Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador G1. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador G1. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Sai na imprensa 01/DEZ./2015 DIA MUNDIAL DE COMBATE À AIDS

SAIU NA IMPRENSA
01/DEZ./2015
DIA MUNDIAL DE COMBATE À AIDS

1º de Dezembro: A volta ao passado da aids no Brasil
Rodrigo Pinheiro*

O quadro atual da resposta brasileira a epidemia de aids é um dos mais preocupantes desde o início da doença nos anos 1980. Os medos daquela época parecem ressurgir traiçoeiros e mais ameaçadores. Vivemos hoje as maiores taxas de aids (não de HIV) entre homens. Em algumas regiões do Brasil, como o Rio Grande do Sul, há uma epidemia generalizada com taxas de letalidade alarmantes. Os estados da Amazônia, Rio de Janeiro e Santa Catarina estão seguindo pelo mesmo caminho. Um dos maiores problemas no enfrentamento da doença é a ação dos governos, entre eles o federal, não admitindo o tamanho do problema e vendendo o falso panorama de que 'tudo está resolvido'.

Apesar de o Unaids (Programa das Nações Unidas para o HIV/Aids) evidenciar a importância do financiamento público para as ações da sociedade civil na luta contra a aids, vivemos uma das piores fases neste campo, com muitos problemas burocráticos. Projetos aprovados há quase dois anos ainda não tiveram seus recursos repassados e a burocracia para a celebração de convênios com ONG está cada vez maior, impedindo atividades e restringindo ações.

Na área da prevenção assistimos a medicalização das pessoas. Todas as novidades neste campo são bem-vindas, mas falta uma campanha que informe à população sobre a existência da profilaxia pós-exposição sexual (PEP), disponível no SUS desde 2010. O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais salienta com entusiasmo a chegada da profilaxia pré-exposição (já aprovada há anos nos EUA), mas até agora não há um anúncio claro para a adoção desta estratégia. É necessário investir na promoção de outras tecnologias e pesquisas comportamentais que visem entender os processos de riscos e infecção.  Nos preocupa o aumento das DST e as dificuldades de acesso a medicamentos, informações e tratamento.

No campo da assistência, muitos estados enfrentam enormes desafios na referência e contra referência, há problemas até na regulação de encaminhamentos de pacientes. O diagnóstico tardio também dificulta a luta contra aids, há muitos óbitos por falta de perícia dos profissionais de saúde.

Isso contrasta com pesquisas em países desenvolvidos, onde há evidências de que a expectativa de vida das pessoas que adquiriram o HIV por via sexual e foram diagnosticadas oportunamente é similar àquela das pessoas sem HIV. Morrem mais de 12 mil pessoas por ano em decorrência da aids no Brasil.

As inovações ainda demoram a serem inseridas no cotidiano dos pacientes. Eles sofrem com a angustia do adoecimento e lutam pela vida. O 3 em 1, por exemplo, foi aprovado pela FDA  em 2006. E em 2011, o Encontro Nacional de ONGs/Aids já pedia sua inclusão.

Diversos países estão dando preferência a uma primeira linha de tratamento mais eficaz e com menor risco de efeitos colaterais, baseada nos inibidores de integrasse, como o raltegravir e o dolutegravir. Só agora o Brasil vai a incorporar o dolutegravir na grade de medicamentos, mas ainda como terapia de resgate.

O combate a essa epidemia não está somente no campo da saúde: ele se dá também na área dos direitos humanos, da luta contra o estigma e discriminação. E neste sentido o Brasil abandonou a digna trajetória que vinha percorrendo. Ter HIV no Brasil significa sofrer discriminação.

Reconhecer e implementar o direito à saúde para todos os brasileiros, incluindo as populações-chave só será possível com uma política com base nos direitos humanos, que este governo ainda deve abraçar. Por isto recentemente o 2ª Fórum Latino-americano e do Caribe, reunido no Rio de Janeiro em agosto deste ano e posteriormente o Unaids acrescentaram metas de tratamento conhecidas como 90-90-90. A discriminação nutre a epidemia, e por isto deve ser combatida desde o campo da saúde.

Na atual democracia onde todos os atores envolvidos nesta luta precisam ser ouvidos e chamados a contribuir, é fundamental que seja ampliado o diálogo entre governo e sociedade civil organizada, não excluindo entidades representativas por não concordarem com a política implementada, em todo ou em parte.

Vivemos uma das piores fases da epidemia no Brasil. Há uma tendência conservadora crescente, grande limitação de recursos, dissociação cada vez maior entre saúde e direitos humanos, diálogo dificultado, SUS ameaçado, preconceitos que achávamos superados retornando. Conclamamos o governo a agir com coragem e ímpeto na direção contrária, tendo a certeza que o controle da epidemia precisa de ferramentas de saúde, mas também de muita solidariedade.

* Rodrigo Pinheiro é presidente do Fórum das ONG/Aids do Estado de São Paulo.

1º de Dezembro: OMS diz que pessoas infectadas com HIV devem ter rápido acesso a tratamento
EFE

A extensão do tratamento antirretroviral a todos os soropositivos é um elemento essencial para acabar com a epidemia de aids, afirmou nesta segunda-feira (30) a OMS (Organização Mundial de Saúde). Com isso, à véspera do Dia Mundial de Luta Contra Aids,  a OMS quis enfatizar em sua nova recomendação que todas as pessoas infectadas com o HIV, sem levar em consideração suas idades, devem ter acesso ao tratamento o mais rápido possível após o diagnóstico da doença.

A OMS revisou recentemente suas diretrizes sobre o tratamento de HIV. Estudos recentes mostram que se o paciente for tratado logo depois da infecção ele tem mais chances de viver bem, além de o risco de transmitir o vírus ser reduzido.

Além disso, a OMS recomenda que todas as pessoas com risco substancial de contrair HIV deveriam ter acesso ao tratamento. E alerta que  a PreP (profilaxia pré-exposição) deve ser uma opção adicional a outros métodos de prevenção, como o uso de preservativos e seringas seguras, o acesso a apoio psicossocial e sistemas de diagnóstico. Lembra que os antirretrovirais também ajudam a prevenir a transmissão vertical, de mãe para filho.

Para que as recomendações possam ser implementadas, os países deverão fazer um esforço adicional para reforçar seus sistemas de diagnóstico antecipado e ampliar sua capacidade de oferecer tratamento a todos àqueles que precisem. Se essas recomendações forem consideradas, o número de pessoas "elegíveis" para obter tratamento antirretroviral tem que crescer de 28 milhões que o recebem atualmente até 37 milhões de pessoas que convivem com o vírus no mundo.

Segundo o Unaids (Programa das Nações Unidas sobre HIV/Aids), expandir o tratamento para todas as pessoas soropositivas, assim como a ampliação das opções de prevenção, pode ajudar a evitar a morte de 21 milhões de pessoas e prevenir 28 milhões de novas infecções até 2030.

1° de Dezembro: Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento as DST/HIV/Aids debatem a incidência da aids entre jovens e mulheres
Agência de Notícias Aids

Para a Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento as DST/HIV/Aids, o Dia Mundial de Luta Contra a Aids também será um marco dos 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, pois, nesta terça-feira (1) às 9h, membros do governo, parlamentares, profissionais da saúde, ONGs e sociedade civil organizada se reúnem no seminário A Incidência da Aids entre Jovens e Mulheres, no auditório Freitas Nobres, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

“Marcar o dia de enfrentamento a aids e fazer uma discussão sobre as campanhas, estratégias de prevenção e perfil epideomológico dos jovens e mulheres infectados pelo HIV é um dos focos desse seminário. A incidência da infecção entre os jovens tem crescido muito, assim como a feminização da aids, então é necessário que se converse sobre isso”, explicou Érika Kokay, coordenadora da Frente Parlamentar.

O seminário contará com duas mesas, em que, além das discussões sobre a infecção entre os jovens e mulheres, também abordará os Desafios das Estratégias de Enfrentamento. Segundo a deputada, a reunião conta com o envolvimento do estado junto à sociedade civil para a elaboração de políticas com base nos dados dos boletins epideomológicos. “Uma das mais belas conquistas da sociedade civil é o enfrentamento do HIV/aids. A sustentação dessa Frente é a sociedade civil é por isso que na mesa ela estará presente junto com membros do governo”.

Victor Silba, do GIV (Grupo de Incentivo à Vida), que falará sobre a incidência da epidemia entre os jovens, diz que essa iniciativa tem papel fundamental na sensibilização dos parlamentares, pois dá voz aos membros da sociedade civil que apresentam demandas provenientes das bases. “É uma oportunidade de levar conceitos e ideais de enfrentamento da epidemia pouco comentados entre aqueles que aprovam as leis para as bases”.

O seminário contará ainda com a presença de membros do Departamento de DST, Aids Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), ONG Amigos da Vida, GIV (Grupo de Incentivo à Vida), ONU Mulher, Anaids (Articulação Nacional de Luta Contra a Aids), ABIA (Observatório Nacional de Políticas de Aids), RNP+ Brasil (Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/aids) e Cidadãs Positivas.

Um alerta: HIV triplica em jovens do sexo masculino
G1

Recentes dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde da Cidade de São Paulo apontaram que o número de novos casos positivos para o HIV triplicou em jovens do sexo masculino, entre 15 a 19 anos, nos últimos 10 anos. Importante salientar que, neste mesmo período, houve uma queda de 22% de novos casos na população geral. Acredita-se que esta tendência também esteja ocorrendo em outras cidades do Brasil.

O que isto quer dizer? Significa que o vírus continua em circulação e que estes jovens rapazes não estão preocupados em se proteger. Não estão usando camisinha. Além disso, muito provavelmente desconhecem a possibilidade da profilaxia pós exposição.

A doença AIDS ficou longe da realidade desta jovem galera. Os portadores do vírus recebem diariamente seu tratamento e – felizmente-  a carga viral em níveis baixíssimos permite a vida produtiva e com qualidade. A doença AIDS caiu no esquecimento e para eles categorizou-se como uma remota possibilidade improvável.

Os jovens, que por natureza da própria idade sentem-se atraídos por desafios que os provem potentes super-heróis que tudo vencem, imbuídos da sensação de imortalidade, transam sem camisinha. Afinal, com eles nunca nada acontecerá. Triste engano. Os dados estão aí para provar que não se brinca com a vida.

Resultado: estes rapazes, no auge de sua vitalidade física, para terem uma vida sem sobressaltos e internações hospitalares, devem tomar, todos os dias, sem falhas, antivirais. Problema: estes medicamentos têm efeitos colaterais desagradáveis, que geram extremo desconforto para muitos.

Há que se divulgar também, para todos, homens e mulheres de todas as idades, a possibilidade da profilaxia pós exposição pelo HIV. Poucas pessoas têm conhecimento que, se tiverem exposição ou uma relação sexual suspeita, podem procurar um serviço público de saúde e receber um antiviral que os protegerá de uma possível contaminação pelo HIV. Quanto mais cedo procurarem o serviço de saúde melhor. Idealmente de 2 horas após a exposição até, no máximo 72 horas. Depois disso, a chance de proteção é muito pequena e não estará mais indicada.

Estes dados precisam ser divulgados para todos, especialmente para moças e rapazes. Não só pelas autoridades de saúde, mas por todos nós. Exaustivamente. De preferência falando sua linguagem e utilizando as redes sociais e todas as mídias digitais, que são os meios pelos quais eles se informam do que acontece no mundo.

Será que transar sem camisinha vale o resto da vida inteira tomando remédios?

Papa Francisco reconhece ‘perplexidade’ da igreja sobre preservativo contra aids

O papa Francisco reconheceu nesta segunda-feira (30) "uma perplexidade" da igreja católica sobre a questão da utilização do preservativo para lutar contra a aids, estimando que este era "um dos métodos" mas que a África tinha "feridas maiores".

Questionado às vésperas do Dia Mundial de Luta Contra a Aids sobre a polêmica oposição da igreja ao preservativo, o papa argentino se mostrou descontente e se recusou a responder diretamente.

"A moral da igreja encontra-se diante de uma perplexidade diante deste problema”, reconheceu Francisco diante da imprensa no avião que o levava de volta a Roma após uma viagem pela África, onde a aids continua sendo a principal causa de mortes.

Assim como seus predecessores, o papa não apoiou o uso do preservativo: "é um dos métodos" para evitar a propagação do vírus, mas "as relações sexuais devem ser abertas à vida".

"Não gosto de fazer reflexões sobre questões casuísticas quando as pessoas morrem por falta de água e comida (...) Sua pergunta me parece um pouco fechada, uma questão parcial", disse o papa ao jornalista alemão que o entrevistou.

"O problema é maior", insistiu, enumerando a desnutrição, o trabalho escravo, a falta de água potável, o tráfico de armas.

Durante uma viagem a Camarões e Angola em 2009, o papa Bento 16 foi muito criticado por suas posições contra o uso do preservativo, ao qual a hierarquia da igreja, muito conservadora na África sobre as questões de moral sexual, continua muito contrária.

Mesmo assim, muitos missionários católicos no continente não proíbem o uso de preservativos nos casos de emergência.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Nova doença tem sintomas parecidos com o da Aids

Nova doença tem sintomas parecidos com o da Aids, aponta estudo na Ásia


Nova doença tem sintomas parecidos com o da Aids, aponta estudo na Ásia
Foram analisadas 203 pessoas de 18 a 78 anos na Tailândia e em Taiwan.
Problema atinge o sistema de defesa, mas parece não ser contagiosa.
Do G1, em São Paulo

Um estudo clínico liderado por pesquisadores do Instituto Nacional de
Saúde dos EUA encontrou na Ásia uma nova doença que ataca o sistema de
defesa do corpo e tem sintomas parecidos com os da Aids.

Os resultados do trabalho estão publicados nesta quinta-feira (23) na
edição online da revista "New England Journal of Medicine".

As causas do problema ainda são desconhecidas, mas parecem ser
adquiridas e crônicas, e não transmitidas de pessoa para pessoa – ao
contrário do vírus HIV, cujo contágio ocorre por contato com fluidos
corporais como sangue e sêmen.

Os cientistas avaliaram 203 pessoas entre 18 e 78 anos, na Tailândia e
em Taiwan, onde se concentra a maioria dos casos desde 2004. Os
voluntários – todos soronegativos, ou seja, sem o vírus do HIV – foram
divididos em cinco grupos, entre saudáveis (48) e com diferentes tipos
de infecção (155). Houve predominância de uma bactéria chamada
micobactéria não tuberculosa, parente próximo dos micro-organismos que
causam tuberculose e doença pulmonar grave.

Os autores, liderados por Sarah Browne e Burbelo Pedro, analisaram o
sangue dos participantes e chegaram à conclusão de que essa
deficiência imunológica, que favorece o aparecimento de doenças
oportunistas, pode ter sido provocada por anticorpos (proteínas de
defesa) que atacam uma molécula chamada interferon-gama (IFN-gama),
responsável por eliminar infecções.

Do total de pessoas com infecções, 88% tinham os anticorpos – chamados
de "autoanticorpos" – que bloqueavam a ação dessa molécula e tornavam
os indivíduos mais propensos ao ataque de bactérias, vírus, fungos e
parasistas.

Recentemente, pesquisadores do Sudeste Asiático relataram vários casos
de micobacterioses em pessoas – que vivem no continente e também no
exterior – sem problemas de imunidade conhecidos. Isso requer, na
opinião dos americanos que lideraram o estudo, novas avaliações para
determinar se os asiáticos estão mais predispostos a essa doença
autoimune.

Como a média de idade dos participantes com essa micobactéria e outras
infecções oportunistas foi de 50 anos, os cientistas especulam que
esses anticorpos se desenvolvem ao longo do tempo, como resultado de
uma combinação de fatores genéticos e ambientais.

No futuro, após a causa do problema ser identificada, os autores dizem
que será possível estabelecer um tratamento, com foco nas células que
produzem os autoanticorpos. Mas já se sabe que antibióticos não são
eficazes no combate à doença, e medicamentos contra o câncer que
inibem a produção de anticorpos têm sido uma aposta inicial.

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/08/nova-doenca-tem-sintomas-parecidos-com-o-da-aids-aponta-estudo-na-asia.html

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Instituto Cidadania divulga imagem de Lula careca durante tratamento de câncer

G1

Olá bronsotico@yahoo.com.br,
Esta notícia foi enviada por Francisco Adalton

Gente,endependende de quem seje,istó prova que devemos, cuidar de nossa saúde,pobre ou rico,bastardo ou famoso,o caminho é o mesmo.

Não nos responsabilizamos pelo conteúdo deste texto


16/11/2011 19:15


Instituto Cidadania divulga imagem de Lula careca durante tratamento de câncer

A imagem foi divulgada nesta quarta-feira (16)

LINK DA NOTÍCIAhttp://revistaepoca.globo.com/Brasil/noticia/2011/11/instituto-cidadania-divulga-imagem-de-lula-careca-durante-tratamento-de-cancer.html?utm_source=epoca&utm_medium=email&utm_campaign=sharethis
__._,_.___

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Justiça autoriza transexual a tirar documento com novo nome em Marília-SP, informa Globo



A estudante transexual Amanda Marangão Galdino de Carvalho, de 19 anos, moradora de Marília, no interior de São Paulo, obteve na Justiça o direito de mudar o nome na carteira de identidade e de obter um novo registro de nascimento. Segundo a retransmissora da TV Globo, a TV Tem, ela conseguiu o aval para trocar todos os documentos e ter, oficialmente, o nome e o sexo que escolheu.

"Foi uma realização pessoal muito grande. Agora, eu posso usar o banheiro feminino que pra mim sempre foi um problema. Já sofri agressão por causa de banheiro. Posso mostrar o meu documento na entrada de uma balada sem ninguém me dizer nada. Posso ir na casa de um namorado e se a mãe dele suspeitar de alguma coisa, não está aqui meu documento. Eu posso pedir um emprego sem sofrer preconceito. É muito bom", conta Amanda.

Um projeto de lei que tramita no Senado desde 2007 prevê a troca de nome e de sexo no registro civil antes mesmo de cirurgia. Bastaria que a pessoa fosse reconhecida como transexual, mas a proposta ainda deve ser votada no colegiado.

Por enquanto, o caminho é longo até a Justiça aceitar as mudanças no registro civil. Depois da cirurgia, a pessoa tem que passar por uma perícia médica. Mesmo assim, não são todos os juízes que não atendem ao pedido.

Na decisão, a juíza Paula de Oliveira alegou que apesar de Amanda ter nascido homem, sempre foi "a outra", com atitudes femininas e que a cirurgia a transformou com "perfeição" em mulher.Para o advogado responsável pela ação, Cristiano Mazeto, trata-se de uma vitória contra o preconceito porque, até então, apenas a mudança de nome costuma ser autorizada pela Justiça.

"Abre-se um precedente muito importante para a pessoa quebrar totalmente o preconceito e obter essa modificação de documentos na Justiça, o que antes a pessoa não conseguia", afirma.

Fonte: G1 e TV Tem

domingo, 31 de outubro de 2010

RJ tem 43 casos de superbactéria em hospitais estaduais, diz Secretaria

29/10/2010 13h33 - Atualizado em 29/10/2010 14h03

RJ tem 43 casos de superbactéria em hospitais estaduais, diz Secretaria

'Não há motivos para alarde', diz superintendente da Secretaria de Saúde.
Contaminação é mais restrita ao ambiente hospitalar.

Bernardo Tabak Do G1 RJ
O estado do Rio de Janeiro tem 43 casos de pacientes infectados pela superbactéria KPC em hospitais estaduais. A informação é do superintendente de Vigilância Ambiental e Epidemiológica da Secretaria estadual de Saúde, Alexandre Chieppe. O número se refere ao período de janeiro a outubro de 2010, e já representa um aumento de quase 35% em relação a todo o ano de 2009, quando foram confirmados 32 casos de infecção por KPC.
“Mas, até o momento, não há motivos para alarde”, afirma o superintendente. “É claro que as bactérias super-resistentes são muito preocupantes, mas o surgimento delas não é novidade. Fora do ambiente hospitalar, não vejo nenhuma preocupação com relação à superbactéria”, acrescenta Chieppe.
Ainda de acordo com o superintendente, a contaminação pela superbactéria não ocorre por via respiratória, mas apenas pelo contato direto com um indivíduo portador da KPC. Entretanto, é possível que a pessoa possua a superbactéria no organismo e não desenvolva doenças a partir dela. “O perfil de sensibilidade à KPC pode variar de acordo com a pessoa. Pessoas em estágios pós-operatórios, com sistema imunológico debilitado, ou ainda com estado de saúde grave provocado por outras questões, podem desenvolver infecção provocadas pela KPC”, explica Chieppe.
Para o superintendente, ninguém deve mudar os hábitos ou deixar de procurar hospitais, mas todos devem se preocupar em fazer uma boa higiene das mãos e evitar a automedicação. “A população deve ficar tranquila”, frisa Chieppe. “Lavar a mão com água e sabão já está bom, mas se a pessoa puder fazer uso do álcool em ambientes hospitalares, é melhor ainda. E é muito importante que as pessoas não tomem antibióticos indiscriminadamente, mas apenas com orientação médica”, conclui o superintendente.

Qual seria sua 1ª medida se fosse eleito presidente? Conte em vídeo

http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/10/qual-seria-sua-1-medida-se-fosse-eleito-presidente-conte-em-video.html

Qual seria sua 1ª medida se fosse eleito presidente? Conte em vídeo

Reforma tributária e votação online estão entre as propostas de leitores.
Participe também enviando seu vídeo ao G1.

nilo geronimo borgna niloborgna Qual seria sua 1ª medida se fosse eleito presidente? Conte em vídeo #G1 http://migre.me/1NLsk
Colaboração Via Twitter : @gloriaFpereZ (links ativos)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

TSE concede direito de resposta a Serra em twitter de deputado petista[G1,#virada45]

29/10/2010 19h38 - Atualizado em 29/10/2010 20h24

TSE concede direito de resposta a Serra em twitter de deputado petista

Este é o primeiro direito de resposta concedido pelo TSE em microblog.
Serra contestou post de deputado estadual e coordenador de Dilma.

Débora Santos Do G1, em Brasília
Sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desta sexta-feira (29). Sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desta
sexta-feira (29). (Foto: Christophe Scianni / TSE)
Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concederam nesta sexta-feira (19), por unanimidade, direito de reposta ao candidato do PSDB à Presidência, José Serra, no twitter do deputado estadual reeleito Rui Falcão (PT-SP), coordenador da área de comunicação da campanha da petista Dilma Rousseff. Esta é a primeira vez que o tribunal discute e concede direito de resposta nesse tipo de rede social.
A decisão obrigará o deputado a publicar em sua página no Twitter duas frases enviadas pela campanha de Serra com a mesma quantidade de caracteres das questionadas pela campanha do tucano. O G1 entrou em contato com o deputado Rui Falcão e aguarda resposta.
Cuidado com os telefonemas da turma do Serra. No meio das ligações, pode ter gente capturando seu nome para usar criminosamente... Podem clonar seu número, pode ser ligação de dentro dos presídios, trote, ameaça de sequestro e assim por diante. Identifique quem liga!"
Mensagem postada pelo deputado estadual Rui Falcão (PT-SP) que motivou pedido de resposta da campanha tucana
Criado em março de 2006, o Twitter é uma rede social baseada no conceito de microblog: um site em que os usuários podem publicar textos de até 140 caracteres.

O pedido de resposta foi feito pela coligação liderada pelo tucano por causa de mensagem postada pelo petista, no dia 19 de outubro. Segundo a coligação tucana as frases atribuem "fatos criminosos" à campanha de Serra.
"Cuidado com os telefonemas da turma do Serra. No meio das ligações, pode ter gente capturando seu nome para usar criminosamente... Podem clonar seu número, pode ser ligação de dentro dos presídios, trote, ameaça de sequestro e assim por diante. Identifique quem liga!", escreveu Falcão em seu microblog.
"A mensagem, altamente ofensiva, foi imediatamente remetida aos 2.113 seguidores do representado no Twitter, sendo certo que cada um desses seguidores tem a possibilidade de retransmitir a mensagem a seus próprios seguidores, com o uso da ferramenta denominada Retweet, ampliando, e muito, a disseminação da mensagem", afirmou a coligação de Serra na ação.
O relator do caso, ministro Henrique Neves, votou pela concessão do direito de resposta por considerar o Twitter um meio de comunicação.
"Usuário não optou por limitar o acesso a suas mensagens e o serviço permitir que pessoas a sigam, o que significa que toda mensagem produzida na página do usuário será reproduzida nas paginas das pessoas que a seguem", disse Neves.
O tema provocou debate entre os ministros sobre a eficácia ou não da decisão. "Tenho preocupação com a eficácia e de não banalizar decisões judiciais, principalmente do Tribunal Superior Eleitoral. Basta acumular um monte. Se entram tuiteiros combinados em uma centena, entra a resposta e some ao mesmo tempo. Tenho muita preocupação", afirmou a ministra Carmén Lúcia.
"É o tipo de decisão que vamos te de aperfeiçoar ao longo do tempo. Ainda que não venha a ter grande eficácia, haverá pelo menos essa eficácia no sentido de alertar o 'tuiteiro' sobre a responsabilidade inclusive na área penal", disse o corregedor-geral eleitoral, ministro Aldir Passarinho Junior.
A resposta a ser postada pelos tucanos no microblog do deputado petista falará que a campanha de Serra "agiu com lisura, de forma íntegra, respeitando todos os eleitores".
Do: G1