Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador prevenção. Mostrar todas as postagens
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sábado, 22 de setembro de 2012




*** Yone Lindgren ***
"Mistério é dar a mão..."
Movimento D'ELLASABGLT-ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GAYS,LÉSBICAS,TRAVESTIS E TRANSEXUAIS
ABL- ARTICULAÇÃO BRASILEIRA DE LÉSBICAS
FOPEDH -FORUM PERMANENTE DE DIREITOS HUMANOS -RJ
CNCDLGBT - CONSELHO NACIONAL DE COMBATE A DISCRIMINAÇÃO LGBT/COMISSÃO DE LUTA CONTRA A HOMOFOBIA
CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS LGBT -RJ
FORUM  ESTADUAL DE ONGS /AIDS -RJ
FORUM DE  LÉSBICAS E  MULHERES BISSEXUAIS DO RJ

FORUM LGBT -RJ




Concurso Cultural Arte, Prevenção e Hepatites para Tatuadores e Manicures
As inscrições prorrogadas até 20 de outubro!
Prêmios até R$ 5.000,00 + 1 autoclave! Além de TV´s LCD 32”!
Ganhadores até o 15º lugar!
 
Tatuador: Envie um desenho digitalizado (300 dpi) – Não precisa estar tatuado – Com o tema Hepatites e suas formas de prevenção
Manicure: Envie uma foto da sua unha artística com o tema Hepatites e suas formas de prevenção
Tatuador/Manicure: Envie um relato de experiência (até 3.000 caracteres) sobre hepatites e suas formas de prevenção no ambiente de trabalho

segue a nova tabela:
Categorias
Desenho de Tatuagem
Arte em unhas
Relatos de experiência
1º lugar
R$ 5.000,00 + 1 autoclave
R$ 5.000,00 + 1 autoclave
R$ 5.000,00 + 1 autoclave
2º lugar
R$ 3.000,00 + 1 autoclave
R$ 3.000,00 + 1 autoclave
R$ 3.000,00 + 1 autoclave
3º lugar
R$ 2.000,00 + 1 autoclave
R$ 2.000,00 + 1 autoclave
R$ 2.000,00 + 1 autoclave
4º ao 15º lugar
TV´s LCD 32”
  
 
Participe!
Envie aos seus contatos Tatuadores e Manicures!
Poliana Borges
Consultora
Núcleo de Vigilância, Informação e Pesquisa
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Secretaria de Vigilância em Saúde
Ministério da Saúde
(61) 3315 7627/ 8220 3397
poliana.borges@aids.gov.br
 
Descrição: Descrição: twitter_1@Arteprevencao
Descrição: Descrição: facebook-1Concurso Tatuadores e Manicures
 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Ativistas vão às ruas criticar o `pouco caso` do governo

Quinta-feira, 30 de Agosto de 2012, 14:02

 
Ativistas vão às ruas criticar o `pouco caso` do governo com a epidemia de aids no País
APOIO






 


30/08/2012-13h45

Ativistas e representantes de pessoas que vivem com HIV e aids reunidos em São Paulo para os Congressos e Fóruns de Prevenção em DST, Aids e Hepatites Virais foram às ruas nesta quinta feira, 30 de agosto, para denunciar o que eles definem como "pouco caso" dos governantes com a epidemia de aids no País.

Na praça do Patriarca, no centro de São Paulo, eles exibiram cartazes criticando a falta de medicamentos, as unidades lotadas que não recebem mais novos pacientes com HIV, o sucateamento de alguns serviços de saúde e falta de conselhos gestores nos hospitais do governo de São Paulo.

O presidente do Fórum de ONGs/Aids do estado de São Paulo, Rodrigo Pinheiro, afirmou que o principal objetivo da ação é sensibilizar a população e o governo quanto ao declínio da resposta à aids no Brasil. “Não estamos deitados em berços esplêndidos”, afirmou.

Jorge Beloqui, professor e integrante do GIV (Grupo de Incentivo à Vida), destacou a ameaça de fechamento de leitos do CRT (Centro de Referência de Aids) e a rejeição do governo de discutir o tratamento como prevenção do HIV. Além disso, afirmou que os profissionais de saúde que são afastados por aposentadoria não são substituídos, o que faz com que falte médicos e enfermeiros para o atendimento.

A preocupação com o retrocesso dos tratamentos da América latina foi exposta por uma representante do Movimento Latino-americano e do Caribe de Mulheres Positivas. Segundo ela, o declínio da resposta brasileira pode acabar prejudicando e influenciando a dos países vizinhos. “A saúde não é comércio. É um direito humano”, afirmou.

Representantes de Minas Gerais e Pernambuco também estavam no ato representando o movimento social dos seus estados.

O protesto integra uma série de manifestações que vêm ocorrendo desde o início desta semana para reforçar os retrocessos nacionais contra a epidemia.

Ana Alkmim

domingo, 6 de maio de 2012

Prevenção das DST/HIV/aids_LGBT - Como receber e como gastar

Prevenção das DST/HIV/aids e hepatites virais durante as atividades de
mobilização do orgulho LGBT - Como receber e como gastar

Conteúdo extra:

1.Introdução
2.Apresentação
3.Como receber e como gastar
4.Produtos
5.Como elaborar o produto 1
6.Como elaborar o produto 2
7.Como elaborar o produto 3
8.Resumo

Anexos:

•Documento Orientador
•Modelos de nota fiscal e fatura

http://www.aids.gov.br/video/2011/50111

Att,

DRA. HERLENI CAVALCANTE FARIAS

segunda-feira, 26 de março de 2012

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

RJ: Bloco da Prevenção - Samba Enredo

VESTIU UMA CAMISINHA LISTRADA E SAIU POR AÍ...
(Bloco da Prevenção)
 
Para ouvir o Samba, acesse o link
 
 
DIA 17 DE FEVEREIRO
SEXTA-FEIRA
 
Concentração a partir das 17 hs
 
 
Candelária
(Av. Pres. Vargas/ Rio Branco)

Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro
 
PRESIDENTE ALMIR AGUIAR
DIRETORA CULTURAL MARIA IZABEL MENEZES
CARNAVALESCO MARCO AURÉLIO HAMELLIN
 
ENREDO:
"É NESSA ONDA QUE EU VOU, É NESSA ONDA YAYÁ1 É O BAFO DA ONÇA, O BOLA PRETA, O CACIQUE DE RAMOS E TANTOS OUTROS QUE O CAMISINHA VEM HOMENAGEAR!"
 
AUTORES: Edison Silva, Lucas Moreno, Claudinho do pagode e Lindauro
 
Praça onze
Reduto dos antigos carnavais
Tia Ciata, Tias Baianas
Tempos que não voltam mais
O samba venceu a burguesia
Vem tirar onda e cair dentro da folia
Tem Bafo da Onça,
Tem Cacique e Bola Preta
Vem pro ‘Camisinha" BIS
Dar beijinho na bochecha
Oh! meu patrão
Seu lucro é grande
E meu salário tão pequeno
Oh! Meu patrão
Tô no sufoco, to zerado e to sofrendo
É carnaval
Dou um alerta pra população
Fazer amor é tão gostoso
Beber cerva é prazeiroso
Quando tem moderação
Refrão
É nessa onda que eu vou
Vem nossa onda Yayá
É neste embalo que os bancários vão passar.

 
  ____________________________________
 
O Bloco da Prevenção é uma realização do 
Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro
em parceira com:
 Fóruns ONG/Aids do Rio de Janeiro
Fórum ONGs Tuberculose RJ
Rede de Comunidades Sáudáveis
Gerência Estadual de DST/Aids e Hepatites Virais
Departamento de Aids e Hepatites Virais - MS

 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
 
Cel: (55.21) 9429-4550



 
 

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia. Se não ousarmos faze-la, teremos sempre ficado à margem de nós mesmos.”     (Fernando Pessoa)
        

terça-feira, 1 de novembro de 2011

COORDENADORIA ESPECIAL DE PREVENÇÃO À DEPENDÊNCIA QUÍMICA COMUNICADO Via#FB


Kakau Moraes
Saiu no diário Oficial gente... COORDENADORIA ESPECIAL DE PREVENÇÃO À DEPENDÊNCIA QUÍMICA COMUNICADO “Há Gente Jovem na Prevenção” O Gabinete do Prefeito da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Coordenadoria Especial de Prevenção à Dependência Química (CEPDQ), dará início hoje, dia 31/10/11 ao Curso de Capacitação “Há Gente Jovem na Prevenção”, para as 5ª e 6ª turmas de Jovens Apr...endizes da Pastoral do Menor da Arquidiocese do Rio de Janeiro,local onde será ministrado o Curso,atendendo a 50 adolescentes. O objetivo é oferecer caminhos possíveis para a compreensão desse complexo momento chamado adolescência, visando ampliar as possibilidades que legitimam as diferenças e particularidades de cada um, fortalecendo o protagonismo desses adolescentes, no processo de prevenção ao uso e abuso de drogas, direcionando a abordagem para valores, competências, talentos e qualidade de vida, sempre ressaltando os fatores de proteção da vida de cada indivíduo. Abordaremos os temas considerados mais importantes para a formação de agentes multiplicadores nessa área, entre elas: Adolescência; Drogas: Conceitos Básicos e o Cérebro; Autoestima; Resiliência; Fatores de Risco e Proteção; Relação Adolescente & Família; Sexualidade e Projeto de Vida. O Curso proporcionará a aquisição de habilidades e competências para a formação de comportamentos preventivos em relação ao uso de drogas e à dependência química, sendo de fundamental importância no trabalho de prevenção, pela sua grande capacidade de multiplicar e consolidar conhecimentos em todos os segmentos da Sociedade.

domingo, 4 de setembro de 2011

Seminário SAGAS na Prevenção às DSTs e ao HIV/AIDS

Seminário SAGAS na Prevenção às DSTs e ao HIV/AIDS na População LGBT

Nos dias 15 e 16 de setembro, a ABIA, em parceria com os grupos Somos, GRAB e Arco-Íris, realizará no Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim) o seminário “SAGAS na Prevenção às DSTs e ao HIV/AIDS na População LGBT”. Na ocasião, serão divulgados os resultados das atividades promovidas pelo projeto, que nos últimos três anos ofereceu aos participantes cursos de fotografia, oficinas de dança, arte, exposições, realizou ações de intervenção e prevenção as DSTs/AIDS em boates e outros pontos de encontro da população homossexual, promoveu debates, entre muitas outras atividades. O participante do seminário também poderá conhecer e debater sobre os desafios enfrentados no decorrer do projeto e suas possibilidades futuras.

Além dos debates, o participante do evento poderá conhecer os materiais informativos produzidos pelos participantes do projeto. Haverá também uma exposição de fotografias, vídeos e outros acessórios criados no decorrer do projeto Sagas, que, com apoio da Fundação Schoerer, buscou promover, desde seu início, atividades que estimulassem a diminuição das vulnerabilidades em relação à epidemia de HIV e a redução do estigma contra  a população HSH.

A participação é gratuita, mas é preciso enviar um e-mail para a secretaria do evento (seminario.sagas@abiaids.org.br) solicitando a inscrição, pois as vagas são limitadas. Gostaríamos de contar com a sua presença. Inscreva-se!

        Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2223 1040, falar com Juan Carlos . Em breve, a programação completa do seminário estará disponível no site www.abiaids.org.br

 
 
 
 
Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA)
Av. Presidente Vargas, 446/13º andar - Centro
Rio de Janeiro/RJ
Cep. 20071-907
Tel. 21 - 22231040
Endereço eletrônico:
www.abiaids.org.br


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terça-feira, 30 de agosto de 2011

UERJ: Congresso Universitario de Prevenção


A Universidade do Estado do Rio de Janeiro está promovendo, com a colaboração da UNAIDS, UNFPA, ONU Mulheres, LIESA, Ministério da Saúde, Secretaria Municipal e Estadual de Saúde e Universidade Veiga de Almeida, nos dias 08 e 09 de setembro de 2011, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Campus Francisco Negrão de Lima, o Congresso Universitário de Prevenção: Sexualidade, Direitos e HIV/aids
 
O evento visa integrar academia, comunidade, profissionais de saúde e gestores com o objetivo de gerar um compromisso político e social em torno de respostas que permitam intensificar a prevenção das DST e HIV/aids, comemorarando também os 21 anos do projeto “Só Alegria vai contagiar”.
 
 
ATENÇÃO
 
As inscrições estão sendo realizadas pelo site:
 
Página oficial do evento no facebook:
 

  

 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
 
Cel: (55.21) 9429-4550

A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Sobre el PrEP y los HSH


Muy estimados y estimadas, en referencia a la reciente discusión sobre el PrEP, quiénes nos encontramos comprometidos en el activismo por la prevención del VIH en poblaciones de hombres gay, bisexuales y otros hombres que tienen sexo con hombres, como es el caso de la Fundación Ecuatoriana Equidad, estamos convencidos que tanto la ciencia como las comunidades debemos abogar por todas las formas de prevención que sean posibles de tal manera que con por así decirlo “todas las formas de lucha” en algún momento de nuestras historias podamos detener el avance de la epidemia y en particular el número de nuevas infecciones como se ha propuesto en la última Reunión especial de las Naciones Unidas sobre el sida. Es por eso que como Fundación y activistas por la prevención nos suscribimos  a lo expresado en el siguiente documento de posicionamiento que lo pongo a consideración de todos y todas ustedes, con el ánimo de promover una discusión razonable, desprejuiciada y objetiva sobre lo que en materia de PrEP se refiere. Creemos a que este punto de la epidemia, requerimos más aliados que sumen sus fuerzas con relación a las nuevas posibles propuestas de prevención que de aquellos que hacen apología del miedo e inseguridad para provocar reacciones encontradas para imponer barreras a la prevención del VIH en HSH.
 
Saludos,
Orlando Montoya Herrera
Director Ejecutivo
Fundación Ecuatoriana Equidad
 

La caja de herramientas de prevención para VIH:
¿Se habrá convertido en “Caja de Pandora”?

La 6ta Conferencia sobre Patogénesis, Tratamiento y Prevención del VIH (IAS 2011) organizada por la Sociedad Internacional de SIDA entre el 17 y 20 de Julio en Roma, ha sido el marco para presentar los resultados y celebrar el éxito de tres investigaciones que han dado contribuciones importantes y nuevas esperanzas respecto a la prevención de la infección con el VIH. 
El primero de estos estudios, que ya había anunciado resultados en mayo de este año, es el denominado “HPTN 052”, un estudio patrocinado por la Red de Ensayos Clínicos de Prevención (HPTN por sus siglas en inglés) y financiado por los Institutos Nacionales de Salud de los Estados Unidos, que enroló 1,763 parejas serodiscordantes (donde uno de los miembros es VIH positivo y el otro es VIH negativo) demostró que el tratamiento temprano de la pareja infectada puede reducir la tasa de infección hasta en un 96%.  Este estudio multicéntrico se llevó a cabo en Botsuana, Kenia, Malawi, Sudáfrica, Zimbabue, Brasil, India, Tailandia y los Estados Unidos.
Los otros dos son estudios diseñados con el enfoque de profilaxis pre-exposición (PrEP), que es el uso de antiretrovirales (ARV) para el tratamiento de la infección por VIH en personas no infectadas con el virus para prevenir la infección.  Uno de ellos es TDF2, un estudio patrocinado y financiado por los Centros para el Control y Prevención de Enfermedades de los Estados Unidos (CDC por sus siglas en inglés) que demostró que el uso diario, una vez al día, de FTC/TDF, comercialmente conocido como Truvada®, por vía oral, redujo el riesgo de adquisición de VIH en 63% en un grupo de 1,219 mujeres, sexualmente activas de Botsuana. 
La otra investigación, “Partners PrEP” (Compañeros en PrEP sería la traducción al castellano), patrocinada por la Universidad de Washington y financiada por la Fundación Bill & Melinda Gates, enroló 4,758 parejas serodiscordantes en Kenia y Uganda, y asignó aleatoriamente a la pareja que era VIH negativa a uno de los tres brazos del estudio: un grupo de los no infectados tomó tenofovir (un componente de Truvada), otro grupo tomó Truvada y otro grupo placebo por vía oral, diariamente, una vez al día. La investigación demostró que aquéllos que recibieron tenofovir tuvieron en promedio 62% menos infecciones, y los que recibieron Truvada tuvieron en promedio 73% menos infecciones que los que fueron asignados al grupo de placebo.  En los tres estudios, los participantes recibieron las estrategias probadas de prevención como son condones y consejería de reducción de riesgo, entre otros.
Estos nuevos resultados cambian dramáticamente el panorama de la prevención del VIH.  En la sesión, “Controlando la Epidemia” en la conferencia de IAS, Sheena McCormack del Consejo de Investigaciones Médicas de Sudáfrica, presentó un diapositiva que resume el nuevo abanico de intervenciones clínicas para la prevención dando mayores “herramientas” para las estrategias combinadas.
Estos resultados presentan la eficacia promedio en cada una de las investigaciones, eficacia que está afectada por los niveles de adherencia a la medicación de estudio que los voluntarios tuvieron durante su participación en los mismos.
Sin embargo, lejos de celebrar estas nuevas herramientas y resultados tan prometedores para la prevención del VIH, las mismas se han convertido en objeto de una discusión que ha polarizado diversas opiniones.  A raíz de la publicación de la columna de Regan Hofmann, Directora en Jefe de la revista POZ http://blogs.poz.com/regan/archives/2011/07/not_drinking_the_pre.html, y traducida en partes por la Red Hispana de Personas Viviendo con VIH, muchos activistas han levantado su voz de preocupación respecto a la competencia de prioridades frente al uso de ARV para la prevención o el tratamiento en momentos en que los recursos son escasos y la accesibilidad a los mismos se torna complicada especialmente en el Sur. 
Creemos que es importante compartir algunas otras opiniones que se han planteado frente a algunos de los argumentos esgrimidos en la columna en mención (Refs.: David Evans, Project Inform, San Francisco, California, http://blogs.poz.com/davidevans/2011/07/prep_welcome_back_to.html; An open letter from HIV+ prevention advocates on pre-exposure prophylaxis (PrEP) and gay and bisexual men,http://www.avac.org/ht/display/ContentDetails/i/35914/pid/28024; Red Hispana de Personas Viviendo con VIH y el Informe Mundial del Foro Global de HSH: Acceso servicios de prevención de VIH y actitudes sobre estrategias emergentes http://www.msmgf.org/files/msmgf//Publications/prevention_sp.pdf).
1.      Las 11 investigaciones sobre PrEP, que se han llevado a cabo hasta el momento han sido iniciadas por investigadores independientes, mayormente asociados a universidades, y financiadas por instituciones gubernamentales (los Institutos Nacionales de Salud de los Estados Unidos) y/o fundaciones (Bill & Melinda Gates).  Las compañías farmacéuticas sólo proporcionan la medicación de estudio.  Las compañías farmacéuticas no han tenido ningún tipo de injerencia financiera, en el diseño del estudio o análisis de los resultados de estos estudios. 
2.      La PrEP diaria es una estrategia más de prevención efectiva que funciona en hombres y mujeres heterosexuales, y hombres gay y mujeres transexuales, y que puede usarse en combinación con otras medidas preventivas para incrementar la protección del individuo.  La PrEP no es una estrategia que necesariamente funcionará para todos, y tampoco es una estrategia para toda la vida.  Las personas pueden decidir cuándo la inician o dejan de tomarla dependiendo de la propia evaluación de su exposición al riesgo.  El gran avance que la investigación ha logrado desde el estudio iPrEx hasta Partners PrEP es que en la actualidad existe una nueva alternativa de prevención para quienes así lo decidan.  En el informe del MSM Global Forum (MSMGF) sobre acceso de servicios de prevención del VIH para HSH publicado recientemente (http://www.msmgf.org/files/msmgf//Publications/prevention_sp.pdf) se indica “...la PrEP es la primera intervención biomédica para la prevención del VIH que ha demostrado eficacia para reducir los riesgos del VIH entre los HSH. Por lo tanto, se la ha recibido con gran interés y entusiasmo. A medida que los ensayos de eficacia de la PrEP se implementan en varias partes del mundo, resulta importante examinar las actitudes respecto a las tecnologías de prevención emergentes entre los HSH en el contexto de la falta de acceso actual a los servicios de prevención del VIH básicos y comprobados. Debemos asegurarnos de que los HSH tengan un lugar significativo en el diálogo sobre cómo determinar el futuro de la prevención del VIH para comprender el potencial de las intervenciones de prevención existentes y emergentes en su totalidad…"
3.      El tratamiento de las personas que viven con VIH es una obligación moral.  Ofrecer tratamiento a toda persona VIH + que lo necesita puede tener un impacto mayor sobre la epidemia a nivel poblacional, contribuyendo a bajar la carga viral comunitaria. 
4.      La PrEP y el tratamiento como prevención no son estrategias competitivas sino complementarias.
5.      En los Estados Unidos, un conjunto de organizaciones de personas gays y bisexuales viviendo con VIH, basados en la premisa que las personas VIH + juegan un rol único y esencial en el esfuerzo para detener de la epidemia, ha escrito un manifiesto apoyando la estrategia de PrEP (http://www.avac.org/ht/display/ContentDetails/i/35914/pid/28024).
6.      La preocupación planteada de la existencia de 27.3 millones de personas viviendo con VIH que requieren tratamiento y que aún no lo tienen y de cómo se conseguirán los recursos para proporcionar ARV para PrEP  es legítima y es una discusión que tiene que darse y no será fácil, nunca lo es; pero esto no invalida a la PrEP como estrategia preventiva, y este argumento no puede ser el pretexto para promover divisionismo y la confrontación entre las personas VIH + contra las personas VIH negativas.
7.      La preocupación de que la efectividad de la PrEP depende de la adherencia a la medicación es real, pero toda estrategia preventiva que dependa del comportamiento humano lo es, inclusive el uso de condones.
8.      Uno de los argumentos más controvertidos de la columna es aquél que ha sido resaltado en la traducción que hace la Red Hispana como: “...la PrEP es un juguete sexual con fines de lucro para los occidentales ricos, disfrazado de [estrategia de] reducción de daños, y una herramienta de prevención para las personas marginadas en situación de riesgo para VIH”.  David Evans responde al mismo haciendo una referencia a los oscuros días de la epidemia, la época de las “víctimas inocentes”.  Este enunciado, sea adrede o involuntario, implica, a criterio de la autora, que existen personas que merecen esta intervención (los hombres gay blancos que paran en las discotecas) más que otras (http://blogs.poz.com/davidevans/2011/07/prep_welcome_back_to.html).  Nick Literski, quien es la primera persona en responder a esta editorial menciona, “...encuentro esta editorial...insultante.  Yo no soy un ‘occidental rico’, y no uso la PrEP como un juguete sexual.  Como un hombre VIH negativo en una relación serodiscordante, uso PrEP como parte de una estrategia de prevención con supervisión de mi médico...” (http://blogs.poz.com/regan/archives/2011/07/not_drinking_the_pre.html)
9.      Fabian Betancurt, haciendo alusión a la traducción hecha por la Red Hispana hace un planteamiento sensato, “...No creo entonces que este [la PrEP] sea un motivo para pensar en que se incrementaría la discriminación ni la medicalización de las orientaciones sexuales, ni a las poblaciones vulnerables; al contrario, me parece que este es sólo un sofisma de distracción para dejar de pensar en lo realmente importante, es decir en el acceso universal a los ARVS ¿qué importa si es Pre o Post la exposición, qué importa si se trabaja sexualmente o no, qué importa si se es trans, hetero, bi o pansexual? ¿No es acaso nuestra función como activistas y personas trabajando en torno al VIH luchar por la inclusión y accesibilidad para todos y todas? 
La PrEP no es la solución mágica a la epidemia del VIH/SIDA –ningún método de prevención lo es.  Hay que asegurarse que exista disponibilidad de una combinación de posibilidades (abstinencia, condones, sexo seguro, PrEP, tratamiento de las personas viviendo con VIH, microbicidas, circuncisión, etc.) para que las personas puedan elegir cómo mantenerse libres de VIH y los activistas debemos buscar comprometer las voluntades políticas para que esta alternativas de prevención estén a disposición de las personas que las necesiten.

domingo, 31 de julho de 2011

Novo horario do programa gasp-prevenção no ar.


CARÍSSIMOS,
 
O PROGRAMA GASP PREVENÇÃO NO AR MUDOU O DIA E HORÁRIO, A PARTIR DO DIA 03/08/11 QUARTA FEIRA PRÓXIMA , O PROGRAMA SERÁ DE 20:00 ÁS 21:00 HORAS (08 DA NOITE A NOVE DA NOITE) COM DURAÇÃO DE UMA HORA, VC PODE ASSISTIR PELA INTERNET NO ENDEREÇO: WWW.TVCARAVELAS.COM.BR OU PELO CANAL 12 DA NET AFILIADA DA TV BRASIL.
 
PARTICIPE, O PROGRAMA É AO VIVO E O FONE DA TV CARAVELAS É  031  3822-8327.
É O GRUPO GASP TRABALHANDO EM PROL DAS CAUSAS SOCIAIS, BUSCANDO ORIENTAR AOS SOROPOSITIVOS E A POPULAÇÃO EM GERAL QUANTO Á PREVENÇAÕ DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS, COMO O HIV/AIDS, E TBEM APOIANDO E ORIENTANDO OS PORTADORES DO VÍRUS E SEUS FAMILIARES.
 
BREVEMENTE TEREMOS NO PROGRAMA A PRESENÇA DE UM INFECTOLOGISTA, UM PNEUMOLOGISTA, PSICÓLOGOS, ASSISTENTES SOCIAIS, NUTRICIONISTAS E VÁRIOS OUTROS PROFISSIONAIS DANDO IMPORTANTES ORIENTAÇÕES.
 
PARTICIPEM, TODA QUARTA FEIRA DE 08 ÁS NOVE DA NOITE, PROGRAMA GASP-PREVENÇAÕ NO AR.
 
ATÉ O PROGRAMA,
 
 
JOSÉ APARECIDO.
 
 

IMPORTANTE MUDANÇA DE HORÁRIO PGM GASP PREVENÇÃO NO AR

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DE:
PARA:
Sábado, 30 de Julho de 2011 11:06

Corpo da mensagem

Olá tudo bem ? Estamos alterando o horário de exibição do programa GASP Prevenção no Ar, para toda Quarta Feira, de 20h as 21h, ao vivo, o programa terá 3 blocos com duração de 15m cada. Esta mudança também foi forçada devido aos altos índices de audiência do programa, parabéns a todos ! Iremos começar a partir desta semana, quarta feira 03/08/2011. Aproveitando, agendar durante a semana gravação com o Sr José Aparecido de um VT de 30s para chamada do programa.
Qualquer dúvida, é só retornar...

Vinicius Queiroga
TV Caravelas / Fundação FAVI

(31) 3822-8327               (31) 3822-8327     
(31) 8509-8329
 
     Grupo GASP
 Grupo de Apoio aos Soropositivos
"Quando a solidariedade fala com um toque"
Ipatinga, (31) 3822 4565

sábado, 2 de julho de 2011

Sobre o Alzheimer #Dicas #combate

Prezados(as)
Retransmito essa mensagem, omitindo o nome do autor porém mantendo sua apresentação inicial por acha-la importante na introdução do simples, porém interessante texto a que precede.
Se você gostar, faça o mesmo... afinal de contas é para isso que serve a internete.
___________________________________________________
Muito Interessante.
Estou seguindo o ”interessantíssimo” e porque não dizer, oportuno conselho de um amigo, e editando o texto com a mão esquerda para assim, também escapar do ALEMÃO...um tal de Alzheimer.

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Alzheimer- Interessantíssimo!!!

A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes por 60 segundos.

Sobre o Alzheimer
Roberto Goldkorn é psicólogo e escritor

Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia 'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo.

O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer.

Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que...', frase que me dá arrepios.

E o que fazer... para evitarmos essas drogas?

Como?

Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida 'bandida'.

Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer. Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.

Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos.. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos..


Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.


Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha? Hum... Preocupante). Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade.


Parodiando Maiakovski, que disse 'melhor morrer de vodca do que de tédio', eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.

Dicas para escapar do Alzheimer:

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.

Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.

Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios 'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional.

Tente fazer um teste:

- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho.

A proposta é mudar o comportamento rotineiro!
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar!

Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?
Que tal começar agora enviando esta mensagem, usando o mouse com a mão esquerda?

FAÇA ESTE TESTE E PASSE ADIANTE PARA SEUS (SUAS) AMIGOS (AS).

Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer!”
Sucesso para você!!!

Obs.: Esta mensagem foi enviada por mim, com a mão esquerda.

____________________________
 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293
Cel: (55.21) 9429-4550
A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago)
         

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Deputados do Rio criam projeto para prevenção ao aborto

Deputados do Rio criam projeto para prevenção ao aborto
Programa quer oferecer atendimento a grávidas em situação de risco
R7 | 17/06/2011
Os deputados do Rio de Janeiro se reuniram nesta quinta-feira (16) na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) para debater um projeto de lei que cria um programa estadual de prevenção ao aborto.
A proposta é oferecer atendimento multidisciplinar a mulheres grávidas em situação de risco social e financeiro. O programa dará assistência social psicológica e pré-natal, inclusive laboratorial, de graça durante a gestação, o parto e ainda no período posterior ao nascimento da criança. O projeto prevê ainda a orientação e o encaminhamento para que a mãe, que desejar, entregue a criança para adoção.
O Rio de Janeiro realizou nos últimos quatro anos 49.246 procedimentos pós-aborto, segundo fontes do Ministério da Saúde. No Brasil, a OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que 31% dos casos de gravidez terminam no aborto. Esse número mostra que três em cada dez mulheres grávidas praticam aborto.
O deputado Janio Mendes diz acreditar que o Estado precisa oferecer alternativas as gestantes.
- Durante muitos anos tivemos a discussão entre a sociedade, o Estado e entidades religiosas sobre a descriminalizaçao do aborto. Mas, alguns de nós paramos para discutir a ideia de se ter uma política publica para as mulheres grávidas que precisam de amparo e oportunidades. O aborto é uma atitude extrema, quem toma essa decisão na maioria dos casos não tem outra opção.
A proposta prevê também a criação de Casas de Apoio à Vida, onde as gestantes poderão encontrar atendimento de assistentes sociais, psicólogos e médicos, entre outros profissionais capacitados.
O projeto, que foi apresentado em maio deste ano, é de autoria dos deputados Jânio Mendes (PDT), Sabino (PSC), Myriam Rios (PDT), Roberto Henriques (PR), Márcio Pacheco (PSC) e Janira Rocha (PSOL).

terça-feira, 26 de abril de 2011

Video do segundo massacre ignorado por todos - Instruções

Luciane, amiga querida,
Assisti ao vídeo no Youtube http://www.youtube.com/watch?v=adjT6S79DgY
É verdade. Aconteceu um segundo massacre. Só que não foi em Realengo. Foi em todo o Brasil, alcançando milhões de crianças brasileiras.
Foi uma crueldade repórteres entrevistarem dezenas de crianças da escola Tasso da Silveira, perguntando o que elas sentiam pela morte dos coleguinhas
Ou quando visitaram algumas famílias, exibindo fotos e vídeos mostrando as crianças em cenas alegres, entrevistando novamente algumas crianças, provocando choro nelas
Foram dias de transmissão desnecessária da vida das vítimas – vivas e mortas – não se respeitando a vida privada dos seus familiares
E o esforço para eternizar a notícia em busca da audiência?
E o estímulo ao medo e pavor das crianças em relação ao que pode acontecer nas suas escolas?
A notícia do massacre de Realengo continuou sendo transmitida por dias com um grau de espetaculosidade, com estardalhaço, objetivando atrair o público, sem a menor preocupação com o trauma que causava à milhões de crianças em todo o país, que não tiravam os olhos da TV na parte da manhã e na parte da tarde.
Não foi suficiente noticiar ou informar. O que importou foi chocar, sobressaltar o telespectador, impedindo a criança saber o que é excesso, o que é irreal, o que é fato verídico.
A exploração continuou. Sem parar. A toda hora. A todo instante. Em todos os programas.
Durante dias não pararam os depoimentos de crianças e adultos, parentes da vítimas em prantos, com a exibição das imagens das crianças mortas. Exploração à exaustão.
Milhões de crianças foram aterrorizadas diariamente com imagens das crianças correndo e sendo assassinadas
Professores em todo o país registram casos de crianças que estão apavoradas de irem para escola! A veiculação da tragédia durante o dia, gerou graves conseqüências psíquicas às crianças
Praticou-se absurda violência quando os repórteres entrevistam crianças colegas de sala de aula das vitimas. Ou na residência dos vizinhos, expondo vídeos para provocar choro nos entrevistados.
É justo permitir a veiculação de imagens de crianças entrevistadas, em prantos?  Qual é a justificativa para a exposição permanente das crianças correndo e sendo assassinadas?
Desde o fatídico dia 7 de abril, lembrado como o Massacre de Realengo, uma segunda tragédia ocorreu: o massacre da mídia sobre milhões de crianças brasileiras.
Abaixo, segue matéria da revista Época que aborda as consequencias desse noticiário tresloucado e o que se deve fazer com as crianças.
Um beijo da
Barbara


Revista Época
Um drama como o de Realengo pode ter fortes sequelas – até para quem viu de longeCamila Guimarães e Eliseu Barreira Junior
 
SUPERPROTEÇÃO
Elifas Pereira Filho, a mulher, Silvania, e os filhos Murilo e Henrique, em 2008. Após a morte de Henrique, Elifas busca Murilo todos os dias na escola

Um dia depois do massacre na escola Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, a menina Pamela Ferreira, de 13 anos, disse que não quer mais voltar para a escola. “Tenho medo que aconteça de novo”, afirmou.
Pamela não teve contato com o assassino – estava no 4o andar do prédio, para onde conseguiu fugir com outros colegas. Ela não viu ninguém ser morto, mas perdeu uma amiga no tiroteio – Larissa, atingida dois lances de escada abaixo. E mostra sintomas comuns a quem passou por um forte estresse.
Em maior ou menor grau, todos os alunos da escola, e até pessoas que acompanharam o drama à distância, estão sujeitos ao estresse pós-traumático. É como se a intensidade dos sentimentos fosse capaz de fazer os 12 minutos do massacre se arrastar durante anos. Trata-se de um fenômeno já bem estudado, em episódios similares em outros países.
Em 2007, oito anos depois de sair ilesa do massacre da escola Columbine, nos Estados Unidos, Regina Rohde deu uma declaração na TV americana sobre como foi sua recuperação. Ela contou que levou muito tempo para parar de imaginar que qualquer pessoa na rua poderia atacá-la. “Demorou anos para eu conseguir retomar a rotina sem constantemente ficar olhando a meu redor. E a sensação de plena segurança nunca mais voltou.”
As sequelas são parecidas com as sofridas por quem passou por um sequestro ou tenha sido vítima de uma catástrofe natural, como a que matou quase 1.000 pessoas na região serrana do Rio de Janeiro, em janeiro. O medo de voltar para a escola é uma fobia típica de estresse agudo, a resposta mais rápida que algumas vítimas podem apresentar. Medo de que aconteça de novo, medo de que aconteça no trabalho dos pais, no parque, no shopping. Essas fobias podem vir acompanhadas de pesadelos, insônia, dificuldade de concentração, profunda tristeza. “São reações esperadas nos primeiros 30 dias”, afirma Cláudia Sodré Vieira, psicóloga e coordenadora do Instituto Karunã, especializado em atendimento psicológico em situações de emergência.
É possível que um acontecimento tão chocante deixe marcas até em quem não o presenciou. Crianças e adolescentes que assistiram ao drama pela TV têm forte empatia com as vítimas. Eles têm a mesma idade, frequentam o mesmo ambiente escolar e podem passar a acreditar que correm o mesmo risco. É preciso ficar atento.
“Pode ser que alguns tenham pesadelos e problemas para dormir e que até sintam, por um tempo, tristeza mesmo”, afirma Tai Castilho, terapeuta especialista em relacionamentos familiares. Os pais são fundamentais para ajudá-los a se sentir seguros novamente. A regra de ouro é falar sobre o assunto – em vez de tentar escondê-lo ou minimizá-lo. “A família tem de ser acolhedora”, diz.
Dizer que as reações são esperadas não é o mesmo que dizer que não devemos no preocupar com elas. Algumas pessoas podem até conseguir superar essa primeira fase do estresse pós-traumático sozinhas, mas, se o trauma passar desse período, vira doença. Os sintomas se tornam mais intensos e podem evoluir para depressão e síndrome do pânico, por exemplo – e durar anos.
A publicitária Karina Vadasz, de 33 anos, e suas irmãs fizeram muita terapia para conseguir lidar com a morte de sua mãe, Hermè Luísa Jatobá Vadasz, uma das três pessoas que morreram depois de ser baleadas pelo estudante de medicina Mateus da Costa Meira numa sala de cinema num shopping de São Paulo, em 1999. Karina diz que a perda da mãe é um trauma que nunca será superado. “Ainda sentimos dor e revolta. É difícil aceitar a maneira como ela foi tirada da gente”, diz. Ela conta que demorou um ano para conseguir entrar numa sala de cinema depois da morte da mãe.
É claro que nem todos os sobreviventes seguirão esse mesmo roteiro de reações. A resposta à morte e a uma experiência traumática é muito individual, depende de fatores como ambiente familiar e se a criança já tinha alguma outra patologia que a torna mais frágil. De qualquer forma, a fragilidade emocional é quase inevitável imediatamente após o episódio – e com sentimentos que têm muito a ver com a sensação de falta de segurança. 
COMO FALAR COM AS CRIANÇAS Os conselhos de especialistas para abordar a tragédia em casa 
CONVERSE
É pouco provável que os maiores não tenham ficado sabendo do que aconteceu. Comece perguntando como a criança se sente e se tem alguma dúvida.
 
SE ELA NÃO SABE, NÃO CONTE
Entre os menores até 7 ou 8 anos, é possível que a notícia não tenha se espalhado. Você não precisa contar. Fale com a escola para combinar estratégias de protegê-los do assunto.
 
RESPEITE O EXAGERO
Durante a conversa, não minimize a dor ou o sentimento da criança, mesmo que pareça exagero. Não é. Lembre-se de que o ataque aconteceu contra um grupo com o qual ela se identifica
 
TRANQUILIZE
É importante frisar que o episódio foi isolado e dificilmente acontecerá de novo, por isso, não é preciso ter medo. Quantas vezes ela não foi ao parque e se divertiu ? Quantas vezes não foi à escola e deu tudo certo ?
 
ACEITE A REPETIÇÃO
É normal que o assunto seja recorrente por um ou dois dias. Se houver atividades relacionadas ao assunto na escola, até uma semana. Tenha paciência e dialogue.
 
EVITE A SUPEREXPOSIÇÃO
Uma maneira de não estender o assunto além do necessário é desligar a TV e evitar que vídeos e fotos do massacre na internet sejam revistos exaustivamente
 
OBSERVE
Transtornos do sono,dores de cabeça, reclusão, ansiedade e menor rendimento na escola podem ser sinaisde trauma. Pense em procurar juda especilaizada
 
DISCUTA EM SALA
O assunto pode e deve ser tratado em sala de aula. Especialistas dizem que é um bom momento para atividades sobre porte de armas e segurança pública
Elifas Pereira Filho, de 48 anos, perdeu seu filho Henrique de Carvalho Pereira, de 22 anos, em outubro do ano passado. Henrique foi golpeado na cabeça em dezembro de 2009 com um taco de beisebol em uma grande livraria de São Paulo por um rapaz que tem doença mental e escolheu sua vítima aleatoriamente. Após o episódio, Elifas passou a buscar o filho mais novo, Murilo, de 17 anos, todos os dias na escola, que fica em Santo André. “Estamos nos desdobrando até ter um pouco de confiança na vida novamente”, afirma ele. “Dizem que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, mas eu prefiro não acreditar.”
A sensação de insegurança pode ser insistente e, no pior dos casos, ter forte influência na vida adulta dessas crianças. Isso é particularmente verdade para os menores, crianças de até 11 anos. “Elas ainda estão no período de formação de suas personalidades”, diz Cláudia. “Um episódio como esse mexe nas bases, e elas podem se tornar adultos mais suscetíveis.” Isso significa que elas podem ter maior tendência para desenvolver outras patologias no futuro, já que sua resistência a situações traumáticas foi minada, e podem se tornar pessoas com ansiedade crônica.
Junto com as fobias podem aparecer casos em que o distúrbio psicológico acabe gerando alterações cognitivas. Muitas das crianças traumatizadas podem apresentar problemas de aprendizado – simplesmente porque estão ansiosas demais para se concentrar. “É preciso observar a reação de cada uma, porque as respostas são diferentes”, diz Suely Guimarães, doutora em psicologia e professora da Universidade de Brasília (UnB). O fato de o episódio traumático ter acontecido justamente na escola ajuda a agravar esse quadro.
Especialistas dizem que é preciso organizar uma intervenção coletiva para quem vivenciou o terror dentro da escola – e também para a comunidade no entorno.
Alunos, educadores, funcionários, pais, familiares, vizinhos, quem estava só passando e parou para ajudar. Em níveis de intensidade diferentes, até pais com filhos em outras escolas do bairro podem ter medo de mandá-los para lá nos próximos dias. “Cada um viveu o terror de forma individual. Compartilhar essas histórias ajuda a legitimar o que todo mundo está sentindo”, diz Maria Helena Franco, coordenadora do laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto, da PUC-SP. Para os alunos que sobreviveram, perceber o apoio da comunidade é importante para superar os traumas. “É a escola que tem de protagonizar esse diálogo”, afirma Osmar Luvison Pinto, psicanalista e supervisor escolar. “Seu papel é devolver aos alunos o espaço de segurança que lhes foi roubado.