Já começaram os preparativos para realização de mais uma edição da Feira Comunitária de Saúde e Cidadania do AIACOM que este ano, como nos anteriores, pretende mobilizar a população do bairro do Engenho Novo e adjacências, levando uma série de serviços, orientações e atividades, sempre com oobjetivo de promover a melhoria da qualidade de vida e a solidariedade.Este ano a Feira acontecerá simultaneamente à Feira Cultural do Colégio AIACOM.
Fundado em 1992 e integralmente mantido pela SIC - Sociedade Inteligência e Coração, dos Freis Agostinianos de Belo Horizonte, o AIACOM vem, ao longo dos anos, consolidando-se enquanto uma referência junto às comunidades do bairro do Engenho Novo e adjacências, particularmente aquelas menos favorecidas, por conta do trabalho sócio-educativo desenvolvido junto às crianças, adolescentes e adultos dessas comunidades, constituindo-se enquanto uma instituição sem fins lucrativos que tem por finalidade a promoção da pessoa humana.
A partir de 2011, ancorado na experiência acumulada desde sua fundação e na história dos Colégios Agostinianos, o AIACOM passa a constituir-se no Colégio AIACOM, mantendo os mesmos princípios de trabalho e passando a oferecer uma educação de qualidade, inteiramente gratuita, à população local, através da Educação Infantil, Ensino Fundamental de 1° segmento e Educação de Jovens e Adultos do 1° ao 9° ano, apoiada por material escolar, uniformes, alimentação. e atendimento social e odontológico.
As ações do AIACOM se dão em três frentes distintas:
COLÉGIO AIACOM: Educação Infantil, Ensino Fundamental de 1° segmento e Educação de Jovens e Adultos do 1° ao 9° ano, apoiada por material escolar, uniformes, alimentação, atendimento odontológico e social, sem nenhum custo para as famílias.
PROJETO SOCIAL: Atendendo adolescentes entre 15 e 17 anos, desenvolve uma série de atividades sócio-educativas fundamentadas na proposta da arte-educação, a partir de linguagens como teatro, dança, esportes, ginástica rítmica e informática.
PROJETO JOVEM APRENDIZ: Em parceria direta com a PETROBRÁS S/A, e, indireta, com o SENAI, o AIACOM gerencia o processo de formação profissional e inserção ao mercado de trabalho, beneficiando um grupo de 39 jovens, a maioria oriundos de comunidades da região.
___________________________________ Armazém de Idéias e Ações Comunitárias
Colégio e Projeto Social
Rua Barão do Bom Retiro, 920 - Engenho Novo - RJ/ RJ
tel: (21) 2581-9918 cultural@aiacom.org.br
www.aiacom.org.br
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
terça-feira, 22 de maio de 2012
Feira Comunitária de Saúde e Cidadana AIACOM
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
CRISE ECONÔMICA NA ROCINHA! Via Extra Oglobo
3.1. Na ocupação, Ana Cláudia, tinha o coração cheio de esperança, como qualquer morador da Rocinha. Dois meses após a ocupação policial, ela tenta se equilibrar: — O faturamento caiu pela metade, e ainda pago mil reais de aluguel. Não pensei que a ocupação afetaria o movimento. Duas manicures deixaram o salão e dispensei uma pessoa que trabalhava na minha casa. Os dias também são de incerteza para Rosângela Jesus Silva. Dona do Isabella’s Coiffeur, na Via Ápia, principal rua de comércio local, ela acreditava que a freguesia aumentaria após a ocupação. Hoje, chora ao lembrar que há dias em que atende apenas uma pessoa. A média diária era de 30 clientes. — Aos sábados, fechava à meia-noite. Essa semana, fui embora às 21h. Aos poucos, vejo meu sonho acabar — diz, com lágrimas nos olhos. Dona do salão há oito anos, ela procura alternativas.— Já pensei em levar a loja para Rio das Pedras. Mas vou procurar um ponto na rua.
3.2. A crise na Rocinha não se restringe a salões de beleza, nem aos exageros do choque de ordem. Parte dos milhões que o tráfico lucrava mensalmente circulava no comércio local. Esse dinheiro evaporou da noite para o dia. Além disso, os moradores passaram a arcar com os custos da legalização, como o da TV a cabo.
3.3. Os recentes episódios de assaltos e roubos na comunidade — houve dois assassinatos na semana passada — contribuíram para Adalberto, que mora na Rocinha há 31 anos, desistir do sonho de ser seu próprio patrão: — Fecho mais cedo para evitar prejuízo. Não dá para ficar me arriscando.