matter itself might be considered a few known universe. The existence of multiple dimensions for this matter, concerning those people living their transsexuality as much as the people somehow in touch with this reality, turn it into a complex question. One of those dimensions is what is known about transsexuality and how it is socially percept, for these factors might influence people’s relations and behaviors as dealing with the matter. In the health field, the manner how the health professional perceives transsexuality might have direct influence on one’s practices and, therefore, on the course and the quality of attention to healthcare. Understanding this perception becomes fundamental in order to build a quality attention to healthcare. Objectives: Analyzing health professionals from the Health Office of Distrito Federal social representations on transsexuality through the identification of knowledge and experience, and of the contents and structures of such representations. Methods: This is a study based on the Social Representation Theory held with 128 health professionals, doctors, nurses and nursing technicians or assistants from 22 health units in the Health Office of Distrito Federal using a semi and self applied questionnaire. The data processing was made by the software ALCEST and EVOC. All the ethical recommendation established was observed. Results: As for the professionals profile it can be noticed the predominance of the female sex participants, married or living in a stable relationship, catholic and brown. The age varied between 24 and 67 years old (median 43, average 42), prevailing the age range from 30 to 49 years old (62,4%). As for the professional characteristics the majority of the participants was from Health Centers for basic attention, professionals of the nursing field, being most of them nursing technicians or assistants, and almost 60% of them claim have already taken care of a transsexual person during their professional career. Concerning the content of the social representations the professionals perceive transsexuality as a patient who changes his or her sex and needs to be accepted, and people that deserve respect, but they also admit that lacks professional ability to handle this matter. About the structure of the social representations the terms “sex change” and “prejudice” appear as belonging to the core of the question, and among others, “discrimination”, “option” and “courage” make part of the peripheral system. Discussion and Final considerations: The health professionals’ social representations on transsexuality apparently have strong relation to the variables professional category, sex and religion. They report feeling unprepared to handle this matter, evidencing the need of a permanent educational policy in the health ambit that attends this demand. The construction of a health system that contributes to the reduction of inequality and the improvement in the quality of life of the population passes by the comprehension of the construction of relational processes such as the stigma, offering subsidies to a professional formation that reaches the different realities of the population.

Informações adicionais: 
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, 2012.
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domingo, 26 de fevereiro de 2012

AIDS, censura e homofobia: flagelos da juventude brasileira




 
Ano 2 . número 2 . Rio de Janeiro, fevereiro 2012.

AIDS, censura e homofobia: flagelos da juventude brasileira

"As reportagens sobre a exploração sexual de jovens travestis nas ruas de São Paulo e sobre o veto do Governo Federal à campanha de carnaval elaborada pelo próprio Ministério da Saúde publicadas em 12/02 e 14 /02 expõem mais um retrato da forma homofóbica e hipócrita que o binômio homossexualidade-juventude é tratada no Brasil.
Desde a mais tenra idade, a situação destes jovens nas escolas onde estudam é insustentável. Por conta do preconceito e da omissão dos gestores de educação e dos professores, estes jovens terminam ou sendo expulsos ou forçados a abandonar a escola. No meio familiar e nas comunidades onde vivem, a situação não é melhor. A exemplo do ambiente escolar, muitas vezes são forçados a abandonar o lar, por causa do ódio de familiares e vizinhos. Frente ao abandono em dois ambientes que deveriam ser de acolhimento e segurança: a família e a escola, tais jovens tornam-se presas fáceis de exploradores e de qualquer um que prometa uma saída para os horrores enfrentados por estes jovens.  
No ano passado, o chamado kit antihomofobia – pejorativamente chamado de “Kit Gay” – produzido pelo Ministério da Educação, veiculava mensagens educativas com o intuito de diminuir a homofobia nas escolas. O kit acabou vetado pelo próprio governo, em troca de que um ministro acusado de corrupção não fosse convocado a depor no congresso. Neste ano, a campanha de carnaval do Ministério da Saúde, destinada a jovens homossexuais (segundo as estatísticas do próprio ministério o segmento mais afetado pela epidemia de HIV/AIDS) também sofreu vetos do próprio governo e teve sua veiculação suspensa na TV aberta e restringida a lugares “específicos” como bares e boates freqüentados por esta população, num claro ato de censura e descriminação, como se as condições de vulnerabilidade estivessem restritas à estes locais e não difundidas de forma ampla na sociedade.
Enquanto isto, no exterior  a diplomacia brasileira projeta o programa nacional de AIDS como um exemplo para o mundo, se coloca como paladino dos direitos humanos e vende o Rio de Janeiro como destino turístico gay. Contrastando com a realidade nacional o que vemos é hipocrisia, censura e homofobia. Os resultados são e serão cada vez mais evidentes: aumento dos casos de HIV, exploração sexual e violências de todas as formas contra uma parcela significativa da juventude brasileira.

Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS - ABIA

sábado, 14 de janeiro de 2012

Turma repassem para todas e todos amigas e amigos..



Carlos Bem
14 de Janeiro de 2012 08:54
Turma repassem para todas e todos amigas e amigos que estão no armário! Vamos romper as portas, desaparecer com as chaves e liberar o armário da opressão, promovendo a auto-aceitação(pra mim a mais importante) e liberar todas e todos pra uma vida difícil, mas com autenticidade e felicidade interior plena!
http://revistaepoca.globo.com/Mente-aberta/ruth-de-aquino/noticia/2012/01/o-preconceito-no-armario.html
revistaepoca.globo.com
O preconceito fica guardado nas gavetas das coisas ditas e ouvidas. Até que sai de forma irracional

terça-feira, 12 de julho de 2011

Homens brancos são maioria dos transplantados. Negros e mulheres têm menos acesso a cirurgias, segundo Ipea

GAPA/SC - GRUPO DE APOIO À PREVENÇÃO DA AIDS
RUA: FELIPE SCHMIDT Nº 882 - FLORIANÓPOLIS/SC
CEP: 88010-002
FONE: (48) 3222-1510 - (48) 3225-4895 - FAX: 3225-4895
EMAIL: gapasc@hotmail.com; gapasc@terra.com.br
GAPA FAZ PARTE DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE,
CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE E
CONSELHO DO DIREITO DE PESSOA COM DEFICIENCIA
Acesse o Blog do GAPA:http://gapasc.blog.terra.com.br




Date: Sun, 10 Jul 2011 20:52:35 -0300
Subject: Olha o preconceito ate no transplante
From:




 

Homens brancos são maioria dos transplantados. Negros e mulheres têm menos acesso a cirurgias, segundo Ipea

Estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que os efeitos das desigualdades sociais brasileiras se estendem às cirurgias de transplantes de órgãos como coração, fígado, rim, pâncreas e pulmão. A maioria dos transplantados são homens da cor branca.
De acordo com o estudo, de quatro receptores de coração, três são homens; e 56% dos transplantados tem a cor de pele branca. No transplante de fígado; 63% dos receptores são homens e 37% mulheres. De cada dez transplantes de fígado, oito são para pessoas brancas.
Segundo a análise do Ipea, homens e mulheres são igualmente atendidos nos transplantes de pâncreas; mas 93% dos atendidos são brancos. A maioria absoluta de receptores de pulmão também são homens (65%) e pessoas brancas (77%). O mesmo fenômeno ocorre com o transplante de rim: 61% dos receptores são homens; 69% das pessoas atendidas têm pele clara.

“Verificamos que o conjunto de desigualdades brasileiras acaba chegando no último estágio de medicina”, aponta o economista Alexandre Marinho, da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, um dos autores da pesquisa. Ele e outras duas pesquisadoras analisaram dados de 1995 a 2004, fornecidos pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).
O economista não estudou as causas do fenômeno, mas disse à Agência Brasil que a preparação para o transplante pode explicar as razões da desigualdade. Para fazer a cirurgia de transplante, o receptor deve estar apto: eventualmente mudar a alimentação, tomar medicamentos e fazer exames clínicos – procedimentos de atenção básica.
Segundo Marinho, quem depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) - cerca de três quatros da população brasileira - sai em desvantagem, porque tem dificuldade para receber remédios, fazer consultas e exames clínicos. “A situação onera quem tem menos condições de buscar alternativas.”

“O sistema é desigual na ponta [cirurgia de alta complexidade] porque é desigual na entrada”, assinala o economista, ao dizer que quando o SUS tem excelência no atendimento o acesso não é para todos: “Na hora que funciona, quem se apropria são as pessoas mais bem posicionadas socialmente”.
Conforme Marinho, os planos de saúde são resistentes a autorizar procedimentos de alta complexidade, como as cirurgias de transplantes, por causa dos custos. “Os hospitais privados preferem atender por meio do SUS porque sabe que paga”.
O estudo sobre a desigualdade de transplantes de órgãos está disponível no site do Ipea. Segundo Marinho, o documento foi postado ontem (7) e ainda não é do conhecimento do Ministério da Saúde.
De acordo com os dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), há 1.376 equipes médicas autorizadas a realizar transplantes em 25 estados brasileiros (548 hospitais).
Fonte: Gilberto Costa - Agência Brasil




--
HELENA   DO GAPA
 todo  dia  é dia de prevençao

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Preconceito sexual é debatido na UFPR

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GAZETA DO POVO - PR | VIDA E CIDADANIA

LGBT

20/08/2010

Preconceito sexual é debatido na UFPR

Convivendo com o preconceito dentro da universidade, a TRANSEXUAL Dorothy Lavigne Gyorf teve de trancar uma das matérias do curso de História. "Eu pedi para que o professor me chamasse pelo meu nome de gênero (nome escolhido). Ele negou o meu pedido, me senti constrangida e decidi não comparecer mais à turma", comenta. Para evitar situações como essa, o Centro Paranaense de Cidadania (Cepac) e o Partido Acadêmico Renovador (PAR), ligado ao centro acadêmico de Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR), promovem nesta semana o seminário "UFPR Fora do Armário". O convite a todos os estudantes universitários divulga a diferença entre os grupos sexuais, banalizados muitas vezes por uma sociedade sem conhecimento sobre o assunto. Outro tema polêmico debatido são os direitos dos homossexuais, restringidos a dezenas de itens pela legislação nacional. "O principal objetivo deste evento é tentar proporcionar mais conhecimento para a população, na tentativa de mudar certos mitos que a sociedade criou ao longo dos anos", afirma o presidente do Cepac, Igor Francisco. A TRANSEXUAL Carla Amaral, presidente do movimento Trans grupo Marcela Prado, afirma que a falta de oportunidade leva muitos travestis e transexuais à prostituição. "Há exclusão familiar, social, falta de formação e de oportunidades de trabalho. A prostituição, para a maioria, se torna uma solução dos problemas que essas pessoas passam", destaca. Para Carla, a situação no meio acadêmico hoje é muito melhor do que há 10 anos. "Temos um número crescente de transexuais que estão inseridos dentro de uma faculdade e que adentraram na instituição com sua identidade de gênero", destaca. Segundo o membro do Con selho Estadual de Direitos Hu manos, Márcio Marins, somente a criação de leis antidiscriminatórias não seria o suficiente para garantir o pleno exercício da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). "Além das leis, precisamos de um apoio das instituições de educação, sejam elas de forma psicológica, social, etc. Temos que realizar um trabalho integrado, pois é errado pensar que direitos não devem ser respeitados somente pelo fato de uma pessoa ser diferente", destaca.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

ONU lança vídeo com depoimentos contra o estigma e o preconceito no Brasil

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ONU lança vídeo com depoimentos contra o estigma e o preconceito no Brasil

Vídeo complementa Campanha “Igual à Você”, iniciativa que dá voz e notoriedade aos direitos humanos de estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas.

Brasília, 18 de junho de 2010 - Igualdade de direitos e um chamamento à sociedade brasileira para o tema das discriminações que homens, mulheres e crianças vivem diariamente no Brasil. Esses são os objetivos da campanha “Igual a Você”, lançada pela ONU em 2009 e que agora ganha um vídeo especial.

O vídeo “Fragmentos”, que será lançado hoje, traz uma compilação de depoimentos colhidos durante a produção da Campanha Igual à Você. Os testemunhos apresentados destacam as experiências de discriminação e preconceito específicas vividas por representantes das populações retratadas na Igual à Você (estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas).

Mais do que retratar os desafios, o vídeo Fragmentos traz mensagens de esperança e de compromisso com os direitos humanos expressos na voz dos participantes da Campanha Igual à Você.

O lançamento será realizado a partir das 13h, no Estande da ONU no VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids, realizado em Brasília, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães. Após a apresentação, participantes do Vídeo Fragmentos e representantes das Nações Unidas participarão de um diálogo com o público presente.

Visibilidade para os direitos humanos

“Igual a Você” – uma iniciativa contra o estigma e o preconceito dá voz e visibilidade aos direitos humanos das populações alvo da campanha. Produzidos pela agência [X]Brasil – Comunicação em Causas Públicas e gravados em estúdio com trilha sonora original de Felipe Radicetti, os filmes e spots para rádio apresentam mensagens de lideranças de cada um dos grupos discriminados, levando em consideração às diversidades de idade, raça, cor e etnia. O vídeo Fragmentos apresenta uma coletânea de depoimentos colhidos ao longo da produção da Campanha e que reforçam a mensagem de luta contra o preconceito e em prol dos direitos humanos.

A campanha é uma oportunidade de sensibilização da sociedade brasileira para o respeito às diferenças, que caracterizam cada um dos grupos sociais inseridos na campanha, reafirmando a igualdade de direitos.

Assinatura da campanha

O preconceito se manifesta por meio de atitudes e práticas discriminatórias, tais como humilhações, agressões e acusações injustas pelo simples fato de as pessoas fazerem parte de um grupo social específico. É contra o estigma e o preconceito que as agências UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), UNIFEM Brasil e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher), UNESCO no Brasil (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), com apoio do UNIC Rio (Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil), somam-se, mais uma vez, ao esforço da sociedade civil pela igualdade de direitos: ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), AMNB (Associação Brasileira de Mulheres Negras Brasileiras), ANTRA (Articulação Nacional de Travestis, Transexuais e Transgêneros), Movimento Brasileiro de Pessoas Vivendo com HIV/Aids e Rede Brasileira de Prostitutas.

Acesse a Campanha:

www.onu-brasil.org.br ou http://www.youtube.com/user/UNAIDSBr

Informações à Imprensa:

ACNUR

Luiz Fernando Godinho

(61) 3044.5744 / 8187 0978

UNESCO no Brasil

Rebeca Otero

(61) 2106 3567

UNIFEM Brasil e Cone Sul

Isabel Clavelin

(61) 3038.9287 / 8175.6315

UNAIDS

Naiara Garcia e Jacqueline Cortes

(61) 9196 9232 e 9304 2654

UNODC

Marcos Ricardo dos Santos

(61) 3204.7206 / 9149.0973

UNAIDS Brasil

EQSW 103/104 - Lote 1 - Bloco C

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