Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
sexta-feira, 23 de maio de 2014
MS Habilita Estados e Municipio p/ ações hiv e hepatites
sábado, 7 de julho de 2012
Sociedade Civil pede mais transparência na LDO 2012
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Bem Fam CLIPPING - 27/set./2011
| CLIPPING.doc 141K Exibir como HTML |
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Relatório de receita do Orçamento prevê mais R$ 17,68 bilhões[Ag Camara]
Relatório de receita do Orçamento prevê mais R$ 17,68 bilhões
Desse acréscimo, R$ 10,61 bilhões provêm de reestimativa da receita com impostos e contribuições federais, enquanto R$ 6,2 bilhões são provenientes das receitas do Regime Geral da Previdência Social (RGPS).
O relator da área de receita, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), informou que a comissão poderá votar nesta quarta-feira (3) o relatório com a nova previsão de arrecadação.
Fatores
Segundo o resumo da avaliação, são cinco os fatores a contribuir para a elevação da receita: alterações na legislação tributária posteriores ao encaminhamento do projeto de lei orçamentária; decisão judicial favorável ao Fisco federal; desvio metodológico na previsão das receitas do Regime Geral da Previdência Social (RGPS); receitas com alienação de ativos; e subestimativa de elementos da receita não administrada, conforme o acolhimento de emendas de receita.
Em relação ao primeiro desses fatores – mudanças na lei tributária -, Bruno Araújo estima um aumento de cerca de R$ 3 bilhões na arrecadação do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF), em virtude do aumento da alíquota sobre investimentos financeiros externos.
Quanto ao segundo fator, Bruno Araújo cita a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de considerar efetivamente devida a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLLContribuição de nível federal a que estão sujeitas todas as pessoas jurídicas do País e as equiparadas como tal pela legislação do Imposto de Renda. As taxas variam entre 8% sobre o lucro líquido para as empresas enquadradas na apuração do lucro real do Imposto de Renda (com algumas exceções) e 12% sobre a receita bruta das empresas optantes pelo lucro presumido do Imposto de Renda e também as isentas de apuração contábil. ) das empresas exportadoras, o que deve render R$ 7,6 bilhões aos cofres públicos, segundo o relatório. "A União vai voltar a ter um fluxo em relação a esses recursos, o que vai gerar uma receita nova", explicou.
Emendas
O relator decidiu acatar três emendas parlamentares que envolvem renúncia de receita, todas de iniciativa do deputado João Dado (PDT-SP). São elas: isenção das cadeiras de rodas e aparelhos auditivos do Imposto de Importação (II); abatimento do Imposto de Renda da Pessoa Física de despesas com planos de saúde em benefício de terceiros não dependentes; e redução da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária cobrada de farmácias e drogarias enquadradas como microempresas ou empresas de pequeno porte.
Edição – Marcos Rossi
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Líder diz que Orçamento poderá ter mais verbas para a Saúde
Líder diz que Orçamento poderá ter mais verbas para a Saúde
Fernando Ferro observa que investimentos em outras áreas, como saneamento básico, devem ser considerados na hora de fechar as contas, pois acarretam a redução de boa parte das despesas com Saúde. "Eu realmente concordo que precisamos ter mais vontade para ampliar os recursos da Saúde, e vamos trabalhar nessa direção. Não sei se temos condições de chegar aos R$ 100 bilhões, mas há possibilidade de evoluir. Temos condições de responder em outras áreas, como tratamento da água, que contribuem para a melhoria da qualidade da Saúde", avalia.
Integrante da Frente ParlamentarÉ uma associação suprapartidária destinada a aprimorar a legislação referente a um tema específico. As frentes podem utilizar o espaço físico da Câmara, desde que suas atividades não interfiram no andamento dos outros trabalhos da Casa, não impliquem contratação de pessoal nem fornecimento de passagens aéreas. As frentes parlamentares estão regulamentadas pelo ato 69/05, da Mesa Diretora. Em tese, deveriam conter 1/3 dos integrantes d Legislativo, mas na prática esse piso não é exigido. da Saúde, a deputada Cida Diogo (PT-RJ) quer a discussão sobre o tema logo após o segundo turno das eleições. "É melhor aguardarmos o retorno dos trabalhos efetivos do Legislativo para vermos o que pode ser feito para melhorar o Orçamento como um todo, inclusive na Saúde. É a melhor coisa a ser feita neste momento", ressalta.
Estrutura
De acordo com o conselho dos secretários de Saúde, a verba de R$ 100 bilhões é necessária para qualificar profissionais, melhorar a infraestrutura e ampliar a oferta de serviços.
Três áreas são consideradas prioritárias: os atendimentos e serviços especializados de alto custo; a oferta de medicamentos excepcionais, fora da lista básica fornecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS); e o piso de atenção básica, que garante o repasse de recursos aos municípios conforme o número de habitantes.
Edição – João Pitella Junior
quinta-feira, 18 de março de 2010
Orçamento sofre maior bloqueio do governo Lula
Orçamento sofre maior bloqueio do governo Lula
Por Isabel Versiani
BRASÍLIA (Reuters) - O governo anunciou nesta quinta-feira o maior bloqueio orçamentário já feito no governo Lula, de 21,8 bilhões de reais, após rever para baixo as estimativas de receitas previstas no Orçamento aprovado no Congresso.
Ao anunciar o corte, o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, reafirmou que o governo perseguirá um superávit primário de 3,3 por cento do PIB neste ano, mas que não descarta a possibilidade de abater dessa meta as despesas com obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
"Poderemos fazer o desconto... não está descartado", disse o ministro a jornalistas.
Se isso ocorresse, seria o segundo ano consecutivo em que o governo flexibilizaria a meta de superávit primário.
Em 2009, o setor público obteve superávit de 2,06 por cento do PIB. Para cumprir a meta de 2,5 por cento, usou a prerrogativa de descontar parte das despesas do PAC do cálculo.
Neste ano, a meta é de 3,3 por cento do PIB, mas os descontos potenciais superam 0,65 por cento do PIB.
A decisão de bloquear o Orçamento foi tomada depois que os técnicos do Planejamento reduziram a projeção para as receitas federais, excluindo as previdenciárias, em 17,773 bilhões de reais, para 712,8 bilhões de reais, em relação ao número aprovado pelo Congresso.
A estimativa para o déficit da Previdência foi elevada em 3,968 bilhões de reais e a projeção para as despesas teve aumento de 64,2 milhões de reais
Bernardo disse que a expectativa é de que não haja mais bloqueios ao longo do ano.
"Nós procuramos fazer uma projeção dura, conservadora, porque eventualmente nós gostaríamos de que, se tiver erro, nós tenhamos margem para corrigir para cima, ou seja, liberar", afirmou.
Na reprogramação orçamentária, o governo levou em consideração uma projeção de crescimento de 5,2 por cento e parâmetros do mercado para o câmbio e os juros. Apesar de a estimativa de crescimento estar próxima à usada pelo Congresso, Bernardo afirmou que as projeções de arrecadação da Receita Federal do Brasil eram inferiores às estimadas pelos parlamentares.
Mais cedo, o secretário da Receita, Otacílio Cartaxo, afirmou que as receitas terão crescimento real de 12 por cento no ano frente a 2009.
O detalhamento de onde os cortes orçamentários serão feitos só será conhecido em até 10 dias, quando o governo editará um decreto de programação financeira. Mas o ministro indicou que as emendas parlamentares serão um dos alvos do bloqueio.
Bernardo reafirmou que obras do PAC, programas sociais e despesas com saúde e educação serão poupados, mas que as emendas estão entre os gastos passíveis de bloqueio.
© Thomson Reuters 2010 All rights reserved.