Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
domingo, 1 de fevereiro de 2015
[fonaids] JAIDS Novembro 2014 - P-D12 Rapid and Selective Increase in LDL levels in HCV genotype-1 infected patients using IFN/RBV-free regimens independent of HIV co-infection and treatment duration
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Pesquisa desenha o mapa da hepatite C//USP mostra que transmissão do vírus está associada a grupos sociais e que exposição a drogas aumenta risco de c
Cortesia Clipping Bem Fam(14/07/010)
segunda-feira, 29 de março de 2010
Hepatite C 2
Chance de transmissão da hepatite C é reduzida por relações estáveis
Agência Notisa
29/03/2010
RIO DE JANEIRO - De acordo com artigo publicado no Brazilian Journal of Infectious Diseases, as chances de contaminação pelo vírus da hepatite C (HCV) são mínimas ou desprezíveis em casais estáveis e que utilizam devidamente as medidas de proteção contra DSTs. O trabalho é de autoria de Márcia Bessa, do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz (Fundação Oswaldo Cruz) e da Escola Bahiana de Medicina (Fundação Bahiana para Desenvolvimento das Ciências) e colegas, e foi disponibilizado na edição de agosto de 2009 do periódico.
Segundo os autores, “o estudo envolveu pacientes de duas clínicas de hemodiálise: uma de Salvador (BA) e outra de Feira de Santana (BA)”. Eles alegam que “em Salvador, 22 (9%) dos 241 pacientes submetidos à hemodiálise já haviam gerado três resultados positivos no teste ELISA. Doze pacientes mantinham parceiros sexuais estáveis por mais de seis meses e nove deles aceitaram entrar no estudo. Em Feira de Santana, 54 (15%) dos 355 submetidos à hemodiálise já haviam gerado um segundo resultado positivo para o teste ELISA. Trinta e dois pacientes mantinham parceiros sexuais estáveis por mais de seis meses, e 26 deles aceitaram entrar no estudo”. Além disso, acrescentam eles, os envolvidos no estudo “responderam um questionário padrão que incluiu informações demográficas, histórico sexual e dados sobre outras exposições em potencial ao HCV. As entrevistas e primeiras colheitas de amostra ocorreram em junho de 2003”.
Os pesquisadores revelam que “o uso de camisinha foi declarado regular por um casal, esporádico por 11 casais, enquanto 23 casais declararam nunca ter utilizado. Dividir itens pessoais foi um ato comum na população estudada: 4 (11,8%) dividiam escovas de dente, 11(32,4%) dividiam lâminas de barbear e 24 (70,6%) dividiam cortadores e alicates de unhas. Sete casais (20,6%) dividiam todos esses itens e 2 (5,9%) não dividiam quaisquer”. O período médio de vivência dos casais, de acordo com eles, “foi de 16.6 ± 13.7 anos (mediana: 10 anos) variando de três a 52 anos. Os casais afirmaram que sua atividade sexual ocorria nos seguintes intervalos: diariamente (n=2 ou 15%), mensalmente (n=4 ou 12%) e ocasionalmente (n=6 ou 18%). O histórico de parceiros sexuais dos indivíduos estudados foi: menos de seis parceiros (76% dos pacientes e 73% dos parceiros), entre seis e dez (15 e 23%) e mais de 10 (9 e 4%). Três pacientes e três parceiros declararam histórico sexual com profissionais do sexo. Dois pacientes e um parceiro declararam doenças sexualmente transmissíveis prévias. Histórico de parceiros homossexuais foi declarado por um paciente”.
Clipping Bem Fam (29/03/010)