Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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sábado, 9 de fevereiro de 2013

@CRF-SP DEBATES Via LINKEDIN

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8 de fevereiro de 2013
 
 
Novos debates (2)
 
PARA PASSAR NO CONCURSO ANVISA 2013
 
Iniciado por Cristiano Ricardo Dos Santos, Consultor na GSC - Global Solutions & Carbon
 
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Guia de Estudo Concurso Anvisa
 
Iniciado por Fábio Reis, Diretor em Pfarma
 
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

BEM FAM CLIPPING - 26/nov./2012

CLIPPING  - 26/nov./2012
ANIVERSÁRIO DE 47 ANOS  BEMFAM


SUS atende 2,5 vezes mais mulheres vítimas de violência do que homens - A violência contra mulheres no Brasil causou aos cofres públicos, em 2011, um gasto de R$ 5,3 milhões somente com internações. O dado foi calculado pelo Ministério da Saúde a pedido da Agência Brasil. Foram 5.496 mulheres internadas no Sistema Único de Saúde (SUS), no ano passado, em decorrência de agressões. Além das vítimas internadas, 37,8 mil mulheres, entre 20 e 59 anos, precisaram de atendimento no SUS por terem sido vítimas de algum tipo de violência. O número é quase 2,5 vezes maior do que o de homens na mesma faixa etária que foram atendidos por esse motivo, conforme dados do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde. A socióloga Wânia Pasinato, pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP), destaca que além dos custos financeiros, há “enormes prejuízos sociais” gerados pela violência contra a mulher. Ela citou estudos que indicam, por exemplo, que homens que presenciaram cenas de violência doméstica durante a infância tendem a reproduzir, com mais frequência, características de dominação e agressividade em suas relações afetuosas. “Os danos para a sociedade são enormes, com perdas em diversas esferas. Além de impactar a forma como os filhos dessas relações vão constituir suas próprias relações no futuro, as mulheres vítimas de violência deixam de produzir e de se desenvolver como poderiam no mercado de trabalho”, explicou, acrescentando que também é comum que as vítimas incorporem a violência e a agressividade em seus relacionamentos e nas formas de comunicação.

Ampliar rede de atendimento às vítimas de violência doméstica é o atual desafio, diz ministra - Seis anos depois da implementação da Lei Maria da Penha, que endureceu as penas para os agressores das mulheres, o principal desafio nas políticas de combate à violência doméstica é a ampliação da rede de atendimento às vítimas, que inclui delegacias especializadas, centros de referência, casas-abrigo, entre outros. A avaliação é da ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), Eleonora Menicucci. Segundo ela, o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, comemorado (25), é uma data para se reafirmar o enfrentamento do que chamou de “lamentável tragédia brasileira e mundial”. “Acredito que [o principal desafio] é consolidar e expandir essa rede. As delegacias especializadas, por exemplo, somam 375, que é muito pouco para o tamanho do Brasil”, disse a ministra, acrescentando que, além de poucas, essas unidades são mal distribuídas no país. Somente o estado de São Paulo concentra um terço (125) de todas as delegacias especializadas de atendimento à mulher. Eleonora Menicucci informou que, para expandir a rede, o governo está renovando um pacto com os estados, que prevê a implementação de medidas de proteção à mulher até 2016, como a criação de unidades de saúde para vítimas de violência sexual e ampliação do número de órgãos do Judiciário que atuam com o tema, a exemplo de juizados especiais. Das 27 unidades da Federação, já renovaram o pacto o Distrito Federal, Amazonas, Espírito Santo e a Paraíba. Neste ano, a SPM investiu cerca de R$ 30 milhões no enfrentamento à violência doméstica contra a mulher.

TV Brasil exibirá especial sobre violência contra a mulher - A violência contra a mulher, as histórias de quem já sofreu com isso e os desafios para a erradicação desse mal são os temas de uma série especial de reportagens exibida a partir de hoje (26)  na TV Brasil. Com três episódios, a série será veiculada no programa Repórter Brasil Noite, às 21h, e marca o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, comemorado (25). No primeiro episódio, serão apresentadas histórias de mulheres que sofreram violência doméstica e hoje estão nos mais de 70 abrigos do país. O mapa da violência contra a mulher no Brasil e no mundo é o tema do segundo vídeo da série. Atualmente, o Brasil ocupa o sétimo lugar no ranking. A equipe visita Formosa, cidade recordista de violência contra a mulher em Goiás, proporcionalmente à população feminina do estado. O último episódio da série focará os aspectos legais e jurídicos da violência contra a mulher, como as repercussões da  decisão do Supremo Tribunal Federal que dispensou a necessidade de denúncia da vítima para enquadrar o agressor. Também mostrará que a Lei Maria da Penha merece ajustes para ser efetiva e que as instituições do Judiciário precisam se adaptar para atender às mulheres vítimas de violência. O último episódio vai mostrar ainda a importância do telefone 180, que recebe denúncias de violência e oferece orientações às vítimas.

Brasil Confidencial - Parlamentares da CPI da violência contra a mulher esbarraram em um problema de difícil solução. Descobriram que promotores pelo País estão retirando queixas feitas por mulheres agredidas pelos companheiros, apesar de o STF ter proibido o cancelamento das denúncias.

Comissão Interamericana de Direitos Humanos: discriminação contra mulher persiste - A Comissão Interamericana de Direitos Humanos saudou os progressos nas Américas em termos de leis e políticas para combater a violência contra as mulheres, mas advertiu que "há uma distância significativa entre a lei e sua aplicação." Em um comunicado divulgado por ocasião do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, comemorado (25), a agência expressou preocupação com "a persistência da discriminação contra as mulheres em todos os campos, incluindo política, educação, emprego e saúde". "Nesse sentido, por exemplo, as mulheres indígenas e mulheres de ascendência africana estão particularmente expostas à violência física, psicológica e violência sexual", informa a nota. "A casa continua a ser um lugar perigoso para muitas mulheres que vivem nas Américas, devido aos altos índices de violência doméstica existente", disse o comunicado, acrescentando que as mulheres vítimas de violência enfrentam obstáculos no acesso à Justiça. "Para a maioria das mulheres, as leis que existem no papel sobre o seu direito de igualdade e Justiça nem sempre se tornam realidade".

O seio materno (DRAUZIO VARELLA)- A amamentação e a boa nutrição das gestantes são essenciais para evitar doenças e favorecer o pleno desenvolvimento dos bebês.
Deficiências nutricionais durante a vida fetal têm conseqüências mais duradouras do que sonha nossa vã filosofia. Experimentos naturais, como a epidemia de fome dos invernos de 1944 e 1945 na Holanda em guerra e os jejuns religiosos, deram origem aos primeiros estudos sobre o tema. Os efeitos tardios da "Fome do Inverno Holandês" incluem a obesidade dos homens ao atingir 19 anos, as características da deposição de gordura no corpo das mulheres e o aumento da incidência de esquizofrenia e hipertensão arterial. Inquéritos epidemiológicos mostram que a exposição pré-natal ao prolongado jejum diurno, praticado pela mulher grávida no Ramadã, aumenta em 20% a incidência de problemas de saúde em adultos muçulmanos de Uganda e Iraque. Há muito se sabe que a deficiência de iodo durante a gravidez pode provocar rebaixamento do QI. Antes da adição de iodo ao sal de cozinha, essa era a principal causa de retardo mental infantil passível de prevenção. Num trabalho feito na Tanzânia, meninas nascidas de grávidas que receberam suplementação de iodo apresentaram seis meses a mais de escolaridade do que os irmãos sem esse cuidado pré-natal. Um levantamento conduzido no Brasil, Guatemala, índia, África do Sul e Filipinas mostrou que o tamanho do bebê ao nascer e o ganho de peso nos 48 meses seguintes guardam relação com a resistência à insulina, distúrbio metabólico associado ao risco de diabetes na vida adulta. Amamentar o bebê por pelo menos seis meses traz benefícios que vão além da redução do risco de diarreia e outras infecções. Um estudo randomizado revelou aumento de 6 pontos no QI das crianças amamentadas exclusivamente no peito, em relação às que não mamaram. Outros encontraram aumentos menores: da ordem de 1 a 3 pontos. Além do ganho em inteligência, a amamentação oferece a vantagem de retardar a ovulação e as menstruações por períodos que vão além dos seis meses, evitando gestações muito próximas, responsáveis pelo aumento da mortalidade infantil e materna.

Cabeça no lugar para lutar contra o câncer de mama - Trabalhar a mente para aliviar e curar as dores do corpo. A série de reportagens especiais de O DIA sobre câncer de mama trata hoje da importância de um acompanhamento psicológico para as pacientes que são diagnosticadas com câncer de mama. “Acolhemos a mulher em um momento de grande confusão. Ela acabou de ser impactada pela notícia e, rapidamente, começa a fazer o tratamento. Nosso trabalho é ajudá-la emocionalmente a encarar essa nova realidade e, em seguida, enfrentar mudanças que a abalam muito, como queda de cabelo e retirada dos seios”, resume a psico-oncologista Laura Campos, 35 anos, do COI — Clínicas Oncológicas Integradas. O trabalho junto à família também é fundamental, afinal, a doença tem grande influência sobre as pessoas que convivem com a paciente. “Já atendi casos em que a mulher estava de casamento marcado e descobriu ter a doença. Quando elas são casadas, também conversamos com os maridos. São eles que vão acompanhar todo o processo e, muitas vezes, a relação fica abalada. Algumas uniões terminam mesmo porque eles têm dificuldade de aceitar aquela nova condição em que sua companheira está cheia de limitações”, explica Laura. “Mas em muitas histórias eles são parceiros maravilhosos”, destaca. A psico-oncologista Paula Ângelo, do CON (Centro Oncológico de Niterói), que há 15 anos trata esses casos, complementa: “Em grande parte a mulher está em idade sexual ativa e a primeira ideia é de que o câncer veio para acabar com tudo. Nosso papel é convencê-la de que a história pode ser diferente. Uniões estáveis não costumam ter fim por causa de um câncer”, avisa Paula.

Vítimas do próprio preconceito - No clima do Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, o mês de novembro foi dedicado aos homens. O Novembro Azul tem o objetivo de desmistificar o câncer de próstata e fazer com que os homens compreendam a importância do diagnóstico precoce. Se descoberto cedo e com um tratamento adequado, a porcentagem de cura chega a 90% dos casos. O problema é que, de acordo com um estudo realizado pelo Ibope, a pedido da farmacêutica Janssen, 42% dos homens brasileiros acima dos 40 anos nunca fizeram o exame de toque retal. A pesquisa mostra que, na faixa etária próxima aos 70 anos, apenas 32% dos homens realizaram o exame e 76% afirmaram que tinham consciência de que o procedimento é usado para detectar o câncer de próstata. O preconceito em relação aos exames preventivos ainda é muito forte , analisa o urologista do Hospital Santa Paula, Alex Meller. O preconceito e o machismo prejudicam não apenas a detecção do câncer de próstata, como também de outras doenças. Os homens têm o hábito de ir ao consultório apenas quando sentem algum sintoma. E, mesmo assim, só procuram um especialista a partir da insistência de uma mulher, seja esposa, mãe ou filha , explica Daher Chade, urologista do Hospital Sírio Libanês e do Instituto do Câncer de São Paulo. A doença não causa qualquer sintoma no início, porém, quando está em estágio avançado, ela pode interromper o canal da uretra, causando dor ao urinar. Aí, as chances de cura começam a diminuir muito, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), Aguinaldo Nardi. Os números vão subir com o crescimento da expectativa de vida, o número de casos pode aumentar em cerca de 60% até 2015, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Pré-escola na Suécia estimula igualdade de gênero - Numa pré-escola de Estocolmo, os professores evitam usar os pronomes "ele" e "ela". Em vez disso, chamam seus 115 aluninhos de "amigos". O uso dos pronomes masculinos ou femininos é tabu. Eles são substituídos pelo pronome "hen", palavra sem gênero que a maioria dos suecos evita, mas que é usada em alguns círculos gays e feministas. A biblioteca da escola tem poucos contos de fada clássicos, como "Cinderela" ou "Branca de Neve", com seus estereótipos masculinos e femininos. Mas há muitas histórias sobre pais solteiros, crianças adotadas ou casais do mesmo sexo. As meninas não são incentivadas a brincar com cozinhas de brinquedo, e os blocos de montar não são vistos como brinquedos para meninos. Os professores são orientados a tratar os meninos, quando eles se machucam, com o mesmo carinho que dariam às meninas. Lá, todo mundo pode brincar com bonecas. A Suécia é famosa por sua mentalidade igualitária. Mas essa pré-escola financiada pelos contribuintes, conhecida como a Nicolaigarden -o nome vem do santo cuja capela ficava no prédio que hoje é da escola-, talvez seja um dos exemplos mais contundentes dos esforços do país para apagar as divisões entre os gêneros. O que hoje desperta o entusiasmo dos professores começou com um empurrãozinho dos legisladores suecos, que em 1998 aprovaram uma lei exigindo que as escolas garantissem oportunidades iguais para meninos e meninas. O governo de Estocolmo é a favor da política de gênero. "O importante é que as crianças tenham as mesmas oportunidades, independentemente de seu sexo", explicou Lotta Edholm, vice-prefeita responsável pelas escolas. "É uma questão de liberdade."

Pornografia infantil somam 40,5% das denúncias de crimes virtuais - As conversas de crianças e adolescentes na internet podem ser bem mais adultas do que o natural para a idade delas. Um levantamento feito pela ONG Safernet, especializada em segurança na rede, revelou que 40,5% das denúncias de crimes virtuais estão relacionadas com a pornografia infantil. A notícia serve como um alerta aos pais. Proteger crianças e adolescentes dos abusos sexuais ficou mais difícil com a popularização da internet. As redes sociais, sites e salas de papo on-line oferecem risco constante para quem ainda está em processo de desenvolvimento da sexualidade. Segundo a especialista em psicologia infantil, Sara Cavalcante, o processo de maturidade dos seres humanos começa a partir dos 6 anos, quando tem início o desenvolvimento da consciência social. Antes disso, elas não conseguem discernir o que é certo ou perigoso , explica a psicóloga. Dos 10 até os 13 anos, acontece o desenvolvimento da consciência moral. Nessa fase da pré-adolescência, as regras sociais já foram assimiladas. Mas, para que isso aconteça, a criança ou adolescente deve ter sido orientado para tomar as decisões certas , disse Sara. Isso significa que o acompanhamento dos pais ou responsáveis vai reduzir a probabilidade de os menores se tornarem vítimas de pessoas mal-intencionadas na internet. As principais vítimas são do sexo masculino e 64,5% das agressões acontecem dentro de casa. Em relação ao meio utilizado para agressão, a força corporal/espancamento foi o meio apontado em 22,2% das denúncias. Em 45,6% dos casos o provável autor da violência era do sexo masculino. Grande parte dos agressores são pais e outros familiares, ou alguém do convívio muito próximo da criança e do adolescente, como amigos e vizinhos.

Grupo Matizes protesta pela liberação de doações de sangue de gays - Membros do Grupo Matizes estarão, nesta segunda-feira (26), a partir das 10 horas da manhã, na sede do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Piauí (Hemopi), para protestar contra a regra da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que impede homens gays ou bissexuais de serem doadores de sangue no Brasil. Para marcar o ato, que tem como lema "Nosso sangue em favor da igualdade", o Matizes mobilizou defensores da causa para doar sangue e se cadastrar no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). A portaria da Anvisa que restringe homens gays e bissexuais de doarem sangue está em vigor no Brasil desde 2004. Dois anos depois, o Grupo Matizes protocolou representação, junto ao Ministério Público Federal (MPF), que resultou em uma Ação Civil Publica que pedia a cessão dos efeitos discriminatórios da resolução da Anvisa. Em abril de 2007, o Juiz da 2ª Vara Federal proferiu decisão liminar, deferindo o pedido do MPF. Posteriormente, a liminar foi cassada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, onde, atualmente, o processo está sob análise.

Reforço contra a aids - A Fundação Oswaldo Cruz passará a produzir no Brasil o medicamento antirretroviral sulfato de atazanavir, vendido sob a marca de Reyataz. A droga faz parte do coquetel para o tratamento dos sintomas da infecção pelo vírus HIV, distribuído pelo governo a mais de 40000 pacientes. O laboratório americano Bristol-Myers Squibb, dono da patente, entregará nesta sexta-feira ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, autorização para a fabricação do remédio. A transferência de tecnologia vai possibilitar ao governo reduzir os custos com a aquisição do medicamento. Pelo acordo, a fundação passará a distribui-lo já em 2013 e a sua fabricação local terá início em 2015.

Fumo 'apodrece' cérebro, diz estudo britânico - O cigarro 'apodrece' o cérebro ao danificar a memória, o aprendizado e o raciocínio lógico, aponta um estudo feito por pesquisadores da universidade King's College London. Cientistas envolvidos na pesquisa afirmam que as pessoas precisam perceber que o seu estilo de vida afeta tanto a mente quanto o corpo. A pesquisa foi publicada na revista científica Age and Being. Os pesquisadores estudaram o elo entre o cérebro e as probabilidades de ataque cardíaco e derrame. Os voluntários da pesquisa - todos com mais de 50 anos - participaram de testes de memorização de novas palavras. Eles também eram instigados a dizer o maior número de nomes de animais em um minuto. Os mesmos testes foram realizados após quatro anos e depois oito anos.  Os resultados mostraram que o risco de ataque cardíaco e derrame "estão associados de forma significativa com o declínio cognitivo". As pessoas com maior risco foram as que mostraram maior declínio. Também foi identificada uma "associação consistente" entre fumo e baixos resultados no teste. "O declínio cognitivo fica mais comum com o envelhecimento e para um número cada vez maior de pessoas interfere com o seu funcionamento diário e bem-estar", diz Alex Dregan, pesquisador que trabalhou no estudo.

Obrigado por não fumar - Engana-se quem acha que o Ministério da Saúde vai retirar as fotos chocantes que estampam o verso dos maços de cigarro. Em vez disso, vai exigir das empresas que coloquem as imagens dos efeitos negativos do tabaco também na parte da frente dos maços. E isso a partir de 2016.

Imposto de rico, serviço de pobre - Entre os países que mais cobram impostos de seus cidadãos e empresas, o Brasil é o que proporciona o pior retorno em serviços públicos e bem-estar aos contribuintes dos recursos que arrecada. É o que mostra estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), que a partir de dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Organização das Nações Unidas (ONU) relativos a 2011, compara a carga tributária dos 30 países que mais arrecadam impostos como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).  No ranking dos países mais eficientes em converter impostos em bem-estar a seus cidadãos, a Austrália aparece em primeiro lugar, seguida pelos Estados Unidos. O Brasil fica na lanterna, atrás de emergentes do Leste da Europa, como Eslovênia (17º) e República Tcheca (16º), e de vizinhos latino-americanos, como Uruguai (13º) e Argentina (21º). De acordo com o estudo, o cidadão brasileiro paga em média 30% de impostos diretos quando faz compras no supermercado. Ou seja, de cada R$ 100 gastos, R$ 70 são efetivamente para pagar os produtos e R$ 30 para os tributos. Além disso, o contribuinte tem outras obrigações tributárias como IPTU, IPVA e Imposto de Renda. O especialista em direito tributário Fernando Zilveti, professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), considera que o grande problema brasileiro é o excessivo gasto público, sobretudo por causa do tamanho das folhas de pagamento, tanto nos municípios quanto nos estados e na federação. Corrigir esse gargalo, no entanto, é tarefa difícil e rende pouca popularidade, diz Zilveti. Como a presidente Dilma Rousseff provavelmente buscará a reeleição, pondera, vai demorar ainda para os brasileiros terem o retorno devido dos seus impostos. Um estudo do Banco Mundial mostra que o brasileiro gasta anualmente 2.600 horas trabalhando para pagar imposto. Isso é equivalente a 110 dias de trabalho, quase quatro meses. Na Bolívia, trabalha-se 1.080 horas só para pagar as despesas com tributos. A fim de despertar a atenção da sociedade à quantidade excessiva de impostos pagos, desde 2006 o IBPT e a ACSP trabalham para transformar em lei projeto que torna obrigatório a discriminação de quanto em impostos o cidadão paga nas notas fiscais de compras no varejo. O projeto foi aprovado semana passada na Câmara e aguarda a sanção da presidente Dilma.

Paim preside “comissão do eu sozinho” no Senado - Paulo Paim (PT-RS) faz da Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH), que preside, uma “comissão do eu sozinho”, aprovando requerimentos até em reuniões “deliberativas” nas quais ele é o único participante. Só onze das 41 sessões realizadas entre fevereiro e setembro deste ano observaram o quorum mínimo da maioria dos membros (dez senadores), fixado pelo art. 108 do Regimento Interno.


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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Bem Fam - CLIPPING - 08/ago./ 2012

CLIPPING - 08/ago./ 2012
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Colesterol alto: um problema que atinge 77 milhões de brasileiros - O país chega ao seu Dia Nacional de Combate ao Colesterol com uma triste marca: a cada ano são 320 mil mortes registradas por causas cardiovasculares. Os dados são da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), que promove hoje, em todas as unidades básicas de saúde das capitais do país, aferição de pressão, distribuição de folhetos e exames de glicemia, colesterol e triglicérides, além de orientações à população. Segundo as contas da entidade, 32% dos óbitos no Brasil todo ano ocorrem devido ao problema. De acordo com o Ministério da Saúde, nada menos que 30% da população tem uma alta dose de colesterol. A SBC informa que são cerca de 77 milhões de pessoas com dislipidemia (a alta incidência da substância no sangue). Para o diretor de Promoção de Saúde Cardiovascular da SBC, Carlos Alberto Machado, é preciso conscientizar a população da importância de exames frequentes para verificar as taxas de colesterol no organismo. Aqueles que comprovem níveis de colesterol total acima de 200 mg/dl, ou então LDL (colesterol ruim) acima de 100 mg/dl e HDL (colesterol bom) abaixo de 40 mg/dl, são um sinal de alerta de que, a médio prazo, podem ocorrer problemas de saúde.
Doença avança e surpreende - A diabetes tipo 2, geralmente associada à obesidade e ao sedentarismo, já é entendida como um problema alarmante de saúde no mundo. Mas a de tipo 1, com prevalência em crianças e adolescentes, também começa a preocupar pesquisadores. A incidência da diabetes tipo 1 vem crescendo nos Estados Unidos e parte da Europa em cerca de 2,5% a 4% por ano, inclusive em adultos, segundo uma reportagem publicada no "The Wall Street Journal". Apesar de não haver dados que comprovem a tendência no Brasil, o aumento também é uma percepção dos médicos brasileiros. - Seguramente está aumentando o número de casos de diabetes tipo 1, mas ainda não temos estudos que comprovem isto - afirmou o diretor do Centro de Diabetes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Antônio Roberto Chacra.
São dois os tipos principais de diabetes. A tipo 1 é um distúrbio autoimune que impede que o corpo produza insulina para digerir a glicose. A doença já foi chamada de diabetes juvenil, por se manifestar principalmente em crianças e adolescentes. Já a diabetes tipo 2 ocorre principalmente em adultos a partir dos 40 anos. Ela é caracterizada pela inabilidade do corpo de usar com eficiência a insulina, e, às vezes, apenas um medicamento oral e a mudança de rotina podem controlar os sintomas.
País desconhece realidade da violência contra a mulher, dizem pesquisadoras - A tarefa de conhecer a situação da violência contra a mulher no Brasil esbarra na falta de dados estatísticos. De acordo com a pesquisadora Lia Zanotta, do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da Universidade de Brasília (UnB), só é possível citar com alguma segurança números sobre homicídios. “O resto são tentativas de aproximação”, sustenta. Lia Zanotta participou de audiência pública da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher na tarde desta quarta-feira, organizada para discutir a sistematização e o monitoramento de dados sobre violência contra a mulher. A presidente da CPMI, deputada Jô Moraes (PCdoB-MG), assinalou que a principal dificuldade do grupo é a falta de acesso a informações. “Solicitamos a todos os estados uma série de dados relativos a registros de casos, queixas e processos finalizados, e temos dificuldade de receber essa resposta”, ressaltou.
Mulheres com mais coragem de denunciar - Mais de 329 mil mulheres que procuraram o serviço de denúncia de violência contra o gênero — o Disque 180 —, nos últimos seis anos, sofreram algum tipo de agressão. A maioria delas, cerca de 47%, relatou ainda que a situação era diária. Os dados são do canal de atendimento da Secretaria de Política para as Mulheres, divulgados ontem. No mesmo dia, a Lei Maria da Penha, fonte de mais rigor para a punição de crimes de violência doméstica, completou seis anos. Os números vêm acompanhados da atualização do Mapa da Violência 2012 — Homicídio de Mulheres no Brasil, com base em dados de 2010, que mostram crescimento na taxa de homicídios. Em 2010, foram 4.465 assassinatos, aumento de 20% comparado a 2007 e de 230% em relação ao ano 2000.
Saúde usará R$ 31 milhões para incentivar denúncias de violência contra mulheres - O Ministério da Saúde vai destinar R$ 31 milhões às secretarias estaduais e municipais de todo o país na tentativa de incentivar a notificação de casos de violência contra mulheres e promover ações de vigilância e prevenção. Ainda segundo o ministério, a maioria das agressões sofridas por mulheres acontece dentro da própria residência (60,4%). Os homens com os quais elas se relacionam ou se relacionaram respondem por 41,2% dos casos, enquanto amigos e conhecidos representam 8,1% e desconhecidos, 9,2%.Nas ocorrências que envolvem agressões sexuais, 51% dos principais agressores são desconhecidos; 13,5% são os próprios cônjuges e 13,4%, amigos ou conhecidos.
Hormônio feminino é fundamental na fertilidade masculina - Uma pesquisa feita na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revelou que o hormônio feminino estrogênio também desempenha papel fundamental na fertilidade masculina. A descoberta ajuda a entender alguns casos de infertilidade de causa até então desconhecida e abre caminho para novos tratamentos. “O nível de estrogênio na corrente sanguínea do homem é mais baixo que o circulante na mulher. Mas, quando se analisam os órgãos do sistema reprodutor masculino, o teor é até mais alto que o existente na mulher. Queríamos entender qual era a importância desse hormônio nesses órgãos”, conta Catarina Segreti Porto, coordenadora da pesquisa financiada pela FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático. “Alguns casos de infertilidade masculina não têm relação com a falta de testosterona, de outros andrógenos ou de seus receptores. A explicação para esses casos pode ser falhas na produção de estrogênio ou no funcionamento desse receptor alfa”, disse Porto. Em outro braço do projeto também coordenado por Porto, os cientistas investigaram se a presença do estrogênio e de seus receptores no sistema reprodutor masculino também teria influência sobre o câncer de próstata.
Anvisa quer receita para tarja vermelha - O hábito de ir à farmácia e comprar remédios de tarja vermelha (como anticoncepcionais, anti-inflamatórios e drogas para hipertensão) sem apresentar a receita médica pode acabar.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende fechar o cerco às farmácias para fazer valer, na prática, a inscrição "vendido sob prescrição médica" impressa nas tarjas vermelhas. Barbano afirma acreditar que é possível resolver a equação sem nova lei, apenas pela sensibilização das vigilâncias e farmácias. "Vamos dar um tempo para o segmento se sensibilizar. Se não funcionar, a Anvisa pode tomar medidas do ponto de vista regulatório." Para Gustavo Gusso, professor de clínica geral da USP, é boa a ideia de exigir receita para remédios como o anticoncepcional, mas ele ressalva que no país há dificuldades de acesso a médicos que precisam ser superadas.
"Onde não existe médico, ou vai ter um médico para assinar receitas uma vez por mês ou vai acontecer outra coisa. Entre o ideal e o real existem muitas opções", diz. A Anvisa também trabalha na revisão e atualização da lista das drogas isentas de prescrição e na revisão da portaria que regula a venda dos remédios controlados.
Projeto altera regras para autorização de laqueadura - Tramita na Câmara o Projeto de Lei 3050/11, do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que permite a realização de laqueadura nos períodos de parto ou aborto em caso de cesariana anterior. A proposta altera a lei que trata do planejamento familiar (Lei 9.263/96).
O autor argumenta que a medida vai contribuir para o controle da natalidade. Segundo ele, as taxas médias de natalidade do País vêm caindo gradativamente nas últimas décadas nas classes média e alta da população. “As camadas mais carentes ainda sofrem com a falta de informação e com a dificuldade de acesso aos meios anticoncepcionais, que acabam por inviabilizar o planejamento familiar e, consequentemente, por agravar o quadro de miséria e ignorância no País”, afirma o parlamentar.
O parlamentar ressalta que a realização de uma cesariana exclusivamente para a laqueadura deve ser repudiada. Mas ele argumenta que, nos casos já permitidos em lei para a esterilização, não há por que submeter a mulher a outra anestesia e a outro procedimento cirúrgico. A matéria, sujeita a apreciação do Plenário, foi apensada ao PL 313/07, e ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O PIB e a felicidade - A presidente Dilma Rousseff causou controvérsia ao afirmar que se mede a Nação não pelo produto interno bruto (PIB), mas pela capacidade de proteção às crianças. Os críticos logo apontaram a forte correlação entre renda e situação infantil. O momento tornou infeliz o palpite fabricado para tampar a falta de resultados na seara do crescimento. Mas se a presidente tivesse o dom da oratória poderia ter trazido à tona temas importantes subjacentes à sua declaração. O crescimento do PIB proporciona a ilusão da felicidade, enquanto o enriquecimento torna os homens mais aquisitivos e, portanto, cada vez mais insaciáveis e descontentes. Na última semana de julho, o Office for National Statistics da Inglaterra publicou o primeiro relatório do bem-estar nacional, baseado em pesquisas que perguntam às pessoas o que sentem sobre sua própria vida. A iniciativa partiu de David Cameron, que denunciou as falhas da contabilidade nacional e pediu outra medida de felicidade além do PIB.
As respostas mostraram britânicos felizes. Os que têm parceiros são mais felizes do que os solteiros, viúvos ou divorciados. Os donos de casa própria são mais felizes do que os locatários. Os que têm deficiência e saúde ruim são bem menos felizes e mais ansiosos do que os saudáveis. E confirmando pesquisas anteriores, pessoas de meia-idade também são menos felizes do que as mais jovens ou as mais velhas. Ao que parece, a crise da meia-idade não é mito. Se a moda das pesquisas sobre felicidade se firmar entre os economistas, dentro de 30 anos teremos uma série temporal com observações suficientemente numerosas para rejeitar a hipótese de que o crescimento do PIB aumenta a felicidade. Então saberemos se a presidente Dilma tinha razão ou se deveria ter seguido as teorias convencionais que utilizam o PIB como referência para o sucesso nacional. Por enquanto, parece razoável admitir que medidas do PIB e da felicidade são imperfeitas e que o bom senso sugere combinar políticas de crescimento sustentável com estabilidade e objetivos sociais.
ALERTA PARA DESVIO DE VERBA PARA PREVENÇÃO - Ricardo Boechat lembra que hoje a presidenta Dilma anuncia a liberação de R$ 20 bilhões para prevenção a acidentes naturais. O Rio deve vai ficar com a maior parte da verba. "Desses R$ 20 bilhões, quantos bilhões efetivamente chegarão até as obras e as iniciativas que estão no papel? Em Friburgo, Petrópolis, Teresópolis, as denúncias de desvio causaram a deposição de dois prefeitos da região", comenta Boechat.


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sábado, 26 de maio de 2012

Brasil registra remédio que pode prevenir HIV

Brasil registra remédio que pode prevenir HIV

Sexta-Feira, 25/05/2012, 08:32:20 - Atualizado em 25/05/2012, 08:36:00
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O remédio Truvada, que recebeu o aval da comissão consultora da agência sanitária dos EUA para ser usado na prevenção de infecção pelo HIV, foi registrado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O antirretroviral é produzido pela Gilead.
Isso não significa, porém, que a droga passará automaticamente a ser usada no Brasil para tratamento de pacientes com HIV ou indicada antes de relações sexuais desprotegidas com parceiros soropositivos ou com situação sorológica desconhecida.
“O governo precisa discutir qual estratégia será adotada para o medicamento e chamar a sociedade para esse debate”, diz Jorge Beloqui, do Grupo Incentivo à Vida de São Paulo.
No início do mês, uma comissão ligada ao FDA recomendou a indicação do uso da droga, uma combinação de tenofovir com emtricitabina na prevenção da aids. Isso permitiria que pessoas não contaminadas pudessem manter relações com soropositivos sem usar preservativo.
O remédio já é usado em vários países no tratamento de pacientes com aids. Se a autorização for concedida pelo FDA, a fabricante poderá também indicar o remédio para prevenir a infecção. O Departamento de DST Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde afirmou que o registro da Anvisa não vai modificar, no momento, a estratégia brasileira de combate à doença.
O assessor do departamento, Ronaldo Hallal, argumenta que, embora alguns estudos mostrem que o remédio exerce um papel protetor, não está claro, ainda, como isso seria aplicado em uma ação de saúde pública.
Beloqui avalia que qualquer mudança na política de tratamento no País deveria ser precedida de pesquisas de aceitação e estudos-piloto. “É um assunto delicado. Claro que o remédio não pode ser usado em larga escala”, comentou. Mas ele considera ser preciso avaliar a eficácia do uso do remédio como prevenção entre grupos com risco acrescido, como homens que fazem sexo com homens, por determinados períodos da vida.
Mário Scheffer, presidente do Grupo pela Vidda, elogia a cautela adotada pelo governo nesse debate. “Acho prematuro falar em adoção do remédio, até porque a Emea, a agência europeia, também não opinou sobre o tema.” Ele diz, no entanto, que a discussão deve ocorrer. “Talvez para grupos altamente vulneráveis, uma seleção rigorosa. Mas não sem antes a realização de um estudo-piloto. Pessoas que usam o remédio têm de fazer acompanhamento periódico”, pondera.
No Brasil
O uso de antirretrovirais vem se ampliando. Em 2010, o consenso recomendou que, além de portadores do vírus, o remédio fosse indicado para quem tivesse relações desprotegidas com parceiro com condição sorológica desconhecida.
O registro do Truvada deverá incentivar discussões em torno de sua patente. A Gilead depositou um pedido no Brasil em 2004, que ainda está em análise pelo Inpi. O Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual da Rede Brasileira pela Integração dos Povos apresentou uma manifestação contrária à concessão no processo. “Os dois medicamentos usados no Truvada não têm patente. Além disso, a combinação dessas drogas já havia sido descrita antes de a Gilead lançar o remédio no mercado”, conta Renata Reis, do GTPI. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
 
 
ANTONIO ERNANDES MARQUES DA COSTA
Coordenador da ONG/GRUPAJUS
Coordenador do Comite Metropolitano de Combate a TB/PA - FUNDO GLOBAL
Rep.  Norte na CNAIDS - Ministerio da Saude /DE. DST/AIDS/HEPATITES VIRAIS
Representate Norte no MCP - Mecanismo de Coordenação de País

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Nova lei estimula controle social na área da saúde -

Nilo
Publique em seu blog
Mara



Nova lei estimula controle social na área da saúde - 16/05/2012
 Lei de acesso à informação, que entra em vigor hoje, é usada por grupos da sociedade civil no combate à falta de transparência em temas ligados ao acesso a medicamentos.

16/05/2012 - Para celebrar a entrada em vigor da Lei nº 12.527, conhecida como Lei de Acesso à informação, grupos da sociedade civil que defendem o acesso a tratamentos e à assistência farmacêutica fizeram hoje uma série de pedidos de informação ao Ministério da Saúde, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). De acordo com os ativistas, a expectativa é de que os prazos e obrigações estabelecidos na lei ajudem a suprir lacunas de informações essenciais e favoreçam o controle social em diversos temas relacionados ao direito à saúde.

De acordo com Renata Reis, coordenadora do Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (GTPI/Rebrip) , um coletivo que congrega diversas organizações e pesquisadores que atuam na interface entre propriedade intelectual e acesso a medicamentos, a lei abre possibilidade de obtenção de informações estratégicas para a compreensão das políticas que impactam o acesso a medicamentos adotadas pelo governo federal, como por exemplo, o conteúdo dos contratos de transferência de tecnologia que envolvem laboratórios públicos e privados.

“O controle social é reconhecidamente um elemento fundamental do sucesso da resposta brasileira à Aids e o monitoramento das políticas de produção local e das compras de medicamentos importados sempre foram um tema prioritário na prática desse controle. No entanto, no atual governo, a principal aposta para produção de medicamentos de Aids e outras doenças parece ser as parcerias público-privadas, que não estão sendo debatidas em nenhuma instância de controle social e cujos termos permanecem em segredo, apesar do GTPI estar há mais de um ano tentando obter uma cópia dos contratos. No nosso entender, os termos e as cláusulas desses contratos deveriam ser públicos, uma vez que envolvem laboratórios públicos num primeiro momento e compras públicas num segundo momento. Em outras palavras, o governo está mantendo em sigilo a forma como está investindo recursos públicos.”, afirma Renata.

Outra preocupação do GTPI é com informações relativas ao registro sanitário de medicamentos, pois a ANVISA só publica em seu banco de dados os pedidos de registro concedidos ou negados, de modo que não é possível ter clareza a respeito de pedidos em andamento. “Se uma empresa estiver realizando um ensaio clínico de um medicamento no Brasil, por exemplo, e não tiver intenção de comercializá-lo, o que é uma grave falha ética, a forma de identificar essa má conduta seria verificar a ausência do pedido de registro junto à ANVISA, mas essa informação não é fornecida”, analisa Jorge Beloqui, do Grupo de Incentivo à Vida (GIV). A experiência do GTPI, que está há meses tentando sem sucesso obter informações a respeito da existência do pedido de registro para o Truvada (tenofovir + emtricitabina), combinação usada para tratamento de HIV/AIDS que está sendo utilizada em ensaios clínicos no Brasil, demonstra a necessidade de uma lei que reforce os direitos dos cidadãos na obtenção de informações de interesse público.

Mas não é apenas em órgãos ligados ao Ministério da Saúde que os problemas de transparência dificultam a participação da sociedade civil. O INPI, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio, é também alvo de criticas dos ativistas que lutam pelo acesso a medicamentos.

Desde 1996, um ano após a aprovação do Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (TRIPS, na sigla em inglês) no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil reconhece patentes para medicamentos o que representou, de lá pra cá, um aumento exponencial dos gastos com medicamentos e tem colocado em risco a sustentabilidade do acesso universal a medicamentos de HIV/AIDS. Em muitos casos, no entanto, a proteção patentária (que possibilita prática de preços altos via monopólio) é concedida de maneira indevida e decorre de práticas abusivas por parte de empresas farmacêuticas transnacionais. Informações de posse do INPI poderiam ajudar grupos da sociedade civil a identificar e enfrentar esses abusos, caso fossem mais acessíveis. No atual sistema de busca do INPI, é muito difícil e demorada a obtenção cópias de pedidos e decisões referentes à análise de patentes, por exemplo.

“Na Índia, grupos da sociedade civil tem usado a lei de acesso à informação aprovada em 2005 para cobrar documentos do escritório de patentes e obtido respostas positivas. Esperamos que o mesmo aconteça no Brasil”, afirma o pesquisador da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA), Pedro Villardi, que desenvolveu em 2010 uma metodologia de busca de patentes de medicamentos para AIDS no Brasil, usando a base de dados do INPI, tendo identificado diversas lacunas de informações e documentos.
Ao realizar uma série de pedidos de informação na data da entrada em vigor da Lei de acesso à informação, o GTPI pretende estimular uma aplicação efetiva da lei e direcioná-la para temas que tem sido marcados pela falta de transparência. Os pedidos serão encaminhados para os Serviços de Informação ao Cidadão que estão sendo estabelecidos pelo Ministério da Saúde e pelo INPI.


 Jucimara Moreira
Coordenadora do Programa IEC(Informação, Educação e Comunicação em HIV/Aids)
Grupo pela VIDDA/RJ
2518-3993/87672478
 
A Solidariedade é um ato de cidadania. Contribua com os nossos projetos e serviços
Conta Doação: Bradesco Agência 1444-3 C/C 11.205-4

domingo, 6 de maio de 2012

Anvisa quer agilizar autorização de pesquisas sobre novas drogas

Queridos,

Vejam abaixo a boa noticia.

 

 

Anvisa quer agilizar autorização de pesquisas sobre novas drogas Proposta, que ficará em consulta pública, deve ser publicada hoje

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) promete simplificar e tornar mais rápida sua autorização para a realização de pesquisas clínicas visando ao desenvolvimento de medicamentos e produtos para a saúde.
A pesquisa clínica é uma das últimas etapas antes do registro de novos produtos e envolve testes com pacientes.
A ideia é que pesquisas que já tenham sido aprovadas por agências reconhecidas no exterior — como a americana (FDA), a australiana e a japonesa— possam passar por um processo simplificado de análise pela Anvisa.
Essa proposta foi aprovada pela diretoria colegiada da agência anteontem e deve ser publicada hoje na forma de um consulta pública, aberta pelos próximos 30 dias.
INTERNACIONAL
O impacto direto vai ser maior em pesquisas originadas em um país estrangeiro e com braços em diversos outros, sendo um deles o Brasil, de acordo com Dirceu Barbano, diretor- presidente da Vigilância Sanitária.
“Tínhamos como padrão analisar todo o estudo [ desenvolvido fora] novamente. Isso demanda tempo, por vezes fazia com que o Brasil fosse excluído do estudo. Chegamos à conclusão de que uma análise simplificada é possível, avaliando questões de risco sanitário específico no país”, afirma ele.
Questões como quais centros serão usados e se eles têm capacidade para desenvolver o estudo serão avaliadas pela Anvisa, mas o desenho do estudo ( como o cálculo estatístico para garantir a eficácia da análise), não.
DEMORA
Segundo Barbano, a espera para a autorização dessas pesquisas já foi de três meses, mas, por conta do aumento de demanda pelos centros de pesquisa nacionais, a demora chega hoje a sete meses. O objetivo é que esse tempo caia para 30 dias.
Com isso, a agência quer ainda ter mais agilidade na aprovação das pesquisas totalmente nacionais, que precisam passar pela análise completa da Anvisa.
Greyce Lousana, presidente- executiva da SBPPC ( Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica), diz que a redução nos prazos pode abrir caminho para que pacientes com doenças raras ou graves tenham acesso a drogas experimentais.
Ela conta que, recentemente, uma pesquisa sobre câncer de mama deixou de vir ao país por causa dos prazos demorados — da Anvisa e do comitê de ética da instituição— e, assim, deixou de beneficiar cerca de cem pacientes.
Lousana defende, porém, outras mudanças na norma em vigor, como análises totalmente separadas entre medicamentos e outros produtos para a saúde, o que pode encurtar mais os prazos para análise. (JN)

 Jucimara Moreira
Grupo pela VIDDA/RJ
2518-3993/87672478
 
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domingo, 1 de abril de 2012

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA - CONCEITOS E ACESSO - Rename 2012



Boa tarde
 
 
Compartilhando...
 
Recebido agora a tarde do nosso colega Arair Azambuja da ONG de Transplante Hepático de São Luiz/MA..
 
 
Abs
 
 
Nádia Elizabeth Cardoso Barbosa
Conselheira Nacional de Saúde - 1ª Suplência - 2012
Representação dos portadores de hepatites virais

MBHV - Movimento Brasileiro de Luta Contra as Hepatites Viraishttp://www.mbhv.org.br/ 
 
Coordenadora
Hepatchê Vida - Grupo de Apoio aos Portadores de Hepatites
Porto Alegre/RS
(51) 9121 1756
E-mails:
hepatche@yahoo.com.br e hepatchevida@yahoo.com.br
 
 
"HEPATITES B e C - O SILÊNCIO QUE MATA!"
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA – Conceitos e acesso
Relação Nacional de Medicamentos – Rename 2012
Quantidade de produtos da lista oficial de medicamentos do SUS passa de 550 para 810 itens e pode ser acessada através do endereço: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/anexos_rename_2012_pt_533_29_03_12.pdf

Uma nova Relação Nacional de Medicamentos (Rename) está publicada no Diário Oficial da União  desta quinta-feira (29). Por meio da Portaria 533, o Ministério da Saúde amplia a Rename, a lista oficial de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), que passa a contar com 810 itens.
A Rename é atualizada a cada dois anos e ganhou outro conceito. Até o ano passado, só constavam desta relação medicamentos da atenção básica, considerados itens “essenciais” para a população; isto é, voltados para os agravos mais recorrentes. Até então, não estavam incluídos os medicamentos que tratam doenças raras e complexas nem vacinas ou insumos. “Este ano, a Rename foi elaborada a partir de um conceito mais amplo do que é essencial para a população. Todos os medicamentos de uso ambulatorial foram incluídos – entre eles, insumos e vacinas. Por isso, a lista ganhou mais 260 itens”, explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Carlos Gadelha.
Só não constam da Rename/2012 os medicamentos oncológicos, oftalmológicos e aqueles usados em Urgências e Emergências. Esses produtos estão contemplados na Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde (Renases).
ATUALIZAÇÃO– A incorporação, exclusão e alteração de medicamentos e insumos na Rename são realizadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), coordenada pelo Ministério da Saúde e com a participação de representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), além de especialistas da (Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de entidades e associações médicas, comunidades científicas e hospitais de excelência.
DISTRIBUIÇÃO– Para obter (gratuitamente) os produtos incluídos no Sistema Único de Saúde a partir da Rename/2012, o usuário precisa apresentar receita médica às unidades do SUS. Os municípios e estados têm autonomia para disponibilizar esses medicamentos conforme a demanda da população local.
Cada município faz sua própria lista – a Relação Municipal de Medicamentos (Remume). Esses itens são adquiridos com recursos próprios dos estados e dos municípios, complementados por recursos do Ministério da Saúde. A compra dos medicamentos é uma responsabilidade compartilhada entre estados e municípios, bem como a definição dos pontos de oferta dos produtos e os documentos que devem apresentados pelos usuários.
Para a aquisição dos medicamentos, o Ministério da Saúde repassa às secretarias de saúde R$ 5,1 per capita habitante/ano (considerando-se que todos os brasileiros utilizam o SUS). A esse valor é adicionada uma contrapartida financeira pelos estados e municípios – cada um deles repassa R$ 1,86 per capita habitante/ano (totalizando-se, assim, R$ 8,82 per capita habitante/ano).

terça-feira, 4 de outubro de 2011

OUTUBRO ROSA-Clipping Bem fam-03/10/11

CLIPPING - 03/Out./2011
OUTUBRO ROSA
O Outubro Rosa é um movimento que tradicionalmente
chama a atenção
para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do
 câncer de mama.
O planejamento familiar é a chave para reduzir a mortalidade materna, diz especialista do UNFPA- Laura Laski, diretora de Saúde Sexual e Reprodutiva do UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas) destacou que o planejamento familiar é uma das intervenções de maior relação custo/benefício para diminuir a mortalidade e morbidade materna, e além disso colabora para melhorar a situação de pobreza das famílias e empoderar às mulheres, se elas têm a capacidade de decidir.Laski afirma que ainda que a região tenha progredido em matéria de planejamento familiar, esse avanço acontece principalmente nas mulheres casadas ou em união civil. Ela frisou que a taxa de fecundidade adolescente é muito alta na região. Também se referiu às desigualdades existentes no acesso ao planejamento familiar e comentou que as pessoas de menores recursos ou que vivem em zonas rurais têm menos acesso ao planejamento familiar. Jovens iniciam a vida sexual cada vez mais cedo: Todo o cuidado com a primeira vez- Ela passa as tardes brincando de chá com suas bonecas. Ele, salvando o planeta no videogame. Um dia eles se conhecem. Depois de passarem um tempo juntos, decidem dar adeus à infância. Ela se preocupa com a aparência. Ele se preocupa com a ereção. E os dois esquecem da camisinha. Assim é o roteiro da primeira relação sexual da maioria dos adolescentes, dizem especialistas. Medo, insegurança, ansiedade, vergonha e falta de informação fazem com que o jovem deixe de lado o principal: a proteção. Parteiras de Pernambuco vão ser patrimônio imaterial- O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional vai oficializar as parteiras de Pernambuco como patrimônio imaterial brasileiro – assim como já aconteceu com as baianas do acarajé em Salvador. A técnica de partejar, transmitida secularmente pela oralidade, será então registrada em livro para que jamais se perca o conhecimento que leva ao exercício desse ofício. Homens também podem desenvolver câncer de mama- Os homens devem incluir em suas rotinas diárias o autoexame da mama. Apesar de ser em número bem menor em relação às mulheres, os homens podem sim desenvolver câncer de mama e devem tocar esta parte do corpo para detectar nódulos. Caso isto ocorra, deve procurar um médico o quanto antes."Eu via as campanhas de televisão sobre o assunto e um dia, durante o banho, toquei o peito e senti algo. Já fui no oncologista e uma ecografia indicou o tumor. Foi aí que eu senti aquele impacto", relata o aposentado Hamilton Ianoski, que há 10 anos teve câncer de mama. As mulheres devem, além do autoexame, fazer mamografias anuais a partir dos 40 anos. Anvisa defende maior rigor no controle do tabaco- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) promove na próxima quinta-feira duas audiências públicas sobre a ampliação do rigor no controle de produtos derivados do tabaco. Entre as propostas está a proibição de aromatizantes na composição de cigarros, que conferem sabor doce, mentolado ou de especiarias. O texto inclui qualquer produto – fumado, inalado ou mascado – que tenha sua composição folhas de tabaco. Países como Estados Unidos e Canadá já proibiram o comércio de cigarros aromatizados. Anvisa decide amanhã sobre retirada de emagrecedores do mercado- A decisão sobre a proibição da venda de medicamentos emagrecedores no país deve sair amanhã (4), durante reunião da diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A retirada do mercado dos emagrecedores à base de anfetaminas é praticamente certa, uma vez que a equipe técnica da Anvisa e a câmara técnica, formada por especialistas que assessoram o órgão, concordam que os riscos superam os benefícios. Já o embate acerca da sibutramina permanece. Senado debate a criação do “pai social”- Homens poderão cuidar de crianças e adolescentes, de casas-lares, e que estejam em situação de abandono ou de risco social. A Comissão de Assuntos Sociais do Senado deve realizar decisão terminativa na próxima quarta (5), do substitutivo de projeto de lei da Câmara (PLC 98/09) que cria e regulamenta a atividade de pai social. Além de exigir um treinamento específico para a função, com duração de 60 dias, o interessado deve ter idade mínima de 25 anos; sanidade física e mental; ensino fundamental completo; boa conduta social; aprovação nesse treinamento e em teste psicológico. No Congresso, bancadas católica e evangélica pregam a mesma cartilha- Diferenças à parte, os parlamentares de bancadas religiosas - católica e evangélica - atuam em comunhão no Congresso e monitoram a tramitação de 368 projetos na Câmara e no Senado. Em defesa de suas bandeiras, esses deputados e senadores interferem no andamento de propostas como união civil entre homossexuais, criminalização da homofobia, contra os abortos legais e o chamado "divórcio instantâneo" (projeto que permite que esse processo se dê via internet), entre dezenas de outros. Um personagem central nesse monitoramento dos projetos não é um parlamentar. É o advogado Paulo Fernando Melo, que, semanalmente, faz um balanço atualizado da tramitação de projetos e o encaminha aos parlamentares.Ele é vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e atua no Congresso Nacional há 20 anos, onde assessora deputados e senadores católicos e evangélicos, e redigi projetos e prepara discurso. É o ghost writer das duas bancadas.


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