Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Parada LGBT Av Paulista. Mostrar todas as postagens
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sábado, 26 de maio de 2012

Rio Sem Homofobia VERSUS Marcha para Jesus POR Benjamin Bee

Benjamin Bee24 de Maio de 2012 22:08
Não me choca que o Rio Sem Homofobia possa consumir 2,6 milhões. Deveria consumir no mínimo 10 milhões. Mas me horroriza que um evento homofóbico, a Marcha para Jesus, possa ser patrocinado com 40 vezes mais recurso financeiro que o maior evento anti homofobia do país, a Parada do Orgulho de São Paulo. Por isso, conclamei todas as lideranças LGBTs do Rio de Janeiro a explicarem tal despautério. Entre eles, Claudio Nascimento, que me respondeu:


(Claudio Nascimento Silva) Caro Benjamim, nunca me fiz de morto e nem tampouco de rogado. Quem me conhece sabe que tento ser o mais transparente. A comparação que faz eh compreensivel porem necessita de contextualizacao. O recurso para o Rio sem Homofobia, eh estadual bem como essa ação eh do Governo do Estado, na qual gerencio. E os recursos para a Marcha para Jesus foram liberados pela Prefeitura do Rio. Logo pelo qual não posso responder. Quanto ao que a militância pode fazer, isso cabe ao movimento. De minha parte jah fiz uma carta para o prefeito alertando para esse perigo. Abracos.
Claudio


Ao que respondi, e continuo aguardando que as lideranças cariocas esclareçam e levem esse caso à investigação judicial.

.............................. ..............

Obrigado por me dar atenção, Claudio Nascimento Silva.

Eu sei que você trabalha na esfera estadual e o imbróglio é municipal. E também, em absoluto questiono as suas realizações. O que temos é o fato de que a parada do Orgulho de São Paulo que leva cerca de três milhões de pessoas à avenida Paulista segundo o que se divulga, consome em patrocínio financeiro cerca de 500 mil reais segundo o MIxBrasil de 24/05/2012

A Marcha para Jesus que levou um décimo de pessoas às ruas do rio de Janeiro consumiu 4 vezes mais.

Um evento homofóbico financiado por uma cidade do teu estado custou quarenta vezes mais que o maior evento antihomofobia do país. Isso exige uma explicação urgente.

Nao cobrei só de você mas de todas as lideranças LGBTs do Rio. E cobro de voce porque sua história de luta é entre as maiores e mais importantes deste país e não posso imaginar, nem aceitar que essa sua história esteja, ainda que indiretamente, mergulhada nesse descalabro.

A transparência da causa LGBT no Rio de Janeiro está ameaçada por esse fato sobre o qual discutimos. Se a homofobia no município do teu estado tornou-se uma indústria com empresários nas duas pontas, isso certamente irá refletir por todo o estado do Rio de Janeiro, com epicentro na cidade do RJ, como em todo o Brasil da Copa e Olímpiada. E você caríssimo, é o maior nome do movimento LGBT, ao menos no Rio de Janeiro, então, para quem mais eu clamaria?

Não há portanto como não acompanhar até o termo séria investigação a respeito desse patrocínio recebido por Malafaia.

http://www.athosgls.com.br/noticias_visualiza.php?contcod=33048
Rio Sem Homofobia recebe investimento de R$ 2,6 Milhões
www.athosgls.com.br

Secretaria de Assistência SocialeDireitos Humanosiversidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)Rio Se...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

1º Pedala Bicha!! – A Pedalada da Diversidade.

O Aos Brados!! – “ A Vivência Digna da Homossexualidade ”
Traz mais uma vez a cidade de campinas e região a

excursão para a parada de São Paulo

e o 1º Pedala Bicha!! –

A Pedalada da Diversidade.

Todos contra a Homofobia e a favor da PL 122.
O Grupo Aos Brados!! desde 1.999 organiza excursões para

diversas cidades para que tod@s possam ir em amigos na

parada com qualidade, conforto, segurança e

saindo sempre no horário.

O orgulho de ser quem somos é uma construção cotidiana,

é o reflexo do exercício de nossa cidadania e da

vivência plena e digna de nossa afetividade e

sexualidade.

As Paradas do orgulho devem ser para Lésbicas, Travestis,

Transexuais, Gays e Bissexuais um marco de conquista e

reivindicação por direitos iguais e respeito.


As inscrição para o I Pedala Bicha!! Estão sendo feitas na sede da Cut ( Aos Brados!! )

Que fica localizado na Rua: Culto à Ciências, 56 centro.

Tragam 1 kg de alimento ou agasalho para fazer as inscrição.

Quem não for pedalar mas quiser fazer a doação sera bem vind@s também eleve do dia.

Entre em nossos blogs para mais informações.

Blogs:
pedalabicha.blogspot.com
aosbrados.blogspot.com
9323-4371 lucia, 9352-3092 paulo 8836-6620 thyago

terça-feira, 1 de março de 2011

A Parada Gay de Jesus: como eu vos amei Por Daniel Sottomaior 28/2/2011 - 16:59


Achei interessante o artigo do Sottomayor para nos ajudar a pensar
nossa campanha.
Tá n'A Capa.

A Parada Gay de Jesus: como eu vos amei
Por Daniel Sottomaior 28/2/2011 - 16:59



Em 2008, a iniciativa Brasil para Todos, que luta pela remoção de
símbolos religiosos de repartições públicas, aliou-se à APOGLBT na
promoção do tema daquele ano, que incluía o slogan "por um Estado
laico de fato". Desde então, venho acompanhando outras iniciativas da
comunidade LGBT, cujas organizações têm se firmado entre as vozes mais
ativas na promoção da laicidade do Estado no cenário nacional.

Por isso causou estranheza o tema da Parada deste ano, que pede o fim
da homofobia com a frase "amai-vos uns aos outros". Em artigo à Capa,
Dario Neto aponta muito corretamente que essa escolha não viola a
laicidade do Estado (pelo simples fato de que a APOGLBT não faz parte
do Estado), e que a mensagem da Parada não é exclusivamente cristã.
Quem afirmou em contrário equivocou-se. Mas entendo que há outras
críticas importantes ao tema da Parada.

Para começar: alguém acha realmente que amor é coisa passível de
recomendação? Por mais bem intencionado que seja o conselho, em alguma
época ou lugar ele surtiu algum efeito? Ainda que a resposta fosse
afirmativa, vamos agora legislar sobre os sentimentos? "Amai-vos uns
aos outros" talvez faça efeito entre anjos e outros seres diáfanos e
celestiais, mas aqui entre os mortais, parece apenas mostrar
desconhecimento da natureza humana. Amar dezenas de pessoas já parece
uma tarefa além das possibilidades humanas; amar milhões de
desconhecidos é uma ideia de conto de fadas que não deveria ter lugar
no chamado de uma importante organização social.

Amar a todos pode até ser um ideal cristão ou religioso, mas não é um
ideal republicano. Esse é talvez o cerne da confusão da Parada. Buscar
amor é um objetivo não apenas inalcançável, mas que nada tem a ver com
o papel da APOGLBT, ou de qualquer outro grupo de defesa de direitos
humanos. Essas instituições existem para exigir o reconhecimento de
direitos e o cumprimento de deveres. O tratamento legal, respeitoso e
digno, este sim é uma meta possível, ao alcance do Estado e das demais
instituições sociais. É nele que devemos nos concentrar. A comunidade
LGBT não precisa da acusação extra de exigir até o amor dos seus
detratores.

Quanto à questão histórica, é verdade que o slogan da Parada não é
criação nem propriedade exclusiva do cristianismo, mas análises da
história comparada das religiões, por mais elogios que possam merecer,
são absolutamente irrelevantes. A Parada é um evento de visibilidade
mundial que, como tantas outras ações do terceiro setor, tem um
notório papel de "relações públicas" do movimento LGBT. Quando o
público recebe a frase "amai-vos uns aos outros", não há dúvida que
essa mensagem tem o nome, endereço, gosto e sabor de cristianismo.

É preciso lembrar que, quando se trata de comunicação, percepção é
realidade. Se uma fração apreciável da sociedade percebe o slogan como
tendo identidade cristã, então, com ou sem a aprovação de
historiadores, sociólogos, antropólogos e bem-letrados, e
independentemente das melhores intenções dos organizadores da Parada,
é a identidade cristã que se estará promovendo.

A cruz, por exemplo é um símbolo presente em muitas tradições e possui
diversos significados, mas aqui no ocidente a visão desse símbolo
evoca o cristianismo de maneira automática em praticamente todas as
pessoas. Poucos terão o conhecimento ou o descondicionamento para
associá-la a qualquer outra coisa.

Da mesma maneira, se pedirmos para algumas dezenas de pessoas
completarem a frase "amai-vos uns aos outros", alguém tem dúvidas de
que a grande maioria prosseguirá com "assim como eu vos amei",
remetendo diretamente ao núcleo da doutrina cristã em uma frase
atribuída ao seu principal personagem? Em suma, a correta análise da
criação e uso de frases e símbolos em nada altera sua mensagem
predominante. E no caso da frase escolhida pela Parada, esse
predomínio é esmagador no sentido de remeter a um conteúdo
eminentemente religioso.

Ainda que "amai-vos uns aos outros" fosse um princípio religioso
universal (o que não é; Neto aponta exemplos em outras religiões do
"tratai aos outros como deseja ser tratado", o que é muito diferente
do amor universal recíproco), de que maneira isso contemplaria as
pessoas que não seguem tradições religiosas? Aqui não posso deixar de
fazer uma crítica forte à posição do diácono. Seu texto se intitula
"Amor ao próximo: princípio cristão ou humano?", deixando entrever que
seu universo de humanos se restringe às pessoas com religião, já que
ele iguala a alegada universalidade religiosa do "amai-vos uns aos
outros" à universalidade humana.

Caro diácono: as pessoas sem religião também existem, e, pasme, também
são humanas! Ainda que se conseguisse provar que uma ideia está
presente em todas as tradições religiosas, o que está longe de ser
feito, isso nada nos diria sobre a totalidade dos seres humanos.
Lamentavelmente, assim como acontece com os homossexuais, as pessoas
sem religião e em particular os ateus também são vítimas
invisibilidade e até da atitude de negação de nossa existência por
parte dos religiosos, apesar de representarmos cerca de 10% da
população mundial, e 8% no Brasil. E isso nos leva a outra crítica
importante à frase escolhida para a Parada deste ano.

Concordo que existe um certo "sabor de vitória" em tentar vencer
nossos detratores com as mesmas armas que usam para nos atacar - o que
parece uma leitura inevitável do slogan da Parada. Se usam a religião
e o cristianismo para justificar a homofobia, a lógica é usar a
religião e o cristianismo para atacar a homofobia. Querendo ou não, o
que o slogan faz é apontar o que seria uma contradição no
comportamento homofóbico de raiz religiosa. No plano do debate puro,
isso funciona com perfeição. No mundo real, só complica as coisas.

Que fique bem claro: não tenho absolutamente nada contra fazer
críticas bem informadas à religião. As ideias religiosas influem em
nosso trabalho, nosso lazer, nossos relacionamentos amorosos, nossos
ideais, em como gastamos nosso dinheiro, como vemos o universo. Se
existem problemas com a religião, eles devem ser denunciados sem
meias-palavras.

Mas é fato notório que os fieis, assim como os apaixonados, são quase
sempre imunes à razão. Por isso, quando se trata de religião, mesmo os
melhores argumentos não convencerão ninguém a mudar suas
interpretações teológicas, assim como não convencerão ninguém a se
apaixonar ou se desapaixonar.

Como em todo bom jogo de xadrez, é preciso prever o próximo movimento
do adversário. Quando uma entidade LGBT faz uma crítica religiosa, o
que acontecerá é que os religiosos homofóbicos, mui felizes e
contentes, correrão para suas bíblias para dizer por que o argumento
do "amai-vos uns aos outros" não se aplica ao caso - por exemplo,
lançando o velho golpe do "mas nós amamos os pecadores, só detestamos
o pecado". E assim, em uma única linha, o preconceituoso não apenas se
justifica como consegue a suprema vitória de arrastar uma associação
civil e supostamente neutra em termos religiosos para as turvas águas
da teologia e da exegese bíblica. A derrota é dupla.

O lema deste ano da Parada realmente não viola o Estado laico, mas
fere o pressuposto de que as políticas públicas de Estados laicos
devem se basear e princípios racionais abertos ao exame público e ao
debate. Quando surge o debate do papel da comunidade LGBT na
sociedade, queremos instar os cidadãos a buscar a Constituição e a
Declaração Universal dos Direitos do Homem para sustentar seus
argumentos, não a abrirem suas bíblias em busca dos versículos mais
apropriados!

A questão de fundo que a APOGLBT e outras associações precisam trazer
à sociedade é que argumentos religiosos, sejam bons, maus ou péssimos,
não podem jamais servir de base para orientar a sociedade inteira pela
mão forçosa do Estado. Ainda que se conseguisse fechar questão em uma
agenda de princípios religiosos "positivos", coincidentes com os
direitos e a dignidade de todos os humanos (até os ateus), isso
validaria os demais princípios religiosos por tabela, e uma rápida
olhada na história, na teoria e na prática da fé deixa claro que o já
foi (e é feito) em nome de princípios religiosos. Sairíamos da panela
para cair no fogo.

* Daniel Sottomaior é engenheiro, criador da iniciativa Brasil para
Todos (www.brasilparatodos.org) e presidente da Associação Brasileira
de Ateus e Agnósticos (www.atea.org.br).

--
Jandira Queiroz
skype: jandiraqueiroz
msn: jimqueiroz@hotmail.com

www.sxpolitics.org
www.dayagainsthomophobia.org

terça-feira, 8 de junho de 2010

Menos cor no arco-íris

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FOLHA DE S. PAULO - SP | COTIDIANO

LGBT

07/06/2010

Menos cor no arco-íris

Em ano eleitoral, Parada Gay evitou colorido para defender projeto que torna homofobia crime; nenhum pré-candidato à Presidência apareceu

RICARDO WESTIN e MÁRCIO PINHO

DE SÃO PAULO

Neste ano, a Parada Gay de São Paulo foi menos colorida que o habitual.

Encontrar as tradicionais bandeiras do arco-íris não foi tarefa fácil. As espalhafatosas drag queens estavam lá, porém em número escasso.

Pessoas fantasiadas -cueca de couro, peruca Tina Turner ou roupa apertada de oncinha- também eram vistas apenas aqui e acolá.

Não que a 14ª edição da Parada Gay tenha sido esvaziada ou desanimada.

Pelos cálculos dos organizadores, 3,5 milhões de pessoas encheram a avenida Paulista e a rua da Consolação dançando atrás de trios elétricos -400 mil a mais que no ano passado. A Polícia Militar não fez contagem.

Neste ano, a organização decidiu que os trios seriam monocromáticos. E pediu a gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, simpatizantes e curiosos que comparecessem sem cor.

Observada do alto, a marcha do orgulho gay poderia ser confundida com micareta ou festa de Ano Novo.

"Não deveríamos esconder a bandeira. É a nossa marca", reclamava a drag queen Samara Rios, 28, luxuosamente vestida como a Rainha Vermelha de "Alice no País das Maravilhas".

A razão da falta de cor foi política. A parada quer que os pré-candidatos à Presidência da República se comprometam com um projeto de lei, em tramitação no Congresso, que transforma a homofobia em crime, da mesma maneira que o racismo.

"Gente, vamos votar num candidato que apoie nossa luta", discursou um militante num dos trios elétricos.

Nenhum dos principais pré-candidatos apareceu.

Quem foi à festa creditou a falta de plumas e paetês ao excesso de "simpatizantes".

"Cheguei na menina, e ela disse que gosta de homem", queixava-se a atendente de bar Marisol Dionísio, 22.

Contra políticos homofóbicos

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CORREIO BRAZILIENSE - DF | POLÍTICA

LGBT

07/06/2010

Contra políticos homofóbicos

Militantes da Parada do Orgulho Gay pedem a simpatizantes que não votem em candidatos contrários a causas homossexuais

# Ullisses Campbell

São Paulo - Em ano eleitoral, a 14ª Parada do Orgulho Gay teve viés político. Ao meio-dia de ontem, numa avenida paulista bem colorida, militantes fantasiados distribuíam panfletos nos quais pediam para os simpatizantes não votarem em candidatos homofóbicos. Na concentração, uma placa gigante trazia a seguinte mensagem: "Vote contra a homofobia: defenda a cidadania". Todos os atuais presidenciáveis foram convidados, mas nenhum apareceu na parada. Estima-se que cerca de 3 milhões de pessoas tenham acompanhado os 4Km que ligam o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) à Praça Franklin Roosevelt, no Centro.

Segundo a militante Gizelle Freitas, da Associação de Gays, Lésbicas e Transexuais de Ribeirão Preto, a organização não governamental vai preparar um relatório na próxima semana apontando os deputados que votaram contra o projeto de lei que torna a homofobia crime. A proposta tramita no Congresso desde 2006, já foi aprovado na Câmara e vai passar pelo crivo dos senadores.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), engrossou o coro de quem é contra a homofobia e disse que os políticos deveriam se posicionar sobre o tema. "É importante que a classe política tenha a noção da importância de se combater a homofobia. Como estamos em ano eleitoral, a discussão sobre o tema é mais do que oportuno", ressaltou. Nas eleições de 2008, Kassab teve a sexualidade posta em xeque pela ex-prefeita Marta Suplicy (PT). Na parada gay deste ano, a petista não deu as caras.

O governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), disse apoiar o movimento organizado pelos diretos dos homossexuais. "Essa campanha defende a cidadania e, com isso, a democracia pela qual tanto lutamos neste país. E é importante que este debate aconteça durante a campanha eleitoral deste ano", disse Goldman.

A drag queen Tiffany Estrelato, 28, viajou de Tefé (AM) até São Paulo para participar da parada gay. Na hora de escolher a fantasia, optou por uma peruca loira curta e um maiô vermelho. "Estou vestida de Marta Suplício e não de Ana Maria Brega", brincava na Avenida Paulista. Ela estava no comando de um grupo de ativistas que faziam corpo a corpo com os simpatizantes, distribuindo panfletos sobre as eleições e a causa gay.

A parada gay de São Paulo é considerada a maior do mundo. Não à toa, tão logo a multidão se aglomerou na Avenida Paulista, imagens do local pipocaram nos sites dos maiores jornais estrangeiros. "Não podemos deixar escapar essa oportunidade. Agora é a hora de cobrar dos nossos governantes o fim da intolerância e do preconceito sexual", disse Alexandre Santos, presidente da Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo. De acordo com a Prefeitura de São Paulo, a parada gay é o evento que mais atrai turistas para a capital paulista. Pelo menos 400 mil pessoas vêm de todo o Brasil e do exterior. A estimativa é de que o evento cor-de-rosa gere uma receita de até R$ 200 milhões.

Em protesto à violência(1) ocorrida na passeata do ano passado - um jovem morreu no hospital após ser espancado na passeata - os caminhões que desfilaram na parada trocaram as cores alegres do arco-íris pelo preto e branco. O carro alegórico que mais chamou a atenção foi o dos ursos e idosos. Apesar do frio que fazia na cidade, os senhores tiveram a coragem de desfilar vestindo apenas sunga e botas. Outro carro que fez sucesso foi o chamado "gol contra a homofobia". Os simpatizantes aproveitaram o ano de Copa do Mundo para se vestir de verde e amarelo. A parada encerrou o desfile por volta das 20h.

1 - Protesto

A segurança no desfile deste ano foi praticamente dobrada. Pelo menos 3 mil homens da Polícia Militar, Guarda Civil e seguranças particulares trabalharam na parada. Metade deles falava mais de uma língua e ajudavam os turistas que não entendiam português. Os policiais bilíngues tinham estampado na parte de trás do uniforme a bandeira que indicava o segundo idioma que eles falavam.

Política, balada e beijos na Parada

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O ESTADO DE S. PAULO - SP | CIDADES/METRÓPOLE

LGBT

07/06/2010

Política, balada e beijos na Parada

A 14ª edição do evento condena homofobia e jovens "roubam selinho" por diversão

Filipe Vilicic, Paulo Sampaio - O Estado de S.Paulo

A 14ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo pregou ontem o voto contra a homofobia diante de mais de 3 milhões de pessoas. Ao longo do evento, encerrado por volta das 20h30, o repúdio a políticos que são contra os gays se misturou à onda dos que foram à Avenida Paulista e ao centro para badalar, beijar, ver e ser visto. Tudo registrado pelas câmeras digitais e celulares em um evento com poucas ocorrências policiais e apenas duas prisões.

"Este é o nosso Natal, um momento de visibilidade, em que discutimos questões vigentes, e de festa", afirma Franco Reinaudo, coordenador-geral da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual da Prefeitura. "Neste ano, mostramos que devemos votar em quem tem um posicionamento à favor do movimento. Há muitos políticos evangélicos que são contra gays."

A mensagem cativou alguns, como o arquiteto Adriano Bombonatti, de 39 anos. Seu namorado destacou outro fim da Parada. "Aqui é onde todo mundo pode ser o que é", opina o assistente comercial Fernando Menezes, de 31 anos. "Não é fácil achar um lugar onde podemos nos soltar. Principalmente para quem vem de fora de São Paulo."

Beijaço. A maioria dos que estavam por lá tinham esse objetivo mesmo: se jogar, dançar. E beijar muito. Havia até quem dava bitocas só para chamar atenção, aparecer em fotos - e não estava nem aí para as pretensões políticas do evento.

Muitos (na maioria, jovens) se divertiam beijando "gente de todos os sexos" com o pretexto de fazer uma foto para recordação. E escolhiam, para aparecer, os que consideravam mais chamativos ou atraentes.

"Beijei os "boy", as "mina", as drag e até os "traveco"", conta a atendente de telemarketing Larissa de Cássia dos Santos, de 22 anos. Ela foi com um grupo de amigos de Santana, na zona norte, onde mora. Todos riem demais depois de beber "muita chapinha" (vinho barato).

Larissa mostra as fotos que fez, no visor da câmera, uma com a drag Teila Thompsom, "com h", que vestia uma roupa de "cristais" roxos e amarelos.

"Todo mundo gosta de fazer foto comigo, mas agora apareceram essas "descabeçadas" pedindo pra beijar. Deus me livre, ainda se fosse "um bofe maravilhoso"", diz a bancária Teila, que beijou Larissa e os amigos dela "só pra me deixarem em paz".

Um pouco acima, no sentido centro da Rua da Consolação, outro grupo se embola no chão às gargalhadas, enquanto tiram fotos de si mesmos em uma espécie de "beijo múltiplo". O estudante Cleber Matias, de 19 anos, se fotografa beijando todos os amigos e amigas do grupo, que inclui lésbicas, gays e heterossexuais.

A atendente Sabrina Oliveira, de 18 anos, conta em tom de façanha que beijou "até um bombeiro". No "portifólio" da balconista Cinthia Batista, de 18, ela aparece beijando "freiras", "marinheiros" e "motoqueiras". Naquele momento, ela não sabe dizer sua orientação sexual. "O que é isso, tio?"

Valentina Ribaudo

TRÊS PERGUNTAS PARA...

Bailarina italiana que dançou por cima do público da Parada, pendurada em um balão

1.Você não tem medo de dançar no ar?

Faço isso há 15 anos, em shows ao redor do mundo, e nunca tive receio. No alto, tenho a sensação de que sou um passarinho, leve e livre.

2.O ato de voar tem relação com a manifestação da Parada, que promove a diversidade?

Aqui eles batalham para poder se expressar suas opções sexuais. Eles querem a mesma liberdade que sinto voando. Só que a minha é só arte. Eles desejam algo mais real.

3.Qual é a sensação que sua performance desperta na plateia?

De que todos podem voar, como eu, e se sentir leves e livres.

Milhões contra a homofobia

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JORNAL DE BRASILIA - DF | CIDADES

LGBT

07/06/2010

Milhões contra a homofobia

Com tema político e menos festiva, Parada Gay fez alerta para o voto

Mais de três milhões de pessoas participaram, durante toda a tarde de ontem, da 14ª Parada do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), realizada na Avenida Paulista, em São Paulo. Em ano de eleições, a passeata teve como lema Vote contra a Homofobia. A manifestação também lembrou a violência que provocou a morte de 198 pessoas no ano passado por causa da in-tolerância à diversidade sexual.

"A bandeira do arco-íris está pálida e cada vez temos menos paciência com o atraso brasileiro. Um atraso que tem nome, número, par-tido e tempo de televisão. É para isso que vamos na avenida este ano: para denunciar de onde vem nosso sofrimento, onde se situa a homofobia institucional. Vamos também mostrar que podemos agir. Como eleitores, podemos sim decidir destinos", disse, em entrevista coletiva, Alexandre Santos, presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT.

Ele pediu que as pessoas elejam uma "nova geração de políticos", que respeitem o país e a cidadania. Durante a coletiva, Santos ressaltou que um dos grandes problemas é com relação a alguns senadores, que tentam dificultar a aprovação de projeto que trata a homofobia como crime. "Os fulanos e sicranos que não nos toleram e acham que vamos passar mais quatro anos sem direitos, sem respeito e sendo violados em nossa cidadania, que ponham as barbas de molho".

Já em entrevista concedida na manhã de ontem, na Assembléia Legislativa de São Paulo, o governador Alberto Goldman lembrou que temas, como respeito e tolerância devem ser discutidos e permear as eleições deste ano. "Ele [o tema gay] se relaciona agora com alguns princípios da cidadania e da democracia. Temos, durante este ano, que aproveitando o momento eleitoral, e dar qualidade a essa discussão, [relacionando] todos os temas, desde a economia aos do dia a dia. As questões do respeito e da tolerância são caros a todos nós". Ja o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, lembrou que a importância de a classe política se posicione sobre assuntos relacionados à diversidade sexual.

SAIBA +

Na abertura da Parada Gay, organizadores convocaram o público a vaiar os políticos homofóbicos. Pediram, ainda, que os projetos a favor dos homossexuais fossem votados com celeridade no Congresso Nacional.

De acordo com Manoel Zanini, coordenador-geral do Mês do Orgulho LGBT, a festa transcorreu sem problemas.

Segundo organizadores, o público compreendeu o tom político da festa neste ano de eleições

Festa menos colorida

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JORNAL DE BRASILIA - DF | BRASIL

LGBT

07/06/2010

Festa menos colorida

Organização quer um evento marcado pela discussão política de temas

A Parada do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), conhecida também como Parada Gay, que será realizada hoje em São Paulo, terá a política como centro das atenções. A manifestação, que terá como tema Vote Contra a Homofobia - Defenda a Cidadania, vai pedir aos participantes e simpatizantes que votem em candidatos que assumam e defendam publicamente a causa LGBT.

"O voto deve ser dado aos que assumidamente defendem a causa LGBT. Isso não é um recado só para nós. Mas para todos que querem eleger um país mais democrático. Você se lembra em quem votou? Quais declarações públicas que ele ou ela tem feito sobre nós? O que fez para a população LGBT? Implementou políticas públicas para nós?", questionou Alexandre Santos, presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT.

PROTESTOS

De acordo com os organizadores, este ano, a Parada Gay, em razão da temática, será menos colorida. Os carros de som que vão desfilar usarão as cores preta e branca, em alusão ao compromisso "preto no branco" exigido dos candidatos.

"As cores, nesse momento histórico que o país passa, são detalhes. Faremos incitações a reivindicações, nada de suavidade de frases, lembrando que somos como todos. A ação única é a de votar", ressaltou o co-ordenador geral do evento, Ma-noel Zanini.

A decisão de assumir uma posição de ação direta política, explica Zanini, foi tomada após o movimento perceber que a população LGBT continuava, apesar das inúmeras campanhas, a sofrer preconceito e violência. De acordo com os organizadores, em 2009, 198 pessoas foram mortas no país em razão da opção sexual. A intenção agora é mostrar a força do grupo na escolha dos próximos governantes.

"A parada nunca deixou de ser política. O que a gente percebeu do movimento LGBT no Brasil é que está havendo um certo cansaço ou indignação pela não resposta. Agora há um outro momento histórico no movimento que é o de atuar politicamente mesmo. Direto, indo a Brasília, indo ao governo estadual e, daqui a dois anos, indo às casas legislativas e aos governos municipais", destacou o coordenador.

A Linha 2 (Verde) do Metrô vai funcionar com operação especial hoje, devido à realização da 14ª Parada do Orgulho Gay, que ocupará a maior parte da Avenida Paulista. Serão colocados em operação mais nove trens no pico da manhã e 13, no pico da tarde.

Além do aumento no número de trens, o Metrô terá um esquema especial de segurança nas estações de maior movimento: Paraíso, Brigadeiro, Trianon-Masp, Consolação, República e Sé. A estação República terá os acessos para a Avenida Ipiranga e para a Praça da República fechados do meio-dia até o final do evento.

A expectativa é de que mais de 3,5 milhões de pessoas participem da parada. A concentração será no vão livre do Masp, seguindo em passeata pela Avenida Paulista e Rua da Consolação até a Praça Roosevelt. O evento deve ser realizado durante toda a tarde.

SAIBA +

A estimativa de público para a Parada Gay de 2010 é de 3 milhões de pessoas. Em 2009, na semana da parada, a cidade de São Paulo recebeu 400 mil turistas, o que significou uma movimentação de aproximadamente R$ 189 milhões.

A previsão é de que a movimentação chegue a R$ 196 milhões. De acordo com o Observatório do Turismo da cidade, os turistas que vêm a São Paulo na época da parada, gastam, em média, R$ 827,61 por dia, e permanecem quatro dias na cidade.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

14ª Parada Gay de São Paulo pede voto a políticos defensores da comunidade LGBTT

14ª Parada Gay de São Paulo pede voto a políticos defensores da comunidade LGBTT

07/06/2010

A abertura da 14ª Parada do Orgulho Gay de São Paulo ocorreu às 14h30. “Temos que votar em políticos que saíram do armário e que são comprometidos com as nossas demandas”, defendeu o presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis.

Durante o discurso, Toni lembrou que duas necessidades urgentes da população gay são o reconhecimento da união civil de pessoas do mesmo sexo e a criminalização da homofobia. A abertura foi apresentada pela drag queen Silvetty Montilla e contou com a participação de outros ativistas e representes do governo Estadual e Federal.

Público

O público que compareceu à Av. Paulista foi bastante eclético. Além da comunidade LGBT (formada por lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros) pessoas de outras orientações sexuais e identidade de gênero estiveram presentes.

É o caso de Rosimeire dos Santos, que veio à Parada com mais cinco parentes, além do marido e da filha de 15 anos de idade. “Minha filha já tem idade suficiente para saber o que é homossexualidade”, contou Rosimeire.

Também teve gente que veio de longe, como a “diva” (assim ela se intitulou) Safira Bengell, do Piauí. Carregando um banner com os dizeres “Menos políticos, mais políticas públicas”, ela deixou um recado: “O cidadão precisa ter consciência política, independente de ser gay ou não”, disse. Safira é ativista das causas LGBT há 33 anos e há dois coordena a entidade Grupo Anjos, em Teresina.

Depois da Av. Paulista a passeata seguiu pela rua da Consolação em sentido ao Centro da cidade.

Camarote Solidário

Enquanto um dos trios elétricos mais animados da Parada Gay de São Paulo passava pelo Av. Paulista na esquina com a Rua Augusta, a vice-prefeita, Alda Marco Antônio, observava atenta do Camarote Solidário. “Daqui de cima posso ver que a cidade de São Paulo adotou essa manifestação e por isso se torna uma cidade mais humanizada e civilizada”, comentou.

Pelo segundo ano seguido, a também secretária municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, prestigiou o Camarote Solidário, iniciativa da Agência de Notícias da Aids que tem por objetivo arrecadar alimentos para organizações de assistência a pessoas vivendo com HIV. “Acho essa ideia sensacional”, disse Alda.

A coordenadora do Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo, Maria Cristina Abbate, disse que o camarote é uma iniciativa nobre. “Não só pela ótima vista, mas pela quantidade de alimentos que são arrecadados. Essas doações são a garantia de alimentação em algumas casas de apoio”, justificou.

Rodrigo Pinheiro, Presidente do Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo, falou que o camarote “é uma das poucas oportunidades em que através de uma festa amigos da luta nacional contra aids e pelos direitos humanos combinam novos projetos”.

Beto Volpe, do Grupo Hipupiara de São Vicente (litoral de São Paulo), vestiu-se com um uniforme de policial em couro preto. “Estou muito feliz pela Parada ter trazido de volta a questão política, como os carros em preto e branco em protesto à homofobia”, comentou. “Mas temos um jeito festivo de protestar”, acrescentou.

Para ele, o camarote e ajuda dar visibilidade à Parada Gay, pois estimula a presença de vários jornalistas, gestores públicos e personalidades.

A repórter da TV Globo, Zelda Melo, participou do camarote pela segunda vez. Segundo ela, o local é um ponto-chave para a cobertura jornalística da Parada. “Aqui eu sempre encontro os personagens e as pessoas que faltam para a minha matéria”, disse. “Além de ser um ótimo lugar para filmarmos a manifestação”, acrescentou.

Organizações apoiadas pelo camarote

Américo Nunes Neto, do Instituto Vida Nova, e Áurea Abbade, do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA) de São Paulo também estiveram entre os convidados. Os dois trabalham para organizações que receberam no ano passado, cada uma, 700 kg de alimentos do Camarote Solidário.

“Distribuímos entre aqueles usuários mais necessitados”, disse Américo.

Segundo Áurea, 50 pessoas se beneficiaram dos alimentos durante quase três meses.

No Vida Nova, ONG que atua na Zona Leste de São Paulo, os alimentos foram doados durante um mês para 40 famílias.

O evento recebeu ainda, entre outras pessoas, a vice-prefeita de São Paulo, Alda Marco Antônio; o Diretor Adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Eduardo Barbosa; Gil Casimiro, da Unidade de Articulação da Sociedade Civil e Direitos Humanos também do Departamento de Aids; as Coordenadoras de DST/Aids do Município e do Estado de São Paulo, Maria Cristina Abatte e Maria Clara Gianna; e José Carlos Veloso e Fátima Baião, do GAPA-SP.

Estima-se que aproximadamente 700 pessoas participaram do Camarote Solidário deste ano, que contou com apoio do Condomínio Conjunto Nacional e da DKT-Prudence do Brasil. Para cada convidado, pediu-se 5kg de alimentos.

Colaboração Clipping Bem Fam(07/06/010)

Movimento D`ellas informa novidades da Parada:

Movimento:

Ato ocorreu na véspera da 14ª Parada LGBT de São Paulo
Atendendo ao pedido da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) – ofício abaixo –, na sexta-feira, dia 4 de junho, o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o decreto que institui o Dia Nacional de Combate à Homofobia, a ser comemorado anualmente no Dia 17 de Maio. O Decreto foi publicado no Diário Oficial da União hoje, 2ª-feira, 07/06, Seção 1, página 5 (texto abaixo).
A notícia foi recebida na sexta-feira à noite pela presidência da ABGLT durante a realização do 10º Prêmio “Cidadania em Respeito à Diversidade”, promovido pela Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo.
Segundo Toni Reis, presidente da ABGLT, “o Decreto é o reconhecimento governamental de que há homofobia no Brasil e que é preciso ter ações concretas para diminuir ou acabar com o preconceito, a discriminação e o estigma contra a comunidade LGBT. Esperamos que o exemplo do Brasil seja seguido pelos 75 país que criminalizam a homossexualidade e pelos 7 países em que há pena de morte para os homossexuais”, disse. Reis também parabenizou o governo Lula, sobretudo a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República pelo empenho em aprovar o Decreto.
Leia mais: www.orgulho.org

domingo, 6 de junho de 2010

A Parada pelo Site ACapa:

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Ao vivo da Parada em São Paulo, Via Twtter:

Mix_Brasil Jean Wyllys discursa pelo fim da violência homofóbica e povo beije muito na boca. Ele é candidato a deputado pelo Rio de Janeiro Mix_Brasil Toni Reis finaliza seu discurso pedindo que povo vaie políticos homofóbicos MixBrasil,portal GLS Mix_Brasil Michele Meira, representante do Governo Federal, abre discurso comemorando o decreto de Lula pela criação do Dia Nacional Contra Homofobia
MixBrasil,portal GLS Mix_Brasil Xande, presidente da APOGLBT, pede "vaia para homofobia e grito pela cidadania". Tambe´m pede para que gays mostrem sua força nas eleições MixBrasil,portal GLS Mix_Brasil Cantora trans, Renata Peron começa a cantar o Hino Nacional. Vai começar a Parada minha gente
Mix_Brasil Tocando versao eletronica do hino nacional, pra marcar comeco da Parada.


quinta-feira, 25 de março de 2010

Mais uma tentetiva de Barrar A Parada Gay em SP


24/03/2010 - 17:11hs
Vereador evangélico quer impedir Parada na Avenida Paulista

Um dia depois do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, ter confirmado a realização da 14º Parada do Orgulho GLBT na Avenida Paulista, o vereador Carlos Apolinário está tentando impedir a realização do evento.

Membro da Igreja Assembléia de Deus e dono de uma emissora de rádio, o vereador afirma que, como outras manifestações populares, a Parada deveria ser realizada longe do centro.

Carlos Apolinário apresentou um projeto de lei que, se for aprovado, vai vetar a Parada na Paulista. Ele alega que "se a Marcha Para Jesus e a festa do Dia 1º de Maio já ocorrem no Campo de Marte, a Parada também pode ocorrer no mesmo local, sem prejuízo à rede hoteleira da cidade".

A proposta conta com apoio das principais lideranças da Câmara e vai tramitar na Casa como prioridade a partir desta quinta-feira. O prefeito Gilberto Kassab já se manifestou contra a proposta e articula a base governista para barrar o projeto.

Fonte:http://cenag.terra.com.br