Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
sábado, 30 de agosto de 2014
Clipping #SaudeSexualidadesEafins
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Saúde Sexualidade e Afins
CLIPPING Saúde, Sexualidade & Afins 06/Jun./2014 ABIA: “lei que pune discriminação é uma vitória para o movimento de AIDS no Brasil” Informe ABIA A Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) vem a público parabenizar o governo brasileiro pela publicação da Lei que define como crime a discriminação de pessoas vivendo com o HIV e doentes de AIDS. É uma vitória para o movimento de AIDS e para a sociedade brasileira que os direitos humanos prevaleçam como princípios orientadores na resposta do governo brasileiro ao enfrentamento à epidemia. Após 11 anos de tramitação na Câmara e no Senado, a Lei 12.984 – sancionada pela presidenta Dilma Rousseff na última segunda-feira (02/06) – prevê pena de reclusão de um a quatro anos e multa “para quem negar emprego ou trabalho, exonerar ou demitir do cargo ou emprego ou segregar no ambiente de trabalho ou escolar” as pessoas vivendo com o vírus HIV e doentes de AIDS. Acreditamos que uma severa punição à discriminação de pessoas portadoras do vírus e doentes de AIDS pode ser um poderoso mecanismo de enfrentamento às diversas formas de violência a que essas pessoas são diariamente submetidas. A ABIA considera inadmissível que populações tenham seus direitos negados ou sejam punidas no ambiente de trabalho por sua condição soropositiva. É igualmente intolerável a divulgação desta condição com o objetivo de ofender a dignidade humana bem como recusar ou retardar o atendimento de saúde. Desejamos que a sociedade, governo e instituições sejam capazes de alcançar este novo horizonte e garantir a efetividade dessas medidas protetivas dos direitos das pessoas vivendo com o HIV e doentes de AIDS no Brasil. E que outros Projetos de Lei progressistas sejam igualmente bem-vindos. Aliado de premier indiano diz que estupro ‘algumas vezes está certo’ O GLOBO / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS Partido afirma que declaração representa visão pessoal de secretário estadual NOVA DÉLHI — Um parlamentar do partido do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, descreveu o estupro como um crime social, que “algumas vezes está certo, algumas vezes errado”, num comentário que adiciona mais polêmica a uma questão sensível no país. Autoridades indianas são frequentemente acusadas de não levarem a sério a queixa de mulheres estupradas, como no estado de Uttar Pradesh, onde duas adolescentes de 12 e 14 anos foram assassinadas no mês passado. Babulal Gaur, membro do Partido Bharatiya Janata e secretário de Lei e Ordem do estado de Madhya Pradesh, disse nesta quinta que só pode ser considerado que houve estupro se uma queixa for feita à polícia. — Esse é um crime social, que depende de homens e mulheres. Algumas vezes está certo, outras está errado. Até haver uma queixa, nada aconteceu. Gaur também manifestou simpatia com Mulayam Singh Yadav, presidente regional do Partido Samajwadi, que está no governo de Uttar Pradesh. Na eleição, Mulayam criticou mudanças legais como a pena de morte para estupro coletivo. — Rapazes cometem erros. Vão ser enforcados por causa de estupro — disse na ocasião. O Partido Bharatiya Janata declarou que os comentários de Gaur representavam sua visão pessoal, e não uma posição da legenda. Modi, que tomou posse na semana passada, ainda não fez comentários sobre o duplo assassinato na aldeia de Katra Shahadatganj. As duas adolescentes foram estupradas e enforcadas. A família se reclama que a polícia não queria registrar queixa. Depois de o caso ganhar repercussão internacional, três homens foram presos acusados de cometer o crime e dois policiais foram detidos sob suspeita de acobertá-los. A mulher ‘promíscua’: Entrevista com Frei Betto O Globo Como uma história bíblica pode inspirar a Igreja no Sínodo da Família, que, em outubro, deve discutir questões candentes O Papa Francisco convocou, para outubro, o Sínodo da Família. Dom Damasceno, cardeal arcebispo de Aparecida (SP), será um dos presidentes da reunião destinada a atualizar a pastoral da Igreja Católica em relação ao tema. A família, tal como a conhecemos hoje, é uma instituição recente, filha da modernidade. Hoje, novas formas de união conjugal e a frequência de recasamentos obrigam a Igreja a rever conceitos e atitudes. A argentina Jaquelina Lisbona, há 19 anos casada com um divorciado, foi proibida de comungar no dia da crisma de suas filhas, na cidade de São Lorenzo, porque o marido, Julio Sabetta, já havia sido casado anteriormente. O pároco disse que, por mais que ela se confessasse, ao retornar à casa estaria de novo em pecado... Jaquelina, em setembro de 2013, enviou carta ao papa Francisco. Perguntou o que fazer, já que, para ela, não faz sentido participar da missa sem receber a eucaristia. Não tinha a menor esperança de merecer uma resposta. Em abril, o telefone tocou na casa de Jaquelina; do outro lado da linha, a voz se identificou: “aqui fala o padre Bergoglio”. Após se desculpar pela demora em lhe responder, o Papa disse que ela “está livre de pecado” e deve comungar “tranquilamente” em outra paróquia, para não causar atrito com o padre que lhe negou o sacramento. “Há padres mais papistas que o Papa”, disse Francisco. E acrescentou que também Julio, seu marido, poderia comungar: “O divorciado que comunga não está fazendo nada de mau.” Há tempos, na TV alemã, o entrevistador perguntou a um bispo se daria comunhão a um divorciado. O prelado disse que não. Indagou, em seguida, se o faria a uma mulher que tivesse trocado cinco vezes de marido e, agora, vivesse com um sexto homem que não era seu marido. O bispo, com uma expressão indignada, frisou que tal mulher procedia de modo contrário à vontade de Deus e às leis da Igreja. “Uma promíscua não tem o direito de se aproximar da eucaristia”, exclamou. O entrevistador sorriu qual pescador que vê o cardume cair na rede e comentou: “Esta ‘promíscua’, que o senhor exclui da salvação, é a samaritana que Jesus encontrou à beira do poço de Jacó, de acordo com o capítulo 4 do Evangelho de João.” Pego no laço, o bispo se retirou da entrevista. Uma das características da espiritualidade de Jesus é o antimoralismo. Em nenhum momento ele acusou a samaritana, cuja má fama conhecia, de devassa ou a aconselhou a pôr fim à sua rotatividade conjugal. Ao contrário, percebeu ali um coração sedento de amor e a elogiou por dizer a verdade. E a ela se revelou como o Messias. A samaritana, embevecida, voltou à cidade para anunciar que encontrara Aquele que era o esperado. O que significa que ela foi, de fato, a primeira apóstola. O Sínodo da Família deverá debater questões candentes, como divórcio e união entre pessoas do mesmo sexo. E comprovar que a Igreja é mãe, e não a bruxa retratada em histórias para crianças. Kooijman escreveu para a seção “Ideias da Lego” pedindo que a linha de brinquedos fosse revista. No site, os entusiastas podem enviar e votar em idéias para conjuntos que eles querem ver disponíveis em lojas de brinquedos. Quando um projeto recebe 10 mil votos, a sugestão segue para ser avaliada por um conselho formado por cenógrafos e representantes de marketing. Depois de testar os conceitos de estabilidade, jogabilidade, segurança, ajuste de mercado e mais, o conselho seleciona uma idéia para se tornar o próximo produto Lego Idéias. O criador é reconhecido por inspirar o produto e ainda recebe um corte de vendas do produto.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Saúde Sexualidade & Afins
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Saúde sexualidade & Afins
terça-feira, 27 de maio de 2014
#clipping #SaudeSexualidadeEafins
CLIPPING Saúde, Sexualidade & Afins 27/Maio/2014 Brasil faz bonito na Conferência Mundial de Juventude Agencia Aids de Noticias *Por Diego Callisto A Conferência Mundial de Juventude de 2014, que aconteceu recentemente no Sri Lanka, foi bem articulada. Os jovens se mostraram entusiasmados em construir e trabalhar para alçar melhorias nas demandas da juventude para a agenda de desenvolvimento pós-2015 e, acima de tudo, dar voz ao protagonismo juvenil tanto nos objetivos do milênio (ODMs) quanto nos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS). As discussões e negociações entre delegados jovens, governo e ONU marcaram a conferência de forma positiva, com a juventude, a todo momento, buscando pautar suas necessidades e prioridades e a importância de que as mesmas estejam inseridas em agendas globais conduzidas pela ONU. O grande desafio para os jovens era fazer com que a Carta Colombo, também conhecida como Plano de Ação Colombo, principal produto dessa conferência, estivesse alinhada a todos os segmentos de juventude e se tornasse uma carta contemplativa, contendo, sobretudo, as demandas e prioridades de jovens inseridos em contextos de vulnerabilidades. Outro desafio era discutir tudo isso com países do mundo todo, cada um com suas especificidades, recomendações, culturas, costumes e tradições. Chegar a um consenso foi uma experiência exaustiva, pois as propostas, por mais bem formuladas, redigidas e alinhadas às necessidades dos jovens em nível global, só poderiam ser aprovadas em consenso de todos os países presentes nas negociações oficiais com a ONU para construção da carta. Acredito que a conferência foi uma oportunidade única para entender que vivemos um mundo onde os desafios e batalhas são similares à nível global, mas o modo de enfrentamento e de luta é o que diferencia e permite aos países obter ou não êxito em espaços de interlocução e diálogo como esse evento. A conferência foi dividida em sete eixos e sete temas pertinentes às discussões e grupos de trabalho, sendo que todos perpassavam as 14 áreas de ação definidas conforme a participação da juventude, da sociedade civil, de membros de governo, de organizações e parceiros de desenvolvimento internacional que trabalham com a agenda de desenvolvimento pós-2015. Todos os dias aconteceram as negociações entre governo, delegados nacionais da juventude e ONU para construção da Carta Colombo. Durante todas, o Brasil foi o grande protagonista, tanto no sentido de ter os jovens delegados brasileiros articulando com outras regiões, principalmente a America Latina, quanto pelo fato de os membros do governo brasileiro, por meio da Secretaria Nacional de Juventude, participarem ativamente da construção de textos. O Brasil apresentou 20 propostas nas negociações das 35 que construímos semanas antes da conferência, quando abrimos o documento zero da carta para consulta pública. Temas como HIV, igualdade de gênero, saúde sexual e reprodutiva e seus direitos, orientação sexual, juventude do campo, população LGBTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Transgêneros) exigiram diálogo fluido, articulado e assertivo de países com postura mais progressista e desenvolvida como o Brasil, as Filipinas, o México e o Vietnã. E uma postura mais receptiva e sensível de países que adotaram uma postura conservadora e reacionária nas negociações, como Arábia Saudita, Paraguai, Camarões e Sri-Lanka. O tema HIV/aids consta em três tópicos dos 14 trabalhados na carta. São eles: Pleno emprego e empreendedorismo: recomenda o combate à discriminação e à exploração a que jovens vivendo com HIV possam estar sujeitos. Acabar com as desigualdades sistêmicas: recomenda instar os países a promoverem igualdade de oportunidades, integração social e eliminar a discriminação e o estigma que envolve jovens com HIV. Promoção de vida saudável e acesso à saúde: recomenda medidas para construir uma estrutura sustentável para o financiamento em saúde, o acesso a serviços amigáveis e que estes estejam dispostos a garantir a qualidade da saúde dos jovens vivendo com HIV. A Carta Colombo é resultado de compromisso e consenso entre governos, jovens e ONU, com recomendações da juventude na agenda pós-2015, contendo suas demandas, seus anseios e desejos para que tenhamos a participação dos jovens em todos os níveis e agendas globais que dialoguem com as prioridades dos jovens de todo o mundo. Particularmente, estou muito orgulhoso por ter sido escolhido para representar o meu país numa conferência de âmbito mundial e, sobretudo, por dar voz e vez aos jovens pautando suas necessidades, principalmente a de jovens que, assim como eu, vivem com HIV. Só se é jovem uma vez na vida, eu tenho muito para construir e o tempo voa! Então, vou trabalhar para dar seguimento a todas essas recomendações, com foco na agenda de desenvolvimento pós-2015! * Diego Callisto é integrante da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, do Fórum Consultivo de Juventude do Unaids e do Pacto Global para o Pós-2015. Será necessário criar escolas fechadas na China para crianças com aids?, questiona artigo do Voz da Rússia Fonte: portal Voz da Rússia O artigo, de Ekaterina Zubritskaya, revela como um dos países mais atrasados no tratamento do HIV/aids discrimina as crianças infectadas nas escolas. E como a gravidade da situação levou um homem, sensibilizado com o sentimento de exclusão uma menina doente, a montar uma sala de aula dentro de uma enfermaria para ensiná-la e acolhê-la. Em pouco tempo, havia 16 crianças na turma e foi criada a escola Fita Vermelha. A primeira-dama da China, Peng Liyuan, apoiou a iniciativa, que, hoje, preocupa especialistas que temem pelo futuro dessas crianças à margem da sociedade. Leia o artigo na íntegra: Segundo dados aproximados, na China há entre 500 a 900 mil crianças portadoras do vírus da aids. Será necessário criar escolas fechadas para elas? Esta questão é ativamente discutida na sociedade chinesa. Peng Liyuan, esposa de Xi Jinping, presidente da China, apoiou, naquele momento, a atividade da primeira, e por enquanto, a única, escola desse tipo. Mas entre os peritos chineses não há unanimidade quanto à necessidade de semelhantes escolas especializadas. A maioria dos pais chineses não está preparada para que os seus filhos estudem na mesma turma com uma criança portadora de aids, assinalou recentemente o jornal “Global Times”. As escolas chinesas, sob diferentes pretextos, tentam não aceitar essas crianças. Se o diagnóstico se torna conhecido quando a criança já está estudando, exigem abertamente do diretor que a expulse da escola. Muitas crianças sofrem devido ao isolamento, à discriminação, a atitudes tendenciosas de professores e alunos da mesma turma. Em 2006, perto do hospital da cidade de Linfen, na província de Shanxi, foi inaugurada a escola Fita Vermelha, que constitui, por enquanto, o único estabelecimento de ensino da China para crianças portadoras do vírus. Segundo o criador e diretor da escola, Guo Xiaoping, tudo começou com uma menina que, depois do tratamento, se recusou a voltar à escola e ficou vivendo no hospital. Para ocupar a ela e a outras crianças, afastá-las de ideias tristes e dar-lhes a possibilidade de aprender a ler e escrever, Guo Xiaoping decidiu ensiná-las. Médicos e enfermeiras foram os primeiros professores dos pequenos pacientes. Compraram com o próprio dinheiro manuais, trouxeram um quadro para a sala (uma enfermaria) e quatro carteiras escolares. Um ano depois, nessa turma improvisada já havia 16 alunos. Então, Guo Xiaoping decidiu abrir uma verdadeira escola para os seus discípulos. Mas não foi uma tarefa fácil. Sem certificação, a escola não podia contar com subsídios públicos e, de fato, estava fora da lei. A visita de Peng Liyuan à escola, realizada em 2011, mudou o seu destino e o dos alunos. Graças à participação da senhora que, mais tarde, se tornou a primeira dama, duas semanas depois da visita, as barreiras burocráticas desapareceram como que por encanto. A escola recebeu o tão necessário certificado de ensino e, com ele, financiamento público. Não obstante, nem todos os peritos chineses estão de acordo que a criação de semelhantes escolas sejam uma boa iniciativa. Segundo Chung To, criador da Fundação Chi Heng, não obstante toda a utilidade que essa escola trouxe para os seus alunos, o seu modelo não deve ser copiado a nível nacional. Ele considera que a educação de crianças infectadas com aids em internatos fechados complicará a sua futura integração na sociedade. O perito receia que a criação de escolas assim transmita à sociedade chinesa um “mau sinal” e a leve a “empurrar” semelhantes crianças para fora das escolas normais. A Fundação Chi Heng decidiu avançar por outra via. Ela não só atribui dinheiro às crianças vivendo portadoras do vírus, mas concede também apoio jurídico às famílias dessas e regulariza as relações com a direção das escolas, recordando-lhes que a discriminação de doentes é ilegal. Segundo dados da mídia chinesa, a situação mais desfavorável com a aids registra-se nas províncias de Henan, Sichuan, Yunnan e Guangxi, ou seja, nas regiões chinesas economicamente menos desenvolvidas. A pobreza e a discriminação por parte da sociedade aumentam a pressão psicológica sobre as crianças portadoras do HIV, muitas das quais sofrem não só devido às consequências da sua doença, mas também à miséria e à depressão. Infelizmente, a discriminação das crianças infectadas e doentes continua um fenômeno cotidiano na China. Os peritos chineses apelam à sociedade a voltar-se para essas crianças, a compreender que elas necessitam de apoio financeiro e psicológico para se tornarem membros de pleno direito da sociedade. Aborto legal em tabela do SUS garantirá recursos adequados, diz ministro O Estado de S. Paulo BRASÍLIA - A inclusão do aborto legal na tabela de remuneração do Sistema Único de Saúde (SUS) foi feita para garantir o financiamento adequado do procedimento e para atender recomendações do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou ao Estado o ministro da Saúde, Arthur Chioro. "O pagamento era feito dentro de um repasse global. A mudança traz mais transparência e permite a remuneração de toda equipe de saúde envolvida", afirmou. Com base na portaria publicada nesta quinta-feira, 22, serviços credenciados recebem o valor de R$ 443,40 para aborto nos casos permitidos em lei: gravidez resultante de estupro, quando traz risco para a mulher ou em casos de anencefalia. Até então, serviços recebiam um valor fixo, independentemente da quantidade de atendimentos prestados. O STF, na decisão que permitiu a interrupção da gravidez nos casos de anencefalia, em 2012, recomendou ao Ministério da Saúde que todas as condições deveriam ser ofertadas para que o direito fosse concretizado. O pagamento feito por reembolso, avalia o ministério, traz mais garantias e permite ainda maior transparência para análise dos dados. Fica mais simples identificar quantos procedimentos foram feitos em razão de anencefalia, quantos foram feitos por gravidez resultante de estupro ou porque a gravidez coloca em risco a vida da mulher. Chioro afirmou que a mudança na lógica do pagamento em nada vai alterar o perfil dos serviços habilitados para fazer esse tipo de procedimento. Atualmente, são 36 no País. "Não há intenção de aumentar a rede. Algo assim somente seria feito se houvesse demanda dos Estados." Para Chioro, o atendimento ofertado para gestantes que dependem dos serviços de aborto legal varia de acordo com a região. "Tempos de espera variam bastante, de acordo com o local do País." Juristas alertam para prática geral do aborto Correio Braziliense Dois grandes juristas consultados pela Coluna alertam para o risco de prática liberada do aborto nos hospitais, após a oficialização do termo no D.O., pago pelo SUS a R$ 443. Pela lei, o médico pode fazer cirurgia para casos de estupro e anencéfalo, e para risco de vida. Para o Ives Gandra Martins, ‘a mera alegação (da portaria) pode permitir o aborto. Não se criou instrumento para se caracterizar se houve estupro’. O desembargador do TJDFT Roberval Belinati alerta que ‘se ficar provado que a mulher enganou o médico, será processada pelo crime’ e pode pegar de 1 a 3 anos de detenção. Sem B.O. O desembargador Belinati lembra que a legislação penal não exige que a mulher apresente BO policial para provar se a gravidez resulta de violência sexual. Opera se quiser Para Gandra, ‘a portaria respeita o Artigo 128 do Código Penal (o médico pode praticar o aborto sem criminalização para casos de risco)’. ‘Mas há a condição de consciência’. “Pais do aborto” Gandra diz que quem autorizou passam a ser pais do aborto. ONGs de direitos da mulher apontam avanço e respeito à decisão de a mulher decidir pelo melhor para ela. O jogador milionário, o Brasil e o torcedor pobre Jornal do Brasil Hoje, a 18 dias da Copa do Mundo, o povo assiste a manifestações que jamais serão contra o jogador brasileiro, jamais serão contra o Brasil, mas com certeza será contra o privilégio que o futebol brasileiro só oferece para o jogador. Não há segmento da sociedade brasileira que se beneficie com o futebol. Os clubes em situação pré-falimentar devem milhões de reais aos cofres públicos por impostos que nunca foram pagos e jamais serão. Impostos que foram criados para investir em educação, saúde e segurança da nação. Nunca houve qualquer contribuição para que o mesmo miserável povo pudesse dizer: "O esporte que eu amo me transfere migalhas." A raiva do povo é exatamente contra esses milhões que fazem falta à educação, à saúde e à segurança. Alguns transferidos ilicitamente para cofres dos perpétuos ladrões da República: os que constroem e os que mandam construir. Este povo apaixonado pelo futebol está vendo seu país oferecer os privilégios de sua natureza, os privilégios de sua conhecida simpatia e carinhosa receptividade a todos, de todas as cores, de todos os povos. Este mesmo povo é obrigado a ver autoridades que comandam este esporte - que podiam ser confundidos com delinquentes - humilhá-lo e ofendê-lo. E também é obrigado a assistir a alguns atletas e ex-atletas, que nunca deram aos seus clubes locais nenhuma felicidade, e que nunca devem ter pago impostos sobre o que ganharam lá fora, em alguns momentos que envergonham e deixam até autoridades policiais sob suspeita.