Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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segunda-feira, 26 de maio de 2014

#saudeSexualidade&Afins #Clipping

​ CLIPPING Saúde, Sexualidade & Afins 26/Maio/2014   Unesco lança guia sobre sexo para educadores Folha de SP   Cartilha inclui temas como união homoafetiva e diferenças de gênero   Material inclui crianças a partir dos 5 anos; no Brasil, temática costuma ser abordada no ensino médio   A Unesco (braço das Nações Unidas) acaba de lançar um guia para os professores brasileiros sobre como abordar a temática da educação sexual com seus alunos.   O documento, com foco em crianças e jovens de 5 a 18 anos, vai além do uso da camisinha: fala do respeito à diversidade das famílias, orientação sexual e de gênero e dos direitos à proteção do corpo.   Com a cartilha, a entidade apresenta uma posição que contrasta com os recuos políticos do governo federal na área, ocorridos sempre após a pressão de religiosos.   Em 2011, a presidente Dilma Rousseff vetou o chamado "kit gay", material anti-homofobia que seria distribuído pelo Ministério da Educação à rede pública de ensino.   Dois anos depois, o Ministério da Saúde suspendeu a distribuição de histórias em quadrinho sobre educação sexual, anunciadas em 2010 em parceria com a Unesco.   Paralelamente, a bancada religiosa também vem obtendo vitória no Congresso com o texto do PNE (Plano Nacional de Educação), que não faz menção à promoção da igualdade de gênero entre as desigualdades a serem abordadas em aula. O PNE depende de votação na Câmara.   O guia lançado pela Unesco há uma semana foi adaptado para o Brasil de diretrizes internacionais de 2009 --a versão nacional contou com debates entre professores e técnicos de saúde.   Para alunos de 5 a 8 anos, é possível trabalhar com o conceito de que há diferentes tipos de famílias e que todas devem ser reconhecidas.   Entre 9 e 12 anos, detalha-se tipos de família: nuclear, homoafetiva, com madrastas e padrastos, entre outras.   Para Mariana Braga, oficial da Unesco, a inovação está em tratar o tema com crianças pequenas. "O Estado brasileiro não está unificado nessa proposta, a maioria acredita que é preciso trabalhar com isso no ensino médio."   Para Toni Reis, secretário da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), o tema é abordado de forma conservadora no país.   "A sexualidade ainda é tratada como fonte de problemas. Se não se proteger, engravida'. Não é uma educação sexual libertadora."   Procurados, os ministérios da Educação e da Saúde não se manifestaram. Em 2011, ao barrar o "kit gay", Dilma alegou que não é papel do governo interferir na vida privada das pessoas e que o material não era uma "defesa de práticas não homofóbicas".   Já em 2013, o então ministro Alexandre Padilha (Saúde) afirmou que os quadrinhos, feitos na gestão anterior da pasta, seriam reavaliados por sua equipe.   Depressão é principal doença da adolescência Extra   "Fico muito triste de repente. Para aliviar essa tristeza, cortava a pele, me queimava, me mordia. Fiz isso várias vezes". O relato é de uma jovem de 16 anos, a caçula da família. Ela vive uma rotina difícil, com pai alcoólatra, além de mãe e irmã mais velha dependentes de drogas. No colégio, a delicada situação familiar serve de motivo para o bullying, o que a levou a se isolar na biblioteca durante o recreio. Diz não ter amigos. Passa o intervalo lendo, gosta de romances como os de John Green, mas não consegue se concentrar, e seu rendimento escolar caiu.   O psiquiatra que a atende na Santa Casa de Misericórdia do Rio, Gabriel Landsberg, conta que ela sofre de depressão e ansiedade. Embora seu ambiente desestruturado colabore, as crises depressivas são comuns nesta fase. Um novo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) revela que esta é a principal causa de doença entre jovens de 10 a 19 anos. O tratamento precoce é a melhor forma de prevenir problemas graves no futuro, não apenas de adolescente, mas de adultos, e por isso foi tema de mais uma edição da série Encontros O GLOBO Saúde e Bem-Estar, na Casa do Saber O GLOBO.   - A automutilação não ocorreu para chamar atenção nem foi, de fato, uma tentativa de suicídio. É que a dor física era mais suportável do que a emocional - explica Landsberg ao falar sobre a menina. - Há muitos adolescentes sem diagnóstico porque não pedem ajuda. Os pais acham que os sinais são típicos da idade.   Uma dor que permanece oculta   Isolamento, irritabilidade, rebeldia, melancolia. Características consideradas típicas da adolescência podem ser indícios de uma depressão. A psicanalista Sara Kislanov, palestrante dos Encontros, acrescenta que o jovem passa por modificações hormonais, está em busca de uma identidade e tem a perda de idealizações, por exemplo do corpo ideal, que podem se transformar em conflitos mais sérios.   - É um momento muito sofrido, de muitas perdas, que provavelmente contribui para o aumento do índice de depressão - afirma.   Há pouco mais de um ano, Vinícius Brandão teve a doença. Mudou-se de cidade, ficou desempregado, tinha saudade da vida anterior. Sentia-se sozinho e isolava-se cada vez mais. Conseguiu sair desse ciclo vicioso com a ajuda médica.   - Na terapia acabei descobrindo que tive depressão desde bem novo. Era tímido, gordinho, me sentia excluído, sofria muito bullying - comenta o jovem, que hoje planeja realizar um documentário sobre a doença. - Descobri que há muita desinformação sobre o tema, muitos acham que é uma frescura.   Chefe da psiquiatria infantil da Santa Casa, Fábio Barbirato destaca que 12% dos jovens de 12 a 18 anos sofrem de depressão, enquanto esse índice não chega a 10% entre adultos. Além disso, 77% dos adultos com depressão tinham histórico de sintomas também na infância ou adolescência.   - Há riscos graves de uma depressão não tratada, entre eles, evasão escolar, abuso de álcool e até suicídio, a terceira maior causa de morte entre adolescentes - exemplificou o psiquiatra que está reestruturando o ambulatório da Santa Casa para receber até 80 crianças e jovens com depressão. - A doença pode ser grave, mas às vezes é vista como um mal menor.   No Brasil, 21% dos jovens entre14 e 25 anos têm sintomas indicativos de depressão. Entre as mulheres, a proporção é de 28%, segundo dados do 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)   - Notamos ainda que o álcool estava relacionado ou ocorria ao mesmo tempo em que o jovem contava que se sentia deprimido ou pensava em atos suicidas - ressalta Ilana Pinsky, professora da Unifesp e uma das coordenadoras do estudo, que ainda explica: - O álcool é um depressor do sistema nervoso central, além de estimular atos impulsivos.   Além do abuso do álcool, outro fator que preocupa quando o tema é depressão ou ansiedade é o uso de medicamentos. Não à toa, a FDA (agência de remédios nos EUA) e o Instituto de Saúde Mental do país pedem maior cuidado na prescrição de adolescentes. Na verdade, o alerta deve ser geral, defendem especialistas. O uso de antidepressivos e ansiolíticos é recomendado para casos específicos e pode causar dependência. Mesmo assim, uma legião de pessoas parece não se importar com os riscos.   Medicamento para quem precisa   Para se ter uma ideia, na comparação entre abril de 2010 e abril de 2014, a venda do popular ansiolítico Rivotril cresceu 25% (de 40,3 mil unidades para 50,3 mil), segundo levantamento feito pelo IMS Health a pedido do GLOBO. Isso torna o país o segundo maior consumidor desse medicamento no mundo. Além disso, a venda de antidepressivos cresceu 7% na comparação entre abril deste ano e de 2013; e atingiu o montante de R$ 2,2 bilhões só em abril passado.   - O tratamento da depressão não se restringe à prescrição de remédios. Eles têm efeitos colaterais sérios, e digo sempre que a cura não pode ser pior que a doença - afirmou o psiquiatra Marco Antonio Alves Brasil, palestrante dos Encontros.   O psiquiatra, assim como Ilana Pinsky, admite que há casos em que os remédios de fato ajudam. É o que também busca lembrar Karen Terahata, de 38 anos, diagnosticada com depressão e síndrome do pânico. Ela hoje mantém o blog "Sem Transtorno" para esclarecer "pontos negros" sobre essas doenças. E o uso de medicamentos é um dos principais:   - Um dos meus objetivos com o blog é quebrar preconceitos, entre eles o da medicação. Claro que nem todos devem usá-la, mas eu mesma resistia ao uso pelos medos criados na sociedade: de que causam dependência, são a falsa pílula da felicidade, e por aí vai. Hoje tenho uma qualidade de vida que não tinha.   Sobe valor pago a hospitais por aborto legal Zero Hora   SUS pagará R$ 443 pelo procedimento, ante os cerca de R$ 170 atuais; forma de registrar os casos também muda   Mudanças constam em portaria do Ministério da Saúde; PSC diz em nota que irá à Justiça contra o governo   Em portaria publicada quinta-feira (22), o Ministério da Saúde modificou a forma de registrar os casos de aborto legal realizados na rede pública. A pasta também aumentou o valor pago pelo procedimento.   O aborto legal é realizado pelo SUS em casos de estupro, de risco à vida da mãe e de fetos anencéfalos. Não houve alteração nessa definição ou na lista de serviços de saúde credenciados.   Com a alteração, a intervenção passa a ser registrada em categoria própria (interrupção da gestação ou antecipação do parto).   Até então, os registros entravam em uma categoria mais ampla, de curetagem (método usado também em outras situações, além do abortamento).   Assim, afirma a Saúde, o país terá registros mais precisos sobre o número de abortos legais realizados.   A outra mudança é no valor coberto pelo SUS, que passou de cerca de R$ 170 pagos pela curetagem para R$ 443 pelo procedimento do aborto.   Para Télia Negrão, diretora da Rede Feminista de Saúde, o aumento no valor de cobertura deverá derrubar uma das barreiras alegadas pelos hospitais para não realizar o aborto legal: a de que o recurso era insuficiente para cobrir o procedimento.   "A portaria assegura que todos os procedimentos serão cobertos. É uma barreira a menos", diz ela.   REAÇÃO   Na sexta-feira (23), o PSC (Partido Social Cristão) informou que apresentará uma ação judicial contra o governo devido à portaria, que vê como a "oficialização do aborto no Brasil".   "Este governo não apenas desdenha das necessidades da população, como saúde, educação, transportes e segurança pública, como avança sobre princípios elementares da existência humana", diz nota do partido.   "A portaria assegura que todos os procedimentos serão cobertos. É uma barreira a menos" - Télia Negrão -Diretora da Rede Feminista de Saúde   Você tem sede de quê? (Jairo Bouer)   Na última semana em Genebra, durante a Assembleia Mundial da Saúde, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, defendeu uma maior regulamentação das propagandas de cerveja aqui no Brasil. A informação é do correspondente do Estado Jamil Chade. Mas será que essa intenção tem chance de se concretizar, vencer as resistências no Congresso e da indústria de bebida e conseguir sair do campo das muitas promessas feitas em conferências internacionais?   A atual lei restringe apenas a publicidade de bebidas com teor alcoólico mais alto (destilados, vinho) nas primeiras horas da noite. Assim, as cervejas e as bebidas "ice", justamente duas das categorias que têm forte apelo junto ao público jovem, escapam da regulamentação e podem ser exibidas antes das 21 horas.   Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) duas semanas atrás, já comentados nesta coluna no último domingo, mostram que ocorreram mais de 3,3 milhões de mortes no mundo em 2012 por causa do álcool (mais que as mortes por aids, violência e tuberculose juntas). Os números mostram que o consumo per capita de bebida no Brasil é um dos mais elevados do mundo.com quase 9 litros/ ano entre os maiores de 15 anos. A média mundial é de pouco mais de 6 litros/ ano. O relatório também mostrou que, enquanto na população adulta cerca de 7,5% fazem consumo abusivo esporadicamente, na população jovem esse índice alcança quase 12%.   Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) divulgada há duas semanas, durante o Seminário Internacional de Álcool e Violência, e publicada no Estado, mostra outro fenômeno preocupante: quase 90% das atléticas das universidades públicas e particulares de São Paulo têm algum tipo de parceria formal com a indústria de bebida para compra de cerveja por preço diferenciado, patrocínio a eventos e prêmios por desempenho nas vendas. O trabalho foi feito entre setembro de 2013 e maio de 2014.   A pesquisa mostrou ainda que metade dos universitários nunca pensou nos riscos do consumo de álcool. Já a outra metade experimentou situações de risco após exagerar na bebida, como dirigir brigar ou fazer sexo sem proteção.   E claro que hoje existe um apelo muito forte da bebida no público jovem. Para eles, festa com bebida em abundância e barata é sinônimo de diversão garantida. "Beber até cair" ou "ficar bem bêbado" são motivações difíceis de serem quebradas nesse universo. Pior, quanto mais cedo se inicia esse padrão de abuso, maiores as chances de o jovem ou o adulto vir a enfrentar um problema de dependência.   Propostas? Que tal uma discussão mais estruturada na escola sobre consumo responsável de álcool feita desde o ensino fundamental, de forma sistemática, seriada e adaptada à fase de vida do aluno. Depois, como pensar em projetos de recepção aos calouros nas universidades que discutam o tema dos impactos e riscos do uso nocivo de bebida já na primeira semana de aula? Para completar, que tal programas de identificação e suporte para quem enfrenta problemas de consumo nocivo (em tomo de 10% dos jovens que bebem) ? Que tal ampliar o debate sobre regulamentação de propaganda de cerveja e outras bebidas de baixo teor alcoólico de forma efetiva na televisão, rádio e internet? E a maior fiscalização sobre estabelecimentos que vendem ou permitem que o jovem beba em suas dependências? Que tal reavaliar o papel da indústria de bebida em eventos universitários esportivos ou culturais?   Talvez, dessa forma, com medidas que tenham foco em educação, prevenção e regulamentação de publicidade, se consiga reduzir o apelo e o impacto que a bebida tem com o jovem. Funcionou com o cigarro, que teve seu consumo reduzido nas diversas camadas da população, até mesmo entre os adolescentes. Será que, apesar das peculiaridades sociais e culturais, não poderia funcionar com o álcool também?   Dia Internacional da Tireoide alerta sobre importância de diagnóstico precoce. Correio Braziliense   O diagnóstico rápido de problemas na glândula tireoide melhora a qualidade de vida e evita complicações no estado de saúde, alertou o diretor da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, George Coura Filho, ontem, no Dia Internacional da Tireoide (25). A glândula fica na parte da frente do pescoço e é responsável por sintetizar hormônios que regulam o organismo. De acordo com George Filho, uma série de sinais e sintomas indicam que a tireoide não está funcionando bem, com reflexos em órgãos como coração, intestino e rins. No caso do hipertireoidismo, há perda de peso, palpitações e inchaço no olho. Já no hipotireoidismo, a pessoa sente sono excessivo, retém líquido, tem unhas e cabelos quebradiços e memória fraca.   O diretor da Sociedade de Medicina Nuclear alerta também para o surgimento de nódulos na garganta, que podem indicar a ocorrência de um câncer de tireoide. "O paciente tem que estar atento", disse. "Identificando que o seu organismo não se encontra da forma habitual, ou nódulos na garganta, procure um médico e inicie uma investigação", recomendou.   O diagnóstico e o tratamento das complicações da tireoide, que podem exigir a retirada da glândula, estão disponíveis no Sistema Único de Saúde, mas George avalia que é necessário aumentar a capacidade de atendimento público. "Muitas vezes, a oferta de exames e o acesso a consultas é menor que a demanda e isso pode atrasar o diagnóstico e prejudicar as pessoas".   Para identificar a doença, são solicitados exames de sangue, por exemplo, para verificar os níveis dos hormônios, ultra-som e cintilografia. O tratamento varia caso a caso.   O especialista esclarece que hábitos saudáveis, sem álcool e cigarros, além de uma ingestão suficiente de iodo, podem diminuir a incidência das complicações da tireoide.   Toffoli defende melhor internação no SUS mediante pagamento Agência Brasil   Supremo Tribunal Federal (STF) vai tratar da possibilidade de haver melhoria no tipo de acomodação do paciente e a contratação de profissional de sua preferência mediante o pagamento da respectiva diferença; para o ministro Dias Toffoli, do STF, esse tipo de internação, se permitida, faria com que “pessoas com menos posses fossem para um sistema mais precário e pessoas com mais posses, mesmo se utilizando do SUS, tivessem acesso a um serviço melhor de saúde”   O Supremo Tribunal Federal (STF) promove hoje (26), às 14h, audiência pública sobre internações hospitalares pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A discussão vai tratar da possibilidade de, em uma internação pelo SUS, haver melhoria no tipo de acomodação do paciente e a contratação de profissional de sua preferência mediante o pagamento da respectiva diferença.   De acordo com declaração do ministro Dias Toffoli, do STF, ao site do tribunal, esse tipo de internação, se permitida, faria com que “pessoas com menos posses fossem para um sistema mais precário e pessoas com mais posses, mesmo se utilizando do SUS, tivessem acesso a um serviço melhor de saúde”. A questão levantada é se esse tipo de internação fere algum princípio constitucional que confere ao SUS oportunidade de acesso igual a todos.   A discussão foi motivada por um recurso do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul contra a Justiça Federal da 4ª Região, que negou à entidade a possibilidade de estabelecer essa prática. Toffoli é o relator do processo. Durante a audiência, serão ouvidos 14 expositores, entre eles o ministro da Saúde, Arthur Chioro, falando em nome da União.   Entidades representativas de usuários, entidades hospitalares e conselhos de Estado também vão se manifestar na audiência, entre elas a Procuradoria-Geral da República, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar. Aosite do STF, Toffoli destacou ainda que a audiência pública é importante porque “para a deliberação jurídica, é necessário ter a compreensão da realidade fática que está ocorrendo no mundo real e não só no mundo das normas ou da Constituição Federal”.   Briga contra o campeão (Ricardo Boechat)   Faltando dez meses para o término da patente do Cialis é grande a movimentação de laboratórios interessados em fabricar um genérico feito à base da tadalafila. Algumas empresas já estão com pedidos de registros prontos para submeter à Anvisa. Eis o tamanho do negócio: o Cialis, lançado pela Eli Lilly no Brasil em 2003, lidera (22%) o mercado de produtos para a disfunção erétil, da ordem de R$ 1,2 bilhão por ano.

terça-feira, 6 de maio de 2014

CLIPPING SS&A 6/Maio/2014

CLIPPING - Saúde, Sexualidade & Afins
6/Maio/2014

Na véspera da Parada, Igreja Católica lançou nota em apoio à comunidade gay
Já é notícia

A Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo publicou na quarta-feira (30), uma nota em "defesa da dignidade, da cidadania e da segurança" dos homossexuais. O texto foi publicado às vésperas da 18.ª Parada do Orgulho de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais de São Paulo.

 "Não podemos nos calar diante da realidade vivenciada por esta população, que é alvo do preconceito e vítima da violação sistemática de seus direitos fundamentais, tais como a saúde, a educação, o trabalho, a moradia, a cultura, entre outros", afirma, em nota, a entidade da Igreja Católica.

 A comissão diz também que LGBTs "enfrentam diariamente insuportável violência verbal e física, culminando em assassinatos, que são verdadeiros crimes de ódio".

 A entidade convida "pessoas de boa vontade e, em particular todos os cristãos, a refletirem sobre essa realidade profundamente injusta das pessoas LGBT e a se empenharem ativamente na sua superação, guiados pelo supremo princípio da dignidade humana".

 Ainda de acordo com a nota, o posicionamento da entidade, "fiel à sua missão de anunciar e defender os valores evangélicos e civilizatórios dos direitos humanos, fundamenta-se na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, aprovada no Concílio Vaticano II: "As alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrais e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo", diz o documento.

 O diretor da Comissão Justiça e Paz da arquidiocese, Geraldo Magela Tardelli, afirmou que esta é a primeira vez que a comissão escreve "formalmente" a favor dos homossexuais. "A comissão tem uma missão, segundo D. Paulo Evaristo Ars: temos que dar voz aqueles que não tem voz. Neste momento, o que estamos percebendo é que há um crescimento de violência contra homossexuais, então a gente não pode se omitir em relação a essa violação dos direitos humanos", afirmou o diretor.

 Segundo ele, a realização da Parada Gay determinou a divulgação da nota. "Nós achamos que esse era o momento correto de colocar essa nota em circulação. Nós da Igreja estamos engajados na defesa dos direitos humanos e não compactuamos com nenhuma violação, independentemente da cor e da orientação sexual das pessoas", disse Tardelli.

Gravidez na adolescência
Zero Hora

A gravidez abaixo dos 18 anos, salvo raras exceções, não é planejada, torna-se um grande problema familiar e social, como adiar ou comprometer um futuro nos estudos e no mercado de trabalho, podendo repercutir por toda a vida. Com o processo de modernização e avanço da inclusão social, o início da maternidade tende a ser postergado, quando adolescentes têm a oportunidade de permanecer na escola e poder contar com boas ofertas de emprego. Esta autonomia profissional é fundamental para que a decisão de casar e/ou ter filhos seja feita de maneira livre e consciente.

Há no mundo 580 milhões de adolescentes e 7,3 milhões dão à luz por ano nos países em desenvolvimento, incluindo o Brasil. Destas, 70 mil gestantes morrem por complicações do parto. Na região, o número de gestantes adolescentes vem se mantendo estável, com leve tendência de queda nos últimos cinco anos, de 20% para 18% em média, o que equivale à média de 50 partos/mês na Maternidade Darcy Vargas, em Joinville. O estudo de nossa região mostra que 70% destes partos são de Joinville e 30% de cidades vizinhas, com maior número de Araquari, Barra Velha e Garuva.

É considerável o impacto na saúde pública, na assistência ao pré-natal e nas condições específicas e humanizadas para o atendimento destas gestantes e suas famílias. A gravidez nesta faixa etária sempre traz repercussão social e familiar, como a violência doméstica e a deturpação da sexualidade. O melhor caminho é a prevenção.

Para rompermos este ciclo e assegurarmos que as adolescentes alcancem o seu pleno potencial, podemos: 1) Investir em políticas, programas e ações que promovam os direitos, a autonomia e o empoderamento dos adolescentes, em relação ao exercício de sua sexualidade e de sua vida reprodutiva, sem coerção ou discriminação. 2) Garantir o acesso de adolescentes à informação e linguagem corretas e ao acesso à educação integral em sexualidade. 3) Assegurar o acesso às ações e aos insumos de saúde sexual e reprodutiva, como os métodos anticoncepcionais. 4) Envolver as famílias, comunidades e serviços profissionais de saúde na resposta adequada às necessidade e demandas dos adolescentes. 5) Garantir a participação de adolescentes nos processos de decisão como condição fundamental para os avanços e realização de seus direitos.

MG será o único Estado do mundo na Conferência Mundial da Juventude
O Tempo

Terceira edição do evento internacional vai ser realizada no Sri Lanka; governo estadual vai apresentar as propostas dos jovens mineiros para os Objetivos do Milênio

Minas Gerais é o único estado subnacional brasileiro presente na 3ª Conferência Mundial da Juventude, que será realizada na capital do Sri Lanka, Colombo, a partir desta terça-feira (6) até o próximo sábado (10). Cerca de 1,5 mil participantes, metade deles jovens de mais de 200 nações, vão se reunir no país asiático para compartilhar ideias, experiências e abordagens inovadoras para contribuir com o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio propostos pela Organizações das Nações Unidas (ONU).

Integrante da comitiva brasileira, o subsecretário de Juventude do Governo de Minas, Gabriel Azevedo, vai apresentar no Sri Lanka a carta redigida por jovens mineiros, que contém propostas para os Objetivos do Milênio pós 2015. O documento foi finalizado após a realização de 235 encontros municipais em Minas e da 3ª Conferência Estadual da Juventude, realizada em novembro de 2013 na cidade de Araxá, no Alto Paranaíba. Os eventos foram marcados pela participação do público jovem e por intensos debates.

“A ONU tem a iniciativa de construir os Objetivos do Milênio, que o Governo de Minas leva muito a sério. Colocamos essas discussões no âmbito das conferências da juventude, onde discutimos metas para Minas e pensamentos no pós 2015. Tudo isso virou um grande documento final que a ONU gostou e aprovou”, enaltece Gabriel Azevedo.

A carta (clique aqui para ler o documento na íntegra) traz mais de 70 objetivos, divididos em oito eixos temáticos: Erradicar a miséria e a fome, Educação de qualidade para todos, Igualdade entre gêneros, Reduzir a mortalidade infantil, Melhorar a saúde das gestantes, Combater a aids, malária e outras doenças, Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente, Todo mundo trabalhando junto pelo desenvolvimento.

“É importante mostrar que estamos atentos ao pós 2015 e que Minas é o estado brasileiro que mais dá atenção aos Objetivos do Milênio”, destaca o subsecretário. Em julho de 2012, o Estado se tornou, segundo a ONU, a primeira região subnacional do mundo a propor e assinar novas e mais desafiadoras metas a serem cumpridas até 2015. Em 2008, Minas Gerais já havia superado cinco dos oitos Objetivos do Milênio previstos.

“Em Minas estão sendo traçadas metas mais ousadas para os Objetivos do Milênio e os jovens foram convocados para essa tarefa. A ONU não é um governo internacional, ela não obriga governos a fazerem as coisas. Ela dá diretrizes e aquelas pessoas que estiverem mais conectadas na linguagem global vão atrás”, esclarece Gabriel Azevedo. Ao final da Conferência Mundial da Juventude, um documento único, chamado Plano de Ação Colombo, vai congregar as contribuições dos jovens de todo o mundo.

Luta contra a Aids

Entre os integrantes da comitiva nacional que vai desembarcar no Sri Lanka está o estudante mineiro de Relações Internacionais, Diego Callisto, de 26 anos. Natural de Juiz de Fora, na Zona da Mata, o universitário foi um dos dois jovens escolhidos pela ONU para representar o Brasil na conferência.

Apesar da pouca idade, Diego Callisto tem um grande histórico na luta contra a Aids, tendo participado de inúmeros eventos e ações no Brasil e exterior. “Minha militância começou na luta contra a Aids. Desde quando fui diagnosticado com HIV comecei a trabalhar com os jovens em pautas regionais e na América Latina”, conta.

Integrante do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), Diego Callisto não participou das conferências realizadas em Minas, mas, em âmbito nacional, defendeu a definição de uma agenda de enfrentamento da Aids e a disseminação da educação sexual e reprodutiva, especialmente no ambiente escolar e para o público LGBT. “Participei de reuniões na Venezuela e Uruguai, em 2012 e 2013, respectivamente. Antes já tinha ido à Zâmbia e Zimbábue”, explica.

No país asiático, Diego Callisto, ao lado de um estudante paulista, vai representar a juventude brasileira. O mineiro vai levar as contribuições de jovens de todo o Brasil, descritas em uma carta, para a discussão dos Objetivos do Milênio. “A carta é fruto de um mecanismo de escuta feito ao longo do tempo no Brasil, inclusive com consulta pública”, esclarece.

Carioca usa remédio por conta própria e põe saúde em risco
O Dia

Rio - O hábito pode trazer sérios riscos à saúde, mas faz parte da rotina de 91% cariocas: tomar remédio por conta própria. A taxa na cidade do Rio supera a média nacional, que é de 76,4%. Além disso, 32% dos brasileiros que se automedicam aumentam a dose do fármaco, para ‘potencializar os efeitos’, sem consultar especialistas.

Os dados, apresentados nesta segunda-feira são da Pesquisa sobre o Uso Racional de Medicamentos no Brasil, do Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação do Mercado Farmacêutico (ICTQ). No ranking das 12 capitais analisadas, o Rio de Janeiro ficou em quarto lugar. Salvador (Bahia) lidera a lista com taxa de 96,2%.

Cerca de 20% dos entrevistados usaram antibióticos no último ano sem consultar um médico antes. Já 61,4% dos que praticam o autoconsumo de medicamentos sabem das consequências do gesto. “Tomar antibiótico sem prescrição é muito sério, porque o organismo cria resistência ao remédio e ele perde o efeito”, explica Marcos Vinicius de Andrade, diretor de Pesquisa do ICTQ.

De acordo com Marcos Vinicius, aumentar a dose dos fármacos ingeridos sem consultar um especialista pode provocar intoxicação, lesões no fígado, sangramento intestinal e até morte. Ainda segundo o levantamento,72% dos brasileiros confiam na indicação de medicamentos feita pela família; 42,4% por amigos; 17,5% por colegas de trabalho ou estudo e 13,7% confiam na indicação de vizinhos (cada entrevistado podia indicar mais de uma opção).

A automedicação é a vilã? (Hélio Schwartsman)

SÃO PAULO - Pesquisa revela que 76% dos brasileiros recorrem à automedicação. Ainda mais temerário, 32% deles ajustam a dose da droga por conta própria. Ambas as práticas envolvem riscos. É preciso, porém, cuidado para não atirar a criança junto com a água do banho.

Antes de demonizar a automedicação e pintá-la como grande vilã da saúde pública, deve-se ter em mente que, dentro de certos limites, ela é um fenômeno desejável. A OMS, por exemplo, a descreve como "necessária" e com função complementar a todo sistema de saúde.

O importante aqui é não perder de vista a totalidade do espaço amostral. Se olharmos só para as intoxicações involuntárias e óbitos daí decorrentes, fica mesmo parecendo que a automedicação é um mal a eliminar. Mas é preciso considerar também que a esmagadora maioria das doenças que afetam a população é autolimitada, não requerendo mais do que o alívio dos sintomas.

Fazer com que a legião de pessoas que são diariamente acometidas por quadros virais menores e dores de cabeça benignas passe por um médico antes de ter acesso a um analgésico levaria os já saturados sistemas público e privado de atendimento ao colapso. A última coisa de que o SUS necessita é uma explosão da demanda motivada por casos triviais.

O desafio diante das autoridades é encontrar o ponto ótimo na regulação que não onere demais o sistema com consultas desnecessárias nem estimule voos muito arriscados na automedicação. Como é impossível dar conta da complexidade por meio de regras lineares, sempre haverá casos para os quais a norma se revelará ou fraca demais, facilitando a ocorrência de intoxicações evitáveis, por exemplo, ou rígida em excesso, fazendo com que pacientes que poderiam beneficiar-se de certos remédios fiquem sem acesso a eles.


A automedicação é indubitavelmente um hábito perigoso. Mas estar vivo o é ainda mais.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

#CLIPPING, Saúde, Sexualidade & Afins, 07/Fev./2014

CLIPPING
Saúde, Sexualidade & Afins
07/Fev./2014


ONU condena homofobia antes de abertura dos Jogos de Sochi
Reuters    

No primeiro discurso de um secretário-geral da ONU em uma sessão do Comitê Olímpico Internacional (COI), Ban Ki-moon condenou ataques e discriminação baseados na orientação sexual das pessoas.

- Ódio de qualquer tipo não pode ter lugar no século 21 – disse Ban, na véspera da abertura da Olimpíada de Inverno em Sochi.

A Rússia, sede pela primeira vez dos Jogos de Inverno, tem sido alvo de críticas desde que o governo emitiu uma lei contra a propaganda gay no ano passado, o que foi denunciado por restringir direitos de homossexuais e descriminá-los.

- Nós todos devemos elevar nossas vozes em relação a ataques contra lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros ou intersexuais – disse Ban na quinta-feira, no balneário localizado na costa do mar Morto.

- Nós devemos nos opor a detenções, prisões e restrições discriminatórias que eles enfrentam.

O presidente russo, Vladimir Putin, defende a lei sob alegação de que protege minorias e tem declarado que os homossexuais não serão discriminados durante a Olimpíada de Sochi.

Até 86 milhões de meninas poderão sofrer com mutilação genital feminina até 2030, alerta ONU
ONU

Aprovando com unanimidade na Assembleia Geral da ONU, é lembrado nesta quinta-feira (6) o Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina. Para marcar a data, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que “não há nenhuma razão religiosa, de saúde ou de desenvolvimento para mutilar ou cortar qualquer menina ou mulher”.

“Embora alguns argumentem que é uma “tradição”, devemos lembrar que a escravidão, as mortes por honra e outras práticas desumanas foram defendidas com o mesmo argumento”, afirmou Ban.

 Segundo o chefe da ONU, a data é uma oportunidade para enfrentar este problema persistente, bem como para encontrar esperança em iniciativas que provam que se pode acabar com a esta prática.

“Apenas porque uma prática dolorosa existe há muito tempo não justifica sua continuação. Todas as “tradições” que rebaixam, humilham e ferem são violações dos direitos humanos que devem ser ativamente combatidas até que acabem”, lembrou ele.

 A prática está caindo em desuso em quase todos os países, mas ainda está assustadoramente espalhada pelo mundo, informou a Organização. Embora dados estatísticos seguros sejam difíceis de obter, estima-se que mais de 125 milhões de meninas e mulheres tenham sido mutiladas em 29 países na África e no Oriente Médio, onde a prática prevalece e onde há dados disponíveis.

 Se as tendências atuais persistirem, cerca de 86 milhões de meninas em todo o mundo estão sujeitas a sofrer a prática até 2030. “Ásia, Europa, América do Norte e outras regiões não são poupadas e devem estar igualmente vigilantes para com este problema”, destacou Ban.

 O secretário-geral se demonstrou esperançoso quanto ao problema, lembrando que recentemente, Uganda, Quênia e Guiné-Bissau adotaram leis para pôr fim à prática. “Na Etiópia os responsáveis foram presos, julgados e penalizados com ampla cobertura da imprensa, conscientizando dessa forma o público”, destacou.

ONGs criticam campanha polêmica contra o câncer
BBC Brasil

Uma campanha de alerta sobre o câncer de pâncreas tem sido criticada por mostrar pacientes afirmando desejar ter uma outra forma da doença.

A campanha da 'inveja', da ONG Pancreatic Cancer Action, mostra pacientes afirmando que prefeririam ter câncer na mama, na coluna cervical ou no testículo.

A entidade afirmou que seu objetivo era mostrar que outros tipos de câncer apresentam maiores índices de sobrevivência.

Mas organizações que lidam com pacientes de câncer de mama criticaram a ONG por 'colocar um câncer contra o outro'.

'Todos os cânceres são horríveis'

Cerca de 8.000 pessoas são diagnosticadas com câncer no pâncreas a cada ano, mas para muitos o diagnóstico chega tarde demais - e a única forma de tratamento, a cirurgia, já não pode ser realizada.

Apenas 3% dos pacientes conseguem atingir uma sobrevida de cinco anos - muito inferior à dos tumores de mama (85%), testículo (97%) e cervical (67%).

A média de expectativa de vida para pacientes de câncer no pâncreas é de quatro a seis meses.

Ali Stunt, a fundadora da Ação do Câncer Pancreático - que sobreviveu à doença - afirmou: 'Lamentamos se essa campanha entristeceu alguém e nossos corações estão com qualquer um afetado pelo câncer'.

'Todos os tipos de câncer são horríveis e são algo que não desejo para ninguém'.

Mas ela disse: 'Nosso anúncio não está dizendo que alguém deseja ter câncer, mas que prefeririam trocar o câncer no pâncreas por outro tipo de câncer que oferecesse melhores chances de sobrevivência'.

'Nós selecionamos de propósito tipos de câncer da campanha que têm taxas significativamente maiores de sobrevivência que o câncer no pâncreas'.

Cuidado com vibrador e sexo oral evita DSTs entre lésbicas (Jairo Bouer)
Do UOL

Mulheres precisam tomar cuidado para não contrair DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) também ao ter relações sexuais com parceiras do mesmo sexo. O risco de se contaminar é menor do que nas relações heterossexuais ou entre dois homens, mas existe, enfatiza o médico e colunista do UOL Jairo Bouer nesta edição do @saúde.

No sexo oral, os riscos de se contrair uma DST são os mesmos qualquer que seja a configuração do casal. "Para evitar o contato direto da mucosa da boca com a vagina, as mulheres podem usar filmes plásticos ou uma camisinha cortada no formato de um quadrado", recomenda Jairo.

O colunista lembra que também existe risco de contaminação no compartilhamento de vibradores e outros artigos eróticos. "Se a mulher usa e passa para a outra usar pode acabar transferindo bactérias, vírus e fungos de uma vagina para outra", diz.

O melhor é que cada uma tenha o seu "brinquedo" ou que ele seja bem lavado antes de passar de uma para a outra. Ou, ainda, pode-se usar uma camisinha no vibrador e trocá-la quando a parceira for usar.

Assista aos demais programas do Jairo no UOL Saúde. E se você tem alguma pergunta sobre saúde, sexo ou comportamento, envie para drjairobouer@uol.com.br. Algumas questões serão selecionadas e respondidas nos futuros vídeos.

A Igreja Evangélica, o candomblé e as violências contra as mulheres (Carla Akotirene)
Correio da Bahia

Segundo os dados do Ipea, 61% dos óbitos oriundos das violências de gênero são de mulheres negras. Contudo, permanecem, ainda, a miopia e o descaso político acerca do atravessamento da religião neste fato, tendo em vista a naturalidade e as permanências, sem perder como perspectiva ideológica a demonização das religiões de matriz africana.

 Agressões e feminicídios, independentemente das classes, constituem fenômeno mundial, com repercussão em saúde e segurança pública, para os quais as intervenções do Estado requerem a interseccionalidade – abordagem prática, técnica e política cunhada pela feminista afroamericana Kimberly Crenschaw, de modo ativo para leituras sociológicas e intervenções consequentes.

 Por meio da interseccionalidade entende-se que, embora resida no patriarcado a ideologia fundante de opressões contra o público feminino, as mulheres negras estão estruturalmente posicionadas em dinâmicas sociais que possibilitam as mesmas serem atingidas simultaneamente e várias vezes por marcadores sociais além da raça e identidade de gênero.

 Ao olharmos para comunidades periféricas, por exemplo, percebemos a presença marcante de templos evangélicos, cumprindo o papel de poder e alcance terapêutico nas camadas médias, ao mesmo tempo proporcionando assimilações distorcidas sobre o lugar das mulheres dentro das relações sexo-afetivas quando permeadas por violências.

 Se junto à conquista da Lei Maria da Penha, os movimentos de mulheres e feministas demandam uma atuação antirracista e antissexista nos expedientes profissionais de acolhimento às vítimas de violência, urge, também, entender na referida formação das/dos profissionais a importância da interseccionalidade.

 De nada adianta acolher, escutar e encaminhar com celeridade as mulheres vítimas de violências à rede de atenção/proteção social cuja visão técnica não seja holística e integralizada. Se o olhar institucional não intuir haver nos contextos de violência o protagonismo de agressoras de arquétipo é viril.

 Quantas mulheres diariamente deixam de apresentar queixas contra agressores porque na acepção cristã, toda a mulher sábia deve edificar a sua casa, e somente a tola com a denúncia a derrubará com as próprias mãos (Provérbio 14:1)? Quantas apresentam em serviços de saúde falas referentes às lesões provocadas por supostas irmãs, na verdade, namorados?

 De cada 5 (cinco) atendimentos realizados às mulheres estupradas ou agredidas pelos companheiros, em três se verifica a ocorrência do discurso religioso, como desagregador da ruptura com o ciclo de violência e para uma denúncia justa.

 Mulheres de candomblé, com uma frequência menor que as neopentencostais também apresentam discursos atenuantes à violência de seus companheiros, sob a justificativa de estarem estes em falta religiosa com determinado orixá; que após a iniciação, a paz espiritual favorecerá o fechamento do ciclo da violência.

 Por outro lado há mulheres com a religiosidade identificada às santas e orixás guerreiras, não suscetíveis, portanto, a aceitação passiva de subordinações. E desta forma assinalam: “Somente Oxum pode me fazer chorar”. “Iansã, minha mãe, é guerreira, não deixará depender dele para nada”. “Bateu! descontei, pois sou de Santa Bárbara!”.

Importante para o atendimento à mulher vítima de violência a abordagem multiprofissional. Capaz de orientar a delegacia, porém atenciosa à orientação não jurídica das ialorixás que ao tomarem conhecimento de episódios violentos, indagam as entidades protetoras, buscam resolutividades de natureza penal, mas não exclusivamente do direito.

 Manifestas pelo racismo e sexismo institucionais fracassam as instituições todas as vezes que privilegiam como único protocolo de atendimento a sabedoria do médico, a natureza estritamente curativa, a orientação fim para a delegacia, para um novo contexto de violência, apressado e sem qualquer medida protetiva.

 Falha a instituição de  saúde quando na notificação não toma como dado estatístico a identidade religiosa da vítima. Negligencia as/os gestores/gestoras sobre o cenário epidemiológico do perfil de mulheres negras ou não negras fadadas pela religião aos ciclos de opressão.

 Os prestadores de serviços precisam de entendimentos raciais, de gênero e identidade religiosa. Lentes para enxergar além das marcas visíveis; indagar e construir silêncios e empatias.

 As/os profissionais da saúde e operadores do direito precisam de luz. Obrigam-se a estas categorias acenderem velas para instrumentalizações capazes de perceber masculinidades violentas, seus pontos de partida, condições religiosas e psíquicas, subjetividades, porque a religião e seus saberes marginalizados podem  ajudar na manutenção ou ruptura das mulheres com as violências de gênero.

 * Carla Akotirene  é assistente social da Secretaria Municipal de Saúde e mestra em Estudos sobre Gênero e Mulheres pela Ufba.

Em versão adolescente, quadrinho da Luluzinha mostra beijo gay e a reação homofóbica de pai
IG

Assim como a Turma da Mônica do Maurício de Sousa, um quadrinho ainda mais clássico ganhou versão adulta. A americana Luluzinha (Little Lulu, no original), criada em 1935, também deixou seus cachinhos infantis para trás, e se tornou parte de uma turma adolescente.

Em sua 57ª edição, a série “ Luluzinha Teen e sua Turma” decidiu tratar de homofobia. Um dos colegas de Lulu, que é gay, vai passar por problemas.

O jovem Edgar apareceu pela primeira vez na edição 49 da HQ, como um novo integrante da banda de Luluzinha, e logo se assumiu gay. Já na edição 51 apareceu com o namorado, Fábio, com direito a mãos dadas.

Neste mês de fevereiro, o casal protagoniza um beijo gay e enfrenta a fúria do pai de Fábio, que surge de surpresa em uma festa e intimida os namorados.  Ao que consta o diretor da escola onde a festa está sendo realizada entra na discussão e pede mais diálogo.

Absorvente feminino (Ancelmo Gois)

A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou a Fax Point Indústria Importação e Exportação Ltda., de São Paulo, a pagar indenização por danos morais de R$ 20 mil a uma ex-funcionária.

É que uma chefe, incomodada em ver um absorvente usado no banheiro, resolveu descobrir de quem era. Segue...  Só que ela, acredite, obrigou que as subordinadas baixassem as calças. A relatora da decisão foi a ministra Delaíde Arantes.