Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador ARVs. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ARVs. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

FALTA DE ARV INFANTIL

Prezados e prezadas, bom dia.

Acabo de receber essa denúncia via FB, cabe lembrar que é uma situação recorrente e fica difícil acreditar que danos já não tenham sido causados à saúde dessas crianças:

Mais uma vez o Norte de Minas sofre com a falta de medicamento Infantil;
ABACAVIR SOLUÇÃO
KALETRA 100/25
KALETRA SOLUÇÃO

Estamos todos preocupados, já tem criança sem tomar a medicação a dez dias.
Alguém tem uma resposta?
Tate Viana (GRAPPINHA)

Beto Volpe

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Abandono do tratamento antirretroviral e busca consentida de casos de pessoas vivendo com HIV/AIDS #UNB

Abandono do tratamento antirretroviral e busca consentida de casos de pessoas vivendo com HIV/AIDS em 14/12/11 UNB Universidade de Brasília

Boa tarde


Seguindo na pesquisa e socializando...


Abs

Nádia Elizabeth Barbosa Villas Bôas
Conselheira Nacional de Saúde
Segmento: Patologias e Deficiências/Hepatites Virais

MBHV Movimento Brasileiro de Luta Contra as Hepatites Virais
Hepatchê Vida
Porto Alegre/RS

51    8127 5366 Tim
51    8418 4159 Oi
      51 9105 8069 Claro
______________________________________________________________________________________________________________________________________________


Utilize este link para identificar ou citar este item: http://hdl.handle.net/10482/9734

Arquivos neste item:
Arquivo
Descrição
Tamanho
Formato

1,57 MB
Adobe PDF


Título: 
Abandono do tratamento antirretroviral e busca consentida de casos de pessoas vivendo com HIV/AIDS
Autor(es): 
Orientador(es): 
Assunto: 
Data de publicação: 
14-Dez-2011
Data de defesa: 
7-Jul-2011
Referência: 
SANTOS, Fabiana Borges dos. Abandono do tratamento antirretroviral e busca consentida de casos de pessoas vivendo com HIV/AIDS. 2011. xii, 124 f. Dissertação(Mestrado em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde)-Universidade de Brasília, Brasília, 2011.
Resumo: 
A adesão ao tratamento em doenças crônicas tem sido um tema bastante discutido, especialmente na área de HIV/aids, dada a sua complexidade. Apesar de existir, no Brasil, a distribuição universal dos medicamentos antirretrovirais e uma política pública avançada de atenção nessa área, as dificuldades relatadas pelas pessoas vivendo com HIV/aids são diversas e podem levar à interrupção do tratamento e do autocuidado. Visto que diversos fatores podem influenciar o abandono do tratamento e que os serviços de saúde devem garantir a atenção integral ao usuário, o presente estudo teve como objetivos: identificar e realizar busca dos casos de abandono do tratamento entre de pessoas soropositivas para o HIV em acompanhamento no Hospital Universitário de Brasília (HUB); proceder ao reacolhimento dos casos que foram contatados e descrever os motivos de abandono do tratamento relatados pelos usuários, bem como a percepção sobre o procedimento de busca consentida. O estudo objetivou ainda identificar percepções de profissionais de saúde que atuam em HIV/aids sobre o procedimento de busca consentida, a viabilidade acerca de sua implementação e as estratégias utilizadas por serviços de referência em HIV/aids do DF para lidar com casos de abandono. A coleta de dados iniciou com a identificação de possíveis casos de abandono devido à interrupção da busca dos antirretrovirais, com base em listagem disponibilizada pela farmácia de dispensação de medicamentos do HUB, pelo critério de pelo menos 90 dias sem retirada dos medicamentos. Em seguida, foi realizada análise documental mediante registros obtidos nos prontuários e em formulários da área psicossocial dos pacientes listados pela farmácia. Estratégias de busca foram realizadas, com base em preceitos éticos que garantiram o sigilo e o respeito aos direitos do paciente. Os pacientes localizados foram entrevistados individualmente com roteiros semi-estruturados. A coleta de dados com os profissionais foi feita a partir da realização de grupo focal. A análise documental passou por tratamento estatístico descritivo e as entrevistas por análise de conteúdo; o grupo focal foi analisado segundo a técnica do discurso do sujeito coletivo-DSC. Foram analisados 28 prontuários e entrevistados quatro usuários. O grupo focal teve a presença de dois médicos e dois psicólogos. Entre os motivos de abandono foram observados, em maior frequência, o uso abusivo de álcool e outras drogas, queixas de efeitos colaterais dos medicamentos e realização de outro tratamento de saúde. Os resultados apontaram para uma percepção positiva dos usuários acerca da busca consentida no sentido de fortalecer os vínculos com os serviços de saúde. Os profissionais mencionaram que a busca consentida é viável e importante, mas apontaram algumas barreiras como equipe com poucos profissionais e desatualização de informações sobre os pacientes, como telefone e endereço. O estudo é relevante uma vez que o abandono do tratamento é uma realidade nos serviços de saúde que, por sua vez, deve ter responsabilidade pelos seus usuários. Conclui-se que a busca consentida é uma estratégia para a retomada do tratamento, mas também uma possibilidade de trabalhar com o usuário os fatores que levaram ou pode levar ao abandono. Para tanto, os serviços de saúde precisam se preparar para buscar, reacolher e oferecer novas estratégias de adesão. Acreditamos que conhecendo mais profundamente os aspectos que determinam o abandono do tratamento e as percepções de usuários e de profissionais sobre a atividade de busca consentida, estratégias poderão ser propostas visando sua implementação. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT
The adherence to treatment in cases of chronic diseases is lengthily discussed (Where), especially in cases of HIV/Aids when considering its complexity. In Brazil, even though, there is universal access to antiretroviral therapy and a highly advanced public policy of attention to HIV/Aids, the difficulties reported by people living with HIV/AIDS are diverse and could lead to interruption of treatment and self-care. In face of the different factors that can influence and determine the noncompliance with treatment and considering that health services should provide integral attention to these patients, the present study intends to: i) Identify and contact the cases of HIV/Aids patients who abandoned the treatment at the Hospital Universitário de Brasília - HUB; ii) restart the treatment of these patients who have been contacted, describe their reasons to abandon the treatment and their perceptions of the method of consented search. This study also intends to investigate the perceptions of health professionals working with HIV/Aids on the method of consented search of patients, the viability of its implementation and the strategies currently used by the Reference Services of the Federal District state to deal with cases of treatment abandonment. The date collection of possible drop out cases started with the analysis of patients who have not collected antiretroviral medicine in the HUB pharmacy in the past 90 days. Subsequently, their medical records and psychosocial reports, kept by HUB, were analysed. This research has been done respecting high ethic principles that guaranteed and respected patients rights. The patients who have been contacted were individually interviewed. Data collection was conducted with professionals organized by focus group. Interviews were analysed, documents have undergone statistical and content analysis; focus groups counted with the presence of two doctors and two psychologists and were analyzed using the technique of the discourse of the collective subject-DSC. Also, 28 medical records were analysed and four users interviewed. Among the most common reasons for treatment abandonment there is the abusive use of alcohol and other drugs, complaints about the side effects of the antiretroviral therapy, and the need to go through other health treatments. The results indicate a positive perception of the method of consented search in the sense of strengthening the relation between patients and health services. Health professionals believe that consented search is viable and important; nevertheless, they have mentioned some difficulties as insufficient professionals and outdated patient contact information. The present study is important in view of the fact that treatment abandonment is frequent and that health services are responsible for their patients. Moreover, this study concludes that consented search is not only a way to restart treatment with dropout patients as it can also figure as a strategy to approach the reasons for treatment abandonment. For this purpose, health services need to be prepared to search, contact and offer a new treatment strategy that fits the needs of the patient. Knowing more deeply the aspects that leads to treatment dropout, as well as the perceptions of patients and health professionals of the method of consented search can develop better strategies and ways to be implemented.
Informações adicionais: 
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-Graduação em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde, 2011.
Aparece na Coleção:

Parte superior do formulário
Parte inferior do formulário
Todos os itens no repositório estão protegidos por copyright. Todos os direitos reservados.

Site Creative CommonsSite OaisterSítio IBICTUniversidade de Brasília
Sobre o Repositório  |  FAQ  |  Estatísticas |  Termo de Autorização do Autor
Copyright © 2008 MIT & HP. Todos os direitos reservados.
 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

O Melhor Programa de AIDS do MUNDO!


O Melhor Programa de AIDS do MUNDO!
Não podemos nos esquecer que esta frase foi usada pela primeira vez na gestão de José Serra , atuando como ministro da saúde na era do então presidente Sr Fernando Henrique Cardoso.
Foi com Serra que se instituiu o fornecimento de ARV e a criação de um Departamento que cuidaria exclusivamente das DSTs, Hiv e Hepatites Virais.
Esse departamento cuidaria do programa de combate às doenças ditas acima com orçamento partindo diretamente de Brasília para os + ou – 5700 municípios deste Brasil.
Muito lutamos naquela época.
Lembro-me que há coisa de 14 anos passados em Rocha Miranda, subúrbio do Rio, em um hospital municipal, tínhamos o que se chamava-se na época “Hospital Dia”.
Neste hospital composto de: enfermaria leitos e consultórios, possuía também médico Infectologista e enfermeiros, à disposição dos PVHAS, enfim um atendimento exclusivo, coisa que não se repetia se por acaso , se precisasse de ser tratado no setor de urgência de um hospital comum.
Lá eu me tratava do Pneumo Cister Carini com inalação de Pentamidina inalatória, depois de inalar a medicação os pacientes tinham direito a receber um lanche que geralmente era composto de fruta, sanduíche ou biscoito e suco.
Todo esse cuidado era possível por intermédio da verba do departamento Nacional de DST e AIDS.
Tudo isso foi jogado fora com o advento do governo LULLa Dilm@.
Embora os SENHORES de pĺantão hoje afirmem a plenos pulmões que “Nunca antes na história do Brasil”, O Programa Nacional de AIDS foi tão maravilhoso.
DESAFIO A QUALQUER UM DE VOCÊS A TENTAREM UM LEITO CASO PRECISE.
Exames de CD4 E Carga Viral que devem ser feito a cada 3 meses (4vezes por ano), hoje quando muito faz-se dois ou hum por ano.
Dos medicamentos para doenças Oportunistas que são 32 tipos diferentes , se hoje encontrar-mos 7 tipos isso será um luxo.
Na questão do Vale Social, ficamos limitados a cinco passagens (ida e volta), situação essa que vai ao desencontro do que diz a lei da gratuidade, pois essa lei não limita passagens nem para doentes crônicos e muito menos limita para os idosos.
E agora vem essa de se querer soltar o orçamento do Departamento Nacional de DST aids e hepatites virais, desvinculando da União e emitir diretamente a verba para os municípios.
Ora vejam só. Se estando centralizado a verba não contempla todos os 5700 municípios, imaginem se liberar a verba diretamente para os prefeitos.
Vai ter prefeito usando verba da AIDS para pintar chafariz de praça.
E não esquecendo ainda que hoje temos ONGS que trabalham com HIV, DSTs e tuberculose fechando por falta de financiamento e sem nenhum auxílio que dirá do exterior, pois, o tão propalado “Melhor Programa de AIDS do mundo” juntamente com a “Maravilhosa situação Econômica do Brasil”, essas frases fizeram com que as fundações estrangeiras parassem de financiar nossas ONGS.
E AÍ COMPANHEIRO? TEMOS OU NÃO O MELHOR PROGRAMA DE AIDS DO MUNDO?
NGB
Ativismocontraaidstb


quarta-feira, 28 de março de 2012

MELHOR PROGRAMA DE AIDS DO MUNDO?

ESSE È O PROBLEMA DA Tão PROPAGADA FALACIA DO MELHOR PROGRAMA DE AIDS DO MUNDO>
DEPOIS VAI COMÇAR A FALTAR ARV PARA NOSSO POVO>
SEM FALAR NOS REMEDIOS DAs Infecções Oportunistas que da lista de +20 medicamentos faltando sempre algum e obrigando as PVHAS,na realidade ter que entrar com processo no MP para ter acesso.
Não se esquecendo a falta de medicos infectologistas cuja a especialidade não tem um concurso há mais de 10 anos, levando as PVHAS a serem tratados com medicos generalista, prejudicando o tratamento.
Segundo estudos já publicado As pvhas tratados com infectologistas tem muito + Chance resultar melhor adesão ao tratamento.
NGB
Ativismocontraaidstb. 
noticias.r7.com
Cerca de 500 pacientes estrangeiros de 36 países, portadores do vírus da aids, foram atendidos gratuitamente nos últimos três anos no Centro de Referência ...
 
 
03/06/2011

O que você sabe sobre a Aids?


Qual a função do Sistema Imunológico?

Selecione uma opção para prosseguir

Como se contrai o vírus HIV?

Selecione uma opção para prosseguir

Como saber se você está com Aids?

Selecione uma opção para prosseguir

O que é janela imunológica?

Selecione uma opção para prosseguir

Quando e onde o primeiro caso de Aids foi descoberto no Brasil?

Selecione uma opção para prosseguir

Quanto tempo o HIV sobrevive em ambiente externo?

Selecione uma opção para prosseguir

Onde podem ser feitos os testes para saber se você está com Aids?

Selecione uma opção para prosseguir
 RESPOSTAS CORRETAS:
  1.  
 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Reportagem sobre falta teste CD4 E ARV'S

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Reportagem sobre falta teste CD4 E ARV'S

 No globo de hj(07/08/11) matéria "Pacientes com aids sofrem com falta de exame"
 Quero dar meus  agradecimentos aos repor teres: Caroline Benevides(caroline.benevides@oglobo.com.br)
Leticia lins (leticia.lins@oglobo.com.br) com o apoio de Leila Suwwan,Marcos Vivicios Gomes e Naiara Hofmeister* ( O pais@oglobo.com.br.
 Em especial aos ATIVISTAS sofredores porem determinados e Dispostos a lutar por seus Direitos!
 Carlos de Recife, Veriano Terto Da ABiA, Cristiana Moreira da Sociedade Viva Cazuza,Mara Moreira minha amiga do GPVRJ,e especialmente a C.E.B GPrg. de Maringá!!!Pelo desprendimento e por suas falas tão importânte para o movimnto. Sem esquecer de Carlos alberto Duarte cujo pioneirismo dos dados nos levaram a comprovar por essa reportagem.
 Comento que sem esse circulo de relacionamento talvez essa noticia ficasse perdida por alguma Burocracia.
 Essa Reportagem foi feita com as editorias das cidades de: Rio de janeiro, Recife, Curitiba, Porto alegre e São paulo!


Nilo garonimo Borgna
 Ativismocontraaidstb.

Reportagem sobre falta teste CD4 E ARV'S

 No globo de hj(07/08/11) matéria "Pacientes com aids sofrem com falta de exame"
 Quero dar meus  agradecimentos aos repor teres: Caroline Benevides(caroline.benevides@oglobo.com.br)
Leticia lins (leticia.lins@oglobo.com.br) com o apoio de Leila Suwwan,Marcos Vivicios Gomes e Naiara Hofmeister* ( O pais@oglobo.com.br.
 Em especial aos ATIVISTAS sofredores porem determinados e Dispostos a lutar por seus Direitos!
 Carlos de Recife, Veriano Terto Da ABiA, Cristiana Moreira da Sociedade Viva Cazuza,Mara Moreira minha amiga do GPVRJ,e especialmente a C.E.B GPrg. de Maringá!!!Pelo desprendimento e por suas falas tão importânte para o movimnto. Sem esquecer de Carlos alberto Duarte cujo pioneirismo dos dados nos levaram a comprovar por essa reportagem.
 Comento que sem esse circulo de relacionamento talvez essa noticia ficasse perdida por alguma Burocracia.
 Essa Reportagem foi feita com as editorias das cidades de: Rio de janeiro, Recife, Curitiba, Porto alegre e São paulo!


Nilo garonimo Borgna
 Ativismocontraaidstb.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Brasil cria comprimido único contra a Aids

Brasil cria comprimido único contra a Aids
O Globo– 15/09/2011
RECIFE - Muito utilizados no tratamento contra a Aids, porém em comprimidos diferentes, os fármacos zidovudina (AZT), lamividina (3TC) e efavirenz (EFV) podem ser reunidos em uma única unidade, reduzindo-se de três para duas vezes diárias a necessidade de ingestão desses remédios, facilitando a adesão dos pacientes ao tratamento e reduzindo os custos de produção. O trabalho é do Laboratório de Tecnologia dos Medicamentos (LTM), divulgado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). 
Os comprimidos já  vêm sendo produzidos na capital, depois de quatro anos de pesquisa, sob a coordenação do professor Pedro Rolim, diretor do LTM da UFPE. De acordo com os estudos, as propriedades dos medicamentos estão mantidas e não houve nenhuma incompatibilidade entre as três drogas, que integram o coquetel antirretroviral distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. No momento, novos testes são realizados, com o objetivo de testar o prazo de validade do comprimido. 
O estudo mobilizou uma equipe de seis pessoas e integra a dissertação de mestrado do farmacêutico Danilo Augusto Ferreira Fontes, que foi defendida pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFPE. As pesquisas consumiram mais de R$ 1,2 milhão, provenientes do Ministério da Ciência e Tecnologia, via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). 
O trabalho foi desenvolvido em parceria com o Laboratório Farmacêutico de Pernambuco. O Lafepe já fornece nove medicamentos contra a Aids ao Ministério da Saúde, inclusive o AZT e o 3TC. E no momento vem se preparando para produzir, também, o EFV. Em 2011, no entanto, apenas cinco dessas drogas foram solicitadas pelo governo federal. 
— Estamos prontos para fabricarmos o comprimido, cumpridas todas as etapas exigidas no processo de industrialização e demonstrado o interesse do Ministério da Saúde — afirmou ontem o diretor-técnico do Lafepe, Leduar Guedes. — Para nós, o comprimido é de grande importância, por reduzir os custos da produção e facilitar o tratamento por parte dos pacientes.
Os três insumos agora reunidos em um mesmo comprimido fazem parte da chamada terapia antirretroviral de alta atividade e normalmente são muito solicitados no início do tratamento da doença. Danilo Fontes acredita que a nova apresentação dos remédios poderá diminuir os custos do Ministério da Saúde com o tratamento de pacientes portadores do HIV, devido à redução nas etapas de produção e distribuição (matéria-prima, embalagem, estoque e transporte). 
Tão logo sejam concluídos os estudos sobre o prazo de validade do comprimido, a UFPE vai repassar a tecnologia para um laboratório estatal — provavelmente o próprio Lafepe — e aguardar o sinal verde do Ministério da Saúde e da Anvisa para produção em larga escala. No Brasil, cerca de 200 mil portadores do HIV realizam tratamento pelo SUS, o que representa uma despesa superior a R$ 1 bilhão.

domingo, 7 de agosto de 2011

Reportagem sobre falta teste CD4 E ARV'S

 No globo de hj matéria "Pacientes com aids sofrem com falta de exame"
 Quero dar meus  agradecimentos aos repor teres: Caroline Benevides(caroline.benevides@oglobo.com.br)
Leticia lins (leticia.lins@oglobo.com.br) com o apoio de Leila Suwwan,Marcos Vivicios Gomes e Naiara Hofmeister* ( O pais@oglobo.com.br.
 Em especial aos ATIVISTAS sofredores porem determinados e Dispostos a lutar por seus Direitos!
 Carlos de Recife, Veriano Terto Da ABiA, Cristiana Moreira da Sociedade Viva Cazuza,Mara moreira minha amiga do GPVRJ,e especialmente a C.E.B GPrg. de Maringá!!!Pelo desprendimento e por suas falas tão importânte para o movimnto. Sem esquecer de Carlos alberto Duarte cujo pioneirismo dos dados nos levaram a comprovar por essa reportagem.
 Comento que sem esse circulo de relacionamento talvez essa noticia ficasse perdida por alguma Burocracia.
 Essa Reportagem foi feita com as editorias das cidades de: Rio de janeiro, Recife, Curitiba, Porto alegre e São paulo!


Nilo garonimo Borgna
 Ativismocontraaidstb.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Desabastecimento do Fosamprenavir Continua no Rio de Janeiro




Rnp Rio de Janeiro28 de julho de 2011 18:02

Desabastecimento do Fosamprenavir Continua no Rio de Janeiro, Denuncia Paciente
27/07/2011 - 19h10

Alister Rafael tem 27 anos e mora na cidade do Rio de Janeiro. Ele está procurando a imprensa, o movimento social ou alguém que o ajude a tornar público seu problema. Pela segunda vez, em menos de uma semana, ele esteve no Instituto de Pesquisas Evandro Chagas (IPEC)- ligado à Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) - e saiu sem o kit completo de comprimidos que usa para o tratamento da aids. 

Há cerca de um ano tomando o antirretroviral Fosamprenavir, Alister teme agora uma baixa na sua adesão ao tratamento devido à escassez deste medicamento no Estado. “Na terça-feira passada fui pegar meus remédios e me deram um montante suficiente para apenas cinco dias. Me disseram que da próxima vez a situação já estaria regularizada, mas hoje voltei lá para pegar os medicamentos e a situação continua igual”, conta.

O jovem foi informado pelo pessoal da logística de medicamentos do IPEC que não havia previsão de regularização. Não contente com a resposta foi à Secretaria Estadual de Saúde e recebeu a notícia de que os lotes do Fosamprenavir estavam parados na alfândega.

“O governo está brincando com a vida humana. Ganha trilhões com impostos e deixa faltar medicamentos. Nós pagamos impostos e temos esse direito do acesso universal”, criticou. “É inconcebível que o Brasil doe medicamentos para outros países, mas deixe faltar medicamentos aqui”, acrescentou. 

Até o momento, Alicer não ficou sem o medicamento, mas queixa-se de ter que ir constantemente ao IPEC para pegar apenas alguns comprimidos. 

Quando não há desabastecimento, os pacientes podem retirar montantes suficientes para mais de um mês. 

O problema com a distribuição do Fosamprenavir foi denunciado por ativistas no dia 17 deste mês. Em nota, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde informou que mil frascos do antirretroviral tinham sido enviados aos Estados, e que uma outra remessa de nove mil frascos seriam enviadas na sequência para regularizar a situação. “O Ministério da Saúde empenhou-se em agilizar as entregas e, assim, a partir de 15 de julho, não haverá mais a necessidade de fracionamento do antirretroviral”, informava a nota.

No entanto, segundo a Assessoria de Imprensa do Departamento de Aids, esses nove mil frascos ficaram presos na alfândega por conta de uma exigência de documentos feita pela Receita Federal à fabricante GlaxoSmithKline. Espera-se que o medicamento seja liberado e chegue a Brasília nesta quinta-feira e até a próxima segunda-feira aos Estados.

Redação da Agência de Notícias de Aids

DICA DE ENTREVISTA:

Alister Rafael
Tel.: (0XX21) 8765.1033

E-mail: alister.r@bol.com.br
http://www.facebook.com/l/AAQA-JdscAQAs9tCCbdgPm5HH0bV8Qc3FccyQrOQLVSavDQ/www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17394
Agência de Notícias da AIDS
www.agenciaaids.com.br
Via Face BooK


Nota pessoal:

 Somente com atidudes com a de Alister e demais que estão denunciando e pondo a boca no trombone é que coisas assim tenderão a ficar menos repetitivas(Espero Eu)
 Sei da dificuldade de ir ao  posto para realizar exames e pegar medicações e ter que voltar por incompetencia (& OU) incapacidade de certos Gestores da Saúde publica que desviam fortunas para contas ou imoveis em vez de usá-las no bem da saúde de todos!!!
 E sperava e afirmei em postagem no blog que com om advento do atual ministro da saúde Sr Padilha tais fatos não se repetissem, mas, ledo engano estamos agora com falta tambem de kit para exame de CD4 e Carga Viral.
 Situação não muito diferente do Rio que, tem um alto recebimento de órgãos para transplantes porém teve pessoas mortas por falta de anestesista
 Somente com nosso envolvimento nesse movimento de denuncia e com.a ajuda de todos os atores destes casos, e que se terá, pelo menos se espera, uma resposta seja ela qual for.
Nilo Geronimo Borgna
Soropositivo desde +10anos
Em tratamento com ARVS
editor do blog
ativismocontraaidstb.blogspot.com

Rnp Rio de Janeiro28 de julho de 2011 10:46
Ativistas criticam novo prazo para regularização de testes de carga viral

27/07/2011 - 12h35

Em resposta ao novo prazo do Ministério da Saúde para a regularização do estoque de exames de carga viral (Leia aqui), ativistas reforçaram a necessidade de estoques reguladores e pediram a reestruturação do SUS. Segundo o ministro Alexandre Padilha, a situação estará normalizada até o final de agosto. O prazo inicial, divulgado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais na semana passada, era o começo do próximo mês. 

“Quem conhece a logística do Ministério da Saúde sabe que seria impossível acabar com o problema nas primeiras semanas de agosto. Uma coisa é o material chegar aos Estados e municípios, outra é estar disponível aos usuários”, disse o representante do Fórum de ONG/Aids do Estado do Rio de Janeiro, William Amaral.

As explicações oficiais de que a falta de kits para os exames aconteceu porque algumas empresas que participavam da licitação de compra entraram com recursos, atrasando o processo, não serviram como justificativa para William. “O governo precisa estar preparado para essas situações. Mais uma vez fica clara a necessidade de estoques emergenciais”, afirmou. Segundo o ativista, “o Departamento de Aids está desaprendendo como combater a doença.” 

Já o integrante do GIV (Grupo de Incentivo à Vida), Jorge Beloqui, avaliou que a situação não pode ser vista com um problema pontual. “Esta não é uma dificuldade isolada da resposta brasileira à aids. Recentemente faltaram vários remédios", lembou. “É preciso reestruturar o SUS, desde o Ministério até o municípios".

Beloqui também cobrou informações do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais de um diagnóstico que seria realizado pelo órgão sobre o fluxo de medicamentos. Em março deste ano, quando o antirretroviral atazanavir 300mg teve a distribuição fracionada para evitar o desabastecimento, o diretor do Departamento, Dirceu Greco, afirmou à Agência Aids que em cerca de 30 dias essa análise seria concluída. 

Fábio Serrato

Dica de Entrevista

William Amaral
Fórum de ONG/Aids do RJ
Tel.: (21) 3563-6440

Jorge Beloqui
GIV
Tel.: (11) 5084-0255 / 11 5084-7465
http://www.facebook.com/l/IAQAyJmvUAQD8l-i1xfGA1HUMVnJKQ6bJ9WLa88wIix2hjw/www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17390

terça-feira, 12 de julho de 2011

Continua a farra da falta de ARV>>> A saga!

  Todos sabem que eu mês passado perguntei no Posto ao qual me trato, se 
"por acaso" havia falta me medicamento ARV.
 Faltaram em dias aternados quatro fiferente especies de ARV.
 Estive de volta no fim do mes para saber de regulação dos estoques, fui informado que estava tudo bem.
 Qual não foi a minha surpresa quendo estive no posto para retirar oa ARV{Biovir+Nevirapina},{Biovir e Efevirens}!
 O Sr Biovir estava em falta!
 Previsão de chegada talvez Sexta Feira! Não me deixaram pegar os que haviam pois a direção do Posto não permite:
 Fui ao direto ele não estava fui a administração e Rodei a baihiana.
 Fui tambem ao Setor dip e fiZ o mesmo que na administração!
 Amanhã estarei na Caps 3,3 para registrar o ocorrido.
 Hoje consegui falar com a Produtora da cidinha no programa Cidinha Livre, ela disse que vai tentar pauta.
 Aguardemos>

 P.S. Em tempo esta farra continua desde cinco anos atraz. Consegui que dois pacientes reinvindiquem. Veremos se eles tambem entram no protesto!!!


Que todos nós nos manifestemos contra esse novo tipo de censura.
Sejamos todo s favoráveis à abertura dos arquivos
Tanto do Ditadura quanto da Ditabranda!!!!
Nilo Geronimo Borgna
Ativismocontraaidstb
Artigo 13* da constituição da República Portuguesa
Principio de igualdade:
Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de
qualquer direito ou isento de qualquer
dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de
origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução,
situação econômica, condição social ou orientação sexual.
Artigo 13* da constituição da República Portuguesa
NGB
Http//ativismocontraaidstb.blogspot.com
Twitter @NiloBorgna
Facebook
02192480850/39034512

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Governo admite falha na produção de ARVs

Governo admite falha na produção de ARVs
População soropositiva convive com crise de desabastecimento
A sociedade civil brasileira, em protesto contra a falta de medicamento antiretrovirais (ARVs) na rede pública de saúde, realizou no dia 28 de abril o Ato Público em Defesa da Vida Contra o Desabastecimento de Antiretrovirais. A manifestação, que no Rio de Janeiro aconteceu na Praça Pio X e foi batizada de “Tolerância Zero”, também ocorreu em São Paulo, Rio Grande do Sul, Ceará, Pernambuco, Maranhão e Distrito Federal.
Apesar do sucesso da empreitada, amplamente noticiada pela imprensa, não existem motivos aparentes para comemorações. Uma declaração da coordenadora do Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais do governo federal, Mariângela Simão, afirmando que os problemas com medicamentos continuarão acontecendo no país, mostra que a batalha ainda está longe do fim. O Diretor de Farmanguinhos expressa que “atrasos acontecem também em laboratórios privados”. Temos assim uma prova cabal da banalização da AIDS: os atrasos são coisas da vida e os problemas com medicamentos continuarão a acontecer.
O governo federal menciona seus esforços no sentido de normalizar os estoques de ARVs na rede de saúde brasileira. Também é necessário reconhecer que estes esforços não foram suficientes. E daí surge a pergunta: o que realmente está sendo feito para que o problema não se repita? Qual é o papel dos estados nisto tudo: somente repetem o que o Ministério da Saúde fala? Isto é uma atitude que não faz justiça a seu papel de corresponsáveis pela saúde dos brasileiros. Governos federal e estaduais devem trabalhar com estoques maiores do que os atuais que se provaram insuficientes.
Qual o real motivo dos atrasos na produção em Farmanguinhos? Lembremos que a falta de ABACAVIR de 2005 foi devida a problemas com o laboratório detentor da patente. Na atualidade, há vários medicamentos fora de patentes e que também apresentaram problemas. Neste caso a situação é menos admissível porque havendo vários produtores de genéricos, poderia ser realizada compra de emergência com outros laboratórios, inclusive os medicamentos de marca. Por que não foram realizadas?
Até quando a população portadora de HIV/AIDS terá que conviver com a falta de medicamentos essenciais? Temos documentos provando que são baixos os estoques de ARVs nos hospitais da cidade do Rio de Janeiro. Vamos esperar eles acabarem? O fato é que não podemos mais ficar tão à mercê de fenômenos naturais como vulcões e tempestades. Com a palavra, as autoridades.
ABIA/GTPI/Rebrip
Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA)
Av. Presidente Vargas, 446/13º andar - Centro
Rio de Janeiro/RJ
Cep. 20071-907
Tel. 21 - 22231040
Endereço eletrônico:
www.abiaids. org.br