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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Em Cine exibe "Delicada Atração"-Convite-UERJ-
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Garoto que se veste de menina causa polêmica na Inglaterra
Rede Record - Hoje em Dia
Rede Record - Hoje em Dia
Garoto que se veste de menina causa polêmica na Inglaterra
22/2/2012Garoto britânico, de 5 anos, se recusa a vestir roupas masculinas e os pais decidiram deixar o menino escolher.
A polêmica levanta a discussão sobre a questão da transexualidade. Léo Aquila, que é homem e se veste como mulher, opina sobre o assunto.
Assista à reportagem acessando o link abaixo:
Garoto britânico, de 5 anos, se recusa a vestir roupas masculinas e os pais decidiram deixar o menino escolher.
A polêmica levanta a discussão sobre a questão da transexualidade. Léo Aquila, que é homem e se veste como mulher, opina sobre o assunto.
Assista à reportagem acessando o link abaixo:
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Temporão defende promoção da saúde mental desde a infância
Temporão defende promoção da saúde mental desde a infância
Agência Brasil
01/07/2010
Brasília - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse (30), durante a 4ª Conferência Nacional de Saúde Mental, que o grande desafio é trabalhar na promoção da saúde do indivíduo desde a sua concepção, por meio de ações intersetoriais envolvendo outros ministérios.
“Precisamos de políticas intersetoriais voltadas à mulher na gestação, na atenção ao parto e na capacidade dessa mãe de cuidar do seu bebê até os 5 anos. É nesse período que se estrutura, do ponto de vista biológico e psíquico, o que vai ser o futuro cidadão”.
Temporão destacou o projeto Brasileirinhos e Brasileirinhas Saudáveis: Primeiros Passos para o Desenvolvimento Nacional como uma experiência positiva que está ocorrendo em alguns municípios, nas cinco regiões do país.
O projeto trabalha com estratégias de atenção à saúde da mulher desde a gestação até o fim do primeiro ano de vida do bebê, uma vez que nessa fase seu corpo e sua mente demandam cuidados que integram a saúde física e mental.
“Precisamos evitar que a doença se instale no desenvolvimento emocional primitivo do indivíduo, nos primeiros estágios de vida. Isso tem muito a ver com evitar o transtorno mental e a drogadição quando esse bebê se tornar jovem e adulto”, afirmou.
Sobre a reforma psiquiátrica, Temporão disse que apesar das críticas feitas pelos movimentos conservadores, ela veio para ficar e qualificar o atendimento à saúde mental no país.
“A principal conquista da reforma psiquiátrica é a luta contra o estigma, o preconceito e a exclusão.Temos que defender a reforma psiquiátrica como um patrimônio do Brasil. Ela não será estancada, como querem alguns movimentos conservadores”, acrescentou.
Cortesia: clipping Bem Fam(01/07/010)
Cartão vermelho à infância perdida
Cartão vermelho à infância perdida
Jornal do Brasil - 01/07/2010
A pobreza é um dos fatores mais comumente responsáveis pelo baixo nível de desenvolvimento humano e pela origem de uma série de mazelas, algumas das quais proibidas por lei ou consideradas crimes. É o caso do trabalho infantil. A chaga encontra terreno fértil nas sociedades subdesenvolvidas, mas também viceja onde o capitalismo, em seu ambiente mais selvagem, obriga crianças e adolescentes a participarem do processo de produção. Foi assim na Revolução Industrial de ontem e nas economias ditas avançadas. E ainda é, nos dias de hoje, nas manufaturas da Ásia ou em diversas regiões do Brasil.
De todo modo, enquanto o trabalho infantil foi minimizado já que nunca se pode dizer erradicado entre as nações ricas, ele continua sendo um grave problema nos países mais pobres. Por isso, iniciativas de combate à exploração de crianças, como a campanha Cartão Vermelho para o Trabalho Infantil, lançada ontem no Rio de Janeiro, são merecedoras de todo o apoio da sociedade. A campanha, que tem como garoto-propaganda o jogador Robinho, da Seleção Brasileira, é fruto da parceria entre a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e entidades que formam o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil.
Graças a políticas públicas realizadas nos últimos anos, como o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), do governo federal, as taxas de crianças e adolescentes que trabalham no país vêm registrando quedas acentuadas. Mesmo assim, o problema ainda preocupa, pela sua extensão. A legislação brasileira proíbe que menores de 14 anos trabalhem. Mas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), havia, em 2008, um total de 993 mil crianças entre 5 e 13 anos nesta situação. Numa faixa etária mais ampla, até 17 anos, quando se espera que os jovens ainda estejam estudando, foram contabilizados ao todo 4,5 milhões de crianças e adolescentes exercendo algum tipo de trabalho. Esse contingente representava 10,2% das pessoas da faixa etária.
A maioria é empregada doméstica (51,6%) e outros 35,5% estão ocupados em áreas agrícolas. Em muitos casos, a atividade sequer é remunerada. De acordo com a Pnad, só 32%. Mas segundo o Ministério do Trabalho, o índice pode chegar a 90%, devido aos casos desumanos de trabalho infantil e, ainda por cima, escravo.