Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Travestis/Transexuais. Mostrar todas as postagens
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sábado, 1 de julho de 2017

Seminario Rg Sudeste IST, HIV,Hepatites P Pop Trans #Favela

1RO seminário Regional Sudeste sobre  IST, HIV/AIDS e Hepatites Virais para a População de Travestis e Transexuais Moradores de Favelas. 

O Grupo Conexão G é uma organização da sociedade civil, fundada em março de 2006 por um Grupo de Jovens que resolveram realizar ações de reflexões sobre a homossexualidade em favelas. A trajetória desse coletivo é caracterizada por um interesse em comum dos jovens de trabalhar com a minimização dos preconceitos vividos por este segmento de forma integrada e abrangente, com o foco na temática Direitos Humano e Promoção da Saúde da população LGBT moradora de favelas na cidade do Rio de Janeiro. Assim, o Conexão G nasce com a missão de pensar para o espaço da Maré um projeto de longo prazo. Consciente da necessidade de mobilizar um número significativo de pessoas e de competências para essa imensa tarefa, o Conexão G, como expressa em seu próprio nome, busca viabilizar uma ação coletiva e articulada, de forma a construir um projeto, com forte capacidade de impacto, com o objetivo de contribuir na transformação da realidade local e outros espaços de favelas. Para tal, o Grupo Conexão G estruturou suas iniciativas sobre dois eixos norteadores: combates à violência em suas diversas manifestações e Promoção da Saúde. De cada um desses temas decorre uma série de ações de curto, médio e longo prazo que mobilizam e agregam diferentes parcerias.

A falta de dados epidemiológico sobre a população de travestis, mulheres e homens trans de favelas no Brasil dificulta a elaboração de políticas públicas de direitos humanos voltadas à garantia, ampliação e manutenção dos direitos de pessoas trans no sistema único de saúde. A partir desta dificuldade o Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas com o financiamento do Ministério da Saúde/Departamento de Aids e Hepatite Virais realizará o I Seminário Regional Sudeste sobre IST, HIV/AIDS e Hepatites Virais para a População de Travestis e Transexuais Moradores de Favelas que tem como objetivo discutir sobre a definição e implantação de processos que promovam, no segmento populacional de travestis e transexuais de favela:  a redução de riscos para a infecção do HIV e outras IST e Hepatites Virais; encorajar a prática de comportamentos que assegurem a prevenção das DST/HIV/HV; e promover o fortalecimento da cidadania na defesa de seus direitos e cumprimento de seus deveres no SUS. Este evento representa a construção coletiva de um longo processo de luta por direitos básicos e é uma das mais importantes ferramentas de articulação social do Grupo Conexão G a nível interestadual.

O Seminário acontecerá de 19 a 21 de outubro no Centro de Artes da Maré. Endereço: Rua Bittencourt  Sampaio, 181 - Maré. CEP: 21044-040.

As pessoas selecionadas receberão passagem aérea, hospedagem e alimentação para o período do evento. O processo seletivo para o evento acontecerá através do preenchimento do questionário: https://docs.google.com/forms/d/19WGVU2uAZlXiem3ZMj9XVh1kB8_xmmJ4ElpQdPzgLdw/prefill

Os critérios para participação são:
- Ser travesti, mulher ou homem trans.
- Ser morador/moradora de favela dos seguintes Estados: Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

O processo seletivo seguirá o calendário abaixo.

INSCRIÇÕES:

30 de junho a 27 de julho de 2017.

ANÁLISE DAS INSCRIÇÕES:

28 de julho a 19 de agosto de 2017.

DIVULGAÇÃO DAS/DOS CONTEMPLADAS/DOS:

20 de agosto de 2017, a partir das 15h (horário de Brasília).

CONTATOS COM AS/OS SELECIONADAS/DOS:

21 a 25 de agosto de 2017.

Caso a pessoa selecionada não atenda os contatos do Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas por nenhum canal (telefone ou e-mail), a vaga será cedida ao próximo classificado.

Gilmara Cunha
Presidente do Grupo Conexão G Cidadania de Favelas

domingo, 16 de dezembro de 2012

Mais um ponto final na luta dos homossexuais


A homossexualidade era entendida como uma doença mental até 1973 e estava no mesmo grupo que necrofilia, pedofilia, zoofilia e outras mais pela chamada “Bíblia da psiquiatria”: o “Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais” (DSM). Uma forte reação de acadêmicos e ativistas conseguiu na época remover o termo do manual. Quarenta anos depois, a mesma publicação, que influencia profissionais de todo o mundo, realizará outra grande mudança. A partir do ano que vem, os transgêneros — grupo que inclui travestis, drag queens, transformistas e transexuais — serão retirados da classificação de doenças mentais.
A revisão da Associação Americana de Psiquiatria (APA), que coordena o manual com o apoio de 1.500 especialistas de 39 países, vem na esteira de recentes mudanças legais sobre os direitos dos homossexuais. Em 2010, o governo francês retirou a transexualidade das patologias psiquiátricas. Nesta semana, a Câmara de Deputados do Uruguai aprovou o casamento gay, e o projeto será enviado ao Senado. A lei já vale para Argentina, Islândia, Portugal, Suécia, Noruega, entre outros. No Brasil, a Justiça analisa caso a caso.
A médica e política americana Dana Beyer, transexual e ativista da causa, há uma década está no grupo de trabalho para a revisão do DSM-5, que foi aprovado este mês e será publicado em maio de 2013.
Houve grande resistência nos primeiros anos por pesquisadores mais velhos e conservadores, mas isto foi diminuindo ao longo dos anos — comentou Dana por email. — Muitas das mudanças foram impulsionadas na última década pelo reconhecimento de que nós, gays e transgênero, nascemos assim.
Dana lembra que, apesar da remoção da homossexualidade do DSM-2, de 1973, o termo continuou presente como uma subcategoria, a “homossexualidade egodistônica”, até 1987. Já o DSM-5 trocou o Transtorno de Identidade de Gênero por Disforia de Gênero, entendida como uma condição, e não mais um transtorno. Manteve ainda o “distúrbio transvéstico” (antes fetichismo transvéstico).
Precisamos removê-lo na próxima revisão — afirmou Dana. — A principal diferença é que a decisão de 1973 foi o que impulsionou o movimento gay, já essa revisão é uma aproximação da conclusão do movimento de direitos civis dos transgêneros.
Sociedade secreta e ativismo da história da APA
Já para a professora do Instituto de Medicina Social da Uerj, Jane Russo, que atua na área de gênero, sexualidade e saúde, a alteração na verdade mostrou que o movimento gay já estava forte naquele período:
Em 1969, marca-se o surgimento do movimento gay, e em 1970, o grupo começou a pressionar a APA. Eles compareciam em congressos anuais da associação e faziam manifestações, não violentas, mas assertivas.
Jana conta que até este período, os próprios psiquiatras escondiam a sua orientação sexual.
Não tinha um veto oficial, nada que proibisse um psiquiatra de ser homossexual, mas era mal visto. Exatamente porque a homossexualidade era considerada uma doença mental — explica ela.
Na época, inclusive, um grupo de psiquiatras homossexuais integrantes da APA reunia-se numa espécie de sociedade secreta. Jana explica, no entanto, que esta entidade tinha pouca participação política, e era mais um grupo de encontros sociais. Num dos congressos da associação, em 1972, ela conta que um psiquiatra envolto numa capa e com a cabeça coberta se declarou publicamente gay. O “Dr. Anônimo”, como se denominou, revelou que mais de 200 membros da APA eram homossexuais e que se encontravam secretamente.
A questão da homossexualidade no DSM é considerada uma das mais controversas de sua história, que teve início em 1952, segundo o ex-presidente da Associação Americana de Psicologia e professor de Psicologia da Universidade Temple (EUA), Frank Farley.
As questões de gênero e a homossexualidade na história do DMS sempre foram negativas. A Ciência progressivamente vem mostrando que não existem diferenças confiáveis e válidas relacionadas ao gênero. Existem muitos estereótipos sobre este tópico — disse Farley, por email.
Psiquiatras “tratavam” comportamento gay
Apesar da revisão sobre homossexualidade, foi somente em 1992 que a Organização Mundial de Saúde (OMS) alterou o termo na sua Classificação Internacional de Doenças (CID) — também passando por reformulação e com aprovação prevista para 2015. Ambos os guias servem de bases para profissionais de saúde e pesquisadores.
A mudança foi oficializada na década de 1980 pela Sociedade Brasileira de Psiquiatria, que alterou a associação da homossexualidade com uma doença. Já em 2008, o Sistema Único de Saúde (SUS) regulamentou a cirurgia de mudança de sexo.
Coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da USP, a psiquiatra Carmita Abdo afirma que antes do anos 70, também no Brasil, os homossexuais eram condicionados a manifestar atração pelo sexo oposto:
Como isto acabava levando os indivíduos a quadros de depressão, surtos psicóticos e suicídios, os pesquisadores começaram a questionar se era realmente um tratamento adequado.
Carmita explica que a tendência da psiquiatria hoje é compreender a homossexualidade (e não homossexualismo, termo que remete à doença) como uma orientação que incide menos do que a heterossexualidade, mas que não é patológica, ou seja, “é apenas uma característica”, afirma.
A sexualidade não é estática. Ela acompanha as mudanças sociais e culturais — comenta Carmita, que relembra. — No início do meu trabalho, há 35 anos, eu recebia homossexuais querendo mudar sua orientação. Hoje eu recebo pais, geralmente de adolescentes, não para mudar a cabeça do filho, mas para poderem entender e aceitar melhor a situação, saber como conduzi-la.
Hoje o transexual é o que considera ter nascido no sexo errado, segundo entendimento da psiquiatria.
Distúrbios de personalidade, autismo e traumas
Além das mudanças relacionadas aos transgêneros, a quinta edição do Manual Diagnóstico de Transtornos Mentais (DSM-5), que será publicada em maio de 2013, restruturou também outros pontos de seus 20 capítulos. Ainda na área de sexualidade, a pedofilia terá os mesmos critérios de diagnóstico, mas será denominada como transtorno de pedofilia.
O DSM-5 manterá as dez síndromes que figuram no grupo de distúrbios de personalidade, entre elas, borderline, personalidade antissocial, obsessivo-compulsivo etc. Apesar de populares nas prateleiras de autoajuda, especialistas criticavam a dificuldade de diagnóstico destes. Na revisão, desta forma, será incluída um seção para encorajar novos estudos nas formas de diagnóstico clínico destes indivíduos.
O DSM tem uma abordagem melhor do que a que era utilizada antes de ele ser desenvolvido, já que ele tenta sistematizar e organizar os tópicos dos diagnósticos. Isto era necessário naquele momento. Mas ele tem uma desvantagem, entre muitas outras, que é o fato de suas bases científicas serem muito fracas, prejudicando seu uso em vários pontos — comentou o ex-presidente da Associação Americana de Psicologia e professor de Psicologia da Universidade Temple (EUA) Frank Farley.
Os distúrbios pós-traumáticos terão mais atenção no DSM-5. Além de três, serão quatro diferentes transtornos, com especial foco em crianças e adolescentes.
Além disso, como militantes e alguns especialistas temiam, o autismo passará e figurar como espectro autista, num único quadro de transtorno. Isto acarreta na reuniam de outros distúrbios e leva ao desaparecimento de algumas síndromes, como a de Asperger. Em vez disso, haverá gradações, de leve a grave, dos sintomas autistas.
Com os avanços da clínica e do conhecimento científico, as mudanças eram inevitáveis”, justificou, num comunicado oficial, o presidente da Associação de Psiquiatria Americana, Dilip Jeste.

sábado, 25 de agosto de 2012

Inscrições para nova turma do projeto DAMAS_Convite_RJ


 INFORMANDO
*** Yone Lindgren ***
"Mistério é dar a mão..."
Movimento D'ELLAS
ABGLT-ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GAYS,LÉSBICAS,TRAVESTIS E TRANSEXUAIS
ABL- ARTICULAÇÃO BRASILEIRA DE LÉSBICAS
FOPEDH -FORUM PERMANENTE DE DIREITOS HUMANOS -RJ
CNCDLGBT - CONSELHO NACIONAL DE COMBATE A DISCRIMINAÇÃO LGBT/COMISSÃO DE LUTA CONTRA A HOMOFOBIA
CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS LGBT -RJ
FORUM  ESTADUAL DE ONGS /AIDS -RJ
FORUM DE  LÉSBICAS E  MULHERES BISSEXUAIS DO RJ
FORUM LGBT -RJ

De: Joao Mauricio Lamm 
Olá, tudo bem?
 
A CEDS está abrindo as inscrições para nova turma do Projeto damas.
 
Segue abaixo o pedido formal do Carlos Tufvesson.
 
Muito obrigado
 
À


Movimento D'ELLAS
 
A Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual do Gabinete do Prefeito, na pessoa de seu Coordenador, vem respeitosamente, informar que foram abertas as inscrições para a nova turma do Projeto Damas cujo publico alvo são Transexuais e Travestis. As inscrições serão encerradas no dia 06 (seis) de Setembro de 2012.
 

O Projeto DAMAS consiste em desenvolver e implementar programa de inserção cidadã de travestis e transexuais, focando a promoção social.
 
As candidatas poderão se inscrever através do telefone 2535 3564 ou pelo SITE da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual. www.cedsrio.com.br, onde também poderão obter maiores informações sobre o projeto.
 
Solicitamos que seja realizada a divulgação por essa entidade
 
Sem mais para o momento, aproveitamos para enviar nossas saudações
 
CARLOS TUFVESSON

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Reunião GT Plano Estadual HSH, Gays e Travestis

Prezad@s,
Confirmo que a reunião para formação do GT para acompanhamento do Plano Estadual de Enfrentamento da Epidemia HIV/Aids entre HSH, Gays e Travestis, acontecerá no dia 10/02 às 15:00 aqui na Rua México 128 sala 1101.
Conto com a colaboração de tod@s  para divulgação nos respectivos fóruns e encaminhamento de representantes.
Qualquer dúvida é só entrar em contato.
Abraços,
 
Elizabeth FernandesConsultora
Gerência de DST/Aids, Sangue e Hemoderivados
Secretaria de Estado de Saúde - SES/RJ
Rua México, 128 sala 412 Tel: (21) 2332-8272/2332-8271
www.saude.rj.gov.br/dstaids

Reunião em Brasília discute enfrentamento da juvenilização da Aids

Reunião em Brasília discute enfrentamento da juvenilização da Aids
Criar uma agenda para o enfrentamento da juvenilização da epidemia de
Aids, esse foi o objetivo da reunião realizada em Brasília, na Secretaria
Nacional de Juventude, na terça-feira, 31 de janeiro. Participaram da
atividade representantes do Departamento Nacional de DST/aids, da
Secretaria Nacional de Juventude, ABGLT, Conselho Nacional de Juventude
(Conjuve), ANTRA e RNAJVHA.

A reunião foi realizada por iniciativa da Secretaria Nacional de
Juventude, a partir de reivindicações de organizações LGBT e de pessoas
vivendo com HIV/aids e dos desdobramentos da II Conferência Nacional de
Juventude, quando dois grupos de trabalho aprovaram moção em apoio à
criação de um plano de ação para a área. As moções foram aprovadas no GT
LGBT e de Saúde, por iniciativa da ABGLT e da RNAJVHA, respectivamente.

A Secretária Nacional de Juventude da Presidência da República, Severine
Macedo reforçou o apoio à agenda, levando em consideração os próprios
dados da epidemia de Aids que expressam a gravidade do problema.

Entre os vários desafios, coloca-se de imediato a necessária incidência
política na tramitação do Estatuto da Juventude e a ampliação desse
debate, com a criação, pelos participantes da sociedade civil presentes na
reunião, de uma proposta consolidada, que poderá resultar em um plano de
enfrentamento da juvenilização da epidemia, proposta defendida tanto pela
ABGLT, Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e
Transexuais, quanto pela RNAJVHA, Rede Nacional de Adolescentes e Jovens
Vivendo com HIV/aids.

A criação de um plano de enfrentamento a juvenilização da epidemia de Aids
foi debatida também no II Encontro Nacional de Jovens Gays e Travestis,
realizado pela ABGLT em São José do Rio Preto/SP, em novembro do ano
passado.
Alessandro Melchior, coordenador técnico da APV e representante da ABGLT
na CAMS, Comissão de Articulação de Movimentos Sociais e Aids e no
Conjuve, apresentou na reunião os tópicos defendidos pela rede como
cruciais para o enfrentamento da Aids. “Há um financiamento
desproporcional das ações de prevenção, os dados da epidemia apontam em
direção contrária ao do financiamento. É preciso também continuar os
projetos de formação de lideranças e apoio para a promoção do advocacy em
direitos humanos e do controle social. Os dados da epidemia apontam que as
populações mais atingidas pela Aids são justamente aquelas mais
vulneráveis às violações de direitos humanos, como reconhece a própria
Unaids” afirma Alessandro.

O financiamento também foi um elemento apontado pela RNAJVHA como
fundamental. José Rayan, coordenador nacional da rede, defendeu que um
plano de ações na área, só terá efetividade com recursos financeiros
garantidos.

As entidades participantes deverão elaborar um esboço dessa agenda
nacional de enfrentamento da juvenilização da epidemia, que será
apresentado e discutido em Brasília, no mês de março. 

--
Alessandro Melchior
Twitter: @alemelc
(17) 88186373 - Oi
(17) 81187057 - Tim
(61) 81308001 - Tim
__ __ __ __ __ __

domingo, 15 de janeiro de 2012

CAMINHADA DA VISIBILIDADE DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS RJ

DIA 29 DE JANEIRO DE 2012 ÀS 17 HORAS,INDEPEDENTE DE SUA ORIENTAÇÃO SEXUAL E IDENTIDADE DE GÊNERO VENHA PARA COPACABANA PARTICIPAR DA CAMINHADA DA VISIBILIDADE DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS DO RIO DE JANEIRO. COM O TEMA "NÃO PRECISA GOSTAR,MAS TEM QUE ME RESPEITAR", A REDTRANS BRASIL ATRAVÉS DE SUA SECRETARIA DA REGIÃO SUDESTE EM CONJUNTO COM O GRUPO TRANSREVOLUÇÃO,GRUPO PELA VIDDA E SINDICATO D@S PR...OFISSIONAIS DO SEXO DO RIO DE JANEIRO ESTARÁ REALIZANDO A CAMINHADA DA VISIBILIDADE DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS DO RIO DE JANEIRO QUE TERÁ A CONCENTRAÇÃO À PARTIR DAS 16 HORAS NO POSTO 6 DE COPACABANA E O INÍCIO DA CAMINHADA ÀS 17HORAS HORAS DO DOMINGO DIA 29/01/2012 EM DIREÇÃO AO POSTO 2 DE COPACABANA, COM TÉRMINO PREVISTO PARA ÀS 18HORAS E 30 MINUTOS DO MESMO DIA. VENHA NÃO FIQUE DE FORA DESSE ATO DE CIDADANIA.
OBS. A concentração sera no Posto 6
Evento iniciado com FB de Indianara 
 Evento do Orkut: Nilo Geronimo Borgna
Apoio: http://ativismocontraaidstb.blogspot.com
 
 
A co 

PMs DE COPACABNA,DIZEM QUE VÃO ESPIRRAR SPRAY DE PIMENTA E DAR CHOQUE ELÉTRICO

Indianara Siqueira 15 de Janeiro de 2012 15:44
POLICIAIS MILITARES DE COPACABANA AGORA DIZEM...POLICIAIS MILITARES DE COPACABANA AGORA DIZEM QUE VÃO ESPIRRAR SPRAY DE PIMENTA E DAR CHOQUE ELÉTRICO NAS TRAVESTIS E TRANSEXUAIS QUE SE PROSTITUEM NA ORLA DE COPACABANA E QUALQUER UMA VAI TOMAR É SÓ FICAR NO CAMINHO DELES.ONTEM A VITÍMA DO CHOQUE ELÉTRICO DELES FOI A TRAVESTI YASMIN.

sábado, 14 de janeiro de 2012

CAMINHADA DA VISIBILIDADE DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS-RJ #semPreconceitos



Indianara
Siqueira
13 de Janeiro de 2012 22:27
DIA 29 DE JANEIRO DE 2012 ÀS 17 HORAS,INDEPEDENTE DE SUA ORIENTAÇÃO SEXUAL E IDENTIDADE DE GÊNERO VENHA PARA COPACABANA PARTICIPAR DA CAMINHADA DA VISIBILIDADE DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS DO RIO DE JANEIRO.
COM O TEMA "NÃO PRECISA GOSTAR,MAS TEM QUE ME RESPEITAR",
A REDTRANS BRASIL ATRAVÉS DE SUA SECRETARIA DA REGIÃO SUDESTE EM CONJUNTO COM O GRUPO TRANSREVOLUÇÃO,GRUPO PELA VIDDA E SINDICATO DAS PROFISSIONAIS DO SEXO DO RIO DE JANEIRO ESTARÁ REALIZANDO A CAMINHADA DA VISIBILIDADE DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS DO RIO DE JANEIRO QUE TERÁ A CONCENTRAÇÃO À PARTIR DAS 16

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Espero que a decisao do Governo Dilma se estenda...

Kawika Lgbt 13 de Janeiro de 2012 03:55
Espero que a decisao do Governo Dilma se estenda as mulheres lesbicas vitimas de lesbofobia e travestis, transgeneros e transexuais vitimas de transfobia.

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5509896-EI7896,00-Comissao+do+Senado+aprova+plastica+pelo+SUS+a+mulheres+agredidas.html
Comissão do Senado aprova plástica pelo SUS a mulheres agredidas
noticias.terra.com.br
Um projeto de lei aprovado nesta quinta feira na Comissão de Direitos Humanos do Senado prevê que mu...

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Travestis e transexuais usarão nome social



Travestis e transexuais usarão nome social
Publicação: 22/11/2011 08:00 Atualização:


Os servidores públicos transexuais e travestis do Ministério da Educação (MEC) poderão escolher o nome pelo qual querem ser tratados em atos e procedimentos promovidos no âmbito da pasta. Isso inclui identificação no crachá, endereço de e-mail, cadastro pessoal, entre outras informações de uso interno. A decisão foi divulgada na edição de ontem do Diário Oficial da União.

De acordo com a publicação, os direitos assegurados são restritos ao MEC, cabendo às autarquias vinculadas ao órgão a regulamentação própria. A Portaria nº 1.612 ainda prevê 90 dias para as mudanças propostas. Conforme o Diário Oficial, o nome social refere-se ao modo como travestis e transexuais são reconhecidos, identificados e denominados em sua comunidade e meio social.
Segundo Bianca Moura de Souza, funcionária pública da Secretária de Justiça do Distrito Federal e colaboradora da ONG Associação do Núcleo de Apoio e Valorização à Vida de Travestis, Transexuais e Transgêneros (AnavTrans), o uso do nome social é fundamental para a busca pelos direitos civis. “É uma forma de inclusão social mesmo. Ajuda a reforçar o direito dessas pessoas de viverem longe da marginalização”, avalia a transexual, que conseguiu trocar seu nome na Justiça, mas ainda aguarda a cirurgia de mudança de sexo. Apesar de considerar a iniciativa bem-vinda, o deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ) afirma que a decisão é tardia. “É vergonhoso que o ministério só esteja fazendo isso agora. Essa é uma demanda muito antiga do movimento LGBT”, argumenta.

A norma do MEC, porém, não é novidade. Em maio do ano passado, o Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão estabeleceu a Portaria nº 223 com o mesmo propósito. Segundo Evaldo Amorim, presidente da ONG Elos LGBT Distrito Federal e Entorno, essa adoção em espaços públicos e privados é um dos itens principais na luta do movimento. “Estamos garantindo aos poucos a cidadania até que se conquiste uma lei própria”, analisa.

Combate à homofobia
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, assinam hoje um termo de cooperação técnica para a articulação e a implementação de políticas de enfrentamento às homofobias no Brasil. A cerimônia ocorre na reunião do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e contará com a presença de representantes das secretarias estaduais de Segurança Pública de todo o país
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,12/2011/11/22/interna_brasil,279514/travestis-e-transexuais-usarao-nome-social.shtml#.Tsv_PahXyz8.facebook
 

Clipping 22.11.11



O Clipping de Notícias do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais é uma seleção de reportagens, entrevistas, artigos, cartas e demais conteúdos disponíveis em jornais e sites sobre assuntos ligados à temática das DST, aids e sexualidade. Os textos são a reprodução do que é divulgado na imprensa internacional e nacional e não representam necessariamente a opinião do Departamento, que divulga todos os conteúdos de forma transparente e isenta. A sinopse é o resumo dos textos considerados novos ou relevantes para o público interessado nos temas deste clipping. Boa leitura.

22.11.11
Número de portadores de HIV chega a 34 milhões e bate recorde
No mesmo dia em que foi divulgado o relatório mundial sobre AIDS, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que a campanha de combate ao HIV no Brasil será direcionada ao público jovem. A estratégia inclui o uso de mídias sociais, como o Facebook e o Twitter, além de shows e programas de TV. A campanha começa no dia 1º de dezembro e vai até o carnaval. Padilha negou que o governo tenha planos de reduzir gastos com publicidade sobre aids. O anúncio foi feito ontem, durante entrevista para apresentar o Relatório Global do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids). Segundo o diretor do Unaids no Brasil, Pedro Chequer, o documento faz algumas menções ao país. Uma delas, elogiosa, diz que o Brasil é um exemplo de eficiência na utilização de recursos para o combate à doença, pois o dinheiro é usado para prevenção e tratamento. O assunto foi destaque em toda a imprensa nacional.

Portaria publicada na edição de ontem do Diário Oficial da União assegura aos  transexuais e travestis o direito de escolher o nome pelo qual querem ser tratados em atos e procedimentos promovidos no âmbito do Ministério da Educação. Estão incluídos na norma o crachá e o e-mail. A norma prevê 90 dias para que o nome social passe a ser usado em todas as situações previstas. Entende-se por nome social o modo como travestis e transexuais são reconhecidos, identificados e denominados em sua comunidade e meio social. Os direitos assegurados abrangem os agentes públicos do Ministério da Educação, cabendo às autarquias vinculadas a regulamentação da matéria dentro de sua esfera de competência. O assunto foi destaque no Correio Braziliense e Jornal de Brasília.

Leia a íntegra das notícias no(s) arquivo(s) anexo(s)

ATENÇÃO: A partir de agora, as notícias do clipping serão atualizadas em tempo real. Para acompanhar a inclusão de textos ao longo do dia, basta acessar o site www.linearclipping.com.br/dst



2 anexos Examinar e baixar todos os anexos

22.11.11_2º Edição.doc
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22.11.11_1º Ediçao.doc
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Assessoria de Imprensa
Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais
Ministério da Saúde
Tel: (61) 3306-7010/7051/7033

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Acesso e Qualidade no Sus


Colegas, no último final de semana participei com meu Marido Odílio, ambos usuários do Sus, da Conferencia Estadual de Saúde de Goiás.

Falei no eixo de Acesso e Acolhimento com Qualidade no Sus.
 
Ponderei da necessidade de uma maior respeito as pessoas deficientes, ceg@s, surd@s, Cadeirantes, .... no acesso as Unidades de Saúde.
 
Explanei um pouco sobre o respeito que se deve ter com as pessoas Idosas que não podem entrar naquela corrente do espera um pouquinho, e com isso ficam 2, 3, 4 5 horas sem atendimento e sentindo dores. Em Goiás é comum antes do atendimento entregarem uma cor para a pessoa Vermelha será atendida primeiro, Amarela no meio tempo e Verde por´último.
Sugeri que a mesma lei da fila do banco, ninguem pode esperar mais de 20 minutos por atendimento fosse usada no Sus .
 
Falei sobre o acolhimento as pessoas vivendo com DSTs/Hepatites e sobretudo com HIV e da Necessidade do Conselho Estadual e Municipal criar a cadeira da Aids para que pessoas vivendo com HIV possam falar mais nos Conselhos de Saúde. . Expliquei que em 1980 a notícia de um resultado positivo para HIV é interpretado como morte para o/a usuária, e que 30 anos depois é interpretado de várias formas " Serei discriminad@, perderei o trabalho, serei excluído da escola, ficarei mais pobre, perderei minhas rela~ções afetivas e sexuais se alguém souber, me chamarão de promiscuo/a , estarei impedido/a de prestar concurso público, serei desaposentado, perderei grandes amigos, minha familia diminuirá, enfim Coloquei que o problema é o estigma e o preconceito contra as pessoas que vivem com HIV e que por isso, mesmo após 30 anos de Aids, os Governos não cumpriram a meta da Ungass de reduzir a zero o estigma e preconceito com quem tem HIV e por isso mesmo as pessoas muitas vezes deixam de fazer adesão ou tratamento continuo por causa do preconceito e discriminação.
 
Falei da porta de entrada para Travestis e Transexuais que muitas vezes não são sequer respeitadas no seu nome social, imagina no seu modo de ser , vestir, e seu comportamento cultural.
 
Falei das mulheres que já chegam cansadas de dupla Jornada, ou sofridas com o abandono dos maridos ou com a preocupação da saúde dos membros da familia e dela propria e que portanto merecem atenção redobrada.
 
Falei sobre o acolhimento e busca ativa de adolescentes e Jovens, que tem o mito de que não se adoecem e que muitas vezes estão sendo proibidos por conservaodres de receber informações e insumos de prevenção de doencças nas escolas.
 
Por fim falei da população indigena, negra , ribeirinha, do campo e da floresta que merece um olhar triplicado, pois nnunca foram priorizadas no SUS Urbano e que cada vez mais o material de comunicação e a atenção básica deve levar em conta as determinantes sociais e a divirsidade racial,. étnica e cultural de nossa população Brasileira.
 
Segue foto lembrança.
 
AbraSUS
 
Léo Mendes       
   
Liorcino Léo Mendes
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Travestis e transsexuais perseguidos em COPA:

Indianara Siqueira
Fui Expulsa outra vez com as minhas filhas travestis e transexuais de mais um apartamento em copacabana em pleno domingo acho q vou montar as camas no calçadão da atlantica,assim elas já dormem em frente ao local de trabalho e os clientes economizam no hotel,já q a cama já está ali.BOM CANSEI DE LEVAR AS DENUNCIAS DE DISCRIMINAÇÃO AOS GRUPOS E ASSOCIAÇÕES LGBTTIS E CENTRO DE FERENCIA LGBTT Q NA REALIDADE NADA FAZEM PELAS TRAVESTIS E TRANSEXUAIS Q SE PROSTITUEM,CANSEI E DESISTO
Indianara Siqueira
NA REALIDADE MESMO VIVENDO SOBRE AMEAÇAS E SOBRE"PROTEÇÃO AOS DEFENSORES DE DIREITOS HUMANOS", JÁ FAZ ALGUM TEMPO Q MORO EM APARTAMENTOS DE TEMPORADA COM AS MENINAS,SEMPRE PERGUNTO SE PODEMOS FICAR ALÉM DOS 30 DIAS INICIAIS PREVISTOS E A IM...OBILIÁRIA(Q É SEMPRE A MESMA DESDE DE FEVEREIRO DE 2011) ONDE EXPLICO Q MORO COM OUTRAS 6 PESSOAS FIXAS(PESSOAS REJEITADAS EM OUTROS LUGARES POR CHAMAREM A ATENÇÃO POR Ñ PODEREM ESCONDER SUA TRANSEXUALIDADE OU TRAVESTILIDADE) PODENDO AS VEZES ESSE NUMERO AUMENTAR OU DIMINUIR, DIZ Q SIM POIS A PREFERÊNCIA É NOSSA,MAS OS SINDICOS COMEÇAM LIGANDO PARA OS PROPRIETÁRIOS DIZENDO Q É UM MONTE DE TRAVESTIS Q MORAM JUNTAS E Q RECEBEM CLIENTES EM CASA,OS PROPRIETÁRIOS RECLAMAM COM A IMOBILIARIA,MESMO ALGUNS DOS APARTAMENTOS SENDO EM PREDIO COMERCIAL COMO É O CASO AGORA E ONDE TEM "PRIVÊS DE GAROTAS" INCLUSIVE COM CLIENTES DELAS BATENDO EM NOSSA PORTA,E MESMO Q O DONO DA IMOBILIARIA TENTE RESOLVER A SITUAÇÃO SABENDO Q SOU PRESIDENTE DO SINDICATO DOS PROFISSIONAIS DO SEXO DO RJ E MILITANTE LGBTTIS,COM B.OS DE OCORRÊNCIA REGISTRADOS CONTRA OS CONDOMINIOS,MULTAS DE ATÉ 800 REAIS PAGAS E MOSTRANDO Q O CODIGO BRASILEIRO DO MIN.DO TRABALHO PELO CODIGO 5198-5 DEFINE OS PROFISSIONAIS DO SEXO COMO OCUPAÇÃO LEGAL E QUE TEM INCLUSIVE DE PAGAR INSS COMO TAL,ELES Ñ QUEREM NEM SABER,ALEGAM Q FAZEMOS MUITO BARULHO DEPOIS DAS 22HRS(AS TRANS E TRAVES SAEM PRA TRABALHAREM ESSE HORÁRIO OU ESTÃO DORMINDO PARA IREM MAIS TARDE)E Q RECEBEMOS MUITOS HOMENS 9MESMO Q SEJAM NOSSOS AMIGOS GAYS ,JÁ SÃO TAXADOS DE CLIENTES) E QUE SÃO MUITAS TRAVESTIS(MESMO SENDO EM ALGUNS CASOS MULHERES PROSTITUTAS DO RIO Q AGREDIDAS E AMEAÇADAS ME PROCURAM) Q FREQUENTAM O LOCAL,JÁ Q TRABALHO COMO MILITANTE E AGENTE DE PREVENÇÃO ELAS VEM BUSCAR PRESERVATIVOS ASSIM COMO BUSCAR AUXILIO ADVOCACY E AÍ TENHO Q ESQUECER MEUS PROBLEMAS E RESOLVER O DELAS,JÁ Q AS Q MORAM COMIGO Ñ SE PREOCUPAM ,POIS COMO ELAS MESMA DIZEM"NO FINAL VC SEMPRE DÁ UM JEITO MAMY".COMO SEMPRE DIGO POSSO PEGAR MINHAS MALAS E ENTRAR EM UM AVIÃO E SUMIR PRA MINHA CASA NO PARANÁ,MAS E ELAS,PORQUE ABANDONÁ-LAS A MERCE DE MAFIAS DE CAFETINAGEM E MILICIAS DE COPACABANA.Ver mais
07 de agosto 
Indianara Siqueira
COMIGO MORA CAROL Q TEM CAPACIDADE FISICA E MENTAL REDUZIDA E Ñ PODE TRABALHAR PARA SE MANTER,DIL... Q SE RECUPERA DE UMA TUBERCULOSE,AL...Q DEPOIS DE QUASE MORRER AGORA VIAJOU PARA CAMPINAS MAS LOGO VOLTA E MENINAS Q PREFEREM MORAREM COMIG...O POIS SE SENTEM PROTEGIDAS PELA MINHA MILITÂNCIA,MULHERES Q AS VEZES DORMEM EM HOTÉIS DE COM CLIENTES POR Ñ TEREM PRA ONDE IR E Q DEIXAM SUAS MALAS GUARDADAS COMIGO,AINDA TENHO Q ME PREOCUPAR COM AS Q ESTÃO PRESAS COMO SAN... OU SÃO LIBERADAS COMO FA...,MULHERES Q AS PESSOAS DIZEM "ESSA ERA TÃO LINDA AGORA OLHA Q BAGULHO DROGADA" MAS Ñ SABEM Q ESSAS MULHERES COMO JACK...TEM UM FILHO DAWN E Q O FILHO NECESSITA DE CUIDADOS ESPECIAIS E Q DEPOIS DE ADQUIRIR A CONFIANÇA DELAS COMEÇO A SABER DAS HISTÓRIAS POR TRÁS DA "PUTA MULHER PUTA" OU PUTA TRAVESTI PUTA" Q ELAS SÃO COMO EU JÁ FUI E Q ESCONDEM A DOR POR TRÁS DE UM SORRISO PINTADO COM BATON EM CIMA DE UM SALTO ALTO A ESPERA DO PROXIMO CLIENTE Q COM ESSE SORRISO GANHO DELAS PENSARÁ Q ELE É ÚNICO AO MENOS POR ALGUNS INSTANTES.DESCULPEM O DESABAFOVer mais
07 de agosto às 21:52
Indianara Siqueira
NA REAL O CENTRO DE REFERENCIA RECEBE MINHAS DENUNCIAS DESDE Q TUDO COMEÇOU,SEMPRE VOU PESSOALMENTE COM B.OS DE OCORRENCIA,INCLUSIVE ALGUNS PROPRIETÁRIOS ONDE MOREI FICARAM A MEU FAVOR CONTRA O CONDOMINIO,DENÚNCIAS CONTRA O BALCONY UM BAR Q... EXPULSOU AS TRAVESTIS DO LOCAL NO INICIO DE 2010 E FOMOS PRA DELEGACIA E O FATO FOI DENUNCIADO PELO JORNAL O GLOBO,MAS INFELIZMENTE ELES DIZEM Q Ñ PODEM LEVAR MINHAS DENÚNCIAS PARA A OUVIDORIA PÚBLICA POIS ESSE Ñ É O PAPEL DELES,APENAS ME DAR ENCAMINHAMENTOS E EU TENHO Q LEVAR ESSA DENÚNCIAS EU MESMA,BEM DECIDI Ñ PROCURÁ-LOS MAIS JÁ Q DE NADA ADINATA,ACHO ÓTIMO O NOME SOCIAL TER SIDO APROVADO PELO GOVERNO DO RJ E OUTROS GOVERNOS ESTADUAIS E MUNICIPAIS,O BOM É QUE AGORA VC PODE SER UMA TRANS/TRAVE MORANDO NA RUA,SE DROGANDO,SE CONTAMINADO,TENDO SEUS DIREITOS VIOLADOS MAS AO MENOS TUDO ISSO SERÁ FEITO COM RESPEITO AO NOME SOCIAL ,POR FALTA DE POLITICAS PUBLICAS PARA ESSA POPULAÇÃO"MESMO Q A MAIORIA DAS ONGS SÓ RECEBA FINANCIAMENTO POR TEREM EM SEUS PROJETOS TRABALHOS VOLTADOS PARA TRAVESTIS E TRANSEXUAIS" TRABALHOS INEXISTENTES CLARO,ELAS CONTINUARÃO SENDO AS EXCLUÍDAS DOS EXCLUÍDOS.Ver mais
07 de agosto às 22:17 ·

  • Nilo Geronimo Borgna iNDIANARA MINHA SOLIDARIEDADE, E DEIXO PEDIDO QUE VC NÃO DESISTA!!! pOIS MESMO DIaNTE DE TAIS DIFICULDADES DEVEMOS TER EM MENTE NOSSA MISSÃO!!! vC PRESTA UM LINDO TRABALHO, E GOSTARIA EU TER UM LUGAR PARA AJUDAR TOD@S
    segunda às 16:18 ·  ·

  • Nilo Geronimo Borgna fAÇA UM TExTO PARA EU DIVULGAR NO BLOG<<<
    segunda às 16:20 ·

  • Nilo Geronimo Borgna pOSSO DIVULGAR SEU RELATO NO BLOG?
    segunda às 16:22 ·  ·


  • Indianara Siqueira PODE DIVULGAR NO BLOG SIM AMORE
    há 5 horas

 Via FaceBook
 

terça-feira, 12 de julho de 2011

Governo do Estado assegura direito de travestis e transexuais de usarem nome social

Governo do Estado assegura direito de travestis e
transexuais de usarem nome social
 Decreto de Sérgio Cabral foi publicado hoje (11) em Diário Oficial
Mais uma vez o estado do Rio de Janeiro legitima sua posição democrática e garantidora dos direitos civis da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Hoje, o Diário Oficial traz o decreto do governador Sérgio Cabral que assegura às pessoas transexuais e travestis capazes, mediante requerimento, o direito à escolha de utilização do nome social nos atos e procedimentos da Administração Direta e Indireta do Estado do Rio de Janeiro.
Entende-se por nome social o modo como as pessoas travestis e transexuais são reconhecidas, identificadas e denominadas na sua comunidade e meio social. Todos os registros do sistema de informação, cadastro, programas, projetos, ações, serviços, fichas, requerimentos, formulários, prontuários e congêneres da Administração Pública Estadual deverão conter o campo "Nome Social" em destaque, fazendo-se acompanhar do nome civil, que será utilizado apenas para fins internos administrativos.
“A pessoa transexual ou travesti poderá solicitar inclusão do nome social nos registros dos sistemas de informação, cadastros, fichas, requerimentos, formulários, prontuários e congêneres. Isso é mais uma vitória histórica e marcante para esta população, que há muito vem sendo violada em seus direitos humanos. O Rio de Janeiro é um exemplo para o país!”, orgulha-se o superintendente de Direitos Individuais Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado Assistência Social e Direitos Humanos, Cláudio Nascimento.
As denúncias referentes à não utilização do nome social pela Administração Pública Direta deverão ser encaminhadas para a Comissão Processante criada pela Resolução SEASDH nº 310, de 29 de dezembro de 2010, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, em razão da Lei 3.406/2000.
 Informações para a imprensa:
Márcia Vilella | Diego Cotta
Assessoria de Comunicação – SuperDir/Seasdh
Tels: 21 8158 9692 | 81589715
 

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Esse email é exclusivo para divulgação.

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Um arco-íris de felicidades


caso não queira receber essa mensagem entre em contato com: claudio.nascimentosilva@gmail.com




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terça-feira, 28 de junho de 2011

Nome Social - Travestis e Transexuais Aprovado:

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA Assegura às pessoas transexuais e travestis o nome social


Pessoal  abaixo e em  anexo   a resolução 014/11 
 do  CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA  que  assegura às pessoas transexuais e travestis o nome social.

Parabéns  ao  Conselho  Federal de  Psicologia que  mais  uma  vez    respeita a  identidade  de  gênero  das  pessoas.

Obrigado  e  continuamos  parceiros  na  luta   contra  homofobia.

Toni Reis
Presidente  da  ABGLT

 
RESOLUÇÃO CFP Nº 014 /11
Dispõe sobre a inclusão do nome social no campo “observação” da Carteira de Identidade Profissional do Psicólogo e dá outras providências.
O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais e regimentais, que lhe são conferidas pela Lei n° 5.766, de 20/12/1971;
CONSIDERANDO o direito à cidadania e o princípio da dignidade da pessoa humana, previstos no artigo 1º, inc. I e III da Constituição Federal de 1988;
CONSIDERANDO o direito à igualdade de todos os cidadãos perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, previsto no art. 5º da Constituição Federal de 1988;
CONSIDERANDO o disposto na Lei n.º 6.206/75, a qual dá valor de documento de identidade às carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional;
CONSIDERANDO que nos termos do artigo 14 da Lei n.º 5.766/71 e art.47 do Decreto n.º 79.822/77 e art. 47 da Resolução CFP n.º 003/2007, o documento de identificação do psicólogo é a carteira de identidade profissional;
CONSIDERANDO que o artigo 47 do Decreto n.º 79.822/77 estabelece que deferida a inscrição será fornecida ao Psicólogo Carteira de Identidade Profissional, em que serão feitas anotações relativas à atividade do portador, e
CONSIDERANDO decisão do Plenário do Conselho Federal de Psicologia do dia 17 de junho de 2011,
RESOLVE:
Art. 1º - Assegurar às pessoas transexuais e travestis o direito à escolha de tratamento nominal a ser inserido no campo “observação” da Carteira de Identidade Profissional do Psicólogo, por meio da indicação do nome social.
Art. 2º - A pessoa interessada solicitará, por escrito, ao Conselho Regional de Psicologia a inclusão do prenome que corresponda à forma pela qual se reconheça e é identificada, reconhecida e denominada por sua comunidade e em sua inserção social.
Art. 3º - Fica permitida a assinatura nos documentos resultantes do trabalho da(o) psicóloga(o) ou nos instrumentos de sua divulgação o uso do nome social, juntamente com o nome e o número de registro do profissional.
Art. 4º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília (DF), 20 de junho de 2011.
HUMBERTO COTA VERONA
Conselheiro - Presidente


nome "social" é reconhecido pelo CFP

Amigos/as; compas; e quem interessar.

O Conselho Federal aprovou uma resolução que dá o direito a travestis e transexuais psis de terem reconhecido seus nomes "sociais" na carteira de identidade profissional.

A Resolução 014/11 assegura que transexuais e travestis de todo o País tenha o direito de uso do nome social em documentos profissionais, como relatórios e pareceres, e na carteira de identidade profissional.
 
Ainda, infelizmente, o nome social deve ser acompanhado do nome civil.
 
A resolução já foi publicada em DO

Por favor, ajudem a divulgar mais esse direito, inclusive entre estudantes de psicologia!


Beijos e lutas

Bia Adura